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sábado, agosto 31, 2013

O DESTINO DO BRASIL SE PERMANECER NAS MÃOS DO PT: UM PAÍS ATRASADO SOB O DOMÍNIO DE UMA TIRANIA DE VIÉS CUBANO.

Claro que ninguém que possua mais que dois neurônios funcionando razoavelmente precisa das lições do megainvestidor Jim Rogers para saber que o governo do Lula e da Dilma e seus sequazes é um desastre, um absurdo sob todos os pontos de vista.
Entretanto, a escória que comanda a Nação brasileira possui provavelmente apenas um neurônio embrutecido pela cegueira ideológica. São incapazes de escrever estas linhas que escrevo com um mínimo de conteúdo. Quanto mais entender um discurso vazado em termos racionais e objetivos.
Por isso jamais entenderão o recado de Jim Rogers e ainda o acusarão de títere do imperialismo ianque, embora muitos desses somoventes do PT estejam vivos justamente porque a ciência e a tecnologia evoluem com os vultosos investimentos de gente como Rogers.
Lula, Dilma e Zés Dirceus ficam com o índio cocaleiro, com a bruxa argentina e com Fidel Castro e seu irmão Raúl e os médicos cubanos. Fiquemos, pois, com Jim Rogers que está no Brasil e deu o seu recado. Leiam:
Megainvestidor Jim Rogers
O megainvestidor Jim Rogers diz não pretender fazer nenhum investimento no Brasil até que o governo mude as diretrizes. Durante palestra realizada neste sábado em Campos do Jordão, no 6º Congresso Internacional de Mercado Financeiro e de Capitais, Rogers afirmou que a economia brasileira poderia estar em uma situação muito melhor não fossem os entraves do governo para a entrada de capital estrangeiro.
“Até que as políticas se alterem no governo, não vou fazer investimentos”, disse o investidor, que afirma não ter dinheiro aplicado na economia brasileira. Segundo ele, o governo está no caminho errado e o país não está se beneficiando tanto quanto deveria do bom momento das commodities. “O Brasil precisa de investimentos, de especialistas e o governo quer não ajuda externa.”
Famoso por ter criado um dos mais rentáveis fundos de investimento do mundo ao lado de George Soros, o Quantum Fund, o megainvestidor acredita que o boom das commodities deve perdurar por alguns anos, mas o Brasil está diminuindo seu ritmo de benefício desse mercado de forma prematura. “Infelizmente, a senhora (como se referiu à presidente Dilma Rousseff) começou a cometer erros antes de o preço das commodities cair de fato”, diz Rogers. Entre as recomendações que ele faz ao governo brasileiro está a retirada de restrições à entrada de capital que, segundo ele, poderiam ajudar o setor agrícola a ter uma expansão maior. Rogers diz ainda que Dilma Rousseff deveria remover subsídios e abrir mais a economia brasileira. “O Brasil pode e deve ser uma grande economia, mas, infelizmente, eu acho que não vai ser.”
Contudo, o investidor diz que o Brasil não é o único a cometer erros, mas faz críticas à condução da política econômica de outros emergentes como Índia, Indonésia e Turquia. Sem detalhar as falhas, ele diz que são “muito mais graves” do que aquelas cometidas pelo Brasil. Rogers diz não estar otimista com o mercado no momento atual e que “não tem investimentos em muitos locais agora”. “Eu quero esperar. Não tem me agradado o que eu tenho visto nos últimos anos”, completa.
Durante a palestra, o investidor disse que a possível invasão dos Estados Unidos na Síria, para tentar conter o governo de Bashar Assad, pode agravar ainda mais os negócios globais. “Os Estados Unidos parecem estar entrando em uma guerra. Se isso realmente acontecer, nós teremos problemas sérios.”
Aos 70 anos, Rogers vive em Cingapura desde 2007, de onde acompanha de perto o mercado asiático. Depois de seu fundo ter tido valorização de 4.000% em seus primeiros dez anos, na década de 1970, Rogers se aposentou aos 37 anos. Do site da revista Veja

Sponholz: Retrato do Congresso Nacional!


EX-ASSESSOR DO PALÁCIO DO PLANALTO ACUSADO DE ESTUPROÉ PRESO NO PARANÁ

O ex-assessor da Casa Civil Eduardo André Gaievski
O ex-assessor especial da Casa Civil da Presidência da República Eduardo André Gaievski foi preso na madrugada deste sábado em Foz do Iguaçu, no Paraná, fronteira com Argentina e Paraguai. Segundo a Polícia Civil do estado, ele foi levado a Curitiba na manhã deste sábado. A Justiça havia pedido a prisão preventiva de Gaievski, que é suspeito de abuso sexual de menores, conformerevelou o site de VEJA
Afastado do cargo desde a revelação do caso, Gaievski nega as acusações de estupro e atribui as denúncias a adversários políticos que teriam interesse em prejudicar a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), que deve se lançar candidata ao governo do Paraná. Gaievski também diz que as denúncias são uma retaliação de integrantes do Ministério Público que teriam sido denunciados por ele quando comandou a prefeitura de Realeza.
Gaievski foi prefeito de Realeza por dois mandatos, entre 2005 e 2012. Em janeiro, a convite de Gleisi, assumiu o cargo de assessor especial da Casa Civil e ficou encarregado de coordenar programas sociais ligados a menores: combate ao crack e construção de creches.
Acusações - Um inquérito que tramita em segredo no fórum da cidade reuniu depoimentos de supostas vítimas de Gaievski. Segundo os relatos, o então prefeito oferecia dinheiro a meninas pobres em troca de sexo. “Eu tinha 13 anos de idade e o prefeito foi me buscar no colégio para levar para o motel”, diz J. S., uma das vítimas, hoje com 17 anos. O prefeito, segundo os relatos, aliciava as garotas usando mulheres mais velhas para convencê-las a manter relações com ele.
“A gente era ameaçada para não contar nada a ninguém”, diz A.F., que tinha 14 anos à época em que conta ter sido levada ao motel Jet’aime pelo prefeito três vezes, recebendo entre 150 e 200 reais cada uma delas. P.B., outra suposta vítima, afirma que saiu com o prefeito três vezes em troca de um emprego na prefeitura. “Hoje tenho depressão e vivo a base de remédios”, diz a moça, que está com 22 anos. “Quando ele enjoou de mim, fui demitida.” Do site da revista Veja

MÉDICO CUBANO DENUNCIA: "NOSSA MEDICINA É QUASE A DOS CURANDEIROS".

O cubano Gilberto Velazco Serrano, de 32 anos, é médico. Na ilha dos irmãos Castro ele aprendeu seu ofício em meio a livros desatualizados e à falta crônica de medicamentos e de equipamentos. Os sonhos de ajudar os desamparados bateu de frente, ainda durante sua formação universitária, com a dura realidade de seu país: falta de infraestrutura, doutrinação política e arbitrariedade por parte do governo. "É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, diz  Velazco. 
Ao ser enviado à Bolívia em 2006, para o que seria uma ação humanitária, o médico se viu em meio a uma manobra política, que visava pregar a ideologia comunista. “A brigada tinha cerca de 10 paramilitares, que estavam ali para nos dizer o que fazer”. Velazco não suportou a servidão forçada e fugiu. Sua primeira parada foi pedir abrigo político no Brasil, que permitiu sua estada apenas de maneira provisória. Hoje, ele mora com a família em Miami, nos Estados Unidos, onde tem asilo político e estuda para revalidar seu diploma. De lá, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Como os médicos são selecionados para as missões?
Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso. Se eles precisam de 100 médicos para uma missão, você precisa estar disponível. Normalmente, eles faziam uma filtragem ideológica, selecionavam pessoas alinhadas ao regime. Mas com tantas colaborações internacionais, acredito que essa filtragem esteja menos rígida ou tenha até acabado.
Como foi sua missão?
Fomos enviados 140 médicos para a Bolívia em 2006. Disseram que íamos ficar no país por três meses para ajudar a população após uma enchente. Quando cheguei lá, fiquei sabendo que não chovia há meses. Era tudo mentira. Os três meses iniciais viraram dois anos. O pior de tudo é que o grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos - havia pelo menos 10 paramilitares. A chefe da brigada, por exemplo, não era médica. Os paramilitares estavam infiltrados para impedir que a gente fugisse.
Paramilitares?
Vi armas dentro das casas onde eles moravam. Eles andavam com dinheiro e viviam em mansões, enquanto nós éramos obrigados a morar nos hospitais com os pacientes internados. Quando chegamos a Havana para embarcar para a Bolívia, assinamos uma lista para registro. Eram 14 listas com 10 nomes cada. Em uma delas, nenhum dos médicos pode assinar. Essa era a lista que tinha os nomes dos paramilitares.
Como era o trabalho dos paramilitares?
Não me esqueço do que a chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”. Eles nos diziam o que fazer, como nos comportar e eram os responsáveis por evitar deserções e impedir que fugíssemos. Na Bolívia, ela nos disse que deveríamos estudar a catarata. Estávamos lá, a priori, para a atenção básica – não para operações como catarata. Mas tratar a catarata, uma cirurgia muito simples, tinha um efeito psicológico no paciente e também na família. Todos ficariam agradecidos à brigada cubana.
Você foi obrigado a fazer algo que não quisesse?
Certa vez, eu fui para Santa Cruz para uma reunião, lá me disseram que eu teria de ficar no telefone, para atender informações dos médicos e fazer estatísticas. O objetivo era cadastrar o número de atendimentos feitos naquele dia. Alguns médicos ligavam para passar informações, outros não. Eu precisava falar com todos, do contrário os líderes saíam à caça daquele com quem eu não havia conversado. Quando terminei o relatório, 603 pacientes tinham sido atendidos. Na teoria, estávamos em 140 médicos na Bolívia, mas foi divulgado oficialmente que o grupo seria de 680. Então como poderiam ter sido feitas apenas 603 consultas? Acabei tendo que alterar os dados, já que o estabelecido era um mínimo de 72 atendimentos por médico ao dia. Os dados foram falsificados.
Como é a formação de um médico em Cuba?
Muito ruim. É uma graduação extremamente ideologizada, as aulas são teóricas, os livros são velhos e desatualizados. Alguns tinham até páginas perdidas. Aprendi sobre as doenças na literatura médica, porque não tinha reativo de glicemia para fazer um exame, por exemplo. Não dava para fazer hemograma. A máquina de raio-X só podia ser usada em casos extremos. Os hospitais tinham barata, ratos e, às vezes, faltava até água. Vi diversos pacientes que só foram medicados porque os parentes mandavam remédios dos Estados Unidos. Aspirina, por exemplo, era artigo raro. É triste, mas eu diria que é uma medicina quase de curandeiro. Você fala para o paciente que ele deveria tomar tal remédio. Mas não tem. Aí você acaba tendo que indicar um chá, um suco.
Como era feita essa "graduação extremamente ideologizada" que o senhor menciona?
Tínhamos uma disciplina chamada preparação militar. Ficávamos duas semanas por ano fora da universidade para atender a essa demanda. Segundo o governo cubano, o imperialismo iria atacar a ilha e tínhamos que nos defender. Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.
Como é o sistema de saúde de Cuba?
O país está vivendo uma epidemia de cólera. Nas últimas décadas não havia registro dessa doença. Agora, até a capital Havana está em crise. A cólera é uma doença típica da pobreza extrema, ela não é facilmente transmissível. Isso acontece porque o sistema público de saúde está deteriorado. Quase não existem mais médicos em Cuba, em função das missões.
Por que você resolveu fugir da missão na Bolívia?
Nasci em Cuba, estudei em Cuba, passei minha vida na ilha. Minha realidade era: ao me formar médico eu teria um salário de 25 dólares, sem permissão para sair do país, tendo que fazer o que o governo me obrigasse a fazer. Em Cuba, o paramédico é uma propriedade do governo. A Bolívia era um país um pouco mais livre, mas, supostamente, eu tinha sido enviado para trabalhar por apenas três meses. Lá, me avisaram que eu teria de ficar por dois anos. Eu não tinha opção. Eram pagos 5.000 dólares por médico, mas eu recebia apenas 100 dólares: 80 em alimentos que eles me davam e os 20 em dinheiro. A verdade é que eu nunca fui pago corretamente, já que médico cubano não pode ter dinheiro em mãos, se não compra a fuga. Todas essas condições eram insustentáveis.
Você pediu asilo no Brasil?
Pedi que o Brasil me ajudasse no refúgio. Aleguei que faria o Revalida e iria para o Nordeste trabalhar em regiões pobres, mas a Polícia Federal disse que não poderia regularizar minha situação. Consegui um refúgio temporário, válido de 1 de novembro de 2006 a 4 de fevereiro de 2007. Nesse meio tempo, fui à embaixada dos Estados Unidos e fui aprovado.
Após a sua deserção, sua família sofreu algum tipo de punição?
Eles foram penalizados e tiveram de ficar três anos sem poder sair de Cuba. Meus pais nunca receberam um centavo do governo cubano enquanto estive na Bolívia, mas sofreram represálias depois que eu decidi fugir.
Quando você foi enviado à Bolívia era um recém-formado. A primeira leva de cubanos no Brasil é composta por médicos mais experientes...
Pelo o que vivi, sei que isso é tudo uma montagem de doutrinação. Essas pessoas são mais velhas porque os jovens como eu não querem a ditadura. Eu saí de Cuba e não voltei mais. No caso das pessoas mais velhas, talvez eles tenham família, marido, filhos em Cuba. É mais improvável que optem pela fuga e deixem seus familiares para trás. Geralmente, são pessoas que vivem aterrorizadas, que só podem falar com a imprensa quando autorizadas.
Os médicos cubanos que estão no Brasil deveriam fazer o Revalida?
Sim. Em Cuba, os médicos têm de passar por uma revalidação para praticar a medicina dentro do país. Sou favorável que os médicos estrangeiros trabalhem no Brasil, mas eles precisam se adequar à legislação local. Além do mais, a formação médica em Cuba está muito crítica. Eu passei o fim da minha graduação dentro de um programa especial de emergência. A ideia era que eles reduzissem em um ano minha formação, para que eu pudesse ser enviado à Bolívia. O governo cubano está fazendo isso: acelerando a graduação para poder enviar os médicos em missões ao exterior. Do site da revista Veja

REVISTA 'VEJA' VEM COM DUAS REPORTAGENS-BOMBA: O VERGONHOSO ESCÂNDALO DONADON E A CUBANIZAÇÃO DO BRASIL!

 A revista Veja que chega às bancas neste sábado vem com duas reportagens-bomba. A chamada principal de capa vai fundo no vergonhoso comportamento da Câmara dos Deputados no caso Donadon. Mais acima, a chamada da matéria sobre o escândalo do governo do PT, que deu início à cubanização do Brasil com a importação de supostos médicos cubanos, fato que já vem causando o desemprego de centenas de médicos brasileiros. 
Veja sustenta na reportagem o fato de que deixar os médicos sob a lei ditatorial comunista de Havana é uma grave ameaça à soberania nacional.
Coincidentemente, a conhecida jornalista venezuelana Ludmila Vinogradoff, que é correspondente internacional do jornal ABC, da Espanha, um dos principais diários espanhóis me enviou a seguinte mensagem pelo Twitter informando: “los 4.000 médicos cubanos a Brasil es la primera avanzada. Venezuela ya tiene mas de 30.000. E la sanidad sigue peor que antes.” 
Isto quer dizer que os 4.000 médicos cubanos que devem chegar ao Brasil é apenas uma primeira parte. Já se falou que a importação dos cubanos pelo governo do PT poderá chegar a 25.000 médicos.
Conclui-se: se com os 400 médicos que já aportaram por aqui se registra o desemprego de médicos brasileiros, imaginem quando o pacote ficar completo?
Quanto ao caso do deputado Donadon, a manchete de capa da revista Veja vem em caixa-alta: VERGONHA!, afirmando que a preservação do mandato do presidiário Nastan Donadon agride a democracia e poder criar a “bancada penitenciária” no Congresso Nacional.
Portanto, só estas duas reportagens-bomba de Veja desta semana já valem a compra da revista. 
Como sempre, Veja faz o que o jornalismo militante do PT que campeia à vontade nas redações da maioria da grande mídia brasileira não faz. Outra coisa que praticamente desapareceu da maioria dos grande veículos de comunicação, especialmente as redes de televisão, é o jornalismo opinativo. Com o advento do lulopetismo, os textos de opinião dos jornalões resultam em veradeiras cartas enigmáticas. Os articulistas de opinião não são a favor e nem contra a bandalha do PT, muito pelo contrário.
Neste caso, a Veja dá um banho. Dá a opinião já na chamada de capa vinculando-a ao compromisso inarredável dos jornalismo verdadeiro que é o combate à corrupção, à mentira, à roubalheira e, sobretudo, ao ataque as instituições democráticas.
Portanto, corram às bancas bem cedo neste sábado para saber a verdade dos fatos. 

sexta-feira, agosto 30, 2013

FORO DE SÃO PAULO INICIA O ENVOLVIMENTO DOS MILITARES NO PROJETO COMUNISTA BOLIVARIANO

Aliciamento dos militares pelo comunismo bolivariano já começou
Depois da importação dos médicos cubanos provavelmente governo do PT deverá iniciar um projeto que envolverá os militares das Forças Armadas. Trata-se, evidentemente, de mais um esquema do Foro de São Paulo, a entidade fundada por Lula e Fidel Castro para transformar todos os países latino-americanos em repúblicas comunistas do século XXI.

O índio cocaleiro Evo Morales presidiu um seminário em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, que contou com a presença de militares da Bolívia, Nicarágua, Equador, Cuba e Venezuela, segundo noticiou o site NotíciaClic, da Venezuela, quando ficou estabelecido que será criada uma Escola Militar Bolivariana para todo o continente.

A idéia é criar a Escola Militar de Defesa da ALBA - Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América, com foco na formação ideológica-militar. 
Como se pode notar, essa escola será um centro de lavagem cerebral dos militares tornando-os parceiros na transformação de todos os países sul-americanos em repúblicas socialistas do século XXI.

Está aí uma boa pauta para a grande imprensa brasileira. Que tal?

CHEGADA DOS MÉDICOS CUBANOS É O PASSO QUE ANTECEDE A TRANSFORMAÇÃO DO BRASIL NUMA REPÚBLICA SOCIALISTA DO SÉCULO XXI

Um excelente artigo do jurista Ives Gandra da Silva Martins a respeito da importação de médicos cubanos pelo governo do PT, publicado no jornal O Estado de S. Paulo. Transcrevo na íntegra, já que se constitui num poderoso libelo contra mais esse avanço comunista do governo do PT. 
Um eventual novo mandato da Dilma será a pá de cal sobre o cadáver da democracia. O Brasil será mais uma ditadura comunista do século XXI sem que nenhum parlamentar, nenhuma autoridade, ninguém se levante contra o paulatino assassinato da democracia e da liberdade. E, curiosamente, os dois principais candidatos à Presidência da República, supostamente de oposição, o mineiro Aécio Neves e nordestino Eduardo Campos, silenciam solemente sobre tudo isso. Não emitem um pio. 
Aliás em todos esses manifestos que ocorrido no Brasil as reivindicações foram todas exigindo mais intervenção estatal. Bom como já afirmei aqui desde o início, todas essas arruaças fazem parte do esquema do Foro de São Paulo, a organização esquerdista cujo objetivo é transfomar o continente sul-americano na União das Repúblicas Socialistas da América Latina (URSAL) a versão cucaracha da ex-URSS. 
O que está acontecendo com a importação dos médicos cubanos é mais um passo nesse sentido. Depois, como já ocorre na Venezuela, serão criados os Poderes Comunais.
Leiam o artigo do professor Ives Gandra que prova a ilegalidade desse histriônico e mentiroso programa do governo comunista do PT:
A preferência da presidente Dilma Rousseff pelos regimes bolivarianos é inequívoca. Basta comparar a forma como tratou o Paraguai - onde a democracia é constitucionalmente mais moderna, por adotar mecanismos próprios do sistema parlamentar (recall presidencial) - ao afastá-lo do Mercosul e como trata a mais sangrenta ditadura latino-americana, que é a de Cuba.
A presidente do Brasil financia o regime cubano com dinheiro que melhor poderia ser utilizado para atender às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS), dando-lhe maior eficiência em estrutura e incentivos.
Em período pré-eleitoral, Dilma Rousseff decidiu trazer médicos de outros países para atender a população do interior do Brasil, sem oferecer, todavia, as condições indispensáveis para que tenham essas regiões carentes hospitais e equipamentos. Empresta dinheiro a Cuba e a outros países bolivarianos, mas não aplica no nosso país o necessário para que haja assistência gratuita, no mínimo, civilizada.
O cúmulo dessa irracional política, contudo, parece ocorrer na admissão de 4 mil agentes cubanos, que se dizem médicos - são servidores do Estado e recebem daquela ditadura o que ela deseja pagar-lhes -, para os instalar em áreas desfavorecidas do Brasil, sem que sejam obrigados a revalidar seus títulos nos únicos órgãos que podem fazê-lo, ou seja, os Conselhos de Medicina.
Dessa forma, trata desigualmente os médicos brasileiros, todos sujeitos a ter a validade de sua profissão reconhecida pelos Conselhos Regionais, e os estrangeiros que estão autorizados exclusivamente pelo governo federal a exercer aqui a medicina.
O tratamento diferencial fere drasticamente o princípio da isonomia constitucional (artigo 5.º, caput e inciso I), sobre escancarar a nítida preferência por um regime que, no passado, assassinou milhares de pessoas contrárias a Fidel Castro em "paredóns", sem julgamento, e que, no presente, não permite às pessoas livremente entrarem e saírem de seu país, salvo sob rígido controle. Pior que isso, remunerará os médicos cubanos que trabalharem no Brasil em valores consideravelmente inferiores aos dos outros médicos que aqui estão. É que o governo brasileiro financiará, por intermédio deles, o próprio governo de Cuba, o qual se apropriará de mais da metade de seu salário.
Portanto, a meu ver, tal tratamento diferencial fere a legislação trabalhista, pois médicos exercendo a mesma função não poderão ter salários diversos. O inciso XXX do artigo 7.º da Constituição federal também proíbe a distinção de remuneração no exercício de função.
Acontece que pretende o Estado brasileiro esquivar-se do tratamento isonômico alegando que acordo internacional lhe permite pagar diretamente a Cuba, que remunerará seus médicos com 25% ou 40% do valor que os outros médicos, brasileiros ou não, aqui receberão.
É pacífica a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) de que os tratados entram em nosso ordenamento jurídico como lei ordinária especial, vale dizer, não podem sobrepor-se à Constituição da República, a não ser na hipótese de terem sido aprovados em dois turnos, nas duas Casas Legislativas do Congresso Nacional, por três quintos dos parlamentares (parágrafo 3.º do artigo 5.º da nossa Lei Maior).
Ora, à evidência, o acordo realizado pelo governo brasileiro não tem o condão de prevalecer sobre a nossa Carta Magna, por ter força de lei ordinária especial, sendo, pois, de manifesta inconstitucionalidade. Francisco Rezek, quando ministro do STF, certa vez, a respeito da denominada "fumaça do bom direito", que justifica a concessão de liminares contra atos ou leis inconstitucionais, declarou, em caso de gritante inconstitucionalidade, que a fumaça do bom direito era tão grande que não conseguia vislumbrar o rosto de seus pares colocados na bancada da frente. Para a manifesta inconstitucionalidade do ato a imagem do eminente jurista mineiro calha como uma luva. O tratado do Brasil com a ditadura cubana fere o artigo 7.º, inciso XXX, da Constituição federal.
O que me preocupa, no entanto, é como uma pequena ilha pode dispor de um número enorme de "médicos exportáveis", que, se fossem bons, não deveriam correr nenhum risco ao serem avaliados por médicos brasileiros dos Conselhos Regionais, e não por funcionários do governo federal.
Pergunto-me se tais servidores cubanos não terão outros objetivos que não apenas aqueles de cuidar da saúde pública. Afinal quando foram para a Venezuela, esse país se tornou gradativamente uma semiditadura, na qual as oposições e a imprensa são sempre reprimidas.
E a hipótese que levanto me preocupa mais ainda porque foi a presidente guerrilheira e muitos de seus companheiros de então haviam sido treinados em Cuba e pretendiam impor um governo semelhante no Brasil, como alguns deles afirmaram publicamente.
Tenho a presidente Dilma Rousseff por mulher honesta e trabalhadora, embora com manifestos equívocos em sua política geradora de alta inflação, baixo produto interno bruto (PIB), descontrole cambial e déficit na balança comercial e nas contas externas. O certo, contudo, é que a sua preferência pelos regimes bolivarianos e a sua aversão ao lucros das empresas talvez estejam na essência de seu comportamento na linha ora adotada.
Respeito a presidente da República eleita pelo povo, mas tenho receio de que suas preferências ideológicas estejam na raiz dos problemas que vivemos, incluída a importação de agentes públicos de Cuba que se intitulam médicos. Do site do Estadão

PSDB ENTRA NO SUPREMO COM MANDADO DE SEGURANÇA PARA ANULAR SESSÃO QUE ABSOLVEU DONADON DE CASSAÇÃO DE MANDATO

Deputados comemoraram com Natan Donadon (Foto: O Globo)
O líder do PSDB na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio (SP), entrou hoje (29) com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a sessão que absolveu o deputado Natan Donadon (sem partido-RO). Na quarta-feira, a Câmara, em votação secreta, absolveu Donadon no processo de cassação de mandato. Foram 233 votos a favor do parecer do relator, Sergio Sveiter (PSD-RJ), 131 votos contra e 41 abstenções.

Na petição entregue ao Supremo, Sampaio contesta o procedimento adotado pela Mesa Diretora da Câmara para a votação da cassação do mandato. Segundo o parlamentar, após a condenação de Donadon, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, deveria ter encaminhado a cassação diretamente para que a Mesa Diretora declarasse a perda do mandato automaticamente.

“A perda de mandato do parlamentar em função de condenação criminal comum transitada em julgado não depende de deliberação de qualquer das Casas do Congresso Nacional, mas é um efeito automático da sentença condenatória, cabendo às Casas legislativas apenas declarar a produção desse efeito uma vez atendidos os seus requisitos formais”, diz o documento.

Dois deputados, isoladamente, também ingressaram com um pedido na Mesa da Câmara para que a sessão de quarta-feira seja anulada. Simplício Araújo (PPS-MA) e Amauri Teixeira (PT-BA) questionaram o fato de o próprio deputado Natan Donadon ter votado no processo, o que não é permitido pelo Regimento Interno da Câmara. A solicitação, no entanto, não deve prosperar.

Durante o processo de votação, e antes mesmo do anúncio do resultado, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) havia notado o problema e, em seguida, anunciou no microfone que ao final retiraria do resultado oficial um dos votos a favor da absolvição do deputado — partindo do princípio de que Donadon votou contra a cassação. Assim foi feito. Para a Mesa da Câmara, o processo de votação está correto e não precisa ser anulado.

— Na minha ótica não existe chance de o pedido ser acolhido. O presidente fez tudo certo e antes de anunciar o resultado afirmou que iria diminuir um voto — explicou o secretário-geral da Mesa Diretora, Mozart Vianna. Do site do jornal O Globo

DIAS TOFFOLI NÃO DETALHA GANHOS EXTRAS QUE SERIAM USADOS PARA PAGAR EMPRÉSTISMOS DE R$ 1,4 MILHÃO

Ministro do STF, Dias Toffoli
O ministro José Antonio Dias Toffoli não detalhou nesta quinta-feira, 29, seus ganhos extra-salário do Supremo Tribunal Federal que seriam usados, segundo ele, para pagar prestações de dois empréstimos com o Banco Mercantil do Brasil que, juntos, somam R$ 1,4 milhão.
Em resposta a uma nova consulta feita peloEstado, a assessoria de Toffoli disse, em nota oficial, que "os rendimentos, recursos e o patrimônio do ministro são aqueles anualmente declarados à Receita Federal, em seu Imposto de Renda".
As parcelas mensais dos empréstimos, de R$ 16,7 mil, comprometem cerca de 92% dos ganhos líquidos de Toffoli no STF, de R$ 18,2 mil em julho.
Segundo o gabinete do ministro, seus rendimentos "não se resumem aos vencimentos no STF". O gabinete não diz quais são os outras fontes de renda.
Toffoli é relator no Supremo de processos do Mercantil, que lhe concedeu os dois empréstimos em 2011. O primeiro, de R$ 931 mil, previa inicialmente pagamento em 180 parcelas de R$ 13,8 mil mensais; já o segundo, de R$ 463,1 mil, em 204 prestações de R$ 6,6 mil.
Na época em que as operações foram contratadas, a soma das parcelas superava o salário líquido de Toffoli (cerca de R$ 17,5 mil). Em abril deste ano, após decisões do ministro nos processos, o banco reduziu os juros dos empréstimos de 1,35% ao mês 1% ao mês, o que reduziu as prestações para R$ 16,7 mil mensais.
O corte das taxas, considerado atípico até por um dos representantes do Mercantil, assegurou uma economia de R$ 636 mil no total a ser pago. A soma das prestações alcança R$ 3,21 milhões.
Segundo o Código do Processo Civil e o Regimento do Supremo, cabe arguir a suspeição do magistrado, por parcialidade, quando alguma das partes do processo seja sua credora.
O ministro relata casos do banco desde 2009, mas, mesmo com os empréstimos, não viu motivos para se afastar. Nesta quinta-feira, ele deixou o Supremo sem dar entrevistas.
Sem maldade. "Não sei se é conflito de interesse na prática. Se existe isso, não existe maldade", afirmou nesta quinta-feira o diretor executivo do Mercantil, Paulo Henrique Brant de Araújo.
Segundo ele, os empréstimos "não têm nada a ver" com os interesses do banco no Supremo, tampouco a redução das taxas. "Não é a primeira pessoa para a qual o banco poderia emprestar e que tem um cargo público. Não existe esse tipo de restrição. Se houvesse, o próprio ministro deveria se manifestar."
O diretor não quis analisar o caso específico de Toffoli, devido ao sigilo bancário da operação, mas observou que um "bom pagador", com garantia segura, merece "condições boas, não atípicas". "Não necessariamente, o banco tem a obrigação de cobrar 4% ao mês."
O Estado consultou dois gerentes da agência do Mercantil em Brasília, que ofereceram, para cliente VIP do banco, nas mesmas condições financeiras do ministro, empréstimos de no máximo quatro anos e taxas entre 3% e 4% ao mês. Do site do Estadão

DEBATE EM VÍDEO: O CASO DONADON E SEU IMPACTO NO JULGAMENTO DO MENSALÃO.


Os jornalistas Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, com a participação do advogado criminalista Roberto Podval e o historiador Marco Antonio Villa discutem como foi a semana no Supremo Tribunal Federal (STF) e as possíveis consequências, no julgamento do mensalão, da decisão da Câmara que salvou o deputado Natan Donadon da cassação do mandato.

Se dúvida, vale a pena ver este vídeo que traz ao debate de forma objetiva e sem concessão à patrulha contumaz que age na maioria dos veículos da grande mídia em defesa dos impostores do PT.

Muito diferente, portanto, do que os telespectadores das grandes redes estão acostumados a ver. Neste debate do site de Veja, os fatos, e não versões edulcoradas pelos áulicos do poder petistas, são eviscerados e denunciados.

Repito: vale a pena ver.

quinta-feira, agosto 29, 2013

Sponholz: Um deboche imperdoável!


EDUARDO SABOIA E ROGER PINTO MOLINA: A FUGA DO INFERNO COMUNISTA BOLIVARIANO.

O site Mídia Sem Máscara, publicou um artigo de Júlio Severo, que resume a via crucis do Senador boliviano Roger Pinto Molina, que é evangélico e seu libertador, o diplomata brasileiro católico Eduardo Sabóia. Severo constrói sua narrativa a partir de reportagens que a Folha de S. Paulo realizou. Pensando bem, olha que está aí uma boa história para um filme. Parece ficção, mas não é. Infelizmente, a maioria dos cineastas é completamente idiota. Como essa formidável fuga conduzida por Saboia até o Brasil serve para escancarar os regimes comunistas bolivarianos, não vai interessar  a esses “famosos” cineastas, vermes que preferem parasitar os culhões dos comunistas.
Seja como for, o fato é que o texto de Júlio Severo está ótimo. Tanto é que jamais seria publicado pelos jornalões dominados pela canalha comunista mentirosa, picareta, comedora de caraminguás estatais, aduladora do Lula, da Dilma e demais pilantras safados instalados no Palácio do Planalto, no Itamaraty, enfim, em todas as instâncias do Estado brasileiro.
Transcrevo na íntegra o texto de Severo e lembro que vale a pena passar diariamente lá no site Mídia Sem Máscara. Leiam:
Eduardo Saboia e Roger Pinto Molina: fuga espetacular.
O senador boliviano Roger Pinto Molina havia pedido asilo à Embaixada do Brasil na Bolívia em 2012, permanecendo num quartinho trancado, com muitas restrições, literalmente como se fosse um criminoso. O diplomata Eduardo Saboia, responsável pela Embaixada do Brasil, estava incomodado com o que o boliviano estava sofrendo: “O senador estava havia 452 dias sem tomar sol, sem receber visitas. Eu me sentia como se fosse o carcereiro dele… O asilado típico fica na residência [do embaixador], mas ele estava confinado numa sala de telex, vigiado 24 horas por fuzileiros navais.”
O senador estava também com sérios problemas de saúde, mas não podia sair da embaixada para se consultar numa clínica médica, sob risco de ser preso pelo governo comunista boliviano.
Roger Pinto Molina é um líder político batista conservador e é considerado a principal oposição ao comunista Evo Morales, presidente da Bolívia. Depois de denunciar escândalos do governo de Evo, Molina passou a ser perseguido, em seguida buscando refúgio na Embaixada do Brasil, que acabou se tornando uma prisão “informal” para ele.
O tratamento dado a ele contrasta com os privilégios que o governo do Brasil deu a Manuel Zelaya, político socialista de Honduras que foi exilado depois de tentar dar um golpe e derrubar o governo em 2009. Nesse caso, o governo brasileiro sob Lula participou de um esquema para trazer Zelaya do exterior e levá-lo escondido diretamente à Embaixada do Brasil em Honduras.
Na Embaixada, Zelaya gozou muitas regalias, amplo espaço e facilidades, inclusive fazendo discursos políticos, afrontando a honra de Honduras, sem que as autoridades hondurenhas nada pudessem fazer, pois Zelaya provocava as autoridades hondurenhas de dentro da embaixada, que é território protegido.
O embaixador brasileiro não foi punido por transformar a embaixada em palanque político, quartel-general e hotel de luxo para um vigarista comunista.
O azar do senador boliviano é não ser terrorista nem comunista.
Sua sorte foi que Eduardo Saboia é católico e não se conformou com a injustiça do governo de Dilma Rousseff. Saboia disse que o governo do PT não tinha nenhuma intenção de ajudar o senador evangélico preso na embaixada. Ele disse: “Tenho os e-mails das pessoas, dizendo ‘olha, a gente sabe que é um faz de conta, eles fingem que estão negociando (a saída do senador da embaixada) e a gente finge que acredita.’”
Em entrevistas aos jornais do Brasil, Saboia chorou ao dizer que “ouviu a voz de Deus” para tirar Molina da embaixada.
Ele contou detalhes da tensa viagem de La Paz até a fronteira com o Brasil. Molina passou muito mal, vomitou e todos começaram a rezar quando a gasolina do carro estava quase acabando. Saboia conta: “Foram 22 horas, 1.600 quilômetros. Pegamos névoa, gelo, frio. Saímos de 4.600 metros [de altitude] até 400 metros. Não paramos para nada, foi tudo direto. Só tinha umas nozes e umas bananas para comer, mais nada..”
Não puderam parar em nenhum banheiro nem lanchonete, para evitar riscos do governo comunista boliviano.
“Na reta final, fomos ficando sem gasolina e aí começamos a, literalmente, rezar. Eu, católico, e o senador, evangélico. Peguei a Bíblia, abri nos Salmos e li. Foi o milagre da multiplicação da gasolina,” disse Saboia.
Como a maioria dos brasileiros emburrecidos, Saboia também votou em Dilma para presidente. Mas emburrecimento tem limite quando entra em choque violento com valores cristãos e éticos, e ele viu que o tratamento dado ao senador boliviano na embaixada violava os direitos humanos.
O esquema de empurrar com a barriga o caso do senador até ele sair da embaixada não funcionou. Dilma está de cara feia com a presença do senador evangélico no Brasil. Dilma está de cara feia para Eduardo Saboia, pelo fato de que ele preferiu ouvir a voz de Deus a ouvir as ordens do PT.
Saboia fez sua parte: trouxe um refugiado ao Brasil dos brasileiros. Mas como em outras vezes, o PT de Dilma mostrará que o Brasil é mais deles do que nosso.
Saboia está sendo punido. Seu crime é não entender que a missão do governo do Brasil é acobertar Zelayas e outros criminosos comunistas.
O senador evangélico não está a salvo no Brasil do PT, que agora está torcendo a lei para dizer que a permanência do boliviano no Brasil é ilegal. O governo do PT já está trabalhando nos bastidores para dar um “final feliz” para alegrar a cara feia de Evo Morales e Dilma.
O azar do senador boliviano é não ser terrorista nem comunista.
Cesare Battisti, um terrorista comunista condenado à prisão perpétua na Itália por assassinato, vive sossegado no Brasil, asilado e protegido pelo PT desde 2010.
O PT sabe proteger seus cúmplices e terroristas. Mas faz cara feia para qualquer cristão que ousar ouvir a voz de Deus e pedir asilo depois de fazer oposição a um governo comunista.
Oposição a governos comunistas é crime e quem fizer isso será tratado como criminoso, mesmo que peça asilo na Embaixada do Brasil na Bolívia.
Graças a Deus o diplomata Eduardo Saboia não aguentou continuar fazendo o jogo sujo do PT, que propositadamente dificultou a presença do senador na embaixada a fim de que ele “voluntariamente” escolhesse sair. Saboia colocou a vida e a saúde de um evangélico perseguido acima da ideologia maligna do PT. Saboia colocou sua carreira diplomática em risco para salvar uma vida das artimanhas de Evo e do PT.
Católicos e evangélicos, orem por Saboia e Molina, pois Evo Morales e Dilma Rousseff, que estão com cara feia nesse caso, e com certeza têm intenções feias para o senador perseguido e para o católico que ouviu a voz de Deus. O Deus que multiplicou a gasolina da fuga pode jogar gasolina e fogo nas más intenções dos comunistas que governam a Bolívia e o Brasil. Do site Mídia Sem Máscara

quarta-feira, agosto 28, 2013

BOLSONARO DIZ AS VERDADES SOBRE AS QUAIS A OPOSIÇÃO CALA DE FORMA VERGONHOSA TORNANDO-SE CÚMPLICE DO DESGOVERNO DO PT


Pode quem quiser tentar ridicularizar e criticar o deputado Jair Bolsonaro, mas é um dos únicos - se não é o único parlamentar brasileiro - que fala a verdade.

Tudo que Bolsonaro denuncia neste vídeo corresponde exatamente à verdade.

E a denúncia da falsificação da história e do que seja a democracia e a liberdade em livros escolares para as crianças não se constitui apenas num fato grave, mais sim num crime.

O governo do PT é criminoso, porquanto usa a escola para promover a lavagem cerebral das crianças e dos jovens, transformando-os em idiotas úteis à deletéria ação do petismo que deseja transformar o Brasil em mais uma República Comunista latino-americana.

Os candidatos da oposição à presidência da República têm o dever de denunciar essa sacanagem levada a efeito por esses tarados ideológicos, corruptos, ladrões, mentirosos e sorrateiros, que conspiram dia e noite para liquidar a democracia e a liberdade no Brasil.

Se a Oposição não levantar essas questões que são cruciais na campanha eleitoral presidencial que se avizinha transforma-se em cúmplice desses criminosos.

Até agora não ouvi do Sr. José Serra e do Sr. Aécio Neves um tico de crítica a esses crimes. Muito menos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que foi incapaz de levantar a voz contra essas iniquidades, além do fato de militar ao lado daqueles que propõem a descriminalização das drogas. Como principal líder político brasileiro o Sr. Fernando Henrique Cardoso tem, no mínimo, o dever de perfilar-se ao lado do bem, da lei e da ordem!

É isso, acreditem, que mais de 40 milhões de brasileiros que votaram nas eleições presidenciais passadas desejam. E tem mais: não votaram em José Serra ou no PSDB, votaram contra o governo do PT.

Vocês, do PSDB, sobretudo seus principais expoentes como Fernando Henrique, José Serra e Aécio Neves, têm de estar atentos a todos esses fatos.

Os eleitores honrados que deploram a sacanagem dominante, como o caso dos médicos cubanos e a articulação do atual governo brasileiro com o Foro de São Paulo e o repasse de milhões de dólares à ditadura cubana, exigem - podem ter certeza - que esses assuntos todos sejam o mote da campanha da Oposição.

Se assim não ocorrer, podem tirar o cavalinho da chuva. Não receberão votos que esperam!

VENEZUELANOS SOMEM COM A ESTÁTUA DE CHE GUEVARA DEIXANDO SÓ AS BOTAS DO TERRORISTA

Irados com a homenagem ao assassino comunista Che Guevara, venezuelanos sumiram com a estátua do terrorista deixando só as botas.
Ao longo dos últimos 14 anos de ditadura chavista na Venezuela, diversas são as estátuas que o finado caudilho Hugo Chávez mandou erguer em homenagem a terroristas comunista.
Mas na cidade de San Carlos, no Estado Cojedes, a população não deixou por menos e resolveu dar sumiço numa estátua de corpo inteiro do famigerado assassino Che Guevara que os áulicos de Chávez haviam erguido na cidade.
Sob o pedestal só restaram as botas do facínora que ficou mais conhecido como “Porco Fedorento.”
A estátua, em bronze, foi inaugurada pelo próprio Hugo Chávez no ano passado, pouco antes de sua viagem sem volta para Cuba, onde evaporou, já que até hoje ninguém viu o cadáver do tiranete e nem onde foi sepultado.
A praça onde estava essa estátua leva o nome de Che Guevara, fato que a população de San Carlos deplora e se sente ofendida.
A foto foi enviada ao blog via Twitter por atenta leitora venezuelana a quem fico muito grato.

INFLAÇÃO E DISPARADA DO DÓLAR AMEAÇAM A ECONOMIA E FAZEM COPOM AUMENTAR SELIC PARA 9% ANO ANO. NO GERAL, PREÇOS VÃO AUMENTAR!

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou em 0,50 ponto porcentual, para 9% ao ano, a taxa básica de juros (Selic) nesta quarta-feira, em decisão unânime, sem viés - ou seja, a decisão é válida até o próximo encontro em outubro. Trata-se da quarta elevação consecutiva do juro básico da economia neste ano. A trajetória de alta teve início em abril, quando a autoridade monetária subiu a Selic de 7,25% (mínima histórica) para 7,5%. A decisão não surpreendeu o mercado financeiro, que apostava de forma quase unânime no aumento de 0,50 ponto.
No comunicado que acompanhou a decisão, o BC reafirmou que a inflação constitui um risco para a economia. "O comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano". 
Votaram por essa decisão o presidente do BC, Alexandre Tombini, e os diretores Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.
A subida da Selic é motivada pelo alto patamar inflacionário - e, mais recentemente, a valorização do dólar. A prévia da inflação de agosto, medida pelo IPCA-15, indica alta de 0,16% no mês, e de 6,15% no acumulado dos últimos doze meses. Apesar de o número apontar para desaceleração, o IPCA continua próximo do teto da meta. Muitos analistas atribuem ao controle de preços de alguns produtos, como combustíveis, a manutenção da inflação ainda abaixo de 6,5%. Ou seja, sem tais controles, o índice poderia facilmente extrapolar a meta.
Outro fator macroeconômico levado em conta pelo Copom é a alta do dólar, que deverá ter reflexos nos preços do mercado doméstico em breve. Produtos de primeira necessidade, como o trigo, já subiram devido à alta da moeda americana. O petróleo também fechou em alta, a 116,31 dólares o barril, devido às incertezas sobre a ofensiva militar que poderá chegar à Síria. Por enquanto, tais aumentos não estão sendo repassados ao consumidor e são absorvidos pela Petrobras. Como resultado, segundo análise do Itaú Unibanco, a estatal vai aumentar em 900 milhões de reais por mês seus gastos com importação de combustível, caso não haja repasse de preços. Leia MAIS

PDVSA, A PETROLEIRA ESTATAL DA VENEZUELA, TRANSFORMOU-SE EM SÍMBOLO DA CORRUPÇÃO, CRIMINALIDADE E INEFICIÊNCIA SOB O COMUNISMO CHAVISTA.

Sob o chavismo, a PDVSA se transformou num aparelho comunista que sustentou o finado caudilho Chávez e agora mantém Nicolás Maduro no Poder e ainda amamenta seus cupinchas. 
O artigo que segue em tradução livre do espanhol de Roger F. Noriega e Felipe Trigos. Noriega é diplomata americano. Foi subsecretário de Estado Adjunto para Assuntos Hemisféricos e Embaixador ante a OEA. Atualmente é pesquisador visitante no American Enterprise Institute e dirige a sua empresa de consultoria Visión Américas LLC. Já Felipe Trigos é analisa de Visión Américas e colaborador do site Interamerican Security Watch, onde está publicado o artigo que originalmente saiu em edição do jornal El Nuevo Herald de Miami (EUA).

Vale a pena ler este artigo para ter uma idéia do que se passa com a economia venezuelana, praticamente destruída pelo finado caudilho Hugo Chávez e seus comparsas.

O artigo enfoca prioritariamente o caso da PDVSA, a estatal petroleira de onde o chavismo retira há 14 anos os recursos que o mantém no poder. Como é sabido, a Venezuela está entre os maiores produtores de petróleo do mundo. 

Todavia, sob o chavismo, o país tem de importar gasolina. Tudo isso por conta da maldição do comunismo bolivariano que transformou a Venezuela - pasmem - numa Nação a serviço dos criminosos assassinos Fidel Castro e seu irmão Raúl. A PDVSA é uma companhia estatal nos moldes da Petrobras e é por isso que as informações neste artigo interessam de perto aos brasileiros no momento em que o Brasil também passa a ser protetor de Cuba com a importação de médicos cubanos e com a Petrobras dominada pelos pelegos sindicais do PT. Além disso, a PDVSA é parceira da Petrobras na construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cuja entrada em funcionamento estaria prevista para o início de 2014. Leiam:

O petróleo deveria ser o recurso que tirasse da pobreza os venezuelanos e o veículo que assegure décadas de progresso e segurança para o país sul=americano. Entretanto, o manejo da PDVSA durante os últimos 14 anos tem tido um efeito completamente distinto e a companhia tem sido submetida a tal quantidade de abusos e corrupção pelos chavistas que a crise econômica pela qual passa poderia levar a petroleira estatal à bancarrota muito antes do que se pensa. A PDVSA, que no passado foi considerada uma das empresas petroleira mais produtivas na América Latina, passou a ser um ninho de corrupção, ineficiência, criminalidade e o centro de poder político e econômico da maquinaria chavista.
Desde a eleição de Hugo Chávez em 1998, a companhia vem sendo dizimada pelo governo e hipotecada a países e organizações criminosas. Em lugar de aproveitar os lucros decorrentes dos altos preços do petróleo, os chavistas se encarregaram de empenhar o patrimônio dos venezuelanos para garantir sua permanência no poder.
Esta ambição tem levado a companhia a uma situação tão precásria que seus diretores enfrentam problemas para financiar suas atividades diárias.
À diferença de cifras oficiais, a produção atual de petróleo da Venezuela é de 2,4 milhões de barris por dia, muito aquém do máximo alcançado antes da chegada de Chávez, quando a companhia chegou a produzir 3,3 milhões de barris diários. Ainda que a produção tenha diminuído e a empresa não possa pagar suas contas, a PDVSA duplicou o número de trabalhadores desde o ano de 2003 que passou a 110.000 empregados.
Apesar de haver descoberto novas reservas de óleo pesado que fariam da Venezuela um dos três principais produtores de petróleo no mundo, o país enfrenta uma das mais profundas crises econômicas em sua história.
Hoje a PDVSA já não é somente a caixa de manejo do regime. A empresa se tem diversificado a tal ponto que o aparelho chavista depende por completa da PDVSA para governar e manter seus programas sociais. As entidades da PDVSA executam uma rede de distribuição de alimentos, assumem o encargo de propriedades expropriadas, recolhem fundos que se destinam a subornos políticos e inclusive materializam operações financeiras suspeitas para governos estrangeiros e organizações criminosas.
Acordos preferenciais com a China, Rússia, Irã e doações para Cuba e outros países no Caribe e América Central, deixam a PDVSA completamente sem recursos. Essa deplorável administração da empresa obriga a Venezuela a importar gasolina para satisfazer sua demanda interna.
Eleitoralmente a PDVSA tem sido essencial para os chavistas. Nas eleições presidenciais de outubro de 2012, a Venezuela solicitou um empréstimo de US$ 32 bilhões de dólares para apoiar o que seria a última campanha de Hugo Chávez. Empréstimos como este representam uma parte minúscula da maneira em que sistematicamente se empenha a empresa a governos estrangeiros para financiar agendas políticas de curto prazo.
O regime chavista vendeu a soberania venezuelana que tanto disse proteger em troca de 14 anos de poder e da destruição absoluta da economia venezuelana. Chávez sempre promoveu sua mensagem anti-imperialista contra os Estados Unidos. O que nunca disse é que aceitaria abertamente o imperialismo chinês, russo e cubano para proteger seu reinado e o de seus afilhados políticos, convertendo a Venezuela num estado autocrático, clientelista e protetor da criminalidade.
O futuro da PDVSA está acorrentado ao regime corrupto de Nicolás Maduro. O ungido de Chávez que tem sido incapaz de esconder suas deficiências como líder e administrador público.
A PDVSA somente poderia salvar-se se um regime democrático reestruturasse por completo a empresa e a separasse das mãos corruptas do Estado. Desafortunadamente, o tempo para que isso ocorra se acaba e as dívidas e falta de investimentos na PDVSA já sobrepuseram à capacidade do Estado para ressuscitá-la.
A iniciativa privada apoiada por um regime democrático poderia restituir à Venezuela o sonho de converter-se no país próspero que merecem seus habitantes e que lhes tem sido  negados por seus governantes. O tempo encurta e a solução está nas mãos dos venezuelanos que crêem na democraica e que estão dispostos a recuperar os recursos que os chavistas têm roubado. Do site Interamerican Security Watch - De CLIQUE AQUI para ler el articulo en español

Sponholz: Mensalão 3013!!!


CARTA ABERTA A JOSÉ SERRA ADVERTE SOBRE OS RISCOS DA DIVISÃO DO PSDB

O economista Rodrigo Constantino postou em seu blog no site da revista Veja uma Carta Aberta a José Serra, na qual expõe a sua preocupação em relação à divisão do PSDB no que respeita à candidatura presidencial tucana.

Considera que José Serra já teve a sua vez. Concorreu em duas eleições consecutivas e perdeu, sem contar que perdeu também a eleição para a prefeitura de São Paulo e, ainda que seja um quadro tucano preparado para o desempenho de cargos em nível técnico e político, sem dúvida, as medições dos institutos de pesquisa têm apontado sempre elevada rejeição ao seu nome.

Creio que a Carta Aberta de Rodrigo Constantino deve expressar o que pensa boa parte do eleitorado oposicionista. Já afirmei aqui neste blog que as circunstâncias apontam claramente que Aécio Neves será o candidato presidencial. Assim sendo, democraticamente José Serra deverá mesmo assimilar o fato. Todavia, sua insistência em concorrer impõe uma divisão no partido que obviamente o enfraquece para a batalha eleitoral de 2014.

Concordo com as colocações de Rodrigo Constantino e por isso transcrevo a sua Carta Aberta a José Serra. Recomendo aos leitores que visitem o blog do Constantino que está de ótimo nível e oferece análises pelo viés do liberalismo econômico. Aliás, algo raro na grande imprensa brasileira onde poucos são capazes de pensar com a própria cabeça e de ter coragem de ir além das louvaminhas ao poder. Leiam:


Prezado José Serra,
Não sou tucano, e tenho feito várias críticas ao seu partido. Sinto-me sob uma hegemonia da esquerda na política nacional, e creio que o senhor concordaria comigo. A “acusação” que os petistas lhe fazem, de “neoliberal” ou “direitista”, são totalmente injustas. O senhor é e sempre foi de esquerda. Sabemos disso. E eu, como liberal, tenho várias divergências, portanto, em relação ao modelo de governo, seu e do próprio PSDB.
Dito isso, meu lado pragmático reconhece que as alternativas são bem limitadas em 2014. Lá está ela, a hegemonia de esquerda. De um lado, a ideia assustadora de permanência do PT no poder, com esse aparelhamento absurdo da máquina estatal, esse nacional-desenvolvimentismo ultrapassado, essa gestão econômica incompetente, essa política externa ideológica e nefasta.
E quem está do “outro” lado, desafiando o atual governo? Temos Marina Silva, que foi PT até “ontem”, e pelos últimos 30 anos, inclusive ministra do governo Lula. Sua Rede carrega nas cores ambientalistas de forma romântica e, assim, perigosa. Sua noção de economia é limitada, e seu governo seria um grande ponto de interrogação. Ninguém sabe o que esperar.
Eduardo Campos tem encantado alguns empresários, mas vamos lá: é a “oposição” mais governista que conheço! Ainda é do governo, até hoje! No mais, seu PSB tem até socialista no nome, e temos visto o que seus governadores têm feito com os recursos públicos. Neto de Miguel Arraes, não dá para acreditar que teria uma gestão muito amigável com o mercado. Pode ser menos pior do que Dilma, mas isso, convenhamos, é fácil demais, e muito pouco.
Resta a alternativa do PSDB. Como já disse, não sou grande fã do partido. Social-democrata nos moldes europeus, ainda prega um estado intervencionista demais para o meu gosto. Mas tenho de admitir que há possibilidade de diálogo, que existem bons economistas ligados ao partido, que importantes privatizações foram feitas no passado (ainda que mais por necessidade de caixa do que convicção ideológica), assim como reformas relevantes (Lei de Responsabilidade Fiscal, câmbio flutuante e meta de inflação, tudo ameaçado hoje pelo PT).
O retorno do PSDB ao poder federal, portanto, é visto por mim como a única alternativa em 2014 que daria sobrevida às esperanças no Brasil. Haverá uma herança maldita para o próximo governo, sem dúvida. Esqueletos foram escondidos pelo atual governo, e a conta vai chegar. Mas que seja com uma equipe melhor, com bons economistas no leme, em vez de gente medíocre que nada entende, e pensa o contrário. A ignorância, quando alimentada pela arrogância, é um grande perigo.
E é aqui que gostaria de lhe pedir um grande favor. O momento é bastante delicado. Chegamos em uma encruzilhada, e o Brasil corre o risco de virar uma grande Argentina. Não é desprezível. Mais quatro anos de PT é um preço que o país não pode pagar. Será alto demais. A democracia estará ameaçada, as instituições poderão se esgarçar mais ainda, e novos ataques à imprensa são esperados.
É hora de patriotismo de todos aqueles comprometidos com o futuro do Brasil. O momento demanda atitudes nobres e corajosas, deixando-se a vaidade de lado, os interesses particulares para depois. O PSDB deve estar unido para esse combate, que já começou, com o próprio ex-presidente Lula dando a largada para a campanha antes do tempo.
O senhor teve sua chance. Por duas vezes. Não venceu. O nível de rejeição atingiu patamares elevados. Como eu disse, os mais liberais, como eu, enxergam o senhor muito à esquerda do que gostariam, e os esquerdistas preferem o PT mesmo, já que é para ter um estado intervencionista ao extremo. Eu mesmo confesso que votei no senhor, mas como escrevi em um artigo que circulou bastante à época, foi uma “escolha de Sofia”.
Até brinquei que precisei do auxílio de um Engov (sem ofensas). Não leve para o lado pessoal. É questão ideológica mesmo. Respeito o senhor como figura pública, sei que realmente deseja o melhor para o país. Apenas discordamos quanto aos meios. E agora, pelo visto, uma vez mais.
Gostaria de ser capaz de tocar-lhe o coração com essa mensagem. O Brasil precisa urgentemente se livrar do “bolivarianismo” dos petistas. Já foi longe demais. Nossa República está em xeque, e o mensalão é prova disso. Precisamos pegar o que resta de nossa “oposição” e turbiná-la, com unidade e determinação. E Aécio Neves é o nome, atualmente, capaz disso. É hora de lhe dar uma chance.
Um gesto seu de desistir do sonho da presidência, permanecer no partido, e endossar a candidatura do colega mineiro seria de enorme valia e humildade. Seria um ato patriótico. Sei que em 2010 o próprio Aécio não entrou pesado em campo para lhe ajudar na campanha. Mas espero que seja superior a isso, e mostre o poder do perdão. Picuinhas só vão prejudicar o PSDB e, por tabela, ajudar o PT.
Isso seria um duro golpe em milhões de brasileiros que clamam por mudança. Ajude esses brasileiros todos. O projeto de qualquer um que deseja construir um Brasil melhor, mais próspero e mais livre, começa com um primeiro passo fundamental: retirar o PT do poder, eliminar o risco autoritário do “bolivarianismo”, desmontar o aparelhamento do estado feito pelos “companheiros”. Contamos com o senhor nessa árdua missão.
Atenciosamente,
Rodrigo Constantino.

terça-feira, agosto 27, 2013

ARTIGO: Dilma e seu governo faz de conta.

Por Nilson Borges Filho (*)
A presidente Dilma Rousseff tem uma capacidade impressionante para dizer bobagens, seja no privado ou em público. Sua Excelência derrapa na gramática, diz coisas sem o menor sentido e costuma brigar com os fatos. Depois de medir forças com parlamentares da base alugada e jogar pesado com caciques do PMDB – principal ator do consórcio situacionista – Dilma, a destemida, de olho nas eleições de 2014, passou de crítica a personagens nefastos da classe política à aduladora desses tipinhos. Renan, Eduardo Alves e Eduardo Cunha, gente da da pior espécie da fauna parlamentar, são recebidos no Palácio do Planalto com toda a pompa pela presidente.
Provavelmente, depois dos cumprimentos protocolares, Dilma corre para o banheiro para desinfetar as mãos. Quase sempre com cara de nojo, quando se via obrigada a participar de encontros com fins meramente politiqueiros, a presidente agora faz o perfil da “estadista”. Beleza, se não fosse uma jogada rasteira de oportunismo eleitoral.
Minas se transformou no palanque da presidente, não porque lá nasceu e o Estado mereça atenção especial, mas sim porque o seu adversário, o senador mineiro Aécio Neves, pontua positivamente nas pesquisas de opinião para a presidência da República.
Dilma, nos últimos dias, esteve quatro vezes em terras mineiras, tentando minar a candidatura de Aécio, sendo que nesta terça-feira Dilma abusou da paciência dos mineiros no geral e dos belohorizontinos em particular. Ao se referir a Márcio Lacerda, prefeito de BH, a presidente não deixou por menos: “gostaria de cumprimentar o prefeito de Porto Alegre ...”.
O tucanato mineiro vibrou com a gafe presidencial e Aécio Neves deve ter subido mais uns pontinhos na corrida para o pleito de 2014. Isso me faz lembrar o ex-presidente Jânio Quadros quando disputava a presidência contra o general Teixeira Lott. Quando perguntavam a Jânio por que não visitava, em campanha,  determinada cidade, de pronto respondia: “Lott já lá esteve, portanto meus votos estão garantidos”. Lott era, na opinião de Jânio, o seu mais forte cabo eleitoral. Dilma não empolga, nem mesmo a militância petista. Elegeu-se presidente na garupa de Lula, que deixou o governo com altos índices de aprovação. Dilma apresentava-se como a “continuidade sem continuísmo”. O eleitor comprou a promessa e deu no que deu, um governo à deriva, uma presidente que leva o país à bancarrota econômica e ao desprezo internacional.
Dilma decidiu bater boca com o diplomata Eduardo Saboia, encarregado pela embaixada do Brasil na Bolívia. Num ato corajoso, destemido e solidário, Saboia resgatou o senador boliviano Roger Molina, perseguido pelo cocaleiro Evo Morales, e o trouxe para o Brasil. Com a ajuda de fuzileiros navais, infantaria da nossa Marinha de Guerra, e de policiais federais, o diplomata fez o que fez, colocando inclusive sua carreira em jogo, para salvar a vida de um político asilado na embaixada brasileira, há mais de 450 dias, sem previsão de salvo conduto.
O governo, com sua política externa de canteiro de obras, no período em que Molina esteve asilado, jamais moveu uma palha para solucionar o imbróglio. Tanto o governo brasileiro como o boliviano apostavam que Molina não resistiria à pressão emocional e – deprimido - se entregaria às autoridades bolivianas. Mas no caminho do senador havia um diplomata corajoso que não se presta a conluios ideológicos que envergonham nossa diplomacia.
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em direito e colaborador deste blog.

NEVE CAI INTENSAMENTE NA SERRA CATARINENSE

As duas primeiras fotos são do site do Diário Catarinense e esta aqui do site São Joaquim Online conforme os links no texto 
Contrariando os arautos ecochatos do aquecimento global, o inverno no Estado de Santa Catarina (Sul do Brasil) tem sido um dos mais rigorosos dos últimos anos e ocorre estritamente dentro do período do inverno que se iniciou em 21 de junho indo até 21 de setembro, quando começa a primavera.

Enquanto escrevo este post, a Serra catarinense está coalhada de neve para a alegria dos turistas que todos os anos aportam principalmente na cidade de São Joaquim, conhecida como a cidade da neve, e que registra temperaturas que podem chegar até a 6ºC negativos ou ainda menos.

Segundo a reportagem do Diário Catarinense a sensação térmica em São Joaquim nesta terça-feira está estimada em 20º negativos.

Os leitores também podem clicar neste link para ver dezenas de fotos da nevasca que pode se repetir nesta noite, do site São Joaquim Online.

PADRE PAULO RICARDO: "O SILÊNCIO NÃO VAI SALVAR A IGREJA"

Como os leitores que acompanham este blog sabem, eu sou ateu. Mas só afirmo isso quando há necessidade, como é o caso deste texto. É que os ateus de verdade não professam a militância do ateísmo, justamente porque é uma incongruência, algo que não teria o menor sentido. 
Ao contrário do que se imagina, ateus, como é o meu caso, não perseguem e nem combatem aqueles que têm fé. Vou mais longe. Defendo os cristãos e os judeus pois vejo essas duas religiões como as matrizes principais dos valores éticos e morais que deram forma à civilização ocidental. Tanto é que a principal agressão que o Ocidente sofre neste século têm como alvo cristãos e judeus. Nunca no denominando mundo moderno essas duas religioes e seus seguidores sofreram tantos ataques, em que pese a lição histórica do Holocausto. A única diferença do que houve no nazismo alemão que implicou a morte de milhões de judeus e também de cristãos, é que no século XXI pratica-se o assassinato dos valores éticos e morais surgidos a partir da matriz judaico-cristã. Ainda que os ataques físicos aos cristão e judeus continuem acontecendo, o foco é a diabólica operação da metaformose de conceitos e valores na tentativa de zerar a tradição que oferece os fundamentos do mundo ocidental. Os valores são intangíveis fisicamente; mas são eles os responsáveis pela existência e funcionamento da sociedade.
É com esse enfoque que transcrevo após este prólogo a entrevista do Padre Paulo Ricardo, muito especial, saliente-se, assinada pelo competente jornalista e escritor Paulo Briguet, do Jornal de Londrina. A entrevista foi publicada em 2011, mas permanece e  permanecerá atualizada no fluir do tempo. 
O Padre Paulo Ricardo é muito conhecido, sobretudo pelos mais jovens. Além de seu trabalho eclesiástico, esse sacerdote de notável preparo intelectual também é um ativista político com grande atuação na internet em defesa da democracia e da liberdade. 
Embora eu não pratique a religião, entendo perfeitamente a argumentação do Padre Paulo Ricardo também no que tange ao catolicismo e a razão de ser da Igreja Católica. E levo suas palavras em grande conta, com admiração e muito respeito. Tanto é que vejo não ser possível a defesa da nossa civilização ocidental sem considerar os postulados da fé do cristianismo e do judaísmo. Isto porque os vejo perfeitamente imbricados em qualquer análise honesta, isto é, vazada nos fatos, tendo em vista o Ocidente. Refiro-me, evidentemente, aos aspectos políticos, geopolíticos e culturais os quais, creio, não podem ser desligados da esfera religiosa, ou seja, daquela matriz à qual aludi.  
Acabei, é verdade, me estendendo nessas considerações. Mas creio ter sido necessário fazê-lo, mais ainda, em reverência ao grande Padre Paulo Ricardo que com sua inteligência - o que é raro nesses dias de lamentável triunfo das iniqüidades - realiza com desvelo sua missão e lança um poderoso facho de luz que ajuda a melhorar a compreensão dos fenômenos que fustigam a Igreja e o Ocidente e, sobretudo, mitigar a angústia existencial que inquieta os seres humanos. Segue a entrevista com a excelente introdução de Paulo Briguet.
A ENTREVISTA
Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um padre no sentido pleno da palavra. E não apenas por usar batina. Eis um padre que segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre que defende a Igreja e o papa. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Um padre que conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação. Um padre à maneira antiga – tão antiga quanto os 2 mil anos da Igreja Católica.
Com todas essas qualidades, o padre Paulo Ricardo está fazendo um grande sucesso com seu trabalho de evangelização na internet. Através do site padrepauloricardo.org, ele diz o que pensa para um público cada vez mais amplo – e constituído em grande parte por jovens.
Nascido em novembro de 1967, o padre Paulo Ricardo foi ordenado em 1992, pelo papa João Paulo II. É bacharel em Teologia e mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Membro do Conselho Internacional de Catequese, nomeado pela Santa Sé, pertence à Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso). É autor de diversos livros e apresenta o programa semanal “Oitavo Dia”, pela Rede Canção Nova de Televisão.
Durante uma visita do padre Paulo Ricardo por Londrina e região, em setembro, o JL realizou a seguinte entrevista. Entre os assuntos abordados, o papel dos cristãos na sociedade contemporânea e uma relação especial com a cidade de Londrina.

JL: Em 2005, o sr. passou por uma experiência pessoal muito importante em Londrina. O que aconteceu? E de que forma essa experiência o marcou? 
Padre Paulo Ricardo: Há seis anos, eu estava vindo de São Paulo e o avião fazia escala em Londrina, indo para Cuiabá. Aconteceu que o avião atrasou, tivemos que ir para o hotel. Depois voltamos para pegar o avião outra vez. Uns cinco minutos depois da decolagem, houve um estouro na turbina direita. Trinta segundos depois, um novo estouro. Ninguém sabia o que estava acontecendo. O pessoal ficou apavorado. O avião continua estável, o que se via claramente. Fiquei pensando: vou observar. Se eu notar que vai ocorrer o pior, dou a absolvição coletiva.
Enquanto eu não sabia o que estava acontecendo, fiz meu ato de contrição, pedi a Deus perdão do meu pecado – e esperei. Enquanto esperava, pensei que havia sido prudente inutilmente. Agora eu estaria me apresentando diante de Deus, Deus iria pedir conta do meu ministério, e eu fui prudente a vida inteira, porque queria ser bispo, queria fazer carreira, não queria me queimar. Dali para frente aquilo marcou. Dali para frente eu vi que era um homem morto. Deus me disse assim: “O que eu havia previsto para você eram somente estes anos de sacerdócio, agora você vai morrer, acabou, e você não deu conta do recado. Você escondeu seus talentos”.
Dali para frente resolvi me considerar um homem morto. Porque Deus estava me dando uma segunda chance. Eu não poderia mais me colocar numa situação de prudência, pensando no futuro. O bom soldado, quando vai para a guerra, não tem que se preocupar em voltar para casa. Ele tem que se preocupar em sobreviver o maior tempo possível para fazer o maior estrago para o inimigo. O soldado sabe que um dia vai levar um tiro e um dia vai sair de ação.
Esse foi meu exame de consciência: o sacerdócio é um dom, e um dom não é algo para ser guardado. Dali em diante, eu vi que a minha batina não é um enfeite, ela é uma mortalha. O sacerdote é um homem que deveria ter morrido para o mundo; se ele não morreu para o mundo, o que está fazendo aí? Afinal de contas, a Igreja e o sacerdócio ou servem para o Céu, ou não servem para nada, podem fechar as portas.
JL: E de que maneira a Igreja Católica pode assumir a sua verdadeira missão?
Padre Paulo Ricardo: A grande dificuldade é que a Igreja, nas últimas décadas, introjetou a acusação dos marxistas – de que “a religião é o ópio do povo”. Ela se sente culpada de falar do Céu, de salvação eterna, de felicidade futura. E tenta desconversar com uma suposta doutrina social. Você vai para a Igreja e dizem que a finalidade da religião é “fazer um mundo melhor”. Ora, mas essa não é a finalidade da Igreja! Bento XVI, na encíclica “Spe Salvi”, que houve uma imanentização da esperança cristã. A esperança cristã era voltada para o Céu, agora a gente espera a coisa aqui na Terra. A gente espera um mundo ideal, um mundo melhor, em desfavor da transcendência.
Paulo Briguet: Foi a partir desse episódio que o sr. iniciou o trabalho de evangelização na internet?
Padre Paulo Ricardo: Na verdade, a coisa foi gradual. O episódio do avião foi em 2005. Existem conversões fulminantes, como a de São Francisco – o homem que um dia era pecador, no outro era virtuoso. Comigo não foi assim. Ou melhor: comigo não está sendo assim – porque ainda não terminou. Sempre fui um menininho comportado, conservador, usava traje social, camisa de manga comprida... Quando entrei no seminário, logo veio a tentação da carreira. Eu me saía melhor nos estudos; era apreciada pela maneira como falava; comecei a pensar numa carreira dentro da Igreja. Fui para Roma, fiz Teologia lá. Vivia mais no Vaticano do que Universidade, sempre metido com cardeais e gente importante. Quando fui ordenado padre pelo papa João Paulo II, passei a desempenhar algumas funções menores na Santa Sé, nada muito importante. Minha pretensão era voltar ao Brasil, servir a diocese por um tempo e depois fazer carreira no Vaticano. Mas aconteceu que em 1997, tive uma experiência de conversão. Uma experiência com Santa Teresinha. Ali eu comecei a perceber que não poderia ser padre sem abraçar uma cruz. Não poderia transformar o sacerdócio numa carreira. Entendi que o sacerdócio não era um homem, mas o sacrifício de um homem. Passei a me voltar mais para Deus, para a espiritualidade. Eu já era padre há cinco anos. Em 2002, eu conheci pela internet o filósofo Olavo de Carvalho e comecei a ler tudo que ele escrevia. Foi como se escamas caíssem dos meus olhos. Você descobre por que apanhou a vida inteira: você descobre por que lutava numa argumentação, vencia os debates, mas nada mudava. A partir disso, passei a ver que as razões verdadeiras não eram as razões apresentadas em discussões. Tem sempre algo debaixo da mesa. Tem sempre a má intenção por trás – o que é típico da mentalidade revolucionária. Em 2005, houve o episódio do avião. De 2005 para frente, eu passei a ser muito mais claro no que dizia. A partir daí comecei a realizar uma pregação mais clara contra a corrente geral.
JL: Como o sr. definiria hoje o seu papel na Igreja? 
Padre Paulo Ricardo: Hoje eu vejo que não nasci para ser bispo. Que nasci para ser pai de bispo, ou seja, formar uma geração de novos padres – e, um dia, um deles será bispo. Um dia algum deles vai ajudar a Igreja no episcopado. Para mim, o importante é saber agora que o silêncio não vai ajudar a Igreja. A gente vê no jovem a gratidão imensa quando você fala.
O filósofo Eugen Rosenstock-Huessy, pouco conhecido no Brasil, analisa as doenças da linguagem. Uma delas é a guerra; outra é a crise. O que caracteriza a guerra? A guerra é quando eu não quero ouvir o meu inimigo. Já a crise é o contrário: é não falar ao amigo. Meu amigo precisa de minha ajuda, eu sei onde está a solução, mas por conveniência eu calo. Assim a sociedade entra em crise. A sociedade está em crise porque os líderes morais que poderiam dar uma orientação às pessoas estão calados. Alguém tem de pagar o preço de falar. Mesmo sabendo que, ao falar, a pessoa vai sofrer o martírio dos tempos modernos, como o papa Bento XVI descreve com muita clareza, até porque ele mesmo é vítima desse processo. O martírio dos tempos modernos é o assassinato da personalidade. É transformar o sujeito em não-pessoa. É a calúnia, a perseguição. Você vai sendo fritado. Então, hoje nós precisamos na Igreja do Brasil de padres e bispos mártires. Uso sempre a palavra profético, mas a palavra mais adequada seria mártir. Martyrios em grego quer dizer testemunha. Alguém que crê tanto no Reino do Céu que está disposto a desprezar o reino dos homens.
JL: Há uma guerra cultural em curso no Brasil de hoje, à semelhança do conflito que Peter Kreeft identificou na sociedade norte-americana?
Padre Paulo Ricardo: Existe uma guerra cultural incipiente no país. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a esquerda brasileira conseguiu a hegemonia da mídia. Em todos os âmbitos. Qualquer um que seja oposição só tem um espaço de militância atualmente, que é a internet. Basicamente esse é o espaço que nos concedem – ainda. A esquerda diz que a revolução só pode ser alcançada se houver um período que a precede, chamado de acumulação de forças. Nós estamos no período de acumulação de forças. Ainda não existe guerra de fato. Guerra supõe exército dos dois lados. O que existe é um exército que invadiu e ocupou o país. Nós temos uma ocupação hegemônica da esquerda. Mas a geração está sendo formada. Bento XVI, nesse sentido, foi o homem da Providência para a Igreja e para o Brasil. É preciso recomendar que o cardeal Joseph Ratzinger foi o homem que condenou a Teologia da Libertação. Antes, quando se citava o cardeal Ratzinger, tudo quanto era bispo e padre aqui no Brasil dizia que isso era uma “visão radical”. Hoje em dia, cita-se Bento XVI e todos têm que ficar calados, porque não podem dizer que o papa é radical. O papa nos deu carta-branca. Está servindo como escudo para que a gente possa agir. Dentro do meu ministério, eu sempre tenho como diretriz lutar as lutas que o papa está lutando. De tal forma que o bom católico veja que eu não estou seguindo uma ideologia; eu estou seguindo a fé da Igreja de 2000 anos. A hegemonia esquerdista no Brasil é tal que a pessoa que pretende ser católica se sente um peixe fora d’água. A oposição ao pensamento do papa é tão grande que a maior parte dos jovens se sentiria fora da Igreja. A esquerda católica nos acusa – a nós que somos fiéis a Bento XVI – de estarmos fora da Igreja. Mas já que o papa está ao nosso lado e nós estamos ao lado do papa, eles não podem mais dizer isso.
JL: O sr. sempre diz que no Brasil tenta-se impor uma minoridade social aos católicos. Em que consiste esse processo?
Padre Paulo Ricardo: É a chamada ideologia do Estado laico. Segundo essa ideologia, qualquer pessoa que tenha uma visão religiosa do mundo deve guardá-la para sua vida privada. Para os defensores dessa ideologia, a religiosidade não tem espaço público, não tem cidadania. Uso essa expressão – minoridade – para dizer que nós somos cidadãos brasileiros como os menores de idade. Mas nem todos os nossos direitos são reconhecidos. Os menores de idade não podem votar, não podem dirigir carro, têm direitos e responsabilidades limitadas. Há um grupo que se apossou da “classe falante” e não nos dá direito de falar e expressar nossas opiniões – porque nós somos religiosos. O fato é o seguinte: o ateísmo é uma atitude tão religiosa quanto o catolicismo, pois vê o mundo a partir de um prisma religioso, a não-existência de Deus. Não existe alguém indiferente ao problema religioso. Se você varre do espaço público qualquer manifestação religiosa, não está colocando o Estado nas mãos de uma visão religiosamente isenta; você está impondo uma religião que se chama materialismo ateísta. Os ateus não são cidadãos de primeira categoria e nós não somos cidadãos de segunda categoria. Eles são tão cidadãos quanto nós; têm o direito de ser ateus. Só que, numa democracia, quem dá o tônus do ambiente cultural é a maioria. A maioria esmagadora da população brasileira é extremamente religiosa. Portanto, nós não temos por que ficar amordaçados por uma minoria de ateus militantes.