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quinta-feira, novembro 04, 2010

MADRASTA JÁ PREPARA REUNIÃO COM GOVERNADORES PARA ARTICULAR A VOLTA DA CPMF E OPOSIÇÃO VIRA AS COSTAS PARA OS 44 MILHÕES DE BRASILEIROS QUE VOTARAM EM SERRA

Não foi por falta de aviso.  A madastra nem tomou posse ainda e já prepra uma reunião com os novos governadores para discutir a volta da da maldita CPMF. Vem aí mais imposto. A bandalha do PT e seus aliados tiriricas virão com tudo para exotorquir a já combalida classe média que no final das contas é quem terá que bancar o prejuízo gerado por Lula e seus sequazes aos cofres públicos.

Será a classe média que pagará a conta da campanha do PT, a circurgia plástica da Dilma, suas viagens ao exterior, sua mansão à  beira do Lago Paranoá, as equipes de campanha, os  caríssimos programas eleitorais e toda a parafernália montada para transformar em presidente da República quem nunca sequer elegeu-se para nada.

Os 44 milhões de brasileiros que compõem a Oposição sentem-se órfãos, abandonados principalmente pelo PSDB, cujos governadores se apressaram em telefonar para a madrasta num deboche inominável e escandaloso. Com toda certeza serão eles os primeiros a chegar a essa reunião para debater a volta da CPMF e rastejarão mais uma vez ante o poder petralha.

Brasil reafirma a sua condição de lixo ocidental.

Com essa postura da Oposição a bandalha do PT não só aprovará a CPMF, mas fará o que quiser, inclusive poderá jogar no lixo a Constituição de 1988 e criar República comuno-bolivariana nos moldes venezuelanos acalentada pelo PT. 

É assim que o PSDB agradece os 44 milhões de votos que recebeu nestas eleições.

quarta-feira, novembro 03, 2010

ALCKMIN, ANASTASIA E RICHA: OS TRÊS PATETAS

A confirmar-se o que está na coluna painel da Falha de São Paulo desta quarta-feira, surgem os três patetas da Oposição: Geraldo Alckmin, Anastasia e Beto Richa, que já teríam corrido ao telefone para enviar cumprimentos à Madrasta dos dossiês.

Os eleitores que votaram na Oposição são simplesmente mandados às favas. Passada a eleição resolvem tripudiar sobre os votos que receberam e passam a manobrar de acordo com seus próprios interesses. Há, como se vê, um enorme espaço para a criação de uma versão brasileira do Tea Party. Leiam:

Ainda sob efeito da ressaca eleitoral, expoentes do PSDB ensaiam o matiz da "nova oposição", prescrito, sobretudo, pelos governadores eleitos em São Paulo, Paraná e Minas. Anteontem, Geraldo Alckmin telefonou a Dilma Rousseff para cumprimentá-la. Propôs parcerias e elogiou o primeiro discurso. Beto Richa conversará hoje com a eleita e pregará "boa relação" com o Planalto, a exemplo de Antonio Anastasia. 

Com o gesto, interlocutores entendem que o trio começa a reposicionar as peças no tabuleiro tucano após três reveses nacionais consecutivos, ofuscando, ao menos por ora, rancores residuais entre os grupos de José Serra e Aécio Neves.

Um antiemético, por favor! 

A propósito na mesma Falha de SãoPaulo desta quarta-feira, há um artigo do professor Marco Antonio Villa que cai como uma luva para o assunto em pauta. Recomento ao Alckmin, Anastasia e Beto Richa que leiam. Transcrevo na íntegra:
44% ESTÃO NA OPOSIÇÃO

A OPOSIÇÃO acreditou que criticar o governo levaria ao isolamento político. O resultado das urnas sinalizou o contrário: 44% do eleitorado disse não a Dilma. Ela era candidata desde 2008. Ninguém falou em prévias, nenhum líder fez muxoxo. Lula uniu não só o partido, como toda a base.
Articulou, ainda em 2009, as alianças regionais e centrou fogo para garantir um Congresso com ampla maioria, para que Dilma pudesse governar tranquilamente.

Afinal, nem de longe ela tem sua capacidade de articulação política.
E a oposição? Demorou para definir seu candidato. Quando finalmente chegou ao nome de Serra, o partido estava dividido, vítima da fogueira das vaidades. Ao buscar as alianças regionais, encontrou o terreno já ocupado. Não tinha aliados de peso no Norte e Centro-Oeste, e principalmente no Nordeste.

Neste cenário, ter chegado ao segundo turno foi uma vitória. No último mês deu mostras de combatividade, de disposição de enfrentar um governo que usou e abusou como nunca da máquina estatal. Como, agora, fazer oposição?
Não cabe aos governadores serem os principais atores desta luta -a União pode retaliar e isso, no Brasil, é considerado "normal".

É principalmente no Congresso Nacional que a oposição deve travar o debate. Lá estará, inicialmente, enfraquecida. Perdeu na última eleição, especialmente na Câmara, quadros importantes. Mesmo assim, pode organizar um "gabinete fantasma" e municiar seus parlamentares e militantes com informações e argumentos. Usar as Câmaras Municipais e as Assembleias estaduais como espaços para atacar o governo federal. E abastecer a imprensa -como sempre o PT fez- com denúncias e críticas.

Espaço para a oposição existe. O primeiro passo é assumir o seu papel. Deve elaborar um projeto alternativo para o Brasil. Sair da esfera dos ataques pessoais e politizar o debate, acabar com o personalismo e o regionalismo tacanho, formar quadros e mobilizar suas bases.

É uma tarefa imediata, não para ser realizada às vésperas da eleição presidencial de 2014.

O lulismo tem pilares de barro. É frágil. Não tem ideologia. Não passa de uma aliança conservadora das velhas oligarquias, de ocupantes de milhares de cargos de confiança, da máfia sindical e do grande capital parasitário. Como disse Monteiro Lobato, preso pelo Estado Novo e agora perseguido pelo lulismo: "Os nossos estadistas nos últimos tempos positivamente pensam com outros órgãos que não o cérebro -com o calcanhar, com o cotovelo, com certo penduricalhos, raramente com os miolos".

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Sponholz: PT-PMDB: é cobra comendo cobra

DISSIDENTES CUBANOS PEDEM SOCORRO PARA MADRASTA DO BRASIL

Dissidentes cubanos pedem que a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, modifique a forma pela qual o governo brasileiro tem lidado com o regime de Raul Castro e pressionam para que a questão dos direitos humanos entre na agenda entre Brasília e Havana.

"Não queremos nada de extraordinário. Apenas que a nova presidente do Brasil defenda ao povo cubano as mesmas liberdade que ela defenderia para sua própria população", afirmou Dagoberto Valdés, um dos dissidentes ainda mantido em liberdade em Cuba.

O dissidente é um dos responsáveis pelo movimento Convivência e foi em nome do grupo que fez a declaração à Dilma. Sem liberdade para publicar seu comunicado em Havana, o dissidente foi obrigado a usar "contatos" que tem na Espanha para tornar pública sua declaração.

por telefone. "Felicitamos a nova presidente por sua eleição e queremos que o Brasil continue a manter sua relação com Havana. Mas insisto que temos esperanças de que suas relações com Cuba trabalhem pelos mesmos direitos que ela (Dilma) quer para os brasileiros", afirmou."Em Cuba, a liberdade é um ingrediente raro", disse o dissidente ao Estado .

Durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil se transformou no segundo maior parceiro econômico e comercial de Cuba no Hemisfério Ocidental, superado apenas pela Venezuela. Entre 2003 e 2009, o comércio bilateral triplicou, chegando a quase US$ 600 milhões no ano passado.
Em sua última visita à ilha, Lula assinou dez acordos de cooperação e prometeu investimentos de US$ 300 milhões na ampliação do Porto de Mariel. A viagem, porém, ficou marcada pela morte do dissidente, Orlando Zapata. Lula preferiu não comentar a situação durante sua visita.

Na segunda-feira, o governo cubano havia já feito declarações de apoio à Dilma. "As relações com o Brasil são muito boas, tanto no aspecto político como econômico. Esperamos que essas relações continuem a se desenvolver com a presidente Dilma", afirmou o ministro de Comércio Exterior, Rodrigo Malmierca, que lembrou a presença do "capital brasileiro" na ilha.

Excluída
Nos últimos meses, Cuba tentou dar sinais de que poderia estar aceitando uma revisão de sua repressão e negociou com o Vaticano e com a Espanha a liberação de presos políticos. Mas, na ONU, as suspeitas em relação à Cuba são cada vez maiores. Em seu novo índice de desenvolvimento humano, a ONU optou neste ano por simplesmente excluir Cuba do ranking. O motivo: não tinha como confirmar se os dados enviados pelo governo de Havana sobre saúde, educação e outros índices sociais tinham alguma relação com a realidade. Do site do Estadão do PT

terça-feira, novembro 02, 2010

DESESPERADO, OBAMA APELA AO TWITTER E ANALISTAS DA GRANDE IMPRENSA CONTINUAM MENTINDO SEM PARAR SOBRE A ELEIÇÃO AMERICANA

As eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos deverão, segundo as pesquisas, eleger maioria republicana nas duas Casas do Congresso. Na Câmara de Representantes é praticamente certo que os Republicanos consigam retomar a maioria. No Senado o jogo pode ser mais equilibrado, mas também não está afastada a hipótese de uma virada.

Em razão do filtro da grande imprensa internacional nota-se que há um movimento conjunto que tenta salvar Barack Hussein Obama. Os analistas botocudos tentam levar água ao moinho de Obama. Lá acontece como aconteceu aqui no Brasil no que respeita ao comportamento da mídia local e internaciona. A diferença neste aspecto é que nem toda a grande imprensa americana reza pela cartilha democrata. Mas o noticiário que critica acerbadamente Obama não consegue chegar aos nossos ouvidos. O filtro da grande imprensa alinhada ao esquerdismo e ao pensamento politicamente correto promove um permanente ruído. Assim, temos um noticiário internacional vagabundo, distorcido e mentiroso.

Esse filtro da grande imprensa aos poucos vai sendo minado pela ação corrosiva da internet. Tanto é que ilustro este post com o perfil de Barack Obama no Twitter. Sigo o mandatário americano por meio do microblog o  para cotejar as suas ações e reações com o que informam os colunistas do Estadão, Folha e agências internacionais.

Se vocês se derem ao trabalho de ler o que escrevem constatarão que todos, sem nenhuma exceção, além de serem petralhas de carteirinha, são politicamente corretos e adoradores de Hussein Obama, sem falar que são também sequazes do islamismo que pretende destruir a civilização ocidental. Todos esse sabujos cretinos defendem que os islâmicos construam uma gigantesca mesquita ao redor do Marco Zero, no coração de Nova York, onde os assassinos islâmicos praticaram o maior atentado terrorista da história da civilização ocidental.

Mas se vocês repararem, as tuitadas de Hussein Obama são de um líder de pés de barro. O homem está desesperado para tentar minimizar a avalanche da Oposição, enquanto as pesquisas registram há meses que a desaprovação ao seu desastrado governo alcança algo em torno de 52%.

Li hoje a coluna do Krugman no Estadão. Ele censura a ação governamental de Obama e diz que o Presidente não fez as reformas necessárias ao mesmo tempo em que deveria culpar os republicanos pela crise econômica que castiga os cidadãos americanos.

Entretanto, Krugman e os demais analistas esquerdistas botocudos esquecem (ou escamoteiam deliberadamente) que Obama foi um dos beneficiários da generosa ajuda das duas maiores empresas hipotecárias do Estados Unidos que, sob o comando do governo Cliton determinaram a tal bolha subprime que degenerou na crise financeira internacional. São elas a Fannie Mae e Freddy Mac. Ambas foram acionadas na época de Clinton para abrir o crédito imobiliário para os ditos excluídos. Foram também essas duas empresas que concederam apoio financeiro para as campanhas ao Senado de Obama e Hillary, a mulher do Clinton.

Obama preferiu não mexer nos esqueletos que continuam no armário. Krugman sabe disso, como devem saber esses 'gigantes' do jornalismo brasileiro. Mas eles escamoteiam o principal na sua insana tarefa de ajudar a destruir a civilização ocidental entorpecidos pelo feitiço do pensamento politicamente correto, o maior flagelo do século XXI. 

Espero que a oposição americana dê o seu recado nas urnas e promova a virada. Disso não dependem apenas os americanos, mas nós brasileiros também, como de resto os demais países do mundo. Dependemos não só do consumismo e fortalecimento da economia americana, amaldiçoados pela idiotia esquerdista, mas também do fato de que só a heróica oposição dos cidadãos conscientes do Estados Unidos poderá salvar os já combalidos valores da civilização ocidental, fundamentos da apreciável prosperidade e bem-estar da humanidade.

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FERNANDO HENRIQUE ANALISA A ELEIÇÃO E AFIRMA QUE NÃO ENDOSSARÁ MAIS PSDB QUE NÃO DEFENDA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

Nesta entrevista que está na Folha de São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso faz uma boa análise da política e, sobretudo, do seu próprio partido, o PSDB. Afirma que não mais endossará um PSDB que não defenda a sua história. Cai de pau na na ditadura do marketing da campanha e diz como deve ser feito. Fernando Henrique deveria ser ouvido pelos tucanos. Suas colocações são pertinentes, embora nas minhas contas faltou que lembrasse que política é coisa para profissionais e que a indecisão e a vaidade pessoal são sempre fatais. Leiam aqui na íntegra:

"Não estou mais disposto a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história", disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ontem, em entrevista no instituto que leva seu nome, no centro de SP.
Presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique defende que o partido anuncie dois anos antes das eleições presidenciais seu candidato. "O PSDB não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D."
O ex-presidente diz que Lula "desrespeitou a lei abundantemente" na campanha e que promove "um complexo sindical-burocrático-industrial, que escolhe vencedores, o que leva ao protecionismo".Para FHC, a tradição brasileira de "corporativismo estatizante está voltando". Lula é uma "metamorfose ambulante que faz a mediação de tudo com tudo". 


Folha - José Serra aproveitou a oportunidade do segundo turno como deveria? Fernando Henrique Cardoso - Serra foi fiel ao estilo dele. Tomou as decisões na campanha, com o [marqueterio Luiz] Gonzalez. Não fez diferente do que se esperaria de Serra como um candidato que define uma linha e vai em frente. O PSDB, e não o Serra, tem outros problemas mais complicados. Precisa ter uma linguagem que expresse o coletivo. Os candidatos esqueceram a campanha e não definiram o futuro. O nosso futuro vai ser fornecer produtos primários? Ou vamos desenvolver inovação, a educação, a industrialização? Isso não foi posto. 

O governo Lula patrocina a formação de grandes empresas, uma espécie de complexo "industrial-burocrático". Qual a diferença para o seu governo, que também usou o BNDES nas privatizações?
Tudo é uma questão de medida. Os fundos [de pensão] entraram na privatização porque já tinham ações nas teles e participar do grupo de controle lhes dava vantagem. Mas tive sempre o cuidado da diversificação.
O problema agora é de gigantismo de uns poucos grupos, nesse complexo, que na verdade é sindical-burocrático-industrial, com forte orientação de escolher os vencedores. Isso é arriscado do ponto de vista político e leva ao protecionismo. 


A fila do PSDB andou? Chegou a vez de Aécio Neves para presidente?
Eu não posso dizer que passou a primeiro lugar, mas que o Aécio se saiu bem nessa campanha, se saiu. Não posso dizer que passou a primeiro lugar porque o Serra mostrou persistência e teve um desempenho razoável.
Não diria que existe um candidato que diga "Eu naturalmente serei". Mas o PSDB também não pode ficar enrolando até o final para saber se é A, B, C ou D. Dentro de dois anos temos de decidir quem é e esse "é" e tem de ser de todo mundo, tem de ser coletivo.
Não estou disposto mais a dar endosso a um PSDB que não defenda a sua história. Tem limites para isso, porque não dá certo. Tem de defender o que nós fizemos. A privatização das teles foi boa para o povo, para o Tesouro e para o país. Do ponto de vista econômico, as questões estão bem encaminhadas. O problema não é saber se a economia vai crescer, é se a sociedade vai ser melhor. 


Houve sinais do que o sr. chama de "espírito" da democracia no processo eleitoral?
Não vejo. O presidente Lula desrespeitou a lei abundantemente. Na cultura política, regredimos. Não digo do lado da mecânica institucional -a eleição foi limpa. Mas na cultura política, demos um passo para trás, no caso do comportamento [de Lula] e da aceitação da transgressão, como se fosse banal.
Aqui ocorre outra confusão: pensar que democracia é simplesmente fazer as condições de vida melhorarem. Ela é também, mas não se esqueça que ditaduras fazem isso mais depressa. 


Como o sr. vê a volta de temas como religião na campanha?
Com preocupação. O Estado é laico, e trazer a questão religiosa para o primeiro plano não ajuda. 


A dose dos marqueteiros nas campanhas está exagerada?
Sim, em todas as campanhas. Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza. Hoje a campanha faz pesquisas e vê o que a população quer naquele momento. A população sempre quer educação, saúde e segurança, e então você organiza tudo em termos de educação, saúde e segurança.
Sem perceber que a verdadeira questão é como você transforma em problema algo que a população não percebeu ainda como problema. Liderar é isso. Você abre um caminho. A pesquisa é útil não para você repetir o que ela disse, mas para tentar influenciar o comportamento a partir de seus valores.
O que nós temos na campanha é a reafirmação dos clichês colhidos nas pesquisas. Onde é que está a liderança política, que é justamente você propor valor novo. O líder muda, não segue. 


A polarização nacional entre PT e PSDB completou 16 anos. Tem feito mais bem ou mais mal ao Brasil?
O que o Chile fez na forma da Concertação [aliança entre Partido Socialista e Democracia Cristã que governou o país de 1990 a 2010], fizemos aqui sob a forma de oposição. Há muito mais continuidade que quebra. O pessoal do PT aderiu grosso modo ao caminho aberto por nós. Isso é que deu crescimento ao Brasil. Agora tem aí o começo de um rumo que não é mesmo o meu, que é esse mais burocrático-sindical-industrial. E tem uma diferença na concepção da democracia. 


O que seria essa social-democracia tucana?
Social-democracia, vamos devagar com o ardor. O sujeito da social-democracia europeia eram a classe trabalhadora e os sindicatos. Aqui são os pobres. O Lula deixou de falar em trabalhador para falar em pobre. Mudou. Nós descobrimos uma tecnologia de lidar com a pobreza, mas estamos por enquanto mitigando a pobreza.
Tem de transformar o pré-sal em neurônio. Esse é o saldo para uma sociedade desenvolvida. Está se perfilando, no PT e adjacências, uma predominância do olhar do Estado, como se o Estado fosse a solução das coisas. 


Então a diferença entre PT e PSDB, para o sr., se dá em relação ao papel do Estado.
A nossa tradição é de corporativismo estatizante, e isso está voltando. É uma mistura fina, uma mistura de Getúlio, Geisel e Lula. O Lula é mais complicado que isso, porque é isso e o contrário disso. Como é a metamorfose ambulante, faz a mediação de tudo com tudo. Lula sempre faz a mediação para que o setor privado não seja sufocado completamente. Não sei como Dilma vai proceder. 


Isso tende a se aprofundar nesse novo governo?
A segunda parte do segundo mandato de Lula foi assim. A crise global deu a desculpa para o Estado gastar mais. E o pobre do [John Maynard] Keynes pagou o preço. Tudo é Keynes. Investimento não cresceu, gasto público se expandiu, foi Keynes. Não acho que o Brasil vá no sentido da Venezuela porque a nossa sociedade é mais forte. Aqui há empresas, imprensa, universidades, igrejas, uma sociedade civil maior, mais forte. Isso leva o governo a ter cautela. Veja o discurso da Dilma de ontem [domingo]. Ela beijou a cruz. Ela tem que dizer isso, que vai respeitar a democracia, porque senão não governa. 


O que esperar de Dilma?
Não sabemos o que ela pensa, nem como é que ela faz. O Brasil deu um cheque em branco para a Dilma. Vamos ver o que vai acontecer com a conjuntura econômica. Há um problema complicado na balança de pagamentos, um deficit crescente, uma taxa de juros elevada e uma taxa de câmbio cruel.
Da Falha de São Paulo desta terça-feira 



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TV AMERICANA DENUNCIA QUE DINHEIRO DO NARCOTRÁFICO FINANCIA HUGO CHÁVEZ E O TERRORISMO ISLÂMICO


Esta reportagem da TV CBN News americana mostra que o dinheiro do narcotráfico financia Hugo Chávez e sua ditadura comuno-bolivariana e abastece também o terrorismo islâmico. Segue a tradução em português da reportagem via site De Olho na Jihad e também o link direto para o site da CBN News com o texto em inglês. Leiam:

Cartéis poderosos fizeram fortunas com o trafico de drogas ao longo da fronteira entre os Estados Unidos e o México. Agora, ditadores párias e grupos terroristas islâmicos estão seguindo seu exemplo. 


A Al Qaeda, o Hezbollah e Hugo Chavez, o homem-forte da Venezuela, são diferentes em vários sentidos, mas compartilham um inimigo comum
- os Estados Unidos. E de acordo com autoridades Americanas, as drogas ajudam a ligar e financiar estas redes perigosas.

Tráfico de drogas transatlântico


O oeste da África é o centro de seus interesses neste negócio multi-bilionário. A região tornou-se uma rota para a cocaína destinada à Europa.


A Al Qaeda e o Hezbollah frequentemente oferecem segurança para as drogas depois que elas chegam à Africa. Mas os carregamentos ilegais vêm do hemisfério ocidental.


Roger Noriega, ex-membro do Departamento de Estado, disse à CBN News que o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, sabe perfeitamente que navios carregados de drogas estão partindo do seu território. Noriega foi o embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos durante o governo do ex-presidente George W. Bush.


"Atualmente, praticamente todos os vôos que vão para a África Ocidental carregando cocaina ou outras drogas vêm da Venezuela," diz ele.


"Temos provas esmagadoras e nosso governo tem sido leniente com o governo venezuelano, que está envolvido com o tráfico de drogas," continua Noriega. "Então, sabemos que o regime é cúmplice há anos e Chavez deve ter conhecimento e dar aprovação a esta espécie de tráfico.


"Este é um sujeito que afirma que sabe toda vez que um barco da guarda costeira americana se aproxima de seu país ou [um avião] voa perto de seu territorio," ele acrescentou. "Como ele pode afirmar que não está sabendo de [boengs] 737 sendo carregados no oeste da Venezuela? Ele deve saber desta espécie de tráfico, porque é muito substancial."


Noriega também disse à CBN que Chavez tem ligações antigas com os traficantes de drogas colombianos.
 

"É fato sabido que antes mesmo de ser presidente ele tinha ligações com as guerrilhas e estes narco-traficantes," diz ele. "E ele basicamente tornou o território venezuelano prontamente disponível para eles escoarem cocaína e outras drogas." Leiam AQUI a reportagem completa em português - Read MORE in english 


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segunda-feira, novembro 01, 2010

MISTIFICAÇÃO SÓRDIDA DA GRANDE IMPRENSA TENTA FAZER COM QUE A NAÇÃO ESQUEÇA ESCÂNDALOS QUE MACULAM ELEIÇÃO DA DILMA

Enquanto os jornalões e seus jornalistas amestrados e a toda poderosa Rede Globo se desmancham paparicando Dilma Rousseff, vamos ao que interessa, ou seja, o fato que há vários esqueletos no armário do poder petralha. Ouve-se um som parecido como aquele emitido por castanholas.

Enquanto a Oposição se retrai e não responde à mentirada e a mistificação que tenta sepultar esses esqueletos é bom então que se traga novamente para o centro do noticiário político, transformado num cordão de bajulação hipócrita dando à candidata eleita os méritos que ela não têm. Sua eleição está maculada pela mácula nefasta e vergonhosa da corrupção, das propinas, das quebras de sigilo, dos dossiês, das mentiras e do uso criminoso da máquina pública sob o comando de Lula. Como nunca antes neste país!

A metade da população brasileira que votou na oposição espera dela que faça oposição e que refute de forma enérgica e vigorosa o esquema vai sendo montado para eliminar da lembrança da Nação o turbilhão de escândalos protagonizados por Lula e seus sequazes. Até hoje ninguém foi punido e isto, por si só, já é outro ato escandaloso que envergonha, pelo menos a metade decente da população brasileira.

Transcrevo aqui matéria que está no site de Veja, a única publicação da imprensa brasileira que ainda não se curvou a toda essa farsa nojenta e asquerosa. Os esqueletos permanecem dentro do armário:

O governo conseguiu empurrar o resultado da apuração dos escândalos que envolveram a campanha de Dilma Rousseff à Presidência para depois da eleição. E, agora eleita, a petista terá de se preocupar não só com a montagem de sua equipe de governo, mas também com o resultado das investigações a respeito do esquema de tráfico de influência na Casa Civil e da quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB.

A divulgação do resultado dos dois inquéritos vai coincidir justamente com o período de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para o futuro governo de Dilma, que toma posse em 1º de janeiro. Os preparativos para a transição ocorrem entre novembro e dezembro.

Já na próxima semana o fantasma de Erenice Guerra voltará a assombrar Dilma. Isso porque encerra-se o prazo dado pela Justiça para que a Polícia Federal entregue suas conclusões sobre o esquema de tráfico de influência operado pela ex-ministra-chefe da Casa Civil. Em setembro, VEJA revelou que, com a anuência da mãe, Israel transformou-se em lobista em Brasília, intermediando contratos milionários entre empresários e órgãos do governo, mediante o pagamento de uma "taxa de sucesso". Cinco dias após VEJA ter trazido à tona o esquema de aparelhamento do estado, Erenice caiu.

Termina no próximo dia 18 o prazo para que a Casa Civil conclua a sindicância aberta para apurar o esquema de Erenice e seus filhos no ministério. Os trabalhos haviam sido prorrogados por 30 dias.

Também nos próximos dias, a PF decidirá se aprofunda ou não as investigações a respeito da quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato derrotado do PSDB, José Serra. O jornalista Amaury Ribeiro Júnior, apontado como o responsável por encomendar as violações de sigilo, insinuou em seus depoimentos que o deputado estadual Rui Falcão (PT) foi o responsável pelo vazamento do material de espionagem organizado pela pré-campanha de Dilma. Do portal da revista Veja 

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Sponholz: Cartão Corporativo

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SERRA VENCEU EM 11 ESTADOS. MINAS GERAIS É A OVELHA VERMELHA DO REBANHO DA OPOSIÇÃO. PRESTÍGIO DE AÉCIO FOI PARA O BREJO.

MINAS GERAIS: OVELHA VERMELHA DO REBANHO DA OPOSIÇÃO
No segundo turno das eleições, a presidente eleita Dilma Rousseff foi vitoriosa em 15 Estados e no Distrito Federal, enquanto o seu oponente, José Serra, foi o mais votado em 11 Estados. A petista diminuiu a sua área de vantagem, em relação ao primeiro turno. MINHA OBSERVAÇÃO: Destaca-se o fato de que Serra venceu nos Estados mais importantes do Brasil e neles também a aliança de Oposição elegeu governadores. A ovelha vermelha do rebanho da oposição é Minas Gerais, onde venceu o governador do PSDB, mas Serra perdeu. CLIQUE AQUI PARA VER OS PERCENTUAIS DA TOTALIZAÇÃO DOS VOTOS POR ESTADO

Neste domingo, Dilma ficou em primeiro lugar na preferência dos eleitores de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

Os Estados onde Serra teve maioria foram: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Acre, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Roraima e São Paulo.

No segundo turno, aumenta o número de Estados que votaram em Serra
Em relação ao primeiro turno, registrou-se um aumento no número de Estados que deram maioria ao candidato tucano. Em 3 de outubro, Serra foi o primeiro em oito Estados, e neste domingo foi o mais votado em 11. Os três Estados onde a liderança se inverteu foram Rio Grande do Sul, Goiás e Espírito Santo, onde Dilma tinha sido vitoriosa no primeiro turno e, no segundo, Serra teve maioria.

A única unidade federada conquistada por Dilma no segundo turno foi o Distrito Federal, que, no primeiro turno, teve Marina Silva como primeira colocada e, neste domingo, deu a maioria dos votos à presidente eleita.

Dilma teve o maior percentual no Amazonas; Serra, no Acre
O Estado que deu o maior percentual de votos para Dilma no segundo turno foi o Amazonas, onde a presidente eleita teve 80,57% dos votos válidos. No primeiro turno, a vantagem da presidente eleita tinha sido maior no Maranhão, onde obteve 70,65%.

O Acre, Estado natal de Marina Silva, foi o colégio eleitoral onde José Serra obteve a maior vantagem, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Em 3 de outubro, o tucano recebeu 52,12% dos votos válidos. Neste domingo, 69,69% dos eleitores acreanos votaram em Serra. Do Diário Catarinense, do Grupo RBS que apóia o PT 



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Sponholz: Vergonha!

ARTIGO: País partido

Por Nilson Borges Filho (*) 

Confirmou-se tudo aquilo que as pesquisas vinham divulgando nas últimas semanas: a vitória de Dilma Rousseff  à presidência da República.  A candidata petista venceu com  54 milhões de votos. Pode-se afirmar que a eleição da candidata petista não se deu pelos seus méritos, mas pelo atrelamento da sua candidatura à popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, queiram ou não, é inquestionável, principalmente quando se trata das camadas mais pobres da população.

Por outro lado, não se pode desconsiderar que 43 milhões de brasileiros que votaram em Serra não desejavam Dilma Rousseff na presidência do Brasil.  Não é pouca coisa, são  44% dos votos válidos despejados nas urnas por esse País afora. Lula transformou o pleito de 2010 numa questão pessoal. Por conta disso, atropelou a Constituição, desqualificou a justiça eleitoral, mentiu, utilizou o bem público em campanha, abandonou o emprego, menosprezou adversários, perdeu a compostura por sua incontinência verbal e, por tudo isso, sai da presidência menor do que entrou.

O presidente desembarca do cargo com altos índices de aceitação, mas sua sucessora herda um País dividido, nos planos geográfico, politico e eleitoral. São muitas as feridas deixadas por Lula, a maioria de difícil cicratização. Pior, nos armários da presidência existem esqueletos que virão à tona, cedo ou tarde. A bomba da vez atende pelo nome de Erenice Guerra, a ex-Chefe da Casa Civil e braço direito da presidente eleita. Está para explodir, com efeito devastador, novas informações sobre o Bancoop. O cadáver do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, continua insepulto.

Embora tais questões se direcionem mais ao PT do que à Dilma, não se pode negar que afetarão à presidência. Estruturalmente, Dilma vai ter que enfrentar o endividamente do Estado, a questão cambial, o déficit previdenciário, a reforma política e tributária e, principalmente, a falta de infraestrutura para enfrentar uma Olimpíada e  uma Copa do Mundo.

Como o Brasil adotou um sistema de presidencialismo de coalizão, Dilma ficará nas mãos de um arco extenso de alianças, nada confortável em se tratando do fisiologismo partidário brasileiro. Na outra ponta, a presidente vai enfrentar as demandas dos movimentos sociais e o apego ao Estado pelo sindicalismo chapa-branca. O neopeleguismo, antes do encerramento do pleito, já se movimentava na divisão dos cargos.

As instituições no Brasil ainda são frágeis e não se encontram totalmente consolidadas no campo democrático. O PT, que não é muito atento às regras democráticas, pressionará o governo para que endureça com a imprensa e a mantenha no cabresto, com a justificativa desonesta de controle social da mídia.

O Brasil melhorou em muitos indicadores sociais, mas ainda permanece aquém do mínimo desejável nas áreas da educação, saúde e segurança – isso em comparação aos nossos vizinhos, até mesmo com a República Oriental do Uruguay. Dilma saiu das costelas de um homem, chegou à presidência por que esse homem assim a quis e levará para o Palácio do Planalto o fastasma de um ex-presidente com 80% de aprovação. Dilma contará com a maioria na Câmara e no Senado, desde que atenda o apetite do PMDB.

E, para concluir, um dado relevante: a maior parcela do PIB brasileiro encontra-se nos Estados governados pela oposição. O Brasil que emerge destas eleições é um País partido: de um lado o Brasil que produz, do outro o Brasil do bolsa-família. Duas notícias: uma boa, a outra ruim. A boa: sai a farsa. A ruim: entra a fraude. 

(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em Direito. Foi professor da UFSC e da UFMG. É articulista colaborador deste blog.

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