sexta-feira, maio 24, 2013
EDUARDO CAMPOS REAGE ÀS MANOBRAS DO PT E DO PLANALTO: "SEI QUE ELES VÃO ME JOGAR NA CERCA, MAS EU VOU ARREBENTÁ-LA"
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| Eduardo Campos está em campanha e indica que não desistirá |
Em conversa com deputados estaduais, o governador Eduardo Campos (PSB-PE) disse que está havendo um "esforço incomum" do PT e do governo federal para evitar sua candidatura à Presidência no ano que vem.
"Eu sei que eles vão me jogar na cerca, mas eu vou arrebentá-la", disse a interlocutores ouvidos pela Folha.
Ontem, no Recife, Campos foi a estrela de um evento que reuniu integrantes de Assembleias de todo o país. Nele, voltou a falar como candidato e repetiu o bordão de que "o Brasil pode mais".
O desabafo contra o PT e o governo federal se deu em conversas reservadas. Ao longo do dia, deputados participaram de audiências com o governador e fizeram fila para cumprimentá-lo.
Nos últimos dias, num sinal interpretado por aliados como uma tentativa de estrangular a sua candidatura, governadores do PSB manifestaram apoio à reeleição de Dilma. Foi o caso de Camilo Capiberibe (AP), Renato Casagrande (ES) e, como já fizera antes, Cid Gomes (CE).
Para o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), líder do PSB na Câmara e um dos principais defensores da candidatura de Eduardo Campos, as resistências no próprio partido "têm o dedo do governo e de gente do PT".
"Infelizmente, é uma pressão velada que tem interferido na reflexão de muitos quadros nossos. Pressão sobre projetos, financiamentos, uma série de coisas", disse o deputado anteontem.
Para o Palácio do Planalto, a candidatura de Campos representa um desconforto ao projeto de reeleição de Dilma, já que o pernambucano poderia abocanhar votos no Nordeste e aumentaria a probabilidade de segundo turno.
Ontem, Campos fez uma palestra de mais de duas horas para deputados estaduais na qual foi interrompido por aplausos ao menos dez vezes.
O tema era "equilíbrio federativo e desenvolvimento sustentável". No entanto, o governador passou boa parte do discurso listando as realizações de sua gestão, apresentada como réplica do que pode ser feito pelo país.
Pela manhã, Campos teve reuniões com deputados estaduais. Falou em "fazer uma reflexão sobre o momento da vida brasileira", "enfrentar os gargalos de infraestrutura" e aumentar as receitas para Estados e municípios, citando o que fez no governo.
"Foi extraordinário. Ele falou aquilo que nós, parlamentares, prefeitos e vereadores, queremos discutir", disse o deputado estadual Joares Ponticelli (PP-SC).
Campos também repetiu que é preciso reconhecer avanços dos governos Dilma, Lula e Fernando Henrique Cardoso, a quem atribuiu os méritos no controle da inflação na década de 1990. Do site da Folha de S. Paulo
quinta-feira, maio 23, 2013
TERROR NA INGLATERRA. A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL SERÁ DESTRUÍDA PELA LENIÊNCIA E COVARDIA DOS GOVERNOS SUBMETIDOS À PATRULHA POLITICAMENTE CORRETA.
No vídeo acima um dos assassinos ainda dá tranquilamente um discurso repleto de ameaças. A civilização ocidental está sendo destruída pela leniência e covardia dos governos submetidos aos ditames do pensamento politicamente correto que abençoa tiranos e terroristas assassinos. Não há palavras para qualificar essa barbaridade.
Pouco mais de um mês depois de dois irmãos chechenos matarem três pessoas e aleijarem dezenas num atentado a bomba na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, um tipo semelhante de barbárie horrorizou os britânicos - e o mundo - nesta quarta-feira. Um soldado foi destroçado com uma faca machete, perto de um quartel em Woolwich, no sul de Londres, por dois homens que diziam agir em nome do Islã. Os dois responsáveis pelo ataque na capital britânica parecem ser, assim como os irmãos Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, aquilo que os especialistas em segurança têm chamado de 'lobos solitários': fanáticos que não estão no radar dos serviços de inteligência porque não pertencem a nenhum grupo terrorista conhecido, embora sejam movidos pelo mesmo ódio. Logo depois da selvageria, ainda com sangue nas mãos, um deles foi filmado dizendo: “Nós juramos por Alá que nunca pararemos de lutar contra vocês. A única razão pela qual fizemos isso é porque muçulmanos estão morrendo todos os dias”.
Para o jornal britânico The Guardian, o fato de não haver um elo visível e imediato entre os responsáveis pela barbárie desta quarta e grupos terroristas não significa que a ligação não exista. As frases usadas pelo terrorista nesta quarta é a mesma encontrada na retórica da Al Qaeda, verificada em vídeos gravados por homens-bomba. A dificuldade enfrentada pelas equipes de contraterrorismo na atualidade é a fragmentação da Al Qaeda, dando origem a ‘franquias’ espalhadas pelo mundo árabe e pela África, o que torna a identificação de suspeitos mais difícil do que nunca. Um estudo divulgado no ano passado pelo Royal United Services Institute apontou que terroristas que atuam como ‘lobos solitários’ voltariam à Grã-Bretanha nos próximos anos. Eles são treinados em campos no Paquistão e adquirem experiência em guerras na Somália, no Iêmen, na Nigéria e no permanente conflito no Iraque. E usam rotas muito mais difíceis de ser monitoradas.
Num primeiro momento, o governo evitou classificar o ato como terrorista, apesar de o termo já ter sido usado desde o início pelo primeiro-ministro David Cameron. “Eu fui informado pelo Ministério do Interior sobre esse ato repugnante em Woolwich. Estamos investigando o caso, mas há fortes indícios de que se trata de um incidente terrorista”. A secretária do Interior, Theresa May, também mencionou uma “forte indicação” de que o caso está ligado ao terror. “O que aconteceu hoje em Woolwich foi um ataque repugnante e selvagem. A polícia e o serviço de segurança estão apurando os fatos desse caso bárbaro, mas há um forte indício de que foi um ato de terrorismo”. Ela acrescentou que a segurança foi reforçada nos quartéis de Londres. “Esse foi um ataque contra todos na Grã-Bretanha e será condenado pelas pessoas de todas as comunidades. Nós já vimos o terrorismo nas ruas da Grã-Bretanha anteriormente e estivemos sempre firmes contra isso. Atos desprezíveis como este não ficarão impunes”.
O presidente francês, François Hollande, também mencionou o terrorismo ao falar sobre o caso, ao lado de Cameron, que visitou Paris nesta quarta. Ele disse que os governos “devem lutar contra o terrorismo em todos os lugares”. “Isso exige que nossos serviços de inteligência trabalhem juntos e que atuemos em todos os lugares que pudermos”, completou. Cameron voltará a Londres na noite desta quarta e vai coordenar outra reunião do comitê de emergência na manhã desta quinta.
Muçulmanos - O Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha divulgou um comunicado no qual afasta qualquer ligação do ataque com o Islã. “Este foi um ato verdadeiramente bárbaro que não tem base no Islã e o condenamos de forma incondicional. Nossos pensamentos estão com a vítima e seus familiares. Entendemos que a vítima é um membro das Forças Armadas. Os muçulmanos servem há muito tempo as Forças Armadas deste país, com orgulho e honra. Esse ataque contra um membro das Forças Armadas é infame e nada justifica essa morte. Essa ação vai, sem dúvida, aumentar a tensão nas ruas da Grã-Bretanha. Pedimos a todas as comunidades, muçulmanas ou não, a se unirem em solidariedade, para impedir que as forças do órdio prevaleçam”, diz o texto, segundo o jornal britânico The Telegraph.
Boston – Na última semana, a imprensa americana divulgou que Dzhokhar Tsarnaev deixou uma mensagem no barco em que foi encontrado pela polícia, dias depois do atentado em Boston. Na mensagem, ele reafirma que as vítimas do ataque foram "danos colaterais", da mesma forma que inocentes morreram nas guerras dos EUA ao redor do mundo. "Quando você ataca um muçulmano, você ataca todos os muçulmanos". Discurso idêntico ao adotado pelo responsável pelo ataque em Londres. O atentado em Boston deixou três mortos e mais de 260 feridos - muitos perderam membros e enfrentarão longos e dolorosos tratamentos. Do site da revista Veja
Para o jornal britânico The Guardian, o fato de não haver um elo visível e imediato entre os responsáveis pela barbárie desta quarta e grupos terroristas não significa que a ligação não exista. As frases usadas pelo terrorista nesta quarta é a mesma encontrada na retórica da Al Qaeda, verificada em vídeos gravados por homens-bomba. A dificuldade enfrentada pelas equipes de contraterrorismo na atualidade é a fragmentação da Al Qaeda, dando origem a ‘franquias’ espalhadas pelo mundo árabe e pela África, o que torna a identificação de suspeitos mais difícil do que nunca. Um estudo divulgado no ano passado pelo Royal United Services Institute apontou que terroristas que atuam como ‘lobos solitários’ voltariam à Grã-Bretanha nos próximos anos. Eles são treinados em campos no Paquistão e adquirem experiência em guerras na Somália, no Iêmen, na Nigéria e no permanente conflito no Iraque. E usam rotas muito mais difíceis de ser monitoradas.
Num primeiro momento, o governo evitou classificar o ato como terrorista, apesar de o termo já ter sido usado desde o início pelo primeiro-ministro David Cameron. “Eu fui informado pelo Ministério do Interior sobre esse ato repugnante em Woolwich. Estamos investigando o caso, mas há fortes indícios de que se trata de um incidente terrorista”. A secretária do Interior, Theresa May, também mencionou uma “forte indicação” de que o caso está ligado ao terror. “O que aconteceu hoje em Woolwich foi um ataque repugnante e selvagem. A polícia e o serviço de segurança estão apurando os fatos desse caso bárbaro, mas há um forte indício de que foi um ato de terrorismo”. Ela acrescentou que a segurança foi reforçada nos quartéis de Londres. “Esse foi um ataque contra todos na Grã-Bretanha e será condenado pelas pessoas de todas as comunidades. Nós já vimos o terrorismo nas ruas da Grã-Bretanha anteriormente e estivemos sempre firmes contra isso. Atos desprezíveis como este não ficarão impunes”.
O presidente francês, François Hollande, também mencionou o terrorismo ao falar sobre o caso, ao lado de Cameron, que visitou Paris nesta quarta. Ele disse que os governos “devem lutar contra o terrorismo em todos os lugares”. “Isso exige que nossos serviços de inteligência trabalhem juntos e que atuemos em todos os lugares que pudermos”, completou. Cameron voltará a Londres na noite desta quarta e vai coordenar outra reunião do comitê de emergência na manhã desta quinta.
Muçulmanos - O Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha divulgou um comunicado no qual afasta qualquer ligação do ataque com o Islã. “Este foi um ato verdadeiramente bárbaro que não tem base no Islã e o condenamos de forma incondicional. Nossos pensamentos estão com a vítima e seus familiares. Entendemos que a vítima é um membro das Forças Armadas. Os muçulmanos servem há muito tempo as Forças Armadas deste país, com orgulho e honra. Esse ataque contra um membro das Forças Armadas é infame e nada justifica essa morte. Essa ação vai, sem dúvida, aumentar a tensão nas ruas da Grã-Bretanha. Pedimos a todas as comunidades, muçulmanas ou não, a se unirem em solidariedade, para impedir que as forças do órdio prevaleçam”, diz o texto, segundo o jornal britânico The Telegraph.
Boston – Na última semana, a imprensa americana divulgou que Dzhokhar Tsarnaev deixou uma mensagem no barco em que foi encontrado pela polícia, dias depois do atentado em Boston. Na mensagem, ele reafirma que as vítimas do ataque foram "danos colaterais", da mesma forma que inocentes morreram nas guerras dos EUA ao redor do mundo. "Quando você ataca um muçulmano, você ataca todos os muçulmanos". Discurso idêntico ao adotado pelo responsável pelo ataque em Londres. O atentado em Boston deixou três mortos e mais de 260 feridos - muitos perderam membros e enfrentarão longos e dolorosos tratamentos. Do site da revista Veja
quarta-feira, maio 22, 2013
O CAOS CHAVISTA! ANISTIA INTERNACIONAL DENUNCIA CRIMINALIDADE, PERSEGUIÇÃO E PRISIONEIROS POLÍTICOS NA VENEZUELA
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| Os jagunços do terror chavista atuam impunes nas ruas das cidades venezuelanas. O país está entre os mais violentos do mundo! |
Em um relatório sobre direitos humanos divulgado nesta quarta-feira, a Anistia Internacional destaca o problema da criminalidade e da perseguição a opositores na Venezuela. Um dos casos em destaque é o da juíza María Lourdes Afiuni, que cumpre prisão domiciliar. Ela foi presa em 2009, depois de conceder habeas corpus a um empresário inimigo do governo chavista que ficou detido, sem julgamento, por quase três anos. O relatório afirma que, em setembro do ano passado, pistoleiros passaram pelo edifício onde mora a juíza e dispararam tiros contra seu apartamento. Em novembro, María revelou publicamente que foi estuprada no período em que esteve na cadeia. Pesam sobre a juíza acusações de corrupção, abuso de autoridade e associação para delinquência. A ONG ressalta, no entanto, que a decisão tomada por María Lourdes “era de sua competência e foi tomada de acordo com o direito venezuelano”.
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| Famílias desesperadas mostram panelas vazias em protesto denunciando a escassez de alimentos depois que o chavismo expropriou fábricas de alimentos e o agronegócio |
Defensores dos direitos humanos também são alvo de perseguição do governo venezuelano, ressalta o relatório. “Autoridades governamentais e meios de comunicação estatais continuaram a fazer acusações infundadas contra defensoras e defensores dos direitos humanos com o objetivo de retirar a legitimidade do seu trabalho”, diz o texto, citando ainda agressões físicas e ameaças, como as direcionadas à integrante do Observatório Venezuelano de Prisões (OVP), Marianela Sánchez Ortiz. A Anistia denuncia que o marido de Marianela, Hernán Antonio Bolívar, “foi sequestrado e ameaçado com uma arma para que alertasse sua mulher a fim de que ela parasse de reclamar das condições prisionais e de criticar o governo, caso contrário ela e sua família enfrentariam as consequências”.
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| Crianças educadas para a violência usando armas pesadas: escândalo que marcou o governo do finado caudilho Hugo Chávez. |
Para o governo venezuelano, o OVP fabrica informações sobre as prisões do país em troca de dinheiro de financiadores americanos. O oficialismo segue apontando inimigos externos, especialmente dos Estados Unidos, como fonte dos problemas internos da Venezuela. No caso das prisões, as rebeliões são frequentes, e o relatório fala em "violência generalizada". Segundo a Anistia Internacional, ao longo de 2012, quase 600 pessoas foram mortas nas penitenciárias venezuelanas. “Armas de fogo, explosivos e outros tipos de armas continuaram sendo usados rotineiramente em conflitos prisionais”. O documento cita alguns casos relativos ao ano passado. Em julho, o anúncio da transferência de internos do Centro Penitenciário da Região Andina, no estado de Merida, para outras penitenciárias provocou uma rebelião que durou 20 dias e deixou 17 pessoas mortas. Em agosto, uma eclosão de violência resultou em 26 pessoas mortas e 43 feridas na penitenciária de Yare. Em 2013, período já fora do levantamento realizado pela Anistia, os conflitos continuaram. Logo no início do ano, uma rebelião em um presídio de Barquisimeto, no oeste do país, deixou mais de 50 mortos e dezenas de feridos a tiros. Além de presidiários, um policial e dois pastores evangélicos estavam entre as vítimas.
A violência não está restrita aos muros das prisões venezuelanas. Ao contrário, é uma das principais preocupações da população, o que levou o governo a ordenar, no início deste mês, o envio de 3.000 militares às ruas para combater o problema. Dados oficiais apontam 16.072 assassinatos no país, em 2012, o que representa um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. No entanto, o Observatório Venezuelano de Violência (OVV) registra um número ainda maior, com 21.692 pessoas assassinadas no ano passado. Para a ONG britânica, entre outros fatores, a “disponibilidade descontrolada de armas de fogo e de munições” no país agrava o quadro. Diante da gravidade da situação, o presidente Nicolás Maduro, herdeiro político do caudilho Hugo Chávez, achou outro vilão para culpar: os programas de entretenimento. Ele quer acabar com o que considera "antivalores do capitalismo” transmitidos pelos veículos de comunicação. “Não vamos permitir programas que promovam a prostituição, as drogas, a violência. Que se interrompa o festim da morte”, discursou na semana passada. Do site da revista Veja
A violência não está restrita aos muros das prisões venezuelanas. Ao contrário, é uma das principais preocupações da população, o que levou o governo a ordenar, no início deste mês, o envio de 3.000 militares às ruas para combater o problema. Dados oficiais apontam 16.072 assassinatos no país, em 2012, o que representa um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. No entanto, o Observatório Venezuelano de Violência (OVV) registra um número ainda maior, com 21.692 pessoas assassinadas no ano passado. Para a ONG britânica, entre outros fatores, a “disponibilidade descontrolada de armas de fogo e de munições” no país agrava o quadro. Diante da gravidade da situação, o presidente Nicolás Maduro, herdeiro político do caudilho Hugo Chávez, achou outro vilão para culpar: os programas de entretenimento. Ele quer acabar com o que considera "antivalores do capitalismo” transmitidos pelos veículos de comunicação. “Não vamos permitir programas que promovam a prostituição, as drogas, a violência. Que se interrompa o festim da morte”, discursou na semana passada. Do site da revista Veja
PETISTA ECOCHATO QUER BANIR A CARNE DA ALIMENTAÇÃO E SUBSTITUÍ-LA POR INSETOS
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| Petista quer substituir carne, arroz e feijão por gafanhotos, formigas e lesmas. Projeto ecochato já foi lançado oficialmente. |
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| Petista José Graziano, chefete da FAO |
A organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) propôs reformar a gastronomia mundial para reduzir a poluição.
Segundo a proposta tratar-se-ia de comer insetos como besouros. gafanhotos e formigas em vez de carne bovina e suína, porque o gado é tido como “aquecedor do planeta”.
Num relatório de 200 páginas divulgado em Roma, a FAO defendeu que comer insetos beneficia o meio ambiente enquanto o gado consome vegetais e ração demais.
O atual diretor da FAO é o petista, José Graziano da Silva, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no gabinete do presidente Lula e ex-responsável do Programa Fome Zero, disse que para combater a fome no mundo grilos e formigas são “essenciais”.
Mas, acrescentou, deveriam ser “mais integrados com as políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”, obviamente com reforma agrária e ambientalismo.
O trabalho foi realizado com a colaboração da Universidade de Wageningen, na Holanda.
Ele foi apresentado em Roma durante a Conferência Internacional sobre as florestas para a segurança alimentar e nutrição, informou a Folha de S.Paulo.
O documento elogia os insetos por se alimentarem de “resíduos, lixo humano, compostagem e chorume animal”.
“Os insetos estão em todo lugar e se reproduzem rapidamente”, elogia a FAO, acrescentando que eles deixam “pequena pegada ambiental”.
O Programa de Insetos Comestíveis agora lançado também examina o potencial alimentar de aranhas e escorpiões, embora não sejam considerados insetos.
Segundo a proposta tratar-se-ia de comer insetos como besouros. gafanhotos e formigas em vez de carne bovina e suína, porque o gado é tido como “aquecedor do planeta”.
Num relatório de 200 páginas divulgado em Roma, a FAO defendeu que comer insetos beneficia o meio ambiente enquanto o gado consome vegetais e ração demais.
O atual diretor da FAO é o petista, José Graziano da Silva, ex-ministro extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no gabinete do presidente Lula e ex-responsável do Programa Fome Zero, disse que para combater a fome no mundo grilos e formigas são “essenciais”.
Mas, acrescentou, deveriam ser “mais integrados com as políticas de segurança alimentar e com o uso da terra”, obviamente com reforma agrária e ambientalismo.
O trabalho foi realizado com a colaboração da Universidade de Wageningen, na Holanda.
Ele foi apresentado em Roma durante a Conferência Internacional sobre as florestas para a segurança alimentar e nutrição, informou a Folha de S.Paulo.
O documento elogia os insetos por se alimentarem de “resíduos, lixo humano, compostagem e chorume animal”.
“Os insetos estão em todo lugar e se reproduzem rapidamente”, elogia a FAO, acrescentando que eles deixam “pequena pegada ambiental”.
O Programa de Insetos Comestíveis agora lançado também examina o potencial alimentar de aranhas e escorpiões, embora não sejam considerados insetos.
A FAO reconhece que muitas pessoas “podem não gostar da ideia de consumir insetos mas podem já tê-los ingerido em algum momento na vida, já que muitos são engolidos inadvertidamente”.
Ora, é claro que isso obviamente um é acidente repugnante, menos para os burocratas do Ze Graziano Fome Zero e seus sequazes assíduos comensais dos bons restaurantes europeus.
Entretanto, para os militantes do ambientalismo radical propostas como esta preanunciam o futuro. Do blog Verde: A Nova Cor do Comunismo
Ora, é claro que isso obviamente um é acidente repugnante, menos para os burocratas do Ze Graziano Fome Zero e seus sequazes assíduos comensais dos bons restaurantes europeus.
Entretanto, para os militantes do ambientalismo radical propostas como esta preanunciam o futuro. Do blog Verde: A Nova Cor do Comunismo
VENEZUELA: O FUTURO ARGENTINO. BRASIL NO MESMO CAMINHO.
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| Rosales: venezuelização da Argentina |
O conhecido jornalista argentino, Luis Rosales, ex-analista internacional do canal de televisão C5N, de Buenos Aires, escreveu um artigo no site Infobae intitulado “Venezuela: o futuro argentino”. Reporta-se aos últimos acontecimentos da Venezuela, muito especialmente ao vazamento da conversa entre o deletério Mario Silva, pena alugada do chavismo e um esbirro do G2 cubano, que entre outros detalhes cabulosos mostrou como câncer que matou o tiranete Hugo Chávez, foi manipulado por Nicolás Maduro e o genro do caudilho, hoje vice-presidente. Transcrevo na íntegra o artigo após este prólogo.
Lembra Rosales no seu artigo que em decorrência de suas análises relativas à Venezuela foi despedido de seu emprego da televisão C5N, o que dá uma ideia da ausência de liberdade de imprensa na Argentina.
Sob o comando a megera Kirchner a liberdade de imprensa já foi para o brejo. Resta apenas o grupo Clarin que não se põe de joelhos ante o esbirros do Foro de São Paulo.
O clima político que vive a Argentina é análogo ao que se experimenta no Brasil. A imprensa brasileira resume-se na revista Veja. O resto da grande mídia brasileira é alinhada ao governo do PT. No Brasil o Foro de São Paulo não teve praticamente nenhum trabalho em impor a censura à imprensa, já que 99,9% dos jornalistas brasileiros são militantes da causa comunista. Quando o PT fala em controle social da mídia tem em mira apenas o Grupo Abril, uma das maiores empresas da América Latina, que entre sua produção editorial publica a revista Veja, considerada uma das mais importantes revistas semanais de mundo!
Na Argentina ainda restam alguns jornalistas verdadeiros, enquanto no Brasil a maioria defende a censura à imprensa a mostrar que o maior país latino-americano em população e território é o que contém o maior número de idiotas por metro quadrado. Dentre esses idiotas sobressaem os jornalistas, em esmagadora maioria, babando a baba esquerdista e lambendo o saco de Lula, e adulando a Dilma e seu sequazes.
Feita essa digressão necessária e voltando ao artigo de Luis Rosales, deve-se assinalar que esse jornalista faz uma previsão sombria no que respeita ao futuro institucional da Argentina. Antevê logo adiante a venezuelização de seu país. Isto quer dizer que “los hermanos” daqui a pouco estarão amargando a escassez de produtos de primeira necessidade, dentre eles o papel higiênico!, enquanto assistem programas de televisão bolivarianos.
O único fato a exultar, portanto, é que pelo menos na Argentina ainda há jornalistas que fazem jornalismo; e a lamentar, o vergonhoso contubérnio entre os jornalistas brasileiros e a escumalha comunista do Foro de São Paulo. Para o consumar-se no Brasil o modelo bolivariano falta apenas um Mario Silva e as Forças Armadas comandadas pelo G2 cubano.
Transcrevo na íntegra o artigo de Luis Rosales, que foi pra rua de seu emprego por exercer o jornalismo. Leiam:
EN ESPAÑOL - Explotó la bomba y el relato bolivariano se derrumba en pedazos. Las grabaciones presentadas por los diputados de la oposición muestran la gran farsa de la Revolución del Siglo XXI. Se confirma que, muerto Chávez, los bandos en pugna se están literalmente matando y que detrás del actual caos en el que se encuentra sumergida Venezuela se esconde la profunda división y decadencia del régimen.
EN ESPAÑOL - Explotó la bomba y el relato bolivariano se derrumba en pedazos. Las grabaciones presentadas por los diputados de la oposición muestran la gran farsa de la Revolución del Siglo XXI. Se confirma que, muerto Chávez, los bandos en pugna se están literalmente matando y que detrás del actual caos en el que se encuentra sumergida Venezuela se esconde la profunda división y decadencia del régimen.
Los neochavistas argentinos me echaron del canal en que trabaja por mucho menos. Por informar a los argentinos detalles de la salud del comandante ya desahuciado, que ahora nos enteramos eran ventilados por su propio yerno y actual vicepresidente. Dijimos en su momento que en el plan de los Castro para quedarse con Venezuela estaba Maduro y parece que teníamos razón. Los diálogos expuestos entre el periodista estrella del régimen, Mario Silva, y el jefe de la Inteligencia cubana demuestran que los ancianos que gobiernan con mano de hierro desde La Habana consideran al presidente Maduro como una pieza más en su juego de ajedrez internacional.
Exponen además la desconfianza y división entre los dos principales grupos internos que pelean por el control. Reafirmando la idea de que Diosdado Cabello, el líder de la Asamblea Nacional y cabeza de los militares nacionalistas, se opone y conspira contra la enorme influencia cubana en lo alto del poder. La gran incógnita siempre fue si podía existir el chavismo sin Chávez y los problemas que van enfrentando los venezolanos, agravados día a día, van indicando un pronóstico nada optimista. Peleas intestinas y desangrantes, manipulación de la opinión pública, corrupción generalizada, especulación económica destituyente, todos males que Maduro suele adjudicarle a Capriles y los opositores ahora resulta que no son otra cosa que ataques entre las facciones para conseguir el manejo del botín que representa la enorme renta petrolera. La ausencia del líder indiscutido y fundador se nota entre sus seguidores y ya nadie parece poder unir sus piezas.
A estas peleas entre los herederos se le debe sumar la muy frágil legitimidad de origen de las actuales autoridades, cuestionadas por la oposición y la mitad exacta de los votantes, más los desmanejos y el caos económico, que están provocando una situación muy complicada en todo el país. Los líderes y los votantes antichavistas alimentan con esto su bronca y reafirman su decisión por el cambio, mientras que en el seno mismo de las huestes pro gobierno comienza a reinar el descontento y la desazón. La inflación y la escasez de bienes básicos van minando el cepo informativo impresionante construido desde el Palacio de Miraflores y que prácticamente no ofrece voz disidente alguna dentro de la grilla de medios masivos de comunicación. Como siempre, la realidad se va imponiendo sobre las fantasías del relato.
A los argentinos esta situación debe preocuparnos ya que afecta a nuestro principal y casi único país aliado en el concierto internacional, pero además porque preludia nuestro futuro. En Mendoza los viticultores franceses nos enseñaron que entre las viñas conviene plantar rosales, porque se enferman antes de lo mismo. Viendo qué les pasa a aquellas plantas espinosas y floridas uno puede prever que le pasará después a los viñedos. Lamentablemente la historia reciente nos va demostrando que Venezuela es el rosal y la Argentina es la viña. La decisión de Cristina de aplicar a rajatabla el manual del buen chavista nos va conduciendo inexorablemente hacia ese destino. Esperemos que reaccionemos a tiempo antes de que sea demasiado tarde. Do site Infobae
A los argentinos esta situación debe preocuparnos ya que afecta a nuestro principal y casi único país aliado en el concierto internacional, pero además porque preludia nuestro futuro. En Mendoza los viticultores franceses nos enseñaron que entre las viñas conviene plantar rosales, porque se enferman antes de lo mismo. Viendo qué les pasa a aquellas plantas espinosas y floridas uno puede prever que le pasará después a los viñedos. Lamentablemente la historia reciente nos va demostrando que Venezuela es el rosal y la Argentina es la viña. La decisión de Cristina de aplicar a rajatabla el manual del buen chavista nos va conduciendo inexorablemente hacia ese destino. Esperemos que reaccionemos a tiempo antes de que sea demasiado tarde. Do site Infobae
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