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sexta-feira, abril 20, 2012

CPI DO CACHOEIRA: CALDEIRÃO DE INTRIGAS E TRAIÇÕES REVELA TODA A SORDIDEZ DO ESQUEMA DE SUSTENTAÇÃO DO GOVERNO DO PT.

A vice-presidente do Congresso, deputada Rose de Freitas durante Instalação da CPMI do Cachoeira. Intrigas, traições  e interesse político-eleitoral do PT maculam a CPI
No dia em que o Congresso deu sinal verde para a CPI que vai investigar a ligação de políticos e empresas com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a articulação política do governo Dilma Rousseff foi alvo de fortes críticas da própria base aliada. Sem orientação do Palácio do Planalto, até parlamentares do PT passaram a bombardear o "vazio" na coordenação do governo e, em conversas reservadas, disseram temer o preço que será cobrado pelo PMDB na CPI.
"A presidente Dilma está muito bem, mas a articulação política do governo é muito fraca e amadora", disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Favorável à investigação, ele se surpreendeu ao saber que o Planalto deflagrou uma operação para controlar a CPI e evitar desgaste, já que a Delta Construções - suspeita de injetar dinheiro em empresas de fachada ligadas a Cachoeira - é responsável por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "A bola da CPI está quicando há duas semanas e ninguém do governo conversou com a gente."
Besteirol - "É claro que dessa CPI pode nascer uma nova linha de investigação, revelando que o esquema Cachoeira, além de ajudar uns, trabalhava para macular outros, mas é um besteirol dizer que essa apuração vai apagar outros processos", disse o governador Jaques Wagner (PT-BA).
Diante das queixas de aliados, Lindbergh foi na quinta-feira à tribuna para apontar as falhas do Planalto na articulação política. No seu diagnóstico, falta diálogo não só com os parlamentares, mas com os governadores, que querem renegociar as condições de pagamento das dívidas dos estados.
"Ideli é muito frágil e o grau de esgarçamento na relação com os governadores é grande", insistiu Lindbergh. "Há uma ausência de articulação política por parte do Planalto e, por isso, está havendo solidariedade federativa. Nós, do Rio, decidimos não votar nada que prejudique os estados, independentemente dos partidos."
A revolta de aliados é o pano de fundo que pode contaminar a primeira CPI importante da gestão Dilma. Nos bastidores, integrantes da base avaliam que a precária negociação diante de temas espinhosos - como a dívida dos estados, o fim da guerra dos portos e a nova repartição dos royalties - pode incentivar uma reação contra o Planalto.
Petistas dizem que o PMDB, com o senador Vital do Rêgo (PB) na presidência da CPI, tem a faca e o queijo na mão e pode pressionar por mais cargos no primeiro escalão. "Isso não existe. Também somos governo e temos consciência da gravidade de uma CPI como essa", observou o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que esteve com Lula nesta semana.
Ideli não quis responder às críticas de Lindbergh. O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) disse que não cabe ao governo tratar de CPI. "É assunto restrito ao Legislativo." O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), amenizou o clima de desorientação. "O governo tem posição neutra sobre a CPI. Ninguém me pediu para abafar nem desabafar nada." Do site da revista Veja

quinta-feira, abril 12, 2012

CPI DO CACHOEIRA: LULA QUIS SE VINGAR DA OPOSIÇÃO E METEU O GOVERNO E O PT NUMA ENRASCADA SEM FIM.

Dilma e o vice Temer: enrascada sem fim.
Um dia depois de anunciar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as ligações políticas do contraventor Carlinhos Cachoeira, o Congresso e o Palácio do Planalto tomaram um susto com o alcance das investigações, que ameaçam expoentes do governo, da oposição, dentro e fora do Executivo, em Brasília e nos Estados, e pode atingir uma forte doadora de campanha do PMDB (com negócios em vários Estados): a Delta Construções.
Com isso, o PMDB e o PT entraram em rota de colisão. Apesar do clima de arrependimento, no entanto, não havia espaço para brecar a CPI. "Agora não dá mais para segurar. Avançamos demais, e não tem retorno", avisou o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), a petistas que ensaiavam um recuo nesta quarta-feira. "Eu avisei... Esses caras são irresponsáveis", desabafou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que na véspera recebera em seu gabinete o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para propor a criação de uma CPI mista das duas Casas do Congresso.
"Estamos numa enrascada que não tem fim", queixou-se um dirigente do PT, defendendo a tese de que é preciso dar um jeito de "melar" a CPI. O líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), disse que a única alternativa para reduzir o estrago, a esta altura, é limitar o objeto da CPI ao senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e à arapongagem. Enquanto os petistas reclamavam da falta de articulação do Planalto, que deixou a CPI correr frouxa, aliados diziam que só voltam atrás se houver um pedido público da presidente Dilma Rousseff.
"Ninguém queria ficar com o ônus da recusa e a ideia da CPI acabou vingando no jogo do deixa que eu deixo", diz o senador tucano Cássio Cunha Lima (PB). "O governo não acreditava que topássemos e nós não achávamos que ele levaria isso adiante".
"Vingança" - Quando a CPI começou a ser discutida, os alvos eram o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o senador Demóstenes – em grande parte porque o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca uma espécie de "vingança política" contra Perillo. O que assustou foi a rede de contatos e negócios de Cachoeira, que percorre prefeituras goianas comandadas por vários partidos e avança de Goiás para o Centro-Oeste, o Sudeste e o Nordeste.
A empresa Delta, que tem vínculos com integrantes do esquema de Cachoeira e entrou na mira da CPI, também tem negócios com o governo federal, com governadores do PMDB, do PSDB e do PT e com prefeituras de vários partidos. Isso explica a irritação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que foi a Brasília e reclamou da CPI. Do site da revista Veja

terça-feira, abril 10, 2012

EM TRAMITAÇÃO CPI DO ESCÂNDALO CACHOEIRA

Maia e  Sarney, da base do PT, acertaram esquema da CPI
Os presidentes da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), decidiram nesta terça-feira, 10, criar uma CPI mista para investigar as relações entre o empresário de jogos de azar Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com parlamentares. Ainda nesta terça, Sarney começará a conversar com os líderes dos partidos no Senado sobre o assunto e Marco Maia fará o mesmo na Câmara. Ficou decidido que será construído um texto conjunto que valerá tanto na Câmara como no Senado para tratar do tema. "Não há necessidade de ter uma CPI lá e outra cá, pois uma CPI mista é que terá condições de investigar as ligações de Cachoeira com parlamentares, Executivo, Judiciário e parte da imprensa", disse.
Maia disse que a CPI de Cachoeira deve ser instalada no início da próxima semana, depois que seja feita a coleta de assinaturas dos parlamentares. É preciso obter, no mínimo, 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado. Questionado se não teme que as investigações cheguem ao governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, Maia afirmou: "Quem estava na lista de contatos deve estar muito preocupado. Mas a pessoa sabia do risco que corria".
Também nesta tarde o colégio de líderes da Câmara, que reúne todos os partidos na Casa, havia decidido pela instalação da CPI para investigar o envolvimento de políticos Cachoeira, preso na operação Monte Carlo da Polícia Federal. Os líderes concordaram com Marco Maia de que o melhor caminho seria uma CPI mista, com deputados e senadores, para facilitar o trabalho e evitar disputas entre as duas comissões. "Há uma rara unanimidade aqui", afirmou o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), após a reunião. O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), defendeu pressa para a criação da CPI. Ele disse que a instalação tem de ocorrer logo para evitar que o calendário dos trabalhos da comissão atinja o período eleitoral. Do site do Estadão

sexta-feira, janeiro 06, 2012

EXTRA! SURGE A "REDE DE ESCÂNDALOS" NA INTERNET! TODOS OS NOMES DOS ENVOLVIDOS. ATUALIZAÇÃO ONLINE!

TODA A VERDADE AGORA AO ALCANCE DE TODOS
O site da revista Veja acaba de lançar a sessão REDE DE ESCÂNDALOS uma ferramenta que lista todos os escândalos do governo com os nomes de seus principais envolvidos. De quebra, esse mecanismo ainda possibilita o conhecimento online dos escândalos de corrupção e ladroagem do dinheiro público, em cima do lance!
A REDE DE ESCÂNDALOS passa a ser de grande utilidade neste ano em que ocorrerão eleições municipais quando centenas de corruptos estão concorrendo a cargos de prefeito e vereador. 
DIGA NÃO À VAGABUNDAGEM QUE CORRÓI A NAÇÃO BRASILEIRA! USE AS FERRAMENTAS DE COMPARTILHAMENTO DESTA INFORMAÇÃO AQUI ABAIXO DESTE POST. ESPALHE PELO FACEBOOK, TWITTER, ORKUT E DEMAIS REDES SOCIAIS!
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sábado, novembro 05, 2011

EXTORSÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

Uma cena singular
Reportagem de VEJA desta semana revela que caciques do PDT comandados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, transformaram os órgãos de controle da pasta em instrumento de extorsão. Conforme relatos de diretores de ONGs, parlamentares e servidores públicos, o esquema funciona assim: primeiro o ministério contrata entidades para dar cursos de capacitação profissional, e depois assessores exigem propina de 5% a 15% para resolver 'pendências' que eles mesmos criam.
O Instituto Êpa, sediado no Rio Grande do Norte, foi um dos alvos do achaque. Após receber em dezembro de 2010 a segunda parcela de um convênio para a qualificação de trabalhadores no Vale do Açu, a entidade entrou na mira dos dirigentes do PDT. O ministério determinou três fiscalizações e ordenou que não fosse feito mais nenhum repasse. Ao tentar resolver o problema, os diretores do instituto receberam o recado: poderiam regularizar rapidamente a situação da entidade pagando propina. Para tanto, deveriam entrar em contato com Weverton Rocha, então assessor especial de Lupi, ou Anderson Alexandre dos Santos, coordenador-geral de qualificação. Ambos respondiam a Marcelo Panella, então chefe de gabinete, homem de confiança do ministro e tesoureiro do PDT.
De acordo com os relatos obtidos por VEJA, Weverton era um dos responsáveis por fixar os valores da propina, e a Anderson cabia fazer o primeiro contato. Feito o acerto, o dinheiro era entregue a um emissário do grupo no Rio de Janeiro. "Você não tem defesa. Já prestou serviço e sofre a ameaça de não receber. Se o sujeito te põe contra a parede, o que você faz?", diz um dos dirigentes da ONG Oxigênio, outro alvo de achaque, que admite ter desembolsado 50 mil reais para resolver 'pendências'. "Quando você tenta resistir, sua vida vira um inferno."
O Palácio do Planalto monitora o caso. Deputados federais do próprio PDT contaram a Giles Azevedo, chefe de gabinete de Dilma, que Panella estaria cobrando propina de ONGs. Por ordem da Casa Civil, Panella foi demitido dias depois, em agosto. Panella nega. "Saí porque não me adaptei a Brasília", diz o ex-chefe de gabinete de Lupi por quatro anos. Weverton, que assumiu em outubro mandato de deputado federal, também nega. "Quando uma entidade te procura, é porque ela tem problema, mas nossa equipe sempre foi muito profissional", diz.
Escândalos em série - Em dez meses, escândalos em série já derrubaram cinco ministros de Dilma Rouseff: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esporte). Do site da revista Veja

VEJA REVELA NOVO ESCÂNDALO DO PT

Super-extra! A revista Veja que chega às bancas neste sábado deverá revelar um novo escândalo do governo do PT que poderá levar à lona mais um ministro. É o que informa a coluna do Augusto Nunes, conforme o texto que transcrevo na íntegra que tem por título original O sexto andor da procissão dos despejados. Leiam:
Neste sábado, pela sexta vez em dez meses, a presidente Dilma Rousseff será confrontada com evidências contundentes da presença de outro prontuário de bom tamanho no primeiro escalão. E terá de escolher: ou se livra imediatamente da abjeção ou cede à tentação de varrê-la para baixo do tapete ─ o que só servirá para retardar por alguns dias a despedida inevitável do morto-vivo.
Os amigos da coluna estão com a sensação de que já leram esse texto? Leram mesmo, com duas mudanças: “quinta” no lugar de sexta e “nove meses e meio” em vez de dez meses. Assim começava o primeiro dos dois parágrafos que comunicaram, em 14 de outubro, a iminente agonia do ministro do Esporte. O segundo parágrafo só requer a incorporação de Orlando Silva para ser repetido sem retoques:
Depois de Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais e Orlando Silva, sempre por envolvimento em bandalheiras, o ministério do Brasil Maravilha vai perder mais um. O país que presta vai ganhar mais uma.
Para o poeta T. S. Eliot, abril é o mais cruel dos meses. No Brasil, sábado costuma ser o pior dos dias para quem tem culpa no cartório. Vem aí o sexto andor da procissão dos despejados por corrupção. Carrega outro ultraje que Lula pescou no pântano e Dilma Rousseff manteve no emprego enquanto pôde. Logo saberá que não pode mais. Do coluna de Augusto Nunes

sexta-feira, outubro 28, 2011

POLICIAL CITA IRMÃO DE ALDO REBELO COMO UM DOS ENVOLVIDOS NO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Apolinário, irmão de Aldo Rebelo, com Orlando Silva
Em depoimento de mais de oito horas à Polícia Federal na semana passada, o policial militar João Dias Ferreira envolveu Apolinário Rebelo, vice-presidente do PC do B-DF e irmão do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), no suposto esquema de desvios no Ministério do Esporte.
O policial, que denunciou um suposto esquema de corrupção na pasta, disse que foi Apolinário quem indicou a pessoa que atuava como "responsável pela arrecadação" do dinheiro obtido pelo suposto esquema.
Segundo o delator, essa pessoa é Fredo Ebling, que foi chefe de gabinete de Aldo na presidência da Câmara dos Deputados e atualmente trabalha na liderança do PC do B. Ebling não retornou aos contatos da Folha.
Apolinário nega as acusações do delator. Disse que não tem poder para fazer indicações no ministério e afirmou que pretende entrar na Justiça contra o policial.
Apolinário foi diretor de esporte estudantil do ministério por dois anos e meio. No cargo, trabalhou em projetos especiais do Programa Segundo Tempo, principal alvo das acusações.
Em 2010, ele deixou o ministério para disputar a eleição para deputado distrital. Com 3.788 votos, consegui apenas a vaga de suplente.
No depoimento, o delator citou duas etapas do esquema. Na primeira, de "captação de recursos", Ebling seria ajudado pelo presidente de uma ONG, por um treinador de futebol e por um ex-funcionário do ministério.
O policial disse que chegou a ser procurado por Ebling para participar de "captação e distribuição" da verba, mas disse que não aceitou. O delator não apresentou provas.
A segunda etapa seria a distribuição dos valores. Foi nessa fase que uma testemunha disse ter presenciado a entrega de malote de dinheiro ao motorista de Orlando Silva, que nega. Da Folha de SP desta sexta-feira

quarta-feira, outubro 26, 2011

ORLANDO SILVA ENTREGA CARTA DE DEMISSÃO ESTA TARDE. ALDO REBELO PODERÁ SUBSTITUI-LO.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, vai entregar sua carta de demissão nesta quarta-feira em encontro com a presidente Dilma Rousseff, marcado para as 15h. Orlando Silva vai reafirmar sua inocência a presidente e dizer que a sua saída do comando da pasta será melhor para o Brasil. O nome de consenso do PCdoB para substituí-lo é o de Aldo Rebelo, ex-ministro de Relações Institucionais do governo Lula.

A decisão foi tomada durante reunião no Palácio do Planalto, pela manhã, para discutir o agravamento de sua situação, com a abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar as denúncias de desvio de verbas do Programa Segundo Tempo . Participaram da reunião o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, além dos líderes do partido na Câmara, Osmar Júnior, e no Senado, Inácio Arruda.
Antes da reunião, o presidente do PCdoB teve uma longa conversa com Orlando, já para avaliar o cenário contra o ministro. Na segunda-feira, a avaliação do Planalto era de que o partido deveria conduzir saída do ministro .
Em reunião da cúpula do PCdoB na terça-feira à noite, na casa do deputado Aldo Rebelo (SP), os integrantes do partido jogaram a toalha e decidiram que não havia mais como sustentar a permanência de Orlando Silva. Depois de muita discussão com o presidente do partido e outros líderes, o nome de consenso para substituir Orlando era o do ex-ministro Aldo Rebelo.
- A unanimidade da bancada concluiu que a situação era insustentável e estava atingindo o partido como um todo. Num primeiro momento, a decisão era se unir em torno do nome de Orlando porque todo mundo achava que era tudo mentira, e ainda acha. Mas ele perdeu todas as condições políticas de continuar no cargo. Na reunião a coisa se afunilou para o nome do Aldo - contou um dos parlamentares presentes à reunião.Do portal de O Globo

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DE FATO, ORLANDO SILVA JÁ NÃO É MAIS MINISTRO.

Pelo andar da carruagem petralha, Orlando Silva deve cair do cavalo a qualquer momento, segundo informação do site de O Globo. Segundo consta, Dilma deixou nas mãos dos comunistas do PCdoB a tarefa de conduzir a saída de Orlando Silva do governo. A rigor, o Ministro comunista já está fora do Planalto.
Orlando tentou na tarde desta terça-feira fazer crer que estava firme no Ministério quando foi à Câmara dos Deputados falar de Copa do Mundo. Foi um desastre. E, para enterrar o Ministro ainda mais nesse mar de areia movediça, o STF decidiu acolher o pedido do PGR de abrir inquérito para apurar as bandalheiras.
Um importante integrante da base alugada, o senador Magno Malta, líder do PR, fez um resumo da ópera:
- A investigação do Supremo não tem como enfraquecer o ministro. O cara já está no paredão e qualquer coisa é ruim. O corpo já está embalsamado, só falta enterrar. Dilma quer velar mais um pouco por causa da relação de amizade com o defunto. 

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terça-feira, outubro 25, 2011

DILMA CHAMA ORLANDO SILVA AGORA EM SEU GABINETE

A Dilma acabou de despachar o chefão dos comunistas do PCdoB e logo em seguida chamou Orlando Silva em seu gabinete.
Fonte do blog acredita que essa conversa selará o destino de Orlando Silva, que se transformou num peso difícil de carregar, depois que o STF abriu inquérito para apurar o esquema de corrupção que floresce à sombra do Ministro e de seus comunistas.
É possível que ainda nesta noite Dilma tome uma decisão definitiva.
Especula-se até mesmo que já teria um nome para suceder Orlando Silva.

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ARTIGO: Orlando Silva já era

Por Nilson Borges Filho (*)
Mesmo os indestrutíveis  acabam na cadeia, quando não são liquidados fisicamente. Isso é fato. Isso é história. Um dos homens mais cruéis do mundo árabe, que se considerava “indestrutível” , foi linchado e executado pelos rebeldes que assumiram o poder na Líbia. Comparar-se com Pablo Neruda, o poeta chileno prêmio Nobel da Literatura, é de uma infelicidade sem tamanho no campo da compostura. 
A insistência do ministro Orlando Silva em manter-se no governo está comprometendo a própria presidente, que se encontra refém da chantagem de um partido desimportante da base aliada. Na esteira da investigação de Orlando Silva no STF,  serão recorrentes irregularidades no Ministério do Esporte, atingindo gente ligada ao partido do ministro e de partidários do PT, que, na verdade, são os que controlam as ONGs envolvidas em bandalheira.
No Palácio do Planalto o clima é de desânimo, por um lado e de revolta, por outro. Assessores próximos de Dilma não escondem o desconforto do governo com a permanência de Orlando Silva à frente do Ministério, que vem comprometendo, inclusive, o bom andamento dos preparativos para a Copa do Mundo de Futebol.
O ministro perdeu totalmente o controle das denúncias, que a cada dia se agravam com informações de mais e mais irregularidades com o dinheiro do contribuinte. O cinismo de Orlando Silva em se comportar como se a corrupção no seu entorno não lhe atingisse pessoalmente, está criando um ambiente devastador no PC do B, quando se sabe que algumas lideranças regionais poderão sair arranhadas e de irem por água abaixo suas pretensões de disputar as eleições de 2012. 
Novas provas estão sendo levantadas pela Polícia Federal, envolvendo a cúpula do Ministério do Esporte e o próprio ministro Orlando Silva. E, como dizem os juristas, são provas robustas que atingem gente do alto clero do PC do B, até agora imunes às denúncias do policial João Dias, o homem-bomba.
Uma fonte (conforme este blog já antecipou) que circula pelos corredores do palácio presidencial afirmou, em privado, que a investigação do ministro pelo STF inviabilizou, por completo, a permanência de Orlando Silva no governo. O bota-fora, está no aguardo do resultado das negociações entre a presidente Dilma Rousseff e o PC do B para decidir como se dará a saída “honrosa” do ministro do Esporte e o nome que deverá substituí-lo.
Para não dar a entender que a saída de Orlando Silva se dará por pressão externa, assessores da presidente aguardam apenas o momento ideal para o afastamento do ministro e de toda a cúpula do Ministério do Esporte.

(*) Nilson borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog.

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segunda-feira, outubro 24, 2011

GILBERTO CARVALHO DIZ QUE PERMANÊNCIA DE ORLANDO SILVA NO MINISTÉRIO DO ESPORTE NÃO ESTÁ GARANTIDA

O policial militar João Dias, delator do esquema de corrupção no Ministério do Esporte revelado por VEJA, presta novo depoimento à Polícia Federal, em Brasília, na tarde desta segunda-feira. Ele informou à imprensa, na entrada do prédio, que foi até o local entregar treze gravações e vários documentos detalhando como agia o grupo. "Devagar vamos trazendo novidades para reforçar tudo que afirmamos", disse.
No material a ser entregue há dois áudios publicados por VEJA neste fim de semana. Neles, dirigentes do ministério instruem João Dias a fraudar documentos de prestação de contas de dois convênios firmados com a pasta por meio de duas ONGs que o policial dirige.
Segundo as denúncias de João Dias, no Ministério do Esporte funcionava um esquema montado pelo PCdoB para arrecadar "pedágios" de ONGs que atuavam na pasta por meio do Programa Segundo Tempo e direcioná-los a campanhas eleitorais. O policial destaca, porém, que a voz do ministro Orlando Silva, acusado por João Dias como o mentor do esquema, não aparece nos áudios.

Sobrevivência - Na última sexta-feira, o ministro ganhou fôlego extra no governo. Após conversa com a presidente Dilma Rousseff, ele se manteve no cargo. No entanto, segundo o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sua permanência não é garantida.
Em entrevista ao jornal O Globo, Carvalho afirmou: “Dilma tomou uma posição na sexta-feira, mas não dá para dizer que temos uma posição definitiva. A presidente quer ter o direito de fazer a avaliação com calma, atendendo aos princípios da defesa. O governo não quis entrar no clima de histeria. A presidente teve uma atitude de cuidado, de não prejulgar os fatos. Transformar a acusação em confirmação não dá.”
A situação de Orlando Silva ficou complicada depois que VEJA revelou que o ministro era o mentor de irregularidades na pasta e que recebeu propina na garagem do próprio ministério. Ele passou a última semana negando as acusações e classificando o delator do esquema de “bandido sem credibilidade”. Foi à Câmara e ao Senado prestar depoimento. “Querem tirar ministro no grito”, reclamou na quinta-feira. Do site da revista Veja

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ARTIGO: Vassoura, detergente e água sanitária.

Edital de licitação número 06/2011
Objetos: vassoura, detergente e água sanitária
Prazo: imediato
Local da entrega: Palácio do Planalto
Funcionário encarregado: Dilma Rousseff

 
Por Nilson Borges Filho

 
Foram 90 anos de comunismo, que agora são jogados para a vala rasa da bandalheira oficial que se instalou no Ministério do Esporte, evolvendo o titular da pasta e auxiliares do primeiro escalão. A gravação que a revista Veja desta semana reproduz – depois de passar pela a análise de peritos – sobre encontros de João Dias com a cúpula do ministério, para encobrir falcatruas de uma das ONGs do denunciante, é de uma gravidade sem tamanho. 


O Procurador Geral da República, um profissional discreto e de poucas falas, reagiu de forma enfática sobre as irregularidades que vieram a público e solicitou abertura de processo no STF contra o ministro Orlando Silva. No embalo, o MPF requereu, ainda, que o processo que corre no STJ sobre indícios de corrupção do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, fosse enviado ao Supremo para instrução e julgamento naquela Corte. 

A cada dia surgem mais e mais falcatruas envolvendo o Ministério do Esporte, inclusive atingindo a própria mulher de Orlando Silva. A presidente Dilma gostaria de ver pelas costas o grupo de Orlando Silva, mas está enfrentando pressões do presidente no paralelo, Luiz Inácio Lula da Silva, e ameaças do PCdoB que promete jogar no ventilador toda a sujeira da administração de Agnelo Queiroz no Esporte e ONGs dirigidas por petistas, também envolvidos em arrombamentos aos cofres públicos. 

As denúncias estão atingindo em cheio às pretensões de diversos candidatos do PC do B a prefeituras importantes, como, por exemplo, Porto Alegre. Não restam dúvidas, por mais que os comunistas tentem negar, de que havia um propinoduto no Ministério do Esporte, abastecendo campanhas eleitorais e o bolso de alguns apaniguados. 

Neste final de semana surge mais uma denúncia sobre propina para liberação de verba do programa Segundo Tempo, só que desta feita o autor da denúncia é um pastor evangélico, que se negou a pagar o valor exigido e sofreu retaliações do ministério. Durante a próxima semana, novas denúncias vão pipocar nos jornais da grande imprensa e o estrago será de terra arrasada para o governo. 

A Polícia Federal vai levar a apuração das denúncias adiante, independentemente de quem sejam os envolvidos. O ministro Orlando Silva é um morto-vivo politicamente, um fantasma que ronda pelos corredores do Ministério do Esporte, onde ninguém mais acredita no que fala e diz. Enfraquecido politicamente e ferido moralmente, Orlando Silva conta com a ajuda do tempo para permanecer por mais alguns dias à frente da sua pasta. 

Fontes próximas da presidente Dilma Rousseff admitem que a demissão do ministro já está decidida. Resta definir quando se dará o expurgo e a forma que será levada a público. Pegou mal a defesa do  ministro, tentando desqualificar o acusador que, sabe-se de antemão, que não serve de prova para inocentá-lo. A sujeira que corre pelo ralo do Ministério do Esporte pode até inviabilizar a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de Futebol. 

A  faxina que teve início com Palocci e alcançou outros ministros deve manter seu curso, sob pena de a  presidente receber os respingos das malfeitorias. Vassoura, detergente e um lixeiro de grande porte é do que precisa a presidente Dilma para acabar com mais uma crise no seu governo, sob pena de conivência com as irregularidades.

(*) Nilson Borges Filho é doutor em Direito, professor e articulista colaborador deste blog.

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domingo, outubro 23, 2011

CORRUPÇÃO INSTITUCIONALIZADA PELO PT PERVERTE O BRASIL E SEU POVO E ANTECIPA IRREMEDIAVELMENTE O CAOS

Lendo reportagem do Estadão que transcrevo parte após este prólogo dá para ter uma idéia da sinistra capilaridade dos comunistas do PCdoB no manejo de verbas federais que são lavadas através de uma miríade de ONGs atuantes em todo o país. O que fica muito claro é que o governo do PT durante os dois períodos de Lula, realizou um aparelhamento fantástico, uma teia infernal tecida pelos seus militantes e dirigentes, contando ainda com a participação daquilo que denomino seus "satélites", que são partidos esquerdistas nanicos como o PCdoB, PSOL, entidades sindicais todas controladas pela CUT e, finalmente as ONGs. 
Dado ao fato de que o PT tem apenas 30% dos votos, sua chegada ao poder dependeu do estabelecimento de uma aliança partidária enorme que inclui o grandalhão PMDB e, pelo menos, uns 20 partidos nanicos nos quais se incluem os comunistas de todas as tendências. Juntam-se nessa diabólica aliança amplos setores - ou talvez todos - do empresariado e do setor financeiro. A rigor já se tem há muito tempo a "mexicanização" da política brasileira. É esse arco de apoio multifacetado ideologicamente que viabiliza o PT no poder. O resultado: o PT não governa o Brasil, sendo apenas o síndico desse gigantesco condomínio de variados interesses. 
O custo dessa aventura petista para a Nação brasileira é incalculável em todos os aspectos. Por aí dá para compreender as razões pelas quais durante quase uma década no poder Lula e seus petralhas não realizaram uma única obra de infra-estrutura siginificativa. Se o país se move ainda deve tal mobilidade aos governos militares que investiram pesado em infra-estrutura e também ao período de Itamar Franco e Fernando Henrique que implantaram o plano real e debelaram a loucura da inflação criando condições de estabilidade econômica.
Numa análise superficial é isto aí. Para reverter esse processo autofágico que compremeterá o país em algum momento e isto será dramático, existe apenas uma solução: a saída do PT do poder. E mais do que isso, a sua proscrição, como também dos demais partidos esquerdistas. E podem crer, mesmo assim levará alguns anos para por o país em ordem e estancar essa sangria de recursos públicos. Um exemplo da ação deletéria e destruidora de uma Nação é o caso da ex-URSS. Foram mais de 70 anos sob a direção de comunistas. A situação das ex-repúblicas soviéticas e da própria Rússia, a maior e a mais forte economicamente, é trágica nesse período de redemocratização.
O que se está vivenciando neste momento no Brasil é apenas um aperitivo. Esse interregno do petismo no poder mostra seus efeitos. Comparem com os períodos de Itamar e FHC. Já nem falo no período dos governos militares quando os brasileiros eram felizes e não sabiam. Transcrevo os primeiros parágrafos da reportagem do Estadão que por si só fundamenta solidamente a análise que acabo de formular. Leiam:
O mapa de repasses do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, revela que o ministro Orlando Silva alimentou com verbas federais a rede de militantes que, nos últimos anos, o PC do B instalou em postos-chave do nicho esportivo no setor público. Nos últimos dois anos, prefeituras e secretarias municipais de Esporte controladas pelo partido estiveram entre as maiores beneficiadas por recursos do Segundo Tempo, criado para promover atividades físicas entre estudantes.
A presença de comunistas nas duas pontas do "esporteduto" não é casual: mesmo antes de fincar bandeira na Esplanada dos Ministérios, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o partido havia estabelecido como estratégia concentrar no setor esportivo praticamente todas as reivindicações de cargos nas esferas federal, estadual e municipal.
Entre as prefeituras, de janeiro a outubro de 2011, a que recebeu o maior repasse per capita do Segundo Tempo foi a de Sobral (CE), cidade em que o coordenador do programa é um ex-candidato a vereador e dirigente municipal do PC do B. Foi quase R$ 1,5 milhão para uma população de cerca de 188 mil moradores, segundo levantamento do Contas Abertas, entidade especializada na análise de contas públicas.
Militantes do PC do B também administram os recursos liberados pelo ministério em Goiânia (R$ 2,2 milhões) e Fortaleza (R$ 980 mil), duas capitais nas quais o partido conseguiu nomear os secretários de Esporte por causa de acordos com o PT, que governa as duas cidades. Na capital cearense, o secretário é suplente de vereador e professor de história; em Goiânia, advogado e dirigente partidário.
Em números absolutos, Belo Horizonte é a líder no ranking das verbas deste ano, com R$ 2,6 milhões. Lá, o PC do B só não ocupa ainda a Secretaria de Esportes porque sua criação está pendente de aprovação pela Câmara. O partido já acertou a adesão ao governo do prefeito Márcio Lacerda (PSB), além do apoio à sua reeleição. Continue lendo AQUI

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sábado, outubro 22, 2011

LULA RECOMENDA AOS COMUNISTAS QUE RESISTAM

Rabelo, o chefe dos comunistas, tem o apoio de Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta sexta-feira a Orlando Silva e ao PCdoB para que resistissem às pressões e não entregassem o Ministério do Esporte. No fim do dia, Lula, que trabalhou ativamente nos bastidores pela permanência de Orlando no governo , ligou para o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, e reafirmou que o momento era de resistência. Após a conversa por telefone com Lula no início da noite, Rabelo abriu a 17ª Conferência Estadual do partido no Rio e destacou que o crescimento da pasta comandada por seu partido despertou a cobiça de vários setores.
O evento se transformou em um ato de desagravo a Orlando Silva e reuniu parlamentares do PCdoB, inclusive de outros estados, e lideranças fluminenses de outros partidos da base de apoio do governo da presidente Dilma Rousseff, entre eles o PT, o PMDB e o PSB. Nas faixas espalhadas pelo auditório onde ocorreu a reunião, em um hotel no Centro do Rio, foram escritas frases de apoio ao ministro e ao partido e ataques à mídia.
- Acabei de receber uma ligação telefônica do nosso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se solidarizando com nosso partido e com o nosso ministro Orlando Silva. Ele disse: "Vocês têm que resistir, o ministro tem que resistir". E devemos. A história de nosso partido é a resistência. Nós temos que ter confiança na presidente Dilma Rousseff. Hoje nós temos uma relação de respeito mútuo com ela - afirmou Rabelo para uma plateia de cerca de 500 pessoas, entre filiados, militantes e representantes de 76 diretórios do PCdoB no estado do Rio.
"Se envergar na primeira ventania, pode ser arrastado"
Em Brasília, o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) garantiu, após o encontro de Orlando Silva com a presidente Dilma, que foi decisiva a união do partido em torno do ministro. Mas ressaltou que foi importante também Orlando ter seguido à risca a orientação dada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vinha falando diretamente com o ministro nos últimos dias
- O presidente Lula dizia para o Orlando: "Você precisa ter tutano! Segura firme aí porque, se envergar na primeira ventania, pode ser arrastado. É preciso ter firmeza!" - conta Inácio Arruda. Leia MAIS

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sexta-feira, outubro 21, 2011

DILMA MANTÉM ORLANDO SILVA NO CARGO

Após cerca de uma hora e meia reunido com presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira , o ministro do Esporte, Orlando Silva, deixou o Palácio do Planalto no cargo. Ao sair do encontro, ele disse que relatou à presidente as providências tomadas para a apuração das denúncias . Segundo o ministro, ele desmascarou as mentiras que haviam sido divulgadas contra ele. Informou também que tomou judiciais para preservar sua honra e sua família.
- Recebi a orientação para que continuássemos trabalhando. A presidente Dilma recomendou que continuássemos trabalhando - disse, acrescentando:
- Nós esclarecemos todos os fatos. Desmascarei diante da presidente todas as mentiras. Não há e não haverá provas. É uma calúnia, é uma farsa.
- Ela me sugeriu muita serenidade e paciência.
- O PCdoB se sentiu ferido.
Também participaram da reunião a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
Orlando Silva é acusado pelo policial militar João Dias Ferreira, ex-militante do PCdoB, de desviar recursos do programa Segundo Tempo por meio de ONGs de fachada. Segundo o PM - ele próprio dono de uma das entidades que firmou convênio com a pasta - funcionava uma central de propina no ministério, com o fim de arrecadar recursos para campanhas eleitorais do PCdoB. Do portal de O Globo

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MULHER DE ORLANDO SILVA RECEBEU DINHEIRO POR MEIO DE ONG COMANDADA POR FILIADOS DO PCdoB, PARTIDO DO MINISTRO.

Anna Petta, em ensaio fotográfico no blog Hildegard Angel
Documentos obtidos pelo Grupo Estado mostram que Anna Cristina Lemos Petta, mulher do ministro do Esporte, Orlando Silva, recebeu dinheiro da União por meio de uma ONG comandada por filiados ao PCdoB, partido do marido e ministro. É a própria Anna Petta quem assina o contrato entre a Hermana e a ONG Via BR, que recebeu R$ 278,9 mil em novembro do ano passado.

A Hermana é uma empresa de produção cultural criada pela mulher do ministro e sua irmã, Helena, e prestou serviços de assistente de pesquisa para documentário sobre a Comissão da Anistia. A empresa foi criada menos de 7 meses antes da assinatura do contrato com a entidade. Pelo trabalho, recebeu R$ 43,5 mil.

A ONG Via BR tem em seus quadros Adecir Mendes Fonseca e Delman Barreto da Silva, ambos filiados ao PC do B. A entidade também foi contratada em maio do ano passado pelo Ministério do Esporte, para promover a participação social na 3ª Conferência Nacional do Esporte. No negócio, recebeu mais R$ 272 mil.

Documentos obtidos pela reportagem do Grupo Estado mostram o curto espaço de tempo transcorrido entre a criação da empresa de Anna Petta e a celebração de convênio da ONG Via BR com o Ministério da Justiça. A Hermana foi criada apenas três meses antes da assinatura do convênio para a produção de documentário sobre a Comissão da Anistia e no mesmo mês em que a Via BR foi contratada pelo Ministério do Esporte.

A informação sobre negócios da União com a empresa de um familiar de Orlando Silva teria preocupado a presidente Dilma Rousseff, que deve se reunir ainda hoje com o ministro. Silva poderá deixar o Palácio do Planalto na condição de ex-ministro do Esporte. Do portal RBS/Diário Catarinense


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quinta-feira, outubro 20, 2011

CENÁRIO POLÍTICO EFERVESCENTE JÁ ANTECIPA O EPÍLOGO PARA O ESCÂNDALO DA CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE. ORLANDO CAI.

Os leitores que prestigiam o blog notaram que foram poucas as atualizações e nada de novo durante o decorrer o dia. É que tive que tirar um tempo para tratar de coisas impostergáveis e depois emendei a programação para ouvir três excelentes palestras do projeto Liberdade na Estrada, promovido pela OrdemLivre.org, assunto que abordarei depois.
Assim, enquanto perambulava por aí Kadafi se foi. Deverei também mais adiante me reportar ao fato quando a poeira já tiver baixado e os fatos ficarem mais claros. Antecipo que não vejo qualquer qualquer sinal de "primavera líbia".
Me socorri de cara, logo que fiz o poderoso iMAC brilhar há poucos minutos, com uma leitura dinâmica no site de Veja e no blog do incansável Reinaldo Azevedo, disparado o melhor blog alojado em portal da grande Imprensa brasileira.
E foi lá que recolhi este post que transcrevo na íntegra e que está muito bem colocado a respeito do escândalo do Ministério do Esporte e prováveis epílogos. O forno da política botocuda está quente... Leiam:
Está previsto um encontro hoje entre o ministro Orlando Silva, do Esporte, e a presidente Dilma Rousseff. O entorno de Silva já jogou a toalha. Acha que não há mais nada a fazer. No próprio governo, considera-se que o assunto ganhou aquela dinâmica que não tem retorno: as denúncias não vão parar porque os fatos, antes mesmo do depoimento do PM João Dias Ferreira à VEJA, já eram bastante graves. É muito provável que Silva tenha, como dizer?, herdado uma forma de fazer as coisas de seu antecessor, Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal, hoje no PT. Mas foi na sua gestão que o caldo entornou.
Dois nomes correm nos corredores de Brasília para substituir Orlando Silva: Franklin Martins (acreditem!) e Henrique Meirelles, que se filiou há poucos dias ao PSD. O primeiro, a despeito de dificuldades, faz sentido. O outro seria Dilma procurando sarna pra se coçar, como a gente diz lá na valente Dois Córregos. O ex-presidente do BC está na presidência do Conselho Público Olímpico (CPO), e já houve sondagens para que assumisse o Conselho da Copa do Mundo de 2014. As relações entre o governo brasileiro e a Fifa, no momento, são as piores possíveis. Ele poderia facilitar essa conversa.
Até há duas semanas, seria algo mais tranqüilo. Agora é filiado ao PSD e peça no xadrez da sucessão na cidade de São Paulo. Caso não se consiga costurar um acordo entre PSDB e PSD, Gilberto Kassab gostaria de tê-lo como candidato. Mas também não é mau negócio para o partido um  Meirelles no Esporte. “Mas e aquela promessa de Kassab de que o partido não aceita ministério?” Bem, não seria difícil explicar que as relações do ex-presidente do BC com o governo são anteriores à sua filiação e que seria uma escolha da presidente, sem qualquer compromisso com a legenda.
A base aliada anda cheia de desassossegos, como sabemos: há descontentamentos para todos os lados. Um PSD ainda que não governista, mas próximo, não seria ruim para Dilma. Quanto a Franklin Martins, ex-ministro da Supressão da Verdade, dizer o quê? Governantes fazem coisas idiotas às vezes, não é? Dilma não está livre desse risco. Não encontro uma só justificativa razoável para isso. A Copa do Mundo está precisando de gente para a negociação, não para o confronto.
Não estou fazendo aposta nenhuma! Só estou informando o que circula em Brasília. Do blog do Reinaldo Azevedo

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ESCÂNDALO: PM AFIRMA TER ENTREGUE À PF DOCUMENTOS QUE COMPROVAM CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Após mais de oito horas de depoimento à Polícia Federal, o policial militar João Dias Ferreira, delator de um suposto esquema de corrupção no Ministério do Esporte, afirmou na noite de quarta-feira ter entregue documentos que comprovam suas acusações, além de transcrições de áudios que, segundo ele, servirão como provas.

Ferreira prometeu entregar na segunda-feira à PF gravações que fez, inclusive de uma reunião com membros do Ministério do Esporte. Segundo ele, a polícia poderá fazer perícia nas gravações. "Entreguei degravações e documentos. O áudio está em São Paulo e chega na Polícia Federal na segunda-feira."

Ferreira disse ainda que indicou 15 testemunhas para serem ouvidas pela PF, entre dirigentes de outras ONGs que fizeram contratos com o ministério e funcionários da pasta.

Entre as provas que Ferreira disse ter entregue, estão ofícios e documentos internos do ministério que provariam fraudes da pasta para encobrir irregularidades.

Os advogados de Ferreira ganharam na Justiça o direito de ter acesso a provas colhidas durante a Operação Shaolin, realizadas no ano passado pela Polícia Civil do DF para investigar convênios suspeitos entre duas ONGs ligadas ao policial e o Ministério do Esporte por meio do programa Segundo Tempo.
Os envolvidos são suspeitos de praticarem os crimes de estelionato e falsificação de documento, entre outros. Ferreira chegou a ser preso durante a operação. Do portal Folha.com

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quarta-feira, outubro 19, 2011

PGR DIZ QUE GRAVIDADE DAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO NO ESPORTE É TAMANHA QUE PRECISA ABRIR INQUÉRITO NO SUPREMO

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta quarta-feira (19) que pedirá que o Supremo Tribunal Federal (STF) abra um inquérito para investigar o envolvimento do ministro do Esporte, Orlando Silva, em suposto desvio de dinheiro público do programa Segundo Tempo, que visa incentivar a prática esportiva de crianças e adolescentes.
De acordo com o procurador, o pedido deve ser encaminhado ao Supremo ainda nesta semana. "A gravidade dos fatos é tamanha que impõe a necessidade de abertura de um inquérito no Supremo", afirmou Gurgel no intervalo da sessão do STF.
Segundo o procurador, só falta examinar quais diligências serão pedidas antes de pedir a abertura do inquérito no Supremo.
Gurgel afirmou ainda que estuda pedir que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) remeta ao Supremo o inquérito que investiga a possibilidade de participação do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, no mesmo suposto esquema de desvios no Ministério do Esporte.
Segundo o procurador, existe uma "relação muito intensa entre os fatos".
"Imagino que o pedido de inquérito deve estar sendo encaminhado ao Supremo ainda esta semana e, ao encaminhar o pedido se for o caso, já pedirei que o Supremo peça ao STJ a remessa do inquérito relacionado ao governador [Agnelo Queiroz]", afirmou o procurador.
Gurgel afirmou que vai analisar o inquérito que investiga Agnelo antes de tomar providências. "Em primeiro lugar, nós temos que verificar a veracidade. Nós não podemos nesse momento considerar os fatos provados apenas em razão das declarações de uma única pessoa. Nós temos que examinar isso com atenção devida, com todo o cuidado, para verificar a sua procedência e, em sendo procedentes, aí sim serem adotadas as providências que o caso requer."
Para Roberto Gurgel, "se verdadeiros esses fatos [relativos a Agnelo] evidentemente seria crime, seria algo extremamente grave".
No momento da declaração do PGR, o ministro do Esporte prestava depoimento em audiência pública no Senado. Ele afirmou que iria "desmascarar farsa" sobre seu suposto envolvimento em esquema de desvio de verbas e que cumpriu com seu dever ao “buscar todos os caminhos institucionais para fazer a defesa” de sua honra.
Inquérito no STJ
 O governador do Distrito Federal é um dos investigados em inquérito que tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para apurar suposto desvio de verbas no Ministério do Esporte. Agnelo foi ministro da pasta entre janeiro de 2003 e março de 2006.
O processo tramitava na 12ª Vara da Justiça Federal e só foi para o tribunal por conta do foro de Agnelo - pela lei, governadores só podem ser investigados ou processados no STJ. O inquérito, de número 761, chegou ao gabinete do ministro Cesar Asfor Rocha, do STJ, na última terça (11). A informação foi divulgada na edição desta terça do jornal "Folha de S.Paulo".
O G1 apurou que o motivo pelo qual Agnelo aparece no inquérito é um depoimento à Polícia Federal de uma testemunha, Geraldo Nascimento Andrade, que afirmou ter entregue em 8 de agosto de 2007 a quantia de R$ 250 mil em dinheiro nas mãos do ex-ministro. Na época, Agnelo já havia deixado o Ministério do Esporte. O ex-ministro e atual governador sempre negou a acusação, que chegou a ser explorada por adversários na campanha eleitoral do ano passado.
Por meio de nota divulgada pela assessoria de imprensa do governo do Distrito Federal, o governador Agnelo Queiroz afirma que o inquérito no STJ é "mero instrumento de apuração de fatos" e que "jamais foi considerado réu".
Denúncias
Na edição do último final de semana da revista "Veja", o policial militar João Dias Ferreira afirmou que o atual ministro do Esporte, Orlando Silva, tinha envolvimento em um suposto esquema de desvio de verba pública, nos últimos oito anos, do programa Segundo Tempo. Ferreira disse que Silva teria recebido um pacote de dinheiro na garagem do ministério.
O suposto esquema denunciado por João Dias começou, segundo o policial, durante a gestão de Agnelo Queiroz, quando Orlando Silva era secretário-executivo do ministério. Silva e Queiroz negam as acusações. Do site G1 - portal da Rede Globo