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quarta-feira, julho 13, 2011

PETISTAS IMPEDEM APROVAÇÃO DE LEI QUE PROÍBE MAMATA DE SAQUES COM CARTÕES CORPORATIVOS.

A Comissão de Trabalho da Câmara aprovou projeto que proíbe saques com cartões corporativos do governo (PL 2234/07). A proposta também exige que sejam apresentadas as notas fiscais para comprovar as compras realizadas.

O relator da matéria na Comissão, deputado Silvio Costa, do PTB de Pernambuco, destaca os avanços da proposta.

"Antes desse projeto ser aprovado, as pessoas podiam realmente fazer saques em dinheiro, mas, na verdade, o cartão corporativo essencialmente é para pagar contas, não é para sacar dinheiro. Então, nós proibimos o saque em dinheiro e também nós agilizamos a questão das notas fiscais. Elas que têm que ser (apresentadas) imediatamente ao gasto. Antigamente, se usava o cartão corporativo e, depois, juntava 20, 30 notas fiscais e fazia uma nota só. Em suma, eu acho que é um projeto importante porque ele elabora critérios mais transparentes e mais claros para o uso do cartão corporativo."

O deputado Eudes Xavier, do PT do Ceará, chegou a relatar o projeto na legislatura passada e propôs a rejeição da matéria. Ele acredita que a proposta deve ser alterada nas próximas comissões a discuti-la.

"Eu permaneço com a minha proposição, porque acho que o governo corrigiu o uso do cartão corporativo, porque todas as normas atribuídas para maior transparência em relação ao uso foram feitas nos devidos termos pelo Executivo."

O projeto, de autoria do atual líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira, foi apresentado em 2007. Naquele ano, os gastos com cartões corporativos do governo federal dobraram em relação ao ano anterior. Dos R$ 75,6 milhões gastos, mais da metade foi sacada em dinheiro. Na época, a Controladoria-Geral da União acabou limitando os saques em dinheiro.

O projeto que proíbe saques com cartões corporativos do governo ainda será analisado pelas comissões de Finanças e de Constituição e Justiça e, a princípio, não precisa ser votado em Plenário. Do site da Câmara dos Deputados


MEU COMENTÁRIO: Está claro que uma lei que proiba essa indecência de uso de cartões corporativos pelo alto escalão do governo e algumas arraias miúdas serviçais do PT, jamais passará no Congresso Nacional.
Esta matéria do site da Câmara mostra exatamente isso. Sempre tem um deputado petista cara-de-pau de plantão para justificar essa escandalosa roubalheira de dinheiro público. Projeto de lei já rola pelos escaninhos da Câmara Federal há cerca de quatro anos, quando explodiu o escândalo dos cartões corporativos que derrubou a Ministra da Igualdade Racial.
De lá para cá mudou o quê? Nada. Houve na verdade o aumento de escândalos promovidos pelo PT que só neste primeiro semestre já derrubaram dois Ministros do governo da bruxólica e tenebrosa terrorista.
Não há nenhuma dúvida. O Brasil é e continuará a ser o lixo ocidental.

quarta-feira, abril 06, 2011

GASTOS COM CARTÕES CORPORATIVOS SECRETOS DA PRESIDÊNCIA AUMENTA NO GOVERNO DA DILMA

O ajuste fiscal determinado pela presidente Dilma Rousseff em investimentos do governo e emendas parlamentares não chegou, passados três meses, aos gastos secretos da Presidência com cartões corporativos.
 
Dados consolidados até o final de março no Portal da Transparência, site oficial que registra os gastos do governo, mostram que a média mensal de despesas secretas subiu 8,2% em relação à registrada em 2010.

 
O site mostra que, de janeiro a março, o gasto da Presidência com cartões corporativos foi de R$ 3.673.298. Desse total, R$ 1.664.806 foi em gastos sigilosos.

 
Em 2010, o total gasto em cartões pela Presidência foi de R$ 17.472.707, dos quais R$ 6.150.534 na rubrica de despesas sigilosas.

 
Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência informou que houve uma redução de 12% nos gastos, e não um aumento. A diferença, segundo a nota, ocorre porque gastos de dezembro, fim da gestão Lula, foram contabilizados no Portal da Transparência como sendo de janeiro.

 
Os gastos com cartões da Presidência são sigilosos por determinação legal, em razão de segurança.

 
Em 2008, o governo Lula enfrentou crise quando dados da gestão Fernando Henrique, incluindo informações do ex-presidente e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, foram tornados públicos a partir de vazamento da Casa Civil. Dilma, então ministra da pasta, negou que o governo tivesse montado dossiê.

 
Ela disse que a Casa Civil estava organizando um banco de dados para tornar os gastos mais transparentes.

 
Lula disse que tornaria públicos seus gastos ao sair do cargo, o que não foi feito.
Da Folha de São Paulo desta quarta-feira

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