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sábado, junho 04, 2011

VAI PRA CASA PADILHA!

A turma do PT não desiste. A despeito de toda a bandidagem instalada no Palácio do Planalto, que vão das consultorias suspeitas às ONGs, modalidades de lavar dinheiro público, os lazarentos continuam atacando a Imprensa, conforme matéria que está na Folha de S. Paulo deste sábado e que reproduzo após este prólogo.
Agora foi a vez desse ilustre desconhecido, Alexandre Padilha, querer ensinar como se faz jornalismo. 

E os petistas ainda têm o desplante de acusar a Oposição, quando todos sabem que a crise em que se meteu o governo do PT se deu por obra e graça de uma informação que caiu nas mãos da Folha de São Paulo, aliás um jornal obsequioso com o governo petista. A oposição continua dormindo em berço esplêndido. Seus representantes no Twitter costumam - com raríssimas exceções - se dedicar a twitts 'propositivos'. Seus parlamentares são uns bocas-moles e seus governadores procuram não melindrar o Governo Federal.
Entretanto, os veículos de comunicação sobrevivem se veicularem fatos e não abobrinhas como essas produzidos por esse governo ridículo, incompetente e ladravaz que castiga o Brasil há quase uma década. Para sobreviver com o mínimo de confiabilidade a Folha, de posse da informação sobre Palocci não teve outra alternativa se não publicar a matéria. E o fato é de uma gravidade inaudita na história da República. Já disse aqui que é a ponta do iceberg sob o qual se encontra uma diabólica máquina de lavagem de dinheiro público.
A esse militante da mordaça mordaça à Imprensa e que não entende nada de jornalismo eu recomendo: Vai pra casa Padilha! 
Leiam:
O ministro Alexandre Padilha (Saúde) afirmou ontem, em encontro com dirigentes petistas em Salvador, que o principal partido de oposição do país é a "grande imprensa". No discurso, ele não citou diretamente a crise política que envolve o ministro Antonio Palocci.

Para Padilha, a imprensa deveria fazer reportagens sobre assuntos "positivos", como o plano do governo federal de erradicação da pobreza extrema, em vez de tratar apenas de "problemas".


Depois do ministro, o governador da Bahia, Jaques Wagner, falou da importância da coesão do PT, que reuniu 25 dos 27 presidentes estaduais, mesmo em "momento de turbulência".


Na semana passada, Wagner disse, a uma rádio de Salvador, que a evolução patrimonial do titular da Casa Civil "chama a atenção".


Questionado pela Folha sobre a crise envolvendo Palocci, Padilha disse: "Não falo sobre isso". Em seguida, o ministro deixou o local sem responder a outras perguntas. Seguranças impediram que a imprensa tentasse se aproximar dele novamente.


As críticas à imprensa se assemelham aos ataques do ex-presidente Lula durante as eleições no ano passado.


Lula disse, em setembro de 2010, que "quem faz oposição neste país [...] é determinado tipo de imprensa". Durante o encontro, considerado tenso entre os presentes, outros culparam a imprensa pela crise.


"Palocci tem um histórico de competência que não vai ser manchado com denúncias que não passam de orquestração da oposição, que vem naufragando, e com o apoio da grande imprensa", afirmou Eliezer Tavares, secretário de comunicação do PT do Espírito Santo.


A reportagem entrevistou 13 presidentes de diretórios estaduais do PT sobre um possível afastamento de Palocci do governo. Nenhum deles defendeu o ministro.


O presidente do PT gaúcho Raul Pont afirmou, que o seu pedido de afastamento encontrou o apoio de "diversos dirigentes de todo o país". Da Folha de São Paulo deste sábado

sexta-feira, março 18, 2011

A VISITA DE OBAMA E OS DELÍRIOS DA GRANDE IMPRENSA BRASILEIRA

Os sites dos jornalões estão produzindo um formidável besteirol a respeito da visita de Obama ao Brasil neste sábado. Diletos jornalistas da Rede Globo, por exemplo, vasculharam o site da Casa Branca em busca de menções ao Brasil pelo mandatário americano. 
Numa dessas matérias de gaveta pode-se se extrair coisas ditas por Obama a respeito do Brasil cuidadosamente selecionadas com intuito de turbinar a falácia sobre o arrebatador desenvolvimento brasileiro. A impressão que dá é que tais escritos foram produzidos pela assessoria de imprensa do Planalto. Quem lê este trecho de um discurso de Obama tem a impressão de o Brasil é um país excepcional e de grandioso desenvolvimento:
“Colocamos em prática um novo plano econômico, um plano que premia o trabalho duro, em vez de ganância; um plano que valoriza a responsabilidade em vez da imprudência, um plano que está focado em fazer a nossa classe média mais segura e nosso país mais competitivo a longo prazo, de modo que os empregos e as indústrias do futuro não sejam apenas encontrados na China, Índia ou Brasil, mas aqui.”
Leram? Os empregos e as indústrias do futuro são encontrados apenas no Brasil, na Índia e na China!? Cáspite!
Trata-se de uma mentira histriônica, já que as indústrias do mundo inteiro dependem em grande parte do desenvolvimento tecnológico gerado justamente nos centros de pesquisa e laboratórios dos Estados Unidos.
O Brasil como a Índia e a China vivem às custas das grandes empresas multinacionais americanas, principalmente. Se de uma hora para outra as grandes multinacionais resolvessem abandonar o Brasil estaríamos todos condenados voltar ao tempo do boi e do arado. E o mesmo pode ser dito sobre a China e a Índia, que são países onde predomina uma pobreza avassaladora, pontilhada por reduzidas ilhas de progresso.
Mencionar o Brasil como o eldorado é no mínimo expressar uma ignorância fantástica, haja vista para o sucateamento completo de sua infra-estrutura, o atraso tecnológico brutal, os salários aviltantes, o domínio do narco-terrorismo, a completa insegurança pública e um Estado gigantesco e corrupto que absorve a miserável economia popular por meio de um carga tributária extorsiva.
Obama pode dizer o que bem entenda. Só não dá para admitir que esse turbilhão de idiotice seja festejado e destacado pela imprensa brasileira de forma acrítica e com um viés ufanístico asqueroso.
O Brasil continua sendo o lixo ocidental, onde se morre de dengue, onde não há nenhuma cidade com cobertura de esgoto tratado, onde não se produz nada de ciência e tecnologia, onde os cidadãos são impiedosamente assaltados e vítimas de arrastões e onde a sua Cidade Maravilhosa é dominada pelo crime organizado.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

O FIM DO TWITTER? OU LOBBY DO VELHO JORNALISMO ACUMPLICIADO COM AQUELA TURMA QUE VÊ UM OUTRO MUNDO É POSSÍVEL?

Acabei de ler há pouco este artigo de Alexandre Matias no site do Estadão que antevê o fim do Twitter, que trnascrevo após este prólogo. Louva-se no fato de que seus donos estão dispostos a vender a empresa. Matias parece demonstrar satisfação com a nefasta possibilidade de desaparecimento dessa rede social. Discordo das especulações de Matias, aliás, próprias dos jornalistas da imprensa tradicional.

A maioria dos jornalistas, é bom frisar, continua alimentando uma visão romântica da profissão em tom de um certo lamento. A verdade é que a internet e as redes sociais - especialmente o Twitter e os blogs independentes - ao contrário do que deveria acontecer não contam com o entusiasmo do jornalismo tradicional. Isto ocorre em grande medida porque a todo instante os jornalistas são questionados por twitteiros. Presumo que a maioria dos políticos e autoridades que se aventura no Twitter acaba desistindo. É que esse tipo de gente se acha acima do bem e do mal e não topa ser contrariada e muitas vezes desmentida publicamente.
A verdade é que o Twitter é, a meu ver, a melhor e mais inteligente rede social já inventada na internet e que permite uma interatividade e compartilhamento instantâneo da informação.
O que parece é que até hoje os donos e criadores do Twitter não conseguiram uma boa rentabilidade. Redes sociais não vivem de vento e essas empresas precisam contar com anunciantes. Algo parecido aconteceu com o YouTube, até que o Google comprou a plataforma de vídeos e parece ter conseguido torná-la rentável.
Das dezenas e ou centenas de redes sociais que surgem na internet poucas conseguem sobreviver. Com relação ao Twitter, duvido que os eventuais compradores investirão uma grana boa para fechá-lo. Também não concordo com o articulista do Estadão quando especula que a nova interface da ferramenta tenha desagradado os usuários. Pura bobagem. A maioria que se adapta à tecnologia e à internet normalmente lida bem com a inovação, quando não é um entusiasta dessas novidades.
O que eu posso dizer sinceramente é que lamentaria muito se o Twitter fosse fechado. O que é certo é que o vôo libertário do passarinho azul incomoda mais de meio mundo, especialmente regimes ditatoriais e seus caudilhos. Entre os mais incomodados estão aqueles que acreditam que um outro mundo é possível sob signo fantasmagórico do comunismo que se ergue da sepultura, amparado pela idiotia politicamente correta, para se aliar com o nazismo, o terror islâmico e o antissemitismo. É claro, se essa gente pudesse já teria acabado com a internet, o que é impossível. Ainda bem.
Aqui o artigo do Estadão ao qual me referi no início desta análise:
Tweets, trending topics, retweets, seguidores, hashtags, unfollow, #FF, @username... Toda essa terminologia já era conhecida de um punhado de usuários do Twitter antes da explosão da rede social, em 2009. Em 2010, o mundo inteiro abraçou o site - até mesmo o Brasil, tradicionalmente acostumado a uma vida digital paralela à do planeta, entrou na rede em grande estilo, emplacando vários termos e hits nacionais para o resto do mundo. Mas se em 2010, o Twitter indicava ter embalado num crescimento que parecia não ter volta, 2011, no entanto, dá sinais que pode ser o último ano da rede social do passarinho azul. Ou pelo menos como a conhecemos.
O Twitter já vinha dando sinais de desgaste no fim do ano passado, quando o tráfego de dados na rede caiu drasticamente em outubro, segundo o site Alexa. Especula-se que a queda só não foi maior pois a rede social foi traduzida para novos idiomas e começou a agregar usuários em países em que ainda não estava presente. A queda de audiência poderia estar ligada à nova interface do site, que estreou no segundo semestre do ano passado e desagradou muitos de seus cadastrados.
A crise política no Egito também ajudou o Twitter a ganhar uma sobrevida e pareceu repetir o feito de 2009, quando o site foi crucial nas eleições presidenciais do Irã. Como disse o comediante norte-americano John Stewart à época: "Não foi o Twitter que salvou o Irã. Foi o Irã quem salvou o Twitter". Não é exagero dizer o mesmo do Egito em relação ao site. Só que o momento é exatamente oposto: em 2009, a rede social ainda não tinha vivido seu grande momento popular.
O principal aviso de que, provavelmente, o passarinho do Twitter pode estar com seus dias contados veio na quinta-feira da semana passada, quando o jornal Wall Street Journal publicou que os executivos da rede social estariam conversando tanto com o Google quanto com o Facebook para tentar vender o site - e teriam ouvido ofertas que pagariam entre US$ 8 e 10 bilhões pelo serviço.
Uma vez comprado - seja por quem for -, uma coisa é certa: o Twitter vai mudar. E, pelo histórico dos dois possíveis compradores, pode até acabar. Mas isso ainda é terreno de especulação.
Mas um número citado pelo jornal chama atenção - o de que a rede, hoje com mais de 150 milhões de usuários, teria sido avaliada em US$ 4,5 bilhões em dezembro. Em menos de dois meses seu preço dobrou? E se lembrarmos que, nesta mesma semana, o blog Huffington Post foi vendido à America Online por mais de US$ 300 milhões, não duvide que estamos às vésperas de uma nova bolha digital, como a de 1999. Do portal do Estadão

domingo, fevereiro 13, 2011

O GLOBO TENTA LIVRAR A CARA DA DILMA AO FALAR SOBRE GASTOS DE LULA QUE GERAM CRISE FISCAL. ORA, DILMA É PARTÍCIPE DESSE DESGOVERNO

O quadro fiscal preocupante, que exigirá um aperto inédito de R$ 50 bilhões nos gastos públicos este ano, é parte da herança deixada para a presidente Dilma Rousseff pelo antecessor e mentor Luiz Inácio Lula da Silva. A farra de gastos no segundo mandato de Lula tem um preço, que já começou a ser pago pelo atual governo. A herança inclui inflação e taxa de juros em alta, uma carga tributária abusiva, um Orçamento engessado por despesas permanentes com pessoal, benefícios previdenciários e a impossibilidade de ampliar os investimentos. Estudo do economista Fernando Montero, da Convenção Corretora, mostra que os gastos cresceram R$ 282 bilhões no governo anterior (descontada a inflação): 78,4% desse aumento ocorreu no segundo mandato. 
Só entre 2006 e 2010, as despesas do governo federal aumentaram R$ 221 bilhões, o que evidencia a guinada na política fiscal acentuada nos dois últimos anos de mandato, quando a crise global ofereceu ao governo uma justificativa para ampliar os gastos.
- O aumento da carga tributária, combinado com o crescimento do PIB ( Produto Interno Bruto) e a redução do superávit primário deram ao governo Lula um poder enorme para gastar - observa Montero.
Especialistas apontam a situação das contas públicas e os elevados gastos herdados do governo anterior como o maior problema econômico de Dilma neste início de mandato.
O cenário desfavorável na área fiscal influencia negativamente outras variáveis, como inflação e os juros -, embora, no caso dos preços, fatores externos também exerçam forte pressão, como a alta das commodities no mercado internacional.
Alcides Leite, especialista em contas públicas e professor da Trevisan, frisa que o aumento dos gastos correntes nos últimos anos, acima da expansão do PIB, impediu uma expansão mais robusta dos investimentos. E lembra que uma oferta maior de bens e serviços poderia minimizar a pressão inflacionária. Sem os investimentos, o país sente os efeitos no bolso, com preços maiores, já que a demanda continua bastante aquecida pela melhora de renda da população.
- É preciso sobrar mais dinheiro para investimentos. E tem de começar pelo ajuste fiscal (corte nos gastos de custeio) - recomenda.
Inflação voltou a preocupar em 2010
O corte de R$ 50 bilhões anunciado semana passada pelo governo é um primeiro passo, na visão do especialista, desde que os investimentos sejam preservados.
A curva de inflação no segundo mandato de Lula esteve sempre em alta, mas começou a preocupar em 2010, quando fechou em 5,91%, bem acima do centro da meta fixada pelo governo (4,5%). Entre as razões dessa escalada está o aquecimento da economia, turbinada pelo aumento dos gastos do governo no ano eleitoral.
Para 2011, a previsão é de inflação de 5,66%. Por isso, o Banco Central voltou a elevar a taxa básica de juros em janeiro, após cinco meses, para 11,25% ao ano. E deve continuar puxando a Selic para cima, até que a inflação esteja sob controle. O processo encarece as linhas de crédito, inibindo o consumo, com reflexos sobre o crescimento da economia. Do portal Globo.online - Leia MAIS


MEU COMENTÁRIO: Esta matéria de O Globo está tentando livrar a cara da Dilma? É o que parece, pois não se trata do governo passado, porque o governo presente é uma simples continuidade do governo Lula. Além disso, Dilma fez parte do governo anterior; é partícipe do esquema e agora beneficiária dessa roubalheira que lhe garantiu o cargo presidencial. Dilma só chegou à Presidência da República porque a campanha foi totalmente financiada com dinheiro público. Lula e o PT utilizaram de forma desabusada e escandalosa da máquina pública para eleger o poste. O resultado dessa insanidade era previsível e as pessoas bem que sabiam. Quem votou no PT é comparsa desse descalabro econômico.

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quinta-feira, outubro 07, 2010

EXTRA! VÍDEO DO PADRE QUE EXORTA FIÉIS A VOTAREM CONTRA O PT VOLTOU AO AR COM NOVA POSTAGEM. VEJA ENQUANTO PT NÃO TIRA DO AR OUTRA VEZ!






O vídeo com o polêmico sermão do Padre José Augusto que foi ao ar pela Canção Nova, agora voltou ao através de nova postagem feita pelo site Mídia@Mais. O vídeo original foi tirado do ar nesta quarta-feira (vejam aqui). Era uma gravação do que foi ao ar por televisão aberta ao vivo, pois se tratou de sermão do padre durante a missa. Faz duras críticas ao PT e ao PHDH, o famigerado "Plano de Direitos Humanos" aprovado pelo governo de Lula e seus sequazes e que visa transformar em lei a descriminalização do aborto, a censura à imprensa e praticamente legalizar a invasão de propriedades privadas, dentre outras medidas que ferem de morte a democracia e fazem tábula rasa da Constituição Federal.

Se a Dilma por ventura for eleita tudo isso aí vai virar lei, já que o Congresso eleito agora tem maioria governistas folgada. Em outra palavras, se o PT lograr sucesso neste segundo turno os brasileiros poderão dizer adeus à liberdade e à democracia. Passaremos a viver sob o tacão de um Estado Policial comuno-fascista cuja primeira providência será amordaçar a imprensa.

Chamo a atenção para o fato de que isto é sério e grave. Se você caro leitor preza a democracia e a liberdade, inclusive a de imprensa e religiosa, vote em José Serra que está comprometido com a democracia e os valores da civilização ocidental, dentre eles, a liberdade de expressão e de fé. Serra reafirmou nesta quarta-feira que é contra a descriminalização do aborto, que defende a democracia e a liberdade. José Serra é sobejamente conhecido e nele poderemos confiar pois não trairá o povo brasileiro e nem perseguirá religiosos e dissidentes, porquanto numa democracia a liberdade estará garantida.

O futuro do Brasil está na sua mão, na nossa mão, na mão dos eleitores neste segundo turno! Pense nisso. Arregace as mangas e lute em favor da manutenção da democracia e das liberdades democráticas.

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segunda-feira, setembro 27, 2010

TRE DE TOCANTINS DERRUBA A MORDAÇA DO PT À IMRENSA

Por 4 votos a 2, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins derrubou a decisão que havia censurado o Estadão e outros veículos de comunicação na última sexta-feira, 24. A pedido da coligação Força do Povo, o desembargador Liberato Póvoa havia proibido a publicação de informações relativas à investigação do Ministério Público de São Paulo sobre fraudes em licitações em São Paulo e no Tocantins em que o candidato à reeleição Carlos Gaguim (PMDB) é citado. A convocação do pleno do tribunal, que se reuniu nesta segunda-feira, 27, também partiu de Póvoa.

Na manhã desta segunda, a assessoria jurídica de Gaguim apresentou ao TRE um pedido de revogação parcial da liminar. O candidato quer que a restrição valha apenas para o horário eleitoral gratuito, no rádio e na TV, por parte da coligação Tocantins Levado a Sério, do candidato Siqueira Campos (PSDB), liberando assim os veículos de imprensa.

“Nós queremos é que, quando a imprensa for publicar, publique o relatório por completo. Tem de colocar isso à disposição da sociedade. Agora, é preciso deixar claro que não existe sequer processo de investigação contra o governador”, disse o advogado Sérgio do Valle ao protocolar o documento. 

Protesto de entidades
Entidades representativas como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) protestaram no domingo, 26, contra o novo episódio de censura determinado pela Justiça. “A liberdade de imprensa é um valor da sociedade, um bem jurídico, preceito constitucional de proteção ao direito e à cidadania”, disse ao Estado o presidente da OAB, Ophir Cavalcante. “Quando se proíbe a divulgação de informações baseadas em fatos, está se ferindo o preceito constitucional de garantias ao Estado de Direito. É preciso repudiar essas atitudes.”

A ANJ divulgou nota oficial para protestar contra a medida determinada pelo desembargador. “A Associação Nacional de Jornais lamenta e condena a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins de proibir a divulgação – “de qualquer forma, direta ou indireta” – de informações relativas ao governador do Estado e candidato à reeleição, Carlos Gaguim, ou a qualquer integrante de sua equipe de governo, em investigação feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo”, afirma o texto. 

Para Cláudio Weber Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil, organização não-governamental que promove o combate à corrupção, o TRE do Tocantins está agindo “de acordo com os interesses” do governador e candidato à reeleição Carlos Gaguim. “É evidente que a decisão foi tomada para beneficiar o governador”, afirmou. “Espero que a própria Justiça reverta a decisão.” Do portal do Estadão

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA: MAIS DE 50 MIL JÁ ASSINARAM. ASSINE JÁ. JUNTE-SE À GRANDE CORRENTE PELA LIBERDADE AMEAÇADA PELO PT

ANTEÇÃO! O SITE DO MANIFESTO  FORA DO AR, PORQUE ESTÁ MIGRANDO PARA UM SERVIDOR COM MAIOR CAPACIDADE, JÁ QUE O NÚMERO DE ACESSOS ULTRAPASSOU O LIMITE, SEGUNDO INFORMA O BLOG DO REINALDO AZEVEDO. DEVE NORMALIZAR ESTA NOITE.
O site do Manifesto em Defesa da Democracia já conta com mais de 50 mil a assinaturas. E como vocês pode notar nos posts do blog desta segunda-feira, a escalada da censura à imprensa continua. No Tocantins um desembargador - pasmem! - determinou a censura ao jorna O Estado de São Paulo e o governador colocou a Polícia Militar armada de fuzis para impedir que a revista Veja fosse desembarcada no aeroporto. Foi preciso que a Justiça acionasse a Polícia Federal que teve de escoltar o transporte de Veja até o distribuidor local, conforme vocês podem ver em post abaixo num vídeo.

Encareço aos prezados leitores que visitem o site do Manifesto em Defesa da Democracia clicando AQUI e assinem. É muito importante esta mobilização em defesa da liberdade de Imprensa seriamente ameaçada depois que o Presidente da República de forma irresponsável estimulou essa prática deletéria que significa a ante-sala de uma ditadura.

A liberdasde de expressão, consagrada na Constituição, é o principal pilar que sustenta a democracia. Por isso a primeira ação que consolidada uma ditadura é a imposição da mordaça à Imprensa.

O momento é gravíssimo. As vivandeiras do arbítrio estão assanhadas. É hora de resistir em defesa da Democracia e da Liberdade.

Peço a todos que assinem o manifesto e se unam à grande corrente democrática que vai se construindo para barrar a implantação de um ditadura no Brasil. Democracia e liberdade são bens inegociáveis.

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domingo, setembro 26, 2010

O RATO QUE RUGE (OU A FOLHA DE S. PAULO RESOLVEU SAIR DA TOCA)

O Estadão velho de guerra lavrou um tento histórico com o editorial em que anunciou na sua edição deste sábado a seu apoio a José Serra e, ao mesmo tempo, a sua repulsa pela deletéria agressão do governo de Lula e seus sequazes contra a democracia e a liberdade de imprensa.

E, por isso, neste domingo a Folha de São Paulo, locus por excelência da idiotia politicamente correta expressada por sua linha editorial mambembe, estampa em sua primeira página um editorial e por meio dele tenta ganhar o terreno irremediavelmente perdido para o seu principal concorrente, o jornal O Estado de São Paulo.

O editorial da Folha perto escritura do Estadão é fraquinho. Aliás, os textos da Folha se caracterizam pelo primarismo jornalístico. E o dito é tão fraquinho, ondulante e mal escrito que precisou ser colocado na primeira página para lhe conferir um ar de grandiosidade que não tem.

A Folha de São Paulo parou nos anos 70. Seus articulistas jovens e velhos são todos velhos porque nasceram velhos. Há quem nasça velho pela obtusidade cerebral, que é algo incurável. A inteligência sempre foi rarefeita e por isso criei uma frase que repito sempre: "A humanidade é generosa na produção da estupidez e extretamente parcimoniosa na geração da genialidade".

A Folha de São Paulo é o jornal que acolhe dentre seus articulistas o líder do MST, a falange de bate-paus do comunismo botocudo do PT. E o faz para se dizer imparcial, quando na verdade a imparcialidade caberia neste caso se o debate central da política brasileira não passasse pela afronta à lei e à ordem patrocinada por Lula e seus sequazes. O que deseja o PT e seus movimentos sociais é alterar a Constituição, fazer tábula rasa da democracia parlamentar em troca de um 'democratismo' de maioria manipulada pelo partido. Tal qual ocorre nas republiquetas comunistas bananeiras.

Trata-se portanto de uma imparcialidade cretina que coloca em pé de igualdade aqueles cidadãos comprometidos com a democracia e a liberdade de imprensa com aqueles que desejam destruí-la. Ora, se a Folha de São Paulo defende a liberdade de imprensa, como diz no seu editorial que vocês lerão abaixo, não pode acolher como articulistas do jornal os coveiros da democracia.

Se Lula e o PT avançam de forma desabusada contra as instituições democráticas isto se deve principalmente à leniência dos veículos de comunicação que ao longo desses quase oito anos de lulismo colaboraram decisivamente para nutrir o ego do presidente dito operário e se ocuparam, todos eles, sem distinção, de malhar José Serra e o Democratas sem qualquer razão objetiva que justificasse. Em contrapartida veicularam à farta os releases do famigerado terrorista do DIP palaciano.

Todos os veículos de comunicação, com destaque para as televisões, são os principais responsáveis pelo que se vive atualmente no Brasil e pela forma debochada e atrevida com que se comporta Lula.

Apesar de tudo isso, o editorial do Estadão foi muito mais objetivo e por isso mesmo resplandeceu lá no seu cantinho, a valente coluna de opinião Notas &  Informações. Destacou-se pelo seu conteúdo, pela qualidade do texto impecável, denso e bem escrito.

E para concluir este prólogo, considero que o editorial do Estadão serviu para sacudir a poeira e os paranhos que envolvem o jornalismo brasileiro. Oxalá que continue assim.

Seja como for é saudável que a Folha passe a se preocupar com o que pode vir por aí. E além de editorial que publica neste domingo em sua primeira página, sua direção deveria acionar o temível e detestável passaralho e colocar no olho da rua a vagabundagem comunista e incompente que agride os leitores diariamente com suas louvaminhas ao Lula e seus sequazes, qundo não escamoteiam deliberadamente a informação essencial no sentido de beneficiar o governo do PT.

É hora de resistir em defesa da democracia e da liberdade. Esses idiotas que povoam as redações podem servir, no máximo, para os serviços gerais da empresa, como moto-boys e estafetas em geral. E olhe lá! 

Eis o editorial da Folha na íntegra, cujo título é "Todo poder tem limite":

Os altos índices de aprovação popular do presidente Lula não são fortuitos. Refletem o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido. Refletem,em especial, os acertos do atual chefe do Estado.

Lula teve o discernimento de manter a política econômica sensata de seu antecessor. Seu governo conduziu à retomada do crescimento e ampliou uma antes incipiente política de transferências de renda aos estratos sociais mais carentes.A desigualdade social, ainda imensa, começa a se reduzir. Ninguém lhe contesta seriamente esses méritos.

Nem por isso seu governo pode julgar-se acima de críticas.O direito de inquirir,duvidar e divergir da autoridade pública é o cerne da democracia, que não se resume apenas à preponderância da vontade da maioria.

Vai longe, aliás, o tempo em que não se respeitavam maiorias no Brasil. As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis -e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa.

Se existe risco à vista, é de enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras. Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral.

Pois foi a imprensa quem revelou ao país que uma agência da Receita Federal plantada no berço político do PT, no ABC paulista, fora convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários.

Foi a imprensa quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares. É de calcular o grau de desleixo para com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal.

Esta Folha procura manter uma orientação de independência, pluralidade e apartidarismo editoriais, o que redunda em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral.

Quem acompanha a trajetória do jornal sabe o quanto essa mesma orientação foi incômoda ao governo tucano. Basta lembrar que Fernando Henrique Cardoso, na entrevista em que se despediu da Presidência, acusou a Folha de haver tentado insuflar seu impeachment.

Lula e a candidata oficial têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar. 

Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas - e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo.

sexta-feira, setembro 24, 2010

PRESIDENTE DA OAB AFIRMA QUE HÁ 'ATAQUES À LIBERDADE DE IMPRENSA'

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, alertou em discurso na noite desta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, sobre os riscos correntes à liberdade de imprensa no Brasil. Durante evento de abertura do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, Cavalcante demonstrou-se preocupado com a visão do governo sobre o papel dos meios de comunicação e dos profissionais que neles trabalham.

"Ataques à liberdade de imprensa são verberados, perigosamente, dentro do próprio governo, da figura do presidente da República, como se de repente jornalistas e formadores de opinião tomassem parte de uma conspiração eleitoral", afirmou.

"[Os ataques] são, na verdade, um atentado ao estado de direito na medida em que a liberdade de imprensa é um bem fundamental à cidadania desse país e à democracia. Eu tenho certeza que mais do que isso, o mais importante é privilegiarmos e fortalecermos as instituições. Elas são muito maiores que os homens, sejam eles presidentes sejam eles de quaisquer condição social", continuou.

"A liberdade de imprensa é uma instituição da República, é um direito constitucional inegociável. Não será o ataque de uma autoridade ou de quem quer que seja que vai jogar por terra esse direito tão dificilmente conquistado", afirmou.

Ainda no discurso, o presidente da OAB lembrou os recentes "escândalos", como "casos de quebra de sigilo fiscal e financeiro com envolvimento de agentes públicos", assim como "denúncias sobre a existência de tráfico de influência e corrupção na esfera do poder, resultando no afastamento de uma ministra de Estado e na prisão de mais um governador", em referência à queda da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, e à prisão do governador do Amapá, Waldez Goez.

"Por fim, acredito ser este o momento propício para diante de tãos maus exemplos advindos do sistema eleitoral partidário, rediscutir o nosso processo eleitoral interno, não deixando ser contaminados por práticas condenáveis e toda sorte de abusos", completou. Do site G1

sábado, setembro 18, 2010

DIOGO MAINARDI: Excesso de José Dirceu.

A coluna do Diogo Mainardi, como sempre vai direto ao ponto. Desta vez ao pontro vital da democracia, ou seja, a liberdade de imprensa, agora seriamente ameaçada pela bandalha do PT, chefiada por Lula e Zé Dirceu com o beneplácito do grosso do empresariado sabujo. Agora todos são 'companheiros' nessa sinistra aventura similar ao fascismo de Mussolini que contou com o apoio dos sindicatos e do patronato italiano. Mussolini terminou enforcado e pendurado em um posto de gasolina. Mas esta é outra história. O que interessa agora é a coluna do Diogo Mainardi que está ótima. Leiam: 

O problema do Brasil é o excesso de liberdade da imprensa. Quem disse isso, em outras palavras, durante um encontro com sindicalistas baianos, foi José Dirceu. Eu digo o contrário. Eu digo que o problema do Brasil é o excesso de liberdade de José Dirceu.

Duas semanas atrás, em sua página no Twitter, Indio da Costa publicou uma fotografia que resume perfeitamente o excesso de liberdade de José Dirceu. Ele está no Rio de Janeiro, na pista do Aeroporto Santos Dumont, embarcando num jato particular, um Citation 10 com o prefixo PT-XIB. O excesso de liberdade da imprensa permite indagar quem sustenta o excesso de liberdade de José Dirceu.

O plano de José Dirceu para eliminar o problema do excesso de liberdade da imprensa tem duas partes. A primeira parte é a montagem de um sistema estatal que controle a atividade das empresas jornalísticas e que puna qualquer tentativa de fazer aquilo que ele chamou de “abuso do poder de informar”. Isso mesmo: Conselho Federal de Jornalismo. Isso mesmo: Ancinav. Isso mesmo: Confecom.

A segunda parte do plano de José Dirceu é aliar-se a empresários do setor da imprensa exatamente como o PT se aliou a José Sarney e a Renan Calheiros no Congresso Nacional. “O momento histórico que estamos vivendo”, segundo José Dirceu, é ruim para o “movimento socialista internacional”. Por isso, em vez de tentar fazer seu próprio jornal, o PT deve continuar negociando com alguns grandes grupos. Na prática, isso significa garantir o excesso de liberdade do bispo Edir Macedo e da Rede Record.

No mesmo encontro em que apresentou seu plano para eliminar o excesso de liberdade da imprensa, José Dirceu apresentou também seu plano para a reforma política. De acordo com ele, é necessário duplicar ou triplicar imediatamente a quantidade de dinheiro público destinada aos partidos. Ele advertiu que, sem esse dinheiro, o PT prosseguirá com suas práticas de “caixa dois, corrupção, nomeação dirigida, licitação dirigida, emenda dirigida, superfaturamento e tráfico de influência”.

José Dirceu disse que, no poder, o PT valorizou o servidor público. Claro que é verdade: o filho de Erenice Guerra valorizou-se, o outro filho de Erenice Guerra valorizou-se, o irmão de Erenice Guerra valorizou-se, a irmã de Erenice Guerra valorizou-se. José Dirceu falou até sobre a saúde de Dilma Rousseff, desmentindo o que ela própria diz sobre o assunto: “Ela passou por um câncer. E sente muito isso ainda”.

No fim de seu encontro com os sindicalistas baianos, José Dirceu voltou a tratar da imprensa. Ele antecipou que pretende dizer o seguinte, quando Dilma Rousseff estiver eleita: “Ó, não adiantou nada. Estamos aqui mais quatro anos”.

José Dirceu está certo. Ó, não adiantou nada.

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