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domingo, fevereiro 12, 2012
FALÁCIA DE QUE "OUTRO MUNDO É POSSÍVEL" PÔS A EUROPA EM CRISE. OU SEJA: QUANTO MAIS ESTADO MAIS MISÉRIA E SOFRIMENTO.
O Rodrigo Constantino acabou de postar um vídeo que está muito bom. De forma simples e direta, sem academicismos, vai ao ponto demonstrando de forma cabal que o bom e velho capitalismo continua e continuará a ser o único remédio contra a miséria.
Por outro lado, desmonta a falácia apregoada pelo movimento comunista de que "outro mundo é possível", observando acertadamente que o flagelo da crise européia reside exatamente no fato de que o estado de bem-estar social, a pedra de toque da social-democracia, foi o responsável direto pelo sequestro do futuro de milhares de jovens que tentam romper a muralha que os separa do mercado de trabalho.
Na verdade, essa muralha que impede que os jovens alcancem o horizonte, foi erguida a custa de Estados europeus que abocanham 50% do que é produzido pela força de trabalho dos cidadãos.
Constantino alude ao fato de que os arautos do comunismo que não deu certo em nenhum lugar do mundo suavizam o discurso e falam na criação de uma "face humana" do capitalismo onde não haveria a ganância. Ora, sem a ganância ninguém sequer sonharia em empreender. Por paradoxal que possa parecer, sonhadores gananciosos acabaram construindo impérios que mitigam o sofrimento e a miséria das pessoas. Ao abrirem fantásticas corporações privadas os gananciosos criaram oportunidades de empregos para milhares de pessoas ao redor do planeta.
Conclusão: quanto menos Estado mais liberdade e crescimento econômico. Uma lição do bom e velho liberalismo. O contrário se vê nos países comunistas como Cuba, Coréia do Norte e agora na Venezuela, embora este país possua uma montanha de petrodólares.CLIQUE E SIGA ---> BLOG DO ALUIZIO AMORIM NO TWITTER
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terça-feira, outubro 18, 2011
CAPITALISMO TEM CONSERTO? UM DEBATE SOBRE O FUTURO DA ECONOMIA MUNDIAL NESTA QUINTA NA UFSC EM FLORIANÓPOLIS
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quinta-feira, setembro 22, 2011
ESQUERDISTA SEMPRE SERÁ UM IDIOTA RESSENTIDO
Gostei deste comercial do Chevrolet Cruze, especialmente pelo fato de que a idiotia esquerdista que vive enchendo o saco nas ruas com suas marchas em favor das ditaduras de todos os matizes cedem espaço para a passagem do elegante veículo. Afinal, o mundo, apesar dos esquerdistas segue em frente.
Acertou o publicitário que criou este comercial. Na verdade os esquerdistas adoram o capitalismo, sua inventividade e sua força de renovação e, em especial, por ser um sistema econômico fundado na mais ampla liberdade!
O esquerdista é e sempre será um diletante ridículo e idiota ressentido.
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terça-feira, junho 07, 2011
A LUTA CONTINUA! AINDA FALTA O EPÍLOGO DA HISTÓRIA DE PALOCCI. (OU COMO É DOCE O PATRIMONIALISMO).
A previsível queda de Antonio Palocci do alto de seu poder na Casa Civil não encerra o caso. Se comprovado que utilizou de suas prerrogativas para exercer o deletério e criminoso tráfico de influência terá de ser punido de acordo com a lei.
Mas não é apenas Palocci que está embrulhado nesta história. Os contratantes de sua 'consultoria' precisam ser revelados porquanto são cúmplices, caso se comprovem as suspeitas que pesam sobre o ex-todo poderoso que Lula designava como o Pelé do PT.
Cabe no entanto uma rápida digressão para mostrar que o escândalo Palocci é a ponta do iceberg sob o qual ronca uma máquina infernal que se apossou do Estado brasileiro.
O contubérnio de empresários com cabeças coroadas de todos os governos é fato mais do que sabido. Os empresários brasileiros não são capitalistas em decorrência de sua atávica aversão ao risco, justamente esse componente do capitalismo que é fundamental para que o sistema funcione. Dada à doutrinação dos marxistas que dominam os meios de comunicação, afirmar que o capitalismo necessita de honestidade para funcionar e que a iniciativa privada significa operar no mercado sem a participação dos cofres públicos pode parecer no mínimo estranho.
Os marxistas de todos os matizes tentam fazer crer que o capitalismo é desonesto e explorador, embora esteja provado sem qualquer dúvida que é o único sistema econômico que continua promovendo o desenvolvimento e melhor qualidade de vida para os seres humanos.
Mas no Brasil o verdadeiro capitalismo nunca existiu de fato. Os homens de negócio, os empresários, nunca imaginaram que a atividade capitalista implica o risco. Todos sem distinção não desgrudam das tetas estatais das mais variadas formas. As empresas quando capegam, por incompetência e/ou ladroagem de seus gestores acabam sempre de chapéu na mão em busca de socorro estatal. Esta nefasta realidade econômica é conhecida por 'patrimonialismo'. Ao contrário do capitalismo que exige a separação absoluta das esferas pública e privada, o patrimonialismo estabelece uma (con)fusão entre elas.
Com a ascensão do PT ao poder o sistema 'patrimonialista' que já existia foi turbinado. Isto porque o PT na sua origem está fundado sobre o ideal de criar uma sociedade socialista com a expropriação da propriedade privada. Nesse sistema tudo passa ao domínio do Estado, como existia nos países comunistas da finada URSS.
Ocorre que o PT chegou ao poder depois que o comunismo fracassou no mundo inteiro. O império da URSS caiu de podre. Restaram apenas republiquetas bananeiras como a Cuba e a Coréia do Norte. A China resolveu abrir a sua economia antes que a fome se abatesse sobre a sua numerosa população, algo em torno de cerca de 1,4 bilhão de habitantes.
Uma vez no poder o PT, mesmo assim, aos pouco foi edulcorando a sua proposta de socialismo e agigantou o Estado brasileiro ao mesmo tempo em que o aparelhou totalmente, partidarizou todas as instâncias da administração pública, estatais e fundos de pensão dessas empresas.
Transformou o BNDES numa agência fornecedora de créditos a juros diminutos para os empresários, desde que esses se tornassem espécies de sócios do PT na empreitada de ganhar dinheiro fácil e sem o risco inerente à atividade empresarial.
O sonho petista de socializar o Brasil foi então transformado numa espécie de capitalismo de Estado. A docilidade do empresariado em relação ao PT não é de graça e nem por simpatia. É que o PT acabou montando um sistema econômico que sempre foi sonhado pelos empresários brasileiros, conhecidos caçadores de caraminguás estatais.
Sob o efeito dos bons ventos da economia mundial que durou quase uma década, coincidindo com a chegada do PT ao poder, o resultado desse embuste petista permitiu um crescimento econômico sem que nesse interregno o Estado brasileiro fizesse um só investimento arrojado. Nenhuma usina de energia elétrica foi construída, nenhuma grande obra rodoviária, nada foi feito na área das telecomunicações e a produção científica e tecnológica foi zero. As universidades brasileiras foram transformadas no locus por excelência de doutrinação marxista.
O caso Palocci está portanto intrinsecamente ligado a essa fantástica máquina de domínio do Estado, representada pela 'socialização' do dinheiro público entre petistas, seus áulicos e seus principais apoiadores, os empresários, que sustentam as campanhas eleitorais do PT.
Tanto é que esse médico-sanitarista de Ribeirão Preto, já envolvido em inquérito sobre a conhecida máfia do lixo quando prefeito, transformou-se no csar da economia do PT. Chegou ao Ministério da Fazenda sendo de lá apeado depois que quebrou o sigilo de um humilde caseiro para se livrar de uma acusação que lhe pesava por freqüentar as 'mansão dos prazeres' onde havia muita diversão e a articulação de negócios escusos, segundo foi veiculado à farta pela imprensa na época.
Daí para frente, Palocci virou um 'mega-consultor' e passou a prestar 'serviços' para empresários até que surgiu a notícia sobre a sua meteórica transformação em milionário, fato que levantou as suspeitas sobre tráfico de influência e que acaba de derrubá-lo do mais importante Ministério do Governo, a Casa Civil.
Palocci invoca a confidencialidade para não revelar quem eram seus clientes.
É justamente aí que as investigações devem começar. Afinal quem são esses eficientes empresários que contratam um médico-sanitarista militante do esquerdismo para opinar sobre investimentos no Brasil e no exterior? ou para orientar grandes empresas, se é que isto é verdadeiro?
Pelo comportamento tipicamente 'patrimonialista' do empresariado botocudo faz todo o sentido que tenham contratado a empresa do Palocci. Se os negócios de sua empresa, como sustenta Palocci, são normais e dentro da lei, não haveria nenhum incômodo que o portfólio de sua clientela viesse a público. O velho adágio continua firme e forte: quem não deve não teme!
Concluo fazendo meu um brado de ordem tão caro aos petistas: A luta continua companheiros!
E acreditem, estamos apenas tateando para achar o fio dessa meada. E o novelo é gigantesco e felpudo!Esta é uma história à qual falta o epílogo.
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domingo, novembro 21, 2010
A ÉTICA PETRALHA E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO BOTOCUDO
Sempre afirmo que a mídia, seja lá qual for e onde estiver situada no espectro político e ideológico será sempre uma ferramenta do lobby político. Assim, o que é veiculado pela mídia geral 90% constituem lobby e 10% são fatos. É claro que são os 10% mínimos que conferem a credibilidade a um veículo de comunicação. Quando ele vende 100% do seu espaço torna-se um pasquim ridículo. Entenda-se aqui a política na clássica conceituação weberiana, isto é, a luta pelo poder e pela manutenção do poder. Feito esse nariz de cera, porém essencial para o que desejo provar, acompanhem o meu raciocínio.
A notícia principal de economia e de política atualmente é a permanência ou não de Henrique Meirelles no Banco Central. Como é sabido, Meirelles é o ponta de lança dos banqueiros. Nem por isso deva-se subestimar a sua competência. Meirelles foi presidente do Bank Boston e o auge de sua carreira de banqueiro ocorreu no coração do capitalismo internacional, nos Estados Unidos e num dos bancos mais tradicionais do mundo. Isso, por si só diz tudo.
Mas Meirelles por razões que desconheço trocou os Estados Unidos pelo Brasil. Aqui virou o xerife da moeda. Foi integrante do PSDB e se transformou em mais um trânsfuga oportunista a serviço do patrimonialismo, como é típico da política brasileira. Hoje está no PMDB que lhe serve melhor para conseguir tocar o Banco Central e fazer funcionar a economia brasileira na base do torniquete da maior taxa de juros do mundo, o que até agora tem permitido que Lula e seus sequazes metam a mão no jarro à vontade. Ou seja, para se manter no poder o PT passou a colher no fundo dos cofres estatais e Meirelles soube como ninguém administrar uma razoável estabilidade da moeda aplicando uma impiedosa taxa de juros que asfixia principalmente os assalariados e, particularmente a classe média.
Esse milagre econômico petralha fundado na gastança desabusada do dinheiro público é que determina a necessidade de taxas de juros truculentas. Morro de rir quando Dilma diz quer pretende baixar os juros. Ora, esse tipo de política econômica que combina arrocho salarial com taxas de juros elevadas premia os banqueiros que nunca ganharam tanto dinheiro no Brasil. Há uma inusitada coincidência de propósitos entre os petistas e os patrões, que sociologicamente se conhece como "conceito de afinidade eletiva", isto é, parafraseando o magistral livro de Max Weber, vive-se no Brasil do PT sob a máxima: "A ética petralha e o espírito do capitalismo botocudo".
É evidente que o capital financeiro é o primeiro e o principal fiador da permanência do esquema petista no governo. Além dos banqueiros se incluem igualmente os grandes empresários cujas empresas também possuem suas próprias financeiras. Todos têm os seus próprios bancos que amealham o dinheiro dos assalariados via empréstimos a taxas de juros elevadíssimas para financiar seus próprios negócios. Sem contar que tomam dinheiro do BNDES a juros subsidiados quando a coisa aperta ou quando necessitam turbinar suas mutretas.
Para que esse esquemão mantenha-se intacto, isto é, com a continuação da gastança pública é necessário à frente do Banco Central alguém que tenha muita credibilidade, experiência e competência. Dos quadros do PT e do PMDB não existe ninguém que supere Meirelles na competência e no domínio dessa área. Qualquer vacilo econômico nestas alturas dos acontecimentos pode ser fatal, haja vista que Meirelles dia desses apontou para "algum perigo" na bolha nos ativos originada pelo alto volume dos empréstimos pessoais.
Retomando o início destas linhas é fácil notar como pululam pelo noticiário econômico matérias que defendem a permanência de Meirelles no Banco Central. E os recados, como se pode constatar, partem dos grandes e fundamentais financiadores da campanha do PT que são os banqueiros e os mega empresários. Como disse, 90% do que é veiculado pela mídia em geral representa lobby e o núcleo duro da economia não está a fim de abrir mão daquilo que Lula costuma jactar-se "o Brasil vive um momento mágico". Por um lado, Lula tem toda a razão. E o mago é o Henrique Meirelles.
Nas minhas modestas contas, já que não sou economista, não vislumbro nada de bom no curto e médio prazo. A última reunião do ano do Copom marcada para este mês voltará a aumentar a taxa de juros que Meirelles segurou para eleger a Dilma.
O que está em discussão neste momento é como fazer para que o governo do PT siga gastando à vontade sem que a bolha subprime botocuda já antevista por Meirelles exploda.
Enquanto o "patrimonialismo" continuar a ser entendido como sinônimo de "capitalismo" o Brasil permanecerá patinando. Há 500 anos que o assunto econômico dos jornais é o mesmo: juros têm de baixar. Mas ninguém ousa condenar o permanente assaque criminoso aos cofres públicos que no atual governo chegou a níveis jamais vistos neste país.
A notícia principal de economia e de política atualmente é a permanência ou não de Henrique Meirelles no Banco Central. Como é sabido, Meirelles é o ponta de lança dos banqueiros. Nem por isso deva-se subestimar a sua competência. Meirelles foi presidente do Bank Boston e o auge de sua carreira de banqueiro ocorreu no coração do capitalismo internacional, nos Estados Unidos e num dos bancos mais tradicionais do mundo. Isso, por si só diz tudo.
Mas Meirelles por razões que desconheço trocou os Estados Unidos pelo Brasil. Aqui virou o xerife da moeda. Foi integrante do PSDB e se transformou em mais um trânsfuga oportunista a serviço do patrimonialismo, como é típico da política brasileira. Hoje está no PMDB que lhe serve melhor para conseguir tocar o Banco Central e fazer funcionar a economia brasileira na base do torniquete da maior taxa de juros do mundo, o que até agora tem permitido que Lula e seus sequazes metam a mão no jarro à vontade. Ou seja, para se manter no poder o PT passou a colher no fundo dos cofres estatais e Meirelles soube como ninguém administrar uma razoável estabilidade da moeda aplicando uma impiedosa taxa de juros que asfixia principalmente os assalariados e, particularmente a classe média.
Esse milagre econômico petralha fundado na gastança desabusada do dinheiro público é que determina a necessidade de taxas de juros truculentas. Morro de rir quando Dilma diz quer pretende baixar os juros. Ora, esse tipo de política econômica que combina arrocho salarial com taxas de juros elevadas premia os banqueiros que nunca ganharam tanto dinheiro no Brasil. Há uma inusitada coincidência de propósitos entre os petistas e os patrões, que sociologicamente se conhece como "conceito de afinidade eletiva", isto é, parafraseando o magistral livro de Max Weber, vive-se no Brasil do PT sob a máxima: "A ética petralha e o espírito do capitalismo botocudo".
É evidente que o capital financeiro é o primeiro e o principal fiador da permanência do esquema petista no governo. Além dos banqueiros se incluem igualmente os grandes empresários cujas empresas também possuem suas próprias financeiras. Todos têm os seus próprios bancos que amealham o dinheiro dos assalariados via empréstimos a taxas de juros elevadíssimas para financiar seus próprios negócios. Sem contar que tomam dinheiro do BNDES a juros subsidiados quando a coisa aperta ou quando necessitam turbinar suas mutretas.
Para que esse esquemão mantenha-se intacto, isto é, com a continuação da gastança pública é necessário à frente do Banco Central alguém que tenha muita credibilidade, experiência e competência. Dos quadros do PT e do PMDB não existe ninguém que supere Meirelles na competência e no domínio dessa área. Qualquer vacilo econômico nestas alturas dos acontecimentos pode ser fatal, haja vista que Meirelles dia desses apontou para "algum perigo" na bolha nos ativos originada pelo alto volume dos empréstimos pessoais.
Retomando o início destas linhas é fácil notar como pululam pelo noticiário econômico matérias que defendem a permanência de Meirelles no Banco Central. E os recados, como se pode constatar, partem dos grandes e fundamentais financiadores da campanha do PT que são os banqueiros e os mega empresários. Como disse, 90% do que é veiculado pela mídia em geral representa lobby e o núcleo duro da economia não está a fim de abrir mão daquilo que Lula costuma jactar-se "o Brasil vive um momento mágico". Por um lado, Lula tem toda a razão. E o mago é o Henrique Meirelles.
Nas minhas modestas contas, já que não sou economista, não vislumbro nada de bom no curto e médio prazo. A última reunião do ano do Copom marcada para este mês voltará a aumentar a taxa de juros que Meirelles segurou para eleger a Dilma.
O que está em discussão neste momento é como fazer para que o governo do PT siga gastando à vontade sem que a bolha subprime botocuda já antevista por Meirelles exploda.
Enquanto o "patrimonialismo" continuar a ser entendido como sinônimo de "capitalismo" o Brasil permanecerá patinando. Há 500 anos que o assunto econômico dos jornais é o mesmo: juros têm de baixar. Mas ninguém ousa condenar o permanente assaque criminoso aos cofres públicos que no atual governo chegou a níveis jamais vistos neste país.
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sexta-feira, agosto 27, 2010
SALVE A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA QUE PROPORCIONAM ENTRETENIMENTO CAPAZ DE ESPANTAR A ANGÚSTIA BOTOCUDA
Este vídeo é de uma matéria do Jornal da Globo, sobre o novo cinema. A ciência e a tecnologica que salvam vidas, mitigam as dores do corpo, também proporcionam cada vez mais entretenimento. Neste caso, estão contribuindo para espantar a angústia que castiga todos os seres humanos.
E vejam só. O luxo, para o capitalismo, não é supérfluo. É essencial. Determina a busca incessante pela inovação, conforto e segurança, que se expressam, por exemplo, nessa espetacular sala de cinema 3D. O luxo, como dizia o economista e teórico social alemão Werner Sombart, seria uma das variáveis determinantes da emergência do capitalismo. Concordo com ele.
Apesar dos benefícios do capitalismo que permitem o apreciável avanço da ciência e da tecnologia que amenizam a angústia existencial botocuda, que geram o trabalho, a riqueza e fazem a economia girar num tovelinho sem fim, há quem contra eles pragueje.
As sociedades que encaram o capitalismo como um vasto sistema que abre oportunidades de uma vida melhor para todos, transformaram-se em nações prósperas, democráticas e livres. A sorte é que elas constituem um arquétipo que baliza a organização social da humanidade. Aqueles que as combatem obedecem à sua ordem, como o delinquente que esconde o produto do roubo guiando a sua conduta com base no direito vigente.
sexta-feira, agosto 13, 2010
CONCENTRAÇÃO DE RENDA: UM EMBUSTE QUE CONTRIBUI PARA ENGANAR OS TROUXAS E EMPERRAR A ECONOMIA
Transcrevo como segue com link para leitura completa, a parte inicial do excelente artigo do Klauber Cristofen Pires, a respeito da falácia marxista da 'concentração de renda'. Vale a pena ler:
Em uma sociedade livre, não há que se falar em concentração de renda, a amparar uma política pública de uma "distribuição de renda", seja por qual meio for. Em uma sociedade livre, fundada no princípio da não-agressão, e próspera, a renda já está distribuída no momento mesmo da troca dos títulos de propriedade.
Em uma sociedade livre, não há que se falar em concentração de renda, a amparar uma política pública de uma "distribuição de renda", seja por qual meio for. Em uma sociedade livre, fundada no princípio da não-agressão, e próspera, a renda já está distribuída no momento mesmo da troca dos títulos de propriedade.
Considerando que pelo menos nos últimos vinte anos o país tem sofrido uma forte e crescente influência de políticas socialistas, uma notícia como esta poderia ser usada contra os seus autores, especialmente contra quem mais andou se utilizando dela para apregoar a sua ideologia e as suas receitas de desenvolvimento. Ponhamos uns parênteses aqui, para retomarmos este assunto lá na frente.
Com efeito, a campanha por uma distribuição de renda mais igualitarista - um conceito de corte tipicamente marxista, tem sido persistentemente o norte acadêmico em nossas faculdades, e dali para as publicações em geral e para a implementação das atividades e políticas dos mais variados órgãos públicos.
Em uma sociedade livre, não há que se falar em concentração de renda, a amparar uma política pública de uma "distribuição de renda", seja por qual meio for. Em uma sociedade livre, fundada no princípio da não-agressão, e próspera, a renda já está distribuída no momento mesmo da troca dos títulos de propriedade: Quando abasteço o meu carro, a minha renda está no tanque e a do proprietário do posto, em sua caixa registradora. E isto é tudo. Ambos estamos satisfeitos, ou de outra forma não teríamos fechado o negócio.
Pasme o leitor, mas os (pre)conceitos marxistas andam tão consolidados em nossa sociedade que não temos um termo próprio para designar uma operação de troca de títulos de propriedade; em vez disso, separamos esta operação única em duas etapas separadas, a "venda" e a "compra", e esta distinção vem bem a calhar para o estado arrostar para si o poder de regulá-las como se fossem suas concessões. Clique AQUI para ler o artigo completo
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