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sexta-feira, novembro 02, 2012

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA REVELA O QUE MARCOS VALÉRIO, O OPERADOR DO MENSALÃO, QUER CONTAR À JUSTIÇA!

A reportagem-bomba da revista Veja que está sendo desovada nas bancas nesta sexta-feira, ironicamente "dia de finados", quando as pessoas fazem romaria aos cemitérios, traz novas revelações do empresário Marcos Valério, o operador do mensalão.

A capa diz tudo e revela, ainda, um suposto esquema para calar um empresário em relação ao nebuloso caso do prefeito do PT, Celso Daniel, morto em circunstâncias que até hoje geram controvérsias.

Trata-se, portanto, de uma edição imperdível da única revista que sozinha pauta toda a grande imprensa brasileira e que, a rigor, é a única publicação que continua fazendo jornalismo. O resto, bem, o resto os leitores sabem como é.

quinta-feira, novembro 01, 2012

VÍDEO DA CAMPANHA DE ROMNEY MOSTRA A ELEITORES LATINOS EVIDENTE LIGAÇÃO DE OBAMA COM DITADORES. JÁ BLOOMBERG USA A TRAGÉDIA DO FURACÃO PARA APOIAR HUSSEIN OBAMA.


Um anúncio da campanha do republicano Mitt Romney liga o presidente Barack Obama a três figuras latino-americanas: o venezuelano Hugo Chávez, o cubano Fidel Castro e o argentino Che Guevara. O vídeo, inteiramente falado em espanhol, tem como foco a parcela latina da população americana, em especial a população cubana que mora na Flórida, um dos mais importantes entre os estados que podem ser decisivos na eleição da próxima terça-feira.

O vídeo está sendo divulgado em canais de língua espanhola pelo menos desde terça-feira, segundo o jornal The Miami Herald. O diário afirma ainda que a apresentadora de uma rádio de língua espanhola elogiou o vídeo e o convidado do seu programa na quarta-feira, o republicano Mario Diaz-Balart, chegou a usar o ditado “Diga-me com quem andas e te direi quem és” para ressaltar a mensagem do anúncio.

Nas imagens, o ditador Chávez afirma que, se pudesse, votaria em Obama e que se o presidente americano tivesse nascido na Venezuela, também votaria nele.

Mariela Castro, sobrinha do ditador Fidel Castro, aparece fazendo afirmação semelhante. 

O anúncio ainda liga Obama a Che Guevara, dizendo que um e-mail enviado pela Agência de Proteção Ambiental do governo em celebraçaõ das raízes hispânicas do país trazia a foto do sanguinário guerrilheiro argentino e a conhecida frase "Até a vitória, sempre". A agência diz que a mensagem foi enviada por um funcionário sem aprovação. O vídeo também foi publicado no canal de Mitt Romney no Youtube.

Obama, como acontece tradicionalmente com os políticos democratas, tem mais aprovação que os republicanos entre a parcela latina da população dos Estados Unidos. Mas as pesquisas têm mostrado uma ligeira vantagem para Romney na Flórida. Do site da revista Veja

MEU COMENTÁRIO: Nesta reta final da campanha presidencial nos Estados Unidos veremos a grande mídia, com raras exceções, trabalhando para a candidatura do Husseim Obama e descendo o porrete no republicano Mitt Romney.

O vídeo que está acima acima não é uma montagem, mas a realidade evidente. De fato Hussein Obama tem o apoio ostensivo de todos os tiranos assassinos vagabundos e mentirosos. No entanto, serão poucos os sites e blogs a chamar a atenção para o vídeo.

Outro detalhe: a grande mídia destacou o fato que ambos os candidatos cuidaram-se ao máximo de usar a tragédia do furacão Sandy eleitoralmente. Meia-verdade. Hoje mesmo já se podia ver a tragédia que matou até agora mais de 90 pessoas, sendo utilizada pelo prefeito de New York, Michael Bloomberg na sua declaração de apoio a Hussein Obama. A grande mídia e apoiadores de ocasião se encarregam de fazer o serviço sujo para Obama que, por vias transversas, usa sim a desgraça da tragédia para obter votos. Algo repugnante! 

Em artigo, o conhecido prefeito politicamente correto e que até agora se dizia independente correu para o abraço de Obama. Segundo Bloomberg sua decisão veio depois do furacão por ter provado que Obama é o candidato mais indicado para enfrentar as "mudanças climáticas".

MARCOS VALÉRIO, O HOMEM-BOMBA DO MENSALÃO, TEM ESQUEMA DE SEGURANÇA E SÓ USA CARRO BLINDADO!

Marcos Valério Fernandes de Souza vive com medo, teme se tornar "arquivo morto", dizem as poucas pessoas ainda próximas ao empresário condenado a 40 anos de prisão no julgamento do mensalão – ainda pode haver revisão da pena. Desde que entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de delação premiada – quando o réu oferece mais informações em troca de benefícios –, o "homem-bomba" que promete levar à Justiça novas revelações sobre o escândalo, capazes, inclusive, de atingir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, raramente deixa o flat para onde se mudou sozinho há pouco mais de um mês. Quando o faz, usa um carro blindado. Também passou a ser acompanhado por um segurança, assim como a sua mulher, Renilda Santiago.

A informação de que teria se separado dela por desentendimento entre o casal foi um blefe. Valério deixou a casa para preservar a família, afastando-se da mulher e dos dois filhos, confirmam alguns amigos com quem ele ainda mantém contato. Segundo um deles, o empresário procurou um psiquiatra e vive à base de antidepressivos.

Embora com menos frequência, ele ainda vai ao escritório, em um prédio comercial no centro de Belo Horizonte. Para seu Toyota Hilux SW4 modelo 2012 na garagem e de lá não sai. Luciano, um funcionário faz-tudo, vai buscar o almoço do chefe nas proximidades.

A última vez que Valério foi visto em público nas redondezas foi há cerca de um mês, em um tradicional restaurante de comida mineira que costumava frequentar, o Dona Lucinha. Estava com o filho. Ao sair do local, ouviu de um homem do outro lado da calçada: "Ladrão, filho da p...". Cabisbaixo, apressou o passo com o menino e não mais voltou. Leia MAIS

MARCOS VALÉRIO CITA LULA E PALOCCI EM NOVO DEPOIMENTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SOBRE O MENSALÃO

 Valério: novas revelações
Empresário condenado como o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza prestou depoimento ao Ministério Público Federal no fim de setembro. Espontaneamente, marcou uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Fez relatos novos e afirmou que, se for incluído no programa de proteção à testemunha - o que o livraria da cadeia -, poderá dar mais detalhes das acusações.

Dias depois do novo depoimento, Valério formalizou o pedido para sua inclusão no programa de testemunhas enviando um fax ao Supremo Tribunal Federal. O depoimento é mantido sob sigilo. Segundo investigadores, há menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-ministro Antonio Palocci e a outras remessas de recursos para o exterior além da julgada pelo Supremo no mensalão - o tribunal analisou o caso do dinheiro enviado a Duda Mendonça em Miami e acabou absolvendo o publicitário.

Ainda no recente depoimento à Procuradoria, Valério disse já ter sido ameaçado de morte e falou sobre um assunto com o qual parecia não ter intimidade: o assassinato em 2002 do então prefeito de Santo André, Celso Daniel.

A "troca" proposta pelo empresário mineiro, se concretizada, poderá livrá-lo da prisão porque as testemunhas incluídas no programa de proteção acabam mudando de nome e passam a viver em local sigiloso tentando ter uma vida normal. No caso da condenação do mensalão, Valério será punido com regime fechado de detenção. A pena ultrapassou 40 anos - o tempo da punição ainda poderá sofrer alterações no processo de dosimetria. O empresário ainda responde a pelo menos outras dez ações criminais, entre elas a do mensalão mineiro.

Ressalvas. Os detalhes do depoimento, assinado por Valério e pelo criminalista Marcelo Leonardo, seu advogado, são tratados com reserva pelo Ministério Público. O empresário sempre foi visto por procuradores da República como um "jogador". Anteriormente, chegou a propor um acordo de delação perante o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza - autor da denúncia contra o mensalão -, mas, sem apresentar novidades, o pedido foi recusado.

O novo depoimento pode ser, na avaliação de procuradores, mais uma manobra estratégica a fim de ele tentar se livrar da severa punição imposta pelo STF.
Por isso, as informações e novas acusações estão sob segredo.

O Ministério Público analisará se abre ou não novo processo para investigar a veracidade dos dados. Gurgel ainda avalia se aceita ou não incluir Valério no programa de proteção a testemunhas.

O advogado de Valério não quis comentar o assunto num primeiro momento. Depois, disse: "Se essa matéria for publicada e o meu cliente for assassinado terei que dizer que ele foi assassinado por causa dessa matéria. Não tenho outra opção".

O envio do fax ao STF com o pedido de proteção foi confirmado na terça-feira passada, pelo presidente da Corte, ministro Carlos Ayres Britto. "Chegou um fax. Não posso dizer o conteúdo porque está sob sigilo."

O pedido foi destinado ao gabinete do relator do processo do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, e encaminhado para análise da Procuradoria-Geral.
Os novos relatos feitos por Valério não terão efeito imediato na ação do mensalão. As penas continuarão a ser aplicadas. Eventualmente, caso haja um acordo de delação premiada num novo processo, o cumprimento da pena pode ser revisto e até diminuído, a depender da Justiça. Do site do jornal O Estado de S. Paulo

Sponholz: Valério abre o bico!


OPOSIÇÃO PEDE À PGR QUE INVESTIGUE ENVOLVIMENTO DE LULA COM O MENSALÃO

Os três maiores partidos de oposição pedirão à Procuradoria-Geral da República que investigue se o ex-presidente Lula teve participação no esquema do mensalão.

O argumento é que existem fatos novos, além da "íntima ligação política" de Lula com o então ministro José Dirceu, acusado pelo Supremo de comandar o esquema.

"É público e notório que, à época dos fatos, existia uma íntima ligação política e pessoal entre o representado e o ex-ministro José Dirceu."

A ação é assinada pelos presidentes do PSDB, Alberto Goldman (em exercício), do DEM, José Agripino Maia (RN) e do PPS, Roberto Freire (SP) e será protocolada na próxima terça-feira.

Os partidos pedem a abertura de uma nova ação penal, caso fique comprovado que Lula tinha ciência do esquema do mensalão.

O Ministério Público já se recusou a investigar o ex-presidente por considerar que não havia provas contra ele.

A oposição argumenta que agora "há novos elementos" que recomendariam uma "profunda" investigação por parte do Ministério Público.

A ação cita reportagem da revista "Veja", segundo a qual o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza afirmou a interlocutores que Lula era o chefe do esquema. O ex-presidente nega. Da folha de S. Paulo desta quinta-feira

PT SUSPENDE MANIFESTO CONTRA ATUAÇÃO DO SUPREMO NO JULGAMENTO DO MENSALÃO

Dividido, o PT desistiu de divulgar hoje um manifesto contra a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.

O texto, que atacaria a condenação de petistas como José Dirceu e José Genoino por corrupção ativa e formação de quadrilha, ficará para depois da definição das penas.

"Temos uma avaliação crítica do julgamento e vamos fazê-la assim que ele for concluído", disse ontem o presidente do PT, Rui Falcão, a correspondentes estrangeiros.

Conforme interlocutores, o mais recente cálculo, já discutido com Lula e a presidente Dilma Rousseff, é que não se pode transformar 2013 numa batalha campal contra o Supremo nem trazer para o colo do partido o ônus dessa mobilização.

Essa ponderação não casa com a expectativa de aliados dos réus Dirceu e Genoino, que pretendem conflagrar a militância contra o tribunal.

Nas últimas semanas, o PT já conteve ataques ao STF para não prejudicar seus candidatos nas eleições. A principal preocupação era evitar desgastes para Fernando Haddad em São Paulo.

Agora, após a vitória do ex-ministro, petistas evitam expor o sentimento de revanche. O partido deve se solidarizar com os condenados atacando a "politização" do julgamento, mas não fará campanha permanente por eles.

Eventuais iniciativas contra a decisão do STF, como campanhas por anistia ou recursos a cortes internacionais, não deverão ser lideradas pelo PT, e sim pelos réus.

O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) pedirá que a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara investigue o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que sustentou a acusação aos petistas no julgamento.

A instituição divulgou recentemente uma cartilha para crianças explicando o mensalão. "Ele queria interferir no processo eleitoral e isso não pode", diz o petista.

Segundo um ministro petista, a ordem é agir com mais "cérebro" e menos "fígado".

Por ora, o único elemento capaz de reverter essa disposição seria a hipótese de o ex-presidente Lula virar alvo. Nesse caso, até mesmo a presidente Dilma tenderia a entrar no circuito para defender o antecessor.

"O PT não está em julgamento. Quem foi julgado foram alguns militantes do PT. Há uma tentativa de transformar o julgamento de pessoas em julgamento do partido", disse Falcão ontem.

"Isso [o mensalão] nunca foi comprovado. Isso é uma narrativa que foi feita e não há comprovação material de compra de votos. Há suposições e ilações", afirmou.

Ao falar sobre segurança pública, o presidente do PT repetiu a máxima de que no Brasil só vão presos "três Ps", vistos como "inimigos em potencial": pobres, pretos e prostitutas. "Agora acrescentaram outro P, que são os petistas", disse Falcão.
 
SEM EXPULSÕES
O dirigente disse anteontem a deputados que o artigo do estatuto do PT que prevê a expulsão de filiados que cometerem "crimes infamantes" não será usado contra os réus do mensalão. "Não se aplica a nenhum deles", disse. "Quem aplica o estatuto somos nós. E somos nós que interpretamos o estatuto." Da Folha de São Paulo desta quinta-feira

AS VERSÕES E OS FATOS SOBRE O CASO DA SEGURANÇA PÚBLICA EM SÃO PAULO



AQUI: facsimile do oficio de José Eduardo Cardoso e AQUI o ofício do Governo paulista a Cardoso 
Na foto acima Cardoso, o homem que o PT quer transformar em Ministro do Supremo Tribunal Federal
O Ministério da Justiça levou quatro meses para responder a um pedido de recursos do governo de SP que visava a reforçar o aparato de segurança do estado. Como revelou o colunista Reinaldo Azevedo, um ofício que pedia colaboração e detalhava os programas em que o dinheiro seria aplicado foi entregue pelo secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto ao ministro da Justiça José Eduardo Cardozo em 29 de junho de 2012. A lista reúne 17 programas, com valor total de R$ 149 milhões. Esse documento oficial não obteve resposta do ministério até a noite de terça-feira, com a publicação de uma nota no site do órgão e o envio de um ofício pelas vias burocráticas ao governador Geraldo Alckmin. O mesmo documento, com data escrita à mão, foi enviado por fax às 16h40 desta quarta-feira a São Paulo.

Seria um negociação corriqueira entre esferas da administração pública não fosse a maneira como o ministro Cardozo abordou nesta semana o cenário de aumento de criminalidade observado em São Paulo nos últimos quinze dias: em declarações à imprensa ele afirmou que o estado estava fechado à colaboração com o governo federal. Em outras palavras, o ministro deu uma resposta política – e atrasada – a uma demanda legítima que havia sido endereçada por vias formais. 

Em entrevista ao site de VEJA nesta quarta-feira, depois que o ofício paulista veio a público, Cardozo abordou a questão do pedido de verbas. “O tempo inteiro, o que São Paulo sempre nos pede são recursos financeiros. Temos o entendimento de que o recurso financeiro é liberado em cima de projetos pactuados, especialmente quando temos estados que têm recursos próprios para a área de segurança pública”, disse ele. O argumento não invalida o fato de que o condicionamento do repasse de recursos à formulação de um plano de atuação conjunta só foi oficializado pelo ministério nesta quarta-feira. 

O ministro também afirmou ter feito diversos “acenos” à gestão Alckmin, propondo ajuda para conter a "crise de segurança" no estado. Esse argumento também desconsidera que a onda de crimes é recente e que São Paulo continua sendo um dos estados com menor número de assassinatos por habitantes do país. 

A proposta enviada por fax nesta quarta-feira fala em estabelecer um plano de ação para troca de inteligência entre as polícias. Sugere ainda disponibilizar vagas em presídios federais para criminosos – o que não é urgência para o estado. Do site da revista Veja