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sexta-feira, setembro 08, 2017

DONO DA REDE DE LOJAS HAVAN DENUNCIA O PELEGUISMO SINDICAL QUE ATRAVANCA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL


Este vídeo-banner foi postado pela jornalista Joice Hasselmann em sua página do Facebook. Trata-se de um verdadeiro desabafo do proprietário da rede de lojas Havan, Luciano Hang. Algo inaudito pela característica low-profile desse empresário catarinense. Ele formula uma crítica muito objetiva ao fato de que um pelego sindical impediu que a Havan abrisse uma de suas lojas no feriado de 7 de Setembro.
Vale a pena ver e ouvir esse empresário para constatar o quanto a pelegada sindical criada por Lula e seus sequazes atravanca o progresso do Brasil. É um absurdo que tudo isso continue acontecendo no Brasil no século XXI.
Luciano Hang tem carradas de razão, mormente num momento em que as estatísticas apontam que existe um contingente de 14 milhões de desempregados no Brasil. E isso acontece justamente em razão do absurdo estatismo. O Brasil é, na verdade, uma república socialista-sindicalista, o gargalo que impede o país de sair do atoleiro econômico e deslanchar.
Aproveito a oportunidade para transcrever matéria do site da revista Exame que dá uma ideia da Havan, empresa criada aqui em Santa Catarina, na cidade de Brusque. Leiam:

As duas primeiras semanas do ano — aquelas meio mortas, em que quem pode viaja de férias e quem não pode trabalha entorpecido — foram particularmente agitadas para o empresário Luciano Hang. Aos 54 anos, Hang é um daqueles personagens que volta e meia aparecem na cena econômica brasileira: pouca gente sabe que ele existe, mas pode-se dizer que é um dos maiores empresários do país. Hang é dono da rede de lojas de departamentos Havan, que fatura 4 bilhões de reais. No início do ano, ele cruzou o país em seu avião particular para acompanhar a abertura de seis novas lojas. Uma delas, a ser inaugurada em Rio Branco, no Acre, será a 100ª unidade.
Quem mora em grandes centros urbanos talvez nunca tenha ouvido falar na Havan. Há um bom motivo para isso: a rede está toda espalhada pelo interior ou por cidades de médio porte. Mas as pessoas que andam pelas estradas brasileiras podem ter notado a bizarra existência de uma réplica da Estátua da Liberdade à frente de uma loja em forma de Casa Branca. Essa é a Havan. Fundada nos anos 80 na cidade catarinense de Brusque, a empresa sempre foi cercada por uma aura de mistério.
É comum ouvir que as lojas pertencem a coreanos, chineses, americanos ou ao bispo Edir Macedo. Segundo o último boato que circulou, a Havan pertencia a um dos filhos do ex-presidente Lula. Foi aí que Hang decidiu sair da toca. Pela primeira vez em 30 anos, ele estampou a campanha de Natal da rede no ano passado e participou de alguns poucos programas de TV.
O COMEÇO
Filho de operários do setor têxtil, Luciano Hang começou a carreira com uma loja de 45 metros quadrados especializada em tecidos importados em Brusque, a 100 quilômetros de Florianópolis. A abertura econômica no governo Collor impulsionou o negócio: em suas viagens ao exterior, além de tecido, Hang começou a comprar bugigangas para revender a lojas de 1,99 real na cidade. Tinha, na época, um sócio, Vanderlei de Limas (o nome Havan vem da junção das iniciais do sobrenome de um e do nome do outro).
Em 1991, o sócio deixou a empresa. Mas ele mantém, até hoje, uma pequena loja de tecidos em Brusque. Livre do freio causado pelas desavenças, Hang decidiu abrir lojas fora de Santa Catarina. Foi quando começou a desenvolver o modelo de negócios um tanto esquisito que levou a empresa à frente.
Poucos negócios são tão “anos 90” quanto as lojas de departamentos. Elas ficaram no passado, destruídas por erros de gestão e pela ascensão de outras opções de compra nas grandes cidades. A Havan tem tudo o que levou Mappin e Mesbla à lona. Vende mais de 100 000 itens, número altíssimo que torna a operação da loja extremamente complexa. Encontra-se de tudo por lá. Nas capitais do Sudeste, com shoppings de todas as categorias, esse tipo de loja seria inviável.
Mas Hang descobriu que, no interior do país, o jogo é completamente diferente. Os preços baixos, a decoração curiosa (para não dizer esdrúxula) e o espaço para alimentação e lazer conquistam os clientes, que muitas vezes chegam em ônibus intermunicipais. A proximidade de rodovias, o amplo estacionamento e a facilidade de acesso a transporte público também ajudam. Segundo a consultoria Boston Consulting Group, mais de 80% das cidades em que a Havan está presente têm menos de 500 000 habitantes. Uma das lojas está instalada em Porto União, em Santa Catarina, um município com apenas 30 000 habitantes.
O dono toca a Havan com um jeitão de PME. A empresa tem apenas cinco diretores, e Hang administra o negócio praticamente sozinho. A família quase não participa do dia a dia da empresa, e sucessão, por enquanto, é assunto proibido. “Tenho 54 anos, posso trabalhar tranquilamente até os 100”, diz Hang. Apesar desse tamanho todo, a Havan não divulga balanços. Segundo funcionários, um dos grandes prazeres que o empresário tem na vida é levar visitantes em seu helicóptero para conhecer o centro de distribuição da empresa em Barra Velha, no litoral de Santa Catarina.
A FORÇA DA LIBERDADE
A loja da cidade tem uma Estátua da Liberdade de 57 metros de altura, 10 a mais do que a original americana. A obsessão pelos Estados Unidos começou ainda na década de 80, em suas primeiras visitas como importador de mercadorias. A primeira estátua foi instalada em 1995 em Brusque. “Sou fã dos Estados Unidos porque admiro o ambiente livre de negócios”, diz Hang, entusiasmado. Há quem deteste a decoração americanófila da rede.
Em Bauru, no interior paulista, um protesto de moradores quase impediu a instalação da estátua. A prefeitura não viu problema e a estátua está lá. Hang gosta de dizer que se orgulha de pagar cerca de 1 bilhão de reais ao ano em impostos e encargos trabalhistas. Talvez a explicação para isso seja o desejo de deixar para trás uma condenação por crimes contra o sistema financeiro nacional (como sonegação e evasão de divisas) e lavagem de dinheiro na década de 90. A condenação a 13 anos de prisão acabou prescrevendo.
Hang descobriu o potencial de consumo do interior do país antes de muita gente, mas é claro que a concorrência acordaria um dia. As empresas de shoppings, por exemplo, estão fugindo das capitais e migrando para as cidades médias. Apesar de abaladas pela crise, pretendem inaugurar 41 shoppings no país até 2018. Enquanto a concorrência não aumenta, a Havan  anunciou um investimento de 300 milhões de reais para abrir dez lojas em 2017. Com isso, estima-se que o faturamento pule para 5 bilhões de reais. Hang quer chegar à 200a loja em cinco anos. Se conseguir, será bom para ele — e para os fabricantes de estátuas da Liberdade também. Do site da revista Exame

10 comentários:

Alexandre, The Great disse...

Esse é o tipo de empreendedorismo que o Brasil precisa, e não aqueles botocudos que montam camelódromos nas vias públicas e pontos de ônibus nas grandes capitais. Não geram empregos e ainda infernizam a vida dos outros, além dos muitos crimes que ali são praticados (contrabando, receptação, etc,).

PT BANCARROTA disse...

ACHO QUE É UM MILAGRE, ATÉ PORQUE A ERA PT, DEIXOU O PAÍS EM BANCARROTA!

Cactus disse...

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Desde quando o sindicato manda em alguma coisa? Sindicato só manda em vagabundice.
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Infelizmente a estátua que ele escolheu não foi por apreço aos Estados Unidos, isto deve ser uma desculpa, mas foi pelo significado da mulher homenageada na estátua.
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Veja quem é:
https://www.youtube.com/watch?v=ue9fm_RQMPg
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Anônimo disse...

E pensar que um lula foi presidente, 2 vezes, do Brasil. è de chorar.

CAÇADOR DE DEBILOIDE disse...

PELO VISTO O CACTUS ESCAPOU DE NOVO DO HOSPÍCIO!!
AGORA ELE VAI DESCONTAR NAS REDES SOCIAIS O TEMPO QUE FICOU LÁ PRESO TOMANDO REMÉDIOS FORTÍSSIMOS, BANHOS COM ÁGUA GELADA, INJEÇÕES DOLORIDAS, TAPAS DAS ENFERMEIRAS E SEM TER INTERNET PARA ESCREVER SUAS ALUCINAÇÕES!!

Anônimo disse...

O SINDICATO ADVERTE-
TRABALHAR FAZ MAL À SAÚDE!

Ricardo disse...

Se depender desse careca aí, o trabalhador (vulgo colaborador, mais bonitinho) terá que trabalhar 12 hs por dia 7 dias por semana, sem férias. Tá bravinho pq vai deixar de faturar no feriado. Capitalismo selvagem também é tão criminoso quanto ao comunismo. Nessas horas que vejo que a CLT é válida sim, serve p/ o empregado não se tornar um escravo deste tipo.

Anônimo disse...

"...a bizarra existência de uma réplica da Estátua da Liberdade..."

bizarro por que?

bizarra é a existência de um partido como o PT e a existência de quase 20 mil sindicatos...

Carlos Galvão disse...

APOIADO! Parabéns pelas corajosas e veras palavras deste exemplar empresário que tive o prazer de cumprimentar aqui na HAVAN de S. Pedro da Aldeia/RJ no dia de sua festejada inauguração. Este grande brasileiro que contra todas as tormentas ainda persiste acreditando no país tem que ser respeitado, pois ele representa a voz de todos nós brasileiros que queremos trabalhar e reconstruir o que pessoas como este sindicalista destruíram com a voracidade dos parasitas da pátria disseminando parasitismo e desemprego com seus pérfidos "direitos" trabalhistas a espantar os investidores geradores de oportunidade e de progresso. FICA AQUI A MINHA LÁSTIMA!

Fábio Lavratti disse...

Luciano é o empresário mais competente de Santa Catarina. Precisamos de gente mais corajosa como ele.