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sexta-feira, novembro 18, 2011

VÍDEO: CHÁVEZ ATACA A OPOSIÇÃO A TIROS


O texto que segue, sempre perfeito no estilo e contéudo, é do blog do Augusto Nunes, onde há muito mais para ler sobre a política no país dos petralhas. Transcrevo com link ao final:

Lula acha que na Venezuela de Hugo Chávez “existe democracia até demais”. O vídeo discorda: com a campanha presidencial ainda em seu começo, candidatos oposicionistas já são recebidos à bala pelas milícias a serviço do bolívar-de-hospício.


Sempre que visita o vizinho predileto, Marco Aurélio Garcia reitera que nunca viu “tanta liberdade de imprensa”. Os créditos inseridos no vídeo discordam: o show de intolerância política só foi exibido pela Univisión, emissora que transmite dos Estados Unidos programas de TV em idioma espanhol.


Os sacerdotes da seita que crê no Brasil Maravilha dormem pensando no poder sem limites e acordam sonhando com a ladroagem sem freios nem castigos. Isso só será possível com o sumiço da oposição e da imprensa independente, meta perseguida desde sempre pelo tiranete cucaracha. Para qualquer democrata, o vídeo é um documento perturbador. Para o rebanho companheiro, é a visão do paraíso.
Do blog do Augusto Nunes

sábado, outubro 15, 2011

LÍDERES DA OPOSIÇÃO QUEREM AFASTAMENTO IMEDIATO DO MINISTRO COMUNISTA DO ESPORTE. APENAS COMUNAS DO PSOL COLOCAM PANOS QUENTES...

Líderes de oposição defenderam neste sábado o afastamento imediato do ministro do Esporte, Orlando Silva, e anunciaram que vão entrar com pedido de investigação na Procuradoria Geral da República (PGR), depois da denúncia de um suposto esquema de desvio de dinheiro do principal programa da pasta, o Segundo Tempo, beneficiando diretamente o ministro.

— O Ministério do Esporte está à frente das obras e preparativos para a Copa e as Olimpíadas e isso envolve a administração de bilhões de reais. O ministro não pode estar sob suspeição, acusado de montar esquemas de corrupção — afirmou o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP).

Em fevereiro, o PSDB já havia entrado com representação na PGR solicitando análise sobre convênios do programa. Os tucanos também vão pedir apuração pela Controladoria Geral da União (CGU) e Polícia Federal. O líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) também reagiu.

— O governo não deve ser ponte para beneficiar agentes públicos ou partidos. O PC do B, de acordo com o seu próprio militante, transformou o Ministério do Esporte em um espaço para arrecadar e fazer caixa dois de campanha. E quem se tornou o grande operador disso tudo foi o próprio Orlando Silva — afirmou ACM Neto.

O líder do PPS na Câmara e secretário-geral do partido, Rubens Bueno (PR), informou que o partido formalizará um pedido de investigação na procuradoria na segunda-feira à tarde.

— As revelações são estarrecedoras, o que exige do Ministério Público rápida e aprofundada investigação de toda essa sujeira, que cobre de lama o governo Dilma — disse Bueno.

O líder também vai pedir que o ex-ministro do Esporte e governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, também citado na reportagem da revista Veja como um dos beneficiários do suposto esquema de desvio de dinheiro, apresente explicações. O líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), defendeu rigor e cautela. Ele considera que Orlando Silva deve ser o maior interessado em explicar e provar que as declarações do ex-parceiro não tem fundamento.

— O ministro também deve explicar por que, chantageado, como afirma, não tomou medida preventiva junto ao Ministério Público ou à polícia — disse. Do portal da RBS/Diário Catarinense

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segunda-feira, agosto 01, 2011

MAURÍCIO MACRI, LÍDER DA OPOSIÇÃO NA ARGENTINA, DETONA ESQUEMA KIRCHNER E SE REELEGE PREFEITO DE BUENOS AIRES

Macri comemora com sua esposa a reeleição
O governo Cristina Kirchner sofreu um novo revés eleitoral neste domingo e, faltando menos de três meses para as eleições presidenciais, o clima de preocupação é cada vez maior na Casa Rosada. Como era esperado, o atual prefeito da cidade de Buenos Aires, Mauricio Macri, um dos principais líderes da oposição foi reeleito, segundo dados oficiais (com 64% das urnas de votação apuradas) com 62,8% dos votos. O candidato do governo, o senador Daniel Filmus, obteve apenas 37,2%, protagonizando uma amarga derrota para a ala do Partido Justicialista (PJ) comandada por Cristina que, segundo pesquisas divulgadas nos últimos dias, está perdendo fôlego na campanha presidencial e poderia ser obrigada a disputar um segundo turno.
Desde o início deste ano, nove províncias - de um total de 24 - foram às urnas para eleger novos governadores. A oposição obteve cinco vitórias.
Num gesto incomum, a presidente telefonou para Macri para parabenizá-lo pela reeleição. Cristina não costuma dialogar com a oposição e chegou a pedir a dirigentes antikirchneristas que não presenciassem o velório do marido, Néstor Kirchner, em outubro do ano passado.
- É importante que os líderes argentinos aprendam a ser humildes, é muito mais fácil ser soberbos. Não prometo milagres, mas prometo trabalho, muito trabalho - declarou Macri.
Até pouco tempo, a presidente e viúva de Kirchner era a grande favorita e tudo parecia indicar que conseguiria conquistar um terceiro mandato para a família Kirchner sem grandes esforços. As dúvidas começaram a surgir nas últimas semanas e, segundo reportagem da revista "Notícias", publicada sábado passado, três pesquisas realizadas recentemente por empresas de consultoria locais mostraram que as intenções de voto de Cristina estão abaixo de 40%. Para vencer uma eleição presidencial no primeiro turno na Argentina é necessário obter 40% dos votos e uma diferença de mais de dez pontos percentuais em relação ao segundo colocado.
O ex-presidente Eduardo Duhalde, um dos adversários de Cristina em outubro, assegurou que "a presidente não passa dos 33%". Outro dos candidatos com chances de disputar uma queda-de-braço com a presidente é Ricardo Alfonsín, filho do ex-presidente Raúl Alfonsín. Com sua reeleição, Macri passa a ser um dos dirigentes mais fortes da oposição, que aposta numa candidatura presidencial em 2015. O chefe de governo portenho pensou em candidatar-se este ano, mas a fortaleza de Cristina o levou a optar pela reeleição na capital. A grande incógnita agora é saber quem será o candidato à Presidência que contará com o respaldo público de Macri.
A derrota em Buenos Aires, onde vivem 8,6% dos eleitores do país, soma-se ao recente triunfo do Partido Socialista na província de Santa Fé (8,5% do total do padrão eleitoral) e à provável vitória de forças antikirchneristas na província de Córdoba (8,7% do padrão).
No próximo dia 14 de agosto, o governo enfrentará seu principal teste: as eleições internas de cada um dos partidos, como exige a nova lei eleitoral, aprovada durante a gestão de Cristina. Embora a maioria dos partidos já tenha escolhido seu candidato, a lei exige a realização de eleições internas e, na visão de analistas locais, as primárias argentinas mostrarão claramente em que posição está cada um dos candidato. Do portal de O Globo

sexta-feira, julho 01, 2011

PSDB E DEM FORAM PROCURADOS MAS NÃO CAÍRAM NA ARAPUCA DO HACKER QUE INVADIU EMAILS DA DILMA

Minha intuição indica que essa história do tal hacker que invadiu os emails da Dilma para oferecê-los à oposição na campanha de 2010 está muito misteriosa. 
Todavia, pelo que se vê, a oposição agiu corretamente refutando o material. Pode ser tudo verdade mesmo a história do hacker. Mas como observei minha intuição faz com que mantenha um pé atrás. Até porque quem entende bem dessas espionagens é o PT e seu 'setor de inteligência aloprada'. Que o diga o Mercadante que, aliás, afirmou anteontem que queria convidar esses hackers para trabalhar no Ministério da Ciência e Tecnologia. 
Hummm... por enquanto creio que a oposição agiu guiando-se pela mesma desconfiança que a minha intuição sugere. Leiam:

O PSDB e o DEM confirmaram ontem que foram procurados pelo hacker que invadiu o correio eletrônico pessoal da presidente Dilma Rousseff. Ele ofereceu cópias das mensagens aos partidos.
 
A Folha revelou ontem que o rapaz, que disse se chamar "Douglas" e não quis dar o sobrenome, invadiu o endereço eletrônico de Dilma na campanha de 2010.
O diretório nacional do PSDB disse que o partido foi procurado na campanha de 2010 e "rechaçou imediatamente esse tipo de prática".

 
O ex-deputado federal Alberto Fraga, presidente do diretório do DEM no Distrito Federal, também foi procurado e disse que não aceitou a proposta para comprar o material. Fraga gravou suas conversas com "Douglas".

 
Eles mantiveram dois contatos. O primeiro, por telefone, na primeira semana de junho deste ano. O rapaz disse ter procurado o ex-deputado porque o DEM faz oposição ao governo Dilma.

 
Em 9 de junho, dias depois do primeiro telefonema, Fraga e o rapaz se encontraram na sede do DEM do Distrito Federal, num escritório no Setor Comercial Sul de Brasília, quando o ex-deputado gravou a conversa.

 
A Folha começou a apurar na quinta-feira da semana passada a informação de que "Douglas" fizera oferta a um político de Brasília.

 
No último fim de semana, a reportagem conseguiu contatá-lo por telefone e marcou um encontro com ele para segunda, num shopping em Taguatinga (DF), quando ele exibiu parte do seu material.

 
Duas pessoas confirmaram ter enviado a Dilma, durante a campanha eleitoral, as mesmas mensagens que "Douglas" mostrou à Folha.

PROPOSTA

Numa conversa gravada por Fraga, o rapaz pediu R$ 300 mil ao ex-deputado para entregar as mensagens.

 
"Eu queria ajustar tudo lá [em casa], minha filha, minha mulher, acho que uns [R$] 300 mil", disse o rapaz.

 
"Douglas" contou que havia feito uma oferta "ao PSDB", num valor muito mais alto. A proposta, segundo o rapaz, também não foi aceita pelos tucanos.

 
"Acho que -o pessoal não acreditava- quando eu cheguei lá no PSDB, eu exagerei. Aí eu pedi [R$] 3 milhões para eles", disse "Douglas".

 
Fraga perguntou: "Quantos e-mails você acha que tem aí?". O rapaz respondeu: "Acho que 600".

 
"Douglas" apresentou a Fraga arquivos que estavam armazenados em seu computador. Ele diz ter exames de Dilma, uma lista de telefones e uma "pesquisa dos bancos" que teria sido enviada a Dilma de forma "sigilosa".

 
Fraga disse ter olhado algumas das mensagens. "Ele garantiu que entrava quando bem quisesse", contou o ex-deputado à Folha. "Eu disse a ele que era muito errado, que ele estava fazendo coisa errada e que devia parar". Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira

domingo, junho 12, 2011

COMO A OPOSIÇÃO PODE SE OPOR AO POPULISMO?

O ex-Blog do Cessar Maia postou trechos de um artigo de Santiago Kovadloff, publicado no diário argentino La Nación, que tem tudo a ver com o que ocorre no Brasil e na maioria dos países latino-americanos sob o domínio da ação comunista do Foro de São Paulo, organização que dá as coordenadas para a ação política dos partidos esquerdista no poder. Aqui no Brasil, como na Argentina, Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua,  El Salvador e agora também no Peru com a vitória de Ollanta Humala, constata-se que as correntes oposicionistas fraquejam ante o avanço do populismo que corrói as bases da democracia. Neste caso a Oposição tem na mão o mote do mais vigoroso discurso político, ou seja, a defesa da democracia. 
Os trechos deste artigo permitem, por exemplo, verificar que enquanto os partidos oposicionistas descuram a questão da democracia para incluir em sua agenda propostas populistas e politicamente corretas como se viu aqui no Brasil na última eleição presidencial, a tendência não é apenas a sua marginalização, mas sobretudo sua auto-destruição. Leiam:

1. Só será oposição se souber a que se opor. Ou seja, o dia em que os adversários tenham uma causa e deixem de viver dedicados a preciosismos ideológicos e a desqualificação recíproca, enquanto queima o edifício em que todos querem entrar. Essa causa, ao contrário das bandeiras de um populismo que se coloca como "caminho nacional", não pode ser outra que não a democrática.
           
2. Uma causa que tenha consistência que permita imprimir a denúncia frontal do crime e da demagogia. Uma causa que volte a animar o fervor pelos princípios que o Governo sempre desprezou. Uma causa que saiba opor-se a degradação do Estado. Um poder que jamais escondeu seu desprezo pelos partidos políticos e vê a República como uma concha vazia. Um poder que assegura que não tem nada a aprender com o pensamento dissidente que, aliás, considera senil.
           
3. Um poder que repugna os controles sobre sua gestão. Um poder que não admite adversários. Um poder para o qual a pobreza é um recurso político e o tráfico de drogas um crime sem consequências. Um poder que distorce os índices econômicos e persegue aqueles que os desmascaram. Que não promove a liberdade sindical. Que destrói o federalismo e busca colocar as províncias em vassalagem, para consolidar reforçar seu centralismo despótico.

4. O líder que possa dizer essas verdades com a força do compromisso emocional, a clareza de espírito necessária e o espírito cheio de esperança de quem se sente capaz de mudar o que parece irremediável, despertará outra vez o entusiasmos cívico, aquele que foi aprovado em 2008 e que procurou ser ouvido novamente em 2009.

terça-feira, junho 07, 2011

OPOSIÇÃO ENTRA COM MAIS SEIS REPRESENTAÇÕES PARA APURAR ESCÂNDALO DO ENRIQUECIMENTO SUSPEITO DE PALOCCI

A oposição anunciou a apresentação de seis novas representações sobre o caso Palocci junto ao Ministério Público Federal em São Paulo e no Distrito Federal e junto à Procuradoria Geral da República (PGR). A iniciativa foi tomada pelos líderes oposicionistas diante da decisão do procurador-geral da República de arquivar pedidos de investigação sobre o enriquecimento do ministro-chefe da Casa Civil.
Reunidos na liderança do PSDB do Senado no final da manhã desta terça, senadores e deputados da oposição decidiram ampliar a ofensiva para fazer com que a evolução patrimonial de Palocci seja investigada. Segundo o líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto (BA), a oposição vai dividir a estratégia de investigação sobre os negócios de Palocci entre São Paulo e Brasília.
Ao Ministério Público Federal de São Paulo e ao Ministério Público estadual paulista, os líderes da oposição vão solicitar, em quatro representações, a investigação da denúncia de que o apartamento alugado pelo ministro estaria em nome de um laranja. A oposição também vai pedir que os procuradores do MPF investiguem as declarações de Palocci na entrevista concedida à TV Globo, quando admitiu ter recebido R$ 10 milhões no final de 2010, relativos a contratos praticados entre 2006 e 2010 pela empresa de consultoria, Projeto. Para a oposição, Palocci pode ter incorrido em crime fiscal.
Já ao procurador-geral da República, os parlamentares do DEM, do PSDB e do PPS vão solicitar cópia da documentação enviada por Palocci para esclarecer seu enriquecimento. “Como parte na representação que foi arquivada, a oposição tem o direito de receber cópia dos documentos e das explicações que foram prestadas pelo ministro ao procurador”, argumento o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR).
Além de pedir a liberação dos documentos a Gurgel, os oposicionistas também vão solicitar em representação que o procurador-geral remeta ao Ministério Público Federal do Distrito Federal as informações que recebeu de Palocci, uma vez que o MPF de Brasília já está investigando a evolução patrimonial do ministro. Do portal G1 da Rede Globo - Leia MAIS


segunda-feira, abril 25, 2011

GOVERNADOR RAIMUNDO COLOMBO, DE SC, DEFENDE FUSÃO DO DEM COM PSDB.

Em visita a Joinville nesta segunda-feira, Raimundo Colombo voltou a dizer que está pensando sim em se filiar ao PSD se não houver a fusão entre DEM e PSDB, caminho que considera o mais adequado. A palavra final deve ser dada nos próximos dias.

— Minha proposta é que haja uma fusão entre os partidos de oposição e a construção de um novo projeto político. Caso isso não aconteça, acho que precisamos construir um caminho de afinidade com a sociedade em um outro partido —, disse.

O governador não acredita que a eventual mudança de partido possa ser interpretada como traição pelo eleitorado. O argumento é de que os catarinenses votaram num "projeto político que não se altera numa eventual troca". Do site do Diário Catarinense

sábado, fevereiro 12, 2011

OPOSIÇÃO TAMBÉM PROTESTA NA ARGÉLIA

Dezenas de pessoas foram detidas neste sábado, 12, quando participavam da manifestação convocada em Argel contra o regime político do presidente Abdelaziz Bouteflika, informaram à Agência Efe fontes da mobilização civil. O porta-voz da legenda opositora Reunião pela Cultura e Democracia (RCD), Mohsen Belabes, disse à Agência Efe que o número de detidos poderia chegar a mil, mas militantes da Liga Argelina dos Direitos Humanos (LADDH) estimaram a quantidade em mais de 200.A manifestação originou uma grande expectativa no país, especialmente após a renúncia na sexta-feira do presidente egípcio Hosni Mubarak.
Cerca de 3 mil manifestantes permanecem aglomerados nas imediações da praça Primeiro de Maio, no centro de Argel, onde um forte cordão policial impediu os protestos previstos. A passeata estava marcada para ter início nesta manhã, mas a maioria dos manifestantes está bloqueada em uma rua adjacente, impedida pela tropa de choque da Polícia, que busca dispersá-los.
O presidente da LADDH, Mustapha Bouchachi, discursou aos manifestantes, pedindo-os que abandonem a manifestação para evitar confrontos, mas a maioria persiste em sua tentativa de protestar de forma pacífica para pedir mudanças no regime.
"Estamos fartos deste poder", gritavam os manifestantes, muitos deles jovens, de diversas classes sociais. Eles empunhavam cartazes com lemas como "abaixo o sistema" e "queremos um país administrado pelos jovens, e não pelos velhos".
São vários os policiais uniformizados e à paisana que se misturam ao grupo de manifestantes. Tal como Bouchachi declarou à Agência Efe, as forças de segurança "cortaram todos os acessos à capital e impediram a chegada de manifestantes de outras regiões à capital", enquanto o transporte público foi suspenso - não circulam ônibus nem trens."É aberrante que o regime argelino impeça a expressão pacífica dos cidadãos", destacou Bouchachi. 
A capital do país já amanheceu tomada por milhares de policiais, com centenas de furgões e veículos antidistúrbios estacionados em todos os lugares estratégicos do centro da capital e nos principais pontos do percurso da programado para a manifestação.
Caminhões equipados com canhões de água, tanques e agentes com metralhadoras nas mãos estão destacados em torno dos edifícios e sedes oficiais do centro de Argel, enquanto centenas de veículos policiais patrulham incessantemente as ruas da cidade. Além disso, vários helicópteros da Polícia sobrevoam o centro da cidade desde a manhã deste sábado.
Alguns veículos da imprensa argelina asseguram que as forças policiais foram proibidas de utilizar fogo real durante o protesto, embora tenham recebido instruções de evitar qualquer distúrbio.
Em 22 de janeiro foi organizada outra manifestação em Argel pelo partido opositor Reagrupamento Constitucional Democrático (RCD), cujo desenvolvimento foi impedido pela Polícia. Na ocasião, seus dirigentes denunciaram que fora impedido o acesso à capital de centenas de manifestantes procedentes da Cabília e de outras regiões. Do portal do Estadão

terça-feira, fevereiro 08, 2011

OPOSIÇÃO DEFENDE MÍNIMO DE R$600. ITAMAR FICA EM CIMA DO MURO E OUVIRÁ PELEGOS SINDICAIS.

A oposição vai defender o salário mínimo de R$ 600 no Senado, mesmo após sucessivos apelos do governo para aumentar o valor dos atuais R$ 510 para R$ 545.
A bancada tucana na Casa apresentou emenda elevando o piso salarial com o argumento de que o Executivo "subestimou" suas contas ao propor um pequeno reajuste.

"O salário mínimo é ineficiente e o governo tem o dever de oferecer um salário digno", disse o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR).
Apesar de reconhecer que o governo tem "maioria esmagadora" para aprovar os R$ 545, Dias disse que a oposição vai buscar dissidências na base aliada da presidente Dilma Rousseff para emplacar o maior valor.
Líder do PPS no Senado, Itamar Franco (MG) sugeriu que o ex-governador José Serra (PSDB) seja convidado a depor no Senado sobre a sua proposta de elevar o mínimo para R$ 600. Serra sugeriu o aumento durante a campanha eleitoral, e a proposta acabou encampada pela oposição.
Turbinar o mínimo para R$ 600 custaria aos cofres públicos cerca de R$ 18 bilhões.
Itamar também quer ouvir sindicalistas, favoráveis ao mínimo de R$ 580, para definir sua posição a respeito do novo valor. "Só depois do debate é possível definir uma posição. Qual o impacto que terá o reajuste de R$ 600? Não adianta falar isso aleatoriamente", afirmou. Do portal Folha.com

segunda-feira, janeiro 03, 2011

E A OPOSIÇÃO? ALGUÉM VIU A OPOSIÇÃO POR AÍ?

Governadores e congressistas da oposição adotaram tom diplomático no primeiro contato com o novo governo.
 
Presentes na cerimônia de posse de Dilma Rousseff, em Brasília, muitos prometeram retribuir ao aceno dado pela presidente em seu discurso de posse. "No que depender de São Paulo, seremos grandes parceiros", disse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

 
Em discurso anteontem, Dilma disse que estenderá a mão para a oposição, falando que, de sua parte, não haverá discriminação contra políticos ou governos de siglas não aliadas. "Nossa mão também estará estendida", afirmou o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

 
Além do discurso, Teotônio Vilela (PSDB), governador de Alagoas, esbanjou simpatia com líderes que apoiam o governo. Desfilou ao lado dos governadores Marcelo Déda (PT-SE) e Eduardo Campos (PSB-PE).

 
Chegou até a descer no elevador, em cerimônia no Planalto, ao lado do deputado cassado José Dirceu.

 
Outro presente nos eventos de Dilma foi o prefeito de SP, Gilberto Kassab (DEM), que disse esperar um bom desempenho do novo governo. Ele discute sua filiação no PMDB, aliado de Dilma.

 
Ao avaliar a diferença entre Dilma e Lula, disse "que o primeiro é mais político, e sua sucessora deve fazer um governo de gestão".

 
Alguns líderes da oposição, como o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e os deputados João Almeida (PSDB-BA) e José Carlos Aleluia (DEM-BA), também deixaram de celebrar o primeiro dia de ano para acompanhar a posse no plenário do Congresso. Da Folha de São Paul desta segunda-feira

segunda-feira, novembro 22, 2010

PSDB CONTINUA RELUTANDO EM ASSIMILAR O RECADO DAS URNAS QUE REPUDIA O ESQUERDISMO

Presidente municipal do PSDB de São Paulo, José Henrique Reis Lobo vê 'papel fundamental' para Serra na oposição, rechaça a ideia de 'refundação' do partido ancorada em novas lideranças advertindo que os planos de Aécio, de figurar como candidato de consenso da oposição à Presidência em 2014, encontrarão forte resistência em São Paulo. Vê-se por aí que os tucanos continuam engalfinhados numa luta interna. Vocês podem ler AQUI a entrevista completa de Reis Lobo. Mas o que vou analisar nestas linhas circunscreve-se ao recado dados nas urnas e que é crucial para Oposição e, particularmente o PSDB, se deseja comandar o país no futuro.

 

 Na minha opinião, considero que a análise de Reis Lobo é procedente quanto ao fato de que falar em refundação do PSDB é uma tremenda bobagem se "refundação" for o eufemismo para o descarte das lideranças tucanas mais fortes. Nenhum partido cometeria a estupidez de aposentar um um político como José Serra que, embora derrotado amealhou 44 milhões de votos. E é bom que se frise que juventude em política não significa credencial de competência e confiabilidade eleitoral para ninguém.

 

 Creio que o PSDB reluta em assumir que quase a metade do Brasil como o próprio Reis Lobo admite indicou nas urnas que deseja uma outra condução política e administrativa para o Brasil. Contrapõe-se, portanto, de forma muito clara, ao esquerdismo que tipifica o PT. Os votos dados à oposição foram votos de corte conservador. Suponho que um candidato que concorresse no pleito passado advogado as teses do liberalismo econômico e do resgate dos valores que dão forma à civilização ocidental no mínimo dividiria com o PSDB os votos contabilizados nesse pleito pela oposição.

 

 Nesse caso, o conteúdo programático do partido tem de ser revisto. O PSBD foi fundado em 1988, para representar a social-democracia no Brasil. Tem sua vertente ideológica ligada à esquerda. Um ano depois o Muro de Berlim vinha abaixo sinalizando as grandes mudanças que o mundo conheceria mais adiante com a globalização da economia aliada ao deslanche do avanço tecnológico. É forçoso reconhecer-se que a distinção da filosofia política clássica entre esquerda e direita ruiu com o Muro de Berlim. O PSDB, como o próprio PT é filho tardio da finada guerra fria.

 

Não existe nenhum país desenvolvido e democrático que não possua um partido conservador. No caso brasileiro encontra-se este vácuo político e a maioria dos políticos, dentre eles os mais conservadores, jamais admitem que o são, como se fosse pecado mortal ser conservador.

 

 Há necessidade evidente de uma agremiação que aglutine um importante segmento da população brasileira que situa no âmbito ideológico de centro-direita democrático. Prova disso é que o próprio candidato José Serra foi obrigado a acenar com as bandeiras mais conservadoras, mais atinentes ao centro-direita democrático durante sua campanha, ainda que ficasse preso às teses da preponderância do estatismo definidas no conjunto da mensagem programática que deu vida ao partido tucano em 1988.

 

A oposição tem de se diferenciar de forma nítida, clara e objetiva do esquerdismo que embala o PTe que se expressa no deletério gigantismo estatal que alimenta o patrimonialismo e asfixia o desenvolvimento real do país. Esta é uma demanda, acreditem, de quase a metade do eleitorado brasileiro.

 

sexta-feira, novembro 19, 2010

SERRA E SEUS ELEITORES SÃO OS PROPRIETÁRIOS EXCLUSIVOS DOS 44 MILHÕES DE VOTOS OPOSICIONISTAS.

Reinaldo Azevedo comenta com a sua peculiar ironia a respeito dos três oráculos da política convocados pela Falha de São Paulo para predizer o futuro de José Serra. Transcrevo após este prólogo. É que embora a aliança do PT com o PMDB tenha levado a taça não se pode jamais ignorar que os 44 milhões de votos amealhados pelo candidato tucano. É justo que se assinale que esse extraordinário cacife eleitoral contabilizado por José Serra emergiu das urnas porque existe de fato uma oposição forte ao PT. Não uma oposição partidária.

Os partidos oposicionistas não fizeram absolutamente nada na campanha, muito pelo contrário, conspiraram contra José Serra. Entretanto, como afirmei aqui em várias análises, Serra demonstrou pertinácia inaudita e fez praticamente de forma solitária a sua campanha e os 44 milhões de votos são exclusivamente dele e de seus eleitores e de mais ninguém. Isso, é claro, incomoda uma barbaridade um monte de gente, particularmente gente do próprio PSDB, como a banda mineira.

Por enquanto, o grande líder da Oposição quer queiram ou não, é José Serra. Quem argumenta que perto de completar 70 anos de idade Serra estaria por isso fora da jogada se engana. Na última eleição no Uruguai um tumpamaro com mais de 70 anos foi eleito presidente, muito mais detonado fisicamente que Serra.

Transcrevo o comentário do Reinaldo que está supimpa. Sorry, esquerdistas, mas vocês não têm nenhum polemista como Reinaldo Azevedo. A razão é muito simples: esquerdista é completamente destituído de inteligência. Leiam: 

A Folha convocou um numerólogo/tarólogo, uma especialista na leitura de borra de café, um babalorixá, uma astróloga e um cientista político (aqui) para tentar desvendar o futuro do tucano José Serra. Como se sabe, todas essas especialidades podem ser definidas como “artes adivinhatórias” e têm os seus arcanos, só revelados aos iniciados. Além dos signos com os quais cada um deles lida, há a interpretação — que requer, como querem esses adivinhadores, sensibilidade.

As opiniões se dividem, mas não muito. A astróloga acha que a bola está com Aécio Neves. O cientista político não diz isso, mas tem um argumento científico imbatível, incontestável por qualquer ciência: “política tem fila” — uma fila que, parece, vem lá da caverna de Platão. O tarólogo, o babalorixá e a especialista em borra vêem Serra disputando de novo a Presidência da República.

O que eu acho? Bem, eu não pratico artes adivinhatórias. Acho que quem sai de uma eleição com as características que teve esta de 2010 com 44 milhões de votos pode reivindicar, gozando dos direitos partidários, o que bem entender desde que tenha condições objetivas para tanto. “Política tem fila”? Tem se aquele que a metafísica influente diz estar em primeiro lugar exibe condições de ganhar a eleição. E, obviamente, ter as condições não quer dizer alcançar o objetivo. O arcano das urnas é o eleitor.

O que não é aceitável — e quem entrar nessa vai quebrar a cara — é cobrar o suicídio político de quem teve 44 milhões de votos. É uma perspectiva boçal. A tese de que “Serra tem de sair para que o partido se renove” é uma tolice sem par. Não é ciência política, mas expressão de uma escolha e de um desejo. O adivinhador Alberto Carlos de Almeida,  “cinetista político”, que previa a vitória de Dilma no primeiro turno com uns 15 pontos de diferença (era o que lhe diziam as cartas de Marcos Coimbra), escreveu dia desses um artigo em que cravou a seguinte delicadeza (vai com a sintaxe dele): 

“Vão se os nomes, ficam as instituições. Vão se os derrotados, ficam os vencedores. Em algum momento o PSDB derrotará o PT. Para tornar isso mais tangível, para antecipar no tempo esse desfecho, seria fundamental que o PSDB fizesse a mais profunda possível renovação em sua direção partidária, uma renovação que eliminasse todos os serristas e desse a direção do partido a políticos jovens alinhados com Aécio Neves e Beto Richa.”

Almeida consultou a borra de sua “ciência” e descobriu no fundo da xícara o “Pogrom libertador”. Ele quer “eliminar” Serra e os serristas. Só assim ele acha que o PSDB terá futuro. Para que o pensamento desse gigante prospere, é preciso sair eliminando pessoas da vida pública. Essa é a qualidade do debate.

Bem, não será assim. É bom civilizar esse debate. Como se nota, o “Paradigma Almeida” não é exatamente composto de argumentos. Ele prefere quebrar uma lâmpada na cara daqueles a quem quer vencer. É seu jeito de caminhar na rua do pensamento.

quinta-feira, novembro 18, 2010

PSDB FAZ REUNIÃO PARA REORGANIZAR PARTIDO MAS SÓ DOIS GOVERNADORES ELEITOS PARTICIPAM. NADA FOI DECIDIDO.

Em reunião esvaziada - a primeira depois da eleição na qual José Serra foi derrotado por Dilma Rousseff (PT) na corrida pela Presidência da República - o PSDB decidiu que é preciso reorganizar o partido e movimentar as bases eleitorais. A meta é chegar à eleição municipal de 2012 com o candidato à eleição presidencial de 2014 escolhido.

"É salutar que em 2012 nosso candidato de 2014 já circule o país", resumiu o deputado federal reeleito Bruno Araújo (PE), ao deixar hoje a reunião da Executiva Nacional do PSDB, em Brasília. A primeira ação do partido será atualizar o cadastro de filiados. O PSDB calcula ter registrado 230 mil filiados, mas a cúpula admite que a militância não está ativa. "Queremos montar o partido em todos os municípios do Brasil", afirmou o presidente do Instituto Teotônio Vilela, Luiz Paulo Veloso Lucas.

O objetivo é ter esse cadastro refeito e conseguir novos filiados até março, quando haverá eleição para os diretórios municipais. A eleição deve ocorrer até o dia 20 daquele mês. As eleições dos diretórios regionais e do diretório nacional devem ocorrer, respectivamente, nos dias 17 de abril e 29 de maio. No entanto, a maioria dos tucanos que participou da reunião de hoje da Executiva defende a recondução do atual presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE). "Ele tem o respeito de todo o partido", afirmou Araújo. 

Do total de oito governadores eleitos pelo PSDB, apenas dois compareceram à reunião: Teotônio Vilela, de Alagoas, e Anchieta Júnior, de Roraima. O senador eleito Aécio Neves continua em viagem, e os senadores Arthur Virgílio (AM) e Álvaro Dias (PR) não participaram do encontro por problemas de saúde. Leia MAIS

sábado, novembro 06, 2010

SOBRE O MURO: QUEM SERÁ O LÍDER DA OPOSIÇÃO?

A revista Veja faz um alentado inventário da campanha da Oposição, que junta os cacos e promete fazer Oposição. Por enquanto, está sendo um desastre. Haja vista o caso do retorno da CPMF, defendida por Aécio Nevez e o governador eleito de Minas Gerais, Antonio Anastasia, que venceu o pleito com mais de 60% dos votos no primeiro turno. No segundo, esse apreciável poder de Aécio para transferir votos para seu candidato migrou praticamente todo para Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo Aécio vem articulando com a base aliada do PT para conseguir a Presidência do Senado. Leiam o que informa a reportagem de Veja:

Com a derrota de José Serra na disputa pelo Palácio do Planalto, líderes dos PSDB, DEM e PPS tentam juntar os cacos e se reorganizar para enfrentar Dilma Rousseff e uma numerosa base aliada no Congresso. Uma segunda chance para aprender a ser oposição, após oito anos de governo Lula. “Pecamos por ter sido muito cordatos. Mesmo com o mensalão, os aloprados, nós nos encolhemos. Não fizemos a oposição que deveríamos”, admite a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

Pela frente, eles têm ainda a tarefa de consolidar um líder, que os conduza com menos sobressaltos à eleição presidencial de 2014. Os candidatos ao posto: os senadores Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP) e os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Beto Richa (PR). Sem cargo, o candidato derrotado à Presidência deve assumir função semelhante a do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – a de conselheiro.

Mesmo sem vencer a eleição, Serra conquistou para a oposição um capital político de 43,7 milhões de votos, 43,9% do eleitorado. Juntos, PSDB e DEM vão governar 10 estados, entre eles os estratégicos e populosos São Paulo, Minas Gerais e Paraná. São quase 97 milhões de brasileiros – mais da metade da população. No Nordeste, reduto do PT, a oposição conquistou o Rio Grande do Norte e Alagoas.

Em meio ao debate eleitoral, Serra conseguiu fazer um contraponto ao governo Lula. Questões como a corrupção, as deficiências de infraestrutura, o atraso em obras federais, a necessidade de aumentar o investimento público e de reduzir a taxa de juros foram mencionadas – porém, de forma tardia.

A demora de Serra em assumir-se candidato à Presidência, enquanto Dilma viajava o Brasil na pose de sucessora de Lula, angustiou e desmobilizou políticos e militantes da oposição. Em janeiro de 2010, o tucano, de quem se esperava a largada para investidas contra o governo federal, deixou claro: “Candidato a presidente não é chefe de oposição.” Poucos se habilitaram para a tarefa. E a oposição teve voz fraca nas grandes decisões do país.

Marisa Serrano atribui a moderação dos tucanos ao medo de parecerem com os petistas durante o governo FHC. “Nunca agimos de forma raivosa. Isso sempre foi o perfil do PT. Fomos tachados como um país sem oposição. Na verdade, estávamos aprendendo a ser oposição”, diz a senadora. “Teremos agora mais ação e fiscalização. Não deixaremos passar nada.”

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), promete firmeza. “Faremos uma oposição segura.” Uma das mais contundentes vozes contra o governo Lula, o senador tucano Alvaro Dias (PR) quer uma oposição “sem adjetivos”, nem agressiva, nem suave. “O discurso de um oposicionista chega a poucos. O de um presidente, a milhões”, avalia. “Precisamos nos organizar para dar mais volume à oposição. Mais gente precisa falar por nós.”


O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), pretende trabalhar por um discurso unificado para desgastar o PT e o governo de Dilma e por um projeto próprio, com a cara da oposição. “O Congresso foi combativo durante o governo Lula, mas os governadores de oposição só se pronunciaram muito perto do período eleitoral”, diz. “Os governador eleitos este ano devem agora ajudar a vocalizar nossas ideias por todo o país. São eles que estão mais próximos dos eleitores.” Clique AQUI para continuar lendo 


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GRANDE PARTE DOS ESTADOS QUE GOVERNADORES DEFENDEM CPMF NÃO APLICAM OS 12% PREVISTO NA CONSTITUÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE.

Grande parte dos Estados cujos governadores eleitos integram o movimento pela volta do imposto do cheque para custear a saúde pública não aplica os 12% como previsto na Constituição e nos critérios estabelecidos pela resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

As informações constam da análise técnica das receitas e das despesas dos Estados do Ministério da Saúde. Os dados consolidados mais recentes são referentes a 2008. O balanço mostra que 13 Estados não atingiram o porcentual de 12% dos recursos com a saúde pública em 2008.

Entram nesse rol o Piauí, Ceará, Paraíba, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, cujos governadores eleitos ou reeleitos declararam ser a favor da volta de um imposto nos moldes da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), como levantamento publicado ontem no Estadão.

A nota técnica do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde e do Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento do ministério leva em conta os dados declarados pelos governos estaduais, relatórios de execução orçamentária, dados de receita e de despesa com saúde.

Os Estados informam ter atingido o mínimo exigido de gastos, mas incluem como despesas com saúde ações não diretamente destinadas a serviços de acesso universal, igualitário e gratuito e confundindo o setor com outras áreas de políticas públicas.

Eles declaram, por exemplo, gastos em instituto de previdência e em assistência médica de servidores, em fundo de apoio habitacional de assembleia estadual, em melhorias no sistema prisional, agricultura familiar e com ações de assistência social.

A resolução do CNS (número 322 de 8 de maio de 2003) em vigor e defendida pelos parlamentares e entidades de saúde pública no projeto de regulamentação da aplicação dos recursos, apelidada de emenda 29, em tramitação no Congresso é clara e específica sobre o que pode ser ou não considerado gasto dentro desse porcentual de 12%.

O Rio Grande do Sul foi o Estado que menos aplicou recursos na saúde pública em 2008 (4,47%). Nos dados enviados pelo Estado constam gastos de R$ 921,81 milhões, mas a análise do balanço de gastos concluiu que foram aplicados R$ 616,81 milhões. Entre as despesas, a análise constatou uso do dinheiro para gestão de saúde do servidor público estadual, saneamento básico urbano e programa de prevenção da violência.

Ajuda. No Ceará, foram contabilizados R$ 38,3 milhões de gastos com a saúde de servidores e R$ 5,6 milhões com residência médica. O Estado informou ter gasto R$ 1,07 bilhão com saúde pública, mas a análise constatou R$ 719 milhões. "O total de despesa com saúde declarado é superior ao analisado no balanço geral do Estado", diz nota técnica aprovada pelo ministério.
A aplicação dos recursos fora dos critérios da resolução tem acumulado um passivo nos últimos 10 anos que pode chegar a R$ 16 bilhões. Na reunião de ontem do Conselho Nacional de Saúde foi levantada a discussão de uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos Estados que, ao mesmo tempo, serviria para injetar recursos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

"É impossível exigir dos Estados que coloquem em dia os recursos de uma hora para outra. Devemos fazer um estudo de securitização financiado pelo BNDES", afirmou Elias Jorge, diretor do Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento do Ministério da Saúde. A exemplo do que faz com empresas e com dívidas agrícolas, o BNDES colocaria os recursos para os Estados que, poderiam aplicar em ações do SUS e zerar esse passivo. "Um fundo de investimento seria criado e, a partir daí, Estados e municípios passariam a cumprir o previsto."  Do portal do Estadão

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quinta-feira, novembro 04, 2010

PETRALHAS ARMAM ARAPUCA PARA SILENCIAR OPOSIÇÃO E CHAMAM O AÉCIO PARA FAZER O SERVIÇO. SILÊNCIO DA OPOSIÇÃO É ESCANDALOSO!

LEIAM O que está sendo noticiado pela grande imprensa. Ao final comento:

O governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), defendeu nesta quinta-feira (4) que haja um pacto entre governo e oposição e disse que considera 'razoável' a indicação de Aécio Neves (PSDB) para a presidência do Senado. Durante a manhã, ele participa de reunião em Brasília com políticos eleitos e reeleitos do PSB. 

Discutir a possibilidade de um nome do PSDB, que eu imagino o Aécio [Neves], que tem ascensão no partido, para presidir o Senado seria um gesto [em favor do pacto sugerido]. Não [significa que] está cooptando, não vai participar do governo, mas estaria assumindo responsabilidades com a governabilidade e com o futuro do país. E faria isso de forma transparente, pública, assumindo compromissos sobre temas", declarou.

Segundo o governador, a oposição já defendia a aproximação em temas específicos durante a campanha. "O Serra passou a campanha inteira propondo um pacto [entre governo e oposição] pela educação, vamos ver agora se ele é capaz de fazer isso. Se pode pela educação, por que não pela saúde e outras áreas?", disse.

Sobre a composição de ministérios e estatais, Cid defendeu que haja liberdade para que a presidente eleita, Dilma Rousseff, escolha aqueles que assumirão os cargos. "Acho que a presidente deve ter total, ampla e irrestrita liberdade de escolher os melhores quadros nacionais, independente até de filiação partidária, para fazer um bom governo", afirmou.

Ricardo Coutinho (PSB), governador eleito da Paraíba, disse achar legítimo que o PSB tenha mais espaço no governo após o sucesso nas urnas, já que o partido elegeu seis governadores, quatro senadores e 35 deputados federais.

"É legítimo, sim. O PSB elegeu seis governadores, o PSB tem uma plataforma de intervenção programada que é muito uniforme, se você observar bem, percebe que o que se faz em um estado, se faz em outro do PSB. O PSB pode contribuir e muito, mais do que contribui, e acho que deve ter um diálogo maior", afirmou.

Renato Casagrande (PSB), governador eleito do Espírito Santo, acredita que ainda é cedo para haver qualquer definição sobre composição de governos. "O objetivo nosso para o crescimento do partido é mostrar a eficiência do PSB no Brasil, dar sustentação ao governo da presidente Dilma e, naturalmente, sem ansiedade, estamos debatendo a participação do PSB no governo. O PSB já participa do governo do presidente Lula e, naturalmente, vai participar do governo da presidente Dilma", disse.

Segundo ele, é necessário que, primeiro, Dilma exponha em que área a participação do partido pode ser mais útil. "Temos que ver onde o PSB pode contribuir mais na visão da presidente. Nós temos que inverter essa discussão, a gente tem que saber onde pode contribuir mais", afirmou.

Eduardo Campos (PSB), governador reeleito de Pernambuco, esteve em reunião na noite anterior com José Eduardo Dutra, coordenador-geral da transição de Dilma e presidente do PT. "O que eu coloquei de maneira muito clara para o Dutra é que a presidente sabe do padrão e da relação como aliado que o PSB tem. Nós sempre nos colocamos de maneira a colaborar, nunca vamos constranger ou trocar apoio político por esse cargo ou aquele outro cargo. Nossa discussão é o conteúdo do governo", afirmou Campos.

Segundo ele, a presidente eleita já anunciou que deseja a participação do PSB no governo. "Quando ela achar o tempo devido, ela vai chamar o PSB e dizer: 'quero que vocês participem dentro deste perfil, nesta área específica'. E ela vai compartilhar com os partidos também da escolha dos nomes, até porque as pessoas vão trabalhar com ela, ela precisa ter afinidade com as pessoas. Não se trata de os partidos chegarem e dizerem: 'eu quero este lugar e este nome'. Não existe isso", disse.

Ele negou o boato de que o PSB estaria tentando indicar ministros para as pastas de Integração Nacional e Cidades. "Eu tenho lido isso nos jornais com frequência, assistido na televisão.

Nós não colocamos as coisas nesses termos, sinceramente não colocamos. Nós entendemos que cabe à presidente eleita montar uma equipe que tenha identidade com seu estilo de trabalho. Pode ser que um partido deseja colaborar com a área mas ela já tem uma pessoa escolhida", declarou. Do site G1 

MEU COMENTÁRIO: Está aí com todas as letras. Estão montando um arapuca para silenciar a Oposição e chamam o Aécio Neves para fazer o serviço. Isto é escandaloso, principalmente se o PSDB não se manifestar, se continuar calado consentindo todas essas especulações que envergonham e enfurecem os 44 milhões de eleitores que sufragaram José Serra que simbolizou - pelo menos simbolizou - a oposição a todas as trambicagens e roubalheiras desse governo iníquo do PT.

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quarta-feira, novembro 03, 2010

ALCKMIN, ANASTASIA E RICHA: OS TRÊS PATETAS

A confirmar-se o que está na coluna painel da Falha de São Paulo desta quarta-feira, surgem os três patetas da Oposição: Geraldo Alckmin, Anastasia e Beto Richa, que já teríam corrido ao telefone para enviar cumprimentos à Madrasta dos dossiês.

Os eleitores que votaram na Oposição são simplesmente mandados às favas. Passada a eleição resolvem tripudiar sobre os votos que receberam e passam a manobrar de acordo com seus próprios interesses. Há, como se vê, um enorme espaço para a criação de uma versão brasileira do Tea Party. Leiam:

Ainda sob efeito da ressaca eleitoral, expoentes do PSDB ensaiam o matiz da "nova oposição", prescrito, sobretudo, pelos governadores eleitos em São Paulo, Paraná e Minas. Anteontem, Geraldo Alckmin telefonou a Dilma Rousseff para cumprimentá-la. Propôs parcerias e elogiou o primeiro discurso. Beto Richa conversará hoje com a eleita e pregará "boa relação" com o Planalto, a exemplo de Antonio Anastasia. 

Com o gesto, interlocutores entendem que o trio começa a reposicionar as peças no tabuleiro tucano após três reveses nacionais consecutivos, ofuscando, ao menos por ora, rancores residuais entre os grupos de José Serra e Aécio Neves.

Um antiemético, por favor! 

A propósito na mesma Falha de SãoPaulo desta quarta-feira, há um artigo do professor Marco Antonio Villa que cai como uma luva para o assunto em pauta. Recomento ao Alckmin, Anastasia e Beto Richa que leiam. Transcrevo na íntegra:
44% ESTÃO NA OPOSIÇÃO

A OPOSIÇÃO acreditou que criticar o governo levaria ao isolamento político. O resultado das urnas sinalizou o contrário: 44% do eleitorado disse não a Dilma. Ela era candidata desde 2008. Ninguém falou em prévias, nenhum líder fez muxoxo. Lula uniu não só o partido, como toda a base.
Articulou, ainda em 2009, as alianças regionais e centrou fogo para garantir um Congresso com ampla maioria, para que Dilma pudesse governar tranquilamente.

Afinal, nem de longe ela tem sua capacidade de articulação política.
E a oposição? Demorou para definir seu candidato. Quando finalmente chegou ao nome de Serra, o partido estava dividido, vítima da fogueira das vaidades. Ao buscar as alianças regionais, encontrou o terreno já ocupado. Não tinha aliados de peso no Norte e Centro-Oeste, e principalmente no Nordeste.

Neste cenário, ter chegado ao segundo turno foi uma vitória. No último mês deu mostras de combatividade, de disposição de enfrentar um governo que usou e abusou como nunca da máquina estatal. Como, agora, fazer oposição?
Não cabe aos governadores serem os principais atores desta luta -a União pode retaliar e isso, no Brasil, é considerado "normal".

É principalmente no Congresso Nacional que a oposição deve travar o debate. Lá estará, inicialmente, enfraquecida. Perdeu na última eleição, especialmente na Câmara, quadros importantes. Mesmo assim, pode organizar um "gabinete fantasma" e municiar seus parlamentares e militantes com informações e argumentos. Usar as Câmaras Municipais e as Assembleias estaduais como espaços para atacar o governo federal. E abastecer a imprensa -como sempre o PT fez- com denúncias e críticas.

Espaço para a oposição existe. O primeiro passo é assumir o seu papel. Deve elaborar um projeto alternativo para o Brasil. Sair da esfera dos ataques pessoais e politizar o debate, acabar com o personalismo e o regionalismo tacanho, formar quadros e mobilizar suas bases.

É uma tarefa imediata, não para ser realizada às vésperas da eleição presidencial de 2014.

O lulismo tem pilares de barro. É frágil. Não tem ideologia. Não passa de uma aliança conservadora das velhas oligarquias, de ocupantes de milhares de cargos de confiança, da máfia sindical e do grande capital parasitário. Como disse Monteiro Lobato, preso pelo Estado Novo e agora perseguido pelo lulismo: "Os nossos estadistas nos últimos tempos positivamente pensam com outros órgãos que não o cérebro -com o calcanhar, com o cotovelo, com certo penduricalhos, raramente com os miolos".

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terça-feira, novembro 02, 2010

DESESPERADO, OBAMA APELA AO TWITTER E ANALISTAS DA GRANDE IMPRENSA CONTINUAM MENTINDO SEM PARAR SOBRE A ELEIÇÃO AMERICANA

As eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos deverão, segundo as pesquisas, eleger maioria republicana nas duas Casas do Congresso. Na Câmara de Representantes é praticamente certo que os Republicanos consigam retomar a maioria. No Senado o jogo pode ser mais equilibrado, mas também não está afastada a hipótese de uma virada.

Em razão do filtro da grande imprensa internacional nota-se que há um movimento conjunto que tenta salvar Barack Hussein Obama. Os analistas botocudos tentam levar água ao moinho de Obama. Lá acontece como aconteceu aqui no Brasil no que respeita ao comportamento da mídia local e internaciona. A diferença neste aspecto é que nem toda a grande imprensa americana reza pela cartilha democrata. Mas o noticiário que critica acerbadamente Obama não consegue chegar aos nossos ouvidos. O filtro da grande imprensa alinhada ao esquerdismo e ao pensamento politicamente correto promove um permanente ruído. Assim, temos um noticiário internacional vagabundo, distorcido e mentiroso.

Esse filtro da grande imprensa aos poucos vai sendo minado pela ação corrosiva da internet. Tanto é que ilustro este post com o perfil de Barack Obama no Twitter. Sigo o mandatário americano por meio do microblog o  para cotejar as suas ações e reações com o que informam os colunistas do Estadão, Folha e agências internacionais.

Se vocês se derem ao trabalho de ler o que escrevem constatarão que todos, sem nenhuma exceção, além de serem petralhas de carteirinha, são politicamente corretos e adoradores de Hussein Obama, sem falar que são também sequazes do islamismo que pretende destruir a civilização ocidental. Todos esse sabujos cretinos defendem que os islâmicos construam uma gigantesca mesquita ao redor do Marco Zero, no coração de Nova York, onde os assassinos islâmicos praticaram o maior atentado terrorista da história da civilização ocidental.

Mas se vocês repararem, as tuitadas de Hussein Obama são de um líder de pés de barro. O homem está desesperado para tentar minimizar a avalanche da Oposição, enquanto as pesquisas registram há meses que a desaprovação ao seu desastrado governo alcança algo em torno de 52%.

Li hoje a coluna do Krugman no Estadão. Ele censura a ação governamental de Obama e diz que o Presidente não fez as reformas necessárias ao mesmo tempo em que deveria culpar os republicanos pela crise econômica que castiga os cidadãos americanos.

Entretanto, Krugman e os demais analistas esquerdistas botocudos esquecem (ou escamoteiam deliberadamente) que Obama foi um dos beneficiários da generosa ajuda das duas maiores empresas hipotecárias do Estados Unidos que, sob o comando do governo Cliton determinaram a tal bolha subprime que degenerou na crise financeira internacional. São elas a Fannie Mae e Freddy Mac. Ambas foram acionadas na época de Clinton para abrir o crédito imobiliário para os ditos excluídos. Foram também essas duas empresas que concederam apoio financeiro para as campanhas ao Senado de Obama e Hillary, a mulher do Clinton.

Obama preferiu não mexer nos esqueletos que continuam no armário. Krugman sabe disso, como devem saber esses 'gigantes' do jornalismo brasileiro. Mas eles escamoteiam o principal na sua insana tarefa de ajudar a destruir a civilização ocidental entorpecidos pelo feitiço do pensamento politicamente correto, o maior flagelo do século XXI. 

Espero que a oposição americana dê o seu recado nas urnas e promova a virada. Disso não dependem apenas os americanos, mas nós brasileiros também, como de resto os demais países do mundo. Dependemos não só do consumismo e fortalecimento da economia americana, amaldiçoados pela idiotia esquerdista, mas também do fato de que só a heróica oposição dos cidadãos conscientes do Estados Unidos poderá salvar os já combalidos valores da civilização ocidental, fundamentos da apreciável prosperidade e bem-estar da humanidade.

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quarta-feira, outubro 06, 2010

OPOSIÇÃO DETÉM 55,4% DO PIB BRASILEIRO

Governadores aliados de José Serra (PSDB) venceram no primeiro turno em Estados que correspondem a 55,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Os aliados de Dilma Rousseff (PT) ficaram com 33,7%, enquanto governos que correspondem a 10,9% serão definidos no segundo turno. Veja mais  


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segunda-feira, setembro 27, 2010

CHAVISMO PERDE MAIORIA DE 2/3 NO PARLAMENTO. OPOSIÇÃO SE REVIGORA E FORTALECE A RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA

O partido do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, perdeu a maioria de dois terços do Parlamento nas eleições legislativas realizadas no domingo, 26, que marcaram o retorno da oposição à Assembleia ao Parlamento.

De acordo com o Conselho Nacional Eleitoral, o partido governista PSUV conquistou 90 cadeiras das 165 em disputa. A oposição, por sua vez, ficou com 59 vagas, mais de um terço das composição da Casa. O partido dissidente do chavismo, PPT, obteve duas vagas. Ainda estão por ser contabilizados os votos de outros sete postos que ainda devem ser anunciados nesta segunda-feira.

A participação dos eleitores foi de 66,45%, uma das mais altas da história para eleições legislativas.

"Nós alcançamos um importante resultado eleitoral, mas não foi possível conseguir os dois terços. Temos por enquanto 95 deputados, uma maioria contundente", afirmou o dirigente do PSUV Aristobulo Isturiz, diante de milhares de simpatizantes do governo, que pediam a presença de Chávez e esperavam o anúncio de uma vitória mais ampla. O presidente venezuelano, porém, não apareceu. 

"A meta não foi alcançada, mas esse esforço nos reafirma como a primeira força política do nosso país", afirmou Isturiz, em um brevíssimo discurso.Leia MAIS no portal do Estadão