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segunda-feira, agosto 04, 2014

OPOSIÇÃO VAI APURAR A RESPONSABILIDADE DA DILMA NA MONTAGEM DA FARSA DA CPI DA PETROBRAS

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice na chapa presidencial de Aécio Neves, afirmou neste domingo que seu partido irá apurar a responsabilidade da presidente Dilma Rousseff na fraude dos depoimentos da CPI da Petrobras, revelada em VEJA desta semana. Gravações mostram que o governo e lideranças do PT treinaram os principais depoentes da CPI para investigar contratos superfaturados da estatal, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. "Vamos apurar, pelo menos, a responsabilidade moral de Dilma neste episódio", garantiu.
O senador tucano, que participou de agenda da campanha de Aécio Neves em São José dos Campos, no interior de São Paulo, disse que é preciso investigar a presidente Dilma neste episódio porque "é impossível que ela não soubesse que estava se armando este crime contra uma instituição da República". Aloysio afirmou que já conversou com o senador Agripino Maia, presidente nacional do DEM e coordenador-geral da campanha de Aécio Neves à Presidência da República, e as ações serão impetradas conjuntamente pelo PSDB e outros partidos de oposição, como o Democratas. "Vamos já nesta segunda-feira entrar com várias representações", destacou.
NO CORAÇÃO DO PLANALTO
O senador também citou que algumas dessas representações serão contra "os funcionários do Senado que participaram deste conluio, contra os parlamentares que agiram como bonecos de um teatro de marionetes e contra os funcionários da Secretaria de Relações Institucionais". Ao falar da secretaria, Aloysio disse que o titular da pasta, ministro Ricardo Berzoini, "já esteve implicado no escândalo dos aloprados", dossiê confeccionado por lideranças petistas contra os candidatos tucanos nas eleições de 2006.
Aloysio defendeu, ainda, o afastamento do relator da CPI da Petrobras no Senado, José Pimentel (PT-CE), "porque ele foi uma das peças-chave dessa armação". E considerou muito grave a denúncia divulgada por VEJA, porque no seu entender ela representa uma fraude contra uma instituição do Congresso Nacional. "Imagino se isso acontecesse no congresso norte-americano, o que o presidente do Senado dos EUA faria?", indagou, cobrando também providências de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado.
A GRANDE FARSA
A denúncia feita na edição de VEJA [Leiam o meu comentário aqui no blog] desta semana revela que o governo e lideranças do PT teriam passado previamente para os principais depoentes da CPI da Petrobras, dentre eles a presidente Graça Foster e ex-diretores da estatal, perguntas que seriam feitas por parlamentares, com o intuito de combinar as respostas. A fraude é exposta por um vídeo de uma reunião entre José Eduardo Sobral, chefe do escritório da Petrobras em Brasília, com o advogado da empresa, Bruno Ferreira, além de outra pessoa não identificada. A comissão parlamentar de inquérito foi aberta no primeiro semestre deste ano depois de denúncias sobre contratos superfaturados da Petrobras, incluindo a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA.
Para Aloysio Nunes, a "armação é uma confissão de culpa da Presidência da República, com relação a todos os desmandos ocorridos na Petrobras". Segundo ele, o governo vem procurando "abafar esses escândalos de todas as formas". O senador disse ainda que o episódio representa algo "muito feio, pois é como um estudante que vai para o exame levando cola." Do site da revista Veja

PALÁCIO DO PLANALTO CORRE ATRÁS DO
PREJUÍZO PARA TENTAR BLINDAR DILMA 
Vejam esta matéria postada no site do jornal O Estado de S. Paulo. De leve vai começando a montagem de uma nova farsa para salvar Dilma Rousseff.  Acontece que os fatos estão gravados, em vídeo, de forma muito clara, conforme se pode conferir aqui. Leiam o diz que a matéria do Estadão:
O velho adágio faz sentido: quem entra na chuva é pra se molhar. 
O Palácio do Planalto e o comando da campanha de Dilma Rousseff à reeleição montaram neste domingo, 3, uma estratégia para descolar a presidente da tentativa da oposição de associá­la à possibilidade de fraude na CPI instalada no Senado para investigar irregularidades na Petrobrás. A denúncia de que depoentes da CPI receberam com antecedência as perguntas – publicada pela revista Veja – foi desqualificada pelo Planalto, mas integrantes da oposição e até da base aliada admitem que a situação pode levar à destituição do senador José Pimentel (PT­CE) da relatoria da CPI.
No lado do Planalto, após reuniões e trocas de telefonemas, a Secretaria de Relações Institucionais, chefiada por Ricardo Berzoini, divulgou uma nota para negar as informações de Veja. Segundo a publicação, Paulo Argenta, assessor especial do ministério, teria sido um dos responsáveis pela preparação das questões.
Paulo Argenta, assessor do Ministério das Relaçõees Institucionais teria sido um dos responsáveis na preparação das questões, segundo a reportagem-bomba da revista Veja. Argenta chegou ao Planalto através de Ideli Salvatti.
“(...) A Secretaria de Relações Institucionais informa que não elaborou perguntas para uso dos senadores na referida CPI. Questionado, o assessor Paulo Argenta garante que jamais preparou questões que seriam realizadas durante os depoimentos na referida CPI”, diz o texto.
A ordem no Planalto e na campanha de Dilma é bater na tecla da “disputa política” e da “armação” engendrada pela mídia para tentar vincular a presidente a um escândalo. O discurso oficial é que a CPI sempre foi um “assunto do Congresso”.
Combinações. Segundo a revista, integrantes do governo e senadores do PT treinaram depoentes da CPI, “vazando” as perguntas que seriam feitas e combinando as respostas. Um dia antes do depoimento de José Sérgio Gabrielli, ex­presidente da Petrobrás, ele e o relator José Pimentel teriam acertado quais seriam as perguntas e respostas. O mesmo esquema teria sido usado com a atual presidente da empresa, Graça Fortes, e com Nestor Cerveró, ex­diretor da área internacional.
A CPI foi criada após o Estado revelar que Dilma votou favoravelmente à compra de 50% da polêmica refinaria de Pasadena, no Texas, quando era ministra da Casa Civil e presidia o Conselho de Administração da Petrobrás. Ao Estado, ela informou que só aprovou a transação porque recebeu “informações incompletas” de um parecer.
O vice­presidente da CPI, senador Antônio Carlos Rodrigues (PR­SP), disse que os integrantes do grupo ouvirão nesta terça­feira, 5, as explicações de Pimentel. Depois disso devem definir uma “nova diretriz” para a CPI. Do site do Estadão

Sponholz: A grande farsa!


domingo, agosto 03, 2014

UMA PÉROLA DENTRO DA POCILGA ANTISSEMITA EM QUE FOI TRANSFORMADA A GRANDE IMPRENSA NACIONAL E INTERNACIONAL



Creio que o artigo de Reinaldo Azevedo publicado na Folha de S. Paulo da última sexta-feira, intitulado "Ódio a Israel", é por si só um libelo contra o antissemitismo desavergonhado que é verberado sem qualquer pudor pela grande imprensa em nível internacional. Tanto é que o artigo de Azevedo é uma pérola dentro da pocilga politicamente correta em que foi transformada não só a Folha de S. Paulo, mas a totalidade dos grandes jornais e redes de televisão nacionais e internacionais.
Acima faço a postagem de um vídeo postado no site do Estadão em que se vê a descoberta de centenas de túneis cavados pelo terror do Hamas que funcionam como artérias subterrâneas que ligam Gaza ao Egito e ao próprio Estado de Israel. Por meio desses túneis é feito o tráfico de armas.
Não é para menos que o premiê israelense Benjamin Netanyahu já avisou que a guerra contra o terror que domina a faixa de Gaza será longa.
O terrorismo, com a complacência da militância antissemita exercida pela idiotia criminosa da grande mídia, pode vencer a guerra midiática, mas será esmagado por Israel.
E não são apenas os jornalistas em sua maioria antissemitas. Mas a maioria da população aqui e em qualquer lugar do mundo, já que são doutrinadas durante as 24 horas do dia pelas mentiras disseminadas por todos os meios de comunicação. Dentre os jornalistas que atuam na grande mídia nacional, está Reinaldo Azevedo, que dispensa apresentações. Leiam:
O Hamas tem dois grandes aliados: um número maior de mortos e o ódio covarde a Israel. É um ódio dissimulado, sem coragem de dizer seu nome, que usa os corpos de mulheres e crianças como escudo moral, mas que mal esconde sua natureza. Sessenta e seis anos depois da "partilha", renegada, então, pelo mundo árabe –e só por isso surgiu uma "causa palestina"–, eis que Israel continua a lutar por sua sobrevivência. Já teria sido "varrido do mapa" se, confiante na paz, não houvesse se preparado para a guerra.
O país poderia ter sucumbido já em 1948. Resistiu. Poderia ter sucumbido em 1967, mas venceu espetacularmente. Poderia ter sucumbido em 1973 –e preferiu, de novo, sobreviver. Mas seus inimigos, e não me refiro aos palestinos, ganharam a guerra de propaganda. O espírito de um tempo sempre se impõe à maioria das consciências porque não se faz de um único equívoco, mas de muitos, que se combinam num sistema e tornam a ignorância confortável. Prevalece até que equívocos novos componham outra metafísica influente.
Israel hesitou bastante em fazer a incursão terrestre a Gaza. Seriam muitos os mortos, dadas as características demográficas da região e a forma como o Hamas se organiza. Adicionalmente, tinha-se como certa a perda de soldados. O óbvio está se cumprindo. Há quantos anos o mundo assiste impassível à conversão de Gaza numa base de lançamento de mísseis? Quantas foram as advertências ignoradas pelo Hamas? Como reagiu a organização terrorista ao assassinato de três adolescentes judeus? Justificou a ação criminosa, aplaudiu-a e chamou o inimigo para a guerra, esgueirando-se, armada até os dentes, entre mulheres e crianças, cujo sangue fertiliza seus delírios homicidas.
Há, sim, entes genocidas naquela região. E não é Israel. Um deles é o Hamas. É moral e intelectualmente delinquente ignorar o conteúdo do seu estatuto (is.gd/MUIyvh). Está lá: "Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer". Ou ainda (Artigo 13): "As iniciativas [de paz], as assim chamadas soluções pacíficas e conferências internacionais para resolver o problema palestino, se acham em contradição com os princípios do Movimento de Resistência Islâmica, pois ceder uma parte da Palestina é negligenciar parte da fé islâmica". Tudo claro. Dilma Rousseff só não lê porque Dilma Rousseff não lê.
O tal espírito do tempo faz com que palavras e expressões sejam repetidas preguiçosamente. Uma delas é "reação desproporcional". Seria "proporcional" Israel jogar, a esmo, 2.000 foguetes contra Gaza? Quando os terroristas palestinos lançam seus mísseis, estão em busca de alvos militares? Tenho a tétrica suspeita de que muitas consciências se pacificariam se os mortos israelenses também estivessem na casa dos 1.400. Uma forma de proporcionalidade... Só não há milhares de vítimas em Israel porque o Domo de Ferro intercepta foguetes no ar. A vontade de matar do Hamas é compatível com a sua convicção genocida. Os terroristas não têm é competência. Israel pode, sim, ser acusado de impedir que a adquiram. Será que o país deveria fazer o contrário e franquear ao inimigo as condições de sua própria aniquilação? Não haverá o fim do bloqueio a Gaza enquanto Gaza for a base dos que querem o fim de Israel. Ponto.
Publiquei no último dia 16 um vídeo (is.gd/ydf8qO) com uma entrevista de Sami Abu Zuhri, porta-voz do Hamas, à TV Al-Aqsa, que pertence ao grupo. O entrevistador afirma: "As pessoas [em Gaza] estão adotando o método dos escudos humanos...". Zuhri se regozija: "Isso comprova o caráter dos nossos nobres, dos nossos lutadores da Jihad. (...) Nós, do Hamas, convocamos o nosso povo para que adote essa política".
Imaginei que a entrevista seria um escândalo. No Brasil, só ganhou o devido peso no meu blog. É que as "pessoas boas e justas" estavam muito ocupadas escondendo seu ódio ao país nos corpos de mulheres e crianças e atacando Israel com os mísseis do preconceito e da ignorância. Não há Domo de Ferro que os intercepte. Espírito do tempo. 

sábado, agosto 02, 2014

VÍDEO COMPROVA A FARSA DA CPI DA PETROBRAS MONTADA PELO GOVERNO DO PT E OPOSIÇÃO EXIGE A ANULAÇÃO DOS DEPOIMENTOS


A CPI da Petrobras foi criada com o objetivo de não pegar os corruptos. Ainda assim, o governo e a liderança do PT no Senado decidiram não correr riscos e montaram uma fraude que consistia em passar antes aos investigadores as perguntas que lhes seriam feitas pelos senadores. A trama foi gravada em vídeo.
Os partidos de oposição ao governo cobraram neste sábado a anulação dos depoimentos prestados à CPI da Petrobras no Senado e anunciaram que vão protocolar pedido de investigação à Procuradoria-Geral da República sobre as fraudes reveladas por VEJA desta semana. PSDB, PPS e DEM também analisam acionar o Conselho de Ética contra parlamentares da base governista que protagonizaram a farsa.
Reportagem de VEJA desta semana revela que o governo e lideranças do PT no Senado montaram uma estratégia para treinar os principais depoentes da comissão de inquérito, repassando a eles previamente as perguntas que seriam feita na CPI e combinando as respostas que seriam dadas pelas autoridades.
Segundo lideranças dos partidos ouvidas pelo site de VEJA, os parlamentares envolvidos podem responder por quebra de decoro – como os senadores José Pimentel (PT-CE) e Delcídio Amaral (PT-MS). No caso de Pimentel, a oposição exige que ele seja destituído imediatamente da relatoria da CPI. 
Para a oposição, os responsáveis pelo teatro governista podem ser responsabilizados pelos crimes de obstrução da justiça, estelionato, fraude, improbidade por uso de servidores para fins privados, falso testemunho de depoentes, advocacia administrativa e possível violação do sigilo funcional – se servidores tiverem repassado documentos sigilosos da CPI para o Poder Executivo. Parlamentares de oposição vão investigar se a fraude também ocorreu na CPI mista da Petrobras, que reúne deputados e senadores. 
“A CPI tem prerrogativa de um órgão de investigação para localizar culpados de crimes. Essa operação do Palácio do Planalto é equivalente a obstruir a ação da justiça”, disse o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).
Em gravações obtidas por VEJA, o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, revela que um gabarito foi distribuído aos depoentes mais ilustres para que não houvesse contradições em nenhuma das oitivas. Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais; Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado; e Carlos Hetzel, secretário parlamentar do PT na Casa, formularam as perguntas que acabariam sendo apresentadas ao ex-diretor Nestor Cerveró, apontado como o autor do “parecer falho” que levou a estatal do petróleo a aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, um negócio que impôs prejuízo de quase 1 bilhão milhões de dólares à empresa.
TEATRO: Parecia uma encenação — e era mesmo. As perguntas que seriam feitas pelos parlamentares ao ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli foram enviadas a ele antes do depoimento por José Eduardo Barrocas, chefe do escritório da estatal em Brasília, que aparece no detalhe da foto de Veja.
O ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra, também fez chegar às mãos de Graça Foster, sua sucessora no comando da empresa, e de José Sergio Gabrielli, ex-dirigente da estatal, todas as perguntas que seriam feitas pela CPI – e as respostas que deveriam ser dadas.
“É revoltante constatar que a presidente Dilma permitiu toda essa operação. E se não permitiu, porque a prática do PT é sempre dizer que nada sabia, ela foi estupidamente incapaz de impedir essa ação criminosa, que teve a participação de auxiliares dela na Secretaria de Relações Institucionais e da própria direção da Petrobras”, afirmou Imbassahy.
“O vídeo [veja acima] revelado por VEJA mostra a farsa montada pelo governo na CPI e merece uma investigação profunda. Toda a suposta moralidade do PT havia sido desmascarada no episódio do mensalão, e agora no governo Dilma se faz uso de uma dos mais importantes instrumentos do Congresso, que é a CPI”, disse o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). “Essa CPI chapa branca do Senado já havia sido denunciada como instrumento do governo. Agora vieram à luz as provas.”
Para o deputado Marcos Pestana (PSDB-MG), a fraude nos depoimentos da CPI mostra que o governo, ao contrário do que propagandeia, tem “tolerância com malfeitos” e não quer investigar a denúncias sobre a Petrobras. “A máquina do governo Dilma opera para evitar investigação pela CPI da corrupção na Petrobras”, criticou.
Advogados do PPS pretendem acionar a Procuradoria-Geral da República. A avaliação do partido é que a fraude é equivalente à recusa de um delegado ou um promotor em investigar um suspeito por interesse pessoal. “Vamos exigir que a presidência da CPI da Petrobras determine a abertura imediata de investigação e adote providências para punir os responsáveis por mais essa farsa armada pelo PT e pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Isso é clara obstrução da investigação, que em processos judiciais costuma render decretação de prisão preventiva”, afirmou o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), que defende ainda a anulação dos depoimentos. “Não é possível que alguém escolhido para investigar atue descaradamente para beneficiar os suspeitos. Isso é inadmissível e não resta outro caminho que não seja a substituição deles em face da suspeição de conluio."
“Todos os depoimentos no Senado que foram comprovadamente manipulados por obra e graça do Palácio do Planalto deve ser anulados porque não têm valor legal. A CPI do Senado já era um teatro desde o início porque o governo tentou bloquear os trabalhos”, afirmou o líder do Democratas na Câmara, Mendonça Filho (DEM-PE). “Temos que buscar a apuração de todos os fatos e podemos ir à Procuradoria-Geral da República e ao Conselho de Ética”, disse ao site de VEJA.
“A denúncia de manipulação da CPI coloca o Congresso muito mal e mostra que a independência e autonomia do parlamento estão sendo subtraídas pela interferência nefasta do Executivo”, afirmou. Do site da revista Veja

A HIPOCRISIA DO LULOPETISMO

Por Nilson Borges Filho (*)
O presidente no paralelo Luiz Inácio Lula da Silva, depois de um mutismo ensurdecedor, resolveu falar. Lula adora ouvir a própria voz e quando se expressa não poupa nem mesmo o idioma pátrio. Além de maltratar a gramática, eliminar os plurais e se utilizar de termos chulos – como no caso da analista de investimentos do banco Santander – o palanqueiro de araque decidiu dar lições de moral aos seus adversários.
No primeiro momento do seu palavrório Lula destratou o presidente mundial do Santander, enquadrando-o como incompetente. Afinal, o CEO de um dos maiores conglomerados financeiros da Europa não soube sequer recrutar uma analista de mercado. E teve mais: Lula se colocou à disposição do presidente mundial do Santander oferecendo seus préstimos como analista de conjuntura e se prontificando a receber o bônus destinado a funcionários da instituição financeira.
Debochado e perdendo a compostura – o que é do seu feitio – Lula poderia ser grato à direção do Santander, que lhe pagou 200 mil dólares para proferir uma palestra na sede do grupo na Espanha. Não me façam perguntas que não sei responder: não faço a menor ideia sobre o que Lula tem a ensinar a banqueiros europeus.
Esquecendo-se das diversas viagens internacionais em que transportou a segunda-dama, Rosemary Noronha, a bordo da aeronave presidencial, às custas do contribuinte, o mandachuva petista se arvorou a dar lição de moral ao candidato Aécio Neves, com referência ao aeroporto na cidade de Claudio. Lula teorizou: “o Estado não pode ser tratado como propriedade para benefício de família”.
Pura hipocrisia, senão veja-se: como é notório, o avião presidencial é propriedade do Estado, assim como as sedes das embaixadas brasileiras, no entanto Rosemary Noronha, que dividia os lençóis com o ex-presidente, se esbaldou em viagens para o exterior flanando no Airbus presidencial e se aboletando nos aposentos das embaixadas brasileiras mundo afora. É sabido que o sistema de telefonia é concessão estatal, mas o filho Lulinha recebeu 10 milhões de reais da Telemar, como aporte numa empresa mequetrefe de jogos para celular, isso como se fosse a coisa mais normal do mundo essa relação incestuosa entre o público e o privado. De monitor de zoológico, em poucos anos, Lulinha se transformou num empresário bem sucedido, de fazer inveja a um Ronaldinho.
Mas ainda não é tudo: logo que assumiu a presidência da República Lula fez do SESI um entreposto petista, instalando em cargos importantes sindicalistas de baixa qualificação intelectual, mas com salários obscenos para a realidade brasileira. Perdendo totalmente a vergonha, o ex-presidente fez de sua nora, Marlene Araújo da Silva, casada com Sandro Luiz da Silva, alta funcionaria do SESI com um salário de 13.500,00 com direito a não comparecer ao trabalho.
Marlene se concede formação acadêmica em ‘eventos”, sabe-se lá o que vem a ser isso, e que sua principal atividade é na área de “relações institucionais”, esquecendo-se de dizer com quais instituições se relaciona. Em reportagem da revista Época ficou constatado que Marlene Araújo, a quarta nora, faz parte da folha de pagamento do SESI, mas sem necessidade de retribuir com trabalho os 13.500 que embolsa mensalmente.
Nesse mesmo SESI, a mulher do mensaleiro João Paulo Cunha recebe um salario de 23 mil reais, como gerente de marketing. Faz sentido. É essa gente que se arvora em dar lição de moral ao senador Aécio Neves. 
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em direito e articulista colaborador deste blog. Foi professor da UFSC e da UFMG e Juiz do TRE de Santa Catarina.

Sponhoz: Os maiores corruptos estão no PT!


sexta-feira, agosto 01, 2014

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA A FRAUDE MONTADA PELO PT DE LULA E DA DILMA DENTRO DA CPI DA PETROBRAS. O PT É A VERDADEIRA FACE DO MAL QUE CASTIGA O BRASIL E OS BRASILEIROS!

A reportagem-bomba de Veja que chega às bancas neste sábado é demolidora ao revelar as entranhas da tramóia montada por Lula, Dilma e seus sequazes do PT para abafar o escândalo da roubalheira da Petrobras. Uma gravação exclusiva revela a fraude articulada pelo PT na CPI da Petrobras.
Tanto é que, segundo a reportagem-bomba exclusiva de Veja, uma gravação mostra que os investigados na CPI dominada pelo PT, receberam perguntas dos senadores com antecedência e foram treinados para responder a elas. A farsa é tão escandalosa que pode exigir uma inédita CPI da CPI para ser desvendada. Com se vê, no mundo bolivariano do PT tudo é possível, embora o restante da grande mídia nacional, com destaque para a Folha de S. Paulo, não veja nada. Pelo contrário, os jornalistas da Folha de S. Paulo, por exemplo, já fazem parte das falanges comunistas do PT, chefiadas por Lula e seu marqueteiro, o baiano João Santana, que ocupa o cargo de ministro sem Pasta, no Palácio do Planalto. As pautas políticas da Folha de S. Paulo são preparadas no bunker da campanha da Dilma. Não fosse a revisa Veja ninguém saberia de mais essa sacanagem do PT.
Aliás, o que se tem notado é que aquilo se passa dentro do Congresso Nacional é simplesmente escamoteado pela grande mídia. Aqueles que acompanham de perto o noticiário dos grandes meios de comunicação em geral, sabem que as únicas matérias veiculadas sobre Senado e Câmara são todas destinadas a desgastar o Poder Legislativo para abrir caminho ao golpe comunista do PT que tem prontas as campanhas da Constituinte exclusiva e do plebiscito bolivariano. E, por dever profissional, devo assinalar que 90% dos jornalistas brasileiros não são apenas coniventes com essa torrente de escândalos; são cúmplices. No jornalismo esconder um fato de tal gravidade é um crime.
A reportagem-bomba de Veja mostra que para o PT vale tudo para esconder a roubalheira escandalosa na Petrobras. Os petistas mentem sem o menor pudor e são capazes de fazer qualquer coisa para se manter no poder. Tanto é que já possuem o plano do golpe comunista da Constituinte e Plebiscito nos moldes bolivarianos, como na Venezuela. Quem vota em candidatos do PT é imoral, porque é conivente com todo tipo de bandalheira.
Já na chamada de capa Veja oferece um aperitivo da reportagem-bomba ao transcrever um trecho rápido da gravação em que o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Barrocas, revela a armação da fraude arquitetada pelo PT para fazer tábula rasa da CPI da Petrobras. Diz Barrocas:
“Eu perguntei quem é o autor dessas perguntas. Oitenta por cento é do Marcos Rogério (assessor da liderança do governo no Senado). O Carlos Hetzel (assessor da liderança do PT) fez alguma coisa; o Paulo Argenta (da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República) fez outras. As do Gabrielli eu digitalizei e passei para a Graça (Foster, presidente da Petrobras).
“Chamaram ele (Nestor Cerveró), deram um curso a ele, media training.”
Com se constata, é coisa para pegar Lula, Dilma e seus sequazes da Petrobras e enfiá-los diretamente numa cela de segurança máxima na Papuda. 
Por tudo isso, a edição da revista Veja desta semana é histórica. As duas matérias destacadas acima dentro daquela faixinha vermelha são dispensáveis. A reportagem-bomba é demolidora e pelo seu teor detona a campanha da Dilma.
Além disso é pauta obrigatória para o restante da grande mídia brasileira e até mesmo internacional. É coisa grande. É um escândalo dentro de um dos maiores escândalos que já se tem notícia no Brasil. É coisa quase do tamanho do mensalão!
O PT encarna o mal por inteiro. O PT é a coisa mais nefasta, a desgraça do Brasil e dos brasileiros. 

Sponholz: Vaias imobilizam Dilma!