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quarta-feira, fevereiro 15, 2012

MINISTRA ABORTISTA E BISSEXUAL DA DILMA É DESTAQUE NA GRANDE MÍDIA INTERNACIONAL


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As controvérsias sobre as posições da nova ministra de Políticas Para as Mulheres, Eleonora Menicucci, já não se resumem ao Brasil. Criticada por ter interrompido a gestação de dois filhos e por ter feito um curso de aborto na Colômbia, ela atraiu a rejeição de grupos cristãos dentro e fora do país. O Life Site News, um dos principais portais do movimento entitulado “pró-vida” nos Estados Unidos, dedica a sua manchete desta quarta-feira à nova integrante da equipe de Dilma Rousseff.  A reportagem também cita o jornalista Reinaldo Azevedo, blogueiro do site de VEJA. O portal exibe ainda uma matéria a respeito da posição do governo brasileiro em um debate sobre a legalização do aborto na Organização das Nações Unidas, neste mês. Nesta quarta, o jornal espanhol ABC também dá destaque à figura de Eleonora Menicucci. Do site da revista Veja

sexta-feira, dezembro 16, 2011

NÚMEROS COMPROVAM INEFICIÊNCIA DA DILMA

O governo aplicou em 2011 muito menos do que o previsto para alguns dos principais programas mantidos pelo Executivo. O ritmo lento de execução atinge o carro-chefe da gestão petista: dos 40,9 bilhões autorizados para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano, 6,9 bilhões (16,9%) foram pagos. Outros 16,6 bilhões foram usados para cobrir restos a pagar da primeira etapa do PAC, ainda no governo Lula.
O índice de execução é ainda menor quando são levados em conta outros programas, como o Minha Casa, Minha Vida (0,79%), o Luz para Todos (0,27%), a implantação de sistemas de esgoto (0,41%) e a Polícia Nacional sobre Drogas (16,37%). Um dos raros setores com aplicação razoável dos recursos previstos foi o Programa de Agricultura Familiar (Pronaf), com pagamento de 50,9% do destinado. O percentual empenhado do PAC até agora é de 69,5% e, do Minha Casa, Minha Vida, 69,8%.
Algumas despesas, entretanto, aumentaram. O gasto com pessoal subiu 11,8% na comparação com 2010. Ao todo, foram gastos 732 bilhões de reais com salários e encargos trabalhistas.
O balanço foi apresentado nesta quinta-feira pelo líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP). Os dados foram obtidos do Siafi, o sistema de acompanhamento de gastos do governo, e levaram em conta o período entre 1º de janeiro e 12 de dezembro.
"A presidente Dilma está menos eficiente até do que o Lula", disse o líder tucano durante a divulgação dos dados. "Isso é reflexo do congelamento da máquina. E esse é o maior desafio da presidente: enxugar, qualificar e botar para funcionar".

Duarte Nogueira defende a redução do número de ministérios – hoje são 39. "O país funcionaria bem com 27 ou 28 ministérios. Eles receberam 26 do governo Fernando Henrique", afirmou.
Ao fazer um balanço da relação do Planalto com o Congresso, Duarte Nogueira disse que o resultado foi frustrante. "O ano começou com uma expectativa muito grande: a presidente falando em reforma polícia, tributária, em combate implacável à corrupção. O que se viu foi totalmente o contrário", disse. Do site da revista Veja

quinta-feira, novembro 10, 2011

DILMA PODE ESTAR PREPARANDO NOVA CPMF

O governo tem corrido contra o tempo para aprovar antes do recesso parlamentar, que começa em 23 de dezembro, a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) por mais quatro anos. Às vésperas da votação da proposta no Congresso, a presidente Dilma Rousseff abriu os cofres e liberou um número recorde de emendas parlamentares para conseguir apoio da base aliada. O governo se mobilizou para realizar a votação em dois turnos na Câmara nesta quarta-feira, mas acabou desistindo, com medo de uma derrota futura no Supremo Tribunal Federal, já que é proibido pela Casa fazer os dois turnos no mesmo dia. 
A urgência repentina causou desconfiança da oposição e de analistas de contas públicas, uma vez que a pauta não havia entrado no radar do Congresso ao longo do ano.
A DRU é um mecanismo que permite ao governo o uso livre de 20% dos recursos arrecadados com contribuições sociais. Ou seja, a cada 100 reais que o governo arrecada com Cofins, por exemplo, ele pode usar 20 reais para pagar o salário de funcionários públicos, e não necessariamente destiná-los ao Orçamento da Seguridade Social (OSS). A validade dessa medida caduca neste ano e, se não for prorrogada, o governo ficará sem esse instrumento de manobra nos próximos anos.
Dentre as hipóteses levantadas pela oposição, quanto à inusitada pressa em aprovar a DRU por mais quatro anos está a recriação cda CPMF. Leia ANÁLISE COMPLETA aqui

quarta-feira, agosto 10, 2011

PESQUISA CNI/IBOPE MOSTRA QUEDA NA APROVAÇÃO DO GOVERNO DA DILMA.

A avaliação favorável em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff recuou 8 pontos porcentuais em relação à última pesquisa Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope. O levantamento divulgado nesta quarta-feira, 10, mostra que 48% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom. Esse número era 56% na sondagem anterior realizada em março. O governo é considerado regular ou péssimo por 48% dos entrevistados, ante 32% na pesquisa de março.
O nível de aprovação pessoal de Dilma também caiu. Atualmente, 67% da população aprovam a presidente, ante 73% em março. A pesquisa revela ainda que 25% dos entrevistados desaprovam a presidente, ante 12% na sondagem anterior.
A aprovação pessoal de Dilma é maior no Nordeste, com 70% dos entrevistados considerando a presidente boa ou ótima. O menor índice de aprovação é na Região Sul, onde o porcentual de ótimo ou bom para a presidente Dilma é de 61%. Leia MAIS

domingo, agosto 07, 2011

COM O PT NO PODER, BRASIL VIROU UM CANTEIRO DE CORRUPÇÃO. A NAÇÃO ESTÁ COMPLETAMENTE PODRE E CORROMPIDA!

O festival de escândalos no governo da presidente Dilma Rousseff ganhou um novo capítulo: como mostra a edição de VEJA desta semana, o lobista Júlio Fróes atua livremente no Ministério da Agricultura - com o aval da cúpula da pasta e direito a privilégios, como uma sala dentro do ministério. A revelação do caso provocou, neste sábado, o pedido de demissão do secretário-executivo da Agricultura, Milton Ortolan, braço direito do ministro Wagner Rossi. E não é de hoje que o Brasil é palco de escândalos de corrupção. Entre as razões pelas quais esse problema se tornou uma chaga no país estão desde a lentidão da Justiça a uma cultura que, muitas vezes, é tolerante com os corruptos.
Há dez anos, a Transparência Internacional (TI) elabora um ranking sobre a percepção da corrupção nos países signatários de um documento, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem o objetivo de estimular a implantação de práticas para combater o problema. Países em que a população considera os servidores e políticos pouco corruptos ganham nota dez. Os que observam a corrupção como um mal que está disseminado ganham nota zero. Desde que foi criada a lista, em 2002, o Brasil não ultrapassou os quatro pontos – índice semelhante ao de países africanos. Nos últimos dois anos, a nota brasileira foi 3,7. 
Para acabar com a corrupção, destaca Guilherme von Haehling, diretor executivo da Amarribo, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) sem fins lucrativos que representa o Brasil na Transparência Internacional, é preciso promover mudanças em todas as esferas do poder público: "Não acredito que a corrupção seja característica de um povo, ela tem a ver com as leis, a fiscalização, a Justiça, a educação que nossas crianças têm nas escolas".
O cientista político que dirige o Núcleo de Estudos da Corrupção da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Caldas, lembra que a situação financeira não reflete o quanto um país pode estar corrompido. “Não é que o Brasil seja subdesenvolvido, atrasado. O atraso está na mentalidade de deixar que os políticos corruptos roubem e continuem roubando”, diz. O Chile, por exemplo, é o país latino-americano com a melhor pontuação no ranking da TI - manteve uma média de 7,2 pontos desde o início -, apesar de não figurar entre os cinco mais ricos da região. 
Em relatório divulgado recentemente, a Amarribo divulgou pontos da convenção anticorrupção da Organização dos Estados Americanos (OEA) que o Brasil assinou em 1996, mas não cumpre até hoje. Clique AQUI para saber quais são os 7 pecados capitais do Brasil.

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domingo, julho 10, 2011

IMPRESSIONANTE LISTA DE ESCÂNDALOS DO GOVERNO DILMA QUE AINDA CONVIVE COM CADÁVERES POLÍTICOS INSEPULTOS!

Em seis meses de governo, a gestão da presidente Dilma Rousseff se notabilizou pela profusão de escândalos -  mais do que por medidas concretas de governo. Dois ministros foram demitidos. Outros dois trocaram de lugar. Dois se safaram por pouco. Outros dois ainda devem explicações.
Antonio Palocci, chefe da Casa Civil, comandava uma consultoria bem-sucedida antes de ingressar no governo. O crescimento patrimonial espantoso levantou suspeitas de que o braço-direito da presidente autou como lobista. Quando resolveu se explicar, Palocci já era um cadáver político.
Sem o principal articulador político do governo, a presidente se viu novamente em apuros. Luiz Sérgio, ministro de Relações Institucionais, tinha poderes limitados. Dilma Roussef evitou mais uma demissão: preferiu rebaixar o petista a ministro da Pesca. Luiz Sérgio trocou de cargo com Ideli Salvatti.
A paz aparente durou pouco tempo.  Aloizio Mercadante, responsável pela pasta de Ciência e Tecnologia, também ficou exposto por uma revelação feita por VEJA. Foi ele quem ordenou a compra do falso dossiê contra o então candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra, em 2006. O episódio também respingou em Ideli Salvatti: então senadora, ela ajudou a espalhar o material para a imprensa.
Mercadante e Ideli continuam sob fogo da oposição. O primeiro deve ir à Câmara dos Deputados se explicar. A segunda é alvo de requerimentos de convocação, mas os governistas atuam para blindar a petista.
O último escândalo teve um desfecho nesta quarta-feira. Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes, deixou o cargo depois que VEJA revelou o funcionamento de um grande esquema de corrupção na pasta. Dilma ainda protelou a demissão por quatro dias.
Motel - Houve também episódios que não chegaram a derrubar ministros. Ana de Hollanda, da Cultura, foi flagrada usando verba pública para passar o fim de semana no Rio de Janeiro, onde tem casa. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.
Pedro Novais havia aproveitado verba da Câmara dos Deputados para custear uma farra coletiva em um motel de São Luís. Devolveu o dinheiro e ficou no cargo.
Fernando Haddad, campeão de trapalhadas também no governo Lula, manteve a média na nova gestão. Defendeu a distribuição de um livro que ensina crianças a falar errado e se contradisse ao tentar justificar a distribuição do chamado "kit-gay". Do site da rfevista Veja

sexta-feira, maio 20, 2011

DENÚNCIA CONTRA PALOCCI FAZ GOVERNO DILMA TREMER NA BASE! CLIMA NO PLANALTO É DE CONFUSÃO, TEMOR E MISTÉRIO!E CORRERIA.

Um palácio rodeado de intrigas e mistérios...
Esta matéria que está no site do Estadão dá uma idéia do alvoroço dentro do Palácio do Planalto. Falam em 'contra-ataque', 'nervos de aço', 'assertividade', 'acima de qualquer suspeita', e por aí vai. O que não deixa de ser até mesmo cômico, para não dizer surrealista, é quando alegam que é a oposição que deseja derrubar o Palocci. Que oposição cara pálida? Ora, todods sabem que essa denúncia contra Palocci que foi revelada inicialmente pela Folha de S. Paulo só pode mesmo ter saído de dentro das hostes petistas, ou seja, o denominado 'fogo amigo' ou o 'deep-throat petralha'. Leiam com atenção:
O governo avalia que a crise política envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, vai se prolongar e reforçará a estratégia de blindagem de seu mais importante articulador político. Em conversas ao longo do dia, no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff pediu informações sobre as denúncias contra Palocci e determinou o contra-ataque.
Pelo script traçado, nenhuma denúncia deve ficar sem resposta e tanto os ministros como a cúpula do PT precisam mostrar "assertividade" na defesa do chefe da Casa Civil. Ao receber para almoço o presidente do PT, Rui Falcão, Palocci e o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, Dilma adotou a máxima do antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.
Recomendou "sangue frio e nervos de aço" para reagir às acusações, pois, no seu diagnóstico, há uma campanha de "difamação" contra Palocci. Lula ligou para o ministro no domingo e ontem, manifestando apoio a ele.

O ex-presidente também tem conversado com Dilma por telefone. Falcão negou que o caso Palocci tenha sido tratado no almoço, mas defendeu o chefe da Casa Civil. "Palocci é um ministro acima de qualquer suspeita. Não há fator de preocupação no governo", disse ele. Deputado estadual, o presidente do PT fez coro com a linha geral adotada até aqui pelos aliados. "Ele já deu todas as explicações necessárias."
Com Palocci alvejado, o descontentamento do PT com a composição do segundo escalão não foi o principal assunto do almoço no Alvorada. "Não tratamos de varejo. Quero construir uma interlocução política com a presidente e estamos dando suporte ao governo", afirmou Falcão.
Apesar da aparência de tranquilidade, o clima no governo é tenso. Dilma passou o dia reunida com auxiliares, no Alvorada, cobrando explicações sobre cada denúncia publicada contra Palocci. O chefe da Casa Civil acompanhou a maioria dos encontros, munido de vários documentos.
Guerra. A operação de guerra para blindar Palocci e espantar a crise reuniu os ministros Guido Mantega (Fazenda) e José Eduardo Martins Cardozo (Justiça). Após ler reportagem do Estado, segundo a qual o Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) comunicou à Polícia Federal uma transação suspeita da consultoria Projeto, de Palocci, na compra de imóvel pertencente a empresa sob investigação policial, Dilma quis esclarecimentos do órgão.
"Não há nenhum inquérito aberto para apurar nada em relação ao ministro Palocci e a empresa que a ele pertence", insistiu Cardozo. "Em nenhum momento a Polícia Federal solicitou ao Coaf qualquer informação específica sobre essa empresa. Qual é o fato, qual é a denúncia? Aumento patrimonial não é crime." Cardozo deu as declarações após audiência pública na Comissão de Segurança da Câmara. Chamado por Dilma, ele chegou a interromper sua participação na audiência, mas retornou em seguida.
À tarde, após outro encontro no Alvorada - desta vez reunindo Dilma, Palocci, Mantega e Cardozo -, o Ministério da Fazenda divulgou nota dizendo que o Coaf "não enviou relatório à Polícia Federal comunicando que a empresa Projeto fez operação financeira suspeita". O advogado-geral da União (AGU), Luís Inácio Addams, e o controlador-geral da União (CGU), Jorge Hage, também foram chamados ontem por Dilma. A CGU é a repartição do Executivo responsável por auditorias e fiscalizações para verificar como o dinheiro público é aplicado. Do portal do Estadão.

quarta-feira, maio 18, 2011

GOVERNO DEMONSTRA QUE SURPREENDENTE FORTUNA DE PALOCCI É INEXPLICÁVEL AO PARALISAR CÂMARA PARA IMPEDIR CONVOCAÇÃO

O governo montou uma operação de guerra na Câmara para impedir a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. Com o argumento de que o plenário da Casa tem de votar medidas provisórias, os governistas não deixaram 16 comissões permanentes da Casa funcionar na manhã desta quarta-feira, 18.

O requerimento de convocação de Palocci seria votado pela Comissão de Fiscalização e Controle, mas a reunião do grupo foi suspensa quando o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, convocou a sessão do plenário. Pelo regimento, as comissões não podem votar nada quando há sessão deliberativa no plenário da Câmara. Algumas comissões, como a de Finanças e Tributação, foram lacradas. Na porta, um grupo de seguranças impedia a entrada de parlamentares. Controlada pelo DEM, a Comissão de Agricultura tentou aprovar requerimento de deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) de convocação de Palocci.

"O governo quer colocar uma mordaça na oposição", reclamou o líder do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). Cartazes com "Blindagem do Palocci" foram espalhados pelo plenário da Comissão de Agricultura.

"O governo fez uma manobra anti-democrática e desconvocou as comissões", disse o líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP). "Ninguém pode apresentar uma irregularidade qualquer em relação a esse assunto", afirmou o deputado Pepe Vargas (PT-RS), que subiu à tribuna para defender Palocci. "Não podemos criminalizar a atividade da vida privada das pessoas", argumentou o petista. 
Plenário
Sem poder agir nas comissões, a oposição tentou, sem sucesso, aprovar a convocação do Palocci no plenário da Câmara. Dois requerimentos da oposição foram derrubados na votação em plenário. O primeiro requerimento foi barrado com 266 votos contrários, 72 a favor e 8 abstenções. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Um velho adágio diz tudo: quem não deve, não teme! E estamos conversados.
A oposição tem a obrigação que fazer Palocci desembuchar debaixo de Vara, isto é, pela via judicial.

quinta-feira, maio 05, 2011

PERDIDO NO CIPOAL DA INFLAÇÃO, GOVERNO DO PT VAI USAR DÓLAR BAIXO PARA FAZER INTERVENÇÃO ESTATAL NA ECONOMIA. ISTO É UMA LOUCURA!

A estratégia é aproveitar a cotação do dólar baixo para importar produtos que complementam o consumo interno com preços mais baixo aos consumidores.
Mesmo os auxiliares de Dilma mais preocupados com os efeitos do câmbio forte na indústria - Guido Mantega (Fazenda), Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Luciano Coutinho (BNDES) - concordaram que não é possível mudar a tendência do câmbio este ano.
Trata-se de uma política que não será oficializada e tampouco pode ser interpretada como orientação para que o Banco Central deixe o câmbio flutuar livremente. O BC, sempre que necessário, fará intervenções para manter a taxa equilibrada.
Para um assessor, "não há muito o que fazer" diante de um cenário em que o dólar se mantém enfraquecido em relação às principais moedas. "Não podemos ficar de medida em medida", disse. Por isso, a necessidade de "dar um tempo" no debate sobre novas medidas para conter a excessiva valorização do real e aproveitar o dólar fraco para focar no combate à inflação.
Ontem, o dólar fechou cotado a R$ 1,61, alta de 1,45%. No mês de abril, variou abaixo de R$ 1,60, considerado no mercado o "piso informal" do governo.
O discurso dos ministros já mudou. Na segunda-feira, Pimentel disse que o "câmbio vai continuar no atual patamar este ano". No Senado, Mantega garantiu que o governo não vai permitir a sobrevalorização do real, mas minimizou o problema. "Não é uma valorização tão excepcional, tendo em vista os fundamentos da economia." Leia MAIS

MEU COMENTÁRIO: Lembram do desabastecimento durante a loucura da inflação quando o governo tentou tabelar preços? Lembram da importação de carne? Lembram da desgraça que era a inflação?
Pois bem. O que estamos vendo é o governo do PT completamente perdido no cipoal inflacionário.
Pelo que parece o governo vai turbinar importações de produtos que o Brasil produz e oferecê-los a preços mais baixos. É uma forma de intervenção no mercado. Não combaterá a inflação. Trata-se de mais uma medida eleitoreira visando a eleição do ano que vem e que afundará ainda mais a economia brasileira produzindo desestímulo econômico e a consequente desindustrialização do Brasil.
O peso brutal dos impostos engessa a economia que vem sendo turbinada artificialmente pela escalada de crédito a perder de vista à força de taxas absurdas. Não precisa ser expert em economia para se ver que estão postos todos os ingredientes necessários para uma crise econômica funesta sob todos os aspectos.
O governo do PT sabe que a volta da inflação, os preços altíssimos dos combustíveis e dos alimentos são uma bomba que fatalmente explodirá nas próximas eleições, a despeito da inapetência da oposição.
A idéia de usar o dólar baixo para importar produtos que 'complementam o consumo' (quais produtos?) representa uma intervenção estatal na economia e nunca deu certo em lugar nenhum além de jamais representar uma medida de combate a inflação. Pelo contrário. É uma coisa desastrosa.
O governo do PT está perdido. E isto torna-se perigoso pois não hesitará em lançar mão de medidas populista via Estado para tentar lograr uma vitória majoritária nas eleições de 2012.

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terça-feira, maio 03, 2011

MINISTRO DA ECONOMIA PETRALHA AVISA: PETROBRAS TERÁ QUE AUMENTAR AINDA MAIS PREÇO DA GASOLINA!

Novamente interpelado por parlamentares sobre os altos preços dos combustíveis no País, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que a Petrobrás terá que elevar o preço da gasolina em algum momento. "Aí sim precisaremos interferir na Cide de combustíveis, mas isso é um problema para o futuro", afirmou. 
Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Mantega argumentou que a estatal de petróleo tem segurado o preço do combustível nas refinarias, mas a influência da alta do etanol tem elevado o preço da gasolina dos postos. O ministro voltou a dizer que os preços do álcool devem cair a partir de maio, com a intensificação da colheita da cana-de-açúcar.
Etanol
Guido Mantega afirmou que o preço do etanol deve cair a partir de maio, uma vez que a colheita da cana-de-açúcar já começou. "A boa noticia é que safra já esta sendo colhida, apesar das chuvas, e devemos ter redução de preços a partir de maio", afirmou.
Segundo ele, o etanol sazonalmente apresenta preços mais elevados em abril, no período da entressafra, mas em 2011 também foi afetado pelo preço mais favorável do açúcar no mercado internacional. "É verdade que consumo de etanol aumentou nos últimos anos, mas também aumentou o preço do açúcar. É uma regra de mercado, o preço do açúcar é mais conveniente e houve certo desvio na produção", admitiu Mantega.
O ministro destacou que o governo está trabalhando para regulamentação desse mercado, inclusive estabelecendo o etanol como combustível, via Medida Provisória. "A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai cuidar disso, com exigências maiores para a produção de etanol. Queremos estimular os produtores, pois consumo tem subido bastante", completou. Do portal do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Como todo petralha, o Guido Mantega fala muito mas não faz nada, a não ser promover o aumento da inflação. Inércia do governo do PT, como era previsto, está esfacelando a economia brasileira. 

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quinta-feira, abril 07, 2011

GOVERNO DILMA PERDE O CONTROLE DA ECONOMIA. GASOLINA EM FLORIANÓPOLIS JÁ PASSA DE R$ 3,00 O LITRO! CADÊ A AUTO-SUFICIÊNCIA?

Segundo o portal do Diário Catarinense, em alguns postos de Florianópolis o litro da gasolina já ultrapassa os R$ 3. O valor assusta os consumidores que, junto com o aumento, receberam a notícia de que os valores podem ficar ainda mais altos. Como sempre, os jornais da RBS que apoiaram o PT nas últimas eleições são incapazes de emitir uma só crítica a mais essa afronta do desgoverno da Dilma. Cadê a autosuficiência do petróleo?
E notem o texto do portal do DC, fala que os consumidores estão assustados. Que crítica severa, né?
E nesta quinta-feira o dólar despencou. Quando aumentava era motivo para a Petrobras majorar os preços dos combustíveis. Agora o dólar foi rente ao chão e a gasolina já ultrapassa R$ 3,00 o litro, o maior preço do mundo.
A estratégica a canalha petista que domina a Petrobras é culpar os Estados pelos aumentos sucessivos da gasolina. Soma-se a isso o esquema do cartel dos postos acumpliciados a bandalha da Petrobras.
O Diário Catarinense e os demais jornais brasileiros e as televisões podem todos realmente ser fechados pelo governo da comunista Dilma. Todos já são paticipes da vigarice do PT. Que nojo!

quarta-feira, abril 06, 2011

GASTOS COM CARTÕES CORPORATIVOS SECRETOS DA PRESIDÊNCIA AUMENTA NO GOVERNO DA DILMA

O ajuste fiscal determinado pela presidente Dilma Rousseff em investimentos do governo e emendas parlamentares não chegou, passados três meses, aos gastos secretos da Presidência com cartões corporativos.
 
Dados consolidados até o final de março no Portal da Transparência, site oficial que registra os gastos do governo, mostram que a média mensal de despesas secretas subiu 8,2% em relação à registrada em 2010.

 
O site mostra que, de janeiro a março, o gasto da Presidência com cartões corporativos foi de R$ 3.673.298. Desse total, R$ 1.664.806 foi em gastos sigilosos.

 
Em 2010, o total gasto em cartões pela Presidência foi de R$ 17.472.707, dos quais R$ 6.150.534 na rubrica de despesas sigilosas.

 
Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência informou que houve uma redução de 12% nos gastos, e não um aumento. A diferença, segundo a nota, ocorre porque gastos de dezembro, fim da gestão Lula, foram contabilizados no Portal da Transparência como sendo de janeiro.

 
Os gastos com cartões da Presidência são sigilosos por determinação legal, em razão de segurança.

 
Em 2008, o governo Lula enfrentou crise quando dados da gestão Fernando Henrique, incluindo informações do ex-presidente e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso, foram tornados públicos a partir de vazamento da Casa Civil. Dilma, então ministra da pasta, negou que o governo tivesse montado dossiê.

 
Ela disse que a Casa Civil estava organizando um banco de dados para tornar os gastos mais transparentes.

 
Lula disse que tornaria públicos seus gastos ao sair do cargo, o que não foi feito.
Da Folha de São Paulo desta quarta-feira

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sexta-feira, março 04, 2011

GOVERNO DILMA NÃO TEM VIDA PRÓPRIA

O que salva os jornalões de vez em quando não são os artigos e análises produzidas pelos seus jornalistas que se transformaram em pelotões avançados do lulopetismo, mas aqueles da lavra de alguns colaboradores. É o caso deste artigo do professor Marco Antonio Villa que está na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que transcrevo após este prólogo. O título deste post é o original do artigo. Villa é historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos (SP) e se inclui entre as poucas vozes da academia que não resvala para a deletéria prática de tecer louvaminhas ao PT e seus sequazes e que não usa a cátedra para incutir no cérebro dos jovens a idiotia esquerdista.
Neste artigo o professor Marco Antonio Villa resume de forma brilhante o alvorecer opaco do terceiro reinado petista. Além disso dá uma boa aula de jornalismo político para a maioria da brigada petista que infesta as redações da grande imprensa brasileira, salvas as honrosas exceções. O jornalismo brasileiro está tão ruim, mas tão ruim que quando surge um escrito consistente que se apóia nos fatos e não nos delírios ideológicos e oportunistas, acaba sendo destaque e bombando nas redes sociais da internet.  Leiam:

O Brasil é um país fantástico. Os julgamentos políticos duram algumas semanas, se tanto.

Em dezembro, o PMDB era visto como um anteparo diante do autoritarismo do novo governo do PT.


Dois meses depois, o mesmo partido virou o símbolo maior da corrupção. O mesmo se aplica à presidente Dilma Rousseff. Era considerada uma mera marionete de Lula. Cumpria a missão de segurar por quatro anos o lugar que deveria ser novamente de Lula.


Contudo, nas últimas semanas, foi incensada por políticos e jornalistas. O "poste" ganhou vida. Passou a representar a responsabilidade administrativa, a seriedade no trato da coisa pública e até um certo devotamento à cultura, pois seria uma apreciadora de cinema, de música e de literatura.


Numa hábil manobra, o governo conseguiu minar a oposição sem necessitar dos quinta-colunas, que durante anos fizeram de tudo para desestimular o debate político, usando velhíssimos argumentos regionalistas.


Bastou a presidente fazer alguns acenos -como reafirmar (e é preciso?) a defesa da liberdade de imprensa- para que uma verdadeira onda fosse criada realçando as diferenças entre ela e seu antecessor.


Numa curiosa dialética, seriam opostos mesmo fazendo parte do mesmo partido e tendo as mesmas ideias. A insistência para insuflar a criatura contra seu criador é patética. A oposição está jogando fora 44 milhões de votos ao procurar se aproximar da presidente.


É sabida a falta de combatividade de amplos setores oposicionistas, mas o que está acontecendo nas últimas semanas é mais um desastre anunciado. Dilma continuará fiel a Lula e a oposição vai ficar desmoralizada.


Lula e Dilma são apenas faces de uma mesma moeda. Representam os mesmos interesses partidários e empresariais. No máximo podem ter (e têm) estilos distintos.


Seria inimaginável Lula dar uma longa explicação com o auxílio de um "power point". E no mínimo estranho Dilma passear em um palco relatando casos pitorescos da sua vida. A manobra governamental visa somente dar fôlego a Dilma.


Evitar que tenha de se confrontar com a oposição neste momento de recolhimento de Lula. Nada pior para ela do que fazer um discurso de improviso justificando algum erro do governo. Ou responder a perguntas incômodas de jornalistas.


Iria meter os pés pelas mãos, como ocorreu durante a campanha presidencial. Mas não: foi tratada como uma chefe de Estado exemplar. Isso apesar do apagão, do agravamento da superlotação dos aeroportos, da inoperância diante dos efeitos dos desastres naturais, da inflação, do corte fabuloso de R$ 50 bilhões (revelando enorme incompetência na elaboração do Orçamento) e de um ministério pífio, cinzento, sem cara, fraco e incapaz.


O governo Dilma não tem vida própria. É uma extensão do anterior, mero continuísmo. Não se deu conta de que a manutenção da mesma política econômica e social não será suficiente para enfrentar os desafios desta década.


Não é crível imaginar que seja possível simplesmente viver do prestígio do presidente anterior.


Popularidade tem prazo de validade. E não é transferível para todo um governo, diferentemente de uma campanha eleitoral.


A sorte de Dilma é que a oposição não gosta do batente. Deixa para o dia seguinte a oposição que tem de ser feita hoje. Troca os 44 milhões de votos por um simples prato de lentilhas. Tem medo do poder, do enfrentamento, é adesista. Quando dá sinal de vida, confunde contundência com deselegância. Dessa forma, Dilma encontra um fértil campo para a colheita política.


domingo, fevereiro 06, 2011

FERNANDO HENRIQUE: ESTÁ NA HORA DA OPOSIÇÃO BERRAR E PEDIR A DEMOCRATIZAÇÃO DAS DECISÕES

Ainda bem que existe o FHC para escrever algo que vá além das louvaminhas ao PT e seus sequazes derramadas pelo jornalismo petista que domina as redações da grande imprensa brasileira. Por isso transcrevo na íntegra o artigo da lavra do ex-presidente, dos poucos políticos que não necessitam de ghost-writers para se expressar através da palavra escrita. Este artigo de FHC estará em vários jornais deste domingo. Peguei há pouco no site do Diário Catarinense, o tablóide anódino do grupo grupo gaúcho RBS. O artigo está bom, tem conteúdo e idéias que faltam à maioria dos políticos brasileiros, especialmente os que compõem a aliança predatória dos cofres públicos que dá apoio ao governo do PT. Leiam:
Novo ano, nova presidente, novo Congresso atuando no Brasil de sempre, com seus êxitos, suas lacunas e suas aspirações. Tempo de muda, palavra que no dicionário se refere à troca de animais cansados por outros mais bem dispostos, ou de plantas que dos vasos em viveiro vão florescer em terra firme. A presidente tem um estilo diferente do antecessor, não necessariamente porque tenha o propósito de contrastar, mas porque seu jeito é outro. Mais discreta, com menos loquacidade retórica. Mais afeita aos números, parece ter percebido, mesmo sem proclamar, que recebeu uma herança braba de seu patrono e de si mesma. Nem bem assume e seus porta-vozes econômicos já têm que apelar às mágicas antigas (quanto foi mal falado o doutor Delfim, que nadava de braçada nos arabescos contábeis para esconder o que todos sabiam!) porque a situação fiscal se agravou. Até os mercados, que só descobrem estas coisas quando está tudo por um fio, perceberam. Mesmo os velhos bobos ortodoxos do FMI, no linguajar descontraído do ministro da Fazenda, viram que algo anda mal.
Seja no reconhecimento maldisfarçado da necessidade de um ajuste fiscal, seja no alerta quanto ao cheiro de fumaça na compra a toque de caixa dos jatos franceses, seja nas tiradas sobre os até pouco tempo esquecidos “direitos humanos”, há sinais de mudança. Os pelegos aliados do governo que enfiem a viola no saco, pois os déficits deverão falar mais alto do que as benesses que solidarizaram as centrais sindicais com o governo Lula.
Aos novos sinais, se contrapõem os amores antigos: Belo Monte há de vir à luz com cesariana, esquecendo as preocupações com o meio ambiente e com o cumprimento dos requisitos legais; as alianças com os partidos da “governabilidade” continuarão a custar caro no Congresso e nos ministérios, sem falar no “segundo escalão”, cujas joias mais vistosas, como Furnas (está longe de ser a única), já são objeto de ameaças de rapto e retaliação. Diante de tudo isso, como fica a oposição?
Digamos que ela quer ser “elevada”, sem sujar as mãos (ou a língua) nas nódoas do cotidiano nem confundir crítica ao que está errado com oposição ao país (preocupação que os petistas nunca tiveram quando na oposição). Ainda assim, há muito a fazer para corresponder à fase de “muda”. A começar pela crítica à falta de estratégia para o país: que faremos para lidar com a China (reconhecendo seu papel e o muito de valioso que podemos aprender com ela)? Não basta jogar a culpa da baixa competitividade nas altas taxas de juro. Olhando para o futuro, teremos de escolher em que produtos poderemos competir com China, Índia, asiáticos em geral, Estados Unidos, etc.

Provavelmente serão os de alta tecnologia, sem esquecer que os agrícolas e minerais também requerem tal tipo de conhecimento. Preparamo-nos para a era da inovação? Reorientamos nosso sistema escolar nesta direção? Como investir em novas e nas antigas áreas produtivas sem poupança interna? No governo anterior, os interesses do Brasil pareciam submergir nos limites do antigo “Terceiro Mundo”, guiados pela retórica do Sul-Sul, esquecidos de que a China é Norte e nós, mais ou menos. Definimos os Estados Unidos como “o outro lado” e percebemos agora que suas diferenças com a China são menores do que imaginávamos. Que faremos para evitar o isolamento e assegurar o interesse nacional sem guiar-nos por ideologias arcaicas?
Há outros objetivos estratégicos. Por exemplo, no caso da energia: aproveitaremos de fato as vantagens do etanol, criaremos uma indústria alcoolquímica, usaremos a energia eólica mais intensamente? Ou, noutro plano, por que tanta pressa para capitalizar a Petrobras e endividar o Tesouro com o pré-sal em momento de agrura fiscal? As jazidas do pré-sal são importantes, mas deveríamos ter uma estratégia mais clara sobre como e quando aproveitá-las. O regime de partilha é mesmo mais vantajoso? Nada disso está definido com clareza.
O governo anterior sonegava à população o debate sobre seu futuro. O caminho a ser seguido era definido em surdina nos gabinetes governamentais e nas grandes empresas. Depois se servia ao país o prato feito na marcha batida dos projetos-impacto tipo trem-bala, PACs diversos, usinas hidrelétricas de custo indefinido e serventia pouco demonstrada. Como nos governos autoritários do passado. Está na hora de a oposição berrar e pedir a democratização das decisões, submetendo-as ao debate público.
Não basta isso, entretanto, para a oposição atuar de modo efetivo. Há que mexer no desagradável. Não dá para calar diante da Caixa Econômica ter se associado a um banco já falido que agora é salvo sem transparência pelos mecanismos do Proer e assemelhados. E não foi só lá que o dinheiro do contribuinte escapou pelos ralos para subsidiar grandes empresas nacionais e estrangeiras, via BNDES. Não será tempo de esquadrinhar a fundo a compra dos aviões? E o montante da dívida interna, que ultrapassa um trilhão e seiscentos bilhões de reais, não empana o feito da redução da dívida externa? E dá para esquecer dos cartões corporativos usados pelo Alvorada que foram tornados “de interesse da segurança nacional” até o final do governo Lula para esconder o montante dos gastos? Não cobraremos agora a transparência? E o ritmo lento das obras de infraestrutura, prejudicadas pelo preconceito ideológico contra a associação do público com o privado, contra a privatização necessária em casos específicos, passará como se fosse contingência natural? Ou as responsabilidades pelos atrasos nas obras viárias, de aeroportos e de usinas serão cobradas? Por que não começar com as da Copa, libertas de licitação e mesmo assim dormindo em berço esplêndido?
Há, sim, muita coisa para dizer nesta hora de “muda”. Ou a oposição fala e fala forte, sem se perder em questiúnculas internas, ou tudo continuará na toada de tomar a propaganda por realização. Mesmo porque, por mais que haja nuances, o governo é um só Lula-Dilma, governo do PT ao qual se subordinam ávidos aliados.

domingo, janeiro 23, 2011

ANATEL, A KGB BOTOCUDA DA DILMA

Editorial do jornal O Estado de São Paulo, como sempre, vai ao ponto nas questões políticas destoando principalmente se seu portal na internet, onde o espaço consagrado à política é dramaticamente ridículo parecendo mais um site de apoio ao governo. O grupo de editorialistas parece resistir bravamente à transformação do mais tradicional diário brasileiro num pasquim petralha. 
O excelente editorial do Estadão intitulado "A Anatel ameaça o sigilo" pode ser lido aqui. Lembro que já me ocupei de denunciar aqui no blog essa infâmia do governo da Dilma o que a rigor faz juz ao seu currículo, já que foi integrante de grupo terrorista. Os jornalistas chulés da grande imprensa qualificam esses predadores da democracia de guerrilheiros insurgentes, fazendo vistas grossas para o fato de que esses celerados comunistas cometeram atentados e assassinaram inocentes no seu afã de implantar um regime cubano no Brasil. Esta é a verdade que a grande imprensa continua escamoteando para conferir a essa Dilma a aura de heroína.
Fiel à famigerada ideologia comunista Dilma vai mostrando as garras discretamente. Para começar transformou a Anatel no Big Brother petralha, já que essa agência que foi criada para defender os direitos dos cidadãos agora passa a ser o algoz da sociedade brasileira. É uma nova forma do terrrorismo de Estado, aliás um desdobramento das quebras de sigilo cometidas pelo PT durante a campanha eleitoral, delito praticado também por agora Ministro de Estado Zeca Palocci, fato que o obrigou ao renunciar ao cargo de Ministro da Fazenda durante o governo do falastrão de Garanhuns.
Enquanto isso os mecanismos institucionais que garantem a democracia vão sendo pisoteados à vontade pelo governo do PT e a Oposição anuncia que fará críticas propositivas para o bem do Brasil. E vai mais longe. Em São Paulo Alckmin faz de graça o serviço para o PT, já que promete investigar a administração de José Serra e o menino de ouro de Aécio Neves beija a mão da guerrilheira que já anunciou a implantação de uma sucursal do Planalto em Minas Gerais.
Quem se informa pelos jornalões da grande imprensa brasileira, como por exemplo da Folha deste domingo, corre o risco de se transformar num completo idiota. Aliás, não só a Folha, mas todos os demais jornalões que com toda a certeza estarão apoiando ardentemente a candidatura do eterno operário para o governo de São Paulo.
Se Tiririca foi eleito com mais de 1 milhão de votos, imaginem o demiurgo de Garanhuns.


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domingo, janeiro 16, 2011

A CONTRADITÓRIA AUSTERIDADE DA DILMA

Há uma nota na coluna do Lauro Jardim, do site da revista Veja, que não deixa de ser no mínimo contraditória e passa ao leitor uma imagem de austeridade do governo da Dilma. Entretanto, Dilma integrou o governo Lula como Ministra e nunca se insurgiu contra o desabusado uso dos aviões da FAB. Isto sem falar no fato de que sua vitória nas urnas deveu-se à criminosa utilização da máquina pública sem a qual jamais teria logrado chegar à Presidência da República. Esta é a verdade. Leiam a nota: 

Sem alarde, uma alegre rotina que existe desde sempre para os ministros brasileiros foi proibida por Dilma Rousseff. A partir de agora, nenhum deles poderá usar jatinhos da FAB para passar o fim de semana em seu estado.
Usualmente, os ministros marcam reuniões em sua cidade às sextas ou segundas-feiras somente para usufruir a mordomia. Em sua esmagadora maioria, são reuniões tão relevantes quanto um jogo de futebol da terceira divisão.

Em 2009, um campeão da modalidade, Tarso Genro, então ministro da Justiça, fez mais de quarenta viagens para Porto Alegre em aviões oficiais.
O primeiro escalão de Dilma foi avisado: jatinho da FAB é só para compromisso de verdade. Do contrário, que o distinto ministro se dirija ao balcão de uma companhia aérea. Da coluna de Lauro Jardim, do site da revista Veja.

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terça-feira, janeiro 11, 2011

O CIRCO PEGOU FOGO

Não há a menor dúvida de que a maioria da população brasileira é composta por completos ignorantes no que tange à política. Quando não são ignorantes, são oportunistas. Então imaginem o resultado da soma de ignorantes + oportunistas. 
Transcrevo após este prólogo matéria que está no site da revista Veja noticiando que Dilma decidiu negar ao PMDB a participação na coordenação política do governo. Em parte, esse mutismo da Dilma e seus sequazes é sintomático. O circo pegou fogo!
Cumpre assinalar que sem o concurso do PMDB o PT jamais teria alcançado a Presidência da República. Muito menos com a Dilma como candidata. O PT continua atrelado a uma única pessoa e é um partido minoritário em termos nacionais. Tanto é que foi derrotado nos principais Estados, ou seja, naqueles que seguram a economia e que produzem.
Conclusão: o PT é uma mentira tornada verdade à fórceps. O parteiro é o PMDB. Assistiria de camarote esse nesfato entrevero. Ocorre que os efeitos negativos desse "ajuntamento de delinqüentes" segundo afirmou o neo-petralha Ciro Gomes ao referir-se em época pré-eleitoral ao PMDB, turbinado pelo conluio com o PT, corrói a maior conquista do Brasil em sua história: a estabilidade econômica que se seguiu ao Plano Real.  Claro, na época em que o plano veio à luz o PT foi contra. Lula, Dilma e seus sequazes continuam a praguejar contra uma hipotérica herança maldita sob o cúmplice silêncio do PMDB. Não tem preço ver o PT tripudiar contra o aliado que o manteve no poder, não fosse o preço que se está pagando por esse embuste que foi a eleição presidencial de 2010.
Há pouco me espantei vendo os preços praticados pelos supermercados. Uma lata de leite Molico, que era vendida a R$ 7,00 agora custa mais de R$ 11,00. Para ficar apenas num exemplo. Logo o leite que sobra pelo Brasil a fora. E nem falo da carne e hortifrutis, do arroz e do feijão. 
Enquanto isso os salários que começam a ser reajustados em maio pelos índices aproximados da inflação oficial mascarada. É com esse reajuste que os brasileiro comerão o pão que o diabo amassou ao longo de 2011. Leiam o que informa o site da revista Veja. E vejam os 'luminares' que formam o tal conselho político do governo:
A negativa da presidente Dilma Rousseff em conceder um assento ao PMDB nas reuniões de coordenação política - o núcleo duro do governo - contribui para deteriorar a já conturbada relação entre petistas e peemedebistas neste início de gestão. Após cancelar a reunião desta segunda-feira, Dilma convocou o vice-presidente Michel Temer e o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para uma conversa a portas fechadas no Palácio do Planalto. Neste encontro, disse a Temer que o PMDB não teria espaço nas reuniões. Inicialmente, o partido do vice havia indicado o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para integrar o grupo, mas Dilma e seus assessores mais próximos decidiram que essa não era a medida correta a ser tomada.
De acordo com pessoas próximas ao vice-presidente, o governo decidiu não abrir espaço para o PMDB para não ser pressionado a fazer o mesmo com outros partidos aliados. "A ideia não é fazer uma assembleia", disse um interlocutor de Temer. No entanto, acatar a decisão de Dilma coloca o vice-presidente em situação difícil, já que diversos setores de seu partido se mostraram - por diversas vezes - insatisfeitos com o que chamam de "escanteamento" da legenda neste início de governo.
Apesar de Temer ser considerado um político de peso e uma liderança nata dentro do PMDB, suas opiniões não são compartilhadas com todos os setores do partido e o fato de ele ter aceitado a decisão de Dilma pacificamente pode provocar reações na legenda.
A temperatura esquentou entre PT e PMDB logo na primeira semana de governo. Dizendo-se prejudicados na partilha de cargos do segundo escalão, deputados peemedebistas ameaçaram defender um valor maior para o mínimo. Lula havia fixado o salário em 540 reais, mas a decisão será submetida ao Congresso Nacional para entrar em vigor. 
Oficial - A reunião de coordenação política do governo deve acontecer semanalmente no Palácio do Planalto. Além de Dilma e Temer, participam do encontro os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo; do Planejamento, Miriam Belchior; da Fazenda, Guido Mantega; de Relações Institucionais, Luiz Sérgio; da Secretaria de Comunicação da Presidência, Helena Chagas; da Casa Civil, Antonio Palocci; da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho; e o chefe de gabinete da Presidência, Giles Azevedo.

sábado, janeiro 08, 2011

GOVERNO DILMA PODE TER ENTERRADO PROJETO QUE PREVIA 'CONTROLE DA MÍDIA', OU SEJA, CENSURA.

O governo enterrou o projeto de regulação da mídia elaborado pelo ex-ministro Franklin Martins. Após encontro com a presidente Dilma Rousseff no Planalto, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse em tom diplomático e político que há outras prioridades para serem tocadas, como o projeto de banda larga, que pretende apresentar até o final de abril. "A banda larga vai ter prioridade e premência porque vamos discutir também o plano geral de metas de universalização", afirmou.

Pela tradição de Brasília, um governo "enterra" um projeto quando não estipula prazo para envio ao Congresso nem classifica a proposta como prioridade na agenda, observam assessores. Na entrevista, Paulo Bernardo disse que é preciso um "exame detalhado" do projeto para a possibilidade de abrir uma discussão ainda no âmbito do governo. 

Ele relatou que recebeu nesta semana de ex-assessores de Franklin Martins a proposta. "Preciso olhar, fazer um exame detalhado da matéria", disse. "Certamente vamos ter que olhar cada ponto. Todos sabem que tem discussões de caráter econômico, regulação entre setores, disputas", justificou. "Tem discussões relativas aos direitos dos usuários, tem questões que dizem respeito à própria democracia. Vamos examinar tudo e ver como vamos encaminhar." Do portal do Estadão
 
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sexta-feira, janeiro 07, 2011

JORNAL DIZ QUE DECLARAÇÃO DE GENERAL SOBRE TERRORISMO CRIOU MAL-ESTAR NO GOVERNO

O general de Exército José Elito Carvalho Siqueira, 64, novo ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), graduou-se na mesma época e na mesma brigada de paraquedistas que combateu a Guerrilha do Araguaia (1972-1975).
 
Nomeado para o primeiro escalão de um governo que se diz disposto a construir narrativa oficial sobre as mortes e desaparecimentos na ditadura, Elito assumiu o cargo na segunda-feira se posicionando contra a criação da Comissão da Verdade e dizendo que os desaparecidos são um "fato histórico" do qual "nós não temos que nos envergonhar ou vangloriar".

 
A declaração deu origem a um pedido de explicações da presidente e ex-guerrilheira Dilma Rousseff e criou mal-estar no governo. Dilma aceitou a alegação de que ele teria sido mal interpretado.

 
Procurado pela Folha, Elito não esclareceu se atuou ou não no combate à guerrilha.

 
O currículo de Elito divulgado pelo GSI omite a data da passagem do oficial pela brigada que combateu no Araguaia. Diz apenas que, após se tornar oficial, em 1969, foi "classificado no Regimento Escola de Infantaria, sediado no Rio" e cita os cursos "básico de paraquedista, ações de comandos, mestre de salto, forças especiais e salto livre", sem precisar onde ele atuou.

 
Livros sobre a Guerrilha do Araguaia descrevem que até 330 paraquedistas da unidade, contemporâneos de Elito, atuaram no conflito, que resultou na morte de 59 guerrilheiros do PC do B, de 16 soldados do Exército e de dez moradores da região, segundo o jornalista Elio Gaspari.

 
Elito entrou no Exército aos 17 anos, como cadete, 15 dias após o golpe de 1964.

 
A Folha apurou que Elito atuou na Brigada de Infantaria Paraquedista da Vila Militar do Rio entre 1970 e 1973, quando virou instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras. A informação foi confirmada por três oficiais: um general da ativa (que pediu anonimato), um general e um coronel da reserva.

 
Ao mesmo tempo, Elito graduou-se no curso de Forças Especiais, tropa de elite do Exército treinada em técnicas de contraterrorismo e ações contra guerrilha. O período de Elito nos paraquedistas coincide com boa parte da participação da brigada no Araguaia -de 1971 a 1975.

 
Um colega de turma de Elito confirmou que o general atuou com os paraquedistas ao tempo em que houve o combate à guerrilha, mas disse que ele não integrou as equipes levadas ao Araguaia.

 
O coronel da reserva Lício Augusto Ribeiro Maciel, que combateu por mais de um ano no Araguaia, elogia Elito, mas acredita que o general não lutou no Araguaia.

 
"Todo mundo o coloca como trabalhador, honesto, ético. Acho que não vai se dar bem nesse governo, não vai se submeter a um governo de uma guerrilheira. É um desperdício", declarou Maciel.

 
O oficial da reserva Sebastião Rodrigues de Moura, o "major Curió", disse não se recordar do nome de Elito, mas observou que havia uma separação de comandos entre o Serviço Nacional de Informações, no qual ele estava lotado, e os paraquedistas. Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira