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quarta-feira, março 21, 2012

GRANDE IMPRENSA MENTE E MISTIFICA OS FATOS. SÃO CANALHAS IDIOTAS E MENTIROSOS QUE SE AUTO-INTITULAM JORNALISTAS.

A verdade é que não dá mais para ler, ver e ouvir os veículos da grande imprensa.Quando se abre um jornal, liga uma televisão ou o rádio verifica-se a morte lenta lenta do jornalismo que vem agonizando desde que o pensamento politicamente correto se impôs como a verdade absoluta. Neste caso, a mentira e a mistificação dominam os gradndes veículos de comunicação. Sobram os blogs independentes que não comungam com a canalha traidora da civilização ocidental, os arautos do novo Holocausto.
E a prova mais evidente do que estou afirmando emerge do noticiário a respeito do terrorista islâmico que assassinou friamente um rabino e três crianças em toulouse, na França. O site de O globo, por exemplo, fez uma entrevita com um desses acadêmicos dedicados ao estudo da vagabundagem assassina. E o que é mais impressionante é que esse impostor afirma que os atentados seriam obra da "direita". Pouco depois vinha ao conhecimento do mundo inteiro que o assassino era mesmo um terrorista islâmico.
Conclui-se daí, que a redação de O Globo é conduzida por um bando de anti-semitas. E não apenas anti-semitas, mas de burros. Os jornalistas de O Globo são cretinos, estúpidos e mentirosos. Caso não sejam isto, então são comunistas, pois todos os comunistas, ambientalistas e esquerdistas de todos o matizes que reivindicam um "outro mundo possível", apóiam o terrorismo islâmico. São anti-americanos, anti-israel e anti-ocidente, embora nenhum desses filhos da mãe abre mão do conforto, da segurança e, sobretudo, da democracia e da liberdade que tipificam a civilização ocidental. Nenhum desses semoventes imigra para os países árabes, como também não imigra para Cuba, China, Coréia do Norte e de mais republiquetas dominadas pela tirania comunista.
Esses desgraçados no entando não têm a coragem que eu tenho de assumir publicamente a minha opinião. Eles se regozijam a boca pequena, no íntimo de seus cérebros necrosados pela ideologia comunista, até mesmo da morte de crianças inocentes. 
Essa gente me causa não apenas a revolta. Essa gente me enoja.
Bando de poltrões, covardes, picaretas, comunistas vagabundos, mentirosos! Lixo humano!

ATENÇÃO! Mais tarde vou dar uma passada pelos sites da grande imprensa. Se encontrar alguma mentira e mistificação denunciarei o autor. Seja quem for! 

segunda-feira, agosto 08, 2011

MANUAL PARA INTERPRETAR O NOTICIÁRIO E AS OPINIÕES DA GRANDE IMPRENSA NACIONAL E INTERNACIONAL

Este artigo de Olavo de Carvalho publicado no Diário do Comércio é um verdadeiro manual que ensina como ler as matérias da grande imprensa nacional e internacional. O pano de fundo do artigo, cujo título é "Fechando a torneira", é o recente ato terrorista ocorrido no Noruega. 
Carvalho acrescenta muitas informações relevantes que ajudam a compreender por que muitas matérias e opiniões da grande imprensa tornam-se até mesmo incompreensíveis.
Olavo de Carvalho foi praticamente escorraçado das redações no Brasil e há algum tempo mudou-se para os Estados Unidos. Apenas o Diário do Comércio de São Paulo, que não é patrulhado pelo jornalismo esquerdista, idiota, iletrado e politicamente correto, lhe abre a oportunidade de publicar os seus artigos. Transcrevo. Vale a pena ler:
A facilidade com que neste país o comentário político se deleita em miudezas, deixando de lado o essencial, impõe a quem compreende a gravidade do fenômeno a obrigação de avisar ao distinto público que aquilo que hoje lhe vendem como jornalismo é na verdade um produto novo e distinto, com finalidade inversa à daquilo que uma geração atrás se consumia sob essa denominação.
A palavra “notícia” vem do verbo “notar”, que quer dizer captar, apreender, perceber. Quando as notícias que você recebe de vários canais vêm com conteúdo uniforme e num tom acachapantemente idêntico, é claro que elas não expressam a percepção humana, variada e individualizada por natureza, e sim um trabalho de engenharia, um molde prévio imposto aos fatos, não para refleti-los e sim para substituí-los.
O caso dos atentados em Oslo é exemplar, sob esse aspecto. Informações flagrantemente erradas disseminaram-se pelo mundo em poucos minutos, num tom de certezas universalmente reconhecidas, ao passo que seus desmentidos só vieram aparecendo aos poucos, um aqui, outro ali, sem força de rechaçar a massa homogênea de falsidades que, como a “bolha assassina” do famoso thriller, já havia engolido multidões inteiras.
Atentados terroristas, convém repetir, nunca são a finalidade de si mesmos. Estão sempre inseridos em alguma estratégia geral que, por meios políticos e midiáticos incruentos, prepara o seu advento e colhe (ou produz) os seus resultados. A destruição física deve ser precedida e seguida de empreendimentos de demolição moral ou chantagem política que transfigurem a mera carnificina em vantagem política concreta. Só para dar dois exemplos clássicos, o 11 de setembro apoiou-se numa década inteira de propaganda anti-americana crescente e em seguida conseguiu inverter a impressão inicial de horror ao terrorismo, transformando-a numa onda mundial de ódio aos EUA (v. http://www.olavodecarvalho.org/traducoes/terrorism2.htm); na Espanha, menos de 24 horas depois do atentado de 2004 já estava nas ruas uma gigantesca manifestação popular, não contra os terroristas, mas contra... o governo conservador do primeiro-ministro Aznar (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040325jt.htm). Mas nem precisaríamos ir tão longe: no Brasil, entre 1964 e 1988, cada bomba, cada roubo de armas, cada seqüestro foi seguido de intensa propaganda baseada no slogan de que a culpa desses crimes não era de seus autores, e sim do governo que combatiam. A lenda dos “jovens idealistas em luta contra a tirania” veio a render seus frutos com o retorno maciço dos comunistas ao país e sua irresistível ascensão ao poder (http://www.olavodecarvalho.org/semana/110428dc.html). Cito os meus artigos anteriores para enfatizar a continuidade das análises que venho fazendo, capítulos aliás de um estudo de muitos anos sobre o fenômeno da mentalidade revolucionária.
Ora, no caso norueguês a única campanha de propaganda que se observou foi voltada contra o próprio terrorista, mas associando-o a evidentes bodes expiatórios, os sionistas e os cristãos conservadores. A regra áurea, na análise de atentados terroristas, é: Veja contra quem vai a campanha que se segue, e entenda que a autoria do crime vem necessariamente da direção oposta.
O próprio Anders Behring Breivik deu-nos uma indicação preciosa ao declarar, no seu “Manifesto”, que não era um cristão mas apenas um darwiniano persuadido de que a civilização cristã Ocidental era evolutivamente superior às outras. Isso não apenas desmentia a versão oficial da “grande mídia”, mas alinhava decididamente Breivik no padrão ideológico da Nouvelle Droite Francesa, materialista e evolucionista, chefiada por Alain de Benoist. E outra coisa que os iluminados comentaristas políticos não sabem é que a Nouvelle Droite é uma aliada incondicional... do “projeto Eurasiano” de Alexandre Duguin e Vladimir Putin!
Baseado nessa informação, anunciei no meu programa True Outspeak de 27 de julho último que, por trás de todas tentativas perversas de inculpar sionistas e cristãos, a verdade não tardaria em aparecer ostentando na testa um rótulo de três letras: K,G,B, ou, em versão modificada pela enésima vez, F,S,B.
Não tardou nem 48 horas: sexta-feira, 29, recebi da minha amiga romena Anca Cernea esta notícia da agência russa RiaNovosti: Breivik esteve várias vezes na Belorússia, aí recebendo treinamento terrorista da seção local da FSB (v. http://en.rian.ru/world/20110728/165436665.html). É verdade que aí ele teve também contato com um “extremista de direita”, Viacheslav Datsik, mas Datsik, preso na Noruega por contrabando de armas, acabou confessando que trabalhava para a FSB.
Para tornar as coisas ainda mais claras, Breivik, no “Manifesto” (v. http://www.asianews.it/news-en/Russia-as-the-mass-murderer%E2%80%99s-political-model-22193.html) declara que o alvo ideal de sua luta seria substituir a estrutura política européia, que ele qualifica de “disfuncional”, por um modelo de democracia autoritária “similar à da Rússia” (sic). E, de quebra, faz os maiores louvores a Vladimir Putin.
Completando o quadro, o interesse russo em desestabilizar o governo norueguês é o mais óbvio possível: a Noruega é o único concorrente da Rússia no fornecimento de gás ao continente europeu – quer dizer, o único obstáculo que se opõe ao sonho de Vladimir Putin, de um dia colocar a Europa de joelhos mediante a simples ameaça de fechar a torneira.
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quinta-feira, junho 09, 2011

POR QUE OS JORNALISTAS DA GRANDE IMPRENSA AGEM DE FORMA CRIMINOSA?

O Márcio Pochmann querer fazer pesquisa fajuta sobre nível de satisfação dos botocudos em relação governo do PT, tudo bem. Todos conhecem esse sujeito. O que não se pode admitir é que os jornalistas veiculem esses releases ordinários do IPEA como notícia, já que é um órgão público, outrora com credibilidade, e que foi totalmente aparelhado sob a chefia de Márcio Pochmann para gerar notícias positivas quando o governo do PT entra em parafuso, como acontece agora que está sendo escorraçado pela Itália no episódio da libertação de um terrorista assassino e vive o rescaldo do rumoroso escândalo protagonizado por Palocci.
Agora mesmo está nos portais dos jornalões o resultado de uma pesquisa que mede a satisfação das famílias em relação à economia.
Segundo Pochmann, que convocou a imprensa nesta quinta-feira para anunciar a 'boa nova'. Como sempre os brasileiros estão super contentes com o governo do PT e as famílias estão otimistas com a economia, embora todos saibam que o Brasil corre o sério risco de voltar, pelas mãos do PT, a viver novamente sob a inflação.
Quem vai ao supermercado verifica que os preços sobem sem parar, que no Brasil os preços dos combustíveis são os maiores do mundo e que a taxa de juros que voltou a subir ontem continua sendo igualmente a maior do mundo.
A realidade não tem nadda a ver com mais essa pesquisa fajuta do Pochmann. O diabo é que esse sujeito é um funcionário público, pago com o dinheiro que os contruintes recolhem aos cofres estatais. Ao instrumentalizar um órgão público como o IPEA em favor do PT age de forma criminosa. Esta é que é a verdade que tem de ser veiculada.
Já disse aqui e repito: os jornalistas brasileiros da grande imprensa estão entre os principais responsáveis pela difusão da desinformação, fato que promove uma mistificação da realidade brasileira. Isto é um ato criminoso!

quinta-feira, janeiro 13, 2011

JORNALISTAS QUE NÃO TEM VERGONHA NA CARA!

Pelo menos a grande imprensa brasileira tem o Reinaldo Azevedo e mais alguns pouquíssimos jornalistas que não praticam a deletéria louvaminha de apoio ao petismo e seus satélites. No caso do desastre ocasionado pelas chuvas no Rio de Janeiro, Reinaldo foi ao ponto e colocou uma realidade, ou seja, a contumaz esperteza do governador carioca Sérgio Cabral que está em viagem de férias no exterior enquanto bombeiros e voluntários procuram por cadáveres que se amontoam sobre os escombros da tragédia. E aponta de forma oportuna que o tratamento dispensado pelo jornalismo petralha que domina a maioria das redações no que concerne ao efeito das chuvas em São Paulo e no Rio de Janeiro tem as suas nuances.

Enquanto Alckmin e Kassab são apedrejados pelos jornalistas a soldo do PT, no Rio de Janeiro verifica-se da parte deles uma condescendência que chega às raias do ridículo. Entretanto a maioria dos consumidores de notícias não descobriu ainda os blogs independentes e que se atêm aos fatos. Por isso, essa grande parcela da população brasileira é impiedosamente bombardeada por um noticiário miseravelmente maquiado de acordo com os interesses políticos do PT e seus áulicos.

Por isso transcrevo na íntegra post do Reinaldo intitulado Cabral em viagem de férias? É uma questão de vergonha na cara. Leiam:

Acompanhei a cobertura que o Jornal Nacional fez da tragédia no Rio. Já são 257 mortos. Tristeza, melancolia, desastre. Havia estranhado a ausência do governador Sérgio Cabral. Onde estaria Sérgio Cabral? No desastre de Ilha Grande, no ano passado, ele também custou a dar as caras. Especulava-se que estivesse fora do país. Não! É provável que descansasse numa casa de veraneio em Mangaratiba. Deve ter demorado a aparecer porque, sei lá, não tinha considerado a coisa tão grave assim.
Há pouco, o Jornal Nacional informou que Sérgio Cabral está em viagem de férias. Fora do país. Sei. Há algo mais previsível do que o desastre das águas nesse período? A única coisa que varia é o número de mortos. Ou seja: Cabral fugiu das chuvas e do noticiário. Ele só comparece quando é para partir para o abraço de exultação. Até o da solidariedade ele se nega a dar.
O JN foi bonzinho com ele. Destacou uma frase sua no jornal O Globo condenando as ocupações irregulares. Ah, bom! Bobo é Gilberto Kassab, que decide mostrar a cara quando a enchente cobre as ruas de São Paulo. O governador inteligente é aquele que foge da enxurrada, dos soterramentos e dos cadáveres.
A viagem de Cabral já era indecente antes mesmo de o mundo vir abaixo. Agora que veio, vamos ver quanto tempo ele vai demorar para voltar. Sua presença não ressuscita ninguém, sei disso. Mas é uma questão de vergonha na cara!

quarta-feira, outubro 20, 2010

VÍDEO: GABEIRA E FELDMANN EXPLICAM APOIO A SERRA. DESTACAM PONTOS CONVERGENTES


Faço a postagem deste vídeo porque a maioria dos portais noticiosos da grande imprensa só apresentaram fotos que não mostraram o entusiasmo do evento. Procuraram os piores ângulos e escolheram a dedo as imagens negativas, como fez por exemplo o portal Terra. Não mostraram a militância que acompanhava Serra, Gabeira e Feldmann como se pode ver neste vídeo. Editaram apenas fotos burocráticas com os protagonistas com cara de velório. Algo indecente, a mostrar que praticamente toda a grande imprensa brasileira continua fazendo de tudo para prejudicar a campanha de José Serra.

Lula, Dilma, o PT e seus sequazes conseguiram destruir o mínimo de decência que havia na imprensa brasileira e transformaram os jornalistas em sua maioria em catadores de caraminguas desse banquete de abutres.

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segunda-feira, outubro 04, 2010

MANIPULAÇÃO DA IMPRENSA FICOU COMPROVADA

Se vocês se recordam os jornalões chegaram a vaticinar o fim da oposição. Foram dezenas de matérias com os tais 'cientistas políticos" e acadêmicos variados, todos embalados em números de pesquisas que chegaram a apontar uma diferença em favor de Dilma de 20%.

Aconteceu justamente o contrário, razão pela qual se confirmam praticamente todas as análises e críticas que formulei aqui neste blog durante a campanha eleitoral e mesmo antes dela. Os arquivos estão aí para conferir.

O resultado das urnas mostra que o PSDB vencedor nos principais Estados brasileiros. Somando-se ao DEM, que também apregoavam que estaria liquidado, o arco de oposição ao lulo-petismo não só continua forte como se ampliou, independente de qual seja o resultado do segundo turno que tem tudo para ser favorável a José Serra.

O resultado desta eleição em si mesmo coloca em dúvida esse fabuloso índice de quase 80% de apoio ao Lula que jogou todas as fichas em favor da Dilma. Não só as fichas, mas sobretudo o contéudo dos cofres públicos.

A verdade é que este segundo turno sinaliza que a Nação não concorda com a prática do governo do PT. Tanto é que a rigor, neste primeiro turno, o PT venceu apenas em três Estados. E ainda que possa crescer no segundo turno foi amplamente derrotado em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, para citar apenas três Estados que praticamente sustentam o Brasil inteiro pelo seu volume de produção industrial e agrícola e seu peso na arrecadação de impostos que deságua em Brasília.

Deve-se assinalar, ainda, que este segundo turno tem o sabor de vitória para a oposição porque Serra teve contra si praticamente toda a grande imprensa nacional acumpliciada com os institutos de pesquisa que estão desmoralizados. Afinal, o 'já ganhou' da Dilma foi impulsionado pela combinação das pesquisas eleitorais que municiavam os jornalistas penas alugadas ou idiotas úteis que dominam as redações de jornais, rádios e televisões ou produzem os chamados blogs do esgoto.

Ontem mesmo, logo depois das urnas decretarem que os votos  consagravam o segundo turno eleitoral, a tropa petista infiltrada nas redações já estava em campo. Claro, eles não irão desistir de continuar mentindo descaradamente todos os dias e eu não irei sob hipótese nenhuma deixar de lhes opor a crítica. Os fatos e a lógica continuam sendo os faróis deste blog para devassar a escuridão das mentiras e da manipulação dos fatos.

Como expressei aqui nos inúmeros posts diários nunca acreditei que a maioria dos brasileiros seriam completamente idiotas e que fechariam os olhos ante as iniquidades que passaram a ser produzidas por Lula e seus sequazes nesses quase oito anos. Por isso, a cada pesquisa dando aqueles números espantosos em favor do governismo eu repetia que o jogo só seria jogado no dia da eleição. E foi o que aconteceu.

E o segundo tempo do jogo está começando agora.

Quero agradecer a todos vocês caros leitores que são a razão da existência deste blog. Ontem quase 5 mil pages wiews e quase 4 mil acessos únicos. Agradeço também aos mais de 2.300 seguidores do Twitter. Muito pouco, é verdade, para a escala da internet. Mas razoável para um blog que é independente, que não está alojado num grande portal e que rema contra a maré do pensamento único que abastarda o jornalismo brasileiro. 

Vamos em frente.

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sexta-feira, agosto 27, 2010

WATERGATE BOTOCUDO. FALTA SÓ O 'DEEP THROAT'

Neste post, começo pelo fim. Explico. Trata-se da transcrição, após este prólogo, dos parágrafos finais do augusto artigo do jornalista Augusto Nunes a respeito da famigerada e deletéria quebra dos sigilos fiscais da Receita Federal de vários políticos ligados ao candidato tucano à presidência da República, José Serra, como exaustivamente está noticiado aqui neste blog e em toda a imprensa, mormente aquela que possui acesso 'privilegiado' aos 'aloprados'. Falta apenas um Deep Throat.

Arguto como sempre, Augusto Nunes faz um paralelo entre o escândalo do sigilo fiscal com o rumoroso caso Watergate que determinou a renúncia do presidente americano Richard Nixon. Em ambos os casos, de fato, o crime é de espionagem já que o mote da funesta empreitada tem vista a tentativa de obter informações capazes de moer reputações de adversários políticos ou, o que é pior, permitir a criminosa prática da chantagem.

Transcrevo os parágrafos finais, com link remetendo o leitor diretamente para a leitura completa do artigo que está supimpa. Desses que há muitos anos não são publicados nos jornalões. Até porque, com raríssimas exceções, se encontram articulistas do gabarito de Augusto Nunes nessa ex-grande imprensa estropiada pelo jornalismo militante e bocó a serviço do PT.

Como adverti no início destas linhas, começo pelo fim que também poderia ser o começo, dado ao fato de que Augusto sabe, como poucos, esgrimir com as palavras. Um bom escritor não joga palavra fora, colhe-as com zelo de ourives e as coloca no lugar adequado. O título original do artigo de Augusto Nunes é "Para encontrar os mandantes do estupro fiscal, basta seguir o telefone". Leiam:

Os estupradores do sigilo fiscal dos quatro aliados do candidato tucano formaram-se na mesma escola que diplomou o estuprador do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. O cortejo dos escândalos, dossiês e infâmias variadas precisa ser interrompido já. As vítimas devem exigir Justiça. A oposição deve cobrar vergonha. A Justiça precisa agir.

O Caso Watergate nasceu com a prisão em flagrante de bandidos que, a serviço do governo, instalavam aparelhos de escuta e fotografavam documentos na sede do Partido Democrata. Também começou como caso de polícia. Como fazem agora o governo e o PT, Nixon procurou reduzir uma bandidagem de alto calibre a um pecado venial praticado por figuras irrelevantes. Acabou transformado no maior escândalo protagonizado por um presidente americano.

O atrevimento dos estupradores da Receita tem de ser castigado antes que sejam suprimidas, por pais-da-pátria sem compromisso com a moralidade, as últimas fronteiras morais e legais. Um país habitado por gente que engole sem engasgos a corrupção endêmica e impune deixa de existir como nação. Clique AQUI para ler o artigo COMPLETO


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domingo, agosto 22, 2010

GRANDE IMPRENSA ESCONDE PROTESTO DOS HUMORISTAS OCORRIDO AGORA À TARDE NO RIO

Encontrei apenas esta foto no site G1 e nada mais
A boçalidade do jornalismo brasileiro já começa a beirar o ridículo. Os sistes dos jornalões, com exceção de uma pequena foto e um texto de cinco linhas no site G1, simplesmente estão ignorando o protesto dos humoristas que aconteceu agora à tarde em Copacabana, no Rio de Janeiro, contra a mordaça imposta pelo PT aos programas de humor.
Como já cansei de afirmar aqui, os jornalistas brasileiros penas alugadas de Lula, Dilma e seus sequazes, são os únicos no mundo que apóiam a censura à imprensa. 

Não são jornalistas. São vigaristas e produto dos cursos de jornalismo, todos dominados pelos dinossauros stalinistas. 

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terça-feira, agosto 17, 2010

UMA PÉROLA NO CURRAL DOS PORCOS

A prova de que a esmagadora maioria dos jornalistas brasileiros é constituída de penas alugadas de Lula e seus sequazes comprova-se quando aparece na grande imprensa brasileira algum artigo ou editorial versando sobre os fatos. Incrível, mas quando o jornalismo é exercido como deve ser, acaba por si só se transformando em notícia. É o caso deste artigo de Dora Kramer, do Estadão, que transcrevo após este prólogo.

Embora não esteja afirmando e nem revelando nada de especial, o simples fato de Dora Kramer não seguir o jornalismo pena alugada do petismo que inunda as redações acaba se destacando como uma pérola dentro de um chiqueiro sobre a qual pisoteiam os porcos.

Transcrevo, portanto, na íntegra, o artigo de Dora Kramer, que tem por título "Na frente dos bois":


No frigir, a prolongada dianteira do candidato da oposição a presidente não o favoreceu. Além de ter posto José Serra e o PSDB em relativo sossego durante bastante tempo, ajudou a consolidar a impressão de que uma vez perdida a primeira posição estaria também perdida a eleição.

Esta é a ideia preponderante hoje entre os analistas. Não todos, mas aqueles de compromisso marcado com a adivinhação já se aboletam sobre a certeza de que a eleição está decidida.

Se o cenário mudar não tem problema, basta atribuir ao efeito do horário eleitoral e fica tudo certo: todos ao menos parecerão "justos" e não engajados.

Realistas, sobretudo, uma vez que é mais fácil tomar como verdadeiro um cenário desenhado e depois adaptar o raciocínio do que raciocinar sobre os traços do desenho.

Por ora a explicação para as assertivas é a de que o apoio do presidente Luiz Inácio da Silva torna a candidata do PT imbatível. Se Dilma Rousseff inicia o horário eleitoral à frente de José Serra, isso quer dizer (de acordo com a norma em voga) que ela tende a crescer, ele a cair.

Ademais, como Dilma está "a três pontos porcentuais da vitória no primeiro turno", não há o que se discutir.

É de se perguntar para que mesmo eleição, campanha, gastos inúteis de tempo, dinheiro e energia. Apenas para que as urnas confirmem as pesquisas? De fato, parece ser a conclusão subjacente às argumentações de maior aceitação.

Só um truque espetacular saído da cabeça do marqueteiro seria capaz de virar o jogo. Isso tudo é o que se diz, embora não seja necessariamente o que acontece.

E acontece que a eleição é daqui a dois meses e será decidida pela maioria dos 135 milhões de eleitores que compareceram às urnas.

Até lá o favoritismo da candidata governista pode se confirmar, se acentuar, disparar, mas pode também estacionar e até diminuir.

Tomemos a eleição anterior, de 2006. Lula em pessoa estava na disputa e nessa mesma época mais bem situado do que Dilma está agora. Ela tem 41% das intenções de voto contra 33% do adversário. Lula tinha 55% contra 24% de Geraldo Alckmin.

Eram 31 pontos de diferença. Dois meses depois, as urnas deram 48% para Lula e 41% para Alckmin. Ah, dirá alguém, havia a sombra do mensalão. Ainda assim Lula tinha 55% das intenções de voto.

Ah, mas houve o escândalo dos aloprados. Pois é, as coisas acontecem. Ou não.

Em Minas Hélio Costa tem 43% contra 17% de Antonio Anastasia e os mesmos analistas não tiram do cenário a hipótese de uma "virada". Por que a diferença de expectativa?

Tudo depende da percepção e do desejo da maioria: se o eleitorado cotejar os atributos dos candidatos ganha Serra; se resolver votar apenas referido em Lula ganha Dilma e não haverá malabarismo publicitário capaz de mudar o curso desse rio.

De verdade o que José Serra poderia fazer ou inventar? Ele está em cena há anos, é conhecido de todos, não tem quem fale em seu lugar, não há Celso Kamura que dê jeito no visual nem existe margem para mágicas: Serra é o que é.

Isso pode beneficiá-lo ou pode prejudicá-lo, mas a realidade não pode ser alterada.

Diferente de Dilma, cuja situação se presta a quaisquer construções. Sendo desconhecida, tudo o que se diga ou se crie em torno dela passa a ser a circunstância real. Por mais fantasiosa que possa ser.

Incluindo aí a já afamada continuidade. Nada mais diferente de um governo de Lula que um governo de Dilma, a começar pela personalidade e o estilo da que terá sido (se for) eleita presidente, que não terá como levar o governo na base da conversa com as massas.

A se estender pela presença mais incisiva do PT e pela participação marcante do PMDB agora na posição de "protagonista", de poder - note-se - moderador e da já auto-anunciada condição de distribuidor de partilhas.

São parceiros de apetites inesgotáveis a serem administrados por uma pessoa ao mesmo tempo inexperiente e senhora absoluta do mando, cujo respaldo popular nunca lhe será atribuído a mérito próprio, mas pela conquista do empenho e da força de outrem.

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quarta-feira, julho 21, 2010

PARA OS AMIGOS, SIGILO; PARA OS INIMIGOS, DEVASSA. (Não deixe de ler este post)

Há pouco, alertado por um leitor do blog, fui ao site do Estadão e milagrosamente encontrei um artigo que diz tudo, assinado pelo chefe dos editorialistas do Jornal da Tarde (Grupo Estadão), jornalista e escritor José Nêumanne. Faço a transcrição após este prólogo, não sem antes fazer notar que é necessário perscrutar com inaudita atenção sites, blogs e jornais da grande imprensa nacional para encontrar algo que valha a pena ser lido, que retrate a realidade e que cumpra a função do jornalismo que é se ater aos fatos e não aos delírios ideológicos ou ao deletério e vergonhoso oportunismo.

O artigo de Nêumanne foi diretamente ao ponto, sem falar no fato de que é um texto denso, tem estilo. Não aquele estilo vazio falacioso, utilizado para fazer crer que o articulista é isento e imparcial. Ora, a isenção e a imparcialidade têm de ter compromisso com os fatos. E não adianta a plasticidade de um texto se o seu conteúdo é vazio, quando não puramente interesseiro e mentiroso como temos visto como nunca antes na história deste país na imprensa brasileira.

A mixórdia intelectual é tão grande que, por exemplo, o grupo Folha de São Paulo em todos os veículos que oferece ao público brasileiro, não possui em seus quadros nenhum articulista, nenhum editorialista, nenhum jornalista da estatura de José Nêumanne.

O Brasil emburrece a olhos vistos. A estupidez e o kitsch deram-se as mãos. Assiste-se de forma patética e melancólica o triundo da maldade e sobretudo da mentira, enquanto o jornalismo brasileiro se esvai pelo ralo do esgoto feito chorume.

Leiam o artigo de José Nêumanne, cujo título é o mesmo que dou a este post. Dedico este post aos jornalistas da Folha de São Paulo e também do próprio Estadão:


Nem a chuva nem o fenômeno do encolhimento da multidão (o PT esperava 100 mil, mas só mil pessoas foram a seu comício no Rio, sexta-feira) arrefeceram a disposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de desrespeitar o "império da lei", definição de qualquer democracia que se preze. Diante dos mil gatos molhados pelos pingos da chuva que o aplaudiram, mas ignoraram a presença de sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff (PT), Sua Excelência vociferou contra "uma procuradora qualquer aí" que, segundo ele, tenta inibir sua presença na campanha.

Só que essa violação do juramento que ele fez em 1.º de janeiro de 2003 e repetiu quatro anos depois ? o de obedecer e fazer cumprir o sistema legal sob a égide da Constituição da República ? não se manifesta apenas nas palavras do chefe supremo do petismo no poder, mas mais ainda nas ações de seus correligionários. Para ficarem no poder eles têm feito tudo e mais um pouco. E não serão o pudor nem as normais legais que os inibirão. Comprova-o o caso Eduardo Jorge Caldas Pereira. Esse cidadão era secretário-geral da Presidência nas gestões de Fernando Henrique Cardoso e hoje é vice-presidente do PSDB, legenda pela qual o ex-governador de São Paulo José Serra disputa a chefia do governo que Lula ocupa e quer, de qualquer maneira, entregar à sua ex-ministra Dilma.

Em 2001, na vigilante e competente oposição que fazia, e que o PSDB e o DEM não sabem repetir depois que Lula assumiu o governo, o PT escolheu esse tucano de pouco poder e menos visibilidade como alvo de investigações a respeito de malversação do dinheiro público. Os petistas acusavam-no de chefiar uma rede de influências para beneficiar empresas. A denúncia foi encampada pelos procuradores da República Luiz Francisco de Souza, que passou a ser chamado de Torquemada, sobrenome do frade dominicano, caçador de bruxas, perseguidor de judeus, inquisidor-geral nos reinos de Castela e Aragão e confessor da rainha católica Isabel, e Guilherme Schelb ? ambos muito conhecidos à época pela pertinácia com que perseguiam "malfeitores" na gestão pública.

As denúncias foram publicadas pela Folha de S.Paulo, processada pelo acusado. Em 2006, o jornal foi condenado pelo juiz Fabrício Fontoura Bezerra a pagar-lhe R$ 200 mil, porque ele nunca sequer chegou a ser acionado na Justiça por tais acusações. Ao longo de cinco anos, segundo relatou o juiz na sentença, as investigações abertas contra ele pelo Ministério Público Federal, pela Receita Federal, pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Fiscalização e Controle do Senado Federal e pela Corregedoria-Geral da União nunca encontraram algum crime que pudesse haver cometido.

Eduardo Jorge representou ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra os procuradores cujas suspeitas se tornaram matéria-prima das publicações que o juiz considerou caluniosas. Em 2007, esse conselho os suspendeu por 45 dias e, dois anos depois, a pedido do persistente Eduardo Jorge, reconheceu ter sido este vítima de perseguição pessoal por ambos. Desde então, ninguém mais ouviu denúncias de nenhum deles.

E não têm faltado, em sete anos e sete meses de República petista, assuntos que eles pudessem investigar, se seu objetivo fosse de fato o interesse público. Souza e Schelb, por exemplo, nunca se propuseram a apurar se é verdadeira a delação do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson (RJ), de compra de apoio parlamentar pelo governo no episódio ? sub judice no Supremo Tribunal Federal (STF) ? conhecido como "mensalão". Da mesma forma, a isenção missionária de ambos não os levou a denunciar os responsáveis pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Pereira, cujo único delito conhecido é o de ter testemunhado que vira o então ministro da Fazenda Antônio Palocci, do PT, frequentar assiduamente uma mansão suspeita em Brasília.

O doce ostracismo em que vive hoje essa dupla que já foi malvada só perde para a completa impunidade gozada por Waldomiro Diniz, cujo crime confesso de tentar achacar um empresário da jogatina nunca foi investigado pela solerte Polícia Federal (PF) nem pelo ex-implacável MP do Distrito Federal. Mas isso não quer dizer que as sentenças favoráveis ao vice-presidente nacional do PSDB tenham arrefecido o ânimo dos contumazes quebradores do sigilo de adversários dos arapongas militantes a serviço do PT no poder. Desta vez, cópias das declarações do Imposto de Renda (IR) de 2005 a 2009 de Eduardo Jorge integravam um dos quatro dossiês preparados pelo "grupo de inteligência" da campanha de Dilma.

O secretário da Receita, Otacílio Cartaxo, foi convocado a depor na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, à qual disse que já foram identificados os servidores responsáveis pelos "cinco ou seis" vazamentos ocorridos. A imprecisão dessa "informação" já denota por si só o pouco-caso com que ele lidou com as explicações que tinha de dar aos senadores. E também se negou a dar seus nomes antes do fim das investigações, prometido para 120 dias. Ou seja, para depois do segundo turno da eleição presidencial, disputada por um candidato do partido do qual a vítima da quebra de sigilo é dirigente e pela candidata para quem trabalhavam os suspeitos de terem violado esse direito pétreo do cidadão. Neste ínterim, o corregedor-geral da Receita, Antônio Carlos Costa d"Ávila Carvalho, reduziu pela metade (e, mais relevante, para antes do pleito de outubro e novembro) o prazo dado pelo secretário: 60 dias.

Até o terrível comissário Laurenti Beria, que a serviço de Stalin se comprazia em atirar na nuca de "inimigos do povo", morreria de inveja dos colegas petistas que violam o sigilo alheio em terminais de computadores e usufruem o inviolável direito de serem mantidos em segredo pelo espírito de corpo do chefe direto e pelo desprezo a tudo o que não lhe convier do chefão geral.

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