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quarta-feira, novembro 02, 2011

ENCAPUZADOS TENTAM OCUPAR REITORIA DA USP

Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, após assembleia realizada na noite desta terça-feira (1º), desocupar o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), ocupado desde quinta-feira (27) em protesto contra a ação da Polícia Militar (PM) no campus Butantã. Mas estudantes da ala radical não aceitaram o resultado e decidiram invadir o prédio da reitoria.
Por volta de 0h15 desta quarta-feira (2), cerca de 30 pessoas, todas encapuzadas, já estavam em frente ao prédio da reitoria.
Dos mais de mil presentes na assembleia, 559 votaram a favor da desocupação, e 458, contra. Os integrantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) deixaram o local após a votação, mas o grupo que encabeçou a invasão não aceitou a decisão.
Apoio à presença da PM
 Mais cedo, estudantes se reuniram na Praça do Relógio, na Cidade Universitária, para um ato em apoio à presença da PM no campus da USP, na Zona Oeste de São Paulo. O evento contou com a presença de alunos de diversas faculdades, como da Escola Politécnica, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), Escola de Educação e Artes (ECA) e até da FFLCH. Leia MAIS

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MAIS CORRUPÇÃO! GRAVAÇÃO PODE DERRUBAR PETISTA AGNELO QUEIROZ, GOVERNADOR DO DF.

Gravações da Polícia Civil mostram que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), prometeu ajudar o policial militar João Dias Ferreira, pivô da queda do ex-ministro Orlando Silva (PCdoB), a preparar a defesa no processo em que é acusado de desviar dinheiro do Ministério do Esporte. Os diálogos, divulgados nesta terça-feira pelo "DF TV", da TV Globo, mostram intimidade entre o governador e João Dias. Numa das conversas, gravadas com autorização judicial, Agnelo chama o policial de "meu mestre!".
m outro trecho, Ana Paula, mulher de João Dias, pede a Agnelo que contrate advogados para defender o policial, que acabara de ser preso por conta das acusações de desvios de dinheiro do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Os diálogos foram gravados entre fevereiro e março de 2010. Ex-ministro do Esporte, Agnelo era na época diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Acossado pelas investigações, o policial recorreu a Agnelo, que, meses depois, seria eleito governador do Distrito Federal.
Numa das conversas, João Dias pede a Agnelo que oriente o professor Roldão Lima a ajudá-lo. Professor de uma escola em Sobradinho, Roldão poderia fornecer fichas de alunos para João Dias preencher o cadastro de crianças matriculadas no Segundo Tempo.
- Vou estar encontrando agora, daqui a uns cinco minutos, o professor Roldão, e aquele assunto que a gente tratou, não sei se o senhor se lembra, ano passado... - diz João Dias.
- Lembro - responde Agnelo.
O policial vai direto ao assunto:
- Eu queria o seguinte: colocar o senhor na linha com ele. Falar só um "bom dia" mesmo.
O governador aceita a sugestão:
- Vou dar um toque nele só para reforçar ele (sic) - diz.
Em outra conversa, já na companhia de Roldão, João Dias liga novamente para Agnelo.
- Meu mestre! - responde Agnelo, referindo-se a João Dias. Leia MAIS

Sponholz: O túmulo do corrupto desconhecido...

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terça-feira, novembro 01, 2011

VERDADEIROS ALUNOS DA USP (A MAIORIA), PEDEM PERMANÊNCIA DA PM NO CAMPUS. MACONHEIROS REVIDAM COM FESTIVAL DE DROGAS!

Cerca de 300 estudantes de diversos cursos da Universidade de São Paulo (USP) se reuniram na tarde desta terça-feira para pedir a permanência da Polícia Militar na Cidade Universitária. A manifestação, que ocorreu na Praça do Relógio, no perímetro do câmpus, foi uma resposta aos manifestantes que protagonizaram o conflito com a PM na última quinta-feira, 27, e acabaram invadindo um prédio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), onde permanecem acampados.

Às 17h08, a manifestação desta tarde tomou forma com a chegada de um carro de som, que estacionou na frente de uma base da Guarda Universitária. Cartazes anunciavam a principal bandeira dos manifestantes: "Eu estudo na USP e sou a favor da PM no câmpus", dizia um deles, em letras garrafais. O movimento foi organizado por um grupo de cerca de dez alunos, que mobilizaram os participantes por meio de redes sociais. Antes do início da manifestação, a página que os representa no Facebook contava com mais de 1.200 seguidores.

Marina Grilli, 22 anos, integrante do 2º ano do curso de Letras da FFLCH, criou o espaço na internet. Hoje, ela apareceu na Praça do Relógio para clamar por segurança. "Queremos a PM no câmpus, os policiais estão aqui para cumprir a lei", disse. "Enquetes em redes sociais confirmam que somos maioria".
Maconha ─ Os estudantes que protagonizaram o conflito com a PM na semana passada, e passaram a ocupar as dependências do prédio da administração da FFLCH, se reuniram no vão do prédio do curso de História no fim da tarde desta terça-feira. O motivo da reunião: dar sequência aos protestos que pedem a retirada dos policiais do perímetro do câmpus. Enquanto alunos esgoelavam frases como "Fora PM! Abaixo a repressão!" num microfone conectado a caixas de som, outros sentavam-se no chão e bebiam cerveja.
Às 19h30, num gramado bem perto do lugar reservado aos oradores, e também nos mezaninos do prédio, dezenas de alunos esfarelavam maconha nas mãos, enrolavam cigarros e fumavam à vontade. A reunião, que promete virar a noite por conta do feriado de Finados no dia seguinte, foi regada a drogas. Até o início da noite, a polícia não tinha aparecido no local. Leia a reportagem completa AQUI

CINISMO E FALÊNCIA DA CRÍTICA: UM PAÍS DE IDIOTAS E PERVERSOS!


Este vídeo reproduz gravação de entrevista do professor da USP, Vladmir Safatle, que também escreve na Folha de São Paulo. Na edição desta terça-feira, seu artigo versa sobre o episódio que envolve a reação de estudantes à ação da polícia no campus da USP que, como todos sabem, vive assediada pelos traficantes de drogas.
 
Não será preciso mais do que este vídeo e a íntegra do artigo que Safatle escreve na Folha desta terça-feira para que se possa entender porque o Brasil é um país dos mais atrasados do planeta.

 
E por falar em USP relembro um fato que jamais esqueço. Lá por volta de 1995, quando cursava o Mestrado em Direito na UFSC, fui a São Paulo para pesquisas nas bibliotecas da Faculdade de Direito e das Ciências Sociais da USP. No velho prédio do Largo de S. Francisco, encontrei muita coisa que precisava. Entretanto, fiquei impressionado com o desleixo e a sujeira, sendo impossível o uso das instalações sanitárias.

 
Depois fui ao campus e lá, depois de ir à biblioteca de ciências sociais, procurei um local onde pudesse tomar um café e me alimentar. Fiquei apavorado com a sujeira e a imundice. Não tomei sequer um cafezinho porque não havia as mínimas condições de higiene naqueles locais. No fundo dos bares, na rua, havia montes de engradados de bebidas já consumidas exalando aquele odor caracterísmo. Isto foi no final dos anos 90. 


Pelo que vi nas reportagens sobre os arruaceiros que ocuparam prédio da Filosofia da USP, suponho que aquele cenário imundo que presenciei nessa que é a maior e mais importante universidade do Brasil, não tenha mudado. Com toda certeza está pior, o que certamente levou as autoridades acadêmicas a solicitar a presença permanente da polícia no campus.
 
Transcrevo o artigo de Safatle para que vocês tirem suas próprias conclusões. O primeiro período do título do post reproduz o título de livro desse professor e que é objeto da entrevista que concede no vídeo acima.
Veio a calhar. Já o título de seu artigo é Abaixo da lei. Leiam:

"Ninguém está acima da lei." Com esta frase, o governador Geraldo Alckmin procurou justificar o fato de, mais uma vez, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP ser alvo de bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral lançadas pela Polícia Militar.

No entanto talvez fosse o caso de dizer que ninguém deveria ser tratado dessa forma pela lei. Um delito menor, como o porte de um cigarro de maconha, não justifica a presença de um batalhão da PM em ambiente escolar.
Trata-se de um delito que nem sequer é considerado como tal em vários países europeus e que vem sendo objeto de discussões sobre sua descriminalização por parte de pessoas insuspeitas de agirem em favor do tráfico internacional, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Não se trata aqui de fazer apologia às drogas. O ambiente universitário não é um território livre e não deve ser espaço para alunos fazerem uso de maconha, mas a abordagem para problemas dessa natureza vista na quinta está longe de ser a adequada. Mais uma vez, a PM demonstra sua total inaptidão para mediar conflitos sociais e manifestações estudantis. Estudantes saíram, mais uma vez, feridos.
Mas abaixo desse uso da PM há outro problema. A atual reitoria tem dificuldades de dialogar com todos os setores da comunidade acadêmica. Ela deveria lembrar que foi escolhida à revelia da maioria, já que a nomeação do atual reitor foi obra do ex-governador José Serra que, pela primeira vez desde Paulo Maluf, resolveu escolher o segundo colocado em uma lista tríplice.
Esperava-se que, devido a esse deficit de legitimidade, a atual reitoria demonstrasse mais habilidade na criação de consenso. Não foi isso o que aconteceu. Vários setores da universidade alertaram para o caráter delicado da presença da PM no campus. Mas nenhum desses setores foi convidado a discutir com a reitoria seus pontos de vista.
A PM se justifica se for o caso de coibir crimes como o assassinato de um estudante, há alguns meses.
Mas ela não está lá para correr atrás de aluno com cigarro de maconha ou para mostrar aos estudantes que a corporação não aceita provocações. Há maneiras mais inteligentes de resolver problemas banais como esse.
A tal episódio somam-se problemas como a querela da reitoria com a Faculdade de Direito, a construção de um monumento aos perseguidos pela "revolução" de 1964, entre outros.
A USP precisa de pessoas capazes de desativar problemas e conflitos, e não de acirrá-los. A FFLCH, que deu ao país intelectuais do porte de Sérgio Buarque de Holanda, Milton Santos, Bento Prado Jr., Florestan Fernandes e Antonio Candido, merece mais cuidado.


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BOTOCUDOS ATACAM REPÓRTER DA TV GLOBO


O vídeo acima mostra o momento em que a repórter Monalisa Perrone, da TV Globo, é empurrada por grupo botocudo. Segundo noticia a Folha de S. Paulo desta terça-feira os idiotas pertencem a uma organização intitulada MERD TV...hummm...
Transcrevo a nota que está na Folha de S. Paulo:

A jornalista da TV Globo, Monalisa Perrone, foi agredida ontem quando fazia ao vivo uma transmissão sobre o estado de saúde do ex-presidente Lula, em frente ao Hospital Sírio-Libanês.

Ela foi empurrada por dois homens que gritaram o nome do grupo intitulado Merd TV.
Em sua página no Twitter, o grupo incentiva invasões a transmissões feitas ao vivo.
A Associação Brasileira de Imprensa divulgou nota sobre o caso. "Jamais, em tempo algum, ato de agressão física é aceito por qualquer motivo que seja. Debates e diferenças de ideias devem ser mostradas em discussões civilizadas".
No sábado, o jornalista José Roberto Burnier, da mesma emissora, estava ao vivo quando militantes do grupo gritaram "Cala a boca, Globo".

Sponholz: Pátria 'a mala', Brasil!