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sexta-feira, setembro 10, 2010

CRIME DO SIGILO: REVELAÇÃO ESTARRECEDORA!

Já reportei este fato em post mais abaixo com base em informação do portal do Estadão. Agora transcreveo matéria do portal da Folha.com, que traz revelações mais estarrecedoras. Leiam. Comento abaixo: 

A servidora Ana Maria Caroto Cano disse, em depoimento à Polícia Civil de São Paulo obtido pela Folha, que recebeu ordens da Corregedoria da Receita Federal para apagar vestígios de quebras de sigilo fiscal realizadas em seu computador de trabalho, na agência do fisco em Mauá (SP). Foi nesse escritório da Receita que foram violados os sigilos de cinco pessoas ligadas ao candidato a presidente José Serra (PSDB). 

“Procedimento administrativo foi gerado no âmbito da corregedoria da Receita, quando Ana Maria teria sido orientada pelo próprio órgão censor a identificar os contribuintes que tiveram os sigilos acessados ou devassados através de sua máquina e obter declarações assinadas obviamente por tais contribuintes no sentido de anuírem a tais acessos”, informa o depoimento de Ana Maria à polícia.

Ao fazer a acusação contra o fisco, a servidora admitiu que ela e seu marido, o contador José Carlos Cano Larios, cometeram o crime de forjar documentos. Por conta disso, Ana Maria, uma funcionária do Serpro cedida à Receita, foi presa pela polícia paulista.

Por meio da assessoria de imprensa, a Receita em São Paulo preferiu não comentar o depoimento da servidora. A Folha tentou falar com o corregedor-geral do órgão, Antônio Carlos D’Ávila, mas não conseguiu encontrá-lo. O caso começou quando uma pessoa chamada Edson Pedro dos Santos foi à polícia para prestar uma queixa. Segundo Santos, na segunda-feira ele foi procurado por um homem que lhe pediu para que assinasse uma declaração de que havia solicitado à Receita que acessasse seus próprios dados fiscais.

O interlocutor de Santos era o marido da funcionária do Serpro.

Os policiais foram atrás, então, do casal Cano. Luiz Carlos admitiu que havia procurado Edson. Em seu escritório, os policiais encontraram 23 declarações semelhantes a que havia sido feita para Edson dos Santos. Ana Maria, por sua vez, admitiu que pediu ao marido para que procurasse as pessoas que tiveram seus dados violados a partir de sua máquina, mas ressaltou que o fez por ordem da Receita. De acordo com a corregedoria do fisco, no computador dela foram quebrados 31 sigilos fiscais.

A servidora afirmou, contudo, que todos os acessos imotivados realizados a partir de sua máquina foram feitos sem a utilização de sua senha. Do portal Folha.com 

MEU COMENTÁRIO: Creio que esta matéria diz tudo e qualquer comentário não dará conta de repudiar  esse crime eleitoral que está aí à mostra, não há palavras que possam transmitir a repulsa de todos os cidadãos de bem que compõem a Nação brasileira. 

Além disso, emerge como fato concreto que jamais poderia ser descurado pela Justiça Eleitoral, e é um fato determinante para impugnação da candidatura de Dilma Rousseff. 

O fato também enseja a abertura de processo de impeachmet contra o Presidente da República que ainda teve a coragem de qualificar de 'futrica' da oposição a denúncia do crime da quebra de sigilo fiscal da Receita Federal. A Receita é um dos mais importantes órgãos da administração pública federal. O Presidente da República é o responsável por todos os órgãos da administração pública do Estado brasileiro.

É isso que está consagrado na lei e reflete, evidentemente, o bom direito. 

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CRIME DO SIGILO: SERVIDORA DA RECEITA DIZ QUE 'ESQUENTOU' VIOLAÇÕES DE SIGILO FISCAL A PEDIDO DA CORREGEDORIA! INCRÍVEL!

A servidora da Receita Federal Ana Maria Rodrigues Caroto Cano alegou, em depoimento à Polícia Civil, ter sido orientada pela Corregedoria do órgão a "esquentar" o acesso ao sigilo de contribuintes que tiveram seus dados fiscais acessados ilegalmente na agência de Mauá, na Grande São Paulo. Ana Maria é uma das suspeitas de acessar ilegalmente declarações de contribuintes a partir da senha da chefe da Receita na cidade.

Segundo informações da Polícia Civil de São Paulo, a servidora e seu marido, José Carlos Cano Larios, foram detidos para prestar depoimento sobre a suspeita de que estariam induzindo os contribuintes a assinar procurações com o objetivo de justificar os acessos ilegais. Em depoimento, eles disseram que seguiam orientação da Corregedoria da Receita.

A agência de Mauá foi palco da quebra de sigilo fiscal de quatro tucanos, de Verônica Serra e do genro do presidenciável tucano, José serra. Todos os acessos partiram do computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos, que junto com Ana Maria teria livre acesso a senha da chefe da Agência, a servidora Antonia Aparecida Neves Silva. Na semana passada, o Estado revelou a estratégia do comando da Receita para abafar a violação do sigilo fiscal de Verônica, ocorrida dia 30 de setembro de 2009 numa agência Santo André. Por 20 horas, a Receita sustentou a versão de que ela pedira seus dados, mesmo sabendo que a violação ocorrera com uma procuração falsa.

A suspeita de que Ana Maria e Larios estariam tentando "esquentar" os acessos surgiu depois da denúncia de um contribuinte, que disse ter sido procurado por Larios com um pedido para assinar uma procuração autorizando o acesso a seus dados fiscais.

A denúncia levou os investigadores ao escritório de Larios, onde foram encontradas 23 procurações preenchidas, mas não assinadas, de pessoas que a polícia suspeita que tiveram seus dados fiscais acessados sem procuração na agência de Mauá. 

Após a detenção para a tomada de depoimento, Ana Maria e Larios foram liberados. Do site do Estadão 


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Sponholz: Os delinqüentes (no flagra!)

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quarta-feira, setembro 08, 2010

PSDB DIZ QUE 'DEFESA' DE LULA É 'IRRESPONSÁVEL E MENTIROSA'

No dia seguinte à defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à candidata Dilma Rousseff (PT) na TV, o PSDB partiu para o ataque. Considerou a fala de Lula "completamente desequilibrada" e parte de um discurso "panfletário".

"Esse discurso do presidente é mentiroso e irresponsável", disse o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, a jornalistas nesta quarta-feira. "O presidente da República, ao invés de entrar no mérito da questão, fez comentários críticos à oposição."

Na noite de terça-feira, Lula ocupou por mais de dois minutos o horário reservado a Dilma na TV. Afirmou que a oposição age com "preconceito contra a mulher" e voltou a dizer que a coligação rival usa "mentiras e calúnias" para atingir a presidenciável.

Lula assumiu a defesa de Dilma nas acusações de Serra de que a candidata e o PT seriam responsáveis pela quebra de sigilo fiscal de aliados do tucano.

A coligação de Serra cobra de Dilma que se posicione publicamente sobre o caso. A aparição de Lula na véspera deu mais munição aos tucanos.

"Não é isso que está se discutindo agora", disse Guerra sobre o alegado preconceito contra Dilma sugerido na TV por Lula. "O que está se discutindo agora não é nem a atitude dela, porque ela não tem atitude", acrescentou.

Guerra confirmou que mais uma pessoa ligada a Serra teve seus dados fiscais acessados. Trata-se de Alexandre Bourgeois, marido de Verônica Serra, filha do presidenciável, que também teve suas informações fiscais vazadas.

"É nitidamente político, nitidamente lógico. A lógica contraria a teoria do fato aleatório. Não tem fato aleatório nisso", afirmou o senador. Do portal do Estadão

SERRA REAGE À QUEBRA DE SIGILO DE SEU GENRO E FULMINA: "É TRABALHO DE QUADRILHA"

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse nesta quarta-feira, 8, estar indignado com a notícia de que o sigilo fiscal do seu genro, Alexandre Bourgeois, também foi quebrado na agência da Receita Federal em Mauá (SP). "A questão do meu genro deixa mais do que claro que é um trabalho organizado. É um trabalho de quadrilha", disse o candidato, após participar na capital de encontro em defesa das pessoas com deficiência. "A violação do sigilo do meu genro e da sua intimidade é mais um capítulo desse episódio vergonhoso."

Serra mostrou irritação ao falar sobre o caso, uma vez que, na avaliação dele, a vida privada dos seus netos também foi invadida. Anteriormente, na mesma agência da Receita Federal em Mauá, também havia sido violado o sigilo fiscal da sua filha, Verônica Serra, casada com Bourgeois. "Claro que estou muito ofendido, mas esse crime vai além desse episódio e dessa questão pessoal", afirmou. "Esse episódio, na verdade, envolve toda a nossa sociedade e todo o Brasil. O que está sendo quebrado é um preceito constitucional."
O tucano criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, em comício em Guarulhos, no último sábado, acusou Serra de usar o caso da quebra de sigilo para transformar sua família em vítima. "É realmente uma coisa extraordinária", ironizou. "Você sofre um crime, reclama do crime, protesta e é considerado um transgressor. Essa é a estratégia do PT, da candidata oculta e do próprio presidente da República enquanto pessoa física, antecipando inclusive defesa a ataques que eles mesmos fizeram."

Ele criticou novamente o presidente Lula por ter aparecido nesta terça-feira na propaganda eleitoral da candidata do PT, Dilma Rousseff. Na TV, Lula atacou Serra. "Infelizmente, nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz para tudo o que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria", disse o presidente. "Tentar atingir com mentiras e calúnias uma mulher da qualidade de Dilma é praticar um crime contra o Brasil, em especial contra a mulher brasileira."

Serra afirmou que Dilma terceirizou os ataques ao utilizar o presidente Lula em defesa da sua candidatura. "Há uma terceirização de debates e também de ataques, que incluem agora, inclusive, o presidente Lula, que apesar de ser presidente da República de todos os brasileiros se engaja como porta-voz de uma candidata que aparentemente não tem condições de falar por si própria." 

"O que houve ontem não foi uma defesa, foi um ataque", afirmou Serra, sem querer responder se gravaria uma participação no horário eleitoral em resposta a Lula. "No programa eleitoral, eu falo para a população brasileira, não falo para este indivíduo ou aquele." Do portal do Estadão

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PERAÍ, DRA. CUREAU! VIOLAÇÃO DO SIGILO POR PETISTAS NÃO É CRIME ELEITORAL? COMO QUE OS DADOS NÃO FORAM USADOS?

A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, afirmou nesta quarta-feira (8) que é difícil vincular as quebras de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB com crime eleitoral. Para ela, isso se deve ao fato de as informações fiscais não terem sido usadas na campanha.

“A dificuldade é justamente demonstrar o intuito eleitoral, porque essas informações ainda não foram devidamente usadas por nenhum partido ou nenhuma coligação na propaganda eleitoral. Até pode se argumentar que não foi usada porque realmente nem foi necessário usar”, disse a vice-procuradora.

Segundo Sandra Cureau, as provas de que pessoas envolvidas com as violações são ligadas ao partido da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, não são suficientes para caracterizar a motivação eleitoral.
“As pessoas têm filiação com o partido da candidata, mas já que não foi usado, como é que a gente vai demonstrar que essas pessoas agiram a mando da candidata ou a mando do comando de campanha? A menos que apareça alguém dizendo isso, o que não aconteceu até agora”, disse. Leia MAIS 

MEU COMENTÁRIO: Se isto não for crime eleitoral, rasgo meus diplomas de Bacharel e Mestre em Direito e toco fogo na minha carteira da OAB (além de jornalista também sou advogado com mestrado na UFSC e não naqueles cursinhos feitos pela internet, em escolinhas caça-níquel fajutas).

Recentemente, um dos repórteres da Folha de São Paulo afirmou que recebeu das mãos de gente ligada à campanha da Dilma documentos vazados da receita federal. Isto está escrito nos jornais dito pelo próprio repórter. Querem mais prova do que isso? Incluive transcrevi matéria aqui no blog no mês passado sobre isso. Está aí no arquivos.

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CRIME DA QUEBRA DE SIGILO: GENRO DE SERRA TAMBÉM TEM SIGILO FISCAL VIOLADO NA RECEITA FEDERAL.

O sigilo fiscal do empresário Alexandre Bourgeois, genro do candidato à Presidência José Serra (PSDB), também foi violado na Receita Federal. Os dados dele foram vasculhados no dia 16 de outubro do ano passado, oito dias depois da violação dos sigilos de sua mulher, Verônica Serra, do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de mais três tucanos.

As informações do genro de Serra foram acessadas três vezes a partir do computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos. O sigilo fiscal de Alexandre foi violado na agência da Receita em Mauá, mesmo palco dos outros acessos ilegais. Verônica Serra ainda teve sua declaração de renda violada no dia 30 de setembro por meio de uma procuração falsa.

O sigilo telefônico da servidora Adeildda será entregue ao Ministério Público Federal. Segundo informações obtidas pelo Estado, a Justiça Federal já autorizou a quebra dos dados telefônicos da funcionária do Sepro, acusada de envolvimento na violação dos dados fiscais. A decisão da Justiça obriga três operadoras de telefonia celular a entregar o histórico de ligações telefônicas da servidora entre agosto e dezembro do ano passado.

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal esperam que esses dados contribuam para investigar o envolvimento da funcionária no episódio. Partiu do computador dela, na agência da Receita em Mauá, a violação dos dados fiscais, no dia 8 de outubro, de Eduardo Jorge e de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Preciado, todos vinculados ao alto escalão do PSDB. Na manhã daquele mesmo dia, os dados de Verônica Serra, filha de José Serra, foram acessados do mesmo computador, conforme revelou o Estado na segunda-feira, 6. 

Adeildda nega ligação com o caso e diz que seu computador foi usado por outras pessoas.A PF já analisa o computador da funcionária. Os dados de Eduardo Jorge foram parar num dossiê que passou pelas mãos de membros da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. O episódio derrubou o jornalista Luiz Lanzetta, que deixou em junho a campanha da petista por ligação com o caso. Do portal do Estadão

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Sponholz: Aloprados, mentirosos e perigosos!

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Sponholz: É 'sujeira' pra tudo quanto é lado

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terça-feira, setembro 07, 2010

A POLÍTICA DO DEBOCHE

Transcrevo o editorial do jornal O Estado de São Paulo que está em sua edicação desta terça-feira. O título do post é o mesmo do original. Merece ser lido:

Quanto mais se acumulam as evidências de que o PT é o mentor do crime continuado da devassa na Receita Federal, de dados sigilosos de aliados e familiares do candidato presidencial do PSDB, José Serra, tanto mais o presidente Lula apela para o escárnio. É assim, desenvolto diante da exposição das novas baixezas de sua gente, que ele procura desqualificar as denúncias de que as violações tinham a única serventia de reunir material que pudesse ser utilizado contra os adversários da candidata governista, Dilma Rousseff.

Do mensalão para cá, essa atitude só se acentuou. No escândalo da compra de votos no Congresso Nacional, em 2005, ele ficou batendo na tecla de que não sabia de nada e que, de mais a mais, o que a companheirada tinha aprontado - diluído na versão de que tudo se resumia a um caso de montagem de caixa 2 - era o que se fazia comumente na política brasileira. Depois, propagou e mandou propagar a confortável teoria de que as acusações eram parte de uma "conspiração das elites" para apeá-lo do poder. Mas não chegou a zombar acintosamente das revelações que iriam ficar gravadas na história de seu partido.

Já no ano seguinte, quando a polícia detonou a tentativa de um grupo de petistas, entre eles o churrasqueiro preferido de Lula, de comprar um falso dossiê contra o mesmo José Serra, então candidato a governador de São Paulo, o presidente incorporou ao léxico político nacional o termo "aloprados" com que, para mascarar a gravidade do episódio, se referiu aos participantes da torpeza. Agora, enquanto escondia a sua escolhida - acusada pelo tucano como responsável, em última instância, pela fabricação de novo dossiê com os documentos subtraídos do Fisco -, o presidente se abandonou ao cinismo.

No fim da semana, em um comício em Guarulhos, na Grande São Paulo, a que Dilma não compareceu, ele acusou Serra de transformar a família em vítima. Ou seja, o que vitimou a filha do candidato não foi a comprovada captura de suas declarações de renda por um personagem do submundo - cuja filiação ao PT só não se consumou por um erro de grafia de seu nome -, mas o "baixo nível" da campanha do pai, que tratou do escândalo no horário de propaganda eleitoral. E ele o teria feito porque "o bicho está em uma raiva só" diante dos resultados desfavoráveis das pesquisas eleitorais. "É próprio de quem não sabe nadar e se debate até morrer afogado", desdenhou.

O auge da avacalhação - para usar uma palavra decerto ao gosto do palanqueiro Lula - foi ele perguntar retoricamente: "Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê os vazamentos?" Se é da filha de Serra que ele falava, o sigilo vazou para os diversos blogs lulistas que publicaram informações a seu respeito que só poderiam ter sido obtidas a partir do acesso ilícito aos seus dados fiscais. E o presidente sabe disso desde janeiro, quando o ainda governador Serra o alertou para a "armação" contra seus familiares na internet. Confrontado com o fato, Lula disse, sem ruborizar-se, ter coisas mais sérias para cuidar do que das "dores de cotovelo do Serra".

Se, no comício, a sua pergunta farsesca tratava das outras pessoas ligadas ao candidato, como, em especial, o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, o sigilo vazou para membros do chamado "grupo de inteligência" da candidatura Dilma. No caso de Eduardo Jorge, aliás, a invasão não se limitou à delegacia da Receita em Mauá, no ABC paulista, a primeira cena identificada do crime. Na última quinta-feira, o Estado revelou que um analista tributário lotado na cidade mineira de Formiga, Gilberto Souza Amarante, acessou dez vezes em um mesmo dia os dados cadastrais do tucano. O funcionário é petista de carteirinha desde 2001. 

Ninguém mais do que Lula, com o seu imitigado deboche, há de ter contribuído tanto para a "maria-mole moral" em que o País atolou, na apropriada expressão do jurista Carlos Ari Sundfeld, em entrevista no Estado de domingo. Nem a bonança econômica nem os avanços sociais podem obscurecer o perverso legado do lulismo. Por minar os fundamentos das instituições democráticas, essa é hoje a mais desafiadora questão política nacional

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segunda-feira, setembro 06, 2010

AÇÕES CRIMINOSAS DENTRO DA RECEITA FEDERAL TEM MOTIVAÇÕES POLÍTICAS, SEGUNDO O PRESIDENTE DO PSDB SÉRGIO GUERRA

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, afirmou, nesta segunda-feira (6), que a direção do Partido dos Trabalhadores (PT) fez uma nova tentativa de se "desvencilhar das responsabilidades" e de dar explicações sobre o vazamento de dados fiscais da filha do candidato tucano, Veronica Serra, e de outros integrantes do PSDB.

"A nova tentativa de desviar a atenção da imprensa e da opinião pública reforça a percepção que todos temos de que as ações criminosas ocorridas no âmbito da Receita Federal têm claras motivações políticas", disse Guerra, por meio de nota à imprensa, a exemplo do que já havia declarado nesta segunda o candidato tucano, José Serra.

Segundo ele, a tentativa de tratar como "fatos isolados" os recentes episódios têm como objetivo evitar que a sociedade brasileira perceba o alcance dos mesmos. "É de suma importância para o Brasil que recapitulemos o conjunto de fatos conhecidos", acrescentou o presidente do PSDB.

De acordo com Guerra, as "mãos" que violaram os dados fiscais de Verônica Serra, Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, Ricardo Sérgio Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros e do empresário Gregório Marim, são as mesmas que violaram o sigilo bancário de Francenildo Costa, que produziram dossiês contra a ex-primeira dama Ruth Cardoso e apagaram imagens gravadas por câmeras de segurança do governo.

De acordo com a avaliação do presidente do PSDB, os novos fatos apontam para a existência de um "verdadeiro esquema de vazamento e manipulação de dados sigilosos envolvendo a agência da Receita de Mauá, na região do ABC de São Paulo, berço histórico do PT". "Ou seja, todos os fatos que vieram a público indicam que a violência praticada contra a filha de Serra e integrantes do PSDB são parte de uma mesma ação criminosa arquitetada para atender interesses políticos do PT", acrescentou Guerra.

Ele disse ainda que o PSDB espera, dos órgãos oficiais responsáveis, uma investigação rigorosa e conclusiva. "Que sejam ouvidos todos os técnicos da Receita Federal e também os técnicos responsáveis pelo sistema de câmeras de segurança do governo. Que seja trazido a público o resultado das investigações sobre a ação dos chamados aloprados na campanha de 2006 em São Paulo", concluiu. Do portal G1 


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sexta-feira, setembro 03, 2010

POLÍCIA FEDERAL APURA TAMBÉM SE HOUVE QUEBRA DE SIGILO DE EDUARDO JORGE NO BANCO DO BRASIL. DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO NEGA.

O Banco do Brasil divulgou nota oficial nesta sexta-feira (3) negando a suposta violação da conta bancária do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Em depoimento à Polícia Federal (PF) em 5 de agosto, Eduardo Jorge afirmou que sua conta no Banco do Brasil foi violada.

“O Banco do Brasil reitera o zelo pela integridade e segurança dos dados de quem mantém relacionamento com o Banco. Até o momento, não foi identificado qualquer fato que indique violação de sigilo, nem que aponte nessa direção”, diz trecho da nota.

Para apurar a denúncia de Eduardo Jorge, a PF encaminhou à Justiça um pedido para que o Banco do Brasil seja obrigado a fornecer os dados do sistema de controle. Com o pedido de informações ao Banco do Brasil, a PF quer saber a identidade dos funcionários do banco que teriam acessado os dados da conta de Eduardo Jorge e se houve quebra de sigilo bancário.

Segundo a nota, “o Banco do Brasil lamenta ainda que a Instituição, que tem ações negociadas em Bolsa, seja exposta na cobertura jornalística, sem a apresentação de dados concretos. O Banco recebeu Ofício da Justiça e vai se manifestar, adequadamente, na forma processual”. 

A PF já investiga a quebra de sigilo fiscal de Eduardo Jorge e de mais três pessoas ligadas ao partido: o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ex-diretor da Previ Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado, primo de Serra. Veronica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, também teve o sigilo fiscal quebrado. Do site G1

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CRIME DA QUEBRA DO SIGILO: CULPA NO CARTÓRIO

Artigo da Dora Kramer no Estadão intitulado "Culpa no Cartório". Assino embaixo. Leiam:

Quanto mais o governo tenta esconder, quanto mais a candidata Dilma Rousseff tergiversa, quanto mais a Receita Federal procura se explicar, mais suspeita fica essa história da quebra de sigilo fiscal na delegacia da Receita em Mauá (SP).

Nesta altura da confusão em que até a filha do candidato José Serra entrou no caso, não é possível deixar de desconfiar de que há motivações espúrias que se reveladas poderiam trazer prejuízos à campanha presidencial governista.

Das artimanhas do Planalto para fugir do assunto, a última envolve o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja filha recentemente foi envolvida numa dessas escaramuças de espionagem petista. Na ocasião Mantega e, por extensão, a filha foram defendidos pelo tucano Serra em seu direito à privacidade.

O esforço de parlamentares governistas ontem para derrubar a tentativa de convocação do ministro da Fazenda ao Congresso para dar esclarecimentos a respeito do que, afinal de contas, se passa na Receita (subordinada à Fazenda), foi praticamente uma confissão de que a oposição tem razão: o PT está mesmo com a culpa registrada em cartório.

Organizou ou, no mínimo, se aproveitou da farra reinante naquela delegacia da região do ABC para bisbilhotar as declarações de renda de pessoas ligadas ao candidato do PSDB e que, ao juízo do PT, poderiam render informações para ser usadas na campanha contra o adversário.

Não há outra explicação para o governo correr dessa raia de maneira tão desabrida e injustificável.

Primeiro nega qualquer problema, depois envia o secretário da Receita ao Congresso para mentir e omitir. Ao mesmo tempo protege os funcionários que estão sendo investigados como responsáveis pela quebra de sigilo e em momento algum há uma manifestação firme de alguma autoridade em repúdio ao descalabro das violações em série.

Ao contrário, do governo só o que se vê é disfarce e revide de acusações. Chegou-se ao ápice, quando da apresentação de "comprovação" de que Verônica Serra pediu a quebra do próprio sigilo, de a Receita apresentar um documento falsificado. Apressado, o governo não verificou antes a procedência da assinatura.

A história está ficando parecida com a quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, quando para encobrir um malfeito se cometeu outro e depois se tentou incriminar a vítima mediante uma urdidura logo desmascarada.

Se para se chegar a um autor de crime é preciso seguir a pista do interesse, agora é de se perguntar a quem não interessa esclarecer o mistério da delegacia de Mauá. 

Der e vier. Na sala de visitas ninguém quer a companhia de José Dirceu. Daí Dilma negar que já pense na formação de governo quando se pergunta sobre o papel de Dirceu, mas discorrer sobre os planos no Planalto quando a questão não o inclui.

Ele atuará de qualquer forma caso Dilma seja eleita porque continua sendo "capa preta" do partido. Dada a condição de acusado de chefiar "organização criminosa" no processo em trâmite no Supremo Tribunal Federal, se não atuar no oficial agirá no paralelo. 

Veste Prada. Um mês antes da eleição o PT dá a vitória como fava contada e, a despeito das negativas oficiais da candidata, Dilma já cancela debates e até suspendeu a prometida divulgação do programa de governo conjunto com os aliados.

Depois de desmoralizar a ética, os Correios, o contraditório, o Enem, a verdade e a Receita, o governo agora se empenha em desmoralizar o valor do voto na urna.

"A eleição está ganha" é frase que se ouve de governistas de primeiro, segundo, terceiro e quarto escalões.

De tal maneira deixaram de lado a prudência que, se houver segundo turno, vai recender a derrota. 

O diabo, como se sabe, é longevo não por ser diabo, mas por ser velho e o seguro morreu de velho. Do portal do Estadão

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ESCANDALOSO CRIME DA QUEBRA DE SIGILO DA RECEITA FEDERAL CONTOU COM A 'OPERAÇÃO ABAFA' DA PRÓPRIA CÚPULA DO ÓRGÃO

Documento da Receita Federal obtido pelo Estado revela que a corregedoria do órgão já trabalhava desde o dia 20 de agosto com uma linha de investigação que apontava para uma violação político-eleitoral do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra, e de outros quatro tucanos.

A suspeita de violação política, porém, foi "confinada" na corregedoria, enquanto a cúpula do Fisco e integrantes do governo unificaram um discurso público em direção contrária para despolitizar o episódio e blindar a candidatura presidencial de Dilma Rousseff (PT).

Ao pedir para verificar se os dados fiscais de Verônica haviam sido violados, a comissão da corregedoria mencionou os demais tucanos alvos de quebra de sigilo e vinculou esses nomes, inclusive o da filha do candidato, a reportagens sobre o dossiê que foi parar na campanha de Dilma.

O documento tem o registro das 17h de 20 de agosto. Chamado de "ata de deliberação", o teor revela os motivos que levaram a comissão da Receita a verificar se os dados de Verônica foram violados: o polêmico dossiê.

"... E tendo em vista que emergiu dos autos acessos aos conteúdos da declarações de Imposto de Renda de outros nomes da política nacional... e ainda tendo em vista que foi noticiado pela mídia jornalística, dentre eles O Globo (reportagem anexa à presente ata), de que havia suspeição que Verônica Serra, filha de José Serra, também poderia ter sido alvo de quebra de sigilo fiscal", diz trecho do documento.

A reportagem mencionada pela comissão foi publicada em maio, cita Verônica Serra e trata da crise instalada na campanha de Dilma por causa do dossiê contra os tucanos. O caso derrubou o jornalista Luiz Lanzetta, que era integrante do setor de comunicação da campanha.

Do dia 20 de agosto para cá, o comando da Receita e o governo adotam a mesma atitude em discursos, notas e entrevistas. Para diminuir a crise, anunciaram ter descoberto um esquema de venda de informação mediante encomenda e propina - versão não sustentada nos autos até agora -, e tentaram abafar o escândalo da violação do sigilo de Verônica. 

Além disso, descartaram qualquer conotação política na violação. "Nós não identificamos qualquer ilação político-partidária", fez questão de frisar, em coletiva dada há uma semana, o corregedor-geral da Receita, Antonio Carlos Costa D'Avila, cujo discurso foi reforçado pelo secretário Otacílio Cartaxo. Naquele dia, aliás, eles já sabiam que o sigilo fiscal de Verônica havia sido acessado. Conforme revelou ontem o Estado, em 20 de agosto a comissão de investigação confirmou que os dados fiscais da filha de Serra foram violados em 30 de setembro de 2009. Do jornal O Estado de São Paulo desta sexta-feira

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quinta-feira, setembro 02, 2010

EXTRA! PROGRAMA DE TV DA OPOSIÇÃO DENUNCIA ARMAÇÃO CRIMINOSA DO PT CONTRA JOSÉ SERRA. AQUI O VÍDEO!


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LIVRE DE EREMILDO, O IDIOTA, A FOLHA DE SÃO PAULO PUBLICA UM EDITORIAL CUJO TEOR, NO MÍNIMO, DEVERIA BALIZAR SUA LINHA JORNALÍSTICA TODOS OS DIAS

A redação da Folha de São Paulo quando fica livre do Eremildo, o idiota, consegue produzir alguns textos conseqüentes, como é o caso deste editorial intitulado 'Descalabro' que está em sua edição desta quinta-feira, que segue após este prólogo. Isto não quer dizer que amanhã o Eremildo, o idiota, não apareça novamente na redação incorporado em alguns de seus articulistas e repórteres.

Todavia, este editorial reflete o mínimo que um jornal como a Folha tem o dever de assinalar ante esse turbilhão de iniqüidades que torna eleição um escandalosamente viciada pelo uso desabusado da máquina pública e pela bandidagem do PT que repete impunemente seus crimes eleitorais que extrpolaram o decoro mínimo que se exige de uma agremiação partidária. Leiam: 

A empresária Veronica Serra, filha do candidato tucano à Presidência da República, José Serra, também teve seu sigilo fiscal violado por funcionários da Receita. O caso se soma a outros, noticiados recentemente, no que já se configura como mais um escândalo nacional. O novo capítulo reforça a percepção de que as ações criminosas no âmbito do órgão federal têm motivações políticas.

É bom recapitular a sucessão dos fatos para que se tenha noção mais clara do banditismo em curso: em junho, esta Folha revelou que Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do PSDB, teve seu sigilo fiscal violado no ano passado. Dados do Imposto de Renda do dirigente tucano integravam um dossiê confeccionado pelo grupo de inteligência da campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT), que negou participação no episódio.

Há uma semana, descobriu-se que outros três nomes ligados ao PSDB também haviam sido vítimas de idêntico abuso, na mesma agência da Receita, localizada em Mauá, na região do ABC paulista, berço do PT e reduto histórico do sindicalismo atrelado ao partido.

Tudo leva a supor que a violência perpetrada contra a filha de Serra faça parte de uma mesma articulação delinquente a serviço da candidatura petista.

No que se refere a Veronica Serra, há algumas diferenças de procedimento em relação às demais violações. O acesso aos dados fiscais ocorreu na delegacia da Receita de Santo André, também no ABC, mediante uma procuração fajuta. A filha de Serra não tinha firma reconhecida no cartório, a assinatura que consta no documento não é a sua, e o carimbo utilizado é falso. Além disso, o titular da procuração utilizava cinco CPFs e ostenta vasto histórico de cheques sem fundo -um perfil típico do estelionatário.

Sabe-se já da existência de um esquema criminoso de compra e venda de dados sigilosos envolvendo a agência de Mauá. Ali teriam acontecido pelo menos 320 acessos sem amparo legal.

Estarrecedor, o descalabro está sendo usado como cortina de fumaça pelo governo para tentar despolitizar o escândalo. Se há crime comum, há também crime político-eleitoral, cuja intenção é intimidar e chantagear adversários do grupo hoje no poder.

Não bastassem as evidências (há petistas entre as vítimas?), é preciso registrar que o atual governo tem caudaloso histórico de aparelhamento do Estado -do mensalão à quebra de sigilo do caseiro, dos aloprados de 2006 aos delinquentes de agora.

Instalou-se no país um ambiente intolerável de impunidade e desfaçatez. Espera-se que a Polícia Federal e o Ministério Público ainda reúnam condições de desmascarar a farsa de uma investigação propensa a apontar a responsabilidade de barnabés e ocultar as motivações políticas que, conforme todos os indícios, estão por trás do caso.

quarta-feira, setembro 01, 2010

Sponholz: Um país de quinta categoria


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CRIME DA QUEBRA DE SIGILO: NO MEIO DE TUDO APARECE O CONTADOR. COM DIREITO A ENTREVISTA PING-PONG NA (BINGO!) FOLHA DE S. PAULO!

O contador Antonio Carlos Atella Ferreira admitiu, em entrevista concedida há pouco à Folha, que levou à Receita Federal uma solicitação para obter cópias das declarações de Imposto de Renda da filha do candidato a presidente José Serra (PSDB), a empresária Verônica. 

Ele disse, contudo, que apenas encaminhou um pedido feito por um advogado cliente seu e que não sabia que o documento tratava da filha de Serra. Atella afirmou também não lembrar qual cliente lhe encaminhou o documento com a solicitação, dizendo apenas que se trata de alguém "inescrupuloso". 

"Eu não sabia que era a filha do Serra. Eu nem sabia que o Serra tinha filha. Eu sempre votei no Serra, sou eleitor dele. Eu quero encontrá-lo pessoalmente e lhe dar uma rosa", disse Atella. 

Leia trechos de entrevista concedida à Folha  

Folha - Seu nome aparece como procurador da Verônica Serra?
Antônio Carlos Atella - Pois é... Estamos dando risada até agora. 


O que aconteceu?
Sei lá, é uma brincadeira de mau gosto. 


CLIQUE AQUI PARA VER O RESTO DESTA PIADA. 

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VEJA FACSÍMILE DA DECLARAÇÃO DO TABELIONADO ATESTANDO SER FALSA A PROCURAÇÃO ATRIBUÍDA À FILHA DE JOSÉ SERRA

CLIQUE SOBRE A IMAGEM PARA VÊ-LA AMPLIADA


Aí está o fasímile do documento em que o Tabelião reconhece a Falsificação da assinatura da filha de José Serra na procuração fraudulenta. Ora, as peças se encaixam. O crime da quebra de sigilo fiscal foi um crime premeditado em todos os detalhes para inibir a possibilidade de esclarecimento imediato. Essa estratégia tem em vista que essas coisas acabam perdendo sentido após a eleição.

Ocorre que isto é de forma escancarada, e até grosseira, um crime eleitoral gravíssimo e que implica a cassassão do registro da candidatura envolvida e, mais ainda, o impeachment do Presidente da República que é sim o responsável pelos órgãos públicos, como a Receita Federal. 

Isto não pode passar em branco. Fazer vistas grossas sobre esse crime é capitular ante a instalação de um regime de corte cubano-chinês no Brasil. Facisímile obtido com exclusividade pela revista Veja e publicado em seu site

CRIME DA QUEBRA DE SIGILO FISCAL DA RECEIRA FEDERAL: LULA, DILMA E O PT CONSEGUIRAM INSTITUCIONALIZAR A CANALHICE!

Chegamos ao fundo do poço? Não. Ainda não. Mas estamos muito próximos. A não ser se quebre o encantamento petralha que parece ter subjugado completamente o cérebro dos botocudos. Louvo-me em dois posts do blog do Reinaldo Azevedo, dos pouquíssimos jornalistas da grande imprensa brasileira que não se ajoelha perante o império das iniquidades de Lula e seus sequazes.

Refiro-me ao crime da quebra do sigilo da Receita Federal de diversos contribuintes ligados ao candidato José Serra, inclusive o da sua filha Verônica. A receita exibiu, ao que tudo indica, a falsificação de uma procuração em que, pasmem!, a filha de Serra pede a quebra do seu próprio sigilo fiscal! Leiam o que informa o Reinaldo Azevedo, no post que tem por título: "A assinatura de Verônica é falsa; a 'autenticação' é falsa; a farsa não dura 24 horas!":

A Receita Federal apresentou um papelucho que seria a procuração de Verônica, filha do presidenciável José Serra, para que um certo Antonio Carlos Atella Ferreira, um estelionatário, tivesse acesso a seu sigilo fiscal no posto da Receita de Santo André. O documento teria “firma reconhecida” no 16º Tabelião de Notas de São Paulo. Verônica afirma que a “assinatura” é uma imitação grosseira da sua. Só isso? Não!!! Atenção!
VERÔNICA NÃO TEM E NUNCA TEVE FIRMA NO 16º TABELIÃO DE NOTAS.
A autenticação da assinatura, como atesta Fábio Tadeu Bizoin, o responsável pelo cartório, também é falsa.
Verônica tem a prova dos noves. Pediu que reconhecessem a sua assinatura no cartório. Resposta: “Essa pessoa não tem firma aqui”
É uma comédia macabra!

E ainda do blog do Reinaldo, há outro post intitulado: "A marcha dos canalhas. Qualquer vagabundo, então, pode conseguir a quebra do seu sigilo num posto da Receita-da-mãe-joana". Recomendo a leitura em contraposição à mentirada que continua sendo reverberada na internet pelos blogs de aluguel e, lamentavelemente, também nos sites da grande mídia e amanhã em seus jornais. Reproduzo o trecho  final do post que é essencial:

Então agora é assim: um vagabundo, a serviço de outros vagabundos, forja uma assinatura e um reconhecimento de firma, chega a um posto da Receita e obtém cópia do Imposto de Renda de qualquer brasileiro. Será que eu conseguiria, se tentasse, a de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha? Será que eu conseguiria cópia de sua declaração quando era monitor de jardim zoológico — ano em que seu pai ganhou a eleição — e a de agora, de empresário bem-sucedido, parceiro de uma grande empresa de telefonia?

Vocês viram a agilidade do governo em apresentar “as provas”. Qual é a versão que eles querem que prospere? Ora, um sujeito chega ao posto da Receita, apresenta uma procuração e pega o que bem entender. O que Guido Mantega e Otacílio, o Cartaxo do PT, estão nos dizendo é o seguinte: “Não é papel da Receita saber se a procuração é falsa ou não”. Isso nos conduz a um corolário:
OS VERDADEIROS DETENTORES DO SIGILO FISCAL DOS BRASILEIROS SÃO OS ESTELIONATÁRIOS. 

É só botar o cotovelo num balcão da Receita e levar o que bem entender.
Deve ser a “nova era democrática” a que se referem certos candidatos a intelectuais do regime. Deve ser o estado de direito visto pela ótica do “Andar de Baixo”, a classe social inventada pelo “povólogo” Elio Gaspari. E quem não concorda com ele é “demofóbico”… Clique AQUI para ler na íntegra [IMPORTANTE!]

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