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sábado, setembro 30, 2017

REVELANDO A MÁQUINA INFERNAL DO 'ESTADO PROFUNDO' EM CONLUIO COM A GRANDE MÍDIA PARA CONTINUAR ESPOLIANDO O POVO

A Operação Lava Jato mais do que flagrar e punir os envolvidos na maior teia de corrupção e roubalheiras que levou o Brasil ao fundo do poço tem ainda um mérito muito especial que é revelar a existência do pérfido "Estado paralelo" que nos Estados Unidos é conceituado como "deep state" ou "Estado profundo". 

Trata-se da máquina burocrática que age nas sombras e da qual se valeu o PT logo após alçar o poder. Aliás, não apenas se utilizou deste esquema mas o ampliou enormemente por meio do "aparelhamento" de todas as instâncias estatais. Sintetizando: o "Estado paralelo" é constituído pelos membros do governo não eleitos. 

É num caso de crise aguda como se vive agora no Brasil que se tem a oportunidade de verificar a ação deletéria desse "estado profundo". Seus agentes tratam de impedir o desmantelamento do esquema e a arma mais poderosa para evitar que isso aconteça é a "guerrilha midiática", ou seja, a manipulação da informação por meio dos veículos midiáticos, a denominada "grande mídia".

Quando as pessoas comentam que certas coisas que acontecem são inacreditáveis tem-se aí a prova de que os agentes do "Estado profundo" estão em ação no sentido de evitar que uma verdade "incômoda" venha à tona. 

Os agentes desse "Estado profundo" estão em permanente articulação com os jornalistas da grande mídia e usam todos os poderes do Estado no sentido de manter incólumes seus interesses particulares ou, ainda, agem de forma a atender, face a mútuo interesse, seus amigos dos poderosos grupos políticos e econômicos.

Quanto mais surrealista pareça o noticiário da grande mídia mais se evidenciam as ações do "Estado profundo".

Feita esta rápida digressão passo a transcrever logo abaixo uma excelente matéria do site Epoch Times, assinada por Joshua Philipp sobre a ação do "Estado profundo", ou "deep state", como é designado  esse fenômeno nos Estados Unidos. Aliás fruto de intenso debate após a posse do Presidente Donald Trump, já que o homem do topete louro chegou ao poder da Nação mais poderosa do mundo decidido a desmontar esse esquema diabólico que prejudica justamente as classes espremidas na base da pirâmide social.

Portanto, vale muito a pena ler esta matéria do Epoch Times, pois que ajuda a entender como funciona o "Estado profundo", mormente nos momentos de crise como se vive agora no Brasil. E, a exemplo dos Estados Unidos, o Brasil tem também seu "Estado profundo", constituído por uma miríade de burocratas que conspiram contra os interesses da Nação. Por isso esta matéria, embora referente aos Estados Unidos, serve muito bem para explicar esse "Estado paralelo", que, guardada as proporções, opera no Brasil e foi turbinado desde o primeiro dia em que Lula e seus sequazes chegaram ao poder. Chamo a atenção também ao fato do Brasil possuir, segundo reportagem do site Bloomberg, 151 empresas estatais que consomem anualmente R$ 1,2 trilhão dos cofres públicos, conforme postagem aqui no blog.

São matérias deste naipe que jamais são veiculadas pela grande mídia e isto constitui a prova cabal de que a própria dita "mainstream media" e seus jornalistas de aluguel, constituem a mais poderosa ferramenta para manter intacta essa teia infernal de interesses particulares revestidos de interesse público nacional. Leiam:

MÍDIA & ESTADO PARALELO
Um grupo de membros não eleitos em vários ramos do governo dos EUA faz uso de agências de inteligência, de funcionários públicos em cargos importantes e de uma rede de fundações e ONGs, para construir um governo alternativo corrupto, que não responde aos eleitores norte-americanos.
Este grupo é popularmente conhecido como ‘Estado paralelo’ (deep state, em inglês). A ONG apartidária de fiscalização Judicial Watch publicou, recentemente, um relatório de 64 páginas, detalhando algumas das atividades ilegais do Estado paralelo, bem como uma série de ações judiciais que o Judicial Watch apresentou contra ele.
“As ações do Estado paralelo constituem um desafio direto ao nosso governo republicano”, Tom Fitton, presidente do Judicial Watch, disse no relatório.
O relatório afirma que o Estado paralelo não é monolítico, mas é formado por pessoas que compartilham uma “mesma mentalidade e visão de mundo” e que, em conjunto, utilizam-se de um sistema de “sigilo, vigilância e subterfúgio”, para levar adiante seus objetivos, enquanto evitam o escrutínio público e legal.
Enquanto isso, o grupo parece aproveitar-se de, e até mesmo agir em conluio, com grandes veículos de mídia, para “vazar” informações que possam favorecer os seus objetivos.
O relatório afirma que “a indústria midiática dos EUA opera, na prática, como o braço de propaganda e a correia de transmissão do Estado paralelo”.
Ele cita um artigo de 2013 de James George Jatras, ex-oficial do Serviço Estrangeiro do Departamento de Estado e analista e conselheiro de políticas do Congresso, no qual se diz que “a imprensa norte-americana opera cada vez mais em conjunto com o establishment político bipartidário em Washington”.
Através dessa união entre o Estado paralelo e os principais veículos de comunicação, o grupo é capaz de criar narrativas ao fornecer informações “vazadas”, sob o manto de “fontes governamentais” anônimas.
Jatras escreveu que fazem parte do Estado paralelo “elementos dos três poderes do governo dos EUA (especialmente militares, da inteligência e do setor financeiro), do setor privado (da indústria financeira, empreiteiras e do setor de tecnologia da informação), think tanks, ONGs, o Demintern, ambos os partidos políticos, agentes de campanha e um exército de lobbystas e profissionais de relações-públicas.
SUBVERSÃO POLÍTICA
O Estado paralelo muitas vezes trabalha através de métodos sutis e prestidigitação, afirma o relatório, no entanto às vezes trabalha mais às claras, para apoiar ou se opor ao governo em exercício. Documentos demonstram, principalmente, que o Estado paralelo trabalhou em estreita colaboração com o governo Obama, que “armou a burocracia permanente da Receita Federal, do FBI e de outras agências de inteligência e de regulação, contra o povo americano e contra os inimigos políticos” do governo e do Estado paralelo.
O relatório afirma que o “Estado paralelo é mais pérfido do que o mero partidarismo, e mais perigoso também, porque é permanente. Enquanto os presidentes e os membros do Congresso vão e vêm, o Estado paralelo é perene, crescendo cada vez mais – e cada vez mais predatório”.
Nos últimos meses, esse grupo passou a mirar, com intensidade, o Presidente Donald Trump, que jurou “drenar o pântano”, e por isso está eliminando os principais programas a que esses funcionários não-eleitos estão vinculados.
Assim, em um lance para proteger seus empregos e seus interesses, Fitton afirma que esses burocratas do Estado paralelo utilizaram-se dos serviços de inteligência e de agências policiais, para empenhar-se em “ações subversivas” destinadas a deslegitimar Trump e “fazer com que o povo americano perca a fé em seu presidente”, visando a destituí-lo do cargo.
O relatório afirma também que, no entanto, “o funcionamento do Estado paralelo não é uma conspiração organizada e meticulosa”, com uma autoridade central conhecida, ou uma localização central. Em vez disso, o grupo segue a agenda de políticos, burocratas e empreiteiras que “frequentam os mesmos e invariáveis círculos da elite”.
Entre aqueles que estão à frente do grupo estão comissionados, funcionários públicos de carreira e terceirizados. O relatório caracteriza o Estado paralelo como uma “doença sistêmica, causada por células rebeldes que estão em metástase, replicando-se para atender seus próprios interesses e sua sobrevivência”.
“Não importa qual partido controla o Congresso. E também não importa a vontade do povo americano. Não importa quem esteja no poder, esse grupo é quem exerce o controle”, afirma o relatório.
“Os operadores que ocupam e manipulam o Estado Paralelo exigem um governo ativista e intervencionista, tanto internamente, quanto internacionalmente. Principalmente, a visão de mundo deles rejeita as crenças e valores da maioria dos patriotas americanos”.
ADMINISTRAÇÃO CORRUPTA
O relatório expõe quatro núcleos desse sistema e detalha uma série de processos judiciais e as informações que a ONG revelou em cada um deles.
Um dos núcleos envolve laços entre a Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) e a Soros Open Society Foundations. Em dois processos judiciais, a Judicial Watch revelou que “dinheiro do contribuinte foi canalizado, através da USAID, para desestabilizar e derrubar governos democraticamente eleitos na Macedônia e na Albânia”.
Quando a Judicial Watch entrou com o segundo processo judicial para revelar essas conexões, Fitton diz que eles estavam investigando um “escândalo do governo Obama que estava desviando dinheiro de impostos, para as operações de Soros na Europa”.
Posteriormente, descobriram que, através desses laços, os contribuintes norte-americanos estavam, involuntariamente, pagando à Soros Open Society Foundations, para estabelecer e financiar dezenas de ONGs de esquerda na Macedônia, visando “derrubar o governo conservador”. Esses grupos estavam, por sua vez, coordenando movimentos de jovens para “organizar protestos violentos, objetivando minar as instituições e as políticas públicas do governo”.
Outro núcleo opera através da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês). A Judicial Watch revelou, através de outros três processos judiciais, os esforços dos agentes da EPA em esconder, do público e do governo, certas informações; em justificar, com relatórios falsificados, políticas públicas do governo Obama; e em ilegalmente “propagar informação distorcida para o povo americano”.
O relatório cita também um artigo do website Politico, de 02 de fevereiro, afirmando que funcionários públicos da EPA, do Ministério das Relações Exteriores, do Departamento do Trabalho e de outros lugares estavam usando o programa Signal, aplicativo de comunicação criptografada, para criar uma rede dentro da esfera pública, visando a trabalhar contra o governo Trump.
Através de processos judiciais e investigações, a Judicial Watch descobriu que a EPA tem retido ou falhado em fornecer informações importantes que, por lei, deveriam estar disponíveis ao público. O relatório cita um artigo de 20 de setembro de 2016 do Energy and Environment Legal Institute (Instituto Legal de Energia e Meio-Ambiente), afirmando que, durante o governo Obama, era “prática comum” realocar, “para contas de e-mail não oficiais”, “algumas correspondências selecionadas sobre assuntos relacionados ao EPA”.
Um terceiro núcleo do Estado paralelo foi tornado público, quando a Judicial Watch ajuizou quatro processos judiciais contra a Receita Federal (IRS, na sigla em inglês), revelando que o governo Obama usou a IRS para atingir inimigos políticos; bem como uma “aliança ilegal entre o IRS e outras agências do governo, como Departamento de Justiça, o FBI, Departamento de Saúde e de Recursos Humanos”, para espionar cidadãos americanos e fabricar propaganda visando a difamá-los.
O quarto núcleo foi exposto através de seis ações judiciais contra a comunidade de inteligência e policial, que revelaram o monitoramento ilegal de cidadãos americanos, e a politização de agências de espionagem para atacar o governo Trump.

TRANSPARÊNCIA É ESSENCIAL
As atividades do Estado paralelo provavelmente não resistiriam à luz do dia, por isso o relatório da Judicial Watch pressiona Trump para fazer uso de seus poderes presidenciais e começar a desclassificar documentos que expõem as atividades do grupo.
O relatório aponta que o governo Obama parece ter se unido profundamente com esses poderes não eleitos, e, através de políticas e ordens executivas, estabeleceram diretrizes políticas secretas que funcionam como um “véu” sobre suas atividades. Muitas dessas coisas ainda estão em vigor, o relatório afirma, acrescentando que “ess'Eas políticas secretas parecem ter entrado no piloto automático, no governo Trump”.
No entanto, a solução para esse problema talvez já tenha começado. O relatório aponta que “The Freedom Information Act permite ao Poder Executivo divulgar discricionariamente” documentos, e isso permitiria ao governo Trump expor os crimes do Estado paralelo.
Chris Farrell, diretor de investigação da Judicial Watch, afirma no relatório que o “Presidente Trump e os secretários de seu gabinete podem divulgar o que eles quiserem – sempre que assim desejarem. Eles podem exercer o poder discricionário de liberar documentos que são de interesse do público em geral e da imprensa, sobre questões políticas e/ou operações importantes do governo federal”.
Farrell acrescenta que “Divulgar discricionariamente não custa mais do que o movimento de uma caneta”. Do site Epoch Times

Sponholz: Arqueologia petralha.

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sexta-feira, setembro 29, 2017

ELEIÇÃO ALEMÃ: A VITÓRIA PÍRRICA DE MERKEL

No último domingo houve a eleição para renovar o parlamento da Alemanha. As pesquisas previam que a coalização partidária de Angela Merkel, venceria. De fato venceu. Mas constata-se que foi uma vitória de Pirro, o que prenuncia uma boa mexida na política alemã. O que ficou evidenciado é que o partido Alternativa, de viés nacionalista, que vocaliza a insatisfação dos alemães com a invasão barbara de seu país pelos tarados islâmicos transformou-se na terceira força política. 

Como se tem notado o jornalismo esquerdista que campeia na grande mídia rotula o partido Alternativa de "extrema-direita" ou até mesmo de fascista e nazista. Esse é o tom das matérias que analisam a eleição. Leiam sempre ao contrário o que verbalizam os psicopatas das redações nesses casos. Fazem a mesma coisa com Donald Trump e agora, aqui mesmo no Brasil, com o presidenciável Jair Messias Bolsonaro.

Para que os leitores saibam a verdade do que de fato está rolando na política alemã com fortes respingos na deletéria União Europeia, faço a postagem de artigo de Soeren Kern, do site Gatestone


Por Soeren Kern (*)
Original em inglês: German Election: Merkel's Pyrrhic Victory
Tradução: Joseph Skilnik
A chanceler Angela Merkel venceu as eleições conquistando o quarto mandato, mas o verdadeiro vencedor das eleições alemãs em 24 de setembro foi o partido Alternativa para a Alemanha, um partido que surgiu do nada, aproveitando-se da ira generalizada relativa à decisão de Merkel de autorizar a entrada no país de mais de um milhão de migrantes na maioria muçulmanos da África, Ásia e Oriente Médio.
Resultados preliminares indicam que a aliança CDU/CSU de centro-direita de Merkel conquistou cerca de 33% dos votos, o pior resultado eleitoral em quase 70 anos. O principal adversário de Merkel, Martin Schulz do SPD de centro-esquerda, conquistou 20,5%, o pior desempenho do partido.
O partido nacionalista Alternativa para a Alemanha (AfD) conquistou cerca de 13% dos votos se convertendo no terceiro maior partido do país, seguido pelos liberais: Partido Liberal Democrata (FDP) com 10,7%, o partido de extrema esquerda Linke com 9,2% e o ambientalista Os Verdes com 8,9 %.
"Com apenas 33%, Merkel não só atingiu o pior resultado de todas as campanhas que liderou, mas também o segundo pior resultado da história do partido" salientou o Die Zeit.
Merkel está diante de duas opções centrais para formar um governo de coalizão: a assim chamada grande coalizão reunindo o CDU/CSU e o SPD ou uma coalizão tripartite compreendendo o CDU/CSU, o FDP e Os Verdes. Formar uma coalizão sólida será espinhoso, dado que esses partidos abraçam diferentes ideologias, plataformas e prioridades.
Merkel governou duas vezes em uma grande coalizão com o SPD e uma vez em coalizão com o FDP. Schulz insistiu que o SDP não concordará com outra grande coalizão porque isso deixaria o AfD como principal partido de oposição da Alemanha, o que lhe conferiria direitos e privilégios especiais no parlamento.
O jornal Frankfurter Allgemeine previu que qualquer coligação entraria em colapso antes do final da legislatura de quatro anos porque Merkel precisará conglomerar vários partidos que não poderiam ser mais discordantes entre si:
"A coligação CDU/CSU e Os Verdes vivem em mundos diferentes. Muitas posições do libertário FDP batem de frente com as ideias socializadas do CDU/CSU... Estima-se que as chances desse tipo de aliança durarem até o final da legislatura é de bem menos de 50%. Há uma leitura óbvia: o CDU/CSU, o FDP e Os Verdes começarão como uma coalizão temporária cujos protagonistas ficarão exaustos e jogarão a toalha depois de mais ou menos dois anos... É claro que até então a chanceler terá concluído por si própria que ela chegou no fundo do poço. Como consequência haverá novas eleições, o fim da era Merkel e o início de um novo governo - liderado por seu sucessor".
Deutsche Welle concorda:
"Embora esses resultados signifiquem que o CDU continuará sendo o maior partido da Alemanha, ainda assim representa uma perda substancial para os conservadores que conquistaram 41,5% dos votos em 2013. Com uma coalizão tripartite que parece ser a solução provável para evitar um governo de minoria, Merkel está prestes a iniciar uma administração muito menos sólida do que as dos últimos três mandatos".
Financial Times ressalta:
"Indubitavelmente Merkel saiu enfraquecida. No ano passado a chanceler foi retratada como o último bastião dos valores liberais do Ocidente em um mundo dominado por populistas como Trump. O resultado eleitoral de domingo revelou o quanto o apoio interno diminuiu e como suas políticas são desagregadoras".
O resultado das eleições mostram que mais de um milhão dos tradicionais eleitores do CDU/CSU desertaram para o AfD nesta eleição. Detlef Seif, deputado democrata cristão salienta que os eleitores descontentes haviam abandonado o CDU porque Merkel levou o partido mais para a esquerda, principalmente no tocante à política de imigração e casamento gay. "Devemos dirigir nosso foco mais para os princípios de nossos valores conservadores", ressaltou.
O líder do CSU Horst Seehofer concorda: "há um flanco aberto em nossa direita e temos que fechar esse flanco por meio de um posicionamento claro e limites claros também".
Em Berlim o Tagesspiegel realça:
"Angela Merkel governou este país durante doze anos. Ela impôs aos alemães um fardo de dívidas no valor de bilhões para proteger o sul da Europa do colapso e para implantar sua visão sobre a comunidade europeia. Ela abalou o setor energético da Alemanha para salvar o clima do planeta e abriu as portas do país a centenas de milhares de refugiados porque considerava isso uma obrigação humanitária. Ela também mudou a noção tradicional de casamento, como casamento entre homem e mulher, assim sem mais nem menos...
"O mundo festeja a chanceler por tudo isso: ela já foi chamada de chanceler do clima, salvadora da Europa, estabilizadora do mundo, em suma: a mulher mais poderosa do planeta. Em casa, no entanto, Merkel está à deriva após três mandatos.
"O que se segue agora é o início de uma despedida, mesmo que ninguém saiba hoje quanto tempo ela irá durar."
Em uma reflexiva análise dos problemas econômicos e sociais que a Alemanha enfrenta, Die Zeit ressalta:
"Não, não está tudo bem na Alemanha. Os aluguéis estão subindo, as divisões sociais estão se tornando mais agudas, as estradas e as escolas estão, na maioria das vezes, em péssimo estado. Com o slogan: 'para uma Alemanha em que vivemos bem e satisfeitos', o CDU/CSU venceu a eleição, mas muitos eleitores perderam. O SPD foi até punido pelo seu pior resultado na história da República Federal. As enormes perdas da coalizão mostram o seguinte: muitos problemas foram ignorados na campanha eleitoral, nenhuma resposta concreta foi dada aos prementes problemas da atualidade. Isso não é mais aceitável. Muitos eleitores querem um governo que mude o país - não apenas o administre".
Merkel continuou irredutível. Em uma entrevista coletiva à imprensa, após a eleição, ela realçou: "não vejo o que devemos fazer de diferente". Ela também insistiu que não haverá mudanças na política de migração e também nenhum teto anual para os candidatos a asilo.
O AfD respondeu que o status quo é inaceitável: "prezados amigos, agora que, obviamente, já somos o terceiro maior partido, o governo terá que botar as barbas de molho" salientouAlexander Gauland, ex-cacique do CDU que agora é copresidente do AfD. "Nós vamos caçá-la. Vamos caçar Frau Merkel e vamos resgatar nosso país e o nosso povo".
Frisando para o Die Zeit, o colunista Ludwig Greven argumenta que Merkel deveria renunciar para salvar os principais partidos da Alemanha da extinção política:
"Com o resultado das eleições de domingo, a Alemanha seguiu os passos de outros países europeus. Na França, Holanda, Itália, Áustria, Espanha e os países escandinavos, conservadores e democratas-cristãos, socialistas e social-democratas sofreram graves reveses, ou até mesmo obliterados do cenário político. Especialmente na vizinha Áustria, onde os democratas-cristãos e os social-democratas governaram muito mais tempo do que na Alemanha, os dois grandes partidos agora precisam arregaçar as mangas e trabalhar com afinco para alcançarem a maioria parlamentar....
"Se nos aprofundarmos nessas conjecturas para a conclusão lógica, a única solução restante e, provavelmente, a mais positiva, é Merkel desistir do direito ao cargo de chanceler. De qualquer maneira deverá ser seu último mandato. Se ela renunciasse, privaria o AfD de seu papel decisivo de partido de protesto contra sua política de refugiados e contra ela como eterna chanceler".
O principal jornal financeiro e de negócios da Alemanha, Handelsblattconclui:
"A realidade é que, a partir de hoje, 24 de setembro, Merkel está, de fato, politicamente derrotada. Ela mesma disse certa vez que não quer ser retirada do cargo 'desgastada e arruinada'. E no entanto, até agora ela eliminou ou marginalizou qualquer sucessor em potencial em seu partido. Em seu quarto mandato, ela não poderá mais se dar esse luxo. Parte da liderança planeja a sucessão e prepara uma nova geração de líderes. No momento as fileiras de candidatos dentro de seu partido, e em todo o espectro político, parecem deploravelmente pouco convincentes."

(*) Soeren Kern é membro sênior do Instituto Gatestone sediado em Nova Iorque.

Sponholz: Aécio "Never".

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quinta-feira, setembro 28, 2017

IMPRESSIONANTE: 151 ESTATAIS NO BRASIL CONSOMEM R$ 1,2 TRILHÃO POR ANO PARA SUSTENTAR OS PRIVILÉGIOS DE MAIS DE MEIO MILHÃO DE BUROCRATAS.

Enquanto os alegres rapazes e raparigas da grande mídia brasileira dedicam-se a produzir de forma insistente matérias sobre a tal diversidade bundalelê, os ‘gringos’ - sim eles sempre estiveram na nossa frente - decidiram levantar o véu da luxúria que cobre os marajás de 151 estatais que consomem R$ 1,2 trilhão por ano.
A proeza de revelar essa coisa brutal que foi elevada ao ápice pelos mais de 13 anos de desgoverno do PT coube ao site norte-americano Bloomberg e que pode ser lida no original em inglês aqui.
O site Jornal do Brasil hospedado no portal Terra, postou uma versão em português do conteúdo dessa reportagem que transcrevo em seguida para que os leitores tenham uma ideia desse fabuloso oásis de uma casta de marajás sustentados com dinheiro dos contribuintes via uma miríade de impostos infernal.
Tudo isso revela-se como uma séria advertência: se a pilhagem dos cofres públicos não for estancada imediatamente o caminho rumo à venezuelização do Brasil continuará aberto. O começo para acabar com essa essa loucura comunista que castiga a Nação brasileira há décadas é a privatização desse paraíso dos marajás. Isso não é nenhuma novidade. Entretanto, a coisa foi transformada em tabu graças aos velhacos da grande mídia incluindo os jornalistas em sua maioria. Os proprietários de redes de televisão, jornais e revistas há décadas mamam dinheiro dessas estatais, como a Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal entre outras que são generosos anunciantes. Por isso jamais revelam a verdade dos fatos.
Dá para conceber que a Petrobras, que tem o monopólio da produção e distribuição de combustíveis, anuncie? Ora, quem anuncia é porque está dentro do jogo de mercado, da concorrência, o que não é o caso de uma empresa estatal que detém o monopólio. Isso é apenas um exemplo entre tantos outros.
Dito isso passo a transcrever a versão em português do Jornal do Brasil da matéria do site Bloomberg. Leiam:
Matéria publicada nesta terça-feira (26) pela Bloomberg afirma que o fim está próximo para a utopia burocrática do Brasil, com sua cultura de benefícios.
O texto lembra que há 57 anos foi fundada sob as bases da concessão de vantagens para atrair mão de obra qualificada do Rio de Janeiro para Brasília, a capital começa a ver desmoronar um sistema que tem como regra o acúmulo de benefícios. 
Com o déficit fiscal e o consequente aumento da dívida pública, o governo Michel Temer colocou na pauta temas considerados tabus politicamente, relata Bloomberg: reforma da Previdência, privatizações, e corte de benefícios concedidos ao funcionalismo.
O Executivo anunciou em agosto pacote de privatizações de 57 estatais e bens públicos, como Eletrobras, Casa da Moeda, Lotex, aeroportos, portos e rodovias. As estatais que não entraram no portfólio de vendas devem apertar o cinto para reduzir ao máximo as despesas. Outras medidas divulgadas pelo governo são as reduções do auxílio-moradia, do salário inicial de todas as carreiras, além do adiamento por um ano de reajustes já aprovados para várias categorias. Há, ainda, a proposta de reforma da Previdência que prevê a equiparação de regimes de aposentadoria do servidor público ao da iniciativa privada, com um teto bem mais baixo ao que o funcionalismo tem direito hoje.
A nova realidade está levando pessoas a mudarem seus planos. As oportunidades historicamente oferecidas fizeram a estudante Mayara Destro, 24, a se dedicar aos estudos nos últimos dois anos para conseguir uma vaga no setor público.
“Essa decisão me preocupa. Não vejo que o pacote de privatizações vá beneficiar da forma como estão divulgando. Meu medo é que os direitos fiquem ainda mais limitados. Alguma coisa precisa ser feita, eu entendo, mas o governo está optando pelo caminho mais fácil, e não pelo melhor”, avaliou a estudante.
O noticiário destaca: "Brasília é o maior reduto nacional de servidores públicos, com 37 por cento da população ativa diretamente empregada na máquina estatal. Com isso, é uma cidade voltada aos concursos. Mais do que universidades, a capital federal tem centenas de cursos preparatórios para os mais variados tipos de empregos públicos, de auxiliar administrativo a diplomata. Isso porque estes cargos pagam, em média, 59 por cento a mais do que um emprego na iniciativa privada, segundo estudo deste ano publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística".
A máquina estatal oferece estabilidade no emprego e benefícios na maioria das vezes superiores aos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), legislação que rege os empregados da iniciativa privada.
O coordenador da Rede Educacional Alub, Franklin Andrejanini, voltada à preparação para concursos públicos, diz que desde o ano passado há uma queda considerável no número de matrículas.
“Quando Temer entra, instaura de cara um programa de demissões voluntárias em algumas estatais, então, você já começa a ver uma linha de concursos que começa a morrer, como é o caso dos bancos públicos”, afirmou Andrejanini.
De acordo com a Bloomberg o Brasil tem 151 estatais que empregam mais de meio milhão de pessoas, segundo a organização Contas Abertas, comandada pelo economista Gil Castelo Branco, um cão de guarda das contas do governo. De acordo com os cálculos da entidade, estas empresas têm orçamento de aproximadamente R$ 1,2 trilhão ao ano.
PARAÍSO DA CORRUPÇÃO
“Há sentido em ter 151 empresas estatais? Com o Estado grande, elas se tornam um paraíso para os corruptos. A solução para isso, sem dúvida nenhuma, é a privatização. O Estado brasileiro, e não me refiro só às estatais, é coorporativo e ineficiente”, afirmou Castelo Branco.
Há casos emblemáticos da cultura de benefícios concedidos aos servidores públicos. Na Empresa Brasil de Comunicação, a TV estatal, os funcionários recebem dois bônus extras de R$ 1.000 em julho, apelidado de “vale-canjica, e outro no mesmo valor em dezembro, o ‘‘vale-peru’’.
Na Infraero, servidores têm vale-alimentação e vale-refeição inclusive nas férias, dois planos de saúde, além de auxílios-babá e combustível.
A Casa da Moeda emprega dezenas de médicos, dentistas, nutricionistas e massagistas para seus 2.700 funcionários, além do plano de saúde a que os servidores têm direito. No ano passado, pela primeira vez desde o lançamento do Real em 1994, o Banco Central foi autorizado a importar notas de dinheiro porque as produzidas pela estatal estavam mais caras. A importação resultou em um desconto de quase 20 por cento em relação ao preço que a Casa da Moeda ofereceu, segundo a assessoria de imprensa do BC.
Outra empresa pública cujo corte de vantagens está em andamento é os Correios. Ao longo dos últimos 30 anos, a estatal garantiu a seus funcionários uma gama de benefícios muito além dos previstos na CLT, mas que hoje são responsáveis pelas dívidas da empresa. Dentre eles, estão vale-refeição durante as férias, adicional de 70% do salário neste mesmo período (na iniciativa privada este aporte é de 30%), e vale-cultura de R$ 50,00.
Os Correios estiveram na mira da gestão Michel Temer para serem privatizados, mas o quadro de pessoal inchado, os sucessivos déficits anuais, a dificuldade de reinventar a tarefa de uma estatal com monopólio de entrega de cartas – um mercado em queda -, e a alta despesa com o plano de saúde bancado pela empresa paralisaram a estratégia.

MAMATA VERGONHOSA
Bloomberg informa que a redução do benefício aos 141.872 funcionários ativos e aposentados está sendo mediada pelo Tribunal Superior do Trabalho por falta de acordo. O plano é gratuito e estendido aos filhos, cônjuges e pais dos servidores, atingindo um total de 399.924 beneficiários. A conta para a empresa ao ano é de R$ 1,86 bilhão. A direção da estatal propôs a manutenção da gratuidade aos servidores, mas o pagamento de uma taxa para cada dependente.
O sindicato dos funcionários dos Correios reage à tentativa de modificar o plano de saúde, explica a Bloomberg. Argumenta que os empregados da empresa têm os salários mais baixos das estatais federais e que nas negociações coletivas de trabalho eles optam pela concessão de benefícios em troca de um reajuste salarial menor.
‘‘Entendemos a importância de se adotar medidas que preservem a sustentabilidade dos Correios, mas não serão aceitas redução de direitos para penalizar os trabalhadores’’, sustenta Suzy Cristiny, secretária de imprensa da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares.
O argumento dos salários mais baixos entre as estatais federais não sensibiliza o presidente dos Correios, Guilherme Campos, que assumiu a presidência no ano passado com a missão de acabar com o déficit da empresa.

‘‘Poderíamos simplesmente cortar todos os benefícios, mas não é correto agir desta forma. Estamos negociando, mas se não houver redução do custo da empresa, o futuro dela é fechar as portas’’, disse Campos à Bloomberg.

terça-feira, setembro 26, 2017

QUEM PRINCIPALMENTE SUSTENTA OS ASSASSINOS COMUNISTAS NO PODER SÃO OS JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA E ONGS ESQUERDISTAS



O comovente depoimento da norte-coreana Yeonmi Park, que já está no Youtube há pelo menos dois anos voltou a viralizar na internet por meio do WhatsApp que, justiça seja feita, está conseguindo levar informações para um público que estava por fora das redes sociais como Facebook e Twitter, as duas mais poderosas.
Incrível é o silêncio conivente daqueles que têm os meios para denunciar os assassinos comunistas não só da Coréia do Norte mas também o esbirro de Fidel Castro, o assassino Nicolás Maduro que é adulado, protegido e apoiado pelo PT, CUT, PSOL, PCdB, PSB, PSTU, MST e organizações correlatas esquerdistas, como por exemplo a Conectas.
Essa ONG com sede em São Paulo fez lobby dentro do Congresso Nacional para aprovar a lei proposta pelos comunistas do PSDB, arreganhando as nossas fronteiras para os tarados islâmicos e traficantes de drogas. Para variar recebe apoio financeiro da Open Society Foundation do mega investidor George Soros e também da Ford Foundation. Na época da tramitação dessa lei seus operadores eram seguidamente entrevistados pelas emissoras da Rede Globo.
Desafio esses chupins de ONGs esquerdistas a postarem nos seus respectivos sites e redes sociais o vídeo que ilustra esta postagem.
Ligeiramente é isso aí. E é por isso que regimes assassinos como o da Coréia do Norte, Cuba e correlatos continuam de pé pois dispõem de uma miríade de ONGs esquerdistas e de uma tropa de jornalistas do mesmo naipe ideológico dominando as redações da grande mídia - TODA ELA!
Eu os conheço muito bem. São todos ratos vermelhos, psicopatas mentirosos que promovem a lavagem cerebral em massa, principalmente por meio de emissoras de televisão de grande alcance, como por exemplo a Rede Globo, transformando telespectadores em robôs que trabalham em favor dos algozes do povo.
Ao silenciar sobre todas essas iniquidades os jornalistas são cúmplices dos criminosos comunistas. Mais cedo ou mais tarde haverão de enfrentar as barras dos tribunais.

segunda-feira, setembro 25, 2017

BOLSONARO E O DESABAFO DE UM NORDESTINO

Um nordestino enviou este vídeo para o deputado Jair Messias Bolsonaro que fez a postagem em sua página oficial do Facebook.

Vale a pena ver e ouvir com atenção. Por mais que os institutos de pesquisa, como o globalista bundalelê Ipsos e outros do mesmo naipe se esforcem na manipulação criminosa da verdade, com o concurso não menos criminoso e deletério dos jornalistas da grande mídia, o certo é que pela primeira vez na história política do Brasil a agenda da campanha presidencial mudou radicalmente.

Não é para menos que toda a esquerda está enlouquecida e perderá os últimos vestígios de vergonha na cara. Porém desta vez não ditarão sozinhas a regra do jogo de forma impune.

Afinal, é a primeira vez que numa campanha eleitoral presidencial o repertório de uma nota só do esquerdismo será contrastado em alto e bom som pelos postulados conservadores que não sairão apenas da boca de intelectuais, mas de pessoas comuns que agora, por meio da internet, adquirem um protagonismo jamais imaginado, como é o caso desse cidadão nordestino do vídeo.

Este é o pano de fundo do palco eleitoral presidencial. O repertório mudou, embora os jagunços esquerdistas que dominam as redações seguirão mentindo, tergiversando, invocando o mantra bestial da diversidade bundalelê. 

Não tem preço, portanto, ver toda essa gentalha como ratos desesperados num grande navio indo a pique. Afinal, os mega grupos de comunicação exalam o último suspiro. E o exemplo dessa insofismável desta verdade é o próprio presidenciável Jair Bolsonaro, cuja atuação até aqui prescinde do apoio dos grande veículos de mídia. Sua voz ecoa só e apenas pelas redes sociais. Da grande mídia vem apenas o arroto nervoso e fedorento de seus operadores eivado de mentiras histriônicas e inimagináveis.

Quanto aos demais oponentes de Bolsonaro, sabe-se que dificilmente receberão um vídeo de um nordestino comum que não seja cevado pelas mortadelas fornecidas pelo PT.

Não. A eleição presidencial de 2018 não terá nada a ver com as pregressas. O tempo passou na janela e as carolinas da política não viram porque estavam por demais entretidas com a corrupção e a roubalheira desvairada que deixafam o Brasil deste jeito. Estavam sonhando acordadas com caixas e malas de dinheiro tungadas as verbas que seriam destinadas à saúde, à educação e à segurança; à reconstrução e manutenção das estradas, das ruas; ao planejamento de médio e longo prazo na geração e fornecimento de energia elétrica; na atualização tecnológica e expansão da velocidade da internet; enfim, uma série de iniciativas de urgente necessidade que foram descuradas de forma criminosa pela maldição lulopetista que castigou o Brasil por mais de 13 anos em conluio com potentados das indústrias e dos bancos.

O autor do vídeo, que se identifica ao final com sua própria imagem, fala não só pelos nordestinos. Fala o que todos os brasileiros de bem têm trancado suas gargantas e querem desabafar. Por certo o farão no pleito de outubro de 2018.

Conforme o velho e sábio adágio, quem viver verá!

RECEITA FEDERAL ALERTA PARA GOLPE QUE PEDE ATUALIZAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS VIA INTERNET OU PELO CORREIO

A Receita Federal divulgou nota nesta segunda-feira alertando para um golpe que está sendo realizado por via postal, e não por e-mail, como tem sido mais comum. De acordo com o órgão, o contribuinte recebe, por correspondência, em sua residência, uma intimação para regularização de dados cadastrais. Nesta correspondência, há um endereço eletrônico para acesso e atualização de dados bancários. Só que o endereço eletrônico informado não tem nenhuma relação com o site da Receita, ressalta a nota.
“Apesar de conter o logotipo e o nome da Receita Federal, a carta é uma tentativa de golpe e não é enviada pelo órgão nem tem sua aprovação”, esclarece a nota.
A orientação da Receita ao contribuinte é que, caso receba esse tipo de correspondência, destrua a carta e jamais acesse o endereço eletrônico indicado.
A Receita Federal adverte que, para fins de consulta, download de programas ou alterações de informações junto ao Fisco federal, não devem ser acessados endereços eletrônicos que não o oficial do Órgão: idg.receita.fazenda.gov.br. Caso o faça, o contribuinte estará sujeito a vírus e malwares, que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais. Do site de O Globo

Sponholz: A UTI do Rock in Rio!

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NÃO VACILE! OS COMUNISTAS ESTÃO DE OLHO NA SUA PROPRIEDADE. SE O PREFEITO FOR ESQUERDISTA O PERIGO É REDOBRADO. PODE DESAPROPRIAR.

O sempre atento empresário e trader Leandro Ruschel, que vive e trabalha nos Estados Unidos, destacou em sua página do Facebook, uma informação que reputo de absoluta importância. Trata-se de um artigo de Luiz Philippe de Orléans e Bragança, descendente da família imperial brasileira, que adverte para o fato de um princípio socialista implementado no Brasil em 1946 e que continua em plena vigência é uma ameaça para o direito de propriedade que fica a depender dos humores de Prefeitos e, sem dúvida, do nível de sua ideologia. Quando mais for sua tendência à esquerda mais o seu imóvel (casa ou terreno de qualquer tamanho) passa a ser suscetível de desapropriação para cumprir a tal “meta social” desse princípio absurdo.
Você acha uma barbaridade? Eu também! Todos os seres humanos com mais de um neurônio, que trabalham, que dão duro para ter o seu imóvel evidentemente estão preocupados. Afinal, a bandalha comunista manipuladora pode estar de olho na sua propriedade. Depois de zerar os cofres da Nação por meio da corrupção e da ladroagem estão procurando uma "alternativa".
Transcrevo a seguir a parte inicial do texto de Luiz Philippe de Orléans e Bragança que está em seu ótimo site e ao final forneço o link para leitura completa.
Por favor! Não deixe de ler e de compartilhar esta postagem à farta pelas redes sociais. Os comunistas estão de olho na sua casa, terreno e tudo que podem expropriar, sob a alegação de cumprir a tal “meta social”. É uma barbaridade! Leiam:
Se no exterior é comum que se faça previdência privada investindo no mercado de ações, por aqui a população acostumou a investir o pouco que sobra no final do mês, quando sobra algo, na compra de terrenos e imóveis. Isso talvez se deva ao histórico de intervenções promovidas por governantes de nosso país, que já provaram não respeitar sequer a caderneta de poupança. O fato é que o brasileiro está acostumado com o direito sagrado sobre os imóveis, ao direito a propriedade privada, algo que é inalienável. Ou seja, o que é meu, é meu e pronto.
Em São Paulo não é mais bem assim. Se você está à procura de imóveis para investimento, para seu plano de aposentadoria, ou se você já tem imóveis parados, a espera do projeto certo, cuidado. Sem fazer qualquer tipo de alarde, nossos políticos estão colocando mecanismos de desapropriação nas leis orgânicas de nossas cidades. Isso porque em nossa Constituição Federal, artigo 182, inciso 4, o Governo Federal delega aos municípios o poder de obrigar imóveis a cumprir uma “função social”.
Mora em São Paulo? Então comece a se preocupar agora. O vereador José Police Neto, do PSDB, passou em 2010 a lei 458/09 que cria os instrumentos necessários para a cidade executar a lei da função social.
O que é a função social de um imóvel?
Engana-se quem pensa que no Brasil a função do imóvel é aquela que seu proprietário desejar. A função social do imóvel é um princípio socialista absurdo implementado no Brasil em 1946, segundo o qual toda propriedade, incluso imóveis, deve cumprir um objetivo social. No caso dos imoveis é desenvolver uma região ou servir de abrigo para famílias ou áreas comuns.
Ao determinar qual a função de algo, o governo automaticamente afirma ser ilegal tudo que vá contra aquela função, e isso vale no caso dos imóveis. De acordo com a Constituição Federal, manter uma casa desocupada ou um terreno sem construção é uma ofensa punível com instrumentos legais.
Imagine que você tem uma casa vazia na cidade de São Paulo, um imóvel que você não quer alugar pois daqui dois anos sua filha vai casar e você quer que ela more ali. Graças ao projeto de lei aprovado em 2010, a prefeitura pode aplicar o chamado IPTU progressivo como forma de punição, ou seja, a cada ano que o imóvel fique vazio, o valor cobrado de IPTU da sua propriedade será dobrado progressivamente. Se era R$ 1.000, no segundo ano passará para R$ 2.000 e no terceiro para R$ 4.000. Pense agora na pessoa que é dona de uma casa que fica em um bairro assolado pela violência, daqueles quase impossíveis de alugar. Ou você aceita qualquer inquilino, mesmo um problemático, ou você paga multa. E depois para remover o tal inquilino inadimplente? Tem lei contra isso também. É justo? Clique AQUI para ler o texto completo.
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NB.: Não se esqueça de compartilhar esta postagem!

Sponholz: Lula encurralado!

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sábado, setembro 23, 2017

BOLSONARO, A REVISTA 'VEJA' E OS PONTOS DE LUZ NO HORIZONTE DO BRASIL QUE PODEM SE TRANSFORMAR EM ESTRELAS BRILHANTES...


É claro que o presidenciável Jair Bolsonaro não é uma unanimidade. Melhor assim, pois como dizia o jornalista, escritor e dramaturgo mais famoso da história do Brasil, Nelson Rodrigues, "toda unamidade é burra".

Todavia, como tenho ressaltado aqui neste blog Bolsonaro é até agora o candidato com maior prestígio popular. Basta conferir uma torrente de vídeos postados na página do candidato no Facebook.

Num passado remoto a grande mídia brasileira se dividia no que se relaciona à simpatia a determinadas agendas e candidatos. Da poderosa máquina de escrever de Nelson Rodrigues brotavam textos demolidores sempre ancorados nos cânones do conservadorismo.

Na atualidade, a grande mídia toca apenas um samba de uma nota só, afinal passou a cumprir rigorosamente as pautas ditadas pelo establishment. Como o meio jornalístico sempre foi um deserto de inteligência e o citado Nelson Rodrigues era um ponto fora da curva, na atualidade o jornalismo é ainda pior. Mormente depois que os jornalistas passaram a ser formados nos famigerados cursos bundalelê de jornalismo que abundam por aí.

O que inspira este meu comentário está contido no vídeo acima. Ou seja, a coluna Radar, do site da revista Veja, escrita por Maurício Lima publicou uma nota afirmando que Bolsonaro convidou Paulo Roberto Costa, condenado pela Lava-Jato, para ser candidato a deputado. O próprio deputado Bolsonaro explica no vídeo.

Fui lá conferir no site de Veja e realmente está lá a nota em destaque, conforme pode ser vista em foto logo abaixo deste texto. O colunista apenas colocou uma linha entre parênteses ao final afirmando que Jair Bolsonaro nega que tenha feito o convite. Até porque, como ressalta o próprio presidenciável, o fato de ter sido condenado na Lava-Jato impede, por lei, qualquer candidatura do indigitado ex-diretor da Petrobras.

Quando o establishment entra em desespero começam a ser plantadas na grande mídia coisas incríveis. Aliás, até hoje a bandalha jornalística dos grandes veículos de mídia continua apoiando a exposição bundalelê do Banco Santander destinada, vejam só, a educar as criancinhas.

Ao mesmo tempo, a grande mídia revela que o presidenciável tucano João Dória Júnior, voltou da França entusiasmado com a agenda 'globalista' do seu amiguinho socialista "Emmanuel Macron". Só falta agora Dória Jr. começar a importar os tarados islâmicos para São Paulo.

Ainda bem que faíscam no horizonte pontos de luz que podem se transformar em estrelas (êpa!) brilhantes que voltarão a iluminar todos os rincões do Brasil.
RADAR DA VEJA...

Sponholz: O verdadeiro vampiro.

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sexta-feira, setembro 22, 2017

SALVEMOS AS CRIANÇAS

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Discutir o que é contemporâneo avançou sob novas formas através das transformações revolucionárias da comunicação trazidas pela tecnologia. É bom frisar que tal progresso não significa em si perfeição, pois a ação humana serve tanto para o bem quanto para o mal, para a mentira ou para a verdade, para o amor ou o ódio. De todo modo, as redes sociais avultam hoje como o quinto poder, algo que não foi ainda analisado em toda sua potencialidade e complexidade, sendo que não há indícios de recuo na participação e na interação de pessoas através das redes sociais onde opiniões trafegam livremente, debates se cruzam, ideologias provocam embates acalorados.
Na análise de tal fenômeno social quero retomar a tese de Robert A. Dahl sobre o que ele denominou de “poliarquia”, termo que significa “o governo de muitos, que permite ao povo participar das principais escolhas, sobretudo nas dos dirigentes”.
Atualizando o conceito se pode dizer que, além das escolhas políticas, hoje a participação nas redes sociais ampliou a poliarquia, que nada mais é do que uma forma de democracia na qual excessos deveriam encontrar seus limites não na censura, mas nos direitos fundamentados nas leis.
Dito isso, tomemos como exemplo de discussão recente que percorreu as redes sociais e a mídia, aquela relativa ao encerramento da exposição Queermuseu havida em Porto Alegre (RS), patrocinada pelo Banco Santander e financiada pela Lei Rouanet com a nada modesta quantia de R$ 800.000,00.
Nesse sentido, significativa foi a matéria da Veja (20/09/ 2017), que teceu duras críticas ao Movimento Brasil Livre (MBL), chamando-o de obscurantista por ter pedido nas redes sociais o boicote a tal exposição por conta do incentivo a pedofilia, a zoofilia e pelo desrespeito a símbolos sagrados. Além do MBL, outros grupos também se indignaram com a mostra. O título da matéria da Veja foi: “A Vitória das Trevas”.
De modo sucinto, pois um artigo tem seus limites, faço referência ás “trevas” citadas, uma alusão à Idade Média. Mas, haverá realmente obscurantismo e trevas no repúdio de grupos sociais à exposição? Não teria sido uma reação normal diante do claro apelo a pedofilia e a zoofilia que aparece de forma contundente na tela de Adriana Varejão, em que pese as interpretações sofisticadas dadas pela autora? Mais chocantes ainda as figuras das “crianças viadas”, apelo forçado ao homossexualismo e indutor da pedofilia.  Uma caixa de hóstias era cercada por palavrões, um arremedo de Nossa Senhora carregava em vez de Jesus um macaco, um Cristo estapafúrdio cheio de braços refletia mais uma vez o mau gosto da mostra. E havia muito mais coisas que no passado, em vez de arte, eram chamadas de modo politicamente incorreto de taras, aberrações, blasfêmias.
Se a mostra pelo menos tivesse tido uma classificação por idade, como no teatro e no cinema, vá lá, mesmo provocando reações instintivas de repúdio e asco. Mas a questão crucial é que a exposição, que tratava de questões de gênero e diversidade, “receberia alunos de escolas públicas e particulares e ensejaria trabalhos” sobre obras dos expositores.
Como, pergunto, olhos infantis espantados veriam aquilo tudo? De que modo o inexplicável sexo com animais repercutiria em suas mentes em formação? 
Penso que cada um é livre para escolher seu modo de viver, mas incomoda a obsessiva doutrinação existente, como se todos fossem obrigados a se converter em homossexuais. E a doutrinação começa nas escolas com crianças muito novas, fazendo-as perder suas referências, o que pode mais tarde gerar adultos problemáticos; estimula-se a diversidade de experiências sexuais precoces, perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, sendo que entendo pedofilia como crime hediondo; em construções arbitrárias ensina-se que não existe diferença entre meninos e meninas, o que raiaria ao absurdo de se querer revogar leis da natureza.
Se trevas existem é porque o momento é de graves manipulações. Há um desmanche de valores e grupos permissivos se impõe. Corrompe-se a juventude e a infância. Prega-se o vale-tudo. Não existe mais limites nem moral. Prevalece o prazer individual como único bem possível. Há uma busca de felicidade nunca alcançada, pois se dá por motivos errados. E os insatisfeitos correm atrás de novas experiências desesperadas das drogas e do sexo. Parece que estamos vivendo o fim de uma civilização de criaturas perdidas, que será substituída por outra mais evoluída, quem sabe, composta por inteligências artificiais.
Mas ainda é tempo, salvemos as crianças resgatando valores desaparecidos. Que os pais estejam atentos aos crimes cometidos contra seus filhos inocentes. E os que querem respeito, que aprendam a respeitar e exercer também a tolerância, para que banalização da sexualidade não faça a violência se voltar contra eles mesmos.
Com a palavra as redes sociais.

(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Sponholz: E o cerco vai se fechando...

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