A Procuradoria Geral da Colômbia cassou a senadora Piedad Córdoba, do Partido Liberal, por colaboração com o grupo narco-terrorista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), informaram nesta segunda-feira, 27, as autoridades em comunicado. Ela está impedida de ocupar cargos públicos por 18 anos.
Piedad é acusada de promover as Farc e colaborar com a guerrilha. "A investigação teve origem nos achados dos aparelhos eletrônicos confiscados na Operação Fênix, quando foi abatido Raul Reyes", então líder das Farc, informou a Procuradoria.
Os investigadores cruzaram documentos dos rebeldes e da senadora, que se identificava como Teodora, Teodora de Bolívar, Negra ou Negrita. Segundo a Procuradoria, "a parlamentar se excedeu em suas funções assim como na autorização dada pelo governo para gerenciar o intercâmbio humanitário", de acordo com informações do diário El Tiempo.
A Procuradoria anunciou que as informações foram comprovadas de acordo com dados enviados pela Corte Suprema e pela Promotoria. Além disse, informou o órgão, "foram levadas em conta as saídas da senadora do país, interceptações autorizadas de ligações telefônicas a guerrilheiros e a declaração de Viktor Tomnyuuk, infiltrado ucraniano, que teve contatos com um comandante dos rebeldes".
"Por estes atos, o Ministério Público estabeleceu com convicção que a senadora deu conselhos ao grupo, como não enviar vídeos de pessoas sequestradas pelos guerrilheiros, e sim gravações de voz dos prisioneiros, para uma melhor estratégia em busca de seus objetivos. Também deu às Farc informações à margem da lei sobre assuntos diferentes com a liberação dos sequestrados, entre eles possíveis doações de governos estrangeiros a departamentos colombianos", diz o comunicado.
Ainda segundo a Procuradoria, Piedad "instruiu e solicitou Às Farc que desse provas de vida dos sequestrados para favorecer governos de outros países. Assim, fez declarações em diferentes atos públicos para promover e favorecer os interesses deste grupo subversivo". Piedad participou da negociação para a libertação de uma série de reféns da guerrilha, inclusive de Clara Rojas e Consuelo Rodriguez. Do portal do Estadão
MEU COMENTÁRIO: Exemplar o procedimento das autoridades da Colômbia. Piedad Córdoba é amiguinha da turma do Lula e da Dilma.
Piedad é acusada de promover as Farc e colaborar com a guerrilha. "A investigação teve origem nos achados dos aparelhos eletrônicos confiscados na Operação Fênix, quando foi abatido Raul Reyes", então líder das Farc, informou a Procuradoria.
Os investigadores cruzaram documentos dos rebeldes e da senadora, que se identificava como Teodora, Teodora de Bolívar, Negra ou Negrita. Segundo a Procuradoria, "a parlamentar se excedeu em suas funções assim como na autorização dada pelo governo para gerenciar o intercâmbio humanitário", de acordo com informações do diário El Tiempo.
A Procuradoria anunciou que as informações foram comprovadas de acordo com dados enviados pela Corte Suprema e pela Promotoria. Além disse, informou o órgão, "foram levadas em conta as saídas da senadora do país, interceptações autorizadas de ligações telefônicas a guerrilheiros e a declaração de Viktor Tomnyuuk, infiltrado ucraniano, que teve contatos com um comandante dos rebeldes".
"Por estes atos, o Ministério Público estabeleceu com convicção que a senadora deu conselhos ao grupo, como não enviar vídeos de pessoas sequestradas pelos guerrilheiros, e sim gravações de voz dos prisioneiros, para uma melhor estratégia em busca de seus objetivos. Também deu às Farc informações à margem da lei sobre assuntos diferentes com a liberação dos sequestrados, entre eles possíveis doações de governos estrangeiros a departamentos colombianos", diz o comunicado.
Ainda segundo a Procuradoria, Piedad "instruiu e solicitou Às Farc que desse provas de vida dos sequestrados para favorecer governos de outros países. Assim, fez declarações em diferentes atos públicos para promover e favorecer os interesses deste grupo subversivo". Piedad participou da negociação para a libertação de uma série de reféns da guerrilha, inclusive de Clara Rojas e Consuelo Rodriguez. Do portal do Estadão
MEU COMENTÁRIO: Exemplar o procedimento das autoridades da Colômbia. Piedad Córdoba é amiguinha da turma do Lula e da Dilma.
O Brasil copia tudo dos outros, copiem essa também e vou aplaudir esses bandidos amiguinhos das FARCs na Cadeia...
ResponderExcluirTem que se prestar atenção para que o Sebento e sua corja não se metam na política da Colômbia alegando autoritarismo por parte do governo Colombiano na cassação de tão singela dePUTAda.,
ResponderExcluirA cachorrada vermelha sempre acusa de truculência aos governos que apenas fazem cumprir a constituição de seus países. Principalmente quando o cumprimento das leis acertam em cheio os BOSTIVARIANOS.