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quarta-feira, julho 20, 2011

RANGEL, O CAPACHO DE CHÁVEZ, QUE SE DIZ JORNALISTA, DEFENDE LIMITAÇÃO À INFORMAÇÃO SOBRE CÂNCER DO CAUDILHO

Rangel, capacho de Chávez
Vice-presidente por cinco anos e um interlocutor frequente de Hugo Chávez, o jornalista José Vicente Rangel, 82, afirma que, no caso do câncer do presidente venezuelano, o melhor "é limitar a informação". Quando se houve da boca desse dito jornalista que se deve 'limitar a informação' da doença do caudilho, compreende-se o fato de que tenha sido ex-vice-presidente e ex-ministro do ditador Hugo Chávez.
 

Esse puxa-saco de Chávez, minimiza nesta entrevista os chamados à "unidade" feitos pelo caudilho a seu partido e aos militares antes de partir para Havana, no fim de semana. Rangel parece que tem sido escalado por Chávez para sair por aí oferecendo-se para dar entrevistas no sentido de ajudar a contornar a situação caótica da política venezuelana turbinada pelo câncer do ditador. Tanto é que dia desses Rangel também concedeu uma entrevista para a revista colombiana Semana

Agora foi a vez da Folha de São Paulo que possui jornalista sentando praça na Venezuela mas que parece concordar com a tirania chavista ao abrir espaço para esse sabujo do lulismo que diz ser jornalista. É válido ouvi-lo, mas merece uma análise que situe o leitor no contexto, ou seja, no fato de que Chávez já destruiu a democracia na Venezuela.
Tive que aduzir este comentário antes de trancrever essa entrevista para mostrar mais uma vez como a Folha de São Paulo é condescendente como a imundice bolivariana. 
De toda sorte, a entrevista provavelmente é do interesse de centenas de leitores venezuelanos que acessam diariamente o blog, como aconteceu nesta terça-feira, quando seguramente dos mais de dois mil acessos, cerca de mil procederam da Venezuela. Isto mostra que embora seja um país muito menor do que o Brasil em população, seus cidadãos estão muito ligados nas redes sociais, acompanham a política sistematicamente e o jornalismo lá praticado é muito mais autêntico que o brasileiro. 
Esse serviçal de Chávez ouvido pela Folha afirma que não existe nenhum risco de instabilidade democrática, quando se sabe que as instituições democráticas já estão liquidadas e Chávez mantém prisioneiros políticos, como o líder oposicionista Alejandro Peña Esclusa que sofre de câncer de próstatae teve seu tratamento interrompido, correndo risco de vida a permanecer mofando nas masmorras dca polícia política de Chávez. Leiam:
Folha - Chávez pediu fim do "sectarismo", do "caudilhismo" dentro do PSUV. Que disputas há?
José Vicente Rangel -
Chávez assinalou que existe esse perigo potencial e que é obrigação dos dirigentes do PSUV e do governo, nestas circunstâncias em que ele está em tratamento fora do país, ter consciência de que são expressões que jogam contra o processo e que é preciso controlar. É um perigo latente em todas as organizações. De esquerda, direita, de centro.

Chávez falava de aspectos latentes? E disputas entre tendências, racha nos Estados?

Sim, sim... mas, repito, são situações inerentes à vida democrática. Isso acontece aqui na Venezuela, em qualquer nação. Na Venezuela, esse tipo de situação foi resolvido com um custo muito baixo, porque não significaram rupturas orgânicas no movimento, e sim dissidências muito pessoais e localizadas.

Chávez se foi sem data de retorno. O governo deu informação "veraz e oportuna" sobre a doença?

Seria temerário dar data de retorno. E se ele não puder voltar na data fixada, por alguma razão? O presidente buscará voltar o mais rápido possível. Foi feito e se disse o que se tinha de fazer e dizer [sobre a doença]. Da mesma forma que uma pessoa pode ter uma melhora, de repente, pode ter uma recaída. O melhor é limitar a informação. Numa situação como a venezuelana, tão polarizada, qualquer coisa que se diga é objeto de debate.

Fora Chávez, há alguém capaz de unir as diferentes alas do chavismo? E se ele não puder ser candidato em 2012?

Neste momento não há. No hipotético caso que sugere, estou certo de que surgirá. Há lideranças, mas não alternativas, porque a liderança de Chávez não está em crise.

O presidente pediu "unidade" aos militares. Isso não alimenta a ideia de que não há unidade?

Claro que alimenta. Estamos num país polarizado e com jornalistas desconfiados. Mas que chefe de Estado não invoca a unidade? Não há o menor risco de instabilidade democrática. Da Folha de São Paulo desta quarta-feira


sexta-feira, julho 08, 2011

CONGRESSO PARAGUAIO PEDE LIBERTAÇÃO DE PEÑA ESCLUSA, PRESO POLÍTICO DE HUGO CHÁVEZ.

Alejandro Peña Esclusa
O Congresso do Paraguai aprovou nesta quinta-feira por unanimidade um documento de apoio de solidariedade ao engenheiro e ativista democrático Alejandro Peña Esclusa que há 11 meses se encontra detido nos calabouços do tirano Hugo Chávez na Venezuela, pelo 'delito' de fazer oposição ao chavismo.
Peña Esclusa convalescia de uma operação de câncer da próstata, quando foi preso em sua residência pelos bate-paus da polícia política do ditador venezuelano. Por esta razão seu tratamento pós-operatório foi interrompido e por isso corre risco de vida.
O congressista paraguaio pelo Partido Liberal do Paraguai, Enrique Salyn Buzárquis, explicou que a sessão desta quinta-feira da Câmara dos Deputados paraguaia aprovou um documento em que 'solicitamos ao governo da Venezuela um tratamento justo e digno e a liberação de Peña Esclusa por razões humanitárias". 
Além, disso, afirmou que "cremos na democracia, no Estado de Direito e na possibilidade de que todo cidadão tem direito a um julgamento justo e digno, independentemente que seja de esquerda ou de direita"..
"Após uma investigação e de revisar o caso Peña Esclusa, chegamos à conclusão que estão sendo violados os direitos humanos internacionais ao não permitir que uma pessoa que padece de câncer receba a atenção médica necessária", expressou o deputado paraguaio.
 
Salyn Buzárquis revelou que apesar das diferenças ideológicas no Congresso paraguaio, todos os partidos com assento no parlamento aprovaram o documento. "Não houve uma só voz dissonante", assegurou.

 
Por sua vez, o deputado pelo Senado boliviano, Adrián Olivo, informou que no próximo domingo viajarão à Venezuela uma comissão de deputados do Brasil, Paraguai e Bolívia, para visitar o engenheiro Peña Esclusa e verificar o seu estado de saúde.  Com informações do site do jornal El Universal - Leia MAIS - En español


domingo, agosto 29, 2010

CHÁVEZ ESTÁ COM CÂNCER? OU É APENAS UM ESTRATÉGICO BOATO ELEITOREIRO???

Desta vez a imprensa afirma que o câncer que acomete Hugo Chávez não é boato. Levanto duas hipóteses para esta informação: ou é verdadeira mesmo ou então é boato fabricado nos porões da ditadura chavista, se é que me entendem.

Chávez poderia então passar a ser alvo de clima de comiseração popular. Ainda mais num momento em que pesquisas apontam que bufão bolivariano está caindo pelas tabelas (das pesquisas) nas vésperas da eleição para renovação da Assembléia Nacional. Pela primeira vez, no reinado do orangotango da Venezuela, parece que a população está a fim de dar um chega prá lá na ditadura bolivariana que já arruinou o país. Bom, qual a ditadura que não causa prejuízos a uma Nação?

Aqui o que está no site Laverdad.com:

En su columna de este domingo en La Razón, el periodista Manuel Isidro Molina reitera la afirmación que hizo en su espacio el pasado 22 de agosto cuando aseguró que el presidente Hugo Chávez padecía de cáncer.

El comunicador social en su nueva publicación asestó que sus fuentes son “incontrastables”. Molina dice que la información viene de personas “tan cercanas al presidente que él mismo no se imagina” y que “Casa Militar lo sabe, pero mantiene el secreto, igual que el personal médico que lo asiste”.

En la columna "El Confesionario" desestimó la respuesta del primer mandatario nacional en relación a la enfermedad. “La del jueves pasado no fue honesta. Él sabe que en Palacio existe preocupación por su dolencia, que no son inventos de los “escuálidos” como dijo en cadena nacional desde el Teresa Carreño (…) tampoco es verdad que en cuatro oportunidades anteriores se haya corrido la versión de que sufre de cáncer. Lo del domingo pasado en mi columna es la primera vez, y no es una versión sino una información veraz y reservada, por razones obvias.”

Molina rechazó las descalificaciones lanzadas hacia su persona por el presidente Chávez y se resistió a las acusaciones de participar en los intentos para asesinarlo.

En la pieza periodística presentada este domingo en La Razón, Molina instó al presidente Hugo Chávez a la presentación de un informe médico que reitere el buen estado de salud del mandatario y que sirva para descartar las “dudas” sobre la enfermedad que le afectaría.

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