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quinta-feira, outubro 31, 2013

A PIRÂMIDE ESFARELA: A RETUMBANTE QUEDA DE EIKE BATISTA, A MÍDIA E O GOVERNO DO PT.

Ilustração do editorial do Grupo RBS
Quem não se lembra dos jornais adulando diariamente Eike Batista, que chegou a ser considerado há um ano pela revista Forbes como o sétimo homem mais rico do mundo.
As reações estão apenas no seu começo. Um exemplo disso é o editorial dos jornais do Grupo gaúcho RBS, que edita entre outros títulos o Diário Catarinense de Florianópolis e o Zero Hora de Porto Alegre. Além disso possui a concessão de transmissão da Rede Globo No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
O teor do editorial está correto. Todavia, sou obrigado a afirmar que o que está acontecendo no Brasil sob o governo imperial do PT, que tem o apoio de todos os grandes grupos empresariais brasileiros, inclusive da RBS - Rede Brasil Sul de Comunicação, que contribuiu para o retorno do PT ao poder no Rio Grande do Sul, a bordo do conhecido stalinista tupiniquim Tarso Genro, um dos chefões nacionais do PT.
E deve-se acrescentar a isso, sem desmerecer essa pujante empresa gaúcha, que já passou da hora de seus proprietários e gestores, de rever a linha editorial de seus veículos fortemente ancorada no pensamento políticamente correto, que serve como a novilíngua do comunismo do século XXI. À diferença dos heróis de Tarso Genro o comunismo do século XXI não deseja mais expropriar todas as propriedades privadas e empresas ou fazer a guerra de guerrilhas, mas associar-se elas construindo uma pareceria que envolve de um lado o setor privado e de outro o erário!
Isto pode ser muito sedutor quando se sabe que os empresários brasileiros sempre foram chegados ao deletério patrimonialismo, locus da confusão entre o público e o privado. 
O Brasil entrou no século XXI trepado na charanga petista fazendo o caminho não para o futuro, mas para o passado. O episódio que envolve o grupo empresarial do Sr. Eike Batista é apenas a ponta do formidável iceberg nesse oceano de mensalões e transferências de recursos do erário, via BNDES para Cuba, Angola e também para as demais tiranias comunistas de vizinhos bolivarianos, sem que esses aportes fenomenais de dinheiro público passe pelo crivo do Congresso Nacional. É zero de transparência!
No plano interno, a drenagem de recursos públicos para o setor privado constitui também uma fabulosa caixa preta e que o editorial da RBS, com razão, questiona. 
Como afirmei no início deste prólogo, o editorial em pauta é totalmente procedente. Mas não vale fazer de conta que não sabia. Não foi por falta de aviso. 
Transcrevo na íntegra o editorial da RBS, que tem por título "A queda da pirâmide", ao que eu acrescento: e bota pirâmide nisso. Leiam:
Mais do que a retumbante queda pessoal do empresário brasileiro apontado pela revista Forbes como o sétimo mais rico do mundo, há apenas um ano, o pedido de recuperação judicial da petroleira OGX, de Eike Batista, representa uma lição para a economia do país. Batista exerceu poder hipnótico sobre um contingente importante de pessoas com poder de decisão, conseguiu convencer investidores brasileiros e estrangeiros de que tinha megaprojetos mágicos e acabou submergindo num pesadelo compartilhado com todos os que, direta ou indiretamente, também saem perdendo com a sua derrocada.

Agora, fica fácil apontar os erros dos projetos, em especial o da OGX, mas há alguns meses o ousado empresário era adulado por governantes e lideranças empresariais que sequer levantavam dúvidas sobre a solidez do seu negócio. O interesse pelo desfecho de seus investimentos, portanto, é também do governo e, por consequência, da sociedade. Há recursos públicos em investimentos do empresário, mesmo que não diretamente na empresa que depende agora de recuperação judicial. O BNDES tem participação diminuta na petroleira e assegura não ter concedido financiamentos à OGX, mas vinha chancelando as operações de Eike Batista, assim como o governo federal, em outras atividades. Não faz muito, a presidente Dilma Rousseff disse em discurso que Eike era um modelo para o empresariado brasileiro.

Por isso, Eike Batista não fracassa sozinho. As lições da quebradeira devem ser assimiladas por quem de alguma forma contribuiu para a sua ascensão e para o seu fracasso. Suas empresas de minério, energia e hotelaria, além de um porto e um estaleiro, sucumbem, basicamente, porque a mais vistosa de todas, a OGX, não atendeu às expectativas criadas por seu controlador. Credores e investidores ficam agora na incerteza de que poderão recuperar pelo menos parte dos recursos apostados no grupo. Os contribuintes, por sua vez, devem ser informados, com toda a transparência, pelas instituições públicas que ofereceram aporte financeiro às empresas. Todos têm o direito de saber qual é a participação estatal, via empréstimos ou participações acionárias, nos negócios que naufragaram com a petroleira.

A solução para as atividades do senhor Eike Batista, se existir, não pode ficar na dependência de socorro oficial. Espera-se também que a crise de credibilidade provocada pelo episódio não contamine a imagem do Brasil junto a investidores e organismos internacionais. E que o fracasso de projetos tão grandiosos não desestimule as ideias e os sonhos dos que movem o empreendedorismo sério e responsável. Do site do Diário Catarinense/RBS

Sponholz: Uma charge para quem votou no Haddad!


O CINISMO DOS COMUNISTAS NÃO TEM LIMITE! MADURO AFIRMA QUE O FINADO CAUDILHO HUGO CHÁVEZ APARECEU EM GALERIA DAS OBRAS DO METRÔ DE CARACAS.

Foto da parede de galeria do metrô de Caracas, onde os bolivarianos vêem o rosto de Hugo Chávez. A foto foi distribuída pela assessoria de imprensa do Palácio Miraflores.
O nível de boçalidade dos tiranetes latino-americanos é algo inominável. Durante a última campanha na Venezuela, provavelmente instruído pelo marketeiro João Santana, que coordenou sua campanha eleitoral, Nicolás Maduro afirmou que o finado caudilho Hugo Chávez lhe aparecera encarnado num “pajarito” (passarinho). 
Desta feita, Maduro convocou a imprensa para anunciar mais um fato inaudito e misterioso: o rosto de Chávez apareceu numa parede rochosa aos trabalhadores durante escavação destinada a estender a linha do metrô de Caracas.
Com a economia em frangalhos, a inflação galopante e a escassez de alimentos e papel higiênico, Maduro tenta, de todas as formas, colar sua imagem à do finado caudilho que desapareceu, é bom que se diga, de forma misteriosa em Cuba, naquela sua viagem fatídica durante à noite a Havana, onde supostamente iria se submeter a novos tratamentos do câncer.
É que desde aquela noite em que anunciou Maduro como seu sucessor, Chávez evaporou para dias depois ser anunciada a sua morte em decorrência da doença. Todavia, não há uma só foto de Chávez dentro do caixão sendo velado. Também não se sabe ao certo onde repousam seus restos porque não houve um enterro normal.
A cada momento Nicolás Maduro, eleito por fraude fenomenal, se refere a Chávez, invocando fenômenos sobrenaturais tentando fazer crer que o espírito do caudilho continua se manifestando a ele de diversas formas. Agora na condição de uma espécie de afresco numa rocha subterrânea. 
Os comunistas do século XXI são bisonhos, mas nem por isso menos safados e mentirosos do que aqueles do dito “socialismo real”, que subjugou a ferro e fogo milhares de pessoas na ex-URSS e ex-Alemanha Oriental, sem contar o assassinato de milhões de criaturas.
Enquanto isso, no Brasil, a maioria dos eleitores continua a votar na Dilma e seus sequazes que, por sua vez, apóiam a tirania bolivariana sem falar que se submetem, por meio do Foro de São Paulo, às ordens dos criminosos assassinos Fidel Castro e seu irmão Raúl.
Leiam, no iriginal em espanhol, o que informa o jornal El Nuevo Herald sobre a histriônica história que acaba de ser inventada pelo filhote de Chávez:
LA NOTÍCIA EN ESPAÑOL - El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, aseguró este miércoles que el rostro del fallecido gobernante Hugo Chávez (1999-2013) apareció en una de las paredes rocosas de uno de los túneles, que forman parte de la excavación de una línea en construcción del Metro de Caracas, y de la cual mostró una foto.
“Miren esta figura que les apareció a los trabajadores, pueden hablar con ellos (…) un rostro (…) ¿quien está en ese rostro? una mirada, es la mirada de la patria que está en todos lados, inclusive en fenómenos que no tienen explicación”, dijo Maduro en referencia a Chávez durante un acto de Gobierno en Caracas.
El gobernante narró que este miércoles, más temprano, asistió a una inspección de los avances de la construcción de la línea 5 del Metro de Caracas y uno de los obreros le mostró la foto que había sido tomada hace unos días en la madrugada en una de las paredes del túnel excavado.
“Me mostraron un celular y en el celular tenían una foto y me dijeron: ‘mira Maduro, mira esta foto, la tomamos a las dos de la mañana de hace varios días, estábamos trabajando y de pronto nos apareció aquí, en este paredón de abajo, del hueco, una figura’”, narró el gobernante.
“Se me paran los pelos nada más de contarlo”, dijo tras mostrar la imagen impresa que, comentó, ya desapareció del sitio.
“Así como apareció, desapareció, para que ustedes vean, lo que ustedes dicen es verdad, Chávez está en todas partes, Chávez somos todos”, exclamó Maduro.
En la imagen se observa la pared de la excavación y allí, según el mandatario, aparece la cara de Chávez y se percibe especialmente “su mirada”.
Chávez falleció el 5 de marzo pasado en Caracas a los 58 años después de perder la batalla contra el cáncer que le detectaron en junio de 2011. El Nuevo Herald

quarta-feira, outubro 30, 2013

O VÍDEO PROIBIDO SOBRE O COMUNISMO NA VENEZUELA E UMA CARTA ABERTA AO AÉCIO NEVES E EDUARDO CAMPOS


Este vídeo denuncia a brutal fraude eleitoral ocorrida na Venezuela sob a orientação do Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990. Portanto, o governo do Lula, da Dilma e seus sequazes, que fazem parte do Foro de São Paulo, que são amigos íntimos da camorra assassina que governa Venezuela por meio da fraude eleitoral, representam uma concreta ameaça à democracia brasileira.

Qual a razão para o silêncio dos candidatos presidenciais às próximas eleições, como o senador Aécio Neves e o governador pernambucano Eduardo Campos? Já não me refiro à Marina Silva, que faz parte da camorra comunista.

Qual a razão que leva a grande imprensa brasileira a escamotear a verdade sistematicamente, dia após dia, do público brasileiro?
Por que as emissoras de televisão não apresentam, por exemplo, um vídeo como este? Por que não apresentam uma análise como esta que estou apresentando agora? 

Por que razão os ditos partidos de oposição silenciam sobre essa ameaça que paira sobre o Brasil? Por que não verbalizam isso em seus discursos? Por que não dizem a verdade para o povo brasileiro? Por que teimam em falar abobrinhas sem fazer qualquer tipo de confronto objetivo com os tarados ideológicos do PT e seus satélites.

Por que silenciam ante a violência sem qualquer motivo que se espalha pelo Brasil sob a complacência descarada do Governo Federal a ponto de um comandante da Polícia Militar ser vilolentamente agredido e por pouco não foi morto.

Basta analisar o noticiário diário dos veiculos de comunição. Todos tratam - raras exceções, muito raras - o PT como um partido normal, quando na verdade é um partido que objetiva implantar o socialismo do século XXI, que exalta as tiranias de Nicolás Maduro, de Cristina Kirchner, de Evo Morales e dos demais tiranetes vinculados ao Foro de São Paulo?

Agora mesmo os esbirros do Foro de São Paulo na Argentina golpearam a liberdade de imprensa. Qual foi a reação da grande mídia brasileira e dos próprios jornalistas e suas entidades de classe? Praticamente zero. Os jornais apenas limitaram-se a dar a notícia sem opor uma censura forte, direta, de repulsa. Nem os órgãos de representatividade dos empresários da comunicação se manifestaram.

E, finalmente, por que os brasileiros silenciam ante todos esses fatos evidentes? Por que silenciam ante a afronta dos atos de violência que vêm ocorrendo nas principais cidades brasileiras, a ponto do DataFolha sair às ruas numa pesquisa que indagou se as pessoas "aprovavam" ou "condenavam" os teleguiados do Foro de São Paulo depredando o patrimônio público e privado impunemente.

Qualquer dia o DataFolha deverá sair às ruas perguntando se o povo aprova ou desaprova o crime organizado, a delinquência, o roubo, o assassinato. É só isso que está faltando.

E, como era de se esperar, na dita pesquisa do DataFolha houve uma boa porcentagem que respondeu afirmativamente que defendia os atos terroristas dos mascarados!

Estamos, portanto, perante a uma ação deliberada do Foro de São Paulo, organização dirigida pelo PT, que destrói todos os valores morais mínimos de respeito à lei e à ordem. Estamos perante uma ação muito bem planejada que visa assestar mais adiante o golpe derradeiro à democracia e à liberdade.

E não venham me dizer que esses atos infames são espontâneos. Não. Não são e nunca foram espontâneos. Fazem parte de um grande esquema político muito claro e evidente. Tanto é que já se torna perfeitamente factível que se produza um vídeo, guardadas as devidas proporções, como este que acima ilustra o post, versando sobre o quanto de paz e liberdade já foi sonegado do povo brasileiro por essa década de poder imperial de Lula, Dilma e seus sequazes. 

O Aécio e o Eduardo Campos querem ser presidentes da República? Comecem postando o vídeo acima em suas respetivas páginas na internet. Façam a tradução com legendas. Mostrem que é isso que o PT está fazendo aqui e agora e que resta aos eleitores uma escolha: a democracia ou a ditadura comunista do PT. Ou os seus respectivos marketeiros também acham que outro mundo é possível?

O resto é espuma. Ninguém lê, ninguém vê e ninguém quer saber. Esses marketeiro entendem muito bem é de picaretagem. Sabem que vão faturar bonito e ainda ficam de bem com o João Santana, com quem devem trocar figurinhas. Afinal, são coleguinhas de trabalho.

Se alguém acha que estou mentindo, pode argumentar contrariamente, desde que fundamente nos fatos as suas assertivas.  

ESPECIALISTAS EM TECNOLOGIA AFIRMAM EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO QUE AS URNAS ELETRÔNICAS BRASILEIRAS SÃO FRAUDÁVEIS. GRANDE MÍDIA SILENCIA.


A segurança e confiabilidade das urnas eletrônicas usadas no Brasil vem sendo questionadas por diversos especialistas desde que foram adotadas. Em diversas oportunidades já postei aqui no blog sobre este assunto que sempre retorna às vésperas de eleições sem que até agora tenham sido tomadas providência efetivas.
O tema é mais um tabu estabelecido pela grande imprensa brasileira. Da mesma forma que a palavra “comunismo” foi banida dos textos dos veículos da grande mídia, como se não existisse mais, a possibilidade de que as urnas eletrônicas brasileiras seriam fraudáveis também não faz parte da pauta de reportagem dos veículos de comunicação tendo se tornado mais um tabu que interessa, sobretudo, ao movimento comunista que age no Brasil e em todo o continente latino-americano sob o comando do Foro de São Paulo, que é outro tabu construído pelo jornalismo de aluguel do PT.
Entretanto, diversos especialistas vêm há anos questionando a segurança do voto eletrônico no Brasil. No Youtube há dezenas de vídeos com entrevistas e palestras de técnicos especializados nessa área. Mas como se vê, o assunto está limitado à internet, seja no Youtube como em blogs e foruns de debate.
Os sistemas mais modernos de voto eletrônico incluem a emissão do voto em papel que o eleitor deposita em urna, o que possibilita plena auditoria, além de outros mecanismos que garantem o sigilo do voto e impedem tentativas de fraude.
No dia 15 deste mês de outubro houve uma importante audiência pública realizada pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, quando foram ouvidos especialistas sobre o tema. A comissão é presidida pelo senado Zezé Perrela, do PDT, e os especialistas em informática foram convidados pelo senador João Capeberibe, do PSDB-AP. 
O evento teve a finalidade de debater o projeto de lei do senado nº68 de 2010, de autoria do senador Eduardo Azeredo, que revoga o art.5º da lei nº12.034 de 2009, relativo ao voto impresso conferido pelo eleitor a partir das eleições de 2014. O presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), senador Zeze Perrella (PDT-MG), abriu no último dia 15 deste mês de outubro, a audiência pública que discutiu a utilização do voto impresso e falhas no sistema da urna eletrônica.
O controvertido deputado tucano mineiro, que tenta revogar o dispositivo importantíssimo da lei de segurança do voto eletrônico esteve presente e, num exercício de burrice dinâmica, peitou os especialistas de alto nível presentes qualificando de “paranóia”, as denúncias de que a urna eletrônica é fraudável. No entanto, diversos países já adotaram as urnas eletrônicas de segunda geração que emitem o voto em papel.
Um sinal de que há algo no ar além dos aviões de carreira é o fato de que a fanfarra parlamentar do PT não emite um pio contra o desastroso projeto do tucano Azeredo que sepulta a possibilidade do voto seguro.
Transcrevo da página do senador Zezé Perrela, alojada no site do Senado, a matéria sobre a audiência. O vídeo acima é o depoimento do professor da UNB, Diego Aranha, especialista na matéria. Leiam como segue um resumo do evento que debate a segurança do voto mas que não mereceu a devida atenção da grande imprensa brasileira:
Ilustração que circula intensamente pelas redes sociais
A urna eletrônica tem falhas que permitem ataques e manipulações de dados, disseram nesta terça-feira (15) especialistas em segurança digital ouvidos pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Para eles, o voto impresso poderia aumentar a segurança das eleições.
O voto impresso a partir das eleições de 2014 foi estabelecido em mudança na lei eleitoral sancionada em 2009. A previsão está suspensa desde 2011 por decisão liminar – ou seja, provisória – do Supremo Tribunal Federal (STF), e um projeto em análise no Senado propõe que a impressão do comprovante pela urna eletrônica seja abolida de vez.
Especialistas ouvidos a pedido do relator da proposta, senador João Capiberibe (PSDB-AP), apontaram falhas na urna eletrônica e defenderam o voto impresso como uma medida eficiente para combater fraudes.
Pedro de Rezende, professor de Matemática e Criptologia da Universidade de Brasília, explicou que a urna eletrônica foi um avanço, mas o Brasil parou na primeira geração, enquanto já existe a terceira, que permite auditoria de todos os votos contabilizados.
Já Amílcar Brunazo Filho, moderador do Fórum do Voto Seguro na Internet, negou que a introdução do voto impresso vá tornar as eleições mais demoradas.
- O voto impresso já vem sendo usado na Argentina, no México e na Venezuela, o Peru está testando, a Bélgica, os Estados Unidos, eles usam o voto escaneado, não impresso, mas é equivalente. E todos eles apresentam resultados rapidamente, não tem nada dessa história que vai demorar, que vai atrasar, que vai dar problema – afirmou Amílcar Filho.
Diego Aranha, também professor de Ciências da Computação da UnB, coordenou testes públicos do software de segurança do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E alertou para vulnerabilidades que ele considera "infantis" no sistema, as quais permitem até identificar em quem o eleitor votou.
- Se alguém consegue monitorar a ordem que os eleitores votam e ele é capaz de recuperar os votos em ordem após a eleição, apenas examinando informação que não é privilegiada, informação pública, ele consegue correlacionar exatamente quem votou em quem. Essa fraude do sigilo do voto obviamente permite, não é?, o retorno de uma versão digital do que a gente chama de voto de cabresto no Brasil – observou Diego Aranha.
O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que foi o autor do projeto quando era senador, compareceu à audiência e classificou os temores de violação das urnas como "paranoia".
- Existe uma certa paranoia nessa questão da urna eletrônica. Esses mesmos problemas que são apontados, de criptografia, eles existem no Imposto de Renda eletrônico, que é feito pela internet. Quer dizer, o que nós temos que fazer é evoluir, sim. Mas evoluir na segurança, evoluir no tipo de criptografia – afirmou Eduardo Azeredo.
O senador João Capiberibe, no entanto, está convencido de que há falhas que precisam ser resolvidas e defendeu que os gastos com a implantação do voto impresso são um investimento em segurança.
– Não tem custo que pague uma fraude eleitoral. Porque quem frauda eleição é quem tem muito dinheiro para fazer isso. Então você retira a possibilidade de uma representação mais ampla da sociedade brasileira. E já é muito restrita.
No mesmo debate, Diego Aranha observou que ainda que há pontos centrais que podem ser usados para fazer fraudes em larga escala, afetando várias urnas. Ele disse também que a impressão do voto é uma ferramenta para fazer auditorias e para evitar manipulação dos dados.

Sponholz: As bruxas estão estão soltas!


E O BLOG FALA PELA "RÁDIO SONORA"

Nesta quarta-feira, dia 30, serei o entrevistado do programa Confronto, apresentado pelo jornalista Guilherme Macalossi, na Rádio Sonora, da cidade de Farroupilha, Rio Grande do Sul, que fica colada a Caxias do Sul.

A entrevista abordará, como não poderia deixar de ser, o momento político nacional e as eleições de 2014; os candidatos e as questões ideológicas que permeiam o debate político. Mas não só isso. Também fez parte do bate-papo com Macalossi temas ligados à comunicação, como o jornalismo na web, blogs e redes sociais. Igualmente foram analisados os grandes veículos nacionais.

O programa tem 1 hora de duração e vem obtendo grande sucesso pela forma como é apresentado e os temas enfocados com muita competência e conhecimento pelo jovem jornalista e advogado Guilherme Macalossi.

Os estimados leitores que desejarem ouvir a entrevista podem fazê-lo no site da emissora: http://www.radiosonorafm.com.br/. O programa vai ao ar às 13 horas com reprise às 20 horas.

terça-feira, outubro 29, 2013

GOVERNO DA DILMA AFIRMA QUE NÃO PODE 'CRIMINALIZAR' BLACK BLOC E DIZ QUE ESTÁ PROCURANDO 'COMPREENDER O FENÔMENO'



Lendo esta matéria não há o que acrescentar. Está tudo muito claro. Ou não. Os estimados leitores podem tirar suas próprias conclusões e se quiserem também podem expô-las nos comentários. Pessoalmente, acho isso incrível e, mais incrível ainda é o silêncio que, por certo, se seguirá a essa manifestação do Governo Federal, particularmente pelos partidos que se dizem 'ainda' de oposição. 
No vídeo acima a misteriosa presença do ministro Gilberto Carvalho numa das manifestações no Rio de Janeiro, contra o aliado Sérgio Cabral.
Leiam o que informa o site da Folha:
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) afirmou nesta terça-feira (29) que faltam interlocutores ao movimento dos "black blocs" para que o governo consiga compreender o fenômeno. Disse, contudo, que há interesse em diagnosticar os grupos adeptos dessa prática, que usa o confronto com as forças policiais e a destruição de agências bancárias, lojas e prédios públicos como forma de protesto.
"Trata-se de um fenômeno social que nós, para podermos ter uma atuação eficaz, nós temos de ter um diagnóstico mais preciso. Nos falta até agora esse diagnóstico mais preciso. Estamos acelerando isso, estamos em diálogo com a polícia, com as autoridades dos Estados, estamos buscando e também com a sociedade, com movimentos juvenis. Porque a simples criminalização imediata, ela não vai resolver", disse o ministro.
Segundo ele, o governo está "preocupadíssimo" com a questão e procura entender "até que ponto a cultura de violência vivida na periferia já emigrou para esse tipo de ação".
"Um dos problema é essa dificuldade de ter interlocutores que possam e que queiram inclusive dialogar. Que a linguagem aparente --e insisto, aparente-- é muito da destruição, da negação. Agora, nós precisamos de alguma forma ter uma ponte, nós estamos buscando com muita força esse diálogo, para que a gente possa achar uma saída eficaz. Só reprimir, a repressão é necessária, mas só reprimir não vamos resolver na profundidade o problema. É como nas manifestações de junho", continuou Carvalho.
Para o ministro, a sociedade está refém do movimento e voltou a se afastar das ruas por medo da violência propagada pelo grupo. "A nós causa um grande espanto. Veja a dificuldade: em junho nós tínhamos dificuldade de entender as manifestações. E aí nós conseguimos um diálogo. Agora, um outro momento, que é essa questão dos 'black blocs'. Nós vamos ter de chegar a isso."
No último dia 27, pesquisa Datafolha revelou que 95% dos paulistanos desaprovama atuação dos "black blocs". A sondagem foi feita com 690 pessoas e a margem de erro máxima da amostra é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
Quanto maior a faixa etária, maior a reprovação aos métodos dos "black blocs". Assim, se 87% dos jovens de 16 a 24 anos os desaprovam, entre os mais velhos (60 anos e mais) o índice atinge virtualmente a totalidade dos entrevistados (98%).
Quando se pergunta se as manifestações foram mais violentas do que deveriam ser, violentas na medida certa ou menos violentas do que deveriam ser, três quartos (76%) dos paulistanos cravam a primeira alternativa: mais violentas do que deveriam ser.
Apenas 15% julgam que os manifestantes foram violentos na medida certa e 6%, menos violentos do que deveriam ser. Do site da Folha de São Paulo

GOLPE NA LIBERDADE DE IMPRENSA FAZ DA ARGENTINA MAIS UMA DITADURA COMUNISTA DO SÉCULO XXI

A Suprema Corte da Argentina declarou nesta terça-feira a constitucionalidade de quatro artigos da Lei de Mídia que eram contestados pelo grupo de comunicação Clarín, um dos principais atingidos pelas medidas que visam enfraquecer a imprensa livre do país. Agora, com a validade de todos os artigos, a lei será aplicada na totalidade. Segundo o jornal La Nación, a decisão da corte foi aprovada por seis votos a favor e um contra.
As regras da lei, que havia sido aprovada em 2009, devem obrigar 21 grupos de mídia a vender parte de suas concessões e propriedades. Oficialmente, o governo afirma que a lei vai evitar a “concentração no setor”, mas a medida, segundo a oposição e as empresas, é mais uma etapa do projeto de perpetuação de poder do kirchnerismo e um duro golpe na liberdade de imprensa, fundamental à manutenção da democracia.
O argumento dos juízes para endossar a aprovação foi, em primeiro lugar, que a lei "é constitucional porque é proveniente do Congresso, cuja conveniência e oportunidade não são matéria de análise dos juízes". Os magistrados, ainda segundo o diário La Nación, sublinharam que a decisão "trata de fortalecer uma democracia deliberativa, em que todos possam, em igualdade de condições, expressar suas opiniões e que não se podem admitir vozes predominantes".
Nos últimos anos, o grupo Clarín vinha travando uma guerra de recursos nos tribunais contra o governo para barrar alguns artigos da lei. A lei chegou a ter o aval da Justiça na primeira instância, mas o Clarín recorreu e, após passar por vários tribunais, conseguiu levar o caso para a Suprema Corte. A Lei de Mídia fixa para os meios de comunicação privados um máximo de 35% do mercado no mercado de televisão aberta e 35% de assinantes de televisão a cabo, 10 licenças de rádio, 24 de televisão a cabo e uma de televisão por satélite.
Com a aprovação do artigo que limita o número de licenças para serviços de televisão, de rádio e de TV a cabo, o jornal El País estima que 21 grupos deverão se desfazer de 330 concessões legalmente obtidas. Dessa forma, só o grupo Clarín terá de vender ou transferir mais de 150 licenças. Entre os outros 20 grupos, estão a espanhola Telefónica, a americana DirectTV e o também espanhol grupo Prisa.
As vozes críticas, como a deputada opositora recentemente reeleita Elisa Carrió, afirmam que a lei foi feita sob medida para punir o Clarín pelas reportagens críticas ao governo. Segundo Elisa, a Lei de Mídia tem o claro objetivo de manipular o conteúdo da imprensa. A deputada tinha enviado uma carta à Organização dos Estados Americanos (OEA) para alertar sobre supostas pressões feitas pelo governo sobre os juízes com o fim de obter uma sentença favorável à lei.
Artigos – Os artigos 41, 45, 48 e 161 haviam sido questionados pelo Grupo Clarin. Dois deles, 45 e 161, são respectivamente referentes à concentração de ativos de mídia e às concessões. O Grupo questionou a restrição à acumulação de licenças de transmissão via cabo e ar, a quebra de um direito adquirido e a obrigação de desistir de suas licenças antes do vencimento do prazo original, como estabeleciam os contratos. No caso específico do artigo 161, a votação da Suprema Corte foi apertada, com quatro votos favoráveis e três contra.
A decisão representa uma vitória do governo de Cristina Kirchner dois dias depois da derrota parcial nas eleições legislativas, na quais o governo se manteve como primeira força nacional mas perdeu mais de 20% de votos em relação ao pleito de 2011. Do site da revista Veja

Sponholz: Black Bostas!


POLÍCIA APREENDE ESTOQUE DE BANANAS DE DINAMITE COM GRUPO ANARQUISTA PARA SER USADO EM 'DIA DE FÚRIA' PROGRAMADO PARA SÃO PAULO. ISTO NÃO É MANIFESTAÇÃO, É ATO TERRORISTA!

Parte do material apreendido pela polícia paulista (foto da coluna de Felipe Patury/Época)
Nota publicada pelo jornalista Felipe Patury, em sua coluna no site da revista Época é altamente preocupante. Revela a apreensão pela polícia paulista de um estoque de bananas de dinamite e cordões detonantes que seriam utilizadas em ato terrorista no mês de novembro. Segundo apurou a polícia, estão preparando o que denominam “dia de fúria”. 
Usar dinamite, como de resto qualquer tipo de violência não é “manifestação”, mas sim ato terrorista. Na íntegra, esta é a nota da coluna de Felipe Patury:
“O movimento anarquista Ação Direta diz que são dele as 119 bananas de dinamite apreendidas pela polícia paulista em Guarulhos, na quarta-feira passada (23). O jornalista Leonardo Morelli, que se apresenta como líder e porta-voz do grupo, afirma que elas foram fabricadas artesanalmente. A Ação Direta promete um “dia de fúria” em novembro.”

ARTIGO: AS RAZÕES DA COVARDIA.

O texto que segue é é a íntegra de artigo do Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Coronel Benedito Roberto Meira, publicado na Folha de S. Paulo desta terça-feira:

O coronel Reynaldo Rossi, um dos melhores homens da Polícia Militar, um negociador por natureza e obrigação, foi agredido covardemente por um bando na noite de sexta-feira. Para evitar o pior, deixou de usar sua arma. Os selvagens o teriam linchado se ele não tivesse recebido ajuda de colegas policiais.
Cel.PM: Benedito Roberto Meira
E por que esses ditos manifestantes, adeptos do que eles e parte da imprensa afirmam ser "uma tática de protesto", cometeram mais esse crime? Em primeiro lugar, porque é isto que eles são, criminosos, covardes e violentos. Não são manifestantes coisa nenhuma. Os manifestantes verdadeiros são aqueles que têm uma causa e usam o protesto legítimo para fazer pressão. Esse é um direito que lhes é garantido pela Constituição e que a Polícia Militar tem agido para proteger.
Mas os vândalos nem mesmo têm um objetivo. Ou melhor, seu objetivo é pura e simplesmente a depredação de patrimônio público e privado. Sua causa, portanto, é o crime.
Em segundo lugar, eles são violentos porque a lei permite --na verdade, obriga-- que os arruaceiros não fiquem detidos, mesmo que tenham sido presos em flagrante. Suas ações são classificadas como crime de dano, artigo 163 do Código Penal. A pena prevista é de detenção, de um a seis meses, ou multa. Os que destroem patrimônio público e usam de violência contra pessoas em seus atos de vandalismo estão sujeitos a uma pena de seis meses a três anos.
Ora, com essa pena, as pessoas, quando detidas, se veem livres depois de prestar esclarecimentos numa delegacia e assinar um "termo circunstanciado de ocorrência", registro de uma "infração de menor potencial ofensivo". Alguns delegados, corretamente, têm aberto inquéritos contra vândalos por formação de quadrilha ou bando, o que permite pedir prisão preventiva. Mas é preciso provar uma "associação estável ou permanente" entre os indivíduos acusados.
Trata-se de uma investigação complexa, pois esses bandidos não são bobos. Para isso, foi criada uma força-tarefa da Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público, e está em andamento um inquérito sob o comando do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).
Pela lei, a Polícia Militar não pode agir preventivamente contra os mascarados antes que eles cometam seus crimes. Até o momento em que eles fingem ser manifestantes, infelizmente, nada pode ser feito --a não ser que se tenha uma acusação ou medida cautelar contra eles; daí a importância desse inquérito e da compreensão do Judiciário.
Há uma terceira razão que explica o destemor desses covardes que agrediram o coronel Reynaldo Rossi. Pela lei, atacar um policial é equivalente a participar de uma briga de rua. Em muitos países, agredir um agente da lei é um crime grave.
Falta à legislação brasileira reconhecer que policial, em sua função, personifica o Estado, ao qual a sociedade atribuiu o dever de fazer uso legítimo da força na defesa da lei e na prevenção ao crime. Isso precisa mudar, como defendeu o governador Geraldo Alckmin.
Tenho certeza de que o inquérito em andamento chegará a bom termo e muitos vândalos vão ser presos. Mas não serão todos, pois eles são muitos. Certamente seu ímpeto deve diminuir. Mas eles não sumirão simplesmente.
A Polícia Militar continuará agindo para garantir o direito de manifestação, atuando para restabelecer a ordem. Quando e se algum de seus membros errar, a Polícia Militar, como tem feito, continuará a investigar os fatos e punir os responsáveis. Enfim, continuará cumprindo a lei.
É importante, porém, que a sociedade, inclusive os legítimos manifestantes, por meio de seus representantes e suas instituições, mostre claramente que não aceita a violência dessa minoria de baderneiros, que não vê neles manifestantes legítimos, que não considera seus atos o exercício de um direito.

segunda-feira, outubro 28, 2013

SOB O EFEITO DO ÓPIO IDEOLÓGICO, ESTUDANTES BAIANOS AGEM COMO AUTÔMATOS DO PT E DETONAM EVENTO LITERÁRIO.

Os estudantes atiraram uma cabeça de porco sobre o palco do evento
Um grupo de 30 estudantes baianos impediram a partição do filósofo Luiz Felipe Pondé e do sociólogo Demétrio Magnoli num evento cultural na Bahia. O episódio é o resultado da lavagem cerebral comunista a que os jovens são submetidos nas escolas e universidades brasileiras, particularmente depois que o PT chegou ao poder. Afinal, são mais de uma década da ação nefasta, criminosa e sistemática dos esbirros do PT dentro das salas de aula.
O sistema de ensino que deveria ser exemplo de educação e disseminação do conhecimento se transformou no centro de produção de black blocs, arruaceiros, malcriados e imorais a serviço daquilo que denominam "revolução". 
Os estudantes, conforme narra matéria da Folha de S. Paulo deste domingo que passou, atiraram uma cabeça de porco sobre o palco onde deveria ocorrer um painel. 
Pois bem: eu prefiro os porcos que pelo menos servem para alimentar boa parte da população, embora não consuma da carne de suíno. 
Todavia a forma de protesto, bem se vê, demonstra que seus autores já chafurdam dentro da pocilga comunista. Leiam:
Uma manifestação de cerca de 30 estudantes interrompeu ontem duas mesas na Flica (Festa Literária Internacional de Cachoeira), na Bahia.
O protesto pedia o cancelamento de debates com o sociólogo Demétrio Magnoli e o filósofo Luiz Felipe Pondé, colunistas da Folha. A organização da Flica cancelou as mesas para garantir a segurança dos convidados.
A mesa "Donos da Terra? - Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens", da qual participavam Magnoli e a historiadora Maria Hilda Baqueiro Paraíso, foi interrompida 20 minutos após o início do debate, que havia começado às 10h (no horário da Bahia, que não adere ao horário de verão).
Segundo Emanuel Mirdad, um dos organizadores da Flica, os alunos, que estavam sentados assistindo ao debate, gritaram palavras de ordem contra Magnoli, a quem chamaram de racista.
O protesto seguiu com alunos se despindo. Outros estudantes jogaram uma cabeça de porco no palco.
"Eu sou um antirracista e é por isso que sou contra as cotas. Os grupos, a fim de não discutir argumentos sobre cotas, preferem lançar impropérios. Eles não se limitam a fazer isso. Eles depredam o debate", afirma Magnoli.
A organização do festival deslocou seguranças para proteger Magnoli, que se recusou a deixar o palco. Para encerrar a manifestação, os alunos exigiram o cancelamento da mesa em que Pondé participaria, às 20h (hora local) e a divulgação de um manifesto.
Com a participação de Pondé e do sociólogo francês Jean-Claude Kaufmann, a mesa, de nome "As Imposições do Amor ao Indivíduo", discutiria o tema do amor.
A organização do festival permitiu que os estudantes lessem a nota no palco. O evento decidiu cancelar também a mesa com Pondé, que ocorreria à noite.
"[A acusação de racismo] É uma coisa idiota. Quem me lê sabe que eu nunca escrevi nada desse tipo. Isso revela a estupidez do movimento deles e o caráter totalitário e difamatório", afirma Pondé.
"Eu acho errado cota baseado em raça, seja lá qual raça for. O que devia existir é uma escola pública decente, mas dizer que é racismo é mau-caratismo."
Era o quarto dia do festival, previsto para terminar hoje.
A reportagem não conseguiu localizar representantes do grupo de alunos antes da conclusão desta edição. Do site da Folha de S. Paulo
EM TEMPO: O editor da Folha de S. Paulo pode ficar tranquilo. Se não conseguiu localizar os ‘representantes’ dos semoventes, foi melhor. Poupou os leitores de ouvir mais da verborragia podre desses comunistas vagabundos.

A CIÊNCIA SOB ATAQUE DOS 'BLACK BURROS', OS NEOLUDITAS DO SÉCULO XXI

Desde a invasão ao Instituto Royal, em São Roque (SP), na semana passada, um velho debate voltou à tona no Brasil. Ativistas, personalidades da TV e parlamentares se juntaram a uma turba de vozes das redes sociais para pedir um fim às pesquisas científicas que se utilizam de cobaias animais. Os testes foram tachados de cruéis, desnecessários e antiquados. Pesquisadores brasileiros passaram a ser vistos como monstros sádicos que utilizam procedimentos abandonados no resto do mundo em troca do lucro fácil.
Faltava nessa discussão, no entanto, uma voz importante, os próprios cientistas. Ninguém melhor do que biólogos, geneticistas, veterinários e médicos para dizer se é possível eliminar as cobaias animais nos testes. Entre os pesquisadores, a opinião é unânime: os bichos são imprescindíveis para os experimentos. Por isso, são permitidos no mundo todo; e sem eles não há como desenvolver novos remédios e tratamentos — a ciência médica poderia decretar falência no país.
"O uso de animais em experimentos não é opcional. Existem situações em que eles simplesmente não podem ser substituídos", diz Silvana Gorniak, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP que realiza pesquisas com roedores para estudar o potencial terapêutico e tóxico de diversas substâncias naturais.
Seu estudo atual é sobre a planta Solanum malacoxylon, conhecida popularmente como espichadeira. "Quando consumida naturalmente, ela é tóxica. Estamos estudando se o seu princípio ativo, usado em quantidades menores e controladas, pode funcionar como um substituto da vitamina D", explica. Para descobrir se o potencial terapêutico da planta pode se reverter em tratamentos reais, é necessário realizar testes em modelos animais. Caso a substância seja testada diretamente em cobaias humanas, o risco para os voluntários é imenso.
Segundo a cientista, a decisão de usar bichos em suas pesquisas não é simples — nenhum pesquisador faz isso porque gosta. Ademais, esse tipo de estudo é muito caro, pois o custo das cobaias animais eleva em muito o preço dos experimentos. Por isso, há décadas, laboratórios de todo o mundo procuram por métodos alternativos. Nos últimos anos surgiram novas técnicas de cultura celular e modelos de computador, capazes de substituir os animais em algumas pesquisas, mas não todas. Não há como simular o funcionamento conjunto de sistemas complexos do corpo, como o circulatório, nervoso e imunológico. "Como replicar a depressão em uma cultura de células? Não existem métodos alternativos para testar anticancerígenos, vacinas contra aids, medicamentos anti-hipertensivos. Para saber se eles funcionam, precisamos testar em animais", diz Gorniak. Clique AQUI para ler a reportagem completa

Sponholz: Black Box


POR QUE CERTAS PESSOAS DECIDEM COLOCAR AS MÃOS RENTE AOS PÉS E EMPREENDER A MARCHA INSANA DE RETORNO ÀS CAVERNAS?

O texto que segue é parte da reportagem especial da revista Veja deste final de semana a respeito da guinada em direção às cavernas que leva alguns por diletantismo, modismo, idiotice congênita ou ainda por oportunismo, como é o caso do movimento ecológico e de supostos ativistas que amam os animais, menos os ratos que deixaram no laboratório invadido. Levaram apenas os cães. Bem, depois houve até a notícia de que estavam vendendo os animais pela internet.
A reportagem de capa da revista Veja surgiu em decorrência da invasão, depredação e roubo de 178 caes do instituto Royal na semana passada, fato tem a simpatia irresponsável de grande parte dos jornalistas. Por justiça, note-se que a revista Veja é a exceção.
A reportagem traz um texto excelente do diretor de redação da revista, jornalista Eurípedes Alcântara. Veja publicou parte da reportagem em seu site e faço a transcrição como segue abaixo ainda que muitos honrados leitores possam ter lido lá no site da revista. Os que não leram têm agora a oportunidade de ler.
Na abertura da matéria Veja destaca uma pergunta: “Por que será que agora, no auge da civilização tecnológica, se valoriza tanto a ideia de abandonar tudo e voltar ao mundo natural? Antes de tentarmos o mergulho no atraso, é bom lembrar que não tem volta!” Leiam que vale a pena:
BOM PRA QUEM, CARA PÁLIDA? Na raiz de todo ativismo violento está a noção utópica e errônea de que Thomas Hobbes pensou errado e, portanto, a vida selvagem é idílica, prazerosa e fraternal. Foto da revista Veja
"Sou homem. Nada do que é humano me é estranho", já dizia o romano Terêncio, dramaturgo de apenas relativo sucesso do segundo século antes de Cristo. Mas temos de concordar com ele. Eta espécie complicada esta nossa. Depois de ralar durante milênios para construir uma civilização tecnológica com aviões, carros, internet, vacinas, antibióticos e anestesia, o bacana agora é lutar pela volta ao mundo natural. Depois de experimentar toda a sordidez da servidão humana aos mais sanguinários tiranos e de sofrer no lombo os mais odiosos arranjos coletivistas totalitários, ainda temos entre nós quem se encante com aiatolás-presidentes, mulás-chefes de po­lícia e caudilhos latino-americanos cobertos de adereços indígenas, medalhas no peito ou pancake no rosto. Depois de rios de sangue derramados para arrancar dos poderosos o compromisso inarredável com os direitos humanos, a justiça igualitária, o rodízio pacífico de poder, a organização econômica baseada no respeito à propriedade, aceitamos que mascarados aterrorizem as grandes cidades quebrando e queimando indiscriminadamente apenas porque estão incomodados com o estilo de vida da maioria. Depois do sacrifício dos mártires que deram a vida para impor o uso apenas legítimo da força pelos governantes, impedindo que o Estado use brucutus para impor a vontade dos ricos sobre os pobres, dos fortes sobre os fracos, ficamos contra os policiais que tentam impedir o triunfo do reino de terror nas ruas. Depois de tudo isso, esquecemos que o que nos trouxe ao atual estágio civilizatório foi o trabalho obstinado e austero de mentes brilhantes em ambientes monásticos e idolatramos os barulhentos ativistas.
A REVOLTA DA VACINA - No Rio Janeiro, em 1904, o medo da vacinação obrigatória contra a varíola gerou protestos violentos, como este na Praça da República. Foto da revista Veja
Esse é o dilema oculto do ativista, a pessoa que se cansou de esperar que as coisas ocorram naturalmente da maneira como ela imagina, e vai à luta para tentar embicar o mundo para o rumo que ela acha certo e com o uso das armas que ela própria acha conveniente usar. Os ativistas que libertam cães em São Paulo, que quebram vitrines em Londres e Paris, que se propõem a ocupar Wall Street, em Nova York, têm em comum a ideia de que a lei e a ordem existem apenas para garantir o modo de vida das pessoas das quais eles discordam - ou, frequentemente, que eles odeiam. Outro ponto comum, em geral inconsciente, para a maioria deles, é a negação do que em sociologia se chama "contrato social", que nada mais é do que a aceitação da tese de que sua liberdade termina onde começa a do outro. Os filósofos da baderna sustentam que isso que denominamos civilização não passa de uma grande e castrante prisão, à qual somos moldados desde o nascimento, primeiro pelo amor materno e paterno, depois pela educação formal, mais tarde pela democracia representativa, pelo consumo, pela arte degenerada e pelos remédios antidepressivos.
Para quem pensa assim, nós todos vivemos uma vida vicária, uma vida substituta, uma vida no lugar da verdadeira vida que está... que está... que está onde? Ora, na natureza, no mundo selvagem, nas selvas, florestas e savanas, na cova dos leões onde seremos recebidos com lambidas fraternas como aquelas que as feras ofereceram ao profeta Daniel. O que muito se discute atualmente é se a ideia de que o homem solto na natureza, fora do alcance das leis, das instituições, completamente alheio às convenções sociais, estaria mesmo condenado à perversão moral e ao sofrimento físico, vítima da "guerra de todos contra todos", como o inglês Thomas Hobbes disse ser a vida humana "em estado natural". É disso que se trata. A vontade de ser seu próprio juiz, único e absoluto, do que é certo ou errado é o traço filosófico que une os ativistas que desprezam as leis, que lutam contra moinhos de vento ditatoriais em pleno regime democrático, contra as injustiças sociais em um Brasil onde há pleno emprego, contra a violência policial quando são eles que mais agridem e vandalizam. Thomas Hobbes escreveu que, fora dos arranjos sociais em que as pessoas obedecem a regras em troca do direito à convivência em sociedade, a vida do homem é "solitária, pobre, sórdida, brutal e curta". Hoje, o bacana é apostar que Hobbes pensou errado e que a verdadeira conquista é escapar dos contratos sociais. O preço a pagar para testar aquela hipótese é muito alto. Como é impagável também o preço de um mundo sem ativismo, sem idealismo, sem sonhos.
O engajamento solidário em causas consideradas justas é uma das grandes conquistas da modernidade. Divisor de águas é o caso do jovem capitão Alfred Dreyfus, judeu falsamente acusado de espionagem e condenado no fim do século XIX em uma França antissemita. A injustiça contra ele foi tão flagrante que se mobilizaram em sua defesa cientistas, artistas, escritores e estudantes . "Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. Minhas noites seriam atormentadas pelo espectro do inocente que paga, na mais horrível das torturas, por um crime que ele não cometeu", dizia a famosa carta aberta ao presidente da República escrita por Émile Zola em um jornal sob o título: "Eu Acuso...!". Por serem homens de letras e de ciências, os defensores de Dreyfus eram chamados de modo depreciativo de "intelectuais". Logo o termo ganhou a conotação positiva de "sábio engajado". Claro que havia idealismo, sacrifício e nobreza de espírito antes do caso Dreyfus, mas nunca antes tantas pessoas haviam se mobilizado por uma causa sem que tivessem interesse direto nela - seja partidário, religioso, nacionalista, patriótico ou étnico. Elas se mobilizaram contra uma injustiça flagrante. Contra isso sempre valerá a pena lutar. Do site da revista Veja

domingo, outubro 27, 2013

JÁ ESTÁ NO AR A GRAVAÇÃO DO VÍDEO: LOBÃO ENTREVISTA RODRIGO CONSTANTINO.


Lobão entrevista o economista, escritor e colunista de Veja, Rodrigo Constantino. Quem por algum motivo não pode ver ao vivo, vê a gravação aqui e agora!

“TUDO QUE É PRECISO PARA O TRIUNFO DO MAL É QUE OS BONS HOMENS NÃO FAÇAM NADA”

O coronel comandante da PM/SP, sendo agredido pelos terroristas. Notem que um mascarado fotografa a cena. E todos olham impassíveis para a barbárie.
O economista, escritor e colunista do site de Veja, Rodrigo Constantino, que neste domingo, dia 27, às 22 horas será entrevistado ao vivo pelo músico e escritor Lobão, em mais um hangout via Youtube, faz diversas anotações importantes sobre o episódio de terror vivido pelos paulistanos na última sexta-feira. 
O título deste post retirei do próprio artigo de Constantino, que é uma frase muito citada de Edmund Burke. Faço a transcrição do texto lembrando mais uma vez que o bate papo de Lobão com Rodrigo Constantino neste domingo via YouTube, ao vivo, será muito importante e, por certo, os episódios de violência ocorridos neste final de semana constarão da pauta de assuntos, embora o foco seja o livro que Constantino acaba de lançar: “Esquerda caviar”. Leiam:
A barbarie toma conta das ruas do Brasil a cada dia, sob a vista de todos. Em São Paulo, um coronel foi covardemente agredido por marginais que se intitulam defensores da justiça. Até quando?
A presidente Dilma condenou o ato, que chamou de “barbáries antidemocráticas”, e citou diretamente os black blocs. Solidarizou-se também com a vítima, o coronel da PM Reynaldo Simões Rossei.
A ministra dos Direitos Humanos Maria do Rosário seguiu a presidente e também afirmou que essas agressões representam barbáries antidemocráticas.
É o mínimo que se espera das nossas lideranças, normalmente silenciosas demais quando as vítimas são os policiais, e não os “manifestantes”. Sabemos que a postura história do PT em particular e das esquerdas em geral tem sido de amenizar para o lado de grupos violentos ou mesmo criminosos que falam em nome da “justiça social”. É o caso do MST, entre outros.
O PT ajudou a criar esse monstro que, hoje, parece um tanto fora de controle. Há sinais claros de que partidos de esquerda estão por trás de alguns desses movimentos que têm trazido o caos para nossas ruas. Contam com o apoio de artistas e intelectuais da esquerda caviar. Alguns chegaram a se fantasiar de black bloc, outros gravaram vídeo condenando… a polícia nas ruas e defendendo os “presos políticos”.
Fazem jantares supostamente em homenagem a Amarildo, mas aposto que nenhum deles vai se coçar pelo coronel atingido e hospitalizado. A polícia, para essa turma, é “fascista”, enquanto os verdadeiros fascistas mascarados e armados são “jovens idealistas” que precisam “sonhar”.
Os idiotas úteis não são minha maior preocupação. Sempre existiram, em quantidade bem razoável abaixo da linha do Equador. O que realmente tira meu sono é o silêncio da maioria moderada. Nunca podemos esquecer do alerta atribuído a Burke: “Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que os bons homens não façam nada”.
A maioria tende a ser mais moderada. Não obstante, isso não impediu os comunistas, os fascistas e os nazistas de chegaram ao poder em vários países. Tampouco impediu que a própria academia fosse tomada de radicais de esquerda. A conclusão de Roger Kimball em seu livro sobre essa destruição acadêmica nos Estados Unidos vem bem a calhar aqui:
A verdadeira crise nas humanidades hoje é causada pelo colapso de um centro genuinamente moderado diante da pressão ideológica de uma esquerda extrema. Nas últimas décadas, o que testemunhamos foi a ocupação do centro por um novo establishment acadêmico, o establishment dos radicais efetivados.
O que valeu para a degradação das artes liberais também vale para a política. A covardia ou negligência dos moderados é um convite para o avanço dos extremistas. As barbáries antidemocráticas precisam ser contidas urgentemente, sob o amplo apoio popular. Ou isso, ou o extremismo vencerá, para a infelicidade de todos os moderados. Da coluna de Rodrigo Constantino

PESQUISA DATAFOLHA MOSTRA QUE 95% DOS PAULISTANOS DEPLORAM O TERROR COMUNISTA MASCARADO

Nada menos do que 95% dos paulistanos desaprovam a atuação dos chamados "black blocs" --manifestantes que praticam o confronto com as forças policiais e a destruição de agências bancárias, lojas e prédios públicos como forma de protesto.
É o que mostra pesquisa Datafolha feita na sexta-feira com 690 pessoas. A margem de erro máxima da amostra é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos para o total da amostra.
Na mesma sexta-feira, durante manifestação promovida pelo Movimento Passe Livre no centro de São Paulo, "black blocs" agrediram o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi --a arma dele também desapareceu.
A ação dos vândalos incluiu a destruição de caixas eletrônicos, ônibus e de cinco cabines de venda de bilhete único, além de pichações.
Quanto maior a faixa etária, maior a reprovação aos métodos dos "black blocs".
Assim, se 87% dos jovens de 16 a 24 anos os desaprovam, entre os mais velhos (60 anos e mais) o índice atinge virtualmente a totalidade dos entrevistados (98%).
Quando se pergunta se as manifestações foram mais violentas do que deveriam ser, violentas na medida certa ou menos violentas do que deveriam ser, três quartos (76%) dos paulistanos cravam a primeira alternativa: mais violentas do que deveriam ser.
Apenas 15% julgam que os manifestantes foram violentos na medida certa e 6%, menos violentos do que deveriam ser.
O Datafolha pediu aos entrevistados que avaliassem a atuação da PM segundo os mesmos critérios. Para 42%, a polícia se excedeu. Mas 42% consideram o grau de violência adequado e 13% dizem que a polícia foi menos violenta do que deveria.
APOIO EM QUEDA
O resultado é que o apoio dos entrevistados às manifestações de rua em São Paulo desabou.
No final de junho, 89% eram favoráveis aos protestos. Em setembro, o índice já caíra para 74%. Nesta semana, são 66% os apoiadores.
Do outro lado, a taxa dos que são contrários às manifestações quase quadruplicou. Eram 8% em julho, 21% em setembro e, agora, 31%.
Apesar de focalizarem causas "dos oprimidos", como a melhoria do transporte público, as manifestações têm conseguido taxas mais altas de apoio entre os mais ricos --80% entre os que possuem renda familiar mensal de mais de cinco a dez salários mínimos e 80% dos paulistanos com renda maior do que 10 salários mínimos.
Contra os protestos disseram-se 18% dos mais ricos.
Entre os mais pobres, com renda até dois salários mínimos, a taxa de apoio aos protestos é de 54%, 26 pontos percentuais a menos do que entre os mais ricos.
Contra os protestos disseram-se 42% dos mais pobres, 24 pontos percentuais a mais do que o índice observado na parcela rica. Da Folha de S. Paulo deste domingo

LUIZ FELIPE PONDÉ: A FILOSOFIA AO ALCANCE TODOS.



Esta entrevista do filósofo Luiz Felipe Pondé, é na verdade uma ótima aula de filosofia. Ao contrário do que reina na academia, Pondé não tem aquele discurso afetado. É simples, direto, coloquial e, ao mesmo tempo, objetivo.

E o que é mais importante é que, embora detenha uma sólida formação filosófica, não se coloca como salvador do mundo. Por tudo isso, recomendo que vejam a entrevista.

Sponholz: Descobrindo o perfil do eleitor brasileiro.


sábado, outubro 26, 2013

IMPRESSIONANTE! VÍDEO MOSTRA O BRUTAL ESPANCAMENTO SOFRIDO PELO CORONEL COMANDANTE DA PM/SP.


Um suspeito de ter agredido o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi está preso no 2º Distrito Policial do Bom Retiro, no centro da capital paulista, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado. Segundo a PM, o coronel recebeu atendimento médico na madrugada deste sábado no Hospital das Clínicas e foi liberado.
O protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) na noite desta sexta degenerou em quebra-quebra e mais uma vez deixou um rastro de destruição na região central da capital paulista. O Terminal Parque Dom Pedro II foi destruído por vândalos mascarados. Também há relatos de roubos e um ônibus chegou a ser incendiado pelos black blocs. No total, 92 pessoas foram detidas.
Nesta sexta, a manifestação reivindicando “tarifa zero” para o transporte público foi marcada por uma cena lamentável: um grupo encapuzado cercou e espancou o coronel da PM Simões Rossi, que acompanhava à distância a ação da polícia. Em nota, a PM classificou a ação como “covarde”. Além disso, o episódio teve outro fator grave: os encapuzados roubaram a arma e o rádio comunicador do coronel. Rossi é um oficial da elite da PM paulista e atua como negociador, inclusive em caso de reféns. Nesta sexta, não estava no comando da tropa – o responsável era o tenente-coronel Wagner Rodrigues. Após ser agredido – e golpeado na cabeça com uma placa de ferro -, ele foi socorrido por um policial à paisana. Teve a clavícula quebrada, ferimentos na cabeça e no rosto e deixou o local pedindo à tropa que mantivesse a calma. A agressão contra Rossi foi filmada. Leia MAIS

CORONEL COMANDANTE DA PM/SP ESPANCADO COM BARRA DE FERRO PELOS TERRORISTAS MASCARADOS DO FORO DE SÃO PAULO. BLACK BLOC UMA OVA!

Foto da Folha de S. Paulo mostra o momento em que o Coronel da PM, Reynaldo Simões é covardemente espancado pelos terroristas mascarados. 
ATENÇÃO: CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO DO BRUTAL ESPANCAMENTO

O coronel da Polícia Militar de São Paulo Reynaldo Simões Rossi, comandante da região central da capital, foi espancado na noite de ontem por um grupo de cerca de dez manifestantes mascarados, adeptos à tática "black bloc".
O policial, integrante da cúpula da PM, teve a clavícula quebrada e sofreu cortes no rosto e na cabeça. Ele foi levado para o Hospital das Clínicas, onde permanecia em observação até a conclusão desta edição.
Até o início da madrugada, a polícia tentava identificar os agressores.
A agressão ocorreu na entrada terminal de ônibus Parque D. Pedro, o maior da capital, durante um protesto organizado pelo MPL (Movimento Passe Livre) que reuniu cerca de 3.000 pessoas na região central, segundo a PM.
O comandante foi atacado logo depois de parte dos manifestantes iniciar a depredação do terminal.
Caixas eletrônicos e catracas que dão acesso ao local foram quebrados. Um ônibus foi parcialmente incendiado.
Em meio ao tumulto, um grupo de mascarados cercou o comandante e passou a agredi-lo com socos e pontapés. Ele foi derrubado, mas conseguiu se levantar.
Neste momento, um dos mascarados golpeou o policial na cabeça usando uma placa de ferro.
O coronel foi socorrido por um policial disfarçado, que afastou os agressores com uma arma em punho.
Amparado por colegas, ele seguiu andando até um carro da PM, que o levou para o Hospital Clínicas.
No banco de trás, fez um apelo aos gritos a um subordinado que ficou no local. "Segura a tropa, não deixa a tropa perder a cabeça".
A arma e o rádio de comunicação dele desapareceram.
INTERLOCUTOR
Responsável pelo policiamento do centro, ele acompanhava a manifestação a alguns metros de distância. Ontem, a operação estava a cargo do tenente-coronel Wagner Rodrigues.
Rossi é um oficial conhecido na corporação como "operacional". Gosta de comandar seus homens na rua e não apenas de sua sala, comportamento incomum entre oficiais de sua patente.
Parte de sua carreira foi construída em unidades de elite da polícia, como o Choque e COE (operações especiais). É tido como bom negociador em situações de reféns.
Nos protestos deste ano, muitas vezes sentou-se no chão para dialogar com o organizadores de protestos. Da Folha de S. Paulo deste sábado
MEU COMENTÁRIO: Alguma coisa tem de ser feita contra o terrorismo que age impunemente. As Forças Armadas e as Polícias sabem como se faz isso.

"JUVENTUDE CONSERVADORA DA UFSC" LUTA CONTRA A INVESTIDA DA IDIOTIA COMUNISTA QUE TOMA CONTA DA UNIVERSIDADE

O nível de aparelhamento das universidades brasileiras pelo movimento comunista comandado pelo Foro de São Paulo, entidade esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, em São Paulo, é um fato assombroso.
A deletéria a ação do comunismo do século XXI e a criminosa lavagem cerebral aplicada no alunado é de tal monta que fez nascer em diversas instituições de ensino movimentos estudantis conservadores, como já ocorre na Universidade de Brasília UnB e também na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, onde os esbirros do PT e seus satélites fincaram as suas garras. 
A Juventude Conservadora da UFSC - UFSCon, possui inclusive um blog e atua nas redes sociais. Pincei de lá um artigo assinado por Antonio Pinho, articulista e editor do blog, intitulado “Carta aberta contra o socialismo na UFSC”.
Transcrevo os parágrafos iniciais com link ao final para leitura completa, abrindo desta forma a oportunidade para que os estimados leitores possam conhecer esse movimento de resistência dos estudantes da UFSC. Está na hora dos jornais, rádios e televisões locais ouvirem também o que têm a dizer esses jovens que se opõem à criminosa lavagem cerebral marxista. Sem falar no fato de que a ideologização do ensino acadêmico está liquidando com a UFSC. Está aí uma pauta excelente para os jornalistas.Leiam:
Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.
Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda. A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo. O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas. O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.
No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu. É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA. Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo. Clique AQUI para continuar lendo e aproveite para conhecer o Blog da Juventude Conservador da UFSC

BLOG DA DILMA ATACA O JORNALISTA REINALDO AZEVEDO, A REVISTA VEJA E O JORNAL FOLHA DE S. PAULO. É TENSO O CLIMA PRÉ-ELEITORAL.

O Blog da Dilma - O maior portal da Dilma Rousseff na internet -, publica nesta sexta-feira artigo em que ataca o jornalista Reinaldo Azevedo, que possui o blog campeão de acessos no site da revista Veja e que também passou a integrar a equipe de articulistas do jornal Folha de S. Paulo.
O Blog da Dilma pega pesado logo de início ao associar o jornalista Reinaldo Azevedo ao bicheiro Carlinhos Cachoeira: “O Brasil 247 alardeou recentemente - afirma o texto - em forma de manchete a contratação do blogueiro de extrema direita da Veja — a Última Flor do Fáscio e associada à quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira —, o jornalista Reinaldo Azevedo, que não representa nada com coisa nenhuma. Apenas sua figura é superdimensionada por quem quer vendê-lo."
E continua: "Entretanto, a verdade é que considero o que o Azevedo fala e pensa ou deixa de falar ou pensar é irrelevante ao Brasil, à grande maioria dos cidadãos brasileiros e até mesmo ao jornalismo, como fonte de informação quando de fato as notícias ou opiniões são fidedignas e intelectualmente honestas.”
Sendo o maior portal da Presidente da República, o texto soa estranho, dada à virulência com que ataca não só Azevedo, mas também a revista Veja e o jornal Folha de S. Paulo, quando diz que “o blogueiro da Veja (a revista do bicheiro), contratado pela Folha de S. Paulo, aquele jornal que nos tempos da ditadura emprestava seus carros para os torturadores, considera-se superior à grande maioria das pessoas que compõem a humanidade”.
O blog da Dilma também ataca jornalistas da Folha de S. Paulo, afirmando que Elio Gaspari e Clóvis Rossi acreditam em Papai Noel e Mula Sem Cabeça “se assim for necessário para enganar a si próprios e não reconhecer os avanços sociais verificados, inapelavelmente, pelo IBGE."
Pelo que se vê, a Presidenta parece bastante estressada e isso indica que a campanha eleitoral de 2014 será travada num ambiente de muita tensão e marcado por severa paixão ideológica. Clique AQUI para ler o artigo na íntegra no Blog da Dilma.