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terça-feira, novembro 08, 2011

BADERNEIROS DA USP QUEREM PROMOVER NOVA OCUPAÇÃO DA REITORIA. É A CAMPANHA DO HADDAD À PREFEITURA DE SP. QUANTO A ISSO NÃO HÁ DÚVIDA. QUEREM UM CADÁVER!

Segundo o portal do Estadão, os baderneiros continuam aprontando na USP e preparam uma nova ocupação da Reitoria. Conclusão: Ou ou São Paulo acaba com o PT ou o PT acaba a pau com São Paulo. E o que é pior: com o Brasil! Leiam:
Uma assembleia de cerca de 2 mil alunos reunidos no vão da Faculdade de História acaba de decretar, após votação, greve geral dos estudantes da USP.
Os alunos agora vão votar se fazem um acampamento ou ocupação. Há a possibilidade de nova invasão à Reitoria.

segunda-feira, setembro 05, 2011

PT LANÇA CAMPANHA DEFENDENDO A CENSURA

O Palácio do Planalto agiu para tentar amenizar ontem, último dia do 4º Congresso do PT, a eventual repercussão da decisão do partido de incorporar definitivamente à sua agenda a luta pela regulação da mídia no País, bandeira que tem rendido à legenda acusações de defesa da censura. Paralelamente à ação de bastidores, porém, os cerca de 1.300 delegados aprovaram uma "convocação" aos militantes do partido para que se engajem na luta pela "democratização dos meios de comunicação", marcada por duros ataques à imprensa.
Foi uma coreografia complexa, que envolveu dois documentos: a resolução política geral, aprovada no sábado e emendada ontem, tratando de uma grande variedade de assuntos, entre eles a comunicação, e um texto específico sobre o assunto, de seis páginas.
Inicialmente, o objetivo do partido era mencionar o tema no primeiro texto e aprofundá-lo no segundo, que seria uma resolução, ou seja, uma diretriz para o PT. A articulação, porém, garantiu que o documento específico sobre mídia, muito detalhado, virasse moção – manifestação de apoio, de caráter mais brando. A resolução geral, que já tinha dois parágrafos defendendo a regulamentação da mídia, ganhou a "convocação" aos militantes.
O presidente do PT, Rui Falcão, chegou anunciar que o encontro votaria uma resolução com as propostas do partido para o setor. Minutos depois, porém, o texto sobre comunicação, sem alterações, foi distribuído aos jornalistas, com o aviso de que virara moção. Foi atendida, assim, a preocupação do governo – que temia ser novamente acusado de tentar controlar a mídia e calar críticas – e, ao mesmo tempo, mantida a linha de crítica ao setor de comunicação.
‘Conspiração’. O texto se refere a suposta "conspiração midiática" que teria se aliado à oposição contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um de seus trechos: "O 4º Congresso (...) convoca o partido e a sociedade na luta pela democratização da comunicação (...), enfatizando a importância de um novo marco regulatório para as comunicações (...), que, assegurando de modo intransigente a liberdade de expressão e de imprensa, enfrente questões como o controle de meios por monopólios, a propriedade cruzada, a inexistência de uma Lei de Imprensa, a dificuldade para o direito de resposta, a regulamentação dos artigos da Constituição que tratam do assunto, a importância de um setor público de comunicação e das rádios e televisões comunitárias. A democratização da mídia é parte essencial da luta democrática em nossa terra".
No Planalto, a questão da comunicação é vista como delicada: a presidente Dilma Rousseff pediu ao ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que tirasse do projeto sobre o assunto, feito na gestão Lula, pelo então ministro Franklin Martins (Comunicação Social), tudo que remetesse a controle da imprensa. 
Críticas. "Vai ser votada agora uma resolução completa que faz um histórico das posições do PT, que compõe um documento à parte e integra o conjunto de resoluções do Congresso", afirmou Falcão, pouco antes do anúncio de que o texto fora "rebaixado".
O presidente do PT Chegou a se irritar com os repórteres que perguntaram se a proposta implicaria controle de conteúdo da mídia. "Estou dizendo quinhentas vezes: não vamos controlar conteúdo, somos contra censura, contra versão única de fatos. E defendemos a livre expressão de pensamento, inclusive para que vocês possam claramente fazer as suas matérias sem qualquer tipo de injunção empresarial", afirmou. "Queremos a legislação que hoje não existe. Queremos que seja discutido o que está previsto na Constituição." Do portal do Estadão

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terça-feira, setembro 28, 2010

MILITANTES DO PT E DE RORIZ ENTRAM EM LUTA EM BRASILIA. VEJAM O VÍDEO DA PANCADARIA.


Militantes de Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC) entraram em confronto nesta terça-feira (28) em frente à sede da TV Globo em Brasília, antes do debate entre os candidatos ao governo do Distrito Federal. Além de Agnelo e Weslian, participam do encontro os candidatos Eduardo Brandão (PV) e Toninho do PSOL.

Brandão foi o último a chegar e acabou tendo o vidro do carro quebrado ao passar no meio do conflito entre os militantes. O carro do candidato do PV não estava identificado.


Os militantes utilizaram os cabos das bandeiras, pedras e latas de bebidas para trocar agressões. No momento do confronto, não havia separação entre as “torcidas” dos candidatos.


No confronto, um policial militar, um cinegrafista, um fotógrafo e um militante ficaram feridos. Alguns foram atendidos por uma ambulância que estava na área interna da TV Globo. Outros foram levados para hospitais em Brasília.


A Polícia Militar do DF interveio para conter o confronto. Após a confusão, o efetivo foi aumentado de 16 para 30 homens e as torcidas de Agnelo Queiroz e Weslian Roriz foram separadas. Veículos da PM foram posicionados para evitar novo conflito entre os militantes.
Do site G1 


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sexta-feira, setembro 03, 2010

CRIME DA QUEBRA DO SIGILO: CULPA NO CARTÓRIO

Artigo da Dora Kramer no Estadão intitulado "Culpa no Cartório". Assino embaixo. Leiam:

Quanto mais o governo tenta esconder, quanto mais a candidata Dilma Rousseff tergiversa, quanto mais a Receita Federal procura se explicar, mais suspeita fica essa história da quebra de sigilo fiscal na delegacia da Receita em Mauá (SP).

Nesta altura da confusão em que até a filha do candidato José Serra entrou no caso, não é possível deixar de desconfiar de que há motivações espúrias que se reveladas poderiam trazer prejuízos à campanha presidencial governista.

Das artimanhas do Planalto para fugir do assunto, a última envolve o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja filha recentemente foi envolvida numa dessas escaramuças de espionagem petista. Na ocasião Mantega e, por extensão, a filha foram defendidos pelo tucano Serra em seu direito à privacidade.

O esforço de parlamentares governistas ontem para derrubar a tentativa de convocação do ministro da Fazenda ao Congresso para dar esclarecimentos a respeito do que, afinal de contas, se passa na Receita (subordinada à Fazenda), foi praticamente uma confissão de que a oposição tem razão: o PT está mesmo com a culpa registrada em cartório.

Organizou ou, no mínimo, se aproveitou da farra reinante naquela delegacia da região do ABC para bisbilhotar as declarações de renda de pessoas ligadas ao candidato do PSDB e que, ao juízo do PT, poderiam render informações para ser usadas na campanha contra o adversário.

Não há outra explicação para o governo correr dessa raia de maneira tão desabrida e injustificável.

Primeiro nega qualquer problema, depois envia o secretário da Receita ao Congresso para mentir e omitir. Ao mesmo tempo protege os funcionários que estão sendo investigados como responsáveis pela quebra de sigilo e em momento algum há uma manifestação firme de alguma autoridade em repúdio ao descalabro das violações em série.

Ao contrário, do governo só o que se vê é disfarce e revide de acusações. Chegou-se ao ápice, quando da apresentação de "comprovação" de que Verônica Serra pediu a quebra do próprio sigilo, de a Receita apresentar um documento falsificado. Apressado, o governo não verificou antes a procedência da assinatura.

A história está ficando parecida com a quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, quando para encobrir um malfeito se cometeu outro e depois se tentou incriminar a vítima mediante uma urdidura logo desmascarada.

Se para se chegar a um autor de crime é preciso seguir a pista do interesse, agora é de se perguntar a quem não interessa esclarecer o mistério da delegacia de Mauá. 

Der e vier. Na sala de visitas ninguém quer a companhia de José Dirceu. Daí Dilma negar que já pense na formação de governo quando se pergunta sobre o papel de Dirceu, mas discorrer sobre os planos no Planalto quando a questão não o inclui.

Ele atuará de qualquer forma caso Dilma seja eleita porque continua sendo "capa preta" do partido. Dada a condição de acusado de chefiar "organização criminosa" no processo em trâmite no Supremo Tribunal Federal, se não atuar no oficial agirá no paralelo. 

Veste Prada. Um mês antes da eleição o PT dá a vitória como fava contada e, a despeito das negativas oficiais da candidata, Dilma já cancela debates e até suspendeu a prometida divulgação do programa de governo conjunto com os aliados.

Depois de desmoralizar a ética, os Correios, o contraditório, o Enem, a verdade e a Receita, o governo agora se empenha em desmoralizar o valor do voto na urna.

"A eleição está ganha" é frase que se ouve de governistas de primeiro, segundo, terceiro e quarto escalões.

De tal maneira deixaram de lado a prudência que, se houver segundo turno, vai recender a derrota. 

O diabo, como se sabe, é longevo não por ser diabo, mas por ser velho e o seguro morreu de velho. Do portal do Estadão

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segunda-feira, agosto 23, 2010

"VOCÊ MATARIA OU NÃO O EMBAIXADOR?"


Mais uma vez um texto perfeito do Augusto Nunes, que está em seu site ilustrado pelo vídeo acima. Leiam a vejam o vídeo. E lembrem-se sempre: um comunista não hesita em matar seu semelhante se isso fazer parte de seu plano de domínio sobre tudo e sobre todos. Um comunista é sempre um fanático. Portanto, não se pode cair em conversa de "Povo de Deus", o título do texto que os marketeiros da Dilma lançaram nesta segunda-feira e publicado pelos jornalões e seus jornalistas pervertidos e mentirosos como uma verdade.

Os brasileiros terão de fazer uma escoha nesta eleição. E vamos deixar de cerimônia e falar a verdade: terão de fazer uma escolha entre eleger comunistas prontos para matar ou um governo que devolva a segurança e a tranquilidade aos brasileiros. Leiam e vejam o vídeo: 

Numa cena do documentário Hércules 2456, sobre o sequestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick, ocorrido em setembro de 1969, o cineasta Silvio Tendler reuniu alguns participantes do episódio numa choperia. Durante a animadíssima conversa entre os velhos companheiros, dois sequestradores afirmam com muita ênfase e nenhum constrangimento que, se necessário, o diplomata teria sido assassinado. Ou “executado”, como se deve dizer em comunistês.

Um deles é Cláudio Torres. Gaúcho de Porto Alegre, abandonara a faculdade no Rio e militava no MR-8 quando o embaixador foi capturado. Ficou preso durante sete anos e hoje, aos 65, mora em Teresópolis. Embalado por risos e gargalhadas dos parceiros de mesa, Cláudio relata, achando tudo muito divertido, o curto e estranho diálogo mantido com um oficial da Marinha no intervalo das sessões de tortura.

O segundo depoente é Franklin Martins, hoje ministro da Comunicação Social. “Não tem dúvida nenhuma: a decisão era de executar”, confirma. Em seguida, com a emoção de quem diz que não foi à praia porque choveu, ressalva: “Felizmente, não chegamos a isso”. O ministro de Lula vive proclamando que não se arrepende de nada do que fez. E avisa que faria tudo de novo.

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domingo, agosto 22, 2010

LANZETTA PARECE COMANDAR NEO-ALOPRADOS

Envolvido na negociação de um dossiê contra José Serra (PSDB), o dono da Lanza Comunicação, Luiz Lanzetta, abastece veículos de comunicação de todo o país com conteúdo pró-Dilma Rousseff (PT) e contra o tucano.

Pelas contas da empresa, o material é distribuído diariamente a 556 mil e-mails e reproduzido por 250 sites.

A Lanza entrega gratuitamente o conteúdo do boletim "Brasília Confidencial", que é reproduzido por sites de partidos aliados do PT, simpatizantes de Dilma, centrais sindicais, jornais e rádios.

Também é usado pela rede de mobilização comandada por Marcelo Branco, responsável pela campanha de Dilma na web. Até explodir o caso do dossiê, o site oficial de Dilma usava o conteúdo.

O "Brasília Confidencial" funciona na sede da Lanza em Brasília. No Registro.br, o cartório eletrônico na internet, o domínio da marca é da Lanza. O nome de Lanzetta, acusado de ter proposto dossiê contra Serra -ele nega-, não aparece no boletim.

Quem responde pela chefia é o jornalista Robson Barenho, sócio de Lanzetta em outros negócios com o governo. Ele, que integrava a campanha petista, mas caiu na esteira do dossiê, não quis dizer quem financia o site.

SERVIÇO

O serviço foi criado no segundo semestre de 2009, mas ganhou força e multiplicou o alcance simultaneamente à assinatura do contrato entre a Lanza e o PT para a campanha de Dilma.

O contrato foi rompido em junho após o surgimento das denúncias, e a campanha de Dilma afirma não ter mais vínculo com a Lanza.

No "Brasília Confidencial" também são divulgadas ações do governo, inclusive reprodução de banner do Ministério da Saúde para campanha de vacinação. Lanzetta presta serviços ao ministério por meio de outra empresa, a L2 Projetos e Participações.

A Secretaria de Comunicação da Presidência nega ter pago pelos serviços da Lanza. Também diz que não repassou recursos de publicidade ao site.

Procurados pela Folha, Barenho se recusou a comentar e Lanzetta não respondeu aos telefonemas.

SERVIÇOS PARA O GOVERNO
Além da agência Lanza, Luiz Lanzetta e Robson Barenho são sócios na L2 Projetos, com sede em Sobradinho (DF). Nas duas empresas, Barenho é minoritário na sociedade.

Criada em 2006, a L2 recebeu do governo R$ 46,6 mil em 2009. Prestou serviços para o Ministério da Saúde e para a Embratur. Ela foi subcontratada pela FSB, responsável pelas assessorias dos órgãos.

O ramo de atividade declarado à Receita pela L2 é de "consultoria em gestão empresarial", "administração de caixas escolares" e "atividades de apoio à educação".

A Embratur diz que pagou R$ 23 mil mensais à L2 em 2009 para "diagnóstico do monitoramento da imagem do Brasil como destino turístico".

No Ministério da Saúde, a descrição do trabalho se refere a "apoio administrativo". A L2 recebeu três parcelas de R$ 27,8 mil em outubro.
Da Folha de São Paulo deste domingo

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