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quinta-feira, maio 19, 2011

GOVERNO CONTRATA EMPRESA PARA 'LIMPAR' A IMAGEM DE PALOCCI FAZENDO ESTRANHO LINK COM CASO FRANCENILDO

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, foi atrás de uma empresa de comunicação para gerenciar sua imagem durante a crise que se abriu com a revelação do rápido crescimento de seu patrimônio. Contratou a FSB, especializada neste ramo.

Curiosamente, o atual diretor-executivo da FSB é Gustavo Krieger, jornalista que, em 2006, participou ativamente das reportagens que  revelaram a existência de um depósito de 38 mil reais na conta do caseiro Francenildo Costa. O caseiro revelara a existência de uma mansão, em Brasília, frequentada por acusados de envolvimento em desvios de verba pública. E afirmou que o ministro era presença constante no local.

A base aliada usou o episódio para tentar desmoralizar o caseiro, alegando que ele havia recebido dinheiro para falar contra Palocci. No fim das contas, a verdade veio à tona: o depósito havia sido feito pelo pai de Francenildo. E o comprovante do depósito foi obtido de forma ilegal, com a quebra do sigilo bancário do caseiro na Caixa Econômica Federal. O episódio derrubou Palocci do Ministério da Fazenda.
Numa página pessoal que mantém na internet, Krieger se identifica como especialista em “gerenciamento de crises”. Do portal da revista Veja

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quarta-feira, setembro 08, 2010

Sponholz: Duas charges geniais!

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SERRA REAGE À QUEBRA DE SIGILO DE SEU GENRO E FULMINA: "É TRABALHO DE QUADRILHA"

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse nesta quarta-feira, 8, estar indignado com a notícia de que o sigilo fiscal do seu genro, Alexandre Bourgeois, também foi quebrado na agência da Receita Federal em Mauá (SP). "A questão do meu genro deixa mais do que claro que é um trabalho organizado. É um trabalho de quadrilha", disse o candidato, após participar na capital de encontro em defesa das pessoas com deficiência. "A violação do sigilo do meu genro e da sua intimidade é mais um capítulo desse episódio vergonhoso."

Serra mostrou irritação ao falar sobre o caso, uma vez que, na avaliação dele, a vida privada dos seus netos também foi invadida. Anteriormente, na mesma agência da Receita Federal em Mauá, também havia sido violado o sigilo fiscal da sua filha, Verônica Serra, casada com Bourgeois. "Claro que estou muito ofendido, mas esse crime vai além desse episódio e dessa questão pessoal", afirmou. "Esse episódio, na verdade, envolve toda a nossa sociedade e todo o Brasil. O que está sendo quebrado é um preceito constitucional."
O tucano criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em comício em Guarulhos, no último sábado, acusou Serra de usar o caso da quebra de sigilo para transformar sua família em vítima. "É realmente uma coisa extraordinária", ironizou. "Você sofre um crime, reclama do crime, protesta e é considerado um transgressor. Essa é a estratégia do PT, da candidata oculta e do próprio presidente da República enquanto pessoa física, antecipando inclusive defesa a ataques que eles mesmos fizeram."

Ele criticou novamente o presidente Lula por ter aparecido nesta terça-feira na propaganda eleitoral da candidata do PT, Dilma Rousseff. Na TV, Lula atacou Serra. "Infelizmente, nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz para tudo o que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria", disse o presidente. "Tentar atingir com mentiras e calúnias uma mulher da qualidade de Dilma é praticar um crime contra o Brasil, em especial contra a mulher brasileira."

Serra afirmou que Dilma terceirizou os ataques ao utilizar o presidente Lula em defesa da sua candidatura. "Há uma terceirização de debates e também de ataques, que incluem agora, inclusive, o presidente Lula, que apesar de ser presidente da República de todos os brasileiros se engaja como porta-voz de uma candidata que aparentemente não tem condições de falar por si própria." 

"O que houve ontem não foi uma defesa, foi um ataque", afirmou Serra, sem querer responder se gravaria uma participação no horário eleitoral em resposta a Lula. "No programa eleitoral, eu falo para a população brasileira, não falo para este indivíduo ou aquele." Do portal do Estadão

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Sponholz: Aloprados, mentirosos e perigosos!

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terça-feira, setembro 07, 2010

SERRA FULMINA: QUEBRA DE SIGILO É CRIME CONTRA A CONSTITUIÇÃO E AVISA QUE AGORA PSDB É QUEM VAI CUIDAR DESTE ASSUNTO.

O candidato do PSDB a presidente, José Serra, voltou nesta terça-feira, 7, a tratar da quebra do sigilo de sua filha Verônica como "crime contra a Constituição". O tucano limitou-se a reafirmar que o episódio revela a utilização da máquina do governo federal para fins de natureza eleitoral e disse que não comentará mais o episódio. "Eu hoje me permiti não entrar nesse assunto", afirmou. "Vou deixar que o partido, a partir de agora, trate desse assunto."

Em visita à maior feira de produtos cristãos da América Latina, em São Paulo, o tucano disse que pratica o cristianismo por "convicção" e afirmou que não é um "cristão de boca-de-urna", sem se referir a nenhum adversário específico. "Eu não sou cristão de boca-de-urna para agradar a eleitores e conquistar votos e, no dia seguinte, esquecer o assunto", disse. 

Ao lado do candidato do PSDB a governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Serra assegurou acreditar profundamente em preceitos cristãos, como justiça e verdade, que, para ele, fariam "muito bem" se aplicados na política. "Chega de enganação, chega de mentira." Do site do Estadão 


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A POLÍTICA DO DEBOCHE

Transcrevo o editorial do jornal O Estado de São Paulo que está em sua edicação desta terça-feira. O título do post é o mesmo do original. Merece ser lido:

Quanto mais se acumulam as evidências de que o PT é o mentor do crime continuado da devassa na Receita Federal, de dados sigilosos de aliados e familiares do candidato presidencial do PSDB, José Serra, tanto mais o presidente Lula apela para o escárnio. É assim, desenvolto diante da exposição das novas baixezas de sua gente, que ele procura desqualificar as denúncias de que as violações tinham a única serventia de reunir material que pudesse ser utilizado contra os adversários da candidata governista, Dilma Rousseff.

Do mensalão para cá, essa atitude só se acentuou. No escândalo da compra de votos no Congresso Nacional, em 2005, ele ficou batendo na tecla de que não sabia de nada e que, de mais a mais, o que a companheirada tinha aprontado - diluído na versão de que tudo se resumia a um caso de montagem de caixa 2 - era o que se fazia comumente na política brasileira. Depois, propagou e mandou propagar a confortável teoria de que as acusações eram parte de uma "conspiração das elites" para apeá-lo do poder. Mas não chegou a zombar acintosamente das revelações que iriam ficar gravadas na história de seu partido.

Já no ano seguinte, quando a polícia detonou a tentativa de um grupo de petistas, entre eles o churrasqueiro preferido de Lula, de comprar um falso dossiê contra o mesmo José Serra, então candidato a governador de São Paulo, o presidente incorporou ao léxico político nacional o termo "aloprados" com que, para mascarar a gravidade do episódio, se referiu aos participantes da torpeza. Agora, enquanto escondia a sua escolhida - acusada pelo tucano como responsável, em última instância, pela fabricação de novo dossiê com os documentos subtraídos do Fisco -, o presidente se abandonou ao cinismo.

No fim da semana, em um comício em Guarulhos, na Grande São Paulo, a que Dilma não compareceu, ele acusou Serra de transformar a família em vítima. Ou seja, o que vitimou a filha do candidato não foi a comprovada captura de suas declarações de renda por um personagem do submundo - cuja filiação ao PT só não se consumou por um erro de grafia de seu nome -, mas o "baixo nível" da campanha do pai, que tratou do escândalo no horário de propaganda eleitoral. E ele o teria feito porque "o bicho está em uma raiva só" diante dos resultados desfavoráveis das pesquisas eleitorais. "É próprio de quem não sabe nadar e se debate até morrer afogado", desdenhou.

O auge da avacalhação - para usar uma palavra decerto ao gosto do palanqueiro Lula - foi ele perguntar retoricamente: "Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê os vazamentos?" Se é da filha de Serra que ele falava, o sigilo vazou para os diversos blogs lulistas que publicaram informações a seu respeito que só poderiam ter sido obtidas a partir do acesso ilícito aos seus dados fiscais. E o presidente sabe disso desde janeiro, quando o ainda governador Serra o alertou para a "armação" contra seus familiares na internet. Confrontado com o fato, Lula disse, sem ruborizar-se, ter coisas mais sérias para cuidar do que das "dores de cotovelo do Serra".

Se, no comício, a sua pergunta farsesca tratava das outras pessoas ligadas ao candidato, como, em especial, o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, o sigilo vazou para membros do chamado "grupo de inteligência" da candidatura Dilma. No caso de Eduardo Jorge, aliás, a invasão não se limitou à delegacia da Receita em Mauá, no ABC paulista, a primeira cena identificada do crime. Na última quinta-feira, o Estado revelou que um analista tributário lotado na cidade mineira de Formiga, Gilberto Souza Amarante, acessou dez vezes em um mesmo dia os dados cadastrais do tucano. O funcionário é petista de carteirinha desde 2001. 

Ninguém mais do que Lula, com o seu imitigado deboche, há de ter contribuído tanto para a "maria-mole moral" em que o País atolou, na apropriada expressão do jurista Carlos Ari Sundfeld, em entrevista no Estado de domingo. Nem a bonança econômica nem os avanços sociais podem obscurecer o perverso legado do lulismo. Por minar os fundamentos das instituições democráticas, essa é hoje a mais desafiadora questão política nacional

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AS 4 FASES DE UMA EMBROMAÇÃO. VEJA VÍDEO!


É esse tipo de gente que quer continuar a (des)governar o Brasil. Olhem bem para o semblante deles.

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segunda-feira, setembro 06, 2010

AÇÕES CRIMINOSAS DENTRO DA RECEITA FEDERAL TEM MOTIVAÇÕES POLÍTICAS, SEGUNDO O PRESIDENTE DO PSDB SÉRGIO GUERRA

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, afirmou, nesta segunda-feira (6), que a direção do Partido dos Trabalhadores (PT) fez uma nova tentativa de se "desvencilhar das responsabilidades" e de dar explicações sobre o vazamento de dados fiscais da filha do candidato tucano, Veronica Serra, e de outros integrantes do PSDB.

"A nova tentativa de desviar a atenção da imprensa e da opinião pública reforça a percepção que todos temos de que as ações criminosas ocorridas no âmbito da Receita Federal têm claras motivações políticas", disse Guerra, por meio de nota à imprensa, a exemplo do que já havia declarado nesta segunda o candidato tucano, José Serra.

Segundo ele, a tentativa de tratar como "fatos isolados" os recentes episódios têm como objetivo evitar que a sociedade brasileira perceba o alcance dos mesmos. "É de suma importância para o Brasil que recapitulemos o conjunto de fatos conhecidos", acrescentou o presidente do PSDB.

De acordo com Guerra, as "mãos" que violaram os dados fiscais de Verônica Serra, Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, Ricardo Sérgio Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros e do empresário Gregório Marim, são as mesmas que violaram o sigilo bancário de Francenildo Costa, que produziram dossiês contra a ex-primeira dama Ruth Cardoso e apagaram imagens gravadas por câmeras de segurança do governo.

De acordo com a avaliação do presidente do PSDB, os novos fatos apontam para a existência de um "verdadeiro esquema de vazamento e manipulação de dados sigilosos envolvendo a agência da Receita de Mauá, na região do ABC de São Paulo, berço histórico do PT". "Ou seja, todos os fatos que vieram a público indicam que a violência praticada contra a filha de Serra e integrantes do PSDB são parte de uma mesma ação criminosa arquitetada para atender interesses políticos do PT", acrescentou Guerra.

Ele disse ainda que o PSDB espera, dos órgãos oficiais responsáveis, uma investigação rigorosa e conclusiva. "Que sejam ouvidos todos os técnicos da Receita Federal e também os técnicos responsáveis pelo sistema de câmeras de segurança do governo. Que seja trazido a público o resultado das investigações sobre a ação dos chamados aloprados na campanha de 2006 em São Paulo", concluiu. Do portal G1 


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domingo, setembro 05, 2010

ANALISTA DA RECEITA FEDERAL QUE PRATICOU CRIME DE QUEBRA DE SIGILO DE TUCANO EM MINAS GERAIS É FILIADO AO PT

Facsimile da web prova: autor do crime de quebra de sigilo é do PT
O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que trabalha para Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001.

De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município mineiro de Formiga, onde o analista acessou, no dia 3 de abril de 2009, o CPF de Eduardo Jorge dez vezes em menos de um minuto.

A identificação de Amarante foi feita pelo Estado com base no número do título de eleitor e do registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista tributário. A situação do registro de filiação de Amarante é classificada como "regular" pelo sistema do TSE. O servidor do Fisco vota na 18ª zona eleitoral, na seção 35, que fica na Casa de Cultura de Arcos.

A agência da Receita Federal responsável pela região do município de Arcos é sediada em Formiga e está subordinada à Delegacia de Divinópolis, a 124 quilômetros da capital Belo Horizonte (MG).

Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem negócios nem imóveis na cidade mineira de Formiga, o que reforça a suspeita de violação de seus dados pelo analista. Os acessos feitos a partir do computador no interior de Minas aconteceram seis meses antes do início da série de violações de sigilos fiscais de dirigentes tucanos e da filha do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.

Os dados fiscais de Verônica foram obtidos pelo contador Antonio Carlos Atella Ferreira, que era filiado ao PT quando usou uma procuração forjada para acessar os dados da filha do ex-governador de São Paulo. O PT afirma que o pedido de filiação de Atella não foi concluído, mas o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) confirmou o registro da filiação.

Os acessos aos dados de EJ pelo analista de Formiga foram identificados pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que à pedido da Receita fez uma "Apuração Especial", relacionando todas as consultas envolvendo o CPF do vice-presidente do PSDB no período entre 2 de janeiro e 19 de junho de 2009.

Todas as consultas feitas por Amarante aconteceram em questão de segundos. De acordo com o documento obtido pelo Estado, o primeiro acesso aos dados de Eduardo Jorge aconteceu às 16h32m18s. O último ocorreu às 16h32m59s. Todas as consultas foram feitas pelo mesmo usuário, a partir de um único computador. 

Além de EJ e Verônica Serra, os sigilos fiscais de outros tucanos também já foram violados por servidores da Receita. No dia 8 de outubro do ano passado, os dados do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros foram acessados, bem como os de Gregorio Marin Preciado (empresário casado com uma prima de Serra) e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso. Do site do Estadão texto e facsímile 


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sábado, setembro 04, 2010

PROGRAMA DE SERRA NA TV NÃO PEGA PESADO, APENAS DIZ A VERDADE PARA QUE ELEITORES NÃO DIGAM DEPOIS QUE NÃO FORAM AVISADOS DA AMEAÇA QUE REPRESENTA O PT


Esta é a íntegra do programa eleitoral de José Serra denunciando a ameaça à democracia que representa um eventual sucesso eleitoral do PT com a eleição de uma mulher que ninguém sabe quem é e que nunca foi eleita para nada. Dilma é um produto artificial; Serra, pelo menos, os brasileiros sabem que é: o único candidato à Presidência da República que tem preparo, experiência administrativa comprovada, é ficha limpa.

Por fim, o que é mais importante ainda: Serra é o único que garante que a democracia não será destruída. Esta é a verdade. O programa de Serra não pega pesado. Apenas diz a verdade para que ninguém possa dizer depois, parodiando Lula, que não sabia de nada.

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BRASIL NO RUMO DO AUTORITARISMO

Transcrevo, após este prólogo, um artigo do do ex-prefeito e candidato a Senado pelo Rio de Janeiro, Cesar Maia, no seu Ex-blog, boletim que circula diariamente na internet. Neste seu escrito Maia foi ao ponto ao fazer um paralelo entre o Estado Policial que vai sendo montando pelo PT, e que se escancarou agora com o crime da quebra do sigilo fiscal da Receita Federal, e a estratégia do Partido Nazista de Hitler para chegar ao domínio absoluto na Alemanha.

O caminho do autoritarismo - anota Cesar Maia - é o mesmo em todos os lugares, começando com a censura à imprensa, seguindo-se pela montagem de um Estado Policial com o controle da privacidade dos cidadãos. O derradeiro ato para a constituição de um regime autoritário é o domínio completo do Parlamento, atraindo os parlamentares dóceis e oportunistas. Esses tipos estão sempre prontos para fazer qualquer negócio, como acontece no Brasil sob o império de Lula e seus sequazes. A ilustração acima mostra Lula ...oooops...Hitler discursando. Cáspite! mas os gestos chegam a ser parecidos, não? 

Leiam o artigo do Cesar Maia:

1. Em janeiro de 1933, na Alemanha, depois de sucessivas quedas de gabinete, finalmente foi feito um acordo se aceitando entregar o cargo de chanceler (primeiro-ministro) a Hitler, cujo partido com menos de 30% dos parlamentares era, ainda assim, o maior. Na composição do governo, os nazis surpreenderam: não quiseram os ministérios da área econômica nem o ministério da defesa. Pediram o controle da POLÍCIA. Sabiam que para controlar o Estado, a Polícia era mais importante que as Forças Armadas. Em seguida, pediram ao Parlamento, alegando medidas urgentes, que Hitler pudesse governar por leis delegadas. 

2. O caminho do autoritarismo é o mesmo em todos os lugares: invade-se a liberdade de imprensa em nome de "abusos"; constrói-se um estado policial, terminando com o direito à privacidade dos cidadãos e, em seguida, se controla o Congresso, costurando uma maioria a partir de sua base, somando parlamentares dóceis aos "argumentos" do governo. A sessão do parlamento alemão -que abriu mão de seu próprio poder após a assunção de Hitler, na qual este esteve presente- foi de aclamação, com todos aplaudindo de pé. A popularidade de Hitler era imensa. Em 1934, na "Noite das Facas Longas", a SS aproveitou para assassinar alguns desses que ajudaram a construir o governo nazi em 30 de janeiro de 1933. Hoje não se precisaria tanto: a eliminação política bastaria. Imagine-se o que se tem de dossiês contra a base aliada para que essa se mantenha dócil.
      
3. A atual campanha eleitoral mostra o mesmíssimo caminho. As tentativas de intervenção na imprensa e as declarações reiteradas do presidente sobre a mídia. Depois -e só agora se sabe- a manipulação do Estado, com invasão de privacidade fiscal. Imagine-se quantas já se fizeram, e quantas são feitas invadindo o sigilo bancário. E os grampos... Afinal, foi o próprio coordenador da campanha nacional do PT que invadiu o sigilo bancário de um caseiro. Perdeu o cargo, mas continua forte como nunca. O mesmo em relação ao ex-ministro da casa civil: perdeu o cargo e continua forte como nunca no PT e na campanha eleitoral.
      
4. Ou seja, para o PT, tais fatos fazem parte de uma ação planejada que quando companheiros são pilhados em flagrante, deixam o cargo, mas nunca o poder. Tem toda a solidariedade dos demais companheiros.
      
5. Imaginando que a vitória presidencial esteja garantida, o presidente invade as campanhas regionais, atropelando a Federação não para apoiar seus candidatos, mas para ofender os adversários, ferindo a majestade do poder, o equilíbrio federativo e a democracia. São fatos que colocam as instituições, potencialmente, em risco. Gobbels chamava de "Estado Total" a incorporação ao Estado dos partidos políticos, dos sindicatos e outras organizações sociais, de toda a imprensa e das atividades culturais. Seu ministério era de "Propaganda e Cultura".  Por aí o Brasil está indo, perigosamente. Defender a autonomia do poder legislativo é tarefa maior nesta eleição, em nível nacional.


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sexta-feira, setembro 03, 2010

POLÍCIA FEDERAL APURA TAMBÉM SE HOUVE QUEBRA DE SIGILO DE EDUARDO JORGE NO BANCO DO BRASIL. DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO NEGA.

O Banco do Brasil divulgou nota oficial nesta sexta-feira (3) negando a suposta violação da conta bancária do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Em depoimento à Polícia Federal (PF) em 5 de agosto, Eduardo Jorge afirmou que sua conta no Banco do Brasil foi violada.

“O Banco do Brasil reitera o zelo pela integridade e segurança dos dados de quem mantém relacionamento com o Banco. Até o momento, não foi identificado qualquer fato que indique violação de sigilo, nem que aponte nessa direção”, diz trecho da nota.

Para apurar a denúncia de Eduardo Jorge, a PF encaminhou à Justiça um pedido para que o Banco do Brasil seja obrigado a fornecer os dados do sistema de controle. Com o pedido de informações ao Banco do Brasil, a PF quer saber a identidade dos funcionários do banco que teriam acessado os dados da conta de Eduardo Jorge e se houve quebra de sigilo bancário.

Segundo a nota, “o Banco do Brasil lamenta ainda que a Instituição, que tem ações negociadas em Bolsa, seja exposta na cobertura jornalística, sem a apresentação de dados concretos. O Banco recebeu Ofício da Justiça e vai se manifestar, adequadamente, na forma processual”. 

A PF já investiga a quebra de sigilo fiscal de Eduardo Jorge e de mais três pessoas ligadas ao partido: o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ex-diretor da Previ Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado, primo de Serra. Veronica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, também teve o sigilo fiscal quebrado. Do site G1

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CRIME DA QUEBRA DE SIGILO DA RECEITA FEDERAL: EDITORIAL DO ESTADÃO RESPONSABILIZA LULA PELA BANDIDAGEM

Editorial do jornal O Estado de São Paulo desta sexta-feira, sobre o ato criminoso do governo de Lula e seus sequazes com a quebra do sigilo fiscal de líderes da oposição e inclusive da filha do candidato José Serra. O título do editorial é "O responsável pela bandidagem". Não deixem de ler:
O procedimento dos interessados em ter acesso a declarações de renda da empresária Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, destoa do que, tudo indica, tenha sido o padrão seguido nas violações do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e de três outras pessoas ligadas ao ex-governador. Nesses episódios, para obter o que queriam, os predadores da intimidade alheia contavam com afinidades políticas ou a ganância de servidores da agência da Receita em Mauá, na Grande São Paulo - uma verdadeira casa da mãe joana, com senhas individuais expostas e documentos eletrônicos ao alcance das vistas de qualquer um.

No caso de Verônica Serra, que antecedeu os dos demais em cerca de uma semana (de 30 de setembro a 8 de outubro do ano passado), o método seguido foi mais complicado na urdidura e mais simples no trâmite final. Alguém falsificou a assinatura da contribuinte - e o seu reconhecimento num cartório onde ela nem sequer tinha ficha - numa solicitação de cópia de documentos e incumbiu um tipo que habita as cercanias do Código Penal, devidamente identificado no formulário, de apresentá-la à Delegacia da Receita de Santo André. Ali, burocraticamente, a servidora Lúcia de Fátima Gonçalves Milan fez o que lhe era pedido, repassando ao titular da procuração as declarações de Verônica relativas aos exercícios de 2007 a 2009.

Por enquanto, pode-se apenas especular sobre os porquês das diferenças de estratagema. Mas o intuito era claramente o mesmo: recolher material que pudesse ser usado contra Serra na sua futura disputa com a escolhida do presidente Lula, Dilma Rousseff. Àquela altura, no último trimestre de 2009, embora o governador paulista ainda se negasse a assumir a pretensão e o mineiro Aécio Neves ainda não tivesse largado mão da esperança de ser ele o candidato, já não havia dúvidas sobre quais seriam os principais contendores da sucessão. E não passa pela cabeça de ninguém que a turma da pesada do PT fosse esperar a formalização das candidaturas para só então juntar papelório que pudesse comprometer o tucano e seus aliados.

Seria, no mínimo, subestimar a capacidade de iniciativa do "setor de inteligência" petista, como viria a ser conhecido. Principalmente porque os responsáveis pelo trabalho sujo não precisariam gastar tempo e energia para preparar o terreno por excelência de onde escavariam a matéria-prima desejada. O campo da Receita Federal começou a ser aplainado para servir aos interesses do partido quando, em 31 de julho de 2008, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, demitiu o então secretário do órgão, Jorge Rachid, há 5 anos e meio no cargo. Desde então, a isenção e o profissionalismo deram lugar ao aparelhamento e à politização das decisões do Fisco. É o que atesta o escândalo das quebras de sigilo para fins eleitorais.

A contar da denúncia, a Receita levou praticamente duas semanas até anunciar a abertura de inquérito administrativo sobre o vazamento de declarações de renda de Eduardo Jorge, cópias das quais apareceram em mãos de membros do comitê nacional de Dilma Rousseff. Depois, quando vieram a público as demais violações, depois que a Justiça autorizou o vice-presidente do PSDB a ter acesso aos autos da investigação, os hierarcas da Receita, acionados pelo governo, correram a desvincular da campanha eleitoral os ilícitos revelados. Afinal, disseram sem enrubescer, o que havia na agência de Mauá era um "balcão de compra e venda de dados sigilosos", movido a "propina". 

Não que não fosse - outros 140 registros também foram vasculhados ali. Se tivesse uma gota de vergonha, aliás, o secretário Otacílio Cartaxo já teria se demitido. Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco: uma repartição em que o livre tráfico de informações presumivelmente seguras sobre os contribuintes brasileiros se entrelaça com o uso da máquina, literalmente, para intuitos eleitorais torpes. O crime comum e o crime político se complementam. Agora, destampada a devassa nas declarações de Verônica Serra, vem o presidente Lula falar em "bandidagem". Se quiser saber quem é o responsável último por essa degenerescência, basta se olhar no espelho. Do portal do Estadão

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CRIME DA QUEBRA DO SIGILO: CULPA NO CARTÓRIO

Artigo da Dora Kramer no Estadão intitulado "Culpa no Cartório". Assino embaixo. Leiam:

Quanto mais o governo tenta esconder, quanto mais a candidata Dilma Rousseff tergiversa, quanto mais a Receita Federal procura se explicar, mais suspeita fica essa história da quebra de sigilo fiscal na delegacia da Receita em Mauá (SP).

Nesta altura da confusão em que até a filha do candidato José Serra entrou no caso, não é possível deixar de desconfiar de que há motivações espúrias que se reveladas poderiam trazer prejuízos à campanha presidencial governista.

Das artimanhas do Planalto para fugir do assunto, a última envolve o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja filha recentemente foi envolvida numa dessas escaramuças de espionagem petista. Na ocasião Mantega e, por extensão, a filha foram defendidos pelo tucano Serra em seu direito à privacidade.

O esforço de parlamentares governistas ontem para derrubar a tentativa de convocação do ministro da Fazenda ao Congresso para dar esclarecimentos a respeito do que, afinal de contas, se passa na Receita (subordinada à Fazenda), foi praticamente uma confissão de que a oposição tem razão: o PT está mesmo com a culpa registrada em cartório.

Organizou ou, no mínimo, se aproveitou da farra reinante naquela delegacia da região do ABC para bisbilhotar as declarações de renda de pessoas ligadas ao candidato do PSDB e que, ao juízo do PT, poderiam render informações para ser usadas na campanha contra o adversário.

Não há outra explicação para o governo correr dessa raia de maneira tão desabrida e injustificável.

Primeiro nega qualquer problema, depois envia o secretário da Receita ao Congresso para mentir e omitir. Ao mesmo tempo protege os funcionários que estão sendo investigados como responsáveis pela quebra de sigilo e em momento algum há uma manifestação firme de alguma autoridade em repúdio ao descalabro das violações em série.

Ao contrário, do governo só o que se vê é disfarce e revide de acusações. Chegou-se ao ápice, quando da apresentação de "comprovação" de que Verônica Serra pediu a quebra do próprio sigilo, de a Receita apresentar um documento falsificado. Apressado, o governo não verificou antes a procedência da assinatura.

A história está ficando parecida com a quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, quando para encobrir um malfeito se cometeu outro e depois se tentou incriminar a vítima mediante uma urdidura logo desmascarada.

Se para se chegar a um autor de crime é preciso seguir a pista do interesse, agora é de se perguntar a quem não interessa esclarecer o mistério da delegacia de Mauá. 

Der e vier. Na sala de visitas ninguém quer a companhia de José Dirceu. Daí Dilma negar que já pense na formação de governo quando se pergunta sobre o papel de Dirceu, mas discorrer sobre os planos no Planalto quando a questão não o inclui.

Ele atuará de qualquer forma caso Dilma seja eleita porque continua sendo "capa preta" do partido. Dada a condição de acusado de chefiar "organização criminosa" no processo em trâmite no Supremo Tribunal Federal, se não atuar no oficial agirá no paralelo. 

Veste Prada. Um mês antes da eleição o PT dá a vitória como fava contada e, a despeito das negativas oficiais da candidata, Dilma já cancela debates e até suspendeu a prometida divulgação do programa de governo conjunto com os aliados.

Depois de desmoralizar a ética, os Correios, o contraditório, o Enem, a verdade e a Receita, o governo agora se empenha em desmoralizar o valor do voto na urna.

"A eleição está ganha" é frase que se ouve de governistas de primeiro, segundo, terceiro e quarto escalões.

De tal maneira deixaram de lado a prudência que, se houver segundo turno, vai recender a derrota. 

O diabo, como se sabe, é longevo não por ser diabo, mas por ser velho e o seguro morreu de velho. Do portal do Estadão

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ESCANDALOSO CRIME DA QUEBRA DE SIGILO DA RECEITA FEDERAL CONTOU COM A 'OPERAÇÃO ABAFA' DA PRÓPRIA CÚPULA DO ÓRGÃO

Documento da Receita Federal obtido pelo Estado revela que a corregedoria do órgão já trabalhava desde o dia 20 de agosto com uma linha de investigação que apontava para uma violação político-eleitoral do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e de outros quatro tucanos.

A suspeita de violação política, porém, foi "confinada" na corregedoria, enquanto a cúpula do Fisco e integrantes do governo unificaram um discurso público em direção contrária para despolitizar o episódio e blindar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT).

Ao pedir para verificar se os dados fiscais de Verônica haviam sido violados, a comissão da corregedoria mencionou os demais tucanos alvos de quebra de sigilo e vinculou esses nomes, inclusive o da filha do candidato, a reportagens sobre o dossiê que foi parar na campanha de Dilma.

O documento tem o registro das 17h de 20 de agosto. Chamado de "ata de deliberação", o teor revela os motivos que levaram a comissão da Receita a verificar se os dados de Verônica foram violados: o polêmico dossiê.

"... E tendo em vista que emergiu dos autos acessos aos conteúdos da declarações de Imposto de Renda de outros nomes da política nacional... e ainda tendo em vista que foi noticiado pela mídia jornalística, dentre eles O Globo (reportagem anexa à presente ata), de que havia suspeição que Verônica Serra, filha de José Serra, também poderia ter sido alvo de quebra de sigilo fiscal", diz trecho do documento.

A reportagem mencionada pela comissão foi publicada em maio, cita Verônica Serra e trata da crise instalada na campanha de Dilma por causa do dossiê contra os tucanos. O caso derrubou o jornalista Luiz Lanzetta, que era integrante do setor de comunicação da campanha.

Do dia 20 de agosto para cá, o comando da Receita e o governo adotam a mesma atitude em discursos, notas e entrevistas. Para diminuir a crise, anunciaram ter descoberto um esquema de venda de informação mediante encomenda e propina - versão não sustentada nos autos até agora -, e tentaram abafar o escândalo da violação do sigilo de Verônica. 

Além disso, descartaram qualquer conotação política na violação. "Nós não identificamos qualquer ilação político-partidária", fez questão de frisar, em coletiva dada há uma semana, o corregedor-geral da Receita, Antonio Carlos Costa D'Avila, cujo discurso foi reforçado pelo secretário Otacílio Cartaxo. Naquele dia, aliás, eles já sabiam que o sigilo fiscal de Verônica havia sido acessado. Conforme revelou ontem o Estado, em 20 de agosto a comissão de investigação confirmou que os dados fiscais da filha de Serra foram violados em 30 de setembro de 2009. Do jornal O Estado de São Paulo desta sexta-feira

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"VIOLADOR APARECERÁ EM FOLHA DE PAGAMENTO DO PT", ALERTA SERRA QUE VÊ EFEITO BUMERANGUE EM GOLPE PUBLICITÁRIO

Em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta  à noite, o presidenciável tucano José Serra (PSDB) insinuou que, futuramente, aparecerão nomes de envolvidos na quebra de sigilo de tucanos e de sua filha, Verônica, na "folha de pagamento" do PT.

O tucano falava sobre os processos por calúnia movidos pelo PT contra ele, que vem responsabilizando diretamente o partido e a campanha da adversária Dilma Rousseff pelo acesso ilegal aos dados fiscais de sua filha e aliados.

Ele citou a prerrogativa da "exceção da verdade" em casos de processos por calúnia. Por esse instrumento jurídico, o suposto caluniador no caso, Serra tem a oportunidade de provar, durante o processo, a veracidade de suas afirmações.

"Depois vai ver fulano, cicrano na folha de pagamento, isso e aquilo. Na verdade, eles estão fazendo um golpe publicitário agora, que vai virar um bumerangue", disse.

Serra ainda acusou o PT de usar os processos contra ele para desviar a atenção da imprensa sobre as quebras de sigilo em si.

"Os processos são tudo para inglês ver, agora no momento, para atrair a atenção e fazer com que os jornalistas perguntem essas coisas para afastar da questão principal", afirmou. Da Folha.com

quinta-feira, setembro 02, 2010

EXTRA! PROGRAMA DE TV DA OPOSIÇÃO DENUNCIA ARMAÇÃO CRIMINOSA DO PT CONTRA JOSÉ SERRA. AQUI O VÍDEO!


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HÁ UM CRIME ELEITORAL ABJETO. PASSARINHO FAZ PIU- PIU E GONZALEZ PISA NOS ASTROS DISTRAÍDO.

Resta aos eleitores fazer justiça com as próprias mãos através do voto, já que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) arquivou a representação protocolada pela coligação da Oposição clamando por justiça depois que a bandalha do PT decidiu quebrar o sigilo fiscal de vários líderes oposicionistas e o da própria filha do candidato José Serra.  O corregedor do TSE, ministro Aldir Passarinho entendeu completamente diferente e viu apenas um crime comum e não aquilo que está escancarado à toda a Nação. Resultado: arquivou a representação. 

Houve um crime eleitoral dos mais graves e que se fosse num país sério cairia não só o responsável pela Receita Federal, mas todo o governo.

Bom, é claro que estamos numa republiqueta bananeira. Ainda mais sob as rédeas do PT. Nada causa mais espanto, a não ser o fato de que Gonzalez, o marketeiro do programa da Oposição continua pisando nos astros distraído. Já estou começando a achar que esse Gonzalez é quinta-coluna petralha infiltrado na campanha de José Serra. Perdoem a dura ironia, mas é isso que está parecendo.

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CRIME DA QUEBRA DE SIGILO: VEJAM VÍDEO COM REPORTAGEM COMPLETA DO JN E A MINHA ANÁLISE: FUTURO DA DEMOCRACIA NAS MÃOS DOS ELEITORES!


Aqui está na íntegra a reportagem do Jornal Nacional sobre o crime da quebra de sigilo fiscal de diversas pessoas ligadas ao candidato José Serra, inclusive o de sua filha, conforme já noticiei e analisei aqui no blog. Mas esta matéria do Jornal da Globo está bem feita e documentada.

Quem já viu tem a oportunidade de ver de novo e refletir melhor e também repassar o link para seus amigos e parentes por e-mail, bem como postar nas redes sociais.

Notem que a reportagem do Jornal Nacional é ampla, dado ao fato de que o crime de quebra de sigilo de contribuintes da Receita Federal é gravíssimo. Vê-se nas entrevistas com a turma do PT, a começar por Lula, muita controvérsia e tentativa de mistificação dos fatos. Não se trata, como quer Lula, de crime de falsidade ideológica, pois está claro que esse é um 'crime eleitoral'.

A entrevista com do presidente do PT revela o mais puro cinismo! Anteriormente  Dutra ameaçara, segundo os jornais, de processar a vítima, ou seja, José Serra. Agora mudou o discurso e afirma que a oposição quer usar esse crime para fazer política. Ora, o que a oposição está fazendo é exigir o mínimo, ou seja, aquilo que dispõe a lei. Pela lei, o responsável pela Receita já teria sido demitido.

Desta vez os brasileiros não poderão mais cometer o equívoco mortal - mortal para democracia e a liberdade - votando no PT.

Finalmente, cabe acrescentar à reportagem do Jornal Nacional que informações sigilosas decorrentes dessa quebra de sigilo da Receita Federal vêm sendo repassadas à imprensa a conta-gotas, na forma de dossiês originados, segundo afirmou um jornalista da Folha de São Paulo (noticiei aqui no blog) do pessoal da campanha de Dilma Rousseff.

Oposição está peticionando na Justiça a aplicação da lei eleitoral que pode resultar na cassassão da candidatura de Dilma, dada à gravidade desse crime eleitoral.

É isto aí. Ajude a fazer uma assepsia definitiva no Brasil. Repasse este post, coloque-o em suas redes sociais. Chega de escândalos, crimes eleitorais, mensalões. Chega dessas iniqüidades que enalameiam a Nação.

O Brasil precisa de paz, respeito à lei e à ordem, respeito à Constituição. Só assim o Brasil pode mais, pode se desenvolver com segurança e tranquilidade.

Nenhuma nação progride em meio à crises institucionais permanentes.

Nenhuma nação evolui tendo um governo que pisoteia a Constituição.

Daqui a trinta dias teremos uma eleição que é definitiva para o futuro do Brasil e os eleitores terão de fazer uma escolha: a democracia ou a liberginagem configurada nos sucessivos escândalos, crimes eleitorais e crises institucionais perpetradas pelo governo do PT na sua tentativa de implantar no Brasil um regime comuno-bolivariano.

A segunda etapa do plano do PT é tentar eleger Dilma para promover em seguida uma reforma da Constituição, como fez Chávez na Venezuela; Morales, na Bolívia; Correa, no Equador. A única nação que escapou ao processo de comunização comandado pelo Foro de São Paulo (organização que agrupa os governos de esquerda da América Latina) foi Honduras, que teve que desalojar à força do poder do titere chavista Manuel Zelaya.

O Brasil não merece viver esta situação até porque ela pode - ainda - ser evitada.

O futuro da Nação brasileira está nas mãos dos eleitores no dia 3 de outubro próximo.

Quem dá vida e forma a um país é o seu povo. Pensem nisso!

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