terça-feira, outubro 28, 2014
CHEIRO DE OPERAÇÃO-ABAFA NO AR: DOLEIRO QUE DENUNCIOU LULA E DILMA PERMANECE INTERNADO E SEU DEPOIMENTO NA CPI DO PETROLÃO FOI SUSPENSO.
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| Este é o Hospital Santa Cruz, de Curitiba, onde o doleiro prossegue internado depois que sofreu um desmaio dentro da carceragem da Polícia Federal. Não há data de para sair do hospital. |
Foi cancelado o depoimento do doleiro Alberto Youssef na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Petrobras, que estava marcado para a próxima quarta-feira. O cancelamento foi determinado pelo senador Vital do Rego e informado à 13ª Vara Federal de Curitiba na manhã desta segunda-feira. O doleiro, que assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato, segue internado no Hospital Santa Cruz, em Curitiba.
O hospital informou que o quadro de Youssef se mantém estável. Boletim assinado pelo médico Rubens Darwich afirma que o quadro cardiológico do doleiro é estável e os exames estão dentro da normalidade. O paciente, segundo o texto, está “lúcido e orientado”, mas não tem previsão de alta hospitalar.
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| Vital do Rego cancelou ida do doleiro à CPI |
A internação do doleiro deu origem a uma onda de boatos nas redes sociais e por mensagens no WhatsApp neste domingo, dia de votação. Mensagens diziam que ele havia sido envenenado e morto como “queima de arquivo” pelo PT, pois pode apresentar provas de quem recebeu dinheiro da Petrobras. Os boatos acirraram ainda mais os ânimos entre eleitores do PT e do PSDB. A Polícia Federal suspeita que os boatos partiram de profissionais que atuam no hospital Santa Cruz, para onde Youssef foi levado na tarde de sábado, depois de passar mal na cela.
Youssef relatou aos médicos, ao chegar no hospital, ter perdido os sentidos ao descer do beliche onde estava deitado na cela. No hospital, ele se queixou de dor torácica e, segundo o hospital, o quadro era de angina instável. Foi indicada apenas hidratação, com soro, e os médicos suspenderam o uso do Captopril, medicamento usado para hipertensão que, dependendo da dosagem, pode causar hipotensão, que é queda da pressão arterial. De acordo com a PF, foi a terceira vez que ele passou mal e necessitou de atendimento de urgência desde março passado, quando foi preso.
No fim da tarde de sábado, o hospital divulgou um segundo boletim médico afirmando que não houve mudança no quadro clínico do paciente e que não havia previsão de que a alta fosse antecipada. De acordo com a nota, assinada pelo cardiologista Rubens Darwich, os exames laboratoriais estavam dentro da normalidade e exames complementares estavam sendo feitos.
A 13ª Vara investiga desvios de recursos de obras superfaturadas da Petrobras. O destino do dinheiro para políticos que detêm cargos públicos e, por isso, têm foro privilegiado, é investigado pelo Supremo Tribunal Federal.
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| O doleiro Youssef em foto veiculada pelas redes sociais |
Embora Costa tenha denunciado a existência de um esquema de distribuição de propinas para PT, PMDB e PP, com verba de obras superfaturadas da estatal, é Youssef quem detém as informações mais preciosas: para quem e quando foram entregues as remessas. Como operador do esquema e sucessor do deputado federal José Janene (PP), morto em 2010, era Youssef quem arrecadava o dinheiro das empresas e distribuía entre os políticos beneficiários. Na maior parte dos casos, eles recebiam em dinheiro vivo e era o doleiro quem entregava ou mandava entregar. É dele que se esperam as provas concretas de quem recebeu dinheiro — e seus intermediários. Do site do jornal O Globo
segunda-feira, outubro 27, 2014
ALBERTO YOUSSEF, O DOLEIRO DO PETROLÃO QUE DELATOU LULA E DILMA, APARECE EM FOTO NO HOSPITAL, MAS O MISTÉRIO CONTINUA.
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| Foto do doleiro no hospital de Curitiba. Reprodução de foto provavelmente da Polícia Federal, já que no site de Veja é qualificada de reprodução. |
Reabrindo as postagens do blog inicio com um post que, ao meu ver, traz informações que interessam a 50% da população brasileira. Outros 50% não se interessam. Pelo contrário, fazem vodu, feitiços variados e despachos com a assessoria do cabloco tranca rua para que o doleiro Alberto Youssef saia do hospital em que está internado indo diretamente para o cemitério.
O doleiro, como revelou a reportagem-bomba da revista Veja, afirmou que o Lula e a Dilma sabiam tudo sobre o petrolão, a vergonhosa roubalheira na Petrobras que teria irrigado a campanha de Dilma Rousseff já em 2010, quando surgiu como a “muié do Lula”.
Nestas alturas dos acontecimentos, Alberto Youssef se tornou a figura chave do escândalo e detém muitas informações e detalhes da engrenagem diabólica que tem mantido o PT no poder há mais de uma década. Afinal, ele era o operador do petrolão, lidava diretamente com a grana.
Youssef, ameaçado de apodrecer na cadeira pelos crimes em que está envolvido, teve no instituto da delação premiada a sua tábua de salvação. Como sabem, o instituto da delação premiada pode minimizar a pena do acusado se ele colaborar com a Justiça na apuração de fato delituoso. Todavia tem de dizer a verdade. Se mentir, sua situação perante a Justiça se complica ainda mais. Portanto, o réu tem de dizer a verdade. É assim que funciona a delação premiada.
Entretanto, na véspera da eleição Youssef sofreu um faniquito na cerceragem da Polícia Federal e de lá para cá continua internado em hospital de Curitiba. Logo após a ocorrência veiculou-se à farta que o doleiro poderia ter sido envenenado. Ato contínuo a Polícia Federal, ainda na madrugada sábado para domingo, divulgou uma nota descartando o envenenamento e afirmando que o homem estava vivo.
Como o doleiro continua inacessível, embora pareça realmente restabelecido conforme a foto que ilustra este post, o caso continua misterioso. Menos para os alegres rapazes travestidos de jornalistas que operam nas redações da maioria da grande imprensa brasileira intoxicados de alegria com a vitória da Dilma e loucos para atirar a pá de cal sobre a sepultura do doleiro Alberto Youssef. E até imagino como seriam os textos sobre a eventual morte do doleiro na Folha de S. Paulo, O Globo e Estadão.
Recolho do blog do jornalista Políbio Braga e do site da revista Veja, as últimas informações sobre o inaudito e misterioso caso do doleiro. Leiam:
No sábado, véspera das eleições, redes sociais registraram denúncias de que o doleiro tinha sido envenenado. Ao lado, foto de Youssef, liberada pela PF para provar que ele está vivo.
Ao contrário do que informaram o hospital e a PF no sábado a noite, o doleiro Alberto Youssef continua internado no Hospital Santa Cruz, em Curitiba, para onde foi levado depois de passar mal no sábado. Segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira, "Youssef mantém quadro clínico estável, apresentando na avaliação da manhã quadro cardiológico estável". De acordo com o hospital, o doleiro está consciente e com sinais vitais dentro da normalidade, mas ainda não tem previsão de alta médica.
A suspeita dos médicos é que Youssef esteja sofrendo de "angina instável", condição grave na qual o coração não é irrigado corretamente e que pode levar a um infarto.
No domingo a Polícia Federal soltou nota desmentindo boatos surgidos nas redes sociais de que Youssef teria sido envenenado. Segundo a PF, ele foi internado por conta de uma queda de pressão arterial causada pelo uso de medicação para doença cardíaca. Esta foi a terceira vez que ele recebeu atendimento médico na prisão.
A filha do doleiro, a psicóloga Kemelly Caroline Fujiwara Youssef, desmentiu os boatos surgidos nas redes sociais de que Alberto estaria morto. "Está tudo certo. Ele está bem", disse Kemelly.
Reportagem de Veja desta semana revelou que Youssef afirmou em depoimento à Polícia Federal que a presidente reeleita, Dilma Rousseff (PT), e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. Com informações do site de Veja e do blog de Políbio Braga
domingo, outubro 26, 2014
O BLOG ESTÁ DE LUTO
Estimados leitores: O blog está de luto. Mas a luta pela democracia continuará! Logo estaremos de volta oferecendo o jornalismo que tem o compromisso com a democracia e a liberdade. Agradeço a todos que me honram com a leitura. O Brasil perdeu uma batalha mas não a guerra. Vamos em frente. Valeu!
AÉCIO: 80,4%! URNAS APURADAS NA ÁUSTRÁLIA!
Já foi encerrada a votação para presidente da República em vários países, e em alguns deles a apuração já foi encerrada. Na Austrália, deu Aécio Neves (PSDB). O candidato tucano obteve 80,4% dos votos válidos, enquanto a candidata do PT, Dilma Rousseff, ficou com 19,6%.
Na Austrália, a votação ocorreu em várias seções instaladas na capital australiana, Camberra, e nas cidades de Melbourne e Perth. Aécio foi o mais votado em todas elas. Em Melboune, por exemplo, Aécio somou 85% dos votos.
O primeiro país a encerrar o pleito foi a Nova Zelândia, onde os eleitores começaram a votar às 8h do horário do local, equivalente às 17h de ontem (4) no horário de Brasília.
As votações também já se encerraram na Coreia do Sul, no Japão, em Timor Leste, Cingapura, nas Filipinas, na Indonésia, Malásia, Tailândia, China, em Taiwan, na Índia, nos Emirados Árabes e na Rússia, países com grande diferença de fuso horário com relação ao Brasil.
Mais de 350 mil eleitores que vivem fora do Brasil estão aptos a votar nestas eleições. Eles estão espalhados por 135 cidades de 89 países.
O maior eleitorado fora do Brasil está nos Estados Unidos, com 112,2 mil pessoas, seguido do Japão, com 30,6 mil, de Portugal, com 30,4 mil, da Itália, com 20,9 mil, e Alemanha, com 17,5 mil.
Mesmo estando aptos a votar, os brasileiros que vivem em países onde há menos de 30 eleitores não irão às urnas.
A divulgação oficial dos resultados só ocorrerá a partir das 20h de Brasília, quando a votação for encerrada em todo o País. Os eleitores nos estados do Acre, Amazonas, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima têm fuso de duas e três horas a menos em relação a Brasília. Do site Diário do Poder
POR QUE QUERO SER PRESIDENTE
Por Aécio Neves (*)
Chego ao final desta longa caminhada honrado pela livre vontade dos brasileiros de representar o sonho da mudança que move o país. Em cada pedaço de chão por onde caminhei, tive o privilégio de me encontrar com o Brasil de verdade e de ver transmudadas frustrações e desalento em indignação e novas esperanças, que alimentaram meu espírito e tornaram ainda mais vivas as nossas grandes causas.
Obstinadamente, procuramos cumprir o nosso dever. Mergulhamos na realidade nacional e em problemas gigantescos, que se eternizaram pela incúria do atual ciclo de poder. Repete-se hoje o que já vimos: uma década perdida e sonhos de futuro adiados pelas circunstâncias ou pela conveniência.
Ao final, a constatação é a de que há quase tudo a ser feito e resta intocada uma grandiosa dívida social para com os brasileiros que querem melhorar de vida. Um novo e definitivo salto de desenvolvimento acabou engolfado pela má gestão, pelo desapreço ao planejamento, pelo aparelhamento do Estado, nenhum compromisso com o resultado e um projeto de país.
O nosso povo cobra uma nova e corajosa condução da economia nacional, capaz de reverter a posição do mais promissor entre os países emergentes, agora adernado na lanterna do crescimento, sem credibilidade e confiança, em plena recessão.
A estabilidade duramente conquistada fraqueja, atingida pela inflação. A balança comercial no vermelho e a desindustrialização em curso destroem a nossa indústria e nos roubam os melhores empregos.
Quase nenhum passo foi dado para resgatar da precariedade a nossa infraestrutura. Nesse campo, a paisagem é desoladora: obras pela metade, com orçamentos decuplicados, abandonadas pelo caminho.
No campo social, crises desrespeitam os cidadãos que mais precisam: hospitais públicos afundados em insuficiências, repletos de doentes sem atendimento digno! Persistem as filas para consultas, exames, cirurgias e remédios.
No campo da segurança, prevalece a omissão. O governismo abdicou da responsabilidade de coordenar uma efetiva política nacional e assiste, impassível, à tragédia de 56 mil assassinatos por ano, terceirizando responsabilidades a Estados e municípios endividados. Estamos perdendo uma geração inteira de jovens brasileiros, vítimas ou aliciados pelo crime.
Dos gabinetes em Brasília anunciou-se o fim da miséria, atropelando a realidade de um país ainda desigual. Essas, entre outras, são realidades do Brasil que hoje define seu futuro. Contentaram-se com a gestão diária da pobreza para instrumentalizá-la, como fazem agora, chantageando os beneficiários dos programas sociais com o tradicional terrorismo petista.
Para fazer a grande mudança que o país exige, será preciso mais do que propostas inovadoras e eficientes de boa governança. O primeiro passo é o resgate de princípios e valores cruciais --ética, transparência e planejamento público, qualidade dos gastos do Estado, do controle de resultados e tolerância zero com a corrupção. Acrescento ainda uma inédita audição da nossa sociedade, para tornar efetiva a participação dos cidadãos nos destinos do país.
Uma nova agenda se impõe.
No plano da gestão, é preciso acabar com o gigantismo e desperdícios de um governo com 39 ministérios e milhares de cargos de confiança, que servem a todos os interesses, menos ao interesse público.
A prioridade é cuidar das grandes emergências em duas áreas capitais --saúde e segurança--, que não podem esperar. Delas depende a vida das pessoas.
A retomada do crescimento demanda uma economia saudável e previsível, que não penaliza quem trabalha e produz, e um governo que guarda com zelo as políticas que estão sob sua responsabilidade. A primeira delas é gastar menos com o governo para poder investir mais na população.
Simultaneamente, temos que construir uma agenda para o futuro, que depende de uma nova escola e de um salto na qualidade da educação pública. Sem educação transformadora, nenhum sonho de desenvolvimento se tornará real e possível.
(*)Artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo deste domingo.
(*)Artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo deste domingo.
DOLEIRO YOUSSEF, QUE DENUNCIOU LULA E DILMA, ESTÁ VIVO E NOTA DA PF DIZ QUE SÃO INFUNDADAS INFORMAÇÕES SOBRE ENVENENAMENTO
O doleiro envolvido nas investigações da Operação Lava Jato, Alberto Youssef, foi internado neste sábado por volta das 13h, em Curitiba. De acordo com a Polícia Federal, Youssef alertou aos policiais que estava se sentindo mal e foi encaminhado pelo SAMU ao Hospital Santa Cruz, onde realizou exames. Ele foi escoltado por viaturas da PF.
Em nota oficial, a Polícia Federal informou que Youssef sofreu forte queda de pressão, que teria sido motivada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica. "São infundadas as informações de possível envenenamento", diz a nota, acrescentando que esta foi a terceira vez que o doleiro necessitou de atendimento médico de urgência após sua prisão, em março passado.
Segundo a PF, Youssef permanecerá hospitalizado para a adequação da medicação e só retornará à carceragem da Polícia Federal em Curitiba quando estiver plenamente restabelecido.
O advogado do doleiro, Antonio Figueiredo Basto, disse que Youssef teria sido levado para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que não foi confirmado por funcionários do hospital.
— Ele teve uma fortíssima queda de pressão — disse Basto, garantindo que seu cliente chegou a cair na cela.
No mês de julho, Youssef permaneceu internado por um dia para, de acordo com Basto, passar por cateterismo, após sofrer um infarto.
Na última terça-feira, Alberto Youssef prestou depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público. Nele, teria dito que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.
Veja a íntegra da nota da PF:
"A Polícia Federal informa que Alberto Youssef foi hospitalizado hoje, 25.10, no início da tarde, devido a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica.
Esta é a terceira vez que ocorre atendimento médico de urgência após a sua prisão.
São infundadas as informações de possível envenenamento.
São infundadas as informações de possível envenenamento.
Alberto Youssef permanecerá hospitalizado para a adequação da medicação e retornará à carceragem da Polícia Federal na Superintendência em Curitiba, após o seu pleno restabelecimento." Do site do jornal O Globo
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