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sábado, abril 02, 2011

MOVIMENTO SUL É O MEU PAÍS PREPARA ASSEMBLÉIA GERAL DA COMISSÃO SEPARATISTA DE BRUSQUE (SC) E QUER PARTICIPAR DE ELEIÇÃO 2012

A Comissão Municipal do Movimento O Sul é o Meu País do município de Brusque, uma das mais antigas em atividade, está convocando seus simpatizantes, militantes e lideranças para Assembléia Geral objetivando entre outros assuntos, eleger uma nova diretoria. Nascida em 1993, a Comissão separatista brusquense conta com cerca de 300 filiados e tem sido uma das mais ativas desde a fundação oficial do Movimento O Sul é o Meu País em 1992, na cidade de Laguna.
ELEIÇÕES 2012
O site do MSMP também anuncia também que está elaborando um calendário dos cursos de formação política que promoverá nos Estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.  Segundo o presidente da entidade, Celso Deuchar, o Movimento O Sul é o Meu país pretende preparar até outubro de 2010 pelo menos 200 candidatos a vereador e a prefeito para as eleições de 2012. Para tanto, deve promover até 6 de outubro deste ano mais cinco cursos de formação política para seus militantes nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
De acordo com o presidente da entidade, jornalista Celso Deucher,o primeiro curso foi um sucesso e até agosto devem acontecer mais dois eventos semelhantes ao que aconteceu em Navegantes SC, nos últimos dias 12 e 13 de março. "Vamos promover cursos iguais nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. nestes estados temos muitos militantes que desejam abraçar nossa causa na área política, porém precisam de maiores informações e de preparação para enfrentar um pleito eleitoral, pois em sua maioria são pessoas que não militam na área política", diz Deucher.
As inscrições para os cursos nos dois estados citados devem abrir nos próximos dias, tão logo a cidade e as datas sejam agendadas. Do site O Sul é o Meu País

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EXTRA! A REPORTAGEM QUE TRAZ O RELATÓRIO FINAL DA PF SOBRE O MENSALÃO. REVELAÇÕES SÃO DEVASTADORAS!

Marcos Valério, com novo visual, retorna à cena
Freud Godoy, remunerado à época por Valério, com Lula
A revista Época obteve o relatório final da Polícia Federal sobre o caso do mensalão. O calhamaço revela que o dinheiro usado por Marcos Valério veio dos cofres públicos e traz novas provas e acusações contra dezenas de políticos. A extensa, minuciosa e devastadora reportagem é do jornalista Diego Escosteguy, ex-repórter especial da revista Veja, com a participação de Mariana Sanches, Murilo Ramos, Humberto Junior, Danilo Thomaz, Marcelo Rocha, Andrei Meireles e Leonel Rocha.
Transcrevo os parágrafos iniciais com link para leitura completa. A coisa agora vai direto para o STF e parece que o caldo engrossa e se derrama sobre o Poder Central da República alcançando, inclusive, um Doutor Honoris Causa.
A reportagem vem a público na edição de Época que foi às bancas neste sábado, justamente quando o PSDB reúne a tucanada em Minas Gerais para encontrar uma fórmula que evite a extinção do partido, atualmente com as entranhas minadas pela acidez de uma luta intestina.
Se os tucanos estavam lastimando a falta de uma bandeira para articular a oposição, eis aí um prato cheio, não é mesmo? Leiam:

Era uma vez, numa terra não tão distante, um governo que resolveu botar o Congresso no bolso. Para levar a cabo a operação, recorreu à varinha de condão de um lobista muito especial, que detinha os contatos, os meios e o capital inicial para fazer o serviço. Em contrapartida, o lobista ganharia contratos nesse mesmo governo, de modo a cobrir as despesas necessárias à compra. Ganharia também acesso irrestrito aos poderosos gabinetes de seu cliente, de maneira a abrir novas perspectivas de negócios. Fechou-se o acordo – e assim se fez: o lobista distribuiu ao menos R$ 55 milhões a dezenas de parlamentares da base aliada do governo. O governo reinou feliz para sempre.
Mas somente por dois anos. Há seis anos, em junho de 2005, pela voz do vilão e ex-deputado Roberto Jefferson, a fantástica história do maior escândalo de corrupção já descoberto no país, conhecido como mensalão, veio a público. O governo quase ruiu. Seu líder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que “devia desculpas” ao país. Os dirigentes do PT, o partido responsável pelo negócio com o lobista, caíram um após o outro, abalroados pelas evidências de que, não, aquela não era uma história de ficção: era tudo verdade.
Sobrevieram as investigações de uma CPI (a última que chegou a funcionar efetivamente no país) e a enfática denúncia do procurador-geral da República, que qualificou o grupo como uma “organização criminosa”, liderada pelo primeiro-ministro informal desse governo, o petista José Dirceu. A realidade dos fatos abateu-se sobre as lideranças do partido. Tarso Genro, um deles, falou em refundar o partido. Lula pediu desculpas mais uma vez. O então deputado José Eduardo Cardozo reconheceu que houve mensalão, e que era preciso admitir os fatos.
Parecia que haveria um saudável processo de depuração ética em Brasília. Parecia. Os anos passaram, e a memória dos fatos esvaiu-se lentamente, carregada pelo esforço dos mesmos líderes petistas de reconfigurar o que acontecera através das lentes da má ficção. Dirceu começou a declarar que não houve compra de votos. Petistas disseram que o esquema não fazia sentido, uma vez que, como eram governistas, não precisariam receber dinheiro para votar com o governo – esquecendo que o valerioduto também contemplava o pagamento de campanhas políticas com dinheiro sujo. Delúbio Soares, o tesoureiro que coordenou os pagamentos, disse que tudo se tornaria piada de salão. Agora, obteve apoio para voltar ao partido, de onde fora expulso quando era conveniente a seus colegas. Por fim, quando estava prestes a terminar seu mandato, Lula avisou aos petistas: “O mensalão foi uma farsa. Vamos provar isso”. 
(...)
A investigação da PF dissolve essas incertezas – e faz isso com muitas, muitas provas. A resposta às duas primeiras perguntas é sim, sem dúvida. A resposta à terceira? Nenhum. Não há mais argumentos falaciosos, teses descabidas ou teorias conspiratórias que permitam ignorar os fatos colhidos pela PF. Derrubam-se, assim, os mitos que setores do PT, sobretudo sob a liderança moral e simbólica do presidente Lula, tentaram impor à opinião pública. O mensalão não foi uma farsa. Não foi uma ficção. Não foi “algo feito sistematicamente no Brasil”, como chegou a dizer o ex-presidente. O mensalão, como já demonstravam as investigações da CPI dos Correios e do Ministério Público e agora se confirma cabalmente com o relatório da PF, consiste no mais amplo (cinco partidos, dezenas de parlamentares), mais complexo (centenas de contas bancárias, uso de doleiros, laranjas) e mais grave (compra maciça de apoio político no Congresso) esquema de corrupção já descoberto no país. O significado político e, sobretudo, simbólico do fim desse debate é enorme – e pode alterar os rumos do processo do mensalão no STF, que até o momento tendia para uma vagarosa morte jurídica.  Leia AQUI a reportagem completa!

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VÔO CEGO PARA MINAS: TUCANOS EM EXTINÇÃO

Leiam esta matéria e tirem as suas próprias conclusões. A minha está no título deste post.
O PSDB coletará em abril dados para uma pesquisa nacional sobre a imagem do partido diante dos eleitores brasileiros. Após perder as eleições presidenciais e às vésperas da convenção nacional, a cúpula tucana quer saber a opinião da população sobre as bandeiras, a atuação e o discurso defendido pelos políticos da legenda. Os detalhes do levantamento serão definidos em reunião neste sábado, com os oito governadores do PSDB, em Belo Horizonte. Em seguida, o partido encomendará o estudo para um instituto de pesquisa. 
“Será um grande levantamento. Queremos saber o julgamento que as pessoas fazer do partido, a imagem que passamos aos eleitores”, disse ao site de VEJA o presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra. A ideia é ter os dados em mãos até a convenção nacional, em maio, quando Guerra tentará renovar seu mandato. 
Nos bastidores, o ex-governador de São Paulo José Serra também trabalha pelo cargo. Depois de perder as eleições de 2010 para Dilma Rousseff, Serra vem tentando articular sua volta à cena política nacional. Na última semana, em busca de visibilidade, esteve ao lado do governador Geraldo Alckmin e voltou a aparecer em eventos públicos. Inaugurou até estação de metrô na capital paulista.
Oficialmente, no entanto, Sérgio Guerra é o único nome colocado para a eleição interna, em maio. Serra, fiel a seu estilo, não comenta o assunto. O conciliador Aécio Neves lançou, na semana passada, uma alternativa: a criação de um conselho político para acomodar líderes do partido, como o próprio senador mineiro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Alckmin e Serra. Um tentativa de dar espaço a todas as correntes do PSDB. A ideia ganhou o apoio de Alckmin nesta sexta-feira.
O conselho cuidaria da criação e defesa de propostas com a marca do PSDB e daria uma espinha dorsal à hoje dispersa oposição feita ao governo Dilma Rousseff, do PT. As questões administrativas continuariam sob responsabilidade do presidente do partido. 
Se o modelo for aceito, aumentam as chances de Sérgio Guerra ter o mandato renovado. O presidente diz não ter sido consultado sobre a criação do conselho, mas não rejeita a ideia. “Não vejo problema algum em termos um conselho." O assunto deve ser discutido na reunião deste sábado em Minas Gerais. Do site da revista Veja

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sexta-feira, abril 01, 2011

MOVIMENTAÇÃO DO SUBSOLO PODE SER A CAUSA DA DESTRUIÇÃO DE CASA EM FLORIANÓPOLIS.

Casa ficou completamente destruída (Foto do Diário Catarinense)
A casa que desabou na noite desta quinta-feira em Florianópolis, deixando cinco pessoas feridas, pode ter caído em função de uma movimentação no subsolo. De acordo com coordenador da Defesa Civil Municipal, Luiz Eduardo Machado, o subsolo na região é instável, e o movimento pode ter desestabilizado a estrutura.

Por volta das 23h30 desta quinta, uma casa desmoronou na rua Apicultora, bairro Saco Grande 2, Norte da Ilha. No momento da queda, os cinco integrantes da família dormiam dentro da residência.

Na escuridão da noite, com um corte na cabeça e o rosto cheio de sangue, Izabela Barboza, de 12 anos, conseguiu sair dos escombros e gritou aos prantos:

— Ajuda a minha irmã, pai, ela está trancada! — era a primeira vez que a garota chamava o padastro de 'pai'. Leia MAIS e veja o VÍDEO

Sponholz: TIRIRICA APRENDE RÁPIDO A LIÇÃO!

OPOSIÇÃO FRACOTE E ADESISTA IMPÕE AO BRASIL PROCESSO DE 'MEXICANIZAÇÃO'

Esta matéria que está na Folha de São Paulo desta sexta-feira dá uma idéia de como os tucanos fazem política. Quem deve estar se divertindo é a turma do PT que inclusive está conseguindo enterrar o processo do mensalão.
Com o desmantelamento da Oposição aquela tese de que o Brasil caminha para um tipo de 'mexicanização' começa a fazer sentido. Leiam:

O PSDB vai usar os comerciais a que tem direito em maio para bater na tecla de que, quando governou o país, foi responsável pelo fim da inflação e para mostrar preocupação com sinais de "descontrole" nos preços.

A forma de abordar o assunto e a definição de outros temas a serem usados como bandeiras pelo partido serão definidos depois de ampla pesquisa que a cúpula tucana vai realizar em abril.
 

Os temas serão debatidos na reunião de amanhã entre o presidente da legenda, deputado Sérgio Guerra, e os oito governadores do partido, em Belo Horizonte.
 
Guerra participará da primeira parte do encontro dos governadores, que tratarão, ainda, de uma pauta de reivindicações dos Estados para o governo federal.


Anfitrião da reunião, o governador de Minas, Antonio Anastasia, evita associar o governo Dilma Rousseff o risco de volta da carestia. 

"A preocupação com a inflação é permanente no PSDB e em qualquer pessoa em sã consciência", disse ele ontem, antes do velório do vice-presidente José Alencar.
 
No Relatório Trimestral de Inflação, divulgado na quarta-feira, o Banco Central reduziu de 4,5% para 4% a previsão do crescimento da economia do país neste ano. A instituição afirmou que poderá alcançar em 2012 a meta de inflação de 4,5%.

 
A estimativa do BC para o IPCA, principal índice de preços, neste ano subiu de 5% para 5,6% -dentro do teto para a meta de 6,5%.

 
Para Anastasia, o governo Dilma tomou medidas para conter a alta de preços. O tucano acha que, por ora, a situação é de "sinal amarelo, não vermelho". "É mais um alerta", afirmou.

 
Martelar o fato de ter sido o partido que domou a inflação, no entanto, é visto pela direção do partido como uma maneira de o PSDB definir um discurso.

 
"Vou apresentar a pesquisa aos governadores, ouvir suas opiniões e organizar a comunicação do partido, que está muito errática", disse Sérgio Guerra.

POLÍTICA INTERNA

Na reunião de sábado, os tucanos também vão discutir a recondução de Sérgio Guerra ao comando do partido. O ex-presidenciável José Serra se opõe, mas a proposta tem o apoio do senador Aécio Neves -que também estará presente ao encontro.

 
Setores do partido capitaneados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tentam costurar o consenso. 


Conforme informou ontem o "Painel", uma das ideias em debate é, além da criação de um conselho político, fazer um rodízio na presidência do partido. Da Folha de São Paulo desta sexta-feira

TIRIRICA EMPREGA AMIGOS QUE FICAM EM SP COM SALÁRIOS DE R$ 8 MIL PAGOS PELA CÂMARA

Deputado mais votado do Brasil, com 1,3 milhão de votos, o palhaço Tiririca (PR-SP) usa dinheiro da Câmara para empregar humoristas do programa A Praça é Nossa. Em 23 de fevereiro, foram nomeados como secretários parlamentares os humoristas José Américo Niccolini e Ivan de Oliveira, que criaram os slogans da campanha eleitoral do deputado. Ambos recebem o maior salário do gabinete, de até R$ 8 mil, somadas as gratificações.
Niccolini é presença semanal na TV com o personagem Dapena, uma sátira do apresentador da TV Bandeirantes José Luiz Datena. No ano passado, durante as eleições, o humorista foi protagonista de um quadro cômico que interpretava os então candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).
Os humoristas nomeados por Tiririca moram em São Paulo e não cumprem expediente diário como servidores da Câmara - até porque Tiririca não tem escritório político na capital paulista. Niccolini e Oliveira ajudaram a fazer dois dos slogans principais da campanha: "Vote no Tiririca, pior do que está não fica" e "O que é que faz um deputado federal? Na realidade, não sei. Mas vote em mim que eu te conto".
Ideias. Procurado pelo Estado, Niccolini justificou a sua contratação na Câmara com a seguinte frase: "A gente é bom para dar ideias". "Ele (Tiririca) escolheu a gente porque ajudamos na campanha, só por isso. Porque acredita que podemos dar boas ideias." Leia MAIS

FILHOS DE LULA FECHAM EMPRESAS QUE CRIARAM DURANTE O SEGUNDO MANDATO DO PAI

Menos de três meses depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar o governo, dois filhos do petista desmontaram empresas que abriram durante o segundo mandato do pai.

Em dezembro, a Folha revelou que os filhos Luís Cláudio e Fábio Luís haviam aberto, como sócios entre eles próprios ou com outras pessoas, duas holdings não financeiras e uma empresa voltada à área esportiva. Alguns dos sócios eram empresários amigos de Lula.

Desde o início do ano, houve uma mudança de plano dos irmãos, que não dividem mais nenhuma sociedade. No início do mandato do pai, os dois irmãos eram estagiários. Fábio Luís, que é biólogo, no zoológico, e Luís Cláudio em clube de futebol.

A holding LLCS, criada pelos dois para atuar na área esportiva, foi desativada. Luís Cláudio também deixou outra holding, a LLF, agora só em nome do irmão, e não tem mais empresas na Junta Comercial de São Paulo.

Fábio Luís, conhecido como Lulinha, mantém a Gamecorp (PlayTV), seu negócio mais conhecido por receber aportes milionários da empresa de telefonia Oi.

Luís Cláudio, que até o final de 2010 tinha participação em três firmas, abandonou a sociedade com dois amigos e um sócio na ZLT 500, empresa criada no Morumbi, zona oeste de São Paulo, de eventos esportivos.

A desidratação das empresas vem ocorrendo desde fevereiro, dois meses após a Folha revelar os novos negócios dos filhos de Lula, entre eles as duas holdings.

Procurado ontem, Fábio Luís disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar. Luís Cláudio não respondeu ao e-mail encaminhado. Os ex-sócios dele em uma das empresas não foram localizados pelo jornal. Da Folha de S. Paulo desta sexta-feira

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Sponholz: DIA NACIONAL DO PT!

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