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Facsímile do site das FARC: na logomarca acima a Bandeira do Brasil!Lula e o Partido dos Trabalhadores pretendem desvincular-se das FARC, imediatamente após a apreensão do computador de Raúl Reyes, porque temem que a investigação da Interpol os envolva, como sem dúvida ocorrerá. Do site Fuerza Solidaria - Read MORE en español - in spanish
Diogo Mainardi, o colunista da revista Veja e dos raríssimos da dita grande imprensa brasileira que não baba a baba da estupidez da idiotia politicamente correta, está de mudança para Veneza.
Entretanto, para o desapontamento de seus detratores e alento para os seus milhares de leitores continuará com a sua coluna da revista Veja. E antes de deixar o Brasil, Mainardi concedeu uma entrevista a Leandro Sarubo, do site Itu.com.br. Pincei para vocês, como segue, um excerto da entrevista que pode ser lida na íntegra AQUI:
Itu.com.br - Lula tem 77% de aprovação, segundo o Datafolha. O dado acaba demonstrando que muita gente que compreende os malefícios de um país que privilegia a escalada de impostos e as estatizações está ignorando o fato por estarem acomodadas com a boa fase da economia brasileira. Essa relação te surpreende?
Diogo Mainardi: Não, eu não superdimensiono instrução, acho que caráter, falta de caráter, são características comuns a todas as classes sociais. Acho que quem tá ganhando muito dinheiro fica com uma opinião diferente sobre o governo. Entendo que as pessoas que não estão no dia-a-dia da política possam achar que o governo merece aprovação deles. Eu aprovo a política econômica do governo moderadamente, por exemplo. Nunca imaginei que eles fossem subverter as regras do capitalismo brasileiro porque eu sabia quem os financiava. Sempre achei o Lula um pelego muito obediente, sabia que ele obedeceria as instruções dadas pelos financiadores dele.
Itu.com.br - A eleição de 2010 está perdida?
Diogo Mainardi: Não. Espero que a Dilma perca. Espero que seja uma eleição perdida pro PT e pra Dilma. Acho que se o José Serra tivesse a coragem de despedir 10% dos petistas que ganharam cargos comissionados ele já faria um trabalho razoavelmente decente, se a gente comparar aos 200% de petistas a mais que vão aparelhar o governo caso a Dilma vença as eleições. E isto já seria saudável. Adoraria também que se fizesse uma bela de uma checagem em tudo o que foi feito nesses últimos anos, mas isso não será feito. Acho que existe chance de fazer um governo que interfira um pouquinho menos na vida das pessoas. E isso é pra mim um bom governo. Um governo que amola o menos possível.
Itu.com.br - O Brasil tem um partido de direita?
Diogo Mainardi: Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos.
Itu.com.br - Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Millenium, realizada pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, aponta que os brasileiros são "favoráveis a estatização" de algumas das empresas que consomem, como a TV Globo. Ao mesmo tempo, o Datafolha divulgou pesquisa que aponta metade da população na balança da direita. Essa confusão é um fator de atraso educacional?
Diogo Mainardi: É um fator de atraso, a nossa direita é estatizante, sempre foi estatizante. Nós nunca tivemos uma direita liberalizante, o que cria confusão também. Se a direita nazista foi estatizante, a comunista também foi. A estatização ou o liberalismo nunca foram uma política de direita ou de esquerda. A gente tem que separar essas coisas. E os brasileiros têm uma grande confusão, nem sabem o que é estatização, nem sabem no que implicaria isso.
A tese central de Hayek é que todas as formas de coletivismo, seja o nazismo ou o socialismo, levam inevitavelmente à tirania e à supressão das liberdades, conforme já se evidenciava à época pelos exemplos da Alemanha Nazista, da União Soviética, e dos demais países do bloco comunista. O autor argumenta que, em um sistema de planejamento central da economia, a alocação de recursos é de responsabilidade de um pequeno grupo, sendo este incapaz de processar a enorme quantidade de informações pertinentes à adequada distribuição destes bens à sua disposição. Face à gigantesca concentração de poder nas mãos de um limitado número de burocratas, divergências acerca da implementação das políticas econômicas levaria inexerovalmente ao uso da força pelo governo para que suas medidas fossem toleradas.
Este volume se compõe de transcrições das conferências de Ludwig von Mises na Biblioteca Pública de São Francisco, em meados de 1952. Mises, mais do que os muitos críticos do socialismo e do marxismo que haviam surgido desde o começo do século XX – Eugen von Böhm-Bawerk e Paul Leroy-Beaulieu, por exemplo –, conseguiu demonstrar profundamente a inviabilidade inerente ao sistema econômico socialista. Mas Mises sabia que uma crítica séria ao socialismo deveria lidar com muito mais do que a sua mera inviabilidade econômica; era preciso refutar também os fundamentos filosóficos e políticos das concepções socialistas e marxistas do homem e da sociedade. A isto, precisamente, ele se propõe nestas conferências.
Menos Estado e mais Liberdade é o tema principal que estará em debate na campanha eleitoral presidencial deste ano de 2018 no Brasil.
Neste livro, o filósofo romeno Vladimir Tismaneanu, historiador do comunismo romeno, discute as semelhanças entre as várias encarnações da tirania totalitária no mundo do século XX. O autor trata da aplicação dos princípios diabolicamente niilistas da subjugação humana e do condicionamento em nome de fins supostamente puros e purificadores. Trata-se não de um tratado histórico, mas, ao contrário, de uma interpretação político-filosófica de como aspirações utópicas maximalistas podem levar aos pesadelos dos campos soviéticos e nazistas, personificados por Kolyma e Auschwitz.
Este livro foi a primeira grande síntese de informações sobre o comunismo publicada nos EUA num formato acessível e popular. Quem quer que queira entender o comunismo em seus fundamentos e em sua práxis deve começar por aqui. Em 1958, quando foi publicado pela primeira vez, nada era claro para os americanos quanto aos planos de ação do movimento comunista, mesmo porque não havia estudos organizados e traduções confiáveis dos documentos soviéticos. O comunista exposto foi literatura de base tanto para a CIA quanto para o FBI e serviu para conscientizar a nação inteira sobre o assunto. Nesta edição do sexagésimo aniversário do livro, o texto permanece em sua forma original contundente, com algumas adições: a mais impressionante delas é a lista atualizada das 45 metas do movimento comunista — todas elas, salvo uma, foram atingidas nas últimas décadas.
Lício Augusto Ribeiro Maciel era major-adjunto do Centro de Informações do Exército, quando atuou na linha de frente do combate à guerrilha do Araguaia. Depois de 30 anos de silêncio, ele decidiu contar sua história ao jornalista Luiz Maklouf Carvalho. Seu depoimento está no livro "O Coronel Rompe o Silêncio", um relato impressionante, dramático e revelador, que nos ajuda a reconstruir um dos episódios mais sombrios de nossa história recente.
Por que a teoria não funciona na prática? Você vai encontrar a resposta nestra obra magistral de Friedrich A. Hayek agora em português numa edição caprichada da Faro Editorial. Imperdível. Clique sobre a imagem para comprar agora diretamente da Amazon e receber em casa.