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sábado, janeiro 01, 2011

EXTRA: VERMELHÃO COBRE BRASÍLIA NO LUGAR DAS CORES DA BANDEIRA DO BRASIL. E ANOTEM: COMEÇA AGORA UMA LUTA PELA MANUTENÇÃO DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE!

Impressionante esta foto da posse da Dilma no momento em que fala para uma claque organizada pelo PT. As cores da bandeira brasileira praticamente sumiram, dando lugar ao vermelhão comunista.

Como já afirmei na minha mensagem de feliz ano novo em post mais abaixo, vamos precisar de muita energia e determinação para manter de pé os últimos pilares que seguram a frágil democracia brasileira que vem sendo pisoteada pela maldição esquerdista.

O único fato positivo dessa pantomima esquerdóide e ridícula que minimiza, quando não ignora as cores da nossa bandeira na posse presidencial (arhg!), derramando o vermelhão da desgraça da tirania comunista é a saída de Lula do Palácio do Planalto o que já é uma assepsia.

De resto, pelo que se constata, não há qualquer entusiasmo espontâneo e patriótico da Nação nesse ritual macabro que entrega o Brasil à sanha da escória política.

Os democratas brasileiros terão de lutar duramente para evitar uma guinada do país à tirania esquerdista. O Congresso está dominado pela denominada base de apoio que Lula preparou. E a primeira coisa que tentarão fazer é impor à censura à imprensa sob o eufemismo controla social da mídia.

E não se espantem. Essa legislação que está pronta deverá contar com o apoio maciço de deputados e senadores da base aliada. A eles, especialmente, essa lei da mordaça representa um maná. O parlamento, pela sua natureza institucional é o Poder da República mais aberto ao crivo da Nação e sobretudo da imprensa. Esta é a questão crucial. Com a mordaça os trambiqueiros poderão agir com muito mais desenvoltura não é mesmo? O futuro da democracia brasileira, por isso, está em jogo. Ainda mais com esse arremedo de Oposição que temos.

Precisamos, como nunca antes neste país, de muita energia e força para evitar a venezuelização do Brasil. 

E a liberdade e a democracia são bens inegociáveis.

quinta-feira, setembro 30, 2010

ATENÇÃO CIDADÃOS BRASILEIROS! A MANIPULAÇÃO DESTA ELEIÇÃO É INAUDITA. HORA DA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA! SEGUNDO TURNO É REALIDADE!

Realmente, tá tudo dominado. A Folha de SP já fez outra pesquisa e agora afirma que Dilma, que vinha caindo, parou de cair. De repente, os eleitores resolveram voltar atrás nas suas intenções de votos e estaríam pouco ligando para os escândalos.

Resumindo: é a eleição mais escandalosa e viciada que já vivi em toda a minha vida. E como profissional do jornalismo jamais vi algo semelhante nos quase 40 anos de profissão.

Estão utilizando descaradamente as sondagens eleitorais para induzir que se aceite o já ganhou, na tentativa de desmobilizar a oposição no dia do debate final entre os dois candidatos e às vésperas do pleito, enquanto o Supremo Tribunal Federal se engalfinha numa discussão que chega ser bizarra a respeito de uma lei que está sendo questionada pelo marketeiro João Santana da campanha do PT.

Agora só falta que alterem o programa das urnas eletrônicas. Nesta altura dos acontecimentos onde prevalece o vale tudo de nada mais se pode duvidar. Hugo Chávez perto do PT é aprendiz.

Entretanto, tudo isso aponta para um fato irretorquível: a possibilidade do 2° turno é real. Não fosse esse clima não estaríam vilipendiando dessa forma as instituições e nem se entregando a essa manipulação descarada e ilegal. 

A Oposição tem de resistir. É Hora da resistência democrática! Este segundo turno acontecerá nem que a vaca tussa!

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quinta-feira, setembro 23, 2010

EXTRA! MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA JÁ TEM MAIS DE 18 MIL ASSINATURAS. ASSINE AGORA!


Clique sobre  imagem para vê-la ampliada
O Manifesto em Defesa da Democracia lançado ontem, quarta-feira, e São Paulo, tem cada vez mais repercussão. Até às 17 horas desta quinta-feira já totalizava mais de 18 mil assinaturas, conforme vocês podem conferir no facsímile do site acima. Vejam também o vídeo mostrando o evento de ontem!

Para assinar é fácil, fácil.Clique AQUI e lá é só colocar o nome e documento de identidade e email que não serão publicados. Apenas seu nome constará dessa lista de honra dos grandes brasileiros que se unem em defesa de um BRASIL LIVRE E DEMOCRÁTICO! 

É hora de resistir em defesa da democracia que está em perigo sob ameaça do PT, do Lula, da Dilma e do Zé Dirceu et caterva. A hora é delicada, gravíssima. Assine o manifesto! Vamos fortalecer a luta pela liberdade!

quarta-feira, setembro 22, 2010

ATENÇÃO! PERSONALIDADES LANÇAM MANIFESTO NESTA QUARTA-FEIRA EM SÃO PAULO EM DEFESA DA DEMOCRACIA AMEAÇADA PELO PT

Num momento em que o governo do presidente Lula se dedica a investidas quase diárias contra a liberdade de informação e de expressão e critica a imprensa por divulgar notícias sobre irregularidades na Casa Civil, um grupo de personalidades de diferentes setores - entre eles juristas, intelectuais e artistas - decidiu lançar um “Manifesto em Defesa da Democracia”, cuja meta é “brecar a marcha para o autoritarismo”.

O ato público será realizado nesta quarta-feira, 22, ao meio dia, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.

Entre seus signatários estão o jurista Hélio Bicudo, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Arthur Gianotti, José Álvaro Moisés e Lourdes Sola,o poeta Ferreira Gullar, d. Paulo Evaristo Arns, os historiadores Marco Antonio Villa e Bóris Fausto, o embaixador Celso Lafer, os atores Carlos Vereza e Mauro Mendonça e a atriz Rosamaria Murtinho.

“Em uma democracia, nenhum dos poderes é soberano”, diz o manifesto em sua abertura. Nos seus 14 parágrafos, ele aponta desvios e abusos do governo federal. “Hoje, no Brasil”, diz o texto, “os inconformados com a democracia representativa se organizam para solapar o regime democrático.” Mais adiante, considera “inconcebível” que “uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita”. 

‘Ameaça concreta’. O historiador Marco Antônio Villa, da Universidade Federal de São Carlos e um dos signatários do manifesto, decidiu aderir porque vê nos recentes atos do governo “uma ameaça concreta” à democracia no País. “É uma preocupação geral com o que está ocorrendo no País, e hoje (ontem) o Lula mais uma vez reforçou”, disse, em referência às críticas do presidente à imprensa, feitas em viagem ao Tocantins. “O manifesto é uma síntese dessas preocupações.”

Caso um eventual governo Dilma consiga eleger três quintos do Congresso, advertiu, “eles conseguirão fazer mudanças constitucionais a seu bel-prazer. E se você tiver uma parte da legislatura formada por ‘Tiriricas’, corremos sério risco. Nada melhor para um Executivo autoritário do que um Legislativo desmoralizado”. Para Villa, “é preciso de um grito de alerta”. Ele acredita que “há muitas pessoas que comungam dessa preocupação” e que o manifesto funcionará como forma de agregá-las. “Não se pode achar que ataques, ameaças e agressão fazem parte da política”, diz.

O cientista político Leôncio Martins Rodrigues, que também subscreveu o documento, avalia que as ameaças à democracia têm origem na postura do presidente, opinião também manifestada por José Arthur Gianotti. “Lula não pode misturar as funções de homem de Estado e líder partidário. Ele também é meu presidente, independentemente do meu partido”, afirma Gianotti. Do portal do Estadão

Leia abaixo o texto do manifesto:

"SE LIGA BRASIL"

"MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

"Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.

"Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.

"Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia repres
entativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.

"É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.

"É inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.

"É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.

"É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.

"É constrangedor que o Presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há 
"depois do expediente" para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no "outro" um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia , mas um inimigo que tem de ser eliminado.

"É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.

"É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

"É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É um escárnio que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.

"Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.

"Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.

"Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos."

manifestoemdefesadademocracia@gmail.com

JÁ ASSINARAM O MANIFESTO:

01. Hélio Bicudo
02. D. Paulo Evaristo Arns
03. Carlos Velloso
04. René Ariel Dotti
05. Therezinha de Jesus Zerbini
06. Celso Lafer
07. Adilson Dallari
08. Miguel Reali Jr.
09. Ricardo Dalla
10. José Carlos Dias
11. Maílson da Nóbrega
12. Ferreira Gullar
13. Carlos Vereza
14. Zelito Viana
15. Everardo Maciel
16. Marco Antonio Villa
17. Haroldo Costa
18. Terezinha Sodré
19. Mauro Mendonça
20. Rosamaria Murtinho
21. Marta Grostein
22. Marcelo Cerqueira
23. Boris Fausto
24. José Alvaro Moisés
25. Leôncio Martins Rodrigues
26. José A. Gianotti
27. Lurdes Solla
28. Gilda Portugal Gouvea
29. Regina Meyer
30. Jorge Hilário Gouvea Vieira
31. Omar Carneiro da Cunha
32. Rodrigo Paulo de Pádua Lopes
33. Leonel Kaz
34. Jacob Kligerman
35. Ana Maria Tornaghi
36. Alice Tamborindeguy
37. Tereza Mascarenhas
38. Carlos Leal
39. Maristela Kubitschek
40. Verônica Nieckele
41. Cláudio Botelho
42. Jorge Ramos
43. Fábio Cuiabano
44. Luiz Alberto Py
45. Gabriela Camarão
46. Romeu Cortes
47. Maria Amélia de Andrade Pinto
48. Geraldo Guimarães
49. Martha Maria Kubitschek
50. Gilza Maria Villela
51. Mary Costa
52. Silvia Maria Melo Franco Cristóvão
53. Glória de Castro
54. Risoleta Medrado Cruz
55. Gracinda Garcez
56. Josier Vilar
57. Jussarah Kubitschek
58. Luiz Eduardo da Costa Carvalho
59. Tereza Maria de Britto Pereira


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quarta-feira, setembro 15, 2010

É HORA DA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA!

Com todos os órgãos do Estado completamente aparelhados pelo PT falta apenas o golpe final que é amordaçar o que sobra de liberdade no âmbito da Imprensa. Não é à toa que todos as ditaduras se consolidam quando conseguem impor uma mordaça defintiva à liberdade de expressão.

O que causa espécie e, por isto mesmo insisto de forma recorrente aqui no blog, é que os jornalistas brasileiros, em sua maioria, se transformaram em defensores da censura, do "controle da mídia" pelo Estado. Pode-se contar nos dedos pequenos nichos de profissionais do jornalismo que resistem ao insidioso avanço da vagabundagem comunista estatizante.

Tanto é, como reportei em post mais abaixo, que José Dirceu não teve pejo em fustigar ontem na Bahia a liberdade de imprensa, afirmando existir "excesso" de liberdade, a mostrar que as advertências verberadas por setores comprometidos com a democracia e o primado da da Lei Maior lamentavelmente vão se materializando.

Há em O Globo desta quarta-feira uma reportagem que traz José Dirceu com personagem central e na qual ele afirma que a eventual eleição da Dilma representará a execução do projeto de poder do PT.

Quem acompanha a política brasileira dos últimos trinta anos, pelo menos, sabe que a ascensão do PT ao poder foi possível justamente pela conquista da liberdade de imprensa e da resistência dos jornalistas.

Ocorre que dentre aqueles que lutavam por liberdade a maioria não vislumbrava um Estado verdadeiramente democrático, mas a consecução desse "projeto" ao qual aludiu José Dirceu e que nada tem ver com a democracia.

Os jornalistas brasileiros, em sua maioria, são os únicos, dentre os países democráticos que defendem a mordaça à imprensa.

E a prova mais cabal do que afirmo está estampada em manchete da Folha de São Paulo desta quarta-feira que qualifica de "bate-boca" de governo e oposição a indignação legítima que se seguiu ao turbilhão de denúncias comprovadas que tiveram início com o mensalão e vêm se sucedendo sem parar com  os aloprados, com os dossiês, quebras de sigilo da Receita Federal e, finalmente, com o caso que envolve a Ministra da Casa Civil, Erenice Guerra e seus familiares.

Ao qualificar de "bate-boca" a indignação de cidadãos inconformados com tantas iniqüidades, a Folha de Sao Paulo atira todos numa vala comum, alimentando a visao canhestra de que todos os políticos são iguais. E a verdade é que não são! Já disse aqui que as iniqüidades predominam, mas é o altruísmo que mantém uma sociedade funcionando de forma razoavelmente organizada!

Ao compulsar o jornal veremos seus principais articulistas praticando um exercício de retórica non sense para justificar o absurdo, sem falar que continuam a fustigar José Serra e quem mais expressar algum tipo de indignação.

A venezuelização do Brasil será uma trágica realidade amanhã caso a Oposição fraquejar.

É hora da resistência. É hora de unir todos os esforços para salvar a democracia e a liberdade! E a salvação da nossa liberdade só acontecerá se nas urnas os eleitores repudiarem os candidatos do PT. Esta é a alternativa que resta. O jogo ainda não foi jogado, embora os conveiros da democracia cantem vitória antecipada.

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sexta-feira, setembro 03, 2010

OPOSIÇÃO TEM DE REVELAR À NAÇÃO QUE PT APLICARÁ 'GOLPE CONSTITUCIONAL' CASO CONSIGA SUCESSO ELEITORAL

Como já afirmei aqui no blog em várias oportunidades votar no PT significa endossar a implantação de uma tirania comunista-bolivariana no Brasil, com a convocação de um assembléia constituinte exclusiva para reforma a Constituição. Aliás, este é um assunto que a Oposição ainda não enfocou em seu programa eleitoral na televisão. E bem que poderia ouvir depoimentos de pessoas que viveram por exemplo na Venezuela e na Bolívia, apresentar vídeos do que está ocorrendo nesses países sob o domínio da tirania chavista que na Venezuela fechou o Senado e criou uma Assembléia Nacional sob severo controle do ditador Hugo Chávez.

Está tudo muito claro. Cristalino! Mas isto precisa ser mostrado de forma eficiente para a população brasileira. As pessoas desconhecem essa triste realidade que pode se abater sobre o Brasil. E até mesmo pessoas com bom grau de instrução desconhecem completamente esta funesta realidade que vem sendo tramada nos bastidores por Lula e seus sequazes.

A propósito, o Ex-blog, boletim diário do Cesar Maia, ex-prefeito do Rio e candidato ao Senado,  traz em sua edição de hoje uma advertência e explica por que Lula, o chefão do Foro de São Paulo, a organização que deseja comunizar toda a América Latina, se empenha em conseguir a maioria no Senado.

Notem: a estratégia petista no Brasil é mais sutil e com um modus operandi alternativo, no entanto o objetivo a ser alcançado é o mesmo que aquele levado a efeito por Chávez, Evo Morales e Rafael Correa. O único país que escapou dessa tal reforma política via constituinte exclusiva foi Honduras e para isso teve de desalojar constitucionalmente do poder o Zelaya, que era o homem de Chávez e do Foro de S. Paulo para desferir naquele país o tal "golpe constitucional".

Leiam a advertência do Cesar Maia em seu Ex-blog: 

1. Lula se excede nos estados, buscando eleger uma maioria no Senado. Alega que isso é bom para governar, facilita a vida do presidente. Diz até que -para o presidente- um senador vale 3 governadores. Dilma defende uma assembleia constituinte exclusiva. Os "profissionais" sabem que isso é inviável, pois uma eleição no ano que vem introduziria um processo pertubardor no governo, com dois anos seguidos de eleições -constituinte e municipais. 

2. A verdadeira assembleia constituinte que está na cabeça deles é o senado. Com 50 senadores -entre próprios e plásticos- poderá fazer a reforma dos sonhos do chavismo verde-amarelo, e que tem sido tentado pontualmente, depois concentrado no PNH3. Vale dizer: controle da imprensa, atropelamento do direito de propriedade, desintegração dos valores cristãos em relação à vida, à família e às drogas.

3. A assembleia constituinte que os petisto-chavistas querem é o próprio Senado. Um Senado Constituinte, como vários deles chamam. Uma vez mudada a constituição no Senado, atravessar a maior inorganicidade da câmara de deputados é tarefa muito mais simples. 


4. (abertura do editorial da Folha SP, 29) 'Perigosa fantasia. Proposta de Constituinte política é ingênua, impraticável e arriscada num contexto de concentração de poder no Executivo federal. Diante de tantos escândalos protagonizados por políticos e de tamanhas evidências do descompasso entre a sociedade e o sistema que a representa, compreende-se o desejo de uma Constituinte exclusiva ou de um Congresso revisor destinado a promover uma reforma política. Mas a ideia é ingênua, impraticável e, na presente conjuntura eleitoral, perigosa.'

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quarta-feira, agosto 25, 2010

VOTAR NO PT É DIZER ADEUS À DEMOCRACIA

Este post é meio longo mas fundamental!
Transcrevo após este prólogo o importante artigo do professor Bolívar Lamounier publicado no jornal O Estado de São Paulo desta terça-feira que analisa o que pode acontecer ao Brasil em nível institucional caso seja vitoriosa a candidata de Lula. O título do artigo é "A 'mexicanização' em marcha", aludindo ao México que ficou sob o domínio do Partido Revolucionário Institucional (PRI), durante sessenta anos.

Por email recebi de um leitor do blog um comentário de Nivaldo Cordeiro em que ao elogiar o artigo do professor Lamounier, que de fato está muito bem articulado, argumenta que não comporta comparar o Brasil sob o domíno do PT, caso vença Dilma, como uma 'mexicanização'. Isto porque o PRI  não tinha o viés comunista que caracteriza o PT, entre outro fatores, como  geopolítico, já que o México se encontra colado aos Estados Unidos. Concordo com a argumentação de Nivaldo Cordeiro.

Seja como for, há todas as indicações de que sufragar Dilma (aliás já disse isso aqui no blog) significa abrir caminho para a segunda etapa do avanço comunista do tipo chavista que é a real intenção do PT, embora essa discussão esteja obstruída pelo tabu criado pelo próprio PT e mantido intocável principalmente pela patrulha do jornalismo "companheiro" que já domina boa parte das editorias das redações dos veículos de comunicação.

Outro ponto anotado pelo professor Bolivar Lamounier e que merece detida reflexão diz respeito à possibilidade do PT e aliados conseguirem a maioria das duas Casas do Congresso Nacional. Isto abriria oportunidade ao que se convencionou (impropriamente, a meu ver) denominar de "golpe constitucional", ou seja, a radical reforma da Constitução de 1988, substituindo-a por outra que subjugará as instituições  democráticas à "democracia direta", manipulada por ditos "movimentos sociais" criados e mantidos pelo PT, o que em outras palavras quer dizer ditadura disfarçada de democracia.

Encareço que leiam com a devida atenção o artigo do professor Lamounier, acreditado politólogo brasileiro. Ilustro este post com uma oportuna charge do mestre Sponholz que resume a estratégia suicida da campanha eleitoral da Oposição. Se puderem, por favor, repassem aos seus amigos. Estamos num momento extremamente delicado da vida política do Brasil e este é um assunto urgente que precisa ser debatido e esclarecido. Leiam: 

O processo sucessório presidencial em curso comporta dois cenários marcadamente assimétricos, conforme o vencedor seja José Serra ou Dilma Rousseff. Se for José Serra, não é difícil prever a cerrada oposição que ele sofrerá por parte do PT e dos "movimentos sociais", entidades estudantis e sindicatos controlados por ele - e, provavelmente, do próprio Lula. Se for Dilma Rousseff - como as pesquisas estão indicando -, o cenário provável é a ausência, e não o excesso, de oposição.

Para bem entender esta hipótese convém levar em conta dois fatos adicionais.
Primeiro, o cenário Dilma não se esgota na figura da ex-ministra. Ele inclui, entre os elementos mais relevantes, o controle de ambas as Casas do Congresso Nacional pela dupla PT e PMDB. Inclui também uma entidade institucional inédita, personificada por Lula. Semelhante, neste aspecto, a um aiatolá, atuando de fora para dentro do governo, Lula tentará, como é óbvio, influenciar o conjunto do sistema político no sentido que lhe parecer conveniente ao governo de sua pupila ou a seus próprios interesses. Emitirá juízos positivos ou negativos, em graus variáveis de sutileza, sobre medidas tomadas pelo governo e regulará não só o comportamento da base governista no Congresso, mas também os movimentos de sístole e diástole da "sociedade civil organizada" - entendendo-se por tal os sindicatos, segmentos corporativos e demais organizações sensíveis à sua orientação.

O segundo fato a considerar é a extensão da derrota que Lula terá conseguido impor à oposição. Claro, a eventual derrota será também consequência das ambiguidades, das divisões e dos equívocos da própria oposição, mas o fator determinante será, evidentemente, a ação de Lula e do esquema de forças sob seu comando. Deixo de lado, por óbvio, as condições econômicas extremamente favoráveis, o Bolsa-Família, a popularidade do presidente, etc.

José Serra ficará sem mandato até 2012, pelo menos. No Senado - a menos que sobrevenha alguma reorganização das forças políticas -, Aécio Neves fará parte de uma pequena minoria parlamentar, situação em que ele dificilmente exercerá com desenvoltura as suas habilidades políticas.

Nos Estados, os governadores eventualmente eleitos pelo PSDB, sujeitos ao torniquete financeiro do governo federal, estarão igualmente vulneráveis ao rolo compressor governista. Longe de mim subestimar lideranças novas, como a de Beto Richa, no Paraná, e a de Geraldo Alckmin, em São Paulo. Mas não é por acaso que Lula já se apresta a batalha por São Paulo, indicando claramente a sua disposição de empregar todo o arsenal necessário a fim de reverter o favoritismo tucano neste Estado.

Resumo da ópera: no cenário Dilma, o conjunto de engrenagens que Lula montou ao longo dos últimos sete anos e meio entrará em pleno funcionamento, liquidando por certo período as chances de uma oposição eficaz. A prevalecer tal cenário, parece-me fora de dúvida que a democracia brasileira adentrará uma quadra histórica não isenta de riscos.

É oportuno lembrar que o esquema de poder ora dominante abriga setores não inteiramente devotados à democracia representativa, adeptos seja do populismo que grassa em países vizinhos, seja de uma nebulosa "democracia direta", que de direta não teria nada, pois seus atores seriam, evidentemente, movimentos radicais e organizações corporativas. Claro indício da presença de tais setores é a famigerada tese do "controle social da mídia", eufemismo para intervenção em empresas jornalísticas e imposição de censura prévia.

Na Primeira República (1889-1930), a "situação" - ou seja, os governantes e seus aliados nos planos federal e estadual - esmagava a oposição. Foram poucas e parciais as exceções a essa regra. Mas a estratégia levada a cabo por Lula está indo muito além. É abrangente, notavelmente sagaz e tem um objetivo bem definido: alvejar em cheio a oposição tucana.

Para bem compreendê-la seria mister voltar ao primeiro mandato, ao discurso da "herança maldita", sem precedente em nossa História republicana no que se refere ao envenenamento da imagem do antecessor; à anistia, retoricamente construída, a diversos corruptos e até a indivíduos que se aprestavam a cometer um crime - os "aloprados"; e aos primórdios da estratégia especificamente eleitoral, ao chamado confronto plebiscitário, em nome do qual ele liquidou no nascedouro toda veleidade de autonomia por parte de quantos se dispusessem a concorrer paralelamente a Dilma Rousseff. A Ciro Gomes Lula não concedeu sequer a graça de uma "sublegenda", para evocar um termo do período militar.

Para o bem ou para o mal, a única oposição político-eleitoral potencialmente capaz de fazer frente ao rolo compressor lulista é a aliança PSDB-DEM-PPS. No horizonte de tempo em que estou pensando - digamos, os próximos quatro anos -, não há alternativa. Portanto, a operação a que estamos assistindo, com seu claro intento de esterilizar ou virtualmente aniquilar essa aliança, coloca-nos nas cercanias de um regime autoritário.

Sem a esterilização ou o aniquilamento político-eleitoral da mencionada coalizão, não há como cogitar de um projeto de poder hegemônico, de longo prazo e sem real alternância de poder. A esterilização pode resultar de uma estratégia deliberada por parte do comando político existente em dado momento, de uma conjunção de erros, derrotas e até fraquezas das próprias forças oposicionistas - ou de ambas as coisas.

Sociologicamente falando, não há funcionamento efetivo da democracia, quaisquer que sejam os arranjos constitucionais vigentes, num país onde não exista uma oposição eleitoralmente viável. Haverá, na melhor das hipóteses, um autoritarismo disfarçado, um "chavismo branco" ou, se preferem, um regime mexican style - aquele dominado durante seis décadas pelo PRI, o velho Partido Revolucionário Institucional mexicano.