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domingo, dezembro 21, 2014

A ASCENSÃO DA DIREITA NO BRASIL É UMA REALIDADE QUE JÁ APAVORA OS COMUNISTAS E EMBARALHA A NARRATIVA VICIADA DO JORNALISMO ESQUERDISTA

Coronel Telhada, vereador e deputado estadual eleito em SP e o deputado Jair Bolsonaro: duas lideranças conservadoras em ascensão que passam a ser atacadas pelo jornalismo de aluguel, os esbirros de Lula que controlam as redações da grande imprensa nacional.
O texto que transcrevo após este comentário parece ser da Folha de S. Paulo, mas não é. Podem ficar espantados, mas é do site da revista Veja. Assina a matéria a repórter Mariana Zylberkan. O mote da reportagem é espinafrar o Coronel Telhada, da Polícia Militar de São Paulo, agora reformado (aposentado) que atualmente é vereador e deputado estadual eleito, um campeão de votos. Telhada é utilizado como exemplo, mas na verdade o alvo de sua desconstrução são todos aqueles que já estão fartos de toda essa esculhambação que começou desde o dia em que o Lula foi transformando em presidente do Brasil.
Na página de abertura do site da revista Veja, rende manchete a matéria sobre Telhada, com o seguinte título: “Redes sociais turbinam eleitorado da direita brucutu”. Clicando-se no link abre a matéria quando o título tem outro viés: “Coronel Telhada e a direita boa de voto”. É difícil imaginar que ambos os títulos sejam do mesmo editor. Mas vá lá. Deve ser mesmo. São os plantões de final de semana.
Nota-se pelo andar da carruagem que os alegres rapazes e raparigas da grande mídia nacional continuam a alimentar a velha ojeriza à “direita”. E não só os jovens jornalistas, mas muitos velhos de guerra das redações. E isso expressa um nível de boçalidade avassalador do pensamento político brasileiro. Haja vista, por exemplo, à recente exumação da ossada de Jango Goulart, em busca de provas de que fora assassinado, aliás uma característica da idiotia latino-americana, useira e vezeira em promover exumações em busca de um suposto passado de glórias que foi destruído pelos maldosos “direitistas”. O finado coronel Hugo Chávez, exumou em meio a uma cerimônia mais macabra do que fúnebre, os restos de Bolívar e erguendo um mausoléu em honra ao herói. Ao mesmo tempo a máquina de propaganda comunista construiu uma narrativa colocando o “pajarito” de Nicolás Maduro em pé de igualdade a Bolívar, lado a lado.
E nessa fantástica ficção o defunto Bolívar seria um ativista comunista e, por isso mesmo, o herói da pátria. Entretanto, o baú do passado latino-americano é vazio não só de mártires e heróis, mas sobretudo de ideias inteligentes. No século XXI repete-se a velha e surrada história de que o atraso do continente se deve à espoliação primeiro do império inglês e, depois, dos norte-americanos.
E a narrativa esquerdista é a mesma, permanece constante, sendo o paradigma dominante da historiografia oficial que orienta os livros didáticos de história. O “império” ou os “impérios”, constituem a “direita” que impede o continente de romper a puberdade política e econômica. Impõem-se assim, por meio dos veículos de comunicação, uma superioridade moral da esquerda que induz os incautos a imaginar que  um mundo de paz, harmonia, abundância e prosperidade ainda não aconteceu porque a verdadeira revolução socialista não foi aplicada.
Não é à toa que até mesmo a revista Veja, o que resta de jornalismo razoável, sucumba à patrulha permamente da revolução cultural e qualifique o Coronel Telhada de representante da “direita brucutu”. A mídia, meus caros, tem um poder excepcional e já iniciou uma campanha sem trégua contra os poucos políticos que ousam insurgir-se contra a vagabundagem reinante, à insegurança, ao deboche, à imoralidade, às imposturas de toda ordem e à devassidão que corrói o tecido social e destrói da família. Nesse ambiente dito “progressista” tudo é permitido, menos a ação política de viés conservador que tem como lideranças expressivas o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro, cujas reputações que já vinham sendo destruídas pela peste do PT, agora ganharam o reforço de alguns jornalistas que integram o último bastião do jornalismo honesto. 
Não será surpresa se o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro acabem fuzilados num “paredón”, quando o Foro de São Paulo tiver concluído a última etapa da conversão do Brasil numa República Bolivariana do tipo cubano-venezuelano.
Entretanto, nada disso causa surpresa para este modesto escriba. Exerço o jornalismo há mais de 40 anos. Modéstia à parte conheço o metier. Redações de jornais, revistas e televisões sempre foram valhacoutos, com as exceções de sempre, de vagabundos, pervertidos, imorais, maconheiros, vadios, diletantes e, sobretudo oportunistas e mentirosos. As exceções existem, é claro e os leitores sabem quais são. Afinal, a sociedade humana persiste pela insistência dos altruístas. Aparentemente, parece que o mundo é dominado pela lógica da sacanagem. Entretanto é o altruísmo que faz o mundo existir. Tanto é que o planeta já possui uma população estimada em mais de 7 bilhões. Logo, logo este número pulará para a casa de mais de 8 bilhões de terráqueos.
Quem segura a onda, gostem ou não gostem, são pessoas como o Coronel Telhada e o deputado Jair Bolsonaro. Portanto, não desistam, não se amedrontem, não se submetam ao patrulhamento da grande mídia. Mais um pouquinho os veículos da grande imprensa não terão mais leitores nem telespectadores. Nem que ofereçam de graça os seus serviços. A internet está aí e veio para ficar. Não dependemos mais de meia dúzia de delirantes que pretendem ditar o que é certo e o que é errado valendo-se da deletéria visão do pensamento politicamente correto e as suas engenharias sociais. E tem mais: as redes sociais podem ser o locus anárquico para um monte de besteiras, mas foram as redes os veículos de comunicação que mudaram drasticamente o perfil do eleitorado brasileiro e já colocaram nas ruas milhares de pessoas afinadas com os postulados conservadores. É a primeira vez, em mais de meio século, que isso acontece no Brasil e deixa desconcertados políticos e, sobretudo, jornalistas que continuam com um pé, ou os dois, fincados nos albores do século XX. 
Para análise de vocês transcrevo a reportagem do site de Veja:
Coronel Telhada em ação em São Paulo, prende suspeito de assalto: uma cena que os alegres rapazes e raparigas da grande imprensa não gostam de ver. Mas o povo adora!
No último dia 26 de outubro, tão logo soube que presidente Dilma Rousseff (PT) estava reeleita, o vereador paulistano Paulo Adriano Lopes Telhada, coronel aposentado da Rota, sigla para Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a tropa de elite da Polícia Militar, correu para despejar sua frustração no Facebook: “Sul e o Sudeste deveriam iniciar o processo de independência de um país que prefere esmola do que o trabalho, preferem a desordem em vez da ordem, preferem o voto de cabresto do que a liberdade”. Em 24 horas, seu perfil na rede social ganhou mais de 25 000 novos adeptos – hoje, ele tem 221 000 seguidores. Filiado ao PSDB, Telhada é um dos expoentes de um grupo de políticos campeões de votos nas eleições deste ano erguendo bandeiras conservadoras.
No último pleito, Telhada foi o segundo deputado estadual mais bem votado para Assembleia Legislativa de São Paulo, com 254 000 votos. O coronel é um legítimo exemplo do neoconservadorismo brucutu – formado por políticos que às vezes perdem a razão, mas não deixam de dar seu recado. No plano nacional, o fenômeno de votos se repetiu com a eleição de políticos alinhados à direita, muitos ligados à bancada evangélica, como o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que recebeu 398.087 votos, e o capitão da reserva Jair Bolsonaro (PP-RJ), o terceiro deputado federal mais votado do país, com 464.572 votos. E se é verdade que a linha dura agrada a uma significativa parcela da sociedade que andava órfã, também é fato que a verve incendiária tem um custo. A fala pós-urnas de Telhada foi duramente criticada, inclusive por integrantes do seu partido, que o consideram à direita das diretrizes programáticas do tucanato. “Aquilo foi um balão de ensaio e acabei tomando um tiro pela culatra. Eu queria apenas fazer um debate sobre a emancipação política de São Paulo. Na vida política, é preciso se policiar porque qualquer coisa que se faz inocentemente paga-se um sapo terrível”, diz.
Feliciano é dos principais alvos da patrulha de partidos e ativistas de esquerda, especialistas em guerrilha nas redes sociais. Suas declarações controversas pregaram-lhe a pecha de homofóbico e racista. O último a monopolizar os holofotes foi Bolsonaro, que acabou notabilizado por defender a causa certa da forma errada: ao criticar a parcialidade do relatório final da Comissão da Verdade, fez um ataque grotesco à deputada Maria do Rosário (PT-RS), que integra a tropa de choque governista.
Telhada vestiu a camisa do Brasil e discursou durante manifestação anti-PT em SP
Coronel Telhada não esconde as dificuldades que ainda sente no papel de político. Os últimos dois anos como vereador, seu primeiro cargo eletivo, têm lhe exigido bastante. Falante, ele percebeu que, uma vez eleito, suas palavras se espalham na internet como rastilho de pólvora – nenhuma outra declaração é tão ilustrativa quando a de que "bandido bom é bandido morto". “Eu não sou moralista, sou o maior porra louca que você pode pensar. Eu gosto das coisas certas, eu adoro rock n’ roll, adoro brincar, conversar, falar besteira, mas eu sou milico, tenho uma formação militar, se me der uma ordem, eu vou cumprir.”
O rótulo de intolerante foi reforçado há cerca de dois anos, quando foi acusado por um repórter do jornal Folha de S. Paulo de tê-lo ameaçado de morte após publicar uma reportagem crítica às postagens do coronel no Facebook. Na rede social, o coronel usa o termo “vagabundo” para se referir a criminosos. Incomodado, Telhada usou sua página na rede social para atacar o repórter, o que causou uma reação agressiva de seus seguidores. Embora rechace a fama de mau, Telhada conta resignado que ela o acompanhou durante a carreira policial. “Sou mal visto na polícia porque eu sou um cara que mata bandido, que faz bico. Não sou bem visto, não sou da elite, mas isso mudou depois que eu virei político. Toda vez que eu quis voltar para a Rota eu ouvi um sonoro 'não' e que eu sou perigoso para a Polícia Militar.”
Telhada passou a ser figura carimbada no noticiário policial no fim dos anos 1990, quando comandava o 7º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo. Localizado no Centro da capital paulista, o batalhão era responsável por áreas críticas da cidade, como a Cracolândia. Foi uma das operações que comandou para retirar usuários de drogas do local que o alçou à fama; a ação foi transmitida ao vivo na TV pelo apresentador José Luiz Datena, na TV Record. A exposição o ajudou a conseguir mais bicos nas horas de folga, como os 15 anos que cuidou da segurança particular do apresentador Gugu Liberato. O fã-clube só cresceu ao longo dos anos. Admiradores enviam cartas diariamente para o seu gabinete na Câmara – uma delas, recebida na última semana, o alertava para a possibilidade de ser envenenado por inimigos. “O mal entra pela boca, ou seja, tenha cuidado com o que vai comer. Só coma o que todos estiverem comendo”, escreveu o admirador.
Apesar de ter achado graça no alerta, Telhada leva a sério as ameaças reais e recorrentes feitas pelo crime organizado. Na última sexta-feira, ele recebeu alerta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de que um membro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) prometeu matá-lo de dentro da Penitenciária do Tremembé, no interior de São Paulo. Para se proteger, ele anda armado. “Matar um Telhada é prêmio para o crime organizado”, afirma.
A popularidade conquistada ao longo do anos só ficou evidente para ele quando assumiu o comando da Rota, em maio de 2009. Na ocasião, Telhada seguiu o protocolo e fez uma grande festa para se apresentar à tropa. O evento lotou o quartel localizado na Luz, no Centro de São Paulo, de pessoas que queriam conhecer o coronel. “Aí eu tive a noção da minha fama. O meu filho passa pela mesma coisa agora como tenente da Rota. Em toda festa da Rota, eu não consigo sair do lugar, são duas três horas tirando foto, dando autógrafo. O pessoal leva os livros para eu autografar”, diz. Rafael Henrique Telhada, de 28 anos, foi promovido recentemente a tenente da Rota.
Como comandante e coronel, era comum Telhada receber cartas de mulheres apaixonadas que ele sempre fez questão de mostrar à esposa, sua primeira namorada, com quem é casado desde 1985. “Eu tinha um bigodão na época, tipo Pancho Vila, coisa de tenente da Rota.”
Coronel Telhada e seu filho Rafael Telhada, tenente da Rota
Aposentado da polícia desde 2011, Telhada mantém as obrigações como militar em dia. Pratica exercícios físicos regularmente, “porque tem uma tendência enorme de engordar”, e entra em ação quando presencia algum crime. Foi assim que chamou a atenção dos colegas parlamentares há algumas semanas quando voltou para a Câmara Municipal após o almoço com a camisa suja de sangue: minutos antes, ele lutou e prendeu um menor que tentava roubar o celular. “Qualquer cidadão pode dar voz de prisão a alguém, mas um militar tem esse dever. Eu amo ser policial, largaria tudo que estou fazendo para voltar a ser policial. Quase pirei quando me aposentei.”
Segundo Telhada, é justamente a mente treinada a reagir de forma prática que atrapalha sua adaptação como parlamentar. “O trabalho como vereador é mais burocrático, diferente do policial. No quartel, se me falam ‘vamos lá prender aquele cara’, eu vou. Se ele atirar, eu atiro de volta. Se ele morrer, dane-se. Como militar, sou muito simples.”
O jogo de cintura, porém, tem sido requisitado mais vezes nos últimos meses desde que ganhou força o movimento nas redes sociais pelo impeachment da presidente Dilma. Telhada conta que é rotineiramente convocado a liderar uma intervenção militar para retirar a petista do poder – o que ele diz ser totalmente contra. “Isso é um absurdo, se quisermos mudar o presidente, vamos mudar no voto. Se fizermos essa ilegalidade, o primeiro sangue que vão derramar será o nosso, dos militares. Eu vou perder meu filho. É meu neném que vai morrer, você acha que eu quero isso? Cansei de carregar alça de caixão. Eu não quero que ninguém morra pela liberdade do país.”
O coronel bom de voto até chegou a participar de uma manifestação recentemente na Avenida Paulista na qual subiu num carro de som para pedir a prisão dos envolvidos no megaesquema de corrupção que sangrou a Petrobras. “Eu odeio manifestação. Mas me chamaram e eu fui lá, subi no caminhão, foi legal, todo mundo bateu palmas, mas é difícil. Fico incomodado em fechar uma avenida, o cidadão quer ir para casa e eu fico lá travando o trânsito.”
A metralhadora verbal não poupa nem seu partido, o PSDB, o qual acusa de não levá-lo muito a sério. Como deputado estadual, Telhada não será mais um vereador de oposição, mas um integrante da ampla base parlamentar do governador Geraldo Alckmin. “Nesses vinte anos que o PSDB está no governo paulista, a segurança pública só degringolou. A valorização do pessoal é uma porcaria, precisamos rever isso urgentemente. Minha função na Assembleia Legislativa vai ser mudar a visão do PSDB em relação à Polícia Militar”, diz o coronel, que assume estudar propostas para integrar outros partidos, como o ainda embrionário Partido Militar Brasileiro.
Cauteloso ao falar de seu futuro na política, coronel Telhada diz que manterá o foco em seu mandato como deputado estadual, mas assume que almeja voos mais altos – precisamente, uma cadeira no Senado. “Eu queria ter poder de mando, colocar essa cidade em ordem, queria ter uma varinha de condão para fazer isso. Senador eu acho um cargo legal, poder representar São Paulo em Brasília”, diz. Se depender dos admiradores nas redes sociais, votos não faltarão para chegar lá. Do site da revista Veja

Sponholz: Dilma consulta a lista do juiz Sérgio Moro!

sábado, dezembro 20, 2014

ATITUDE EXEMPLAR: CORÉIA DO SUL DISSOLVE PARTIDO POLÍTICO SEMELHANTE AO PT POR SER INCOMPATÍVEL COM A DEMOCRACIA.

O deputado Lee Seok-ki, do Partido Progressista Unificado (PPU), agora proscrito: a versão do PT sul-coreano.
O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul ordenou nesta sexta-feira a dissolução do terceiro partido político do país, pois vários membros estão presos por conspirar para o regime norte-coreano, em decisão sem precedentes na história democrática do país. A mais alta instância judicial sul-coreana aceitou, por oito votos a favor e um contra, o pedido do governo sul-coreano para desmantelar completamente o Partido Progressista Unificado (PPU), grupo político de esquerda criado em 2011 e que conta com cinco cadeiras na Assembleia Nacional (o Parlamento do país).
Esta é a primeira vez que um partido político é proibido desde a criação do país asiático e da adoção de sua Constituição, em 1948. A histórica decisão judicial anunciada pelo presidente do Tribunal Constitucional, Park Han-cheol, transmitida ao vivo pela televisão, significa que o partido perderá suas cadeiras, terá todos os ativos congelados e deverá renunciar às subvenções do Estado. 
O magistrado explicou que os princípios e as atividades do PPU violam a “ordem democrática básica” da Coreia do Sul, cuja Lei de Segurança Nacional, vigente há mais de seis décadas, persegue qualquer atividade considerada a favor da Coreia do Norte. “O PPU, com um programa oculto para adotar o comunismo da Coreia do Norte, organizou reuniões para discutir uma rebelião”, afirmou o presidente do Tribunal Constitucional, enquanto o partido afetado protestou duramente contra a decisão.
A esquerda acusou em comunicado o governo da conservadora Park Geun-hye de “retornar à ditadura” ao “romper o acordo democrático que garante o direito de expressão de todas as partes e de respeito mútuo entre elas”. Com o apoio do Conselho de Ministros, Park aprovou no final do ano passado o pedido para ilegalizar o PPU depois que o deputado Lee Seok-ki e outros membros do partido foram acusados de conspirar a favor do regime comunista da vizinha Coreia do Norte.
Lee Seok-ki foi condenado em 2014 a nove anos de prisão por ter criado uma organização secreta com cerca de 130 membros com suspeita de vínculos com a Coreia do Norte, e seu caso está na Suprema Corte depois de entrar com um recurso contra a sentença. O PPU, que defendeu a inocência do deputado, garante ser vítima de uma “caça às bruxas” liderada pelo governo de Park. A Lei de Segurança Nacional, promulgada em 1948, proíbe toda ação que sirva para “preparar, conspirar, fazer propaganda ou instigar uma rebelião contra o Estado” e a Constituição nacional determina que o governo pode pedir a dissolução de um partido político que viola a “ordem básica democrática”. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: Não deixa de ser exemplar esse caso. São atitudes como essa que garantem a democracia verdadeira, regime que é atacado de todos os lados pelos comunistas. 
Já imaginaram a tranquilidade que seria para o Brasil o banimento definitivo e irrevogável de todo e qualquer partido de viés comunista, como PT e seus satélites, como PSTU, PCB, PCdoB, PSOL e assemelhados?
E ainda há que encha a boca para afirmar que o comunismo acabou, embora as siglas desses partidos incluem explicitamente que são comunistas ou socialistas, o que dá no mesmo, e alguns têm a foice e o martelo do antigo comunismo soviético em suas bandeiras.
Dia desses um colega jornalista do Diário Catarinense me entrevistou sobre o fato de que recentemente foi descoberta numa cidade de Santa Catarina um piscina em casa particular que tinha no fundo o desenho da suástica, emblema do nazismo. Como há alguns anos publiquei um pequeno livro intitulado "Nazismo em Santa Catarina" sobre o fato que nos tempos de Hitler florescera em Santa Catarina e em praticamente em todo o Sul do Brasil, um movimento nazista. Na época, marcada pela Segunda Grande Guerra, o antigo DOPS, Departamento de Ordem Política e Social desmantelou para sempre o nazismo em Santa Catarina e em todo o Sul do país, durante o governo Vargas.
Pois bem. O colega jornalista queria saber se existiria ou era possível existir na atualidade algum tipo de organização nazista atuando em Santa Catarina.
A minha resposta foi negativa. Todavia observei que a imprensa que se escandaliza com simpatizantes do nazismo e suásticas desenhadas em piscinas fecha os olhos e trata como normal que partidos políticos como o PT e seus satélites defendam o comunismo e desfraldem bandeiras comunistas além de promoverem pichações evocando o comunismo e destacando o deletério emblema da foice e do martelo.
Afirmei, então, que o problema do Brasil não é o nazismo, mas o comunismo, até porque ambos são similares no que tange ao exercício do poder. São ideologias totalitárias que ocupam os extremos à direita e à esquerda do espectro político. Evidentemente, a matéria com a minha entrevista parece que não foi publicada.
Retomando o caso da Coréia do Sul, se tem aí um fato de extrema importância no que concerne à defesa intransigente da democracia. Não é à toa que a Coreia do Sul esteja incluída no rol dos países mais desenvolvidos mundo, enquanto seu vizinho comunista, a Coréia do Norte, sustentado pela China, poderia ser considerado como bizarro se não fosse uma ditadura cruel e assassina como são todas as ditaduras comunistas.
O que ocorreu agora na Coréia do Sul com o banimento definitivo de um partido de viés comunista por certo ganhará apenas alguma nota de rodapé nos veículos da grande mídia, embora seja um fato auspicioso que deveria servir de exemplo para o mundo democrático. Mormente quando Barack Obama passa a mão na cabeça dos irmãos Castro, em cujos currículos pesa o fato de manterem de pé a mais antiga ditadura comunista do mundo erguida sobre um turbilhão de cadáveres que tombaram fuzilados no "paredón". O golpe comunista liderado por Fidel Castro destruiu aquilo que foi nos anos 50 do século passado um dos países mais desenvolvidos do Caribe e do hemisfério Sul. Sim, Cuba foi um país de primeiro mundo que os comunistas transformaram numa grande favela.

TENTANDO COLOCAR ORDEM NESSE CIPOAL DE CONFUSÃO

Pela acurada análise que Olavo de Carvalho formula em seu artigo no Diário do Comércio e postado também no site Mídia Sem Máscara, decidi publicá-lo também aqui no blog. O título original do escrito de Olavo é “Três notinhas da semana” separadas apenas por asterisco. No entanto aqui no blog dei uma turbinada criando subtítulos de forma a destacar os três assuntos. A argumentação de Olavo de Carvalho é fulminante indo muito além das versões e opiniões formuladas pela grande mídia. Leiam:
FORO DE SP TEM PATRONO BILIONÁRIO
Se abrir relações diplomáticas e comerciais com uma ditadura comunista pudesse fomentar a liberdade, a China seria hoje uma democracia. Obama repete o erro criminoso de Richard Nixon, adquirindo para os EUA "o melhor inimigo que o dinheiro pode comprar". Em poucos anos, Cuba será uma potência econômica e militar invejável, sem democratizar-se no mais mínimo que seja – excetuada, é claro, a hipótese de uma revolução popular, que é exatamente o que o governo americano tenta evitar mediante a tábua de salvação atirada in extremis a uma ditadura moribunda.
Além do Brasil e das Farc, o Foro de São Paulo terá agora mais um patrono bilionário: os EUA, por intermediação de Cuba.
Os políticos conservadores e os refugiados cubanos em Miami podem se esforçar para dar outro rumo ao encadeamento das causas e efeitos, mas isso será como colocar rédeas num dragão.
Ao apoiar a iniciativa do governo Obama, o Papa Francisco prova mais uma vez sua completa falta de discernimento político.
MACHOS, FÊMEAS & TARADOS IDEOLÓGICOS
Um dos dogmas mais básicos – e mais psicóticos – da mentalidade revolucionária nas últimas quatro ou cinco décadas é que não existe “natureza humana”: o bicho-homem não tem instintos, não tem programação genética, é uma folha em branco, uma tábua rasa: tudo o que ele faz e pensa é imposto por “estereótipos culturais”. Estes, por sua vez, não surgem da experiência acumulada das gerações, mas são “instrumentos de dominação” criados pela maldita classe dominante.
Se você acredita que é macho só porque nasceu macho, ou fêmea só porque nasceu fêmea, está muito enganado(a). Foi o “aparato de reprodução da ideologia burguesa” que vestiu em você esses modelitos odiosos para que você não percebesse que seu pênis pode ser um sinal de feminilidade e sua vagina uma prova de macheza acima de qualquer suspeita.
Nem precisa perguntar: Sim, a ciência já demonstrou que isso é uma fraude das grossas. E sim, os mesmos que brandem a teoria da “tábua rasa” contra os papéis tradicionais de homem e mulher saem gritando, cinco minutos depois, que o homossexualismo é genético e que tentar mudar um homossexual é crime. Isto é: você não nasce homem nem mulher, mas nasce homossexual. Perguntar como você pode sentir atração por pessoas “do mesmo sexo” sem ter sexo nenhum é homofobia.
Há ainda aqueles que exigem acesso aos banheiros femininos para os transexuais e ao mesmo tempo berram que “é preciso acabar com os estereótipos de macho e fêmea”. Mas o que faz de um transexual um transexual senão o fato de que, nascido num sexo, ele copia os estereótipos do outro? E é preciso ser cego para não notar que a conduta feminina de um transexual é ainda mais estereotipada que a das mulheres.
Um documentário recente (https://www.youtube.com/watch?v=p5LRdW8xw70) mostrou que na Noruega, o país onde a legislação é a mais igualitária do mundo para homens e mulheres, as pessoas continuam a buscar as profissões que correspondem ao “estereótipo” do seu sexo, com freqüência estatística até maior do que o faziam antes de oficializado o discurso equalizante. Os fanáticos da “tábua rasa” dizem que elas fazem isso por pressão da sociedade, mas elas insistem que não: as mulheres escolhem cuidar de bebês, e não de automóveis, porque querem e não porque mamãe mandou. Mas os iluminados acreditam que essas pessoas não têm autoridade para dizer o que querem: quem tem são eles.
É essa a mentalidade por trás de milhares de leis psicóticas com que cérebros lesados impõem a sua deformidade à população, proibindo a saúde mental como se fosse um crime.
REINALDO AZEVEDO & JAIR BOLSONARO
Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro. Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.
Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário, ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem pensar.
Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda, tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.
Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi "uma boçalidade", como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a "outra boçalidade", como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime, que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida e o crime fique impune.
Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.
Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer, pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria? Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa. Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador...” O restante da frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.
Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas --, ele não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente golpista.

Sponholz: Lula está rabugento e inquieto!


sexta-feira, dezembro 19, 2014

REPORTAGEM ESPECIAL DE 'VEJA' QUE CHEGA ÀS BANCAS NESTE SÁBADO REVELA O QUE SUBJAZ À INSÓLITA DECISÃO DE OBAMA DE REATAR RELAÇÕES COM CUBA.

A reportagem de capa da revista Veja que vai às bancas neste sábado, como não poderia deixar de ser, refere-se ao à estranha "reconciliação" dos Estados Unidos com Cuba, anunciada na última quarta-feira pelo presidente Barack Obama. 

Sabe-se que Obama está levando uma sova dos republicanos que acabaram de obter maioria nas duas Casas do Congresso nas últimas eleições legislativas. Sabe-se também que o tal Obama Care, uma espécie de SUS obamístico tem trazido mais problemas e desconfianças dos americanos do que realmente soluções requeridas pela população. Acresce a esses fatos o plano de Obama de legalizar cerca de 5 milhões de cidadãos que vivem nos Estados Unidos sem lenço e sem documentos. E tem mais: a polícia externa de Barack Obama ficará registrada na história americana como a mais desastrosa. Basta notar como Obama reage placidamente ao terror islâmico que degola americanos ao vivo em em cores em produções cinematográficas que veiculam, ao mesmo tempo, a decisão de um tal Estado Islâmico de varrer Israel do mapa e, de quebra, destruir a civilização ocidental. Como se vê neste caso, Obama turbina a 'engenharia social' levada a efeito por esses assassinos das arábias. 

Se formos examinar detidamente o que acontece sob o governo de Obama, vemos que está em marcha uma série de fatos insólitos e até mesmo surrealistas mas que serão entendidos claramente mais adiante na medida em que encurte o tempo que separa os americanos da eleição presidencial de 2016.

O resultado das eleições legislativas que deram a liderança absoluta aos republicanos na Câmara de Representantes e no Senado acelerou a campanha sucessória presidencial. Portanto, quem pensa que já viu tudo está enganado. Anúncios bombásticos como o reatamento das relações dos Estados Unidos com Cuba como aconteceu de sopetão na última quarta-feira prosseguirão e adentrarão a campanha eleitoral presidencial no sentido de aplainar o terreno para o Partido Democrata que se vê combalidado como nunca antes na história política americana.

A reação se deu em cima do lance. Os republicanos reagiram com indignação à iniciativa da administração Obama para a normalizar as relações com Cuba. O senador Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos e um provável candidato presidencial republicano, prometeu tentar inviabilizar a iniciativa da Casa Branca. "Satisfazer os irmãos Castro só irá motivar outros tiranos, de Caracas a Teerã e Pyongyang, para que eles possam tirar proveito da ingenuidade do presidente Barack Obama", fulminou Rubio.

UMA INDAGAÇÃO FATAL
Em casos polêmicos como este com a inesperada troca de afagos entre Obama e a tirania comunista assassina cubana aparentemente fica difícil encontrar uma reposta plausível. Na busca de sentido para decisões insólitas e misteriosas se pode vislumbrar alguma luz quando se formula a seguinte indagação: quem se beneficia da decisão do governo de Obama em reatar relações com Cuba?

A resposta pode ser encontrada no próprio noticiário da grande imprensa nacional e internacional. Este modesto escriba enquanto se dirigia de automóvel para o bunker deste blog, ao sintonizar a rádio CBN da Rede Globo, constatou que estava no ar uma entrevista no meio da tarde com o escritor e jornalista Fernando Morais, velho comunista e amigo do peito de Fidel Castro, Lula et caterva. Em seguida identifiquei a razão da excitação desse velho "camarada" que deitava falação, entremeando suas assertiva com estocadas no "imperialismo" derramando lágrimas pela agressão que, segundo ele, Cuba tem sido vítima. Nesse momento me veio à mente os calabouços do regime de Havana apinhados de presos políticos, fato solenemente ignorado por esse rematado mentiroso travestido de escritor.

Foi assim que me inteirei da façanha de Obama ao mesmo tempo em que a indagação sobre quem se beneficia da decisão de Obama se confirmava naquela entrevista. Logo em seguida, já no bunker do blog, acionei o meu poderoso iMAC e mergulhei no noticiário dos sites nacionais e internacionais. Os comunistas estavam excitadíssimos! Obama conseguira acender todos os holofotes em sua direção e suscitou, inclusive, uma animação inaudita da Dilma e corriola, incluindo o Marcelo Odebrecht, o dono da Empreiteira Odebrecht que construiu o porto de Mariel graças aos recursos "secretos" do BNDES repassados pelo PT a Fidel e Raúl Castro.

QUEM SAI GANHANDO?
Como a esmagadora da grande mídia está sob controle da escumalha do Foro de São Paulo o noticiário e análises formuladas pelos esbirros de Lula nas redações servem apenas para confirmar o que intuíra quando ouvia no meu carro o escritor falastrão de 'A Ilha'.

Neste caso, a reportagem especial de Veja que será desovada nas bancas neste sábado é que pode jogar alguma luz nas trevas bolivarianas que envolvem o Brasil e o resto da América Latina.

A reportagem de capa de Veja, como sempre, acrescenta muita coisa e revela sem tergiversar os fatos verdadeiros dos eventos que se sucedem num torvelinho sem fim. Examina os efeitos da retomada das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, rompidas há mais de 50 anos. Ao anúncio, pode-se seguir o fim do embargo americano, e em breve os irmãos Castro não terão mais em que botar a culpa por seus fracassos. Mas é cedo para comemorar, adverte, acrescentando que a repressão contra os dissidentes continuará vigorando e o ingresso de dólares pode fortalecer ainda mais militares que já dominam a economia cubana.

Afinal, Fidel se transformou numa miragem, se é que ainda esteja vivo, enquanto seu irmão Raúl já está com 83 anos de idade, ou seja, pela bola sete. Todavia, o Partido Comunista cubano há muito tempo já mapeou um sucessor jovem e afinado, é claro, com todo o esquema. Aliás, a reportagem de Veja pontua que na atualidade são os militares que detêm o poder absoluto em Cuba - é a economia, estúpido! - e não irão abandonar nem que vaca tussa os seus privilégios e as luxuosas mansões do refinado Laguito. 

Com um povo esfaimado, extremamente pobre e sofrendo todos os tipos de privações, o mais provável é que os eventuais benefícios do reatamento das relações com os Estados Unidos funcionarão como uma poderosa vitamina para uma segunda etapa da ditadura comunista cubana reforçando ao mesmo tempo o poder do Foro de São Paulo. Tomara que eu esteja enganado!

ENTREVISTA-BOMBA COM OLAVO DE CARVALHO ENCERRA 2014, DESMISTIFICA A GRANDE MÍDIA E MOSTRA O CAMINHO PARA O BRASIL SE LIVRAR DO FORO DE S. PAULO E PROGREDIR. UM BANHO DE INFORMAÇÃO!


Aqui está para todos vocês um material de análise política de alto nível. Um entrevista exclusiva com o filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho realizada por Leandro Ruschel, que é Trader e escreve os blogs Análise Técnica, no site da revista Exame e também o blog Ponto de Reversão, no site Infomoney. Ruschel vive em Miami (EUA).
Na sua página no Facebook, onde fez a postagem deste vídeo, também publicado no excelente site Mídia Sem Máscara, Leandro Ruschel explica o que o levou a ir até Richmond, Estado de Virgínia, onde vive Olavo de Carvalho, para realizar esta entrevista especial:
Leandro Ruschel
“Alguns anos atrás tive a sorte de descobrir o trabalho do professor Olavo. Foi por acaso, um amigo me enviou uma cópia por e-mail da "Nova Era e Revolução Cultural". Li num final de semana. Depois li os outros trabalhos e passei a acompanhar os artigos do Olavo. O professor faz um trabalho gigantesco de reintrodução da Alta cultura no Brasil. Tive o prazer de entrevistá-lo por quase 3 horas na sua casa em Richmond. Falamos sobre a situação do Brasil muito além dos casos de corrupção, a infeliz dissociação que os analistas fazem da situação política e econômica, o que esperar da revolução socialista na América Latina e também de geopolítica mundial.
Como alguns amigos sabem, hoje estou envolvido num projeto chamado Liberta Global. A liberdade não envolve apenas a disposição de meios financeiros para poder viabilizar os seus projetos. Envolve em primeiro lugar a liberdade mental. Só através da compreensão mais apurada do mundo é que você pode alcançar verdadeira liberdade.”
Portanto, como disse, vale a pena assistir com atenção este vídeo e até mesmo guardá-lo. Olavo de Carvalho é um estudioso compulsivo. Seus estudos abrangem as áreas da filosofia pura e da filosofia política e há anos se dedica incansavelmente em apurar com exatidão os motivos que levaram o Brasil a cair nas garras do movimento comunista internacional que ao contrário do que imaginam os incautos e desinformados de todos os gêneros, o comunismo não desapareceu, apenas mudou suas estratégias com o fim da guerra fria. A guerra de guerrilhas e os atos terroristas foram abandonados. A ação comunista do século XXI é operada no plano cultural ou, seja, no que é conceituado como “revolução cultural”.
Aliás, faço questão de assinalar que muito do que tenho aprendido sobre tudo isso devo à obra de Olavo de Carvalho. Não há nenhum intelectual brasileiro na atualidade capaz de rivalizar com Olavo de Carvalho em capacidade e conhecimento. Esta entrevista é na verdade uma verdadeira aula, a aula que falta em todos os cursos de graduação e pós-graduação existentes no Brasil. Também é uma entrevista digna de estar nos grandes jornais e redes de televisão. Justamente o fato de um material especial como este vídeo ser escamoteado pela grande mídia brasileira é explicado de forma didática por Olavo de Carvalho, sem o viés rançoso e esnobe da maioria dos intelectualóides que reinam nas universidades brasileiras e na própria grande mídia. Na verdade, não são intelectuais, mas esbirros do PT que se dedicam a promover a lavagem cerebral dos alunos nas salas de aula e servir à grande mídia emprestando seus títulos e prestígio acadêmicos para revestir de verdade as maiores mentiras que são veiculadas pelos jornais, rádios e televisões.

E para concluir: chamo a atenção da Oposição, sobretudo os integrantes do PSDB e de forma especial o senador Aécio Neves, para que vejam e ouçam com atenção esta entrevista de Olavo de Carvalho. Quem não tem paciência de assitir uma entrevista de 2 horas de duração com alta definição de imagem e som e refletir sobre o contéudo não tem condição de postular nenhum cargo de chefia, muito menos a chefia máxima da República.

quinta-feira, dezembro 18, 2014

FERNANDO PIMENTEL, O GOVERNADOR BOLIVARIANO DE MINAS GERAIS, PODE SER CASSADO ANTES DE TOMAR POSSE.

Fernando Pimentel em três flagrantes que dizem muito: Acima, com o tiranete da Venezuela, Nicolás Maduro, tendo como cicerone o famigerado aspone da Dilma, o Top, Top Garcia. No meio, aparece em animada reunião com Maduro e seu ministro para as comunas, Elias Jaua, que recentemente esteve no Brasil promovendo agitação comunista e, finalmente, com José Dirceu e Chalita que dispensam apresentações.
A Procuradoria Regional Eleitoral em Minas Gerais (PRE-MG) apresentou nesta quinta-feira à Justiça pedido de cassação do diploma do governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), por abuso de poder econômico e irregularidades na prestação de contas das eleições ao governo do Estado. No pedido, o Ministério Público requer a abertura de uma ação de investigação judicial eleitoral contra Pimentel e contra o deputado Toninho Andrade, eleito vice-governador, para que, ao final da apuração, seja decretada a inelegibilidade dos candidatos eleitos.
O principal argumento da procuradoria para o pedido de cassação foram as irregularidades detectadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas na prestação de contas da campanha do petista. A Corte contestou os documentos apresentados para justificar despesas e receitas de Pimentel na corrida pelo Palácio Tiradentes e rejeitou a prestação de contas do candidato por considerar que a campanha ultrapassou em mais de 10,1 milhões de reais o limite de gastos delimitado no seu registro de candidatura — Pimentel declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter desembolsado 53,4 milhões de reais, sendo que havia estipulado um teto máximo de 42 milhões de reais.
De acordo com o TRE, o governador alegou que os 10 milhões de reais não poderiam ser considerados "despesas novas" porque os valores foram transferidos ao Comitê Financeiro Único do PT em Minas Gerais. No entanto, o tribunal decidiu seguir o parecer técnico do TRE de que “a prestação de contas do candidato não se confunde com a do comitê”.
No processo em que pede a cassação do diploma de Fernando Pimentel, a procuradoria eleitoral afirma que “a campanha de Fernando Pimentel e Antônio Andrade foi ilicitamente impulsionada por inaceitável abuso de poder econômico”, evidenciado “pela superação do limite de gastos e por adoção de um método dúbio de realização de despesas”. O MP também diz na ação que houve duas estruturas de arrecadação e gastos – a conta do candidato a governador e a conta do Comitê Financeiro do PT mineiro – com a mesma pessoa no comando. Ao analisar as contas de campanha, o TRE-MG havia apontado a ausência de registro de despesas feitas por outros candidatos, partidos ou comitês em favor da campanha de Pimentel.
A triangulação entre as estruturas de arrecadação do partido e da candidatura do petista representou, segundo o MP, um “incompreensível método de realização de despesas pelo Comitê Financeiro e adimplemento destas, ainda que de maneira indireta, pelo candidato que, assim, deixava de ser diretamente responsável por elas”. “As doações do Comitê Financeiro ao candidato se concentraram predominantemente no período pós-eleitoral, estando registradas quase em sua totalidade nos dias 05 e 07 de outubro”, completou a procuradoria no documento. Do site da revista Veja