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domingo, abril 15, 2012

PETISTAS À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS QUEREM AGORA BRECAR A CPI DO CACHOEIRA, O QUE REVELA O NÍVEL MORAL E ÉTICO DESSES TARADOS IDEOLÓGICOS.

Vejam só esta matéria que está no site de O Globo (transcrevo abaixo) a respeito da CPI do Cachoeira, indicando que a turma do PT entrou em crise. Explica-se: os petistas em sua maioria são gente completamente despreparada. Diria que uma conjunção dos astros - eita! - mantém esses tarados ideológicos no comando a maior Nação latino-americana. Embora o Brasil seja a sede do lixo ocidental, no entanto é o maior país do continente. 
Pois bem. Depois que fizeram a coisa andar pra frente resolveram dar marcha à ré. É que a cachoeira é muito mais caudalosa que imaginavam esses "experientes políticos" do PT, incluindo aí o Lula e toda sua "sagacidade." Mas o que escancara o nível moral dos petistas está mostrado com todas as letras nesta matéria, pois a CPI, conforme se passa na cabeça dessa gente, não está sendo pleiteada para apurar coisíssima nenhuma, mas para criar artificialmente um fato político para desviar a opinião pública do julgamento do processo do mensalão, que segundo o próprio presidente do PT, Rui Falcão, um dinossauro primo de Lenin, não passaria de uma farsa.
Este é portanto o PT, o partido que (des)governa a Nação. O PT é um mau exemplo principalmente para os mais jovens sujeitos à lavagem cerebral desse bando de porras-loucas que fazem política estudantil no Congresso Nacional e mentem nas salas de aula através de seus professores militantes da "causa".
É um troço acintoso e que envergonha qualquer cidadão que tenha mais de um neurônio dentro da caveira.
Transcrevo na íntegra a matéria que está no site de O Globo:

A presidente Dilma Rousseff não está satisfeita com o presidente do PT, Rui Falcão, por causa da atropelada criação da CPI do Cachoeira. Dilma se queixou com ministros e petistas de que Falcão não podia ter saído atirando - e defendendo a criação da CPI - sem consultá-la antes. Agora, o partido tenta puxar o freio de mão. Com o afastamento do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), internado desde sábado com insuficiência coronariana, se as assinaturas forem coletadas a tempo, caberá à vice-presidente Marta Suplicy (PT-SP) instalar a comissão na terça-feira. A preocupação de Dilma com o anunciado descontrole da CPI foi tema da conversa, na sexta-feira, entre ela e o ex-presidente Lula, um dos entusiastas da investigação parlamentar sobre os negócios e relações do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
O líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA), já admite até abortar a CPI, se o Supremo Tribunal Federal (STF) concordar em enviar os autos das operações Monte Carlo e Las Vegas, da Polícia Federal, ao Conselho de Ética do Senado. Mas ele reconhece que, politicamente, é muito difícil reverter a criação da CPI a esta altura dos acontecimentos. O senador José Pimentel (PT-CE), como membro do Conselho, requereu novamente os documentos, alegando jurisprudência do caso do ex-senador Luiz Octávio (PMDB-PA), quando o Supremo enviara o inquérito solicitado pelo Senado.
- Se mandarem os documentos, e avaliarmos que o que a CPI vai apurar é o que está apurado, aí podemos rediscutir a CPI. Mas confesso que é difícil segurar agora. Podem dizer que é golpe - disse Pinheiro.
Dilma ficou especialmente irritada com o vídeo em que o presidente do PT, Rui Falcão, diz que a CPI ajudaria a desviar o foco e neutralizar o desgaste do julgamento do mensalão no STF, que deve começar em maio. Para Dilma, há o risco de a CPI ser um tiro no pé e paralisar o governo. Governadores e governistas também temem que as investigações virem uma bola de neve e desnudem as relações da Delta Construções com governos de todos os partidos.
Petistas criticam intervenção de Lula
Petistas mais moderados criticam a direção do partido por ter atendido, sem discussão, o desejo do ex-presidente Lula, que vibrou quando integrantes do governo do tucano Marconi Perillo (GO) apareceram nas investigações da Polícia Federal. O ex-presidente não perdoa o tucano por ele ter afirmado, durante o escândalo do mensalão, que Lula tinha conhecimento do esquema. Rui Falcão chegou a defender, em vídeo, que a CPI fosse usada para investigar o que chamou de “farsa do mensalão”, que, segundo ele, teria sido montada pelo grupo que circula em torno de Cachoeira.
Depois que forem coletadas as assinaturas necessárias - 171 na Câmara e 27 no Senado -, Marta Suplicy terá que ler o requerimento em plenário, para que a CPI seja criada.
No balanço dos eventuais estragos decorrentes da CPI, o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), aposta que a oposição tem mais a perder do que o governo e a base aliada:
- Tem coisas graves que precisam ser investigadas. Não é CPI contra o governo. As denúncias batem pesado na oposição, inclusive em pessoas que se portavam como paladinos da moralidade. Se aparecer qualquer irregularidade no governo, a providência é mandar apurar. Se tiver que romper contratos (com a Delta), rompe. O objetivo é apurar a infiltração do crime organizado no Estado brasileiro, e pega mais gente da oposição do que do governo.
Além de Perillo, as investigações da PF também envolvem o governo petista de Agnelo Queiroz (DF). A ala mais moderada do PT é contra lavar as mãos em relação à administração do Distrito Federal e refuta o argumento de que Agnelo é recém-chegado no partido.
- É um governo do PT. Não dá para contabilizar como governo nosso só quando interessa - diz uma liderança petista.
Ex-líder do governo, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) é contra e não quis assinar a CPI:
- Acho que era preciso aguardar um pouco. Acho uma temeridade abrir uma metralhadora giratória agora que vai perturbar tudo. Há um ambiente de preocupação. Quem tem experiência de CPI sabe que pode ser um instrumento de perturbação para o governo.
A mesma cautela é adotada pelo atual líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM).
- Eu, Eduardo Braga, pessoalmente sempre acho que CPI, a gente sabe como começa, mas não sabe como termina - diz Braga, estranhando não ter tido nenhuma orientação do Planalto para interferir na instalação da CPI. Do site dde O globo

quinta-feira, dezembro 15, 2011

FHC REAGE ÀS INFÂMIAS EM NOTA SUAVE COMO PÉTALAS DE ROSA. DO JEITO QUE O PT GOSTA!

Acabo de ler no blog do Reinaldo Azevedo, uma nota do ex-presidente Fernando Henrique Cardozo, cobrando de seu próprio partido e militantes uma reação indignada ao turbilhão de infâmias da qual ele mesmo FHC, além de outros tucanos incluindo, evidentemente, José Serra e respectivos familiares, são alvo.
Transcrevo a nota após este prólogo, não sem antes fazer notar que Fernando Henrique em nenhum momento é capaz de dar o nome àqueles que são responsáveis pelas infâmias: o PT. Aliás, o próprio Fernando Henrique recentemente participou de uma reunião do grupo Elder - que reúne políticos famosos aposentados - no Palácio do Planalto. E não custa lembrar que quando a Dilma era Ministra da Casa Civil, de lá saiu o rumoroso caso do "dossiê"que enxovalhava a finada esposa de Fernando Henrique.
Fernando Henrique, velho de guerra, sabe muito bem quem orienta e patrocina essa campanha difamatória e qual é o objetivo. No entanto, polidamente escamoteia o essencial. Mais parece que cumpre apenas uma obrigação de defender sua própria biografia. 
É por estas e outras que o PSDB tende a desaparecer do cenário político brasileiro e já está definhando e a um passo de entregar o estado de São Paulo justamente para os fabricantes de dossiês, ou seja, o PT.
A nota oficial de FHC está vazada nestes termos:
A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB, fomos vítimas em mais de uma ocasião, a mais notória das quais foi o “Dossiê Cayman”, uma papelada forjada por falsários em Miami para dizer que possuíamos uma conta de centenas de milhões de dólares na referida ilha. Foi preciso que o FBI pusesse na cadeia os malandros que produziram a papelada para que as vozes interessadas em nos desmoralizar se calassem. Ainda nesta semana a imprensa mostrou quem fez a papelada e quem comprou o falso dossiê Cayman para usá-lo em campanhas eleitorais contra os tucanos. Esse foi o primeiro. Quem não se lembra, também, do “Dossiê dos Aloprados” e do “Dossiê de Furnas”, desmascarado nestes dias?
Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional.
Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia.
São Paulo, 15 de dezembro de 2011
Fernando Henrique Cardoso

quarta-feira, julho 20, 2011

É POR ISSO QUE BR-101 NÃO TERMINA NUNCA!

Hideraldo Caron, o tranca-rua
Controlada pelo diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, o petista gaúcho Hideraldo Caron, a obra de duplicação da BR-101, entre Palhoça (SC) e Osório (RS), trecho de 348 quilômetros de extensão, acumula histórico de 23 contratos, assinados nos últimos seis anos, e a marca de 268 termos aditivos que aumentaram o preço do empreendimento em pelo menos R$ 317,7 milhões. O governo já gastou na obra - considerada a mais importante da última década no Sul do Brasil, devido à relevância para o turismo e o escoamento de cargas - quase R$ 2 bilhões, com muitas suspeitas de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A conta deve crescer com a inclusão de pontes e túneis que ainda nem foram licitados. Apenas uma dessas obras que estão no papel - a construção da ponte sobre o canal Laranjeiras (SC) - foi contratada por R$ 596 milhões. Falta, no entanto, o licenciamento ambiental. Atualmente, a previsão dos técnicos da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) é que o empreendimento não esteja concluído antes de 2015.
Apadrinhado de Ideli teria mantido trechos parados
No Rio Grande do Sul, os trabalhos na BR-101 estão praticamente concluídos. Em Santa Catarina, onde os serviços estão longe do fim, técnicos do governo do estado, parlamentares e especialistas do setor privado reclamam que o superintendente do Dnit, João José dos Santos, apadrinhado da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, manteve trechos parados por até dois anos. Como resultado, além do atraso, criou-se um emaranhado de trocas de empreiteiras, que se alimentam dos incessantes termos aditivos. No Rio Grande do Sul, os valores também foram "chutados" para o alto.
O caso mais simbólico ocorreu no contrato para duplicação de um trecho da BR-101 em Morro Alto (RS). A obra, inicialmente orçada em R$ 157 milhões, chegou a R$ 272,6 milhões, após o contrato passar por 20 termos aditivos. A assinatura do 12º termo aumentou em 73% o valor originalmente previsto para construção de túneis, o que, segundo os auditores do TCU, fere o limite de 25%, fixado na Lei 8.666 (Lei de Licitações).
Os técnicos do tribunal constataram que o Dnit fez estudos geológicos insuficientes. Como resultado, o projeto impreciso resultou no aumento exorbitante.
O diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, e demais dirigentes, entre eles Hideraldo Caron, só foram isentados de responsabilidade em 2011 porque, em sua análise, o relator do processo, ministro André Luís de Carvalho, considerou o caso uma "excepcionalidade".
Até os projetos para fiscalizar e acompanhar a execução física de obras - considerando-se os aditivos - ficam com seus orçamentos no passado e chegam a crescer 127%. Foi o que ocorreu com o contrato firmado com a consultoria técnica Enecon, que passou de R$ 32,9 milhões para R$ 75 milhões. Uma diferença de R$ 42 milhões.
Trecho a trecho, a obra ganha em preço, sem que a população consiga perceber avanços significativos em sua execução. O contrato do lote 25, em Santa Catarina, firmado com a construtora Araguaia, já passou por 11 aditivos, que incrementaram o valor inicial em R$ 16,5 milhões.
Conclusão está prevista para meados de 2012
Com conclusão prevista para meados de 2012, esse trecho, diz a Fiesc, é o pior: "Atualmente trata-se do segmento mais crítico das obras de duplicação, com grande número de obras de arte (viadutos, pontes) paralisadas e/ou não iniciadas, que poderá comprometer a segurança e o prazo ora previsto".
Em nota ao GLOBO, o Dnit informa que a elevação de R$ 120 milhões do trecho de Morro Alto ocorreu porque o projeto teve que ser adequado para a execução de um túnel. Sobre o salto do contrato de supervisão, o órgão argumenta que ocorreu "em função das prorrogações de prazo para conclusão".
Sobre o aumento de mais de R$ 300 milhões em aditivos na mesma obra, o Dnit argumentou: "Em relação aos aumentos de valor, correspondem aos acréscimos de quantitativos necessários para a plena execução do objeto. Dependendo da complexidade da obra e das condições locais de cada empreendimento, é que se apresentam ou não aumentos de quantitativos e, por consequência, aumento de valor". Do portal de O Globo

sábado, abril 30, 2011

GRÃO-PETRALHAS PREFEREM O CAVIAR À PIZZA

Boa parte do alto escalão do PT faltou ontem à reunião que avaliou o pedido de refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares.
 
A começar de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente de honra do partido, estrelas petistas evitaram o desgaste de participar do encontro do Diretório Nacional.
Titulares do órgão, ministros e senadores transferiram para seus suplentes a tarefa de aprovar o retorno de Delúbio.

 
Caberia em grande parte aos "bagrinhos" -classificação feita pelos próprios petistas- a tarefa de votar.

 
Lula, embora estivesse em Brasília, não passou no partido. Segundo petistas, sua intenção foi evitar a associação de sua imagem como de principal avalista do renascimento político do ex-tesoureiro envolvido no mensalão.

 
Ministros alegaram agenda oficial para não comparecer. José Eduardo Cardozo (Justiça), enviou uma mensagem de apoio a Dutra. Maria do Rosário (Direitos Humanos), afirmou que viajava em missão oficial.

 
O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, nem confirmou presença.
Apesar das ausências, estavam presentes o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, além de José Dirceu, a senadora Marta Suplicy e José Genoino, assessor do Ministério da Defesa. Da Folha de S.Paulo deste sábado


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