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domingo, setembro 26, 2010

EXTRA! VEJA O VÍDEO: QUE BRASIL QUEREMOS?


Vocês podem enviar este vídeo por email para sua rede de amigos aqui mesmo deste blog. Basta clicar no íncone do envelope que está logo aqui embaixo a direita. Simples, fácil. Basta apenas preencher e dar um clique enviando este vídeo que é muito importante nesta reta final da campanha.

A mensagem do deputado Índios da Costa, vice de José Serra, está perfeita neste vídeo de apenas 2 minutos. É hora de resistir em defesa da Democracia e da Liberdade.

Envie o vídeo para seus amigos, coloque em suas redes sociais como Orkut, FaceBook, Twitter, enfim, use intensivamente os fantásticos recursos da internet. Estamos na reta final de uma eleição que definirá o futuro do Brasil. Ou garantimos a democracia com a eleição de José Serra Presidente ou capitulamos e transformamos nosso país em mais uma republiqueta bananeira comuno-bolivariana.

Lembrem-se: a democracia e a liberdade são bens inegociáveis! 

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Sponholz: Lula e a política do esgoto

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O RATO QUE RUGE (OU A FOLHA DE S. PAULO RESOLVEU SAIR DA TOCA)

O Estadão velho de guerra lavrou um tento histórico com o editorial em que anunciou na sua edição deste sábado a seu apoio a José Serra e, ao mesmo tempo, a sua repulsa pela deletéria agressão do governo de Lula e seus sequazes contra a democracia e a liberdade de imprensa.

E, por isso, neste domingo a Folha de São Paulo, locus por excelência da idiotia politicamente correta expressada por sua linha editorial mambembe, estampa em sua primeira página um editorial e por meio dele tenta ganhar o terreno irremediavelmente perdido para o seu principal concorrente, o jornal O Estado de São Paulo.

O editorial da Folha perto escritura do Estadão é fraquinho. Aliás, os textos da Folha se caracterizam pelo primarismo jornalístico. E o dito é tão fraquinho, ondulante e mal escrito que precisou ser colocado na primeira página para lhe conferir um ar de grandiosidade que não tem.

A Folha de São Paulo parou nos anos 70. Seus articulistas jovens e velhos são todos velhos porque nasceram velhos. Há quem nasça velho pela obtusidade cerebral, que é algo incurável. A inteligência sempre foi rarefeita e por isso criei uma frase que repito sempre: "A humanidade é generosa na produção da estupidez e extretamente parcimoniosa na geração da genialidade".

A Folha de São Paulo é o jornal que acolhe dentre seus articulistas o líder do MST, a falange de bate-paus do comunismo botocudo do PT. E o faz para se dizer imparcial, quando na verdade a imparcialidade caberia neste caso se o debate central da política brasileira não passasse pela afronta à lei e à ordem patrocinada por Lula e seus sequazes. O que deseja o PT e seus movimentos sociais é alterar a Constituição, fazer tábula rasa da democracia parlamentar em troca de um 'democratismo' de maioria manipulada pelo partido. Tal qual ocorre nas republiquetas comunistas bananeiras.

Trata-se portanto de uma imparcialidade cretina que coloca em pé de igualdade aqueles cidadãos comprometidos com a democracia e a liberdade de imprensa com aqueles que desejam destruí-la. Ora, se a Folha de São Paulo defende a liberdade de imprensa, como diz no seu editorial que vocês lerão abaixo, não pode acolher como articulistas do jornal os coveiros da democracia.

Se Lula e o PT avançam de forma desabusada contra as instituições democráticas isto se deve principalmente à leniência dos veículos de comunicação que ao longo desses quase oito anos de lulismo colaboraram decisivamente para nutrir o ego do presidente dito operário e se ocuparam, todos eles, sem distinção, de malhar José Serra e o Democratas sem qualquer razão objetiva que justificasse. Em contrapartida veicularam à farta os releases do famigerado terrorista do DIP palaciano.

Todos os veículos de comunicação, com destaque para as televisões, são os principais responsáveis pelo que se vive atualmente no Brasil e pela forma debochada e atrevida com que se comporta Lula.

Apesar de tudo isso, o editorial do Estadão foi muito mais objetivo e por isso mesmo resplandeceu lá no seu cantinho, a valente coluna de opinião Notas &  Informações. Destacou-se pelo seu conteúdo, pela qualidade do texto impecável, denso e bem escrito.

E para concluir este prólogo, considero que o editorial do Estadão serviu para sacudir a poeira e os paranhos que envolvem o jornalismo brasileiro. Oxalá que continue assim.

Seja como for é saudável que a Folha passe a se preocupar com o que pode vir por aí. E além de editorial que publica neste domingo em sua primeira página, sua direção deveria acionar o temível e detestável passaralho e colocar no olho da rua a vagabundagem comunista e incompente que agride os leitores diariamente com suas louvaminhas ao Lula e seus sequazes, qundo não escamoteiam deliberadamente a informação essencial no sentido de beneficiar o governo do PT.

É hora de resistir em defesa da democracia e da liberdade. Esses idiotas que povoam as redações podem servir, no máximo, para os serviços gerais da empresa, como moto-boys e estafetas em geral. E olhe lá! 

Eis o editorial da Folha na íntegra, cujo título é "Todo poder tem limite":

Os altos índices de aprovação popular do presidente Lula não são fortuitos. Refletem o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido. Refletem,em especial, os acertos do atual chefe do Estado.

Lula teve o discernimento de manter a política econômica sensata de seu antecessor. Seu governo conduziu à retomada do crescimento e ampliou uma antes incipiente política de transferências de renda aos estratos sociais mais carentes.A desigualdade social, ainda imensa, começa a se reduzir. Ninguém lhe contesta seriamente esses méritos.

Nem por isso seu governo pode julgar-se acima de críticas.O direito de inquirir,duvidar e divergir da autoridade pública é o cerne da democracia, que não se resume apenas à preponderância da vontade da maioria.

Vai longe, aliás, o tempo em que não se respeitavam maiorias no Brasil. As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis -e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa.

Se existe risco à vista, é de enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras. Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral.

Pois foi a imprensa quem revelou ao país que uma agência da Receita Federal plantada no berço político do PT, no ABC paulista, fora convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários.

Foi a imprensa quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares. É de calcular o grau de desleixo para com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal.

Esta Folha procura manter uma orientação de independência, pluralidade e apartidarismo editoriais, o que redunda em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral.

Quem acompanha a trajetória do jornal sabe o quanto essa mesma orientação foi incômoda ao governo tucano. Basta lembrar que Fernando Henrique Cardoso, na entrevista em que se despediu da Presidência, acusou a Folha de haver tentado insuflar seu impeachment.

Lula e a candidata oficial têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar. 

Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas - e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo.

LULA E DILMA DETONAM PEQUENO INVESTIDOR DA PETROBRAS. TUDO ESQUEMA ELEITOREIRO

Os temores dos minoritários com relação à capitalização da Petrobrás foram confirmados ontem: o governo ampliou sua fatia na empresa, os pequenos investidores foram diluídos, e o lançamento das ações teve forte tom eleitoral. O gestor Mark Mobius, que dirige o fundo Templeton Asset Management, classificou o processo como abominável, com grande desrespeito ao minoritário.

Para o superintendente da Associação dos Investidores em Mercados de Capitais (Amec), Edison Garcia, o principal risco, agora, é que o modelo adotado com a Petrobrás se repita em outras estatais. A Amec protesta contra "inconsistências jurídicas" e problemas relacionados à governança corporativa durante a elaboração do lançamento de novas ações da Petrobrás. 

"O processo inteiro é abominável e uma terrível violação dos direitos dos acionistas", comentou Mobius, que gere fundos de investimentos de US$ 34 bilhões, em entrevista à Bloomberg. "A própria ideia de o governo não usar dinheiro e estabelecer um preço questionável para as reservas (da cessão onerosa) é injusto", argumentou o investidor. Leia MAIS 


MEU COMENTÁRIO: Pequenos investidores foram diluídos. Provavelmente muita gente que contava como aquele dinheirinho já está na rua da amargura.

Conclusão: Só os idiotas de todos os gêneros e os safados, trambiqueiros, desonestos e vagabundos votam na Dilma. 

Assim, prezados leitores, quando a gente anda pelas ruas está cercado de 80% de vigaristas e cretinos, se é que as pesquisas estejam corretas quando afirmam que 80% dos brasileiros adoram o Lula.

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VENEZUELA VAI AS URNAS NESTE DOMINGO EM ELEIÇÃO LEGISLATIVA, SOB O TACÃO DO DITADOR HUGO CHÁVEZ, O CABO ELEITORAL DA DILMA.



Transcrevo um resumo do site da Veja sobre como se desenvolvem as eleições para renovação da Assembléia Nacional na Venezuela, sob o tacão do vigarista Hugo Chávez o amigo de Lula e cabo eleitoral da Dilma. Se a insanidade dominar o eleitorado brasileiro e o PT lograr sucesso nesta eleição a próxima que ocorrer no Brasil poderá ser igual a essa que acontece neste domingo na Venezuela: manipulada pelo ditador, ou seja, no moldes daquilo que Zé Dirceu insinuou: agora é o projeto do PT. E assim será se os brasileiros votarem na bandalha do PT. Leiam:

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Para não dar chance a seus adversários na campanha eleitoral, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, sempre jogou sujo. Já é habituado a usar toda a estrutura de comunicação do estado para fazer propaganda política do governo e dos partidos que o apoiam e para atacar a oposição. Ainda tem a vantagem de poder entrar em cadeia nacional de rádio e TV a qualquer momento, durante a programação e sem aviso prévio. Na Venezuela, não há debates eleitorais televisionados nem horário eleitoral gratuito onde os candidatos possam expor suas ideias.

Diante das decisivas eleições legislativas deste domingo, quando os venezuelanos decidirão a nova composição do Parlamento - controlado atualmente por uma maioria governista -, o ditador começou cedo a manipulação. Além de do país para favorecer seu partido, o desequilíbrio da propaganda na televisão também foi comprovado logo na primeira semana de campanha eleitoral, que começou no dia 25 de agosto. Toda a oposição teve apenas 56% do total do tempo destinado aos spots publicitários para se mostrarem na televisão - o equivalente a 7 horas, 48 minutos e 21 segundos de exposição.distribuir os distritos eleitorais em oito dos 24 estados 

Para se ter uma ideia, nas eleições anteriores, entre janeiro e setembro de 2005, Chávez entrou 177 vezes em cadeia nacional, falando durante 37.000 minutos no total. No mesmo período, o tempo de todos os partidos de oposição somados não passou de 800 minutos. Como ferramenta de propaganda, o governo também cria leis que impedem a publicação de notícias negativas e se recusa a dar entrevistas a jornalistas locais e estrangeiros. Ao ser confrontado por alguma pergunta crítica, muda de assunto e começa a atacar a imprensa de forma geral.

Um estudo feito pelo departamento de Comunicação da Universidade Andrés Bello, em Caracas, mostrou que, de fevereiro de 1999 ao fim de 2009, Chávez realizou 1.995 transmissões em redes nacionais de rádio e TV, as chamadas "cadenas". Ao longo de dez anos, o tempo total usado pelo presidente é o equivalente a mais de dois meses e meio. 

Abuso - Apesar de estarem de acordo com a lei, as "cadenas", que deveriam ser um espaço para divulgar questões de interesse público e coletivo, são usadas de forma manipuladora. Em momentos de campanha eleitoral, o governo abusa das redes oficiais, atrapalha a programação dos canais privados e aprofunda a desinformação no país. Em seu primeiro ano de governo, Chávez realizou 94 "cadenas". Em 2004, ano em que foi realizado um referendo sobre sua permanência no poder, o presidente bateu um recorde convocando 375 delas - a mais longa de todas foi realizada no ano passado e durou sete horas e meia. Ele é o presidente que mais utilizou o recurso na história da Venezuela.

Os últimos dados indicam que o governo controla seis canais de TV, entre eles a Telesur, que transmite em todo o continente; ainda quatro emissoras de rádio e um jornal. Chávez também tem o respaldo de 400 emissoras de rádio, 72 canais de TV e 106 jornais comunitários, financiados pelo estado.

De acordo com a ONG Provea, em 2009 o governo chavista realizou 121 violações à liberdade de expressão, entre elas 14 ataques e 20 atos de censura. Chávez sabe que com os meios estatais e comunitários não conseguirá controlar a opinião pública, por isso precisa acabar com os meios privados, muitos deles críticos do governo.


Chávez "vendedor"
- Nesta semana, na reta final da campanha, Chávez assumiu o papel de "vendedor" de eletrodomésticos com preços "socialistas" (confira no vídeo acima). Com o novo programa "Minha casa bem equipada", o governo venezuelano busca angariar eleitores para o partido, facilitando a compra a crédito de geladeiras, fogões, microondas, aparelhos de ar-condicionado e máquinas de lavar roupa, com prazo de até 36 meses para o pagamento.

A propaganda de Chávez, que critica reiteradamente o "consumismo", parece ter funcionado. Em cinco dias, os eletrodomésticos que estavam disponíveis no mercado Bicentenário, no leste de Caracas, já estavam esgotados. Mas, enquanto o presidente levou "na lábia" os simpatizantes, não enganou os desconfiados. Muitos preferiram não arriscar, duvidando da qualidade dos produtos e questionando a burocracia da compra.

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sábado, setembro 25, 2010

FOLHA REVELA NOVAS BANDALHEIRAS NA CASA CIVIL: CONTAS BANCÁRIAS NO EXTERIOR PARA RECEBER PROPINAS

O esquema de favorecimento a empresas privadas que causou a demissão da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, contava com duas contas bancárias no exterior para receber o dinheiro arrecadado com contratos de intermediação de negócios com o governo federal. As contas estão em nome de empresas em Hong Kong, região administrativa especial da China. Segundo empresários de Campinas (SP), elas foram indicadas para o depósito de R$ 5 milhões para cobrir dívidas de campanha eleitoral.

A EDRB do Brasil diz que deveria pagar o valor para ter liberado um financiamento no BNDES. Como a Folha revelou no último dia 16, a Capital, consultoria de lobby dos filhos de Erenice, intermediou o contrato. O consultor Rubnei Quícoli, parceiro da EDRB num projeto de usina solar no Nordeste, e um dos dois donos da EDRB, Aldo Wagner, disseram à Folha que foram recebidos por Erenice em audiência na sede da Presidência da República para discutir o projeto --Erenice alegou que não foi à reunião, registrada na agenda oficial da Casa Civil.

A denúncia levou à queda da ministra no mesmo dia em que foi divulgada pela Folha. De acordo com os papeis, a Capital pediu R$ 240 mil em seis parcelas mais 5% sobre o total a ser liberado pelo banco. A EDRB pretendia obter R$ 9 bilhões do BNDES, em três parcelas.

A EDRB não fez os pagamentos, pedidos pela primeira vez em dezembro. Entre janeiro e fevereiro, o consultor enviou e-mails em tom ameaçador para a Capital e alertou a Casa Civil sobre a cobrança indevida. As conversas entre os dois lados, contudo, continuaram. Entre fevereiro e março, segundo o consultor, o ex-diretor dos Correios Marco Antônio Oliveira levantou a necessidade do pagamento de um bônus extra de R$ 5 milhões, que seriam usados para cobrir 'uma dívida' ligada à campanha da presidenciável Dilma Rousseff. O PT negou e ameaçou interpelar Quícoli.

Marco Antonio é tio de um dos sócios da Capital, Vinícius Castro, servidor da Casa Civil que também foi demitido neste mês. Num primeiro momento, como a Folha revelou em 16 de setembro, os lobistas da Capital sugeriram a Quícoli que o depósito dos R$ 5 milhões fosse feito na conta de outra consultoria de Brasília (a Synergy), no Banco do Brasil. Não houve acordo. O que não se sabia é que, em maio, as conversas foram retomadas. Quícoli disse que lhe foi sugerida uma segunda possibilidade: depósitos em duas contas registradas na agência do banco HSBC em Hong Kong.

A Folha apurou que as contas existem e que houve reuniões para discutir a remessa do dinheiro, embora ainda não esteja confirmado o uso eleitoral desse dinheiro. Do portal Folha.com 

MEU COMENTÁRIO: A Folha ...hehehe...quer o que mesmo? Apurar se o dinheiro está sendo usado na campanha eleitoral? Vocês estão brincando...hehehe...

Com um jornalismo pusilânime e metido a imparcial como esse da Folha simplesmente dá nojo. Asco!

Quer dizer, se o dinheiro não foi usado na campanha tudo bem? Ora, o que interessa saber é que estamos perante mais uma denúncia gravíssima envolvendo o Palácio do Planalto e a Casa  Civil, o Ministério que é a ante-sala do gabinente do Presidente da República.

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JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO ANUNCIA EM EDITORIAL QUE APÓIA JOSÉ SERRA E AFIRMA QUE O MAL REPRESENTADO PELO PT TEM DE SER AFASTADO NESTA ELEIÇÃO

Transcrevo, após este prólogo, o editorial do jornal O Estado de São Paulo deste sábado em que manifesta o apoio desse que é o maior e mais importante jornal da América Latina e um dos mais importantes do mundo ao candidato José Serra. Entretanto, demorou. O que está resumido nesse editorial não destoa da linha do Estadão, porquanto esse jornal sempre defendeu a democracia e resistiu a todo tipo de tirania.

Sem falsa modéstia o Estadão condensa nesse editorial bem escrito (aliás os únicos editoriais bem escritos da imprensa brasileira sempre foram do Estadão), o que venho alertando e afirmando todo os dias neste blog. Na verdade clamando à grande imprensa brasileira que se incorpore nessa luta pela democracia; chamando a atenção para o fato de que Lula e o PT são o mal, o pior mal que vem castigando o Brasil.

Quando a Nação está exposta ao vilipêndio dos coveiros da democracia, mas se lhe é apresentada uma alternativa segura para evitar a consagração do mal, é um dever de todos os cidadãos e, mais ainda os jornalistas, que no final das contas são os principais formadores da opinião pública, a se ater à verdade dos fatos. Ocorre que a maioria esmagadora dos jornalistas em todos os veículos de comunicação está completamente pervertida pela ideologia comunista. Por que não falar com todas as letras a verdade? Por que não se fala mais a palavra 'comunista' se todos sabem que o PT e todos os que os apóiam são comunistas e desejam implantar um regime do tipo cubano-venezuelano no Brasil?

Convoco o candidato José Serra a despir-se de qualquer tipo de constrangimento e em seu programa de TV esclarecer de forma clara, sem retoques, sem quaisquer eufemismos que o Brasil está à beira do precipício institucional. E como tenho afirmando aqui no blog esta eleição é a mais importante da história da República brasileira. Não está em jogo programa de governo. Como bem assinala o editorial que vocês lerão abaixo, qualquer governo haverá de governar. Mas o que está em jogo é: que tipo de governo? Que tipo de regime?. Esta é a questão principal, ou seja, estamos lidando com uma questão política e não papo furado de "gestão".

E só um estúpido e imbecil completo, ou sabujo picareta e vendilhão da Pátria, poderá afirmar o contrário do que está mais claro do que água: José Serra é o único fiador da democracia. Só ele garante a liberdade e, como tenho dito, quem garante a democracia e a liberdade tem o melhor plano de governo. E tem mais:  José Serra provou ao longo de sua trajetória política, além do preparo intelectual e administrativo, que sempre atuou com lisura moral a coisa pública, um fato que ficou extremamente raro depois que o Brasil submeteu-se à banalização da imoralidade e da mentira as quais já se tornarm o emblema Lula e seus sequazes.

Fico feliz por este editorial do jornal O Estado de São Paulo e ficaria mais feliz ainda se a Direção desse jornal colocasse no olho da rua os vagabundos que ainda infestam a sua redação e que pelo menos ao longo dos últimos dois anos vêm malhando impiedosamente José Serra e veiculando ad nauseam os press releases do abjeto Franklin Martins, aquele que vive abraçado com Fidel Castro. Leiam o editorial, cujo título é: "Um mal a evitar":

A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

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DEPÓSITO BANCÁRIO CONFIRMA PROPINA DE R$ 120 MIL PARA FILHO DE ERENICE, A APANIGUADA DE LULA E DA DILMA. SÓ OS DESONESTOS VOTAM NO PT.

Documentos bancários em poder da Polícia Federal, obtidos ontem pelo Estado, confirmam que o filho da ex-ministra Erenice Guerra recebeu propina de R$ 120 mil seis dias depois de a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conceder permissão de voo à Master Top Linhas Aéreas (MTA).

Os papéis mostram ainda que Israel Guerra e seus sócios tentaram cobrar propina numa negociação para que a Infraero reduzisse, em fevereiro deste ano, uma multa de R$ 723 mil imposta à MTA por deixar um avião parado na pista por mais de 30 dias. O valor da propina, nesse caso, era de R$ 50 mil.

A polícia recebeu a documentação quinta-feira das mãos do empresário Fábio Baracat, que representava a MTA em Brasília. Pela primeira vez, documentos bancários comprovam o pagamento do lobby feito na Casa Civil. O escândalo derrubou Erenice Guerra da chefia da pasta.

O Estado teve acesso à integra das 16 páginas do depoimento prestado por Baracat e aos documentos que ele entregou à PF. O empresário disse que, num encontro com Erenice, em março deste ano, ela não cobrou o pagamento dos serviços prestados pelo filho, mas deu um "conselho" aos "presentes": "Erenice Guerra disse aos presentes que todos os compromissos assumidos, sejam políticos, pessoais ou profissionais, devem ser cumpridos". 

Véspera de Natal. Um comprovante bancário mostra que, às 9h17 de 24 de dezembro de 2009, Baracat fez uma transferência eletrônica de sua conta bancária, no valor de R$ 120 mil, para a conta da Capital Assessoria, empresa de Israel Guerra e de Vinicius Castro, então assessor da Casa Civil. O pagamento foi feito seis dias depois de a Anac revogar, numa decisão emergencial, a punição que proibia a MTA de operar por falta de documentos. Do jornal O Estado de São Paulo - Leia AQUI c conclusão da reportagem 


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Sponholz: As ações e o mistério da caixa preta

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sexta-feira, setembro 24, 2010

PODE LARGAR A PELE DE OVELHA, LULA. A LUTA PELA DEMOCRACIA E A LIBERDADE ESTÁ APENAS RETORNANDO. É UMA LUTA PERENE!

Acabei de ler no Portal G1 que Lula em seu comício em Porto Alegre baixou o tom em suas constumeiras agressões à democracia, à oposição e à imprensa. Ora, quem conhece um pouquinho de marketing e comunicação sabe que Lula está apenas vestindo a pele de ovelha sob a recomendação dos marketeiros da  campanha de seu Poste e também retiraram água mineral da copa do Aerolula. Sabem como é: in vinus veritas, ensina o velho adágio latino.

Lula pensa que engana. Estão esperando que a Oposição alivie nas críticas. Pois esta é a hora da Oposição entrar com tudo e colocar no seu programa de TV o vídeo que aterroriza Lula, Dilma e seus sequazes.

Cair na conversa de Lulinha paz e amor? Isto é coisa para otário e para quem acha que o PT que trafica PP do Tamiflu em pacotões de R$ 200 mil dentro do Palácio do Planalto irá na reta final desta eleição virar o cordeiro de Deus.

É justamente agora a hora certa de mandar fogo nos botocudos e salvar a democracia e a liberdade varrendo de uma vez por todas o PT do poder.

E digo mais. Não haveria, como Lula diz, passeatas nas ruas caso seu Poste emplacasse. Mais cedo ou mais tarde a reação a esse turbilhão de iniqüidades produzido pelo PT acontecerá. E não será com discursos e passeatas de protesto e vídeos no YouTube. Não existe nenhuma Nação democrática que alcançou as dimensões do Brasil nos níveis econômicos, políticos e sociais que tenha sucumbido a um bando de celerados e ladravazes.

Nem Honduras, aquele país pequenino dobrou-se ao ataque do comunismo botocudo.

O que eu mais gostaria de ver mesmo nesta altura dos acontecimentos era um Zelaya de saias sendo desovado em alguma republiqueta bananeira.

Democracia e Liberdade são bens inegociáveis. E estamos conversados.

A luta pela manutenção da democracia e da liberdade é uma luta perene. São bens inegociáveis, Lula. Não serão seus perdigotos bafejados em Porto Alegre que terão o condão de fazer calar o grito de liberdade. Não mesmo!

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VEJAM DO QUE SÃO CAPAZES OS COMUNISTAS DO PT. NA VENEZUELA TOMAM PROPRIEDADES PRIVADAS À FORÇA! (CHAVISMO E PETISMO: TODOS IGUAIS)

Angela, filha Brito, mostra como pai foi morto por Chávez
Quase um mês após a morte de seu pai, Ángela Brito, de 20 anos, consegue falar com desenvoltura sobre a tragédia que mudou definitivamente a história da família. Apesar de todo o sofrimento, a jovem se tornou uma espécie de porta-voz sobre o caso de Franklin Brito: o agricultor venezuelano que faleceu depois de realizar seis greves de fome para reaver suas terras, expropriadas pelo governo de Hugo Chávez.

Foi Ángela que acompanhou o pai durante os nove meses em que ele foi forçado a ficar no hospital militar, em Caracas. Segundo o governo, ele precisava ser "tratado". Para a família, a intenção era fazer com que Franklin simplesmente sumisse do mapa e parasse de minar os planos chavistas.

Hoje, a jovem e sua mãe passam os seus dias em reuniões com advogados e representantes de entidades internacionais para recuperar os bens de Franklin, que se tornou um símbolo da luta pela própria terra - por mais absurdo que isso pareça - e pelos direitos humanos, em um país em que ambos são constantemente violados.

Com os cabelos negros presos em um rabo-de-cavalo e uma voz doce, quase infantil, Ángela revelou os detalhes sobre a longa batalha de seu pai contra o governo. Ela culpa Chávez e sua turma pela morte do agricultor, que teria inclusive sofrido tortura enquanto estava no hospital militar.

"Eles mantinham meu pai em um depósito dentro da terapia intensiva, onde entrava gente o tempo todo para pegar remédio. A temperatura também era muito baixa, cerca de oito graus, e havia um motor no quarto ao lado, que fazia a cama vibrar. Com tudo isso, ele ficou três dias sem poder dormir sequer um minuto", diz. "Ele estava preso, não podia sair de lá, atender o telefone nem ser tratado pelo médico de sua confiança", explica ela, lembrando que Franklin também não quis ser tratado pelos funcionários do local, pois achava que eles pudessem matá-lo. 

Anos de sofrimento - O impasse com o governo começou quando Ángela tinha 14 anos. Apesar de não entender muito do que estava acontecendo, ela lembra do dia em que os vizinhos invadiram a propriedade de 299 hectares no estado de Bolívar, onde a família cultivava inhame, a dois quilômetros da casa em que morava. Meses depois, soube-se que os invasores tinham um documento do governo, que os permitia ocupar a terra. Leia esta matéria completa AQUI - É muito IMPORTANTE! 

MEU COMENTÁRIO: Não há nenhuma dúvida de que se Dilma eventualmente for eleita teremos o bando do MST invadindo propriedades privadas e tomando-as para seus asseclas. Se a aliança petista conseguir a maioria no Congresso aprovam a mudança na Constituição que fará do Brasil uma nova Venezuela, onde os cidadãos não terão mais nenhuma liberdade. Todos os sigilos quebrados, todas as informações em poder do Estado de seus comissários, enfim, o terrorismo de Estado.

Esta matéria sobre a luta e morte de Franklin Brito é para tentar fazer ver às pessoas que o que estamos alertando há vários anos não é delírio. É a realidade. O PT é comunista. O PT vai destruir a liberdade para perpetuar-se no poder. Foi assim em Cuba, na Venenzuela e na ex-URSS os comunistas dominaram por 70 anos! 

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ATENÇÃO: PT ESTÁ CONTESTANDO LEI QUE OBRIGA ELEITOR A APRESENTAR, ALÉM DO TÍTULO ELEITORAL, DOCUMENTO COM FOTO.

O PT entrou nesta sexta-feira com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a exigência de dois documentos para votar – título de eleitor e outro documento oficial com foto. A mudança na legislação eleitoral foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2009, e essa é a primeira eleição em que a medida tem aplicação prática. De acordo com Pierpaolo Battini, um dos advogados da campanha de Dilma Rousseff à Presidência, o partido “não pede inconstitucionalidade da lei, mas uma interpretação específica, constitucionalmente adequada”.

Para ele, o documento com foto é essencial, enquanto o título de eleitor torna-se dispensável caso o nome do eleitor já esteja na lista com o mesário. Por causa da proximidade das eleições, em 3 de outubro, a legenda pediu ao Supremo a concessão de uma liminar para tentar derrubar a obrigatoriedade dos dois documentos.

Preocupação – Petistas acreditam que a nova medida “burocratiza demais a votação” ao exigir dois tipos de documentos para o dia do pleito. A preocupação gira em torno, portanto, da participação dos eleitores no dia 3 de outubro. “A burocracia pode impedir muita gente de votar”.

De olho nos votos, a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, utiliza seu perfil no Twitter para alertar os eleitores sobre a necessidade de apresentar a documentação adequada. “Importante. Prazo para segunda via do título eleitoral acabava hoje mas foi prorrogado até dia 30. Não esqueçam de levar título e documento com foto”, escreveu a ex-ministra nesta quinta. 

Por sua vez, o TSE tem feito uma campanha intensa na TV e no rádio para lembrar o eleitor da obrigatoriedade dos dois documentos, visto que a medida é muito recente. Do portal da revista Veja 

MEU COMENTÁRIO: O PT é contra todas medidas que tentam combater fraudes e roubalheiras. Inclusive esta medida que evita fraude eleitoral. É uma um exigência correta da lei, porque esse título de eleitor não oferece nenhuma garantia e pode ser facilmente falsificado. Além do fato de que o título eleitoral não possui a foto do eleitor. 

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