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quinta-feira, novembro 15, 2018

IDIOTA LATINO-AMERICANO DA VENEZUELA ATACA O PRESIDENTE ELEITO JAIR BOLSONARO

O jornal venezuelano Tal Qual Digital publicou nesta quinta-feira um artigo de seu colunista José R. Lopez Padrino intitulado "Giro à extrema direita" tendo como ilustração uma foto do Presidente eleito Jair Bolsonaro, de forma a tipificá-lo como agressivo.

O nível de boçalidade desse tal Lopez Padrino explica tudo, ou seja, por que os venezuelanos estão nessa situação miserável chafurdando nos lixões para se alimentar, submetidos a uma ditadura comunista assassina. Lopez Padrino é o típico idiota latino-americano, um boçal que repete como um papagaio o mantra "extrema-direita" para qualificar todos aqueles que se insurgem contra os regimes comunistas espúrios e assassinos como o da Venezuela.

No ano passado postei uma matéria especial aqui no blog revelando que os principais partidos políticos da Venezuela ditos de "oposição", são filiados à Internacional Socialista, inclusive o partido do célebre prisioneiro político venezuelano Leopoldo Lopez.

Mas para Lopez Padrino o vilão é o Presidente eleito do Brasil Jair Bolsonaro que não apenas venceu um pleito presidencial de lavada. Bolsonaro, com o apoio maciço do povo brasileiro, detonou os comunistas e transformou em pó de traque o PT e demais agremiações comunistas.

Por essas e outras é que a Venezuela está nessa situação caótica. Padrino Lopez, por certo, está de olho numa sinecura no Palácio Miraflores. 

BOLSONARO E A ONDA CONSERVADORA DECIDIDA A PRESERVAR OS VALORES DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, COM DESTAQUE PARA A LIBERDADE E A PROSPERIDADE.


A grande mídia em todo o mundo é há muito tempo controlada pelo movimento comunista internacional. Inclusive nos Estados Unidos. Entretanto, na Terra do Tio Sam há por exemplo uma emissora de televisão que sozinha faz o contraponto à profusão de fake news. Trata-se da Fox News. O vídeo acima, com tradução dos Tradutores de Direita, mostra o desempenho de um jornal da Fox News, emissora que é sim uma referência no jornalismo televisivo norte-americano.

E quem está entre os destaques? Ora, o Brasil. Mas desta vez o assunto não é o carnaval. Os holofotes da Fox News destacam a retumbante vitória de Jair Bolsonaro no recente pleito presidencial brasileiro.

E têm razão os Tradutores de Direita ao comentar o conteúdo do vídeo acima, assinalando:

"O Brasil chamou a atenção do mundo. Com a eleição de Bolsonaro, uma surpresa para quem só teve acesso às notícias enviesadas da mídia tradicional, o mundo para pra tentar entender o que está acontecendo.
Nações ao redor do globo estão se voltando à direita em busca de proteção de suas fronteiras, soberania nacional, resgate de valores culturais e contra a corrupção dos poderes internacionais. O comentarista da Fox News comenta sobre a onda global."

Sim, na verdade há realmente uma onda global destinada a impedir o desmonte da civilização ocidental. Coincidentemente, foram o Reino Unido com o Brexit (saída da União Europeia) e os Estados Unidos, com a eleição de Donald Trump à Presidência, que deram o start para esse movimento que leva os povos do Ocidente a refletir sobre a criminosa tentativa de destruição da matriz judaico-cristã que é a base da cultura ocidental.

Percebam que esta é uma questão de vida ou morte da nossa liberdade. Afinal, foi o Ocidente que deu vida ao estado laico, à liberdade religiosa e sobretudo ao direito racional. E tudo isso não é apanágio do esquerdismo.

A guinada observada nos recentes eventos político-eleitorais citada na reportagem da Fox News inclui com destaque a vitória de Jair Bolsonaro. E mais do que isso, demonstra a existência de uma onda de tendência conservadora no mundo ocidental da qual a maioria do povo brasileiro é protagonista. Essa reação prevista lá atrás pelos analistas mais atilados já está ocorrendo na prática. Prefiro sempre tipificar esse fenômeno como uma ação "conservadora", pois vai muito mais além do que à pobre e reducionista dicotomia esquerda e direita. Sim, porque o conservadorismo têm por característica primeira conservar o que é bom e mudar o que não presta. Conservadores não vão às ruas para promover tumultos. Pelo contrário, preservam a ordem, obedecem à lei e lutam para aperfeiçoá-la.

Como podem notar, a grande mídia normalmente insiste no termo "direita" que é jargão construído pela esquerda para tipificar o mal. 

Tanto é que esta discussão finalmente veio a público. Não pelas mãos do jornalismo da grande mídia, mas graças à internet que abriu espaço para sites e blogs independentes e as redes sociais. Leitores e telespectadores tiveram pela primeira vez na história da "imprensa" o direito de ter participação ativa no que concerne à opinião e ao debate livre. Tanto é que recentemente as grandes empresas de tecnologia do Vale do Silício decidiram travar o protagonismo dos cidadãos no âmbito da internet, sobretudo nas redes sociais.

Todavia, minha intuição leva-me a crer que essa tentativa censória é mais um tiro n'água dado pelos comunistas.

terça-feira, novembro 13, 2018

O CASO LEVY: UM 'GOLPE DE ESTADO' ANTECIPADO?

A última mega manifestação pró-bolsonaro na Av. Paulista antes do pleito que o elegeu Presidente da República do Brasil. O resultado das urnas confirmaram de forma inequívoca o gigantesco apoio que desfruta da maioria esmagadora dos eleitores. Nessa manifestação Bolsonaro falou diretamente ao povo brasileiro por meio de uma 'live' desde o fundo do quintal de sua residência.
A luz vermelha pisca de forma intermitente no QG do Presidente eleito Jair Bolsonaro. O esquema que levou à indicação de Joaquim Levy para assumir a Presidência do BNDES à revelia de Bolsonaro demonstra que o establishment já nem age mais nas sombras. Está disposto a nomear ministros, assessores e funcionários do novo Governo. E, ao que parece o velho establishment dá mostras que tem muita força, se é que me entendem.

O turbilhão de eleitores que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República está pasmo pelo autêntico passa-moleque desferido pelos todos poderosos que, como já afirmei em outras análises aqui no blog, seguem dando as ordens desde o golpe da república em 1889. De lá para cá o núcleo duro do poder vem sendo passado de geração a geração por tradição hereditária.

Joaquim Levi parece ter perfil de bom moço e não discute as ordens emanadas de seus patrões. 

E Paulo Guedes? Sabia ou não sabia de antemão quem seria o indicado a presidir o BNDES? 

Além de tudo isso o que vem à tona, e tomara que eu esteja errado, é que Jair Bolsonaro foi simplesmente ignorado pelos donos do poder. O establishment, velho de guerra, está dando o primeiro aviso e se faz isto na cara dura é porque dispõe realmente do poder total, inclusive para relegar a montanha inaudita de votos que deu a vitória a Jair Bolsonaro.

Pelo que consta com base nos fatos que vieram à tona até aqui sente-se no ar o gosto acre de uma espécie de 'golpe de Estado antecipado', haja vista que o Presidente eleito Jair Bolsonaro só assume o Poder no dia 1º de janeiro de 2019.

Seja como for os fatos que vieram à luz nesta segunda-feira se por um lado são incompreensíveis, por outro dão ensejo a maus presságios. Ainda mais pelo fato de que o líder Jair Bolsonaro ainda sofre restrições médicas que o imobilizam parcialmente até que a derradeira cirurgia já marcada para o próximo mês o libere a bolsa coletora intestinal. O esfaqueador, conforme narrou o próprio Bolsonaro, fez girar a lâmina da faca no interior de seu abdome. Bolsonaro sobreviveu a esse atentado pela extraordinária competência dos médicos.

Enfim, ainda não se viu tudo.

segunda-feira, novembro 12, 2018

RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NOS EUA MANTEM EXPECTATIVA PARA UM SEGUNDO MANDATO DE DONALD TRUMP


Apesar do Partido Republicano ter perdido a maioria na Câmara dos Deputados, no Senado manteve sua folgada maioria. Esta eleição é conhecida como “midterm election”, justamente porque acontece em meio ao mandato presidencial. Por isso, as eleições legislativas são vistas como uma espécie de “plebiscito" sobre o governo: uma vitória do Partido do Presidente nas urnas indica aprovação popular e uma derrota mostra insatisfação.

No caso presente não houve derrota. Nem mesmo empate, como é possível constar lendo a reportagem que segue de autoria do jornalista Henrique Gomes Batista, correspondente do jornal O Globo nos Estados Unidos.

Creio que o conteúdo desta matéria dá para ter uma ideia bastante precisa da política norte-americana e sobre as possibilidades de Donald Trump ser eleito para um segundo mandato. Acresce a esta previsão o fato da excepcional recuperação da economia norte-americana que havia ido para o vinagre durante os dois mandatos de Obama. Leiam:

Com a conquista da maioria na Câmara dos Representantes pelos democratas, na última terça-feira, a vida de Donald Trump deve ficar um pouco mais difícil, com obstáculos para seus projetos e a possibilidade da abertura de investigações sobre seu governo e sua campanha de 2016. Apesar disso, o republicano está longe de ter sofrido uma derrota política arrasadora. Pelo contrário: analistas afirmam que ele não apenas reforçou sua posição dentro da legenda, como as disputas estaduais e para o Senado indicam que segue competitivo para conquistar mais quatro anos na Casa Branca.
— Hoje vejo Trump como o favorito em 2020 — afirmou ao GLOBO Gary Nordlinger, professor da Escola de Gestão Política da Universidade George Washington, na capital americana. — A base de Trump continuou fiel aos republicanos em estados que podem fazer a diferença no Colégio Eleitoral.
Esse resultado reforça a tendência verificada nas eleições de 2016, quando Trump conseguiu ser eleito presidente mesmo tendo recebido 2,9 milhões de votos a menos que a democrata Hillary Clinton. O republicano venceu nos estados com menor população e em áreas mais rurais, mas que têm um número definido de delegados no Colégio Eleitoral — e são estes que definem o presidente. Ou seja, ter uma grande margem de votos populares em estados como Nova York ou Califórnia, como ocorreu com Hillary, não garante a vitória se o candidato não conquistar estados estratégicos. As eleições intermediárias mostraram isso: a resistência a Trump pode ter aumentado em locais já não eram dele, mas o presidente mostrou força e ganhou fôlego nos redutos favoráveis a seu ideário.
Vitórias relativas
A conquista de ao menos três cadeiras no Senado para os republicanos, em locais importantes como Indiana, mostra a força de Trump no interior. Por ser uma disputa majoritária, com um vencedor por estado, o Senado reflete melhor o cenário nacional do que as eleições para deputados. Assim, ter mantido e ampliado a maioria republicana entre os senadores é um bom sinal para o presidente. O partido de Trump ganhou, além de Indiana, as vagas de Dakota do Norte e Missouri, enquanto os democratas conseguiram “roubar” apenas Nevada. A apuração seguia aberta em Arizona (com vantagem para democratas), Mississippi (com republicanos na frente) e Flórida (onde haverá recontagem).
Neste tabuleiro político, mesmo vitórias democratas podem ser relativizadas. A oposição, além de reconquistar a maioria na Câmara, venceu em ao menos sete estados nas disputas para governador: Kansas, Wisconsin, Michigan, Nevada, Novo México, Illinois e Maine. Nos quatro últimos, porém, Hillary venceu na disputa de 2016, ou seja, são estados que estavam historicamente tornando-se democratas. Perder Kansas e Wisconsin podem ser consideradas derrotas para os republicanos, mas que são “anuladas” pela manutenção de Ohio e, ao que tudo indica até o momento na apuração, Flórida e Geórgia.
— Os democratas nunca chegaram à Presidência sem vencer em Ohio — afirmou Nordlinger. — O cenário indica que a disputa de 2020 será mais apertada que a vitória de Trump há dois anos (quando teve 306 dos 538 votos do Colégio Eleitoral) e que Ohio e Flórida (que juntos somam 45 delegados, ou 16,6% do necessário para alguém chegar à Casa Branca) serão fundamentais.
A forma como o Partido Republicano conseguiu manter distritos em estados como Kentucky indica que, para regiões desse tipo, Trump está firme. Mas, ao dobrar a aposta no tipo de retórica que agrada o seu eleitorado cativo, ele corre o risco de aumentar a motivação de forças contrárias mesmo em estados tradicionalmente conservadores.
— Nesses estados vemos crescimento de zonas metropolitanas mais diversas e instruídas, que tendem a votar nos democratas — afirmou Geoffrey Kabaservice, diretor de estudos políticos do Centro Niskanen e autor de livros sobre o avanço do radicalismo no Partido Republicano. — Perder posições em Kansas ou Oklahoma, em parte por questões como o aumento do custo de planos de saúde com as mudanças criadas por Trump, pode ser um sinal de alerta.
O fato de republicanos moderados terem perdido espaço na legenda — fato comemorado pelo próprio presidente, que ironizou os derrotados que não pediram seu apoio — mostra que Trump está controlando o partido. Vale lembrar que, há dois anos, ele era visto como outsider, e hoje sua posição é hegemônica na legenda:
— Não tenho dúvidas de que Trump terá a indicação do partido (para concorrer à reeleição) se quiser — disse Kabaservice. — É possível que algumas forças tentem lançar um outro nome, mas hoje isso não seria viável.
Democratas sem nome
Há quem pondere que há sinais de alerta para Trump. A forma como os democratas ganharam distritos — 30 — em um ano de pleno emprego e crescimento econômico indica vigor.
— Os democratas obtiveram ganhos significativos em todo o país, venceram as eleições nacionalmente por uma diferença entre sete e oito pontos percentuais, reconquistaram a Câmara e sete cadeiras de governadores. Trump não é tão impopular nem a economia é ruim o suficiente para garantir uma vitória maior — afirmou Simon Rosenberg, presidente do grupo de estudos Nova Rede Democrata. — Sim, perdemos em alguns lugares, mas vencemos em muitos outros. Ver Trump mais forte é como dizer que o Brasil venceu a Argentina por 3 a 1 em uma partida amistosa, mas acha que deveria ter sido por 5 a 1 e, portanto, foi ruim. Esta foi uma eleição terrível para Trump.
O que falta aos democratas, para muitos analistas, é um discurso capaz de unir o país:
— Vimos muito voto de protesto, mas ainda não há um nome que una os democratas e não está claro que projeto de país vão oferecer em 2020 — disse Nordlinger. — Democratas passaram muito tempo defendendo imigrantes, ok, mas em que eles vão tornar a vida dos meus filhos melhor que em um governo republicano? Do site do jornal O Globo

sábado, novembro 10, 2018

BOLSONARO RETOMA CONTATO DIRETO COM O POVO BRASILEIRO EM VÍDEO E FAZ PICADINHO DA USINA DE 'FAKE NEWS' E INTRIGAS DO JORNALISMO DE ALUGUEL DOS COMUNISTAS


Depois de cumprir um agenda intensa em Brasília o Presidente eleito do Brasil Jair Messias Bolsonaro, retornou à sua residência no Rio e retomou suas famosas 'lives', falando diretamente ao povo brasileiro sem a intermediação pustulenta da grande mídia nacional que, com raras exceções, não reporta a verdade dos fatos. A maioria das redações dos grandes veículos de mídia é formada por um ajuntamento de comunistas malditos que desejam apenas a desgraça dos brasileiros. Esta é a  verdade que tem de ser dita.

Pois bem. No vídeo acima a gravação da conversa direta de Bolsonaro com a esmagadora maioria do povo brasileiro que o elegeu Presidente da República.

Não deixem de ver este. Bolsonaro volta às redes sociais com todo o gás e desfaz a rede de intrigas desavergonhada e acintosa que não tem nada a  ver com a verdade dos fatos.

Sem dúvida, Jair Bolsonaro retoma a sua conversa direta com os brasileiros em boa hora detonando um montão de 'fake news' e prestando contas aos cidadãos brasileiros do que ocorreu durante os últimos dias em que cumpriu agenda inerente e obrigatória  à sua condição de Presidente da República eleito.

Como verão neste vídeo Bolsonaro não se afastou um milímetro de suas promessas de campanha como certa imprensa e certos ditos "analistas políticos" insinuaram.

Creio que mesmo depois de tomar posse como Presidente da República Jair Bolsonaro deverá continuar mantendo esse contato direto com os brasileiros. Afinal, chegou à Presidência da República por meio dessa conversa franca com o povo brasileiro em transmissões online pelas redes sociais. 

E isto prova mais uma vez que a mainstream media nos moldes como é feita até agora tende a desaparecer. Ainda mais sem os generosos caraminguás à força de dinheiro público.

Esta é a realidade dos fatos. 

quinta-feira, novembro 08, 2018

UM TRIÂNGULO PERFEITO QUE PODE FINALMENTE TIRAR O BRASIL DO BRUTAL ATRASO ECONÔMICO

Acima o empresário Winston Ling que intuiu acertadamente que Jair Bolsonaro venceria a eleição. Foi Ling que apresentou o economista Paulo Guedes para Bolsonaro. 
Não deixa de ser super interessante a benéfica ação do empresário Winston Ling para o Brasil. Tenho a honra de tê-lo como meu seguidor no Twitter e o sigo também. Está por trás do que virá a ser o Ministério da Economia do Presidente Jair Bolsonaro. Afinal, foi Winston Ling que apresentou o economista Paulo Guedes para Bolsonaro. 

Winston Ling é um empresário brasileiro com atuação na China. Intuiu lá atrás que Bolsonaro reunia todas as condições para se eleger Presidente do Brasil quando poucos - fora aquela legião de fiés seguidores do "Mito" - acreditavam que venceria a eleição presidencial, muito menos de lavada. Por tudo isso o empresário Winston Ling, de perfil discreto, vem sendo agora paparicado pela grande mídia.

A propóstio, o jornal O Estado de S. Paulo, publicou nesta quinta-feira uma entrevista com Winston Ling, que transcrevo como segue:


Uma das lideranças do movimento liberal no Brasil, o empresário Winston Ling, que mora na China desde 2001, foi quem aproximou Jair Bolsonaro do economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia. Filho de imigrantes chineses que fundaram o Instituto Ling de Porto Alegre, Winston prevê que, se o plano de Guedes for implementado, o Brasil será a nova China. “Eles estão agora desacelerando e esse espaço, eu espero, será ocupado pelo Brasil”, diz ele, que comanda a Wintech Ventures, que investe em startups em vários países do mundo.
Como foi a sua aproximação com Bolsonaro?
Quando o encontrei pela primeira vez, em 2016, dei dois livros sobre o liberalismo: A Lei, de Frederic Bastiat, e Seis Lições, de Ludwig Von Mises. Eu via a movimentação do Bolsonaro e senti que ele tinha popularidade e que teria chance de ser presidente. Sou do tipo que gosta de se aproximar das pessoas e evangelizar sobre o liberalismo. A Bia Kicis (agora deputada federal eleita pelo DF) caiu do céu. Ela queria me conhecer e eu queria conhecer o Bolsonaro. Eu acreditava que, se ele tivesse alguma chance de ser presidente, era hora de começar a pensar no programa econômico e organizar um grupo de conselheiros com empresários e economistas liberais.
O que se espera do governo Bolsonaro na área econômica?
O Paulo Guedes é bastante radical no liberalismo e tudo que estamos vendo até agora confirma a esperança de que se consiga fazer alguma coisa correta de diretriz de política econômica. A redução dos ministérios é um exemplo. Guedes falou em oito ministérios. Bolsonaro, em 15. Assim, vamos negociando e quem sabe se chega em 12.
Por que é tão importante a redução dos ministérios?
Numa empresa, há um limite de pessoas com quem o administrador consegue trabalhar e conversar. Hoje, são 39 ministérios. É muita gente para administrar. Fiquei aliviado em saber que o Mdic vai ser fundido com Fazenda e Planejamento. É importante reduzir a pressão dos empresários lobistas e corporativistas em cima do governo.
Bolsonaro e Guedes vão resistir a essa pressão?
Eu e todos deveríamos torcer para que resistam porque empresário tem de ser empresário.
Guedes comprou uma briga grande quando disse que o governo Bolsonaro ia salvar a indústria, apesar dos industriais.
Ele comprou uma briga grande. A recomendação para todos os empresários, industriais, fazendeiros é: vamos focar no nosso negócio e melhorar a nossa eficiência na produção, tirando o foco do governo.
O que é mais imediato?
Tem muita coisa para fazer na área tributária e desregulamentação. O Paulo vai equiparar o Brasil ao resto do mundo, que está reduzindo o Imposto de Renda para 20%. Espero uma redução e simplificação dos impostos. Vai ajudar a trazer os investimentos para o Brasil.
Guedes não está comprando muita briga logo no início?
É o jeito dele. Vai dar certo. O Brasil vai se acostumar com o jeito do Bolsonaro e dele também. Estou otimista. Quando eu me mudei para a China, em 2001, era um lugar onde tudo era muito livre, rápido e a economia crescia a taxa de dois dígitos ao ano. E eu acho que o Brasil vai ser a nova China. Eles estão agora desacelerando e esse espaço espero que seja ocupado pelo Brasil. Se o Brasil conseguir fazer tudo que o Paulo quer fazer, vai criar um ambiente propício para os negócios.
Mas os chineses estão preocupados com o governo Bolsonaro.
Acho que não vai ter problemas. Não vai ter briga. Não vai estar vinculado à ideologia. Não tem como os chineses ficarem preocupados e também o Brasil não precisa ficar se preocupar.
Foi Bolsonaro quem manifestou preocupação.
Os brasileiros não conhecem a China. Se o plano Paulo Guedes for implementado, vamos estar anos luz à frente dos nossos vizinhos. O Brasil será a nova China e os capitais do mundo vão vir para o Brasil. Os cérebros e investidores virão. Por que eles foram embora? Imposto muito alto, uma confusão de leis e regulamentações. Isso tudo vai ser resolvido.