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sexta-feira, janeiro 31, 2014

LOBÃO DETONA MAIS UMA VEZ EM VÍDEO PELO YOUTUBE DEBATENDO COM OLAVO DE CARVALHO E RODRIGO CONSTANTINO. IMPERDÍVEL! VEJAM A GRAVAÇÃO COMPLETA!


O músico e escritor Lobão levou ao ar nesta quinta-feira à noite mais um hangout (bate-papo ao vivo pelo YouTube) desta feita com Olavo de Carvalho e Rodrigo Constantino que dispensam apresentações.
O programa está sumpimpa. Portanto, quem não viu ao vivo ontem à noite, pode ver aqui e agora a gravação completa do programa. Recomendo!
Tudo o que a grande mídia escamoteia e distorce, todos os assuntos que deveriam estar na grandes redes de televisão são debatidos e analisados neste vídeo. Imperdíve!

REINALDO AZEVEDO: ADULADORES DO CAOS.

Reinaldo Azevedo escreve na Folha de S. Paulo desta sexta-feira um artigo excelente e consegue sintetizar de forma brilhante o que na verdade está acontecendo no Brasil sob a tutela do PT. O artigo do Reinaldo é como uma pérola boiando sobre o chorume de um chiqueiro. O título do post é o original do artigo. Leiam:

Para o submarxismo vigente naqueles ambientes que o poeta Bruno Tolentino (1940-2007) chamava "Complexo Pucusp" –onde a imprensa colhe seus "especialistas"–, o futuro já aconteceu faz tempo. O que virá será só a materialização do que já estava inscrito na natureza humana. E essa natureza, consta, é libertar-se da opressão. Assim, toda ação, todo acontecimento, todo evento só encontram sentido na medida em que podem ou não ser úteis a esse propósito. A história deixa de ser "a contínua marcha do desejo", na expressão de Thomas Hobbes, para ser uma sequência de capítulos de fim conhecido, que nos conduzirá ao encontro com a verdade. Parece complicado? Eu me esforcei. Das nuvens para os ônibus.
Desde 1º de janeiro, 33 ônibus municipais e outros tantos intermunicipais já foram incendiados na periferia de São Paulo e adjacências. Em dois ou três casos, alega-se uma reação à suspeita de que a PM teria matado um rapaz da "comunidade". E os demais? Ah, esses ficariam por conta do "malaise" social que levaria adolescentes da periferia a fazer "rolezinhos", "black blocs" a quebrar tudo, funkeiros a tentar explodir posto de gasolina... Teria sido acionado o gatilho do DNA libertador das massas.
Analistas muito severos trovejam: "Eu bem que avisei". Outros iluminam suas esperanças com as chamas dos ônibus. Estão com o povo, contra os reacionários! A antropologia da reparação ameaça: "Chegou a hora de entregar os dedos; os oprimidos não se contentam mais com os anéis do reformismo tucano-petista!".
O espírito do tempo tem peso determinante na história. São os poderes instituídos e as matrizes influentes de valores –onde estão a imprensa e a indústria cultural– que definem a recompensa e a punição aos comportamentos desejáveis ou indesejáveis. Se essas instâncias flertam com a desordem, esta passa a ser encarada como um instrumento eficaz de luta. Se a violência é recompensada com o reconhecimento da legitimidade da "causa", já se tem erigida uma moral. Aí a vaca vai para o brejo.
Defende-se hoje, a céu aberto, que PMs enfrentem desarmados os fascistoides que vão para as ruas portando coquetéis molotov –e assim é desde a primeira manifestação em São Paulo, no dia 6 de junho do ano passado. Tenta-se linchar um policial que cometeu a ousadia da legítima defesa. A repressão ao tráfico de drogas vira agressão aos direitos humanos. O desvio assume, enfim, o papel de contenção que cabe à norma.
Insiste-se na farsa ridícula da luta da "sociedade contra o Estado", e policiais "negros e morenos" (como diria Gilberto Carvalho), saídos daquela mesma periferia que seria a portadora do futuro, são tratados como o braço armado da velha ordem a retardar a aurora. O Brasil não é o Egito. A nossa democracia, por enquanto ao menos, não vive sob tutela, a não ser a desses milicianos do futuro. É bem verdade que o PT se esforça para tomar o lugar da sociedade e tenta estatizar até os "manos" e as "minas" dos "rolezinhos". Mas ainda não logrou o seu intento.
Não pensem que este rottweiler do reacionarismo acredita numa moral intrínseca da história, oposta à dos submarxistas, que nos conduziria para o bem. A história, em si, é amoral e se move por relações de força. Ocorre que, por esse caminho, democracia, fascismo ou comunismo seriam resultados plausíveis até que não se chegasse àquele momento do encontro do homem com o seu começo. Besteira!
A história não é moral, mas nós somos seres morais. Falaremos em nome de quais valores? A democracia é um regime legitimado pela maioria, mas sustentado, nos seus fundamentos –muito especialmente a proteção às minorias–, por elites de pensamento capazes de fazer escolhas que transcendem seus próprios interesses. É nesse lugar que está a imprensa. Não, meus caros! Os pobres não herdarão o Reino da Terra. Quais serão, então, as nossas escolhas? Do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira

quarta-feira, janeiro 29, 2014

CURSO GAY LANÇADO PELO GOVERNO DO RIO PARA O "CONTROLE SOCIAL NO SUS" DEVE GERAR NOVA POLÊMICA NA ÁREA DA SAÚDE COM REFLEXOS NO CONGRESSO NACIONAL

O governo do Rio de Janeiro, por meio da Fundação Centro Estadual de Estatística, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj), lançou edital dispondo sobre os critérios para a seleção do “Curso de Formação de Ativistas/Lideranças LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis) para o “controle social no Sistema Único de Saúde”.
Os critérios de seleção destinam-se à escolha de candidatos, com vistas ao provimento de vagas nesse Curso. Os candidatos devem ter idade mínima de 18 anos, ensino médio concluído e ser ativista de movimentos sociais LGBT.
As informações estão no site o Ceperj e o concurso é destaque em sites gay devendo despertar reações no Congresso Nacional, onde há em tramitação diversos projetos polêmicos que dispõem sobre os gays.
Recorde-se que o denominado Kit-Gay, destinado às escolas, acabou sendo bombardeado no Congresso pelo pequeno, porém aguerrido, grupo de parlamentares religiosos e conservadores. O tema, portanto, deverá voltar a gerar mais polêmicas na área parlamentar.

COPA, CRIME E DROGAS: REPORTAGEM-BOMBA DE TV BRITÂNICA FAZ REVELAÇÕES ATERRADORAS SOBRE O BRASIL. VEJAM O VÍDEO.


A Chanel4 TV, uma emissora de TV pública da Inglaterra, apresenta, neste vídeo, uma reportagem sobre a violência e o tráfico de drogas no Rio de Janeiro. O repórter consegue entrar num "laboratório" operado pelos traficantes. Mostra a cocaína sendo preparada para a venda.

Incrível é que há milhares de consumidores que aspiram o pó branco. Na fórmula, conforme o vídeo mostra, além da pasta de coca transformada em pó, entra na fórmula o popular fermento Royal e adrenalina, uma droga farmacêutica. Pode-se ver o momento em que uma ampola de adrenalina é quebrada para integrar a mistura alucinógena. A adrenalina pode ser fatal, além de "turbinar" os que cheiram o pó.

É claro que o "laboratório" é improvisado e pode mudar de lugar dependendo das circunstâncias. A reportagem também informa que os traficantes pretendem realizar uma venda recorde de drogas durante a Copa do Mundo.

Também aborda as tais "favelas pacificadas", alertando que todo o planejamento da Copa do Mundo no Brasil pretende mostrar apenas o lado glamouroso do Rio de Janeiro. O lado soturno deverá ser escamoteado contando para isso com os préstimos da maioria da grande mídia.

Vendo-se esta reportagem é difícil acreditar que o Brasil tenha jeito, ainda mais sob o governo do PT. A impressão que se tem é que este ano de 2014 pode ser a última chance - se é que haja alguma chance para o Brasil alterar seu funesto destino. Essa chance, evidentemente, repousa sobre a eleição presidencial. 

É triste ver este vídeo. É triste saber que tudo isso acontece pela incúria governamental em todos os níveis. Mas não é só isso. Esse estado lastimável de corrosão social conta com a participação efetiva de grande parte da população brasileira e também das elites empresarias tradicionalmente patrimonialistas que viram no governo do PT uma forma de contabilizar lucros rápidos e fáceis. Muitos grupos empresariais estão lucrando principalmente no exterior onde realizam obras financiadas com dinheiro do BNDES que nada mais é que dinheiro do tesouro nacional.

Entretanto, os tais sociólogos e antropólogos, todos militantes do PT e seus satélites, continuam desfiando seus discursos delirantes, patinando de forma criminosa no marxismo cultural que açula esse estado de guerra permanente, fato que insere o Brasil no rol dos países mais violentos do mundo.

A política de direitos humanos abençoa os bandidos enquanto os cidadãos de bem e trabalhadores, incluindo-se boa parcela que mora nas favelas das grandes cidades, vivem diariamente numa verdadeira roleta russa.

É hora dos homens de bem que restam neste país colocar a mão na consciência. Refiro-me aos homens de bem que detêm algum tipo de autoridade, poder, influência política e econômica.

É hora de colocar um basta definitivo sobre tudo isso que acontece a olhos vistos, à luz do dia e sob a leniência covarde daqueles que têm o dever constitucional de reagir!

"O BLOCO DOS COMUNISTAS". MARCHINHA DE CARNAVAL IRONIZA A IDIOTIA ESQUERDISTA!


Não resisti e afanei lá do blog do Rodrigo Constantino a letra e o audio dessa marchinha de carnaval que recupera com inteligência um tempo em que nesta época pipocavam nas emissoras de rádio as músicas de carnaval. Ainda que deteste o carnaval, que considero um festejo primitivo e anti-higiênico, nunca deixei de curtir as famosas marchinhas que ironizavam modismos e costumes e, como não poderia deixar de ser, denunciavam como cáustico humor as falcatruas promovidas pelos governos e pelos políticos.

Com o nefasto advento do pensamento politicamente correto o bom humor foi para o brejo. Insistem que é proibido aos humanos rirem de si mesmos e daqueles que produzem o eterno festival de besteiras do qual o Brasil e boa parte dos brasileiros produz de forma incessante desde aquele dia fatídico em que os portugueses não ouviram a advertência do célebre "Velho de Restelo" e se lançaram ao mar. Logo adiante descobriam o Brasil... 

Mas isso é outra história. Estou falando dessa bem-vinda marchinha de carnaval cuja letra ironiza o atual período da nossa história marcado pela total idiotia turbinada pelo PT e seus satélites. Ou seja, os comunistas, contumazes ladrões de dinheiro público que agem sempre com o maior cinismo. Todo comunista é um cínico, um tarado ideológico ridículo; um burro dinâmico. Entretanto, se considera um "intelectual'.

A marchinha é bem humorada, irônica, corrosiva. Os comunistas, como é sabido, não possuem jamais bom humor. Estão em luta permanente contra o capitalismo e, particularmente, contra "uzamericanu", embora não abram mão de nenhum equipamento criado pelo capitalismo, como o computador, o celular e a internet, principalmente.

O importante é que os comunistas já começaram a perder terreno. Serão engolidos pelas evidências, enquanto cresce de forma vertiginosa no Brasil os adeptos do liberalismo e do conservadorismo. Ave! Prova disso é essa marchinha carnavalesca!

Ouçam o audio no widget acima e sigam com a letra:

O BLOCO DO COMUNISTAS

Lá vem o bloco dos comunistas
Com seus artistas estatizados
O grupo dos esquerdistas
Com seus fracassos romantizados
A turma dos militantes
Com seu arzinho tão juvenil
Bando de ignorantes
Que só atrasam nosso Brasil
Se for pra apoiar a causa errada
Não precisa se preocupar
Sempre vai rolar uma forcinha
Da esquerda caviar
Se for pra defender a incompetência
Essa gente se compromete
A se disfarçar de jornalista
E atacar na internet
Lá vem o bloco dos comunistas
Com seus artistas estatizados
O grupo dos esquerdistas
Com seus fracassos romantizados
A turma dos militantes
Com seu arzinho tão juvenil
Bando de ignorantes
Que só atrasam nosso Brasil
Tem que elogiar o Hugo chaves
Como prova de lealdade
Fale o que quiser do comandante
Só não fale a verdade
Camiseta só se for do Che Guevara
Mas o que é isso, companheiro?
Faz de conta que ele não era
Um tremendo carniceiro
Lá vem o bloco dos comunistas…

terça-feira, janeiro 28, 2014

A VERSÃO PETISTA DA "FESTA DE BABETTE": DILMA NO TEMPLO DA GASTRONOMIA PORTUGUESA. LUXO, GLAMOUR E MUITO CAVIAR.

As fotos acima são do site do restaurante Eleven, de Lisboa, com exceção da foto da Dilma deixando o restaurante, que é do jornal português Expresso.  
"Situado no ponto mais alto de Lisboa, o Eleven oferece uma vista deslumbrante sobre a cidade e o Tejo, estando rodeado pelo verde do Parque Eduardo VII, o que lhe dá uma tranquilidade invulgar numa grande cidade.
A arquitectura do edifício, que se assume como modernista e minimalista nas formas e elementos decorativos exteriores, utiliza materiais orgânicos (pedra, madeira, ferro) e que está voltado para o exterior, mercê das enormes janelas viradas para o Tejo. O interior é cosmopolita, elegante e fiel à riquíssima tradição arquitectónica e de elementos artísticos do Parque Eduardo VII. A iluminação, os têxteis, as cadeiras, a mise en place da mesa, as velas…. tudo se conjuga para criar um espaço sofisticado, de um luxo discreto e confortável, um ambiente simultaneamente intimista e grandioso.
O restaurante sofre metamorfoses durante o dia na sua relação com o exterior, a luz, as vistas sobre a cidade, o Tejo, e a Serra da Arrábida."
Esta é a descrição resumida que está no site de um dos mais elegantes restaurantes do mundo, o Eleven, justamente o escolhido pela “presidenta” Dilma Rousseff. Sim, a mesma Dilma que nos finais de ano acompanhada do Lula, confraterniza com os catadores de papel em São Paulo.
A mesma Dilma que usa a gandola vermelha em seus discursos promovendo a luta de classes, emulando o finado facínora Hugo Chávez, quando repetia em seus discursos que “ser rico es malo”, mas vivia uma vida de nababo na Venezuela.
Dilma, Lula e seus sequazes, portanto, são os mais legítimos representantes da “esquerda caviar”, o apropriado qualificativo criado pelo escritor Rodrigo Constantino para designar essa peste desgraçada que (des)governa o Brasil.
Não censuro a manifestação de bom gosto, pelo contrário. O que eu não aceito e deploro é a mentira e a demagogia rasteira desses comunistas vagabundos que empestam o Brasil, que promovem o retrocesso institucional e a lavagem cerebral ideológica nas escolas e universidades brasileiras; que fomentam a deletéria luta de classes, jogando pobres contra ricos, negros contra brancos; que exultam a cracolândia; que invocam os direitos humanos para os bandidos; que sitiam os homens e mulheres de bem em seus lares face à violência que castiga e ameaça diariamente os brasileiros; que dizem odiar a classe média; que consideram inimigos todos aqueles brasileiros honrados e trabalhadores que repudiam esse governo embusteiro, mentiroso e ladravaz, que pilha o erário e que carimba de sigiloso os investimentos com dinheiro público que financiam obras em Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola e demais ditaduras comunistas. 
Não, não exijo que chefes de Estado frequentem botequins e hotéis decadentes. O que eu não admito é ouvir a cantilena comunista da Dilma, do Lula e seus sequazes. O que eu não tolero de nenhuma forma é um governo que acolhe e incentiva quebra-quebra, vandalismo, invasão de shoppings, destruição de fazendas produtivas e invasão de propriedades privadas, ação perversa do comunismo do PT que procura manter a sociedade brasileira em sobressalto permanente desviando a atenção da das pessoas dos temas urgentes que devem ser debatidos e solucionados.
De um lado bolsa família miserável para os miseráveis que servem politicamente para a Dilma, Lula e corriola se manterem no poder; de outro a vida nababesca dos ocupantes do Palácio do Planalto, Ministérios e de centenas de órgãos públicos totalmente aparelhados pelo PT.
Segundo noticiou o jornal português Expresso, a imprensa foi informada que Dilma estava dormindo num hotel de luxo em Lisboa. Entretanto, na verdade saboreava as delícias e o luxo do esplendoroso restaurante Eleven de Lisboa. O fotógrafo do jornal Expresso flagrou o momento em que Dilma e seus sequazes deixavam de forma pretensamente furtiva, na calada da noite, o maior templo de gastronomia de Lisboa.
Quando chegar a hora do pega pra capar no horário político da campanha eleitoral, Dilma verberará os textos contidos no script do baiano João Santana insuflando a luta de classes que esgarça e destrói o tecido social brasileiro com objetivo de mais adiante transformar o Brasil em mais uma republiqueta comunista do tipo cubano. 
Claro que o caviar não foi indigesto para a presidenta e demais comensais, mas engasgou na garganta dos brasileiros de bem que ralam no dia a dia e que são os responsáveis por manter o Brasil de pé. São eles que descontam de seus salários o imposto de renda, além de um cipoal infernal de tributos que recolhem ao erário e que mantém o país funcionando. 
A mentira, a hipocrisia e o embuste como política de Estado é inaceitável sob todos os aspectos. Isso tudo tem de ser detido de qualquer maneira. Resta pouco tempo, mas ainda dá para salvar o Brasil do comunismo do século XXI.

O 'ROLEZINHO' DE DILMA PELA EUROPA

Por Nilson Borges Filho (*)
Dilma Rousseff é primária e carrega uma fonte de caipirismo que abastece sua visão de mundo. Comporta-se como aquela menina que sai da terrinha e ao chegar na cidade grande se lambuza de tantas novidades. Dilma presidente observa o que se passa ao redor do mundo a partir do Arrudas, ribeirão que corta Belo Horizonte, sua cidade natal. Em Davos pouco fez pelo País que representou, pois nada do que disse em seu discurso merece mais do que cinco minutos de atenção.
Investidores internacionais, que já percebiam a fragilidade da política econômica brasileira, ficaram certos de que não existe a menor segurança em trazer seus dólares para essas bandas. O Brasil só não está pior do que a Argentina, mas pode chegar lá. 
Resumindo, a ida da presidente a Davos não acrescentou absolutamente nada, seja no campo político, seja na esfera econômica. Acompanhei alguns órgãos de comunicação social de fora do Brasil e constatei que a fala de Dilma não fez o menor eco entre os principais investidores que lá estavam em busca de boas oportunidades de investimentos.
O que repercutiu mesmo da viagem da senhora presidente pela Europa foi sua passagem por Lisboa, na verdade um ponto fora da curva. A gastança por terras lusitanas para a presidente e sua comitiva deu a entender que as contas do Brasil estão bombando. 
A justificativa de que a aeronave presidencial não tinha autonomia para chegar a Cuba, não pegou muito bem. Como não é de ferro, Dilma e sua entourage saíram para jantar no restaurante mais estrelado de Portugal. O convescote, disse o ministro de Relações Exteriores, não saiu do bolso do contribuinte brasileiro. Cada um pagou o que comeu.
Enquanto isso, no Brasil, a indústria patina, o comércio não vende, o real derrete perante o dólar, a inflação galopa e, dia sim e outro também, os grandes centros de consumo sendo sacudidos pelos desocupados dos rolezinhos e as avenidas se tornando  praça de guerra pela turma do miolo mole, conhecidos como black bloc.
De Lisboa, Dilma deu um pulo na propriedade dos irmãos Castro, no Caribe, para a inauguração de um porto construído com dinheiro dos brasileiros. Empreiteiras brasileiras, fiéis financiadoras de campanhas petistas, estão nadando em dinheiro com essas obras fora do País. A grana sai do caixa do BNDES, agente financeiro a serviço do governo federal. Pelo menos a passagem da presidente por Lisboa serviu para alguma coisa: descobriu-se que a madame fez uns retoques na lataria, já pensando no pleito de outubro próximo.
Afinal, em época de eleição nada como dar uma melhorada na aparência. As olheiras de Dilma comprovam que a presidente entrou na faca, ou melhor, no bisturi. 
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em Direito e colaborador deste blog.

OLAVO DE CARVALHO: A CÓLERA DOS IMBECIS.

Esta ilustração do Diário do Comércio personifica sem dúvida a cólera dos imbecis que babam a baba da ignorância e da estupidez. Urge reduzí-los a uma minoria aceitável, como nas áreas mais civilizadas do planeta. 
Olavo de Carvalho, jornalista, filósofo, prolífico escritor e polemista afiado dispensa apresentações. Entretanto, cumpre fazê-la, haja vista que, por alguma razão, dentre as centenas de leitores deste modesto blog pode haver quem pela primeira vez tope com um texto de autoria desse famoso intelectual brasileiro. Fosse o Brasil um país sério a obra de Olavo de Carvalho deveria estar sendo estudada e debatida nas escolas de universidades. Seu último livro "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" (à venda aqui no blog na coluna ao lado), continua vendendo adoidado nas livrarias, figurando entre os best-sellers brasileiros no ano de 2013.

Entretanto, como Olavo de Carvalho não patina na idiotia esquerdista é perseguido e destratado, mormente depois que a maioria dos brasileiros, notória pela abrangente boçalidade, resolveu colocar no Palácio do Planalto o baixo clero da esquerda brasileira.  

Olavo trabalhou nos maiores e mais importantes veículos da grande mídia brasileira. Mas há pelo menos uma década vive nos Estados Unidos e de lá envia semanalmente a sua coluna para o jornal Diário do Comércio de São Paulo. E lá nos Estados Unidos também continua trabalhando de forma incessante, produzindo sem parar e acolhendo generosamente os que o procuram e realizam seu Seminário de Filosofia.

Olavo coleciona uma enorme legião de alunos, simpatizantes e seguidores. É o único intelectual brasileiro da atualidade e dos raros na história do Brasil que desfruta dessa condição de liderança justamente numa área complexa como a filosofia, porém de suma importância para construir uma visão crítica do presente e do passado de forma objetiva. Sem tal reflexão é impossível a construção de uma verdadeira cultura brasileira e, por conseguinte, da edificação de uma Nação e não de um território dominado por idiotas de todos o gêneros. 

Nesse mister Olavo de Carvalho tem contribuído de forma significativa. Filosofar não é repetir feito papagaio palavras de ordem do submarxismo. É muito, mas muito mais do que isso!

O texto que segue após este prólogo, publicado na edição deste domingo, dia 26 de janeiro, é a coluna semanal de Olavo de Carvalho no Diário do Comércio. O título deste post é o original de Olavo. Leiam que vale a pena:

Depois das investidas ferozes contra o meu O Imbecil Coletivo, publicado em 1997, nas quais só conseguiram exemplificar o que eu dizia no livro, os mais destacados intelectuais de esquerda nacional preferiram entrar num mutismo preventivo, para não se expor a novos e mais catastróficos vexames.
O único dentre eles que voltou a tocar no assunto OIavo de Carvalho foi o Ricardo Mussi, mas veio falando de mim num tom respeitoso que revelava algum bom-senso e contrastava com a presunção louca daqueles primeiros e desastrados críticos.
Depois, vendo que a intelectualidade nacional não podia me fornecer um antagonista à altura, decidiram importar um, o prof. Alexandre Duguin, que também não conseguiu se sair muito bem mas teve ao menos a hombridade de reconhecer que o debate fôra "duríssimo", contrastando com a empáfia histriônica daqueles que saíam com o bumbum esfolado jurando que haviam batido com ele no meu pé.
Até hoje a situação está mais ou menos assim. Quem tem alguma reputação evita arriscá-la num confronto que se revelou letal para seus antecessores Leandro Konder, Emir Sader, Carlos Nelson Coutinho, Alaor Café e muitos outros. Só quem ainda ousa falar de mim com ares de superioridade desafiadora são precisamente indivíduos que não têm reputação nenhuma e que esperam angariar alguma por meio de uma disputa suicida, como jovens pistoleiros desmiolados nos filmes de faroeste.
Esses saem vencedores de algum modo, até porque são tão numerosos que se torna impossível responder-lhes a todos. Desta maneira, sempre haverá um ou outro que passe a ostentar, no seu currículo imaginário, a glória de ter afugentado o oponente mais velho, que lhe recusou uma resposta ou que não chegou nem mesmo a tomar ciência do desafio.
"Derrotar o Olavo de Carvalho" tornou-se, entre milhares de estudantes universitários – e, horresco referens, alguns professores –, uma obsessão incurável e a glória máxima a que aspiram. Lamentavelmente, nunca sugerem alguma questão específica a ser debatida, preferindo conceder-me a dupla honra de ser ao mesmo tempo debatedor e assunto do debate.
Mas, precisamente porque aquilo que os move é o ódio ao oponente e não o interesse genuíno por algum tópico de discussão, quase todos entram em campo contestando algo que imaginam que eu disse, e não o que eu realmente disse. O empenho guerreiro que colocam em furar as bolhas de sabão que eles mesmos sopraram é a reprodução exata da fúria com que um peixinho beta investe contra sua própria imagem no espelho.
Não é que apenas me julguem sem ter lido meus livros. É que se recusam terminantemente a lê-los e consideram mesmo ofensiva a sugestão de que deveriam fazê-lo antes de me julgar. É como se vissem nesses livros uma ameaça sinistra da qual devem fugir por todos os meios, um poder de persuasão diabolicamente irresistível, de cujo contato devem preservar suas almas para não corromper – vade retro! – a pureza da sentença condenatória que já assinaram.
Na verdade, a adivinhação paranoica de poderes malignos já evoluiu para a conjeturação de como me enviar para a cadeia, não importa por qual crime inexistente ou impossível. O sr. Sebastião Nery sugeriu, tempos atrás, "falsidade ideológica", porque dou cursos de filosofia sem possuir "diploma de filósofo", ainda que, em vez de ostentar um título falso, como o fez a nossa presidenta, (ver o link http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/depois-de-post-casa-civil-muda-curriculo-de-dilma-mas-cade-a-dissertacao/), eu me gabe publicamente de não possuir nenhum nem havê-lo desejado jamais. O sr. Paulo Ghiraldelli informa a um estupefato mundo que meus alunos vêm à minha casa não para estudar, e sim para satisfazer os meus instintos lúbricos de velho sátiro, e até pagam para isso, tão irresistíveis são as minhas artes de sedução.
Um tal sr. Alexandre Melo, cuja página do Facebook acabou aliás sendo fechada por isso, raciocina na mesma direção e insinua que se trata de crime de pedofilia, infelizmente sem explicar aos perplexos leitores como se pratica esse delito com pessoas adultas.
São apenas três exemplos no meio de centenas. Sob os risos de inumeráveis leitores, cada um se degrada e se esculhamba entre gemidos de prazer masoquista, afogando-se mais e mais na latrina onde pretendia me depositar.
Como explicar essa descida voluntária da inteligência esquerdista até abismos de autodestruição onde o próprio Satanás teria alguma dificuldade de respirar?
A hipótese que me ocorre é a seguinte. Até os anos 19 60 a esquerda brasileira era uma minoria insatisfeita em luta contra o establishment acomodado. Tinha, por isso, alguma mobilidade intelectual, seguia o debate cultural mais amplo e, no mínimo para se posicionar contra, lia atentamente os livros de seus adversários locais e internacionais.
À medida que foi se concentrando na luta e depois no exercício do poder, fechou-se em si própria, numa busca obsessiva de autoconfirmação e na reiteração de chavões necessários ao adestramento da militância animalizada, e simplesmente perdeu o pé no mundo da alta cultura. Já não entende o que se fala fora dos seus círculos internos, e, não entendendo, reage com a impulsividade cega e louca de quem nada tem a dizer, só a maldizer. O melhor que tem a objetar ao autor de alguma ideia que lhe desagrada é ensejar que vá preso ou morra.
Não tenho dúvida de que, mais cedo ou mais tarde, passarão do desejo à ação, como sempre fizeram em todos os países que governaram e fazem ainda naqueles em que man dam. Georges Bernanos já dizia que nada no mundo se compara à cólera dos imbecis.

segunda-feira, janeiro 27, 2014

ANOMIA, O CASO BRASILEIRO.

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
O sociólogo Emile Durkeim (1858-1917) viveu as turbulências do início da sociedade industrial e isto influenciou sua preocupação com a ordem e com novas ideias morais capazes de guiar o comportamento das pessoas. Ele observou os conflitos resultantes das transformações socioeconômicas nas sociedades europeias e concluiu que havia um estado de anomia, ou seja, a ausência de leis, de normas, de regras de comportamento claramente estabelecidas.
Na atualidade o rápido desenvolvimento dos meios de transporte, de comunicação, da tecnologia, da ciência indica a transição para um mundo mais complexo onde o conhecimento de hoje é rapidamente ultrapassado amanhã. Nesse contexto valores são perdidos, instituições se desagregam, percepções entre o certo e o errado desaparecem e o indivíduo parece uma mosca tonta na janela de um trem-bala. Prevalece o individualismo, o hedonismo, a vulgaridade, a mediocridade, a imoralidade.
Como as sociedades são dinâmicas e não dá para permanecer nesse estado indefinidamente aos poucos vai se construindo uma nova ordem. Paralelamente começam a surgir novas representações coletivas, outro conceito de Durkeim a significar experiências advindas da influência grupal – família, partido político, religião, etc.- que suprem os indivíduos com ideias e atitudes que ele aceita como se fossem pessoais.
No Brasil, país da impunidade, do jeitinho, da malandragem sempre houve certa anomia. Um salvo-conduto para o desfrute impune de atos de corrupção. Uma largueza moral que encanta os estrangeiros que aqui vêm usufruí-la sem jamais ousarem repeti-la em seu país. Características essas culturais originadas historicamente e aprimoradas ao longo do tempo.
Contudo, foi com a entrada do PT na presidência da República que acentuou nossa anomia. Isso se deu através dos sucessivos e impunes escândalos de corrupção do partido que se dizia o único ético, o puro, aquele que vinha para mudar o que estava errado. No poder o PT se tornou não um partido não igual aos outros, mas pior.
Por isso mesmo foi marcante o julgamento do mensalão quando, pela primeira vez, poderosos e seus coadjuvantes foram parar na cadeia por conta da coragem e da firmeza do ministro Joaquim Barbosa auxiliado por alguns ministros do STF.
Lula da Silva sempre foi um homem de muita sorte ajudada por sua verborragia. Herdou um país sem inflação, além de políticas públicas as quais de certo modo imitou. No plano internacional reinava calmaria econômica. No âmbito interno nenhuma oposição partidária ou institucional. As performances escrachadas do “pobre operário” agradavam a maioria e formou-se uma representação coletiva que aceitava todos os desvios e desmandos do governo. Diante da roubalheira o povo dizia: “se eu estivesse lá faria a mesma coisa”.
O todo-poderoso Lula da Silva se reelegeu e fez mais, obteve um “terceiro mandato” sem precisar alterar a Constituição. Isso porque elegeu uma subordinada que não dá passo sem ouvir suas ordens.
Contudo, no final do segundo mandato de Lula da Silva a economia do Brasil paraíso começou a fazer água e os três anos da sucessora tem sido um fiasco retumbante.
O álibi para o descalabro é a a crise internacional, mas, na verdade foi a politica econômica incompetente e errática da presidente e do Mr M autor das mágicas contábeis, ou seja, do Senhor Mantega, que está nos conduzindo ao fracasso.
O governo do PT conseguiu nos transformar no país dos pibinhos, no lanterninha dos BRICS. A inflação cresce, tivemos em 2013 o maior déficit comercial de nossa história, com resultado negativo de US$ 81,3 bilhões, a geração de emprego recuou 18,6% no ano passado, a desvalorização cambial já é outro grave problema.
Existe, porém, algo mais que a economia. Lula da Silva se aliou à escória governamental, a começar pela América Latina. Insuflou ódios raciais. Jogou a Educação no nível mais baixo enquanto seu ministro Haddad tentava insuflar amoralidade na formação das crianças. A Saúde virou sinônimo de crueldade e não serão médicos cubanos, ideologicamente trazidos para cá, que reporão a falta de estrutura de hospitais e postos de saúde.
Agora está sendo colhido o que foi plantado com os votos no PT. A manifestação pacífica de junho, em 2013, foi só um passo tolhido pela entrada dos tais black blocs, politicamente inseridos ou não. Entretanto, várias outras manifestações vêm se espalhando pelo país de forma violenta com queima de ônibus, interdição de estradas, depredações, saques. Enquanto isso aumenta a força da criminalidade dando a nítida impressão de que um tenebroso Estado paralelo se sobrepõe ao Estado de Direito.
A rotineira barbárie da prisão de Pedrinhas é a ilustração mais perfeita da anomia brasileira a qual devemos agradecer aos nossos governantes, especialmente, ao governo do PT.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga www.maluvibar.blogspot.com.br

domingo, janeiro 26, 2014

DEPOIS DE ROTEIRO GASTRONÔMICO GRÃ-FINO EM LISBOA, DILMA E COMITIVA RUMAM PARA CUBA ONDE INAUGURAM OBRA DA DITADURA CUBANA FINANCIADA COM DINHEIRO DO BNDES

O jornal português "Expresso," flagrou Dilma saindo de restaurante chique de Lisboa e embarcando de volta ao hotel grã-fino em que ficou hospedada em Lisboa. Pela tabela, a suíte que Dilma usou custa R$ 26 mil a diária.
Sem comentar os protestos que ocorreram no Brasil no sábado, a presidente Dilma Rousseff deixou pelas portas do fundo o hotel em que se hospedava em Lisboa e embarcou na manhã deste domingo, 26, para Havana, capital cubana. Dilma e sua comitiva passaram o sábado em Portugal, ocupando um total de 45 quartos de dois dos hotéis mais caros de Lisboa, com um custo total de 71.000 reais, segundo informou a agência Estadão Conteúdo. A presidência optou por não usar o palácio do século XVII mantido pelo governo brasileiro e que serve de embaixada em Portugal por indicar que o local não comportaria a delegação.
No sábado, enquanto os protestos ocorriam em várias cidades, ela jantava em um restaurante com estrela pelo Michelin, a referência da boa gastronomia no mundo. A viagem estava sendo mantida em sigilo e apenas foi explicada depois que reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou o momento em que Dilma entrou num hotel da capital portuguesa. A suíte em que ficou hospedada a presidente tem diária com preço de tabela equivalente a 26.000 reais.
No sábado, às 9h35 (horário de Lisboa), o comboio que levaria a presidente do hotel ao aeroporto foi obrigado a entrar em uma garagem pública que dá acesso ao hotel. Enquanto um dos funcionários lavava carros sem saber o que ocorria, os seguranças realizavam a operação para driblar os jornalistas e impedir que a presidente tivesse contato com a imprensa que a aguardava.
Jantar ao Tejo - Na noite de sábado, diferentemente do que havia informado o Palácio do Planalto,Dilma saiu para jantar no elegante restaurante Eleven, com vista para o rio Tejo. O Planalto havia informado que a presidente estava "dormindo", enquanto outros assessores indicavam que "desconheciam" qualquer plano de saída da presidente.
No entanto, uma foto publicada no jornal português 'Expresso' de ontem deixou a comitiva sem explicações. Na foto, Dilma está entrando no luxuoso restaurante, acompanhada pelo embaixador do Brasil em Portugal, Mario Vilalva. O ministra Helena Chagas, chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, também aparece na foto. Pode-se ver um dos seguranças e o próprio embaixador carregando uma sacola com garrafas de vinho. O restaurante é um dos melhores de Portugal e um dos poucos no país classificado com estrela Michelin.
Dilma esteve na Suíça desde quinta-feira, 23, e, sexta-feira, 24, foi uma das palestrantes no Fórum Econômico Mundial, em Davos. O próximo compromisso da presidente é a inauguração de um porto financiado pelo Brasil em Cuba, nesta segunda-feira, 27.
Oficialmente, a explicação para a parada em Portugal é a de que o avião da FAB não teria autonomia para viajar entre Zurique e Havana. Mas o Planalto não explica nem porque a visita foi mantida em sigilo nem porque o abastecimento do jato não poderia ter ocorrido com a comitiva dentro do avião, algo que levaria cerca de uma hora. Do site da revista Veja

AGITADORES COMUNISTAS DE ENTIDADES LIGADAS AO PT PROMOVEM NOVOS ATOS DE VANDALISMO EM SÃO PAULO, RIO E OUTRAS CIDADES DO BRASIL.

Fotos que estão no site da Folha de S. Paulo, como estas, comprovam a ação dos comunistas ligados ao PT. Ou alguém vai querer dizer que isso é 'teoria conspiratória'? É mais um esquema da campanha eleitoral do PT. Estamos no começo do que virá mais adiante.
Esta foto do site do Estadão mostra invasão de shopping em Vila Velha, no Espírito Santo.
De novo nas ruas das grandes capitais, a começar por São Paulo, a onda de vandalismo. Cabe uma única pergunta: a quem interessa esse tipo de anarquia? A resposta é apenas uma: ao Lula, Dilma e seus sequazes. Por que? 

Ora, porque todos os movimentos que participaram desse ataque a instalações públicas e privadas são ligados ao movimento esquerdista. 

Conforme se pode constatar na matéria do site da Folha de S. Paulo que reproduzo abaixo, fica muito claro e evidente quem são os mentores de mais esse estúpido ato de vandalismo: "Entre os integrantes do protesto, que não se identificaram e disseram não ter liderança, havia movimentos como a Anel (Assembleia Nacional de Estudantes - Livre) e Conlutas (Central Sindical e Popular)."

Como se pode ver, esses movimentos que alegam não ter liderança são todos eles de viés comunista, seus atos são nitidamente anti-capitalistas, portam cartazes com o deletério símbolo comunista. 

Portanto, não é necessário acrescentar mais nada. Ainda voltarei ao assunto neste domingo. Leiam:

Uma manifestação contra a Copa do Mundo terminou com ao menos 128 detidos na noite deste sábado (25), em São Paulo. Depredação e confrontos com a polícia permearam o ato, que contou com "black blocs" entre os manifestantes.
A manifestação foi convocada pelo Facebook e começou de maneira pacífica à tarde, na avenida Paulista. Cerca de mil manifestantes, que haviam se concentrado no vão-livre do Masp, começaram a se deslocar pela avenida, no sentido Paraíso, por volta das 17h.
Entre os integrantes do protesto, que não se identificaram e disseram não ter liderança, havia movimentos como a Anel (Assembleia Nacional de Estudantes - Livre) e Conlutas (Central Sindical e Popular). Eles gritavam frases como "Não vai ter Copa" e "Dilma, vê se escuta, na Copa vai ter luta".
No início da passeata, um grupo de aproximadamente 40 "black blocs" fazia a linha de frente dos manifestantes. Segundo o major da PM Larry Saraiva, 2.000 policiais monitoravam o protesto no local, entre oficiais da Tropa de Choque e da Força Tática – um helicóptero Águia participou da operação.
CORRERIA
A tensão começou quando o grupo virou subitamente na avenida Brigadeiro Luís Antônio, seguindo pela pista sentido centro, por volta das 18h30.
Comerciantes e pedestres se assustaram com a presença dos manifestantes e houve corre-corre. Lojas foram fechadas e pessoas que passavam pela via se refugiaram em um supermercado.
O grupo aumentou e, por volta de 19h, cerca de 1.500 manifestantes chegaram ao centro da cidade, segundo a PM.
Mascarados depredaram pelo menos três agências bancárias, uma concessionária de veículos e uma lanchonete do Mc Donald's. Os policiais usaram bombas de gás lacrimogêneo, e os manifestantes fizeram barricadas.
Por volta das 20h, a Tropa de Choque cercou a rua Augusta e encurralou dezenas de manifestantes dentro do hotel Linson, na altura da rua Caio Prado. Eles se fecharam com os manifestantes dentro do hotel.
Entre 21h e 22h, pelo menos 50 manifestantes foram detidos só no hotel. Eles foram conduzidos em dois ônibus, um micro-ônibus e uma base móvel da Polícia Militar para o 78º DP (Jardins).
Às 22h, a PM informou em seu Twitter que 128 manifestantes haviam sido detidos até aquele momento. O número pode aumentar, já que, às 22h45, mais dois veículos saíram do hotel Linson, levando os últimos manifestantes do local.
Em seu Twitter, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) condenou o ato e classificou os manifestantes como "vândalos".
"Como a imensa maioria dos brasileiros de São Paulo, condeno com energia os atos de violência e vandalismo registrados nesta noite. Digo com alegria que esses vândalos não mancharam um dia que foi inteiro de festa para esta cidade corajosa e orgulhosa de seus valores.", afirmou. Do site da Folha de S. Paulo

sexta-feira, janeiro 24, 2014

NO BRASIL SOB O COMANDO DO PT, "POBRE, QUANDO NÃO SE DIVERTE, EXPLODE POSTO DE GASOLINA".

A coluna do jornalista Reinaldo Azevedo na Folha de S. Paulo desta sexta-feira está excelente. Como sempre é o único texto de todo o jornal que vale apena ser lido. O restante pode ir diretamente para o lixo.
Por isso resolvi postar aqui no blog, principalmente para aqueles leitores que não assinam o jornal. 
O título original é “O bando de negros e morenos”. Entretanto não resisti a uma frase supimpa no final do artigo e resolvi transformá-la no título deste post. Leiam:
O pânico voltou a bater às portas do Palácio do Planalto, que dá como inevitáveis novos protestos durante a Copa. O PT já convocou o seu braço junto às massas, uma tal Central de Movimentos Populares (CMP), para monitorar o povaréu.
Os pelegos do CMP integram a Ancop, ou "Comitês Populares da Copa". Estão lá para amansar a brasileirada. As designações têm um ranço entre o jacobinismo e o sovietismo: "central", "comitês", "coletivos"... O "comissariado" fica na Secretaria-Geral da Presidência, do camarada Gilberto Carvalho. Uma nova onda de protestos poderia pôr em risco a reeleição de Dilma. Uma estrepitosa vaia durante o discurso da presidente na abertura daria o tom do resto do torneio. O Planalto, o que é uma tolice, viu nos "rolezinhos" o sinal de advertência. O PT começa a ser também vítima, não apenas beneficiário, de sua natureza. Explico.
Um pouco de memória. Em junho, os petistas apostaram que a baderna ficaria restrita a São Paulo. Em meu blog, demonstrei, inclusive com reportagens desta Folha (is.gd/X4xFOl), como operaram os feiticeiros do Planalto –com José Eduardo Cardozo chefiando o caldeirão– para jogar os distúrbios no colo da "polícia de Alckmin". Duas semanas depois, havia pessoas com tochas na mão sapateando no teto do Congresso, e o Palácio Itamaraty estava em chamas. E Cardozo mudo, perplexo, pálido de espanto.
Já sabemos o que eram os "rolezinhos" e no que tentam transformá-los as esquerdas, inclusive os petistas. De novo, confessam, a aposta era que se limitassem a São Paulo. Carvalho mandou ver no pensamento tarja-preta: "Da mesma forma que os aeroportos lotados incomodam a classe média. Da mesma forma que, para eles, é estranho certos ambientes serem frequentados agora por essa 'gentalha' (...). O que não dá para entender muito é a carga do preconceito que veio forte. (...) As pessoas veem aquele bando de meninos negros e morenos e ficam meio assustadas. É o nosso preconceito".
"Nosso preconceito" uma ova! Esse é o preconceito de Carvalho, que chama "negros" e "morenos" de "bando". Então só a classe média reage à incompetência do governo na gestão aeroportuária? Pobre gosta de humilhação? Nota: a pesquisa Datafolha sobre os "rolezinhos", especialmente a opinião de "negros e morenos", desmoraliza Carvalho, seu partido, as esquerdas, a vigarice sociológica, a tolice jornalística e o colunismo fácil.
O mundo real pôs o PT sob controle, mas não mudou a sua natureza. No campo, na cidade, na universidade ou no shopping, o partido não resiste à tentação de insuflar os "oprimidos". Os "opressores" identificados pela legenda não são os premiados com Bolsa BNDES ou Bolsa Juros, mas a classe média, que a Marilena Chaui odeia e que Carvalho julga ser racista.
Enquanto a fala indecorosa do ministro circulava, uma turba fechou algumas ruas na Penha, em São Paulo, para um baile funk. A polícia, chamada pela vizinhança, acabou com a festa. Um grupo de funkeiros decidiu, então, assaltar um posto de gasolina, espancar os funcionários, depredar um hipermercado contíguo e roubar mercadorias. Na saída, um deles derramou combustível no chão e tentou riscar um fósforo. Tivesse conseguido... O "Jornal Nacional" relacionou o episódio à falta de lazer na periferia. Pobre, quando não se diverte, explode posto de gasolina, mas é essencialmente bom; a falta de um clube para o funk é que o torna um facínora. Sei. É a luta entre o Rousseau do Batidão e o Hobbes da Tropa de Choque.
Os maiores adversários do PT em 2014 não são as oposições, mas a natureza do partido e os valores que tornou influentes com seu marxismo de meia-pataca e seu coitadismo criminoso. A receita pode, sim, desandar. Do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira

FIM DA LIBERDADE DE IMPRENSA NA VENEZUELA LEVA EMPRESÁRIOS A CRIAR EMISSORA VENEZUELANA DE TV QUE TRANSMITIRÁ A PARTIR DOS ESTADOS UNIDOS

Oswaldo Muñoz (esq) presidente do Grupo El Venezola TV e o empresário venezuelano Carlos Fernández, ex-presidente da Fedecámaras, a maior federação empresarial da Venezuela (Foto do site do jornal El Nuevo Herald)
A liberdade de imprensa na Venezuela que começou a ser abatida durante o governo do finado caudilho Hugo Chávez, atinge o seu ponto mais crítico sob o governo do tiranete Nicolás Maduro.
As televisões já estão todas dominadas pelo governo bolivariano, eufemismo  para encobrir um regime comunista do tipo cubano que avança agora contra os tradicionais jornais impressos, que são o que resta de imprensa crítica à ditadura do tiranete Nicolás Maduro.
Falto pouco, portanto, para que seja dado o golpe de misericórdia na liberdade de imprensa na Venezuela que, segundo o Lula afirmou há algum tempo é um país que “tem democracia até demais”.
Levando-se em consideração tal assertiva não será surpresa se mais adiante  o mesmo ocorra no Brasil, ainda que a grande mídia brasileira e seus jornalistas em sua quase totalidade, já tenha adotado uma espécie de “código de conduta bolivariana”, ou seja, eles mesmo, mídia e seus operadores, praticam a auto-censura ou então manipulam a informação de tal sorte que agrade ao Lula, Dilma e seus sequazes.
Assim, sendo, parece que o Brasil é o país que dará menos trabalho para o Foro de São Paulo, organização fundada por Lula e Fidel Castro para cubanizar todo o continente latino-americano.
Entretanto, na Venezuela, boa parte dos jornalistas e empresários resistem bravamente ao ataque dos bolcheviques bolivarianos e decidiram partir para ações alternativas. Inclusive o presidente da Fedecamaras, espécie de Confederação Nacional da Indústria (CNI) existente no Brasil. Nota-se, portanto, que há uma enorme diferença moral e ética entre os jornalistas e empresários brasileiros venezuelanos. 
Esses empresários venezuelanos decidiram montar uma televisão que funcionará por meio da internet a partir do exterior. Já estão na região da Florida, Estados Unidos, de onde lançam a El VenezolanoTV que, segundo o jornal El Nuevo Herald, já está em operação e poderá ser vista através de diferentes formados pela internet, como Apple TV, Smart TV, smartphones e tablets.
Um grupo de importantes jornalistas venezuelanos integra esse projeto. Infelizmente, pela natureza oportunista e sabuja dos empresários brasileiros, quando o PT der o golpe comunista final, os brasileiros terão de se contentar com as ditas “produções nacionais” dirigidas pelos “intelequituais” petistas. Além, disso serão suprimidas quaisquer programações americanas e européias que serão substituídas por enlatados da televisão cubana, chinesa, norte-coreana e venezuelana. As novelas serão todos ideológicas exaltando Fidel Castro, Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Ah!, e também o Lula, aliás “Barba”. Tanto é que o “Barba” já deixou a barba crescer de forma a lhe conferir aquele (argh!) visual “revolucionário”.
Ironias à parte, é o futuro do Brasil sob o comunismo petista. A resistência esboçada pelos empresários e jornalistas venezuelanos é portanto digna de nota. Mas esse é um exemplo que jamais será seguido pelo empresarios brasileiros, capitalistas de araque, mamadores dos cofres do BNDES e contumazes lambedores das partes baixas dos jagunços ideológicos do PT.
Transcrevo a seguir a parte inicial de reportagem do jornal El Nuevo Herald, de Miami (EUA), com link ao final para leitura completa no original e espanhol. Leiam:
EN ESPAÑOL - Un grupo de empresarios venezolanos está apostando a la televisión con un equipo que incluye a algunos de los periodistas más críticos del gobierno del presidente Nicolás Maduro con los que planea transmitir a partir del jueves “información independiente” para que sea consumida dentro y fuera de la nación sudamericana.
El Venezolano TV saldrá al aire por Internet con programas de periodistas como Carla Angola, Pedro Luis Flores, Kico Bautista, Napoleón Bravo, Carlos Acosta, Freddy Machado y Miguel Mundo, entre otros. Se trata de fuertes críticos de las autoridades venezolanas, cuya posición ha afectado en muchos casos su permanencia en los medios locales de su país.
“El proyecto se origina en la necesidad que percibimos en todos los venezolanos de poder contar con un medio totalmente independiente y que no pueda ser condicionado o controlado por el régimen heredado por (el presidente) Nicolás Maduro”, expresó en una entrevista reciente con The Associated Press Oswaldo Muñoz, presidente del Grupo El Venezolano, propietario del canal. “Vamos a decir lo que allá no se puede decir porque o lo multan, o cierran el canal, o lo compran, o lo quitan”.
La apertura del canal – que podrá ser visto desde el jueves por la noche a través de diferentes formatos de televisión por internet como Apple TV, Smart TV, celulares inteligentes y tabletas, entre otros– tiene lugar en momentos que la prensa atraviesa una difícil situación en Venezuela.
En los últimos meses se han intensificado los cuestionamientos, amenazas y procesos contra los medios de comunicación de Venezuela, especialmente contra los grandes diarios, que son de los pocos medios independientes que quedan en el país. Durante la gestión de Maduro también se vendieron el canal de noticias Globovisión, que fue comprado por unos empresarios locales, y el grupo de diarios de la Cadena Capriles, que fue adquirido por la corporación inglesa Latam Media Group.
Algunos analistas y opositores han señalado que los compradores de esos medios estarían vinculados con el gobierno.
La cantidad de venezolanos en Estados Unidos se incrementó de 91,500 en 2000 a 215,000 en 2010, según el censo de 2010. La mayoría de ellos, 57%, vive en Florida, en el sudeste del país. Por lo general se trata de profesionales y empresarios de clase media o media alta que llegaron al país después de que Chávez llegó al poder a comienzos de 1999. Clique AQUI para ler tudo - Haga Clic AQUI para leer toda la história

quinta-feira, janeiro 23, 2014

O LIVRO-BOMBA DE TUMA JR., NENHUM DESMENTIDO E O MISTERIOSO SILÊNCIO DA GRANDE IMPRENSA E DA OPOSIÇÃO.

Por Nilson Borges Filho (*)
Romeu Tuma Júnior é delegado civil aposentado pelo Estado de São Paulo. Teve uma rápida passagem pela Assembleia Legislativa como deputado estadual, eleito à sombra do pai Romeu Tuma, um ex-policial que ocupou cargos de relevo na estrutura estatal, como o titular da Polícia Federal e da Receita Federal.
Tuma pai chegou ao Senado da República pelo voto popular. Durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva Tuma Júnior ocupou a Secretaria Nacional de Justiça na condição de seu titular. Durante o regime militar Lula foi hóspede do delegado Tuma pai, na carceragem da polícia paulista. Mais tarde, Lula chegou à presidência e contou com o apoio irrestrito de Tuma pai como parlamentar da base do governo.
O antigo carcereiro de Lula passava a ser um dos homens da confiança do presidente no Congresso Nacional. Coisas que só acontecem no Brasil. Na sua passagem pela Secretaria Nacional de Justiça, Tuma Júnior foi citado em algumas situações nada republicanas, sendo que numa delas obrigou-se a se afastar do cargo que exercia no Ministério da Justiça, sob às ordens de Tarso Genro. Diga-se de passagem que Tarso Genro, hoje governador do Rio Grande Sul, foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa.
É bom que se deixe bem claro que o delegado Tuma Júnior não sofreu qualquer tipo de condenação. Pois agora, com efeito de uma bomba arrasa quarteirão, Tuma Júnior publica o livro Assassinato de Reputações, onde traz, à luz do dia, o modus operandi do lulopetismo quando se tratava de desqualificar adversários políticos, quase sempre atacando a honra de seus desafetos. Fica-se sabendo – e até este momento Tuma Júnior não foi desmentido pelo principal personagem da sua obra – que Lula foi informante da polícia paulista durante o regime militar enquanto dirigente sindicalista. “Barba” era o codinome do ex-presidente.
O principal interlocutor do informante era nada menos do que Tuma pai quando na chefia do DOPS pauiista. Escrito em parceria com o jornalista Cláudio Tognolli, Tuma Júnior conta detalhadamente como operava o governo policial petista, forjando dossiês contra adversários e usando dos piores meios de intimidação contra pretensos inimigos políticos. O ex-presidente Fernando Henrique, a ex-primeira dama Ruth Cardoso,o ex-governador José Serra e outras pessoas menos importantes foram “alvos” – expressão cunhada por Tuma Júnior – dos dossiês fajutos construídos nas entranhas do governo petista.
Fosse o Brasil um país minimamente sério e se suas instituições funcionassem de acordo com a lei e não atreladas aos interesses dos donos do poder, provavelmente algumas dessas figuras carimbadas da política nacional estariam respondendo criminalmente por seus atos.
O ponto fora da curva está no silêncio da classe política sobre as denúncias publicadas no livro Assassinato de Reputações. Um silêncio que cheira a conivência ou – quem sabe? ao medo de que eu possa ser você amanhã.
A grande imprensa, curiosamente, se faz de desentendida. Com exceção da revista semanal Veja, que fez eco às denúncias de Tuma Júnior. Blogs chapa branca, sustentados por verba publicitária de estatais federais, sequer deram um pio sobre o livro, mesmo que fosse para desmentir o seu conteúdo. Lula, o grilo falante, que gosta de teorizar de bomba atômica à unha encravada, assim como no caso Rosemary Noronha, continua mudo.
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em direito e articulista colaborador deste blog.

ROMEU TUMA JR. DENUNCIA NO FACEBOOK PRESSÃO PARA DERRUBAR AS VENDAS DE SEU LIVRO "ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES" QUE CONTÉM ACUSAÇÕES AO GOVERNO DO PT.

Acima o cabeçalho do perfil de Tuma Jr. no Facebook e o facsímile da postagem em que formula a denúncia e pede o apoio de seus leitores.
O ex-Secretário Geral de Justiça, delegado Romeu Tuma Júnior, autor do livro Assassinato de Reputações, cujo contéudo envolve sérias denúncias ao governo do PT, usou o seu perfil no Facebook para avisar que seu livro está sendo alvo de pressões com a finalidade de fazê-lo desaparecer das livrarias.
Em postagem no Facebook, o delegado Tuma Júnior faz as seguintes revelações explicando a estratégia para retirar sua obra do ranking dos livros mais procurados:
"Eles estão pressionando Livrarias para não exporem e não venderem o livro. Tão espalhando versão Pirata e Falsa com o objetivo de derrubar as vendas e por consequência a posição da obra no ranking dos mais vendidos, o que acarreta cair no esquecimento e abafa a pressão na mídia! Eu to lutando contra esse Estado Policial, por isso encareço que não baixem e denunciem os links com a versão PDF do livro. Ajude nessa batalha. Não vamos reclamar da corrupção praticando ilegalidade!
Conto com vocês!
Obrigado!"

LOJISTAS DE SHOPPINGS VÃO DEBATER "ROLEZINHO" NO PLANALTO COM OS SERVIÇAIS DO LULA E DA DILMA. PARECE PIADA, MAS NÃO É.

Segundo noticia o site da Folha de S. Paulo, a Alshop (Associação dos Lojistas de Shopping) vai ao Palácio do Planalto para debater, vejam só, os tais “rolezinhos”. Aliás, a Folha de S. Paulo desta quinta-feira publica uma série de matérias sobre os “roles”. Todas, claro, a favor dessa bizarrice, espécie de versão urbana do MST.
A coisa é mais ou menos assim: os lojistas vão debater um troço completamente absurdo com aqueles que defendem abertamente a invasão dos shoppings e os acusam de promover o “apartheid”, o que é uma mentira histriônica.
E sabem quem conduzirá a reuniuão? Gilberto Carvalho, que coordena os tais “movimentos sociais” do PT, como o MST e assemelhados.
Assim informa o jornal Folha de S. Paulo em em seu site e a matéria estará na edição desta quinta-feira no jornal imprenso. Foram ouvir até mesmo o novo Cardeal brasileiro que, como não poderia deixar de ser, é a favor dos “rolezinhos”.
É o Brasil sob o governo do PT. E os empresários abaixando a cabeça e servindo ao marketing petista que pretende aproximar a Dilma do eleitorado jovem. Tudo isso é surrealista e inacreditável. O Brasil caminha mais rápido do que se imaginava para transformar-se numa republiqueta bolivariana como a Venezuela. Tudo acontece de forma articulada em toda a América Latina, sob a coordenação do Foro de São Paulo. E os empresários rumam sem qualquer reação em direção ao cadafalso! 
Leiam:
O Palácio do Planalto agendou para a próxima quarta-feira (29), às 10h, uma reunião com representantes da Alshop (Associação dos Lojistas de Shopping) em Brasília.
A ideia é fazer uma primeira discussão sobre os rolezinhos -encontros de jovens marcados pela internet que reúnem diversas pessoas principalmente em shoppings. O encontro, segundo os próprios organizadores, não tem a intenção de protestar e sim de promover a integração entre os jovens.
O governo, que não tinha se posicionado claramente a respeito do tema, deverá ouvir dos donos de lojas uma série de reivindicações que vão desde intervenção direta da polícia para coibir os atos nos shoppings até diálogo com os movimentos de jovens.
Na avaliação do Planalto, entretanto, qualquer intervenção federal imediata está descartada. A Folha apurou que a presidente Dilma Rousseff, que, desde os protestos do ano passado tenta se aproximar do eleitorado jovem, é avessa a entrar na polêmica diretamente e dificilmente dará a resposta que os lojistas reivindicam.
Quem conduzirá a reunião da semana que vem é o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), que, na semana passada, havia dito que reprimir com força policial os rolezinhos era como pôr gasolina no fogo. Ao lado das ministras Marta Suplicy (Cultura) e Luiza Bairros (Igualdade Racial), deverá coordenar a primeira de uma série de reuniões sobre o tema. Do site da Folha de S. Paulo

quarta-feira, janeiro 22, 2014

FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS ESTÃO SENDO IMPIEDOSAMENTE DESTRUÍDAS SOB O GOVERNO DO PT. OFICIAIS DE ALTA FORMAÇÃO ABANDONAM EXÉRCITO, MARINHA E AERONÁUTICA.

Foto que circula pelas redes sociais mostra veículos do Exército que apodrecem em ferro velho do município de Itaboraí, no Rio de Janeiro. Esta foto é emblemática e fala por si só.
O jornalista Ricardo Setti, em sua coluna no site da revista Veja traz uma informação super importante que pode dizer muito sobre a situação das Forças Armadas do Brasil que transcreverei após este prólogo.
A propósito lembrei-me imediatamente que na na segunda metade dos anos 90, já no governo de FHC, visitei a Base Aérea de Florianópolis durante missão profissional e jamais apagará da minha memória aquele dia. Ali constatei que já havia avançado de forma dramática o desmanche das Forças Armadas.
Aquilo me deixou profundamente impressionado. Desde o automóvel oficial do Comandante da Base, passando pelos aviões, demais equipamentos e instalações tudo era coisa velha, desgastada, tudo era sucata num evidente descompasso com as tecnologias então disponíveis à época.
Não tive mais a oportunidade de visitar nenhuma instalação militar. Acredito - e creio que alguns militares que ocasionalmente lêem este blog podem dar a sua opinião nos comentários - que a situação que presenciei no final da década de 1990 não se alterou ou pode estar bem pior.
Pois bem. Ricardo Setti publica uma notícia que é, sob todos os aspectos, lamentável. Oficiais formado nas escolas de alto nível, como ITA, por exemplo, estão trocando Exército, Aeronáutica e Marinha, por empresas privadas. Se esse número dos que abandonam as Forças Armadas brasileiras fosse pequeno, estaria dentro da normalidade. Mas são centenas. 
A verdade é que as Forças Armadas brasileiras estão há anos sob o abandono total. Tanto é que não circulam mais informações a respeito das três Armas. O que aparece na grande mídia é apenas notas esparsas e matérias sobre alguns fatos administrativos e olhe lá. As FFAA, na verdade, estão sendo estraçalhadas. No lugar delas se fala muito em Força Nacional, um troço criado pelo governo neo-comunista do PT.
Outro alvo que vem sendo golpeado pelo PT-Foro de São Paulo, são as Polícias Militares. A meta é desmilitarizar as PMs que constituem uma tradicional instituição militar que goza de ampla confiabilidade e respeito por parte da população brasileira.
Não há um só país verdadeiramente democrático e desenvolvido economicamente que não possua Forças Armadas super equipadas e prestigiadas!
E vamos dizer a verdade verdadeira: tudo isso que está acontecendo faz parte do plano do desgoverno de Lula, Dilma e seus sequazes que objetiva transformar o Brasil e mais uma republiqueta bolivariana, eufemismo para mascarar o que todos os covardes e poltrões fingem deconhecer, ou seja, a criação de uma ditadura comunista!
Prova disso é a deserção das Forças Armadas pelos oficiais jovens de alto nível e excelente formação. Está aí portanto mais um assunto que deveria constar nas primeiras linhas dos planos de governo dos candidatos da oposição. Aliás, isto é um dever, mas por certo os senhores Aécio Neves e Eduardo Campos, fingirão que não sabem de nada, patinando na idiotia politicamente correta.
Este texto é um recado para ambos. Estou dando a idéia de graça!
Leiam o que informa o jornalista Ricardo Setti. Os fatos falam por si só; e falam alto:
Se em 2012 foram 249 os oficiais das Forças Armadas que pediram demissão, abandonaram a carreira e passaram a trabalhar na área civil, o número quase se repetiu em 2013: 250 oficiais pediram demissão, sendo 121 do Exército, 70 da Marinha, e 59 na Força Aérea.
O que impressiona desfavoravelmente é o grande desfalque representado pela saída de nada menos do que 94 engenheiros — formados em centros de excelência como o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), ou o Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro.
O Exército foi especialmente prejudicado, perdendo nada menos do que 46 engenheiros militares, que preferiram fazer carreira na vida civil. Na FAB, saíram 34 engenheiros aeronáuticos, e, na Marinha, 14 oficiais engenheiros.
O Exército também foi a única força que perdeu oficiais superiores — de tenente-coronel a general, sendo cinco, no caso, além de 46 capitães e 70 tenentes.
Deixaram a Marinha 32 Capitães-tenentes e 38 Tenentes, e cessaram de vestir a farda da Força Aérea 5 capitães-aviadores e 54 tenentes-aviadores.
A questão salarial não é a única a preocupar os militares de qualquer especialidade. Da coluna de Ricardo Setti - clique aqui para saber mais sobre esta infausta notícia

terça-feira, janeiro 21, 2014

"ROLEZINHOS" DETONAM O MOVIMENTO DOS SHOPPINGS E LOJISTAS CONTABILIZAM PREJUÍZO. NO ENTANTO, NINGUÉM TEM CORAGEM DE ENFRENTAR A QUESTÃO, QUE É POLÍTICA!

Shopping Leblon, no Rio de Janeiro: queda no movimento depois dos "rolezinhos" (Foto do site de O Globo)
No site do jornal O Globo há uma matéria sobre os prejuízos que os lojistas do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, já estão contabilizando. Esse shopping foi obrigado a fechas as suas portas por causa da ameaça de invasão pelos tais "rolezinhos".

A reportagem de O Globo em sua primeira parte está correta. Confiram aqui. Mas daí em diante consegue encontrar uma forma para, vamos dizer assim, dar um viés de legalidade a essa insanidade que denominam carinhosamente de "rolezinho".

Para isso, a reportagem foi ouvir alguém da "academia". Desta feita um professor da disciplina de Varejo da Fundação Getúlio Vargas. E vejam a solução que ele propõe para evitar o prejuízo dos lojistas: "Acho que, ao invés de fecharem as portas, medida que soa antipática, os shoppings devem buscar uma forma criativa para lidar com esses atos, criando espaços para manifestações culturais".

Trata-se, como se pode constatar, de uma tremenda idiotice.

Agora, vamos dizer o que deve ser dito e que o jornalismo militante não diz. Imaginem se o Shopping Iguatemi em São Paulo, quando foi assediado pelo movimento dos sem-teto do PT não fechasse as portas? O que aconteceria? Ora, os ditos "sem-teto" provavelmente levantariam suas barracas de lona preta, assessorados pelo MST, dentro do shopping! Era isso que iria acontecer. E é isso que acontecerá caso os shoppings não fechem as portas e aumentem o contingente de segurança.

E por que tudo isso está acontecendo? Ora, por causa de uma década de governo do PT, um partido comunista que deseja transformar o Brasil numa república socialista do século XXI. E a coisa já foi longe demais. Uma das consequências do marxismo cultural aplicado de forma permanente pelo movimento neo-comunista é revestir a anarquia de legitimidade a partir da canhestra noção de luta de classes.

Os shoppings não se destinam a manifestações culturais. Shopping é um centro de compras. Ainda assim, oferecem espaço, sim, para manifestações culturais civilizadas, dentro da ordem, porquanto um ambiente fechado não pode acolher qualquer tipo de manifestação por óbvios motivos de segurança. É um ambiente fechado. Todavia, o objetivo dos shoppings é e sempre será o de ser um grande centro de compras confortável e organizado de forma a facilitar a vida das pessoas, mormente em grandes centros urbanos. 

Mas enquanto a grande imprensa brasileira servir de instrumento do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, dando status de legalidade a esses arrastões criminosos contra os shoppings nada mudará. A tendência é que mais adiante, sobretudo se Dilma for reeleita, o estado de anarquia se a profunde. Vide a Venezuela!

É preciso também que os empresários atentem para essa realidade. Se continuarem a tratar o governo do PT e seus sequazes como algo normal, como um governo democrático, estão cavando as suas próprias sepulturas. 

É claro que os mega empresários, muitos deles investidores dos shoppings, têm condições de fechar os seus negócios no Brasil e rumar para países que lhes dêem segurança. E tenho certeza que o farão mais adiante se o Foro de São Paulo lograr seus objetivos. Aliás, é o que já está acontecendo há muito tempo na Venezuela com a fuga de investidores. O resultado disso todos conhecem: a brutal escassez de diversos produtos, inclusive os alimentos! Dia desses os jornais noticiavam que estava faltando pão na Venezuela. Começou faltando papel higiênico. O sistema produtivo está esfacelado.

Como já afirmei em artigos anteriores, um dos elementos-chave para a sobrevivência de ditaduras comunistas é impor a escassez de alimentos. Em todos os países comunistas a escassez de produtos de primeira necessidade é uma estratégia usada para manietar a população. Com a escassez as pessoas passam a viver somente para conseguir se alimentar. Todos os dias da vida das pessoas são dedicados a esse infausto mister. Nesse ambiente todos abrem mão de seus direitos para obter um prato comida. Assim, o exercício da cidadania, o debate político, desaparece e a ditadura floresce e se eterniza, como em Cuba, por exemplo.

E parem de ser cínicos e poltrões. Todos sabem qual é a solução.