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terça-feira, agosto 18, 2015

AUMENTA A PRESSÃO PELO IMPEACHMENT DA DILMA. MOVIMENTOS DE RUA VÃO PRA CIMA DO TRIBUNAL DE CONTAS QUE JULGA CONTAS DO GOVERNO.

Dois dos principais movimentos que organizaram os protestos de domingo contra a presidente Dilma Rousseff decidiram que as próximas manifestações serão focadas na questão do julgamento das contas do governo petista em 2014. O Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre (MBL) pretendem realizar atos em Brasília em frente ao Tribunal de Contas da União (TCU) - que está analisando o balanço contábil da presidente - e também diante da residência do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - que deve ser o responsável por conduzir a votação das contas de Dilma no Congresso Nacional.
Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso decidiu, em caráter liminar, que as contas de Dilma precisam ser votadas por uma sessão conjunta - formada por deputados e senadores e não pelas Casas Legislativas separadas. A decisão tirou poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vinha ditando o ritmo do processo de apreciação do balanço contábil da petista.
Com a determinação de Barroso, uma eventual votação pelos parlamentares das contas deveria ser conduzida por Renan, que já foi alvo dos protestos de domingo por ter se aproximado do Palácio do Planalto e ter feito gestos políticos que têm ajudado Dilma a sair das cordas.
"Nossos próximos atos, que não serão em massa, estarão focados na questão do julgamento das pedaladas fiscais e demais irregularidades nas contas da Dilma pelo TCU. Não temos data ainda. Vamos começar a decidir isso hoje [segunda-feira]", disse um dos líderes do Vem Pra Rua, o empresário Rogério Chequer. "É necessário que a campanha de Dilma também seja investigada".
A avaliação dos movimentos sobre as manifestações de domingo foi de que os grupos que organizam os atos conseguiram alinhar os discursos uns com os outros. "Não foi a menor manifestação, nem a maior. Mas foi a melhor, pela unificação do discurso dos movimentos e pela maior politização dos manifestantes", afirmou Renan Haas Santos, um dos porta-vozes do MBL.
Chequer atribuiu a uniformização dos discursos ao levantamento das insatisfações feito pelos movimentos. "Foi interessante ver que o coro estava mais uniforme de norte a sul do Brasil. O que se ouviu foram as mesmas coisas: impeachment [de Dilma], apoio a investigações [em relação à Operação Lava Jato] e o repúdio ao retorno de Lula", disse Chequer. "É resultado de levantamento de quais são as insatisfações.
O empresário afirmou ainda discordar do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que escreveu, nesta segunda-feira, no Facebook, que uma eventual renúncia de Dilma seria um "gesto de grandeza" para a petista.
"O problema da renúncia é que a gente depende única e exclusivamente de Dilma, que não tem tomado as melhores decisões ultimamente. O impeachment não acaba dependendo dela. Acontece que o país vai sofrer muito pelo tempo que isso pode demorar", disse Chequer. "Ainda sinto falta de mensagem mais alinhada vindo do PSDB", afirmou.  Do site da revista Veja

6 comentários:

Anônimo disse...

Na minha opinião o impeachment, a renúncia e até mesmo a cassação do mandato por crime eleitoral, qualquer um desses meios da saída de dilma, não alterará os esquemas de corrupção montados na máquina pública. Já vimos noticiado que cerca de 5.000 políticos já se desvincularam do pt para concorrerem por outros partidos nas próximas eleições - vão mudar de sigla, mas as personalidades corrompidas permanecerão para continuarem nos esquemas de corrupção. Uma recomendação aos eleitores - não acreditem em palavras bonitas nem em promessas vãs, mas investiguem o passado do candidato. Se já foi ligado ao pt e se o passado o condena não creiam em arrependimento - logo irá mostrar as garras.
Qual a saída? Em primeiro lugar, afastar o pt da vida pública e todos os políticos que participaram da corrupção desde a Nova República. Depois formar um governo de coalizão com representantes (que tenham reputação ilibada) dos partidos políticos, juntamente com juristas renomados que não foram vinculados ao pt, idem para os membros do Poder Judiciário e do Ministério Público. Esse governo provisório ficaria por um prazo máximo, determinado, e convocaria novas eleições gerais, ocasião em que se faria também o plebiscito para consultar a população sobre a mudança da forma de governo, de presidencialista para parlamentarista. Assim, sem intervenção militar e sem traumas para a população poderemos ter um Brasil novo e passado a limpo.

Eduardo Ramos disse...

Temos que ir para frente do Supremo que está aparelhado, para pressionar, e também do Senado

Sanja disse...

É isso! NÃO PODE PARAR, em hipótese nenhuma, MOVIMENTO SEMPRE!!! com impeachment ou sem ele, protestos tem que continuar, senão corremos o risco do desleixo e do esquecimento, tão comuns a nós, brasileiros...

Anônimo disse...

Caro Aluízio
Os movimentos devem mesmo ficar soltando bafo no cangote do TCU e do TSE para evitar as falcatruas dos elementos. O Antagonista informou ontem que o G.Mendes fala para a turma do Aécio que vai cassar a Dilma e para a do Alkmin, que tal não acontecerá. Mais ou menos isto. Por isto, os movimentos não devem dar arrego aos elementos de tais instituições.
Esther

Anônimo disse...

Este delegado da Polícia Federal deixa claro: o chefe da quadrilha será preso! A PF está chegando!

https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=10205231964498652&id=1232502095

Anônimo disse...

O arrocho tem de ser sempre, sem parar, sem treguas em cima do pirata presidentro Lula, pois a "gerentona, mandona, durona e outros onas" Dilma está sob sua tutela, é sua subserviente!
Dessa forma, sem o mafioso Lula ela nada é, além de não ter espírito de empreendimento ou gerenciamento algum; sua secretaria de recados, nada +.
Lula é a serpente 171 que precisa ser capturada e posta em seu devido lugar para não seguir envenenando a sociedade; foi bem fustigado nessa recente manifestação e que aumente!
Ainda bem que a CUT dia 20 marretará Dilma e Levy: que se arrebentem uns aos outros!