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quarta-feira, julho 27, 2011

BARBUDINHO CHEFETE DO DNIT PAULISTA DEVE SER O PRÓXIMO A SER DETONADO PELA 'FAXINA'

Filiado ao PR, o chefe da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) em São Paulo, Ricardo Rossi Madalena, poderá engrossar o grupo de demissões do órgão se o Ministério dos Transportes cumprir a determinação da presidente Dilma Rousseff de que os cargos de segundo e terceiro escalões sejam ocupados por quem não tenha condenações na Justiça. 
Madalena, que comanda a regional do Dnit há cerca de três anos e meio, por indicação do deputado federal Milton Monti (PR-SP), foi condenado por peculato a dois anos e quatro meses de prisão por desviar sacos de cimento da Prefeitura de Ipaussu, no interior paulista, quando seu pai era prefeito (1989 a 1992). Ele recorreu e conseguiu cumprir a pena, reduzida a um ano e dois meses, em regime aberto.
Engenheiro civil, Madalena era secretário de Obras no município, único cargo público que ele ocupou antes de assumir a superintendência do Dnit. A sentença foi em 1991. Além dele, outros dois funcionários da prefeitura foram condenados. Em sua defesa, Madalena disse que a condenação ocorreu porque "apenas cinco sacos de cimentos" que haviam sido emprestados a moradores da cidade pela prefeitura não foram devolvidos.
- Acho que sou uma pessoa ficha limpa. Eu não tenho nada a esconder. Isso faz 20 anos. Nós tivemos uma crise de cimento na época, e a prefeitura decidiu ajudar munícipes que iam aos depósitos e não encontravam o material. Emprestamos cimento e depois eles devolviam. Apenas cinco sacos nunca foram devolvidos - disse o dirigente do Dnit. 
 A promotoria não aceitou a alegação de empréstimo na época. "As retiradas de materiais de construção do almoxarifado não podem ser consideradas como empréstimos, uma vez que não houve em nenhum momento qualquer estipulação de prazo de restituição desses materiais. Salientando-se que os mesmos só o foram quando da abertura do inquérito policial e conseqüente oitiva dos envolvidos", diz trecho da sentença. Leia MAIS


terça-feira, julho 26, 2011

OBSCURANTISMO E CRETINICE VESTIDOS DE HIPOCRISIA

A grande imprensa nacional e internacional tornou-se um lixo só. E contam-se nos dedos os jornalistas que trabalham nessas grandes corporações de difusão da notícia e da opinião que não sejam estúpidos ou que ainda não tiveram seus cérebros abduzidos pela maldição do pensamento políticamente correto, essa peste que solapa os valores da civilização ocidental.
A inteligência sempre foi rarefeita, sempre foi uma exceção na história da humanidade. Não fosse assim a cada ano, pelo menos, nascería um novo gênio da ciência, da filosofia ou das artes. No entanto, o mundo continua venerando e aprendendo com a filosofia grega. E lá se vão dois mil anos. 
Essa predominância do obscurantismo e a cretinice vestidos de hipocrisia tem uma explicação: o extraordinário crescimento da população do planeta que decorre justamente da genialidade de alguns humanos que desenvolveram a ciência e a tecnologia graças à consagração do direito racional que possibilitou a estruturação do Estado laico, o regime democrático e as liberdades. 
Contudo deparamo-nos com o inevitável paradoxo das conseqüências: o avanço da ciência até aqui que permite a longevidade, a qualidade de vida e viabiliza a gestação em profusão de novos seres humanos não traz à luz a inteligência, que continua reduzida. Este aspecto da natureza humana torna-se mais evidente em decorrência do fato de que existem mais humanos povovando o planeta, algo hoje em torno de 7 bilhões. Ou seja, existem muito mais imbecis! Eles se tornaram a maioria absoluta!
O resultado disso é que as iniqüidades passaram a ser a regra. Assiste-se a um esforço gigangtesco para impor a imbecilidade e a estupidez como o únicos parâmetros a nortear a organização social. E a justificativa não pode ser mais cretina, pois se baseia num conceito completamente idiota que atende pelo designativo de 'inclusão'. E os principais difusores dessa torrente de estupidez são os veículos de comunicação onde predomina em 99% o jornalismo politicamente correto. É possível intuir então que a humanidade provavelmente já iniciou o caminho de volta às cavernas. E o fará com os pés e as mãos no chão.
Na atualidade brasileira sobram muito poucos jornalistas da grande imprensa que têm cérebro. Dentre eles estão o Reinaldo Azevedo, o Augusto Nunes e mais meia dúzia de bravos resistentes. Rendo minha homenagem ao Civita, dono de uma das maiores empresas genuinamente brasileira, que é o Grupo Abril que edita a revista Veja e mais um montão de títulos, por não se entregar ao politicamente correto e permitir que a inteligência ainda tenha lugar na imprensa brasileira.
A propósito, Reinaldo Azevedo postou nesta tarde no seu blog um artigo muito especial cujo título condensa o pensamento dessa maioria de asnos travestidos de jornalistas: "Abaixo a Democracia!" Transcrevo porque está mais do que perfeito. Bravo Reinaldo! Leiam:

A imprensa “liberal” americana, que quer dizer “de esquerda” (a possível) nos EUA, e amplos setores da imprensa brasileira estão com o saco cheio da democracia. A síntese poderia ser mais ou menos esta: “Se é para todo mundo ter direito a uma opinião e se os progressistas [é o que pensam de si mesmos] não puderem impor a sua agenda, então democracia pra quê? Esse sistema é bom quando a gente ganha e quando a nossa vontade triunfa. A democracia que dá a vitória aos nossos adversários é o princípio do apocalipse”.
Não vivemos dias muito fáceis, não, embora nunca tenha sido tão fácil viver se nos dedicarmos a uma mirada, digamos assim, histórica. Sim, existe muita pobreza no mundo (desde que o mundo é mundo), mas nunca, por exemplo, a tecnologia de ponta chegou com tanta rapidez ao povo. Tanto é assim que os reacionários de esquerda estão preocupadíssimos com o interesse das massas pela sociedade de consumo. Bons eram aqueles tempos em que os trabalhadores pediam “liberdade” em vez de iPad. O marxismo lírico-pegador de Arnaldo Jabor parecia fazer mais sentido… Afinal, pensam, “se o nosso objetivo não for nos libertar deles [os conservadores], vamos lutar por qual causa?”
Incrível! Deploram a democracia, mas voltam o dedo acusador contra os adversários. Os atentados praticados por Anders Behring Breivik, o delinqüente norueguês, soltou a besta antidemocrática que estava mais ou menos aprisionada no coração das esquerdas, mesmo as mais moderadas — até aquelas que se fingiam de tolerantes multiculturalistas no New York Times. Então vamos ver.
Não há editorialista politicamente correto, islamicamente correto, multiculturalisticamente correto que já não tenha escrito o seu texto deplorando os atentados terroristas praticados por extremistas islâmicos como uma contrafação do islamismo, o verdadeiro, o essencial, que seria pacífico, tolerante, ecumênico, inclusivo, até mesmo, creiam, democrático. Tomadas em seus fundamentos, todas as crenças têm seu rol de prescrições — e, pois, de limitações. A violência não é estranha ao Velho Testamento, ao Novo ou ao Corão. Digamos que o cristianismo tenha descoberto o caminho da democracia de massas, etapa ainda não alcançada pelo Islã. Se vai conseguir chegar lá, não sei. De todo modo, chamo a atenção para o fato de que, contra as evidências, a experiência e a realidade empírica, afirma-se a existência de um islamismo libertário como contraposição ao delírio terrorista. Este não é visto como uma exacerbação dos fundamentos daquele, mas como o seu oposto.
Pois bem. Alguém notou algum esforço dessa imprensa “correta” para distinguir um vagabundo como Anders Behring Breivik dos cristãos ou, se quiserem ainda, do “fundamentalismo cristão”? Não! De súbito, vejam que formidável!, os supostos extremistas da cruz passaram a ser vistos como uma ameaça. Além deles, claro!, a perigosa “direita” estaria na raiz de tudo o que ameaça o bem-estar da humanidade. Jabor, para ficar na expressão caricata desse pensamento, depois de nos contar pela enésima vez que ele abatia menininhas em Ipanema, afirma em sua coluna de hoje que “os homens-bomba nasceram aos milhares, paridos pelos criminosos Bush e Dick Cheney…”   Entenderam? Não fossem os republicanos, a direita, os fundamentalistas cristãos, não haveria terrorismo islâmico. É um juízo boçal, que joga a história no lixo. E daí? Um ficcionista não precisa ser fiel à realidade.
Embora boa parte do mundo seja hoje composta de teocracias islâmicas — não há uma única cristã — e o terrorismo seja financiado por estados constituídos, o mundo parece à beira do apocalipse por causa, pasmem!, da “islamofobia” dos “fundamentalistas cristãos”!!! Osama Bin Laden ou até mesmo o Hamas podem ser tomados, então, como contrafação do “verdadeiro islamismo”, mas Breivik não! Ele seria a expressão verdadeira, sem hipocrisia, da “ultradireita” e do “fundamentalismo cristão”. Não custa notar: o que chamam “ultradireita” são partidos legais, que disputam eleições e que não recorrem à luta armada como método de tomada de poder. O New York Times foi longe: num texto sobre a intolerância, chegou a botar Nicolas Sarkozy e Angela Merkel no saco de gatos dos… intolerantes porque direitistas e adversários do “multiculturalismo”.
Faz sentido! O New York Times (vamos ver se consigo escrever a respeito ainda hoje) descobriu que o que impede o Barack Obama presidente de fazer o que o Barack Obama candidato prometeu são os… republicanos! Essa gente tem a ousadia de se opor ao presidente e pode, ameaça o jornal, conduzir os EUA para o caos. Isso quer dizer que o país chegou ao ponto em que a democracia pode destruir a América. Sendo assim, das duas uma: ou se acaba com a democracia ou se acaba com os republicanos. Pensando bem, as duas coisas querem dizer uma só.
Huuummm… Democracia nunca foi mesmo uma questão programática para as esquerdas, não é mesmo? Talvez elas estejam ficando menos hipócritas.

Sponholz: A verdadeira faxina não foi feita!

OPOSIÇÃO NEGA 'CHEQUE EM BRANCO' A OBAMA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez ontem um apelo em rede nacional de TV para que haja um comprometimento de republicanos e democratas com um acordo para elevar o teto da dívida pública do país, hoje em US$ 14,3 trilhões. O risco real de suspensão de pagamentos a partir de 3 de agosto levou Obama a alertar a nação sobre o "perigoso jogo" dos republicanos e a convocar os americanos a pressionar o Congresso por uma solução equilibrada, para não serem vítimas de uma "guerra política".
"Se seguirmos pelo caminho do não acordo, nossa crescente dívida pode custar postos de trabalho e causar sérios danos à economia", disse o presidente. Segundo ele, "embora o povo americano tenha votado num governo dividido, não votou num governo que não funciona".
Momentos após o discurso de Obama, o presidente da Câmara, o republicano John Boehner, disse que os Estados Unidos não podem suspender os pagamentos, mas não se pode dar um "cheque em branco" ao governo. Ele advertiu que o povo americano não aceitará um aumento da dívida sem cortes significativos nos gastos e uma reforma.
A apenas oito dias do prazo final para a elevação do teto da dívida pública americana, a divergência maior entre o Senado de maioria democrata e a Câmara dos Deputados de maioria republicana já não está em questões sensíveis ao eleitorado dos dois partidos, mas no ambiente para as eleições presidenciais de 2012. Republicanos querem expor a Casa Branca a um novo risco de suspensão de pagamentos no início da campanha de reeleição de Obama. Os democratas querem se livrar dessa ameaça.
Sete votos. O aspecto eleitoral ficou evidente com a apresentação de uma nova proposta do democrata Harry Reid, presidente do Senado, para elevar em US$ 2,4 trilhões o atual teto da dívida dos EUA, de US$ 14,3 trilhões.
A cifra permitiria ao governo Obama encerrar 2012 sem o risco de ver o passivo bater no teto. A última proposta do presidente da Câmara aumentaria o limite em apenas US$ 1 trilhão, forçaria a Casa Branca a iniciar novas negociações com o Congresso no início de 2012 e tornaria seu governo ainda mais vulnerável ao anúncio de uma possível suspensão de pagamentos.
A votação no plenário do Senado deverá ser realizada até quarta-feira. Mas a aprovação do texto depende da conquista de mais sete votos republicanos. Para permitir uma rápida tramitação nas duas Casas, Reid excluiu as medidas rechaçadas pelos democratas - corte nos gastos com a assistência médica e a Previdência Social - e republicanos - o fim da redução de impostos aos mais ricos. Incluiu apenas medidas já aceitas na votação de outros planos. Com isso, previu um esforço fiscal menor do que o esperado, de US$ 2,7 trilhões, até 2022. Do portal do Estadão


MEU COMENTÁRIO: Se prevalecer o que deseja Obama, os Estados Unidos desmoronam e, com eles, os pilares da civilização ocidental.

O TERRORISTA NORUEGUÊS E OS ESQUERDOPATAS

Noruegueses choram seus mortos na Marcha das Rosas
O nefasto episódio da chacina praticada por Anders Behring Breivik na Noruega tem uma só leitura: além do ato estúpido, cruel e deletério em si mesmo, serviu para azeitar a máquina da idiotia politicamente correta e açular a canalha esquerdista. Se esse norueguês estava pensando em defender os valores a civilização ocidental deu a maior contribuição para os que militam em prol de sua destruição.
Além disso, ofereceu de bandeja à mídia dominada pelo esquerdismo, que na atualidade se abriga sob o manto do pensamento politicamente correto, um turbilhão de pautas que tem como ponto de partida a afirmativa de que a direita e os movimentos conservadores são integrados por assassinos, o que é uma deslavada mentira. 
Esse norueguês é a excrescência rediviva do nazismo e do fascimo de um lado; de outro do falido comunismo que caiu de podre com o Muro de Berlim justamente pelo seu implacável viés genocida. Os extremos constumam se encontrar.
A propósito, o Reinaldo Azevedo postou no seu blog um texto lapidar que coloca no devido lugar este assunto que vem ocupando o noticiário internacional com reportagens que mistificam a realidade dos fatos no que tange à política, distorcendo-os de forma traiçoeira de forma a induzir que se pense que todos que são contra o multiculturalismo e combatem o avanço da intolerância islâmica partilhem do terrorismo e do assassinato como meios de fazer valer seus pontos de vista. Assim sendo, e mesmo que os leitores deste blog já tenham lido lá no espaço do Reinaldo, decidi transcrever na íntegra o texto, que assino embaixo. Para quem não leu, recomendo a leitura:
Hora de falar sobre Anders Behring Breivik, o tal norueguês que assumiu os atentados terroristas. Quem ou o que é ele mesmo? Extremista de direita, antimarxista, antimulticulturalista, xenófobo, antiislâmico, cristão fundamentalista, reacionário? Alertado por um amigo, li trechos daquela maçaroca que traz os princípios da sua, digamos assim, “luta”. O Brasil é lembrado. Segundo diz o rapaz, a “mistura de raças” responde pelas dificuldades que o país enfrenta, inclusive a desigualdade social. As convicções de Anders podem até ter sido de direita um dia; hoje, ele é um sociopata, que defende o terrorismo como instrumento de conscientização das massas.
O arquivo está aí. Os leitores sabem muito bem o tratamento que defendo para os terroristas — identifiquem-se eles como “fundamentalistas cristãos” ou “fundamentalistas islâmicos”. Aliás, os leitores conhecem o que penso sobre qualquer pensamento que flerte com o terrorismo como instrumento de luta política. Recentemente, quem transformou essa tese num norte conceitual foi o filósofo marxista esloveno Slavoj Zizek, que é tratado como uma pessoa séria por boa parte da esquerda e da imprensa brasileiras.
Numa coletânea de textos de Robespierre, intitulada, muito apropriadamente, “Virtude e Terror”, Zizek faz a defesa aberta do terrorismo. O trabalho mereceu no Brasil uma resenha elogiosa do uspiano Vladimir Safatle. Interpretando e explicando o pensamento de Zizek, escreveu o professor:
“a partir da Revolução Francesa, sobe à cena do político uma subjetividade ‘inumana’ por recusar toda e qualquer figura normativa e pedagógica do homem, por recusar de maneira ‘terrorista’ os hábitos e costumes, por não se reconhecer mais em natureza e em determinação substancial alguma.”
Entenderam? Zizek, Safatle e Breivik — os dois primeiros como pensadores de extrema esquerda e o último como um ativista de extrema direita — nutrem simpatias por uma política que recusa certas balizas normativas. Tanto é assim que Safatle, estimulado pelo mestre, enxergou uma necessidade no mundo moderno: “Construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa”.
Ora, dêem-me exemplos de “serem não-substanciais”, que se manifestam como “potência disruptiva e negativa”… Huuummm… A Al Qaeda? O Hamas (em relação a Israel ao menos)? As Farc? As milícias chavistas? Ocorre que um delinqüente como Anders Behring Breivik, brincando de Hitler norueguês, também entende que existe uma nova “subjetividade”, que se expressa de modo não-subordinado aos limites dado pelo humanismo, com intuito de romper a ordem e criar um novo movimento…
Qual é o lugar adequado para um vagabundo dessa espécie e seus eventuais seguidores ou líderes? A cadeia. Ele mata mais de 70 pessoas para combater o marxismo? Querem melhor propaganda do marxismo do que isso? Não há nada que um Hobsbawm consiga fazer em favor de uma teoria moribunda, no que concerne ao proselitismo, que dezenas de cadáveres não façam com mais eficiência. Ele mata mais de 70 pessoas contra a expansão do Islã na Europa? Querem melhor propaganda do islamismo extremista do que dezenas de corpos de jovens alvejados, sem qualquer chance de defesa, em nome do combate ao islamismo? Se alguém escolhe o caminho da morte e do massacre para combater uma religião, reforça o horizonte escatológico dessa crença. Ele mata mais de 70 pessoas contra o multiculturalismo? Querem melhor propaganda do multiculturalismo do que essa manifestação irracional de intolerância, como se o mundo se dividisse entre multiculturalistas, que aceitam a diversidade, e seus oponentes, que a repudiam? Até onde se sabe, a violência autóctone é uma das flores do mal do… multiculturalismo, hoje certamente mais defendido por Ahmadinejad do que por democratas de direita da Europa.
Anders Behring Breivik é um criminoso, e não há um só conservador, respeitado entre conservadores, que se atreva a defendê-lo. Mas há, não obstante, esquerdistas respeitados por seus pares que defendem, por exemplo, os traficantes comuno-fascistas das Farc, cujos métodos não se distinguem dos daquele vagabundo.
Os bobões diriam: “Veja o Reinaldo tentando demonstrar que todas as correntes têm seus extremistas incômodos”. Uma ova! A clivagem, nesse caso, não obedece à conhecida nomenclatura “direita-esquerda”;  Breivik não é um direitista incômodo. De jeito nenhum! A divisão que interessa nesse caso se dá entre os que admitem o terrorismo como expressão da luta política e os que não admitem, pouco importa o conteúdo de sua proposição. O intelectual marxista e petista Octavio Ianni escreveu pouco antes de morrer um texto em que afirmava o caráter revolucionário da… Al Qaeda!
Eu sou cristão e não reconheço Breivik como um “fundamentalista” dessa crença porque não há princípio a ser evocado que justifique a morte; aliás, o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo; hoje em dia, praticamente só cristãos morrem em razão de sua fé — morrem, não matam. Eu sou um antimulticulturalista convicto porque acredito nos valores universais da democracia ocidental, que reconhecem no indivíduo, e em suas escolhas, a matriz da liberdade; Breivik, um fascista, sonha com uma identidade coletiva. Ele não combate o multiculturalismo coisa nenhuma! Ele combate é a liberdade. Eu sou um crítico do extremismo islâmico e cobro, então, do Islã não-extremista uma clara mensagem de combate ao que seria o desvio da fé. Onde está a mensagem de repúdio ao ódio e de aceitação das outras crenças?
Qualquer um que recorra à morte de inocentes ou à imposição de um ponto de vista por intermédio da violência para impor a sua vontade e para anunciar o seu horizonte utópico é um ser desprezível, que tem de ser afastado do convívio social, pouco importa se professa convicções de direita ou de esquerda, cristãs ou muçulmanas, multiculturalistas ou não, ecológicas ou não (já que existe o terrorismo verde). Numa democracia, o flerte com a ilegalidade, ainda que em nome da justiça, só produz mais injustiças. Digam-me um só esquerdista que abraçaria essa minha divisa. Por que nãoi? Afinal, o que há de errado com ela? Defende a democracia e a lei. E que democracia e leis não são valores de… esquerda!
E não! Não vou me intimidar com o lixo intelectual e moral dos cretinos segundo os quais um Breivik, com a sua violência, encarnaria a verdadeira face da direita; já as Farc e seus métodos seriam apenas a falsa face da esquerda. Assim, idealmente, a direita encarnaria o mal, como prova Churchill, e a esquerda, o bem, como prova Stálin.
Que aquele canalha e seus eventuais apoiadores apodreçam na cadeia!
E, já que estamos aqui, vamos lá: viva o cristianismo, abaixo o multiculturalismo, vivam as liberdades individuais!
PS - E já que cumpre dizer tudo, espero que Anders não fuja da cadeia e não peça refúgio no Brasil, certo? Ou o PT só aceita homicidas “de esquerda”?

segunda-feira, julho 25, 2011

CHÁVEZ QUER FICAR NO PODER ATÉ 2031

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, está decidido a ficar à frente do governo até 2031. Em entrevista publicada nesta segunda-feira, 25, no jornal estatal Correio do Orinoco, o venezuelano garantiu que o câncer jamais o fez pensar em deixar a presidência. Ele confirmou ainda sua candidatura para as eleições presidenciais de 2012.
"Estou resolvido a chegar até 2031", disse Chávez ao mencionar o projeto que traçou desde sua chegada ao poder, em 1999, e pretende completar três décadas no poder, incluindo uma “década de ouro”, como ele diz, entre 2020 e 2030.

Chávez, conhecido por seu estilo ativo, carismático e populista, está visivelmente enfraquecido para disputar um novo mandato em dezembro de 2012. Com a entrevista, o presidente tentou acalmar as especulações sobre seu estado de saúde.


“Tenho razões médicas, científicas, humanas, razões de amor e razões políticas para me manter à frente do governo e da candidatura, com mais força do que antes”, disse o presidente, que faz 57 anos na quinta-feira. Chávez retornou à Venezuela no sábado, de surpresa. Ele passou a semana em Cuba fazendo quimioterapia.
No seu retorno, disse que os médicos não detectaram “células malignas” em seu corpo, embora tenha ressaltado que ainda existe o risco de a doença voltar. Chávez anunciou que manterá sua agenda “reduzida” de compromissos para seguir as recomendações médicas.
“Se houvesse razão, deixaria o poder. Principalmente se houvesse prejuízo à parte física ou mental. Seria o primeiro a querer parar, e de maneira responsável”, afirmou. Há detalhes sobre a doença que Chávez prefere guardar, uma vez que “fazem parte de sua experiência pessoal”.
Chávez adiantou que a comemoração de seu aniversário será realizada no dia 28 com o povo em uma celebração nunca antes vista, embora não tenha revelado detalhes por questões de segurança. “A doença despertou ainda mais vontade de viver, de lutar e de vencer”. Do portal do Estadão

SERÁ QUE CUBANOS TÊM O QUÊ COMEMORAR?

Enquanto Fidel Castro desfruta bela mansão povo vive em cortiços
Cuba comemora, se é que dá para comemorar alguma coisa nesse país em frangalhos, 58 anos do fracassado assalto ao quartel de Moncada, considerado o início da revolução comunista de Fidel Castro. A data é denominada "Dia da Rebeldia Nacional" e o ato "comemorativo" terá lugar este ano em Ciego de Ávila, a uns 430 quilômetros de Havana.
Acima duas fotos da vida urbana de Cuba. Pelo que se vê do casario e dos prédios que ainda se mantém de pé, Cuba, antes do ataque comunista de Fidel Castro, deveria ser um país bonito e Havana uma capital glamourosa. Hoje restam apenas ruínas. É uma imensa favela. Um lixão e seus cidadãos vivem em cortiços sem qualquer segurança como atesta uma sequência de fotos publicadas no site do jornal El Nuevo Herald, e onde vocês poderão ler o texto sobre a efeméride comunista cubana em espanhol.

GOVERNADORES NORDESTINOS DO PT FAZEM LOBBY PARA MAMAR DINHEIRO PÚBLICO COM NOVA CPMF

Os governadores do Nordeste cobraram da presidente da República, Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (25) um debate mais efetivo sobre a criação de uma nova fonte de recursos para a saúde. Em viagem a Alagoas, Dilma assinou nesta segunda um “pacto” com os governos da região para retirar da pobreza mais de 9,6 milhões de brasileiros.
“Me coloco à disposição como primeiro da fila para buscar novas formas de financiamento da saúde”, afirmou o governador da Bahia, Jacques Wagner, sem esclarecer se sua disposição estaria relacionada ao debate sobre a criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).
O imposto do cheque, como era conhecido, foi criado em 1993 e tinha arrecadação de cerca de R$ 40 bilhões destinada à saúde, mas foi extinto em dezembro de 2007 pelo Senado, sob o argumento de que teria sido desvirtuado pelo governo.

A discussão sobre a necessidade de uma nova fonte de recursos para custear a saúde começou em 2008 e está em andamento no Congresso, com o surgimento da proposta de criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), imposto elaborado nos moldes da CPMF, inserido no texto da Emenda 29, em tramite na Câmara. O presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), já disse, porém, que a criação da CSS não será aprovada pelos deputados. Leia MAIS