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segunda-feira, outubro 07, 2019
domingo, outubro 06, 2019
APESAR DO BOICOTE DA GRANDE MÍDIA SOB AS ORDENS DO "ESTABLISHMENT" O GOVERNO BOLSONARO DÁ A VOLTA POR CIMA E FAZ ACONTECER. ENTENDA TUDO.
O jornal do canal Folha do Brasil deste final de semana está repleto de informações que comumente não descuradas pela dita "grande mídia". Compreendo que as pessoas que trabalham não dispõem de tempo para garimpar informações no âmbito da internet. Por isso insisto na tentativa de trazer para os leitores certas informações que mereceriam destaque especialmente nas grandes redes de televisão. Todavia não é isso que acontece.
Depois da ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República os veículos midiáticos em sua maioria estão concentrados na tarefa de encontrar chifres em cabeça de burro, ou seja, impedir que o nosso Presidente da República tenha êxito.
Todavia o que se nota é que aquele eleitorado que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República mantem-se fiel à sua expectativa. Este fato decorre de um dado significativo e ímpar na história política do Brasil nestes 130 anos do golpe da Proclamação da República. Não houve nenhum evento político sequer parecido com o que aconteceu com a eleição presidencial que levou Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Até então os pleitos presidenciais foram apenas montagens estratégicas do establishment, ou seja, um jogo de cartas marcadas: qualquer vitorioso estaria de bom tamanho, porque todos pertenciam ao velho e cabuloso establishment, ou seja, o grupo de poderosos que tradicionalmente dá a direção política, econômica e ideológica à sociedade brasileira.
Por isso a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República tem todo esse impacto que pode ser constatado pelo comportamento da mainstream media nacional e internacional! E mais do que isso, pelo próprio comportamento dos agentes políticos no Poder Legislativo, bem como também no Poder Judiciário, de sorte que se pode ver claramente que o Estado brasileiro foi desenhado minuciosamente para ter na Presidência da República sempre um elemento afinado totalmente com o establishment e jamais com a expectativa e a vontade da maioria dos eleitores.
Cumpre notar que a par deste fato dentro do aparelho estatal existe o denominado "Deep State", ou seja o "Estado Profundo", conceito frequentemente verberado pelos analistas conservadores norte-americanos. Grosso modo, este conceito identifica aqueles burocratas, concursados, técnicos e agentes públicos que gozam de estabilidade legal e que operam em várias áreas da administração pública. Neste caso o Presidente da República teria, de alguma forma, de estar afinado com esse mecanismo de poder.
No caso brasileiro agora com Bolsonaro e também em grande medida com o Presidente Donald Trump nos Estados Unidos, ocorre este fenômeno contraditório, com sucessivas crises artificiais. Ainda que Bolsonaro e Trump alcancem êxito em suas respectivas administrações o establishment e seus agentes, incluindo o Deep State e a mainstream media, tratam de fomentar crises artificiais sucessivas no sentido de desgastar toda e qualquer ação do Executivo.
Notem que este fenômeno político não ocorre apenas no Brasil e nos Estados Unidos. Está presente também na União Europeia sendo emblemático o caso do Brexit no Reino Unido, ou seja, a decisão por plebiscito em que a maioria dos eleitores decidiu pela saída do país da UE mas até agora o resultado do pleito plebiscitário não foi executado.
Credite-se à internet e, sobretudo, às redes sociais, as alterações no jogo político nacional e internacional. A formação da opinião pública que esteve até então totalmente em mãos do establishment em níveis doméstico e global sofreu um revés tão profundo que as grandes empresas de tecnologia tratam de impor a censura nas redes sociais atreladas que estão ao sistema globalista.
Todavia esta parece não ser uma iniciativa capaz de prosperar porque a tecnologia tem o condão de se auto-reproduzir e se reinventar e não está mais ao alcance apenas das tradicionais empresas do Vale do Silício. Além do mais, a imposição da censura nas redes sociais levará essas empresas à falência. Aliás esse fenômeno está sendo experimentado pelas empresas da grande mídia depois que passaram a golpear a verdade e/ou escamotear informações para manter inalterado o status quo.
sábado, outubro 05, 2019
A AGENDA DO CLIMA É UMA INDÚSTRIA GLOBAL DE 1,5 TRILHÕES DE DÓLARES. E QUEM SUSTENTA OS VIGARISTAS DA ECOLOGIA SÃO OS CONSUMIDORES.
A Friends of Science é uma organização sem fins lucrativos baseada em Calgary, Alberta, Canadá. A organização rejeita a conclusão supostamente científica estabelecida de que os humanos são os principais responsáveis por um eventual aquecimento global.
Neste vídeo traduzido e legendado em português pela Embaixada da Resistência, Michele Stirling manda um recado para Greta Thunberg, aquela adolescente sueca que, sob evidente lavagem cerebral foi transformada numa espécie de boneca de ventríloquo para sensibilizar plateias sobre a vigarice do aquecimento global formulada por espertalhões que faturam alto com essa picaretagem.
O vídeo foi produzido pela “Friends of Science”, uma entidade sem fins lucrativos baseada em Calgary, Alberta, Canadá. Essa organização rejeita a falsa tese de que os humanos são responsáveis por um suposto aquecimentos global, mentira que os jornalistas da mainstream media alardeiam como verdade absoluta. Alguns por estupidez pura e simples, outros porque fazem parte desse esquema que fatura bilhões de dólares.
Nunca me esqueço que quando tomava um café numa dessas cafeterias, estando próximo a máquina de extração do café expresso, pude observar uma pequena placa metálica informando que aquela máquina não emitia o CO2, um dos chamados gases de efeito estufa.
Caramba! Constatei que nem uma prosaica máquina de café expresso escapa da sanha lucrativa dos ecochatos. E se essa gentalha fatura bilhões de dólares ao redor do mundo para fornecer auditoria e certificado para produtos industrializados é porque os dirigentes dessas indústrias simplesmente aceitam as ordens dos ecologistas.
Empresários de modo geral - e os conheço muito bem - jamais polemizam ou se negam em ser explorados por esses vigaristas da ecologia. Posam de bonzinhos e moderninhos. Ora, quem paga a conta é o consumidor. As empresas transferem o custo de adesão ao politicamente correto no preço do produto que fabricam. Nós os consumidores é que estamos cevando esse bando de vagabundos, esses picaretas da ecologia. Os empresários que fabricam os produtos aumentam os preços para pagar “consultorias" que fornecem os tais “selos verdes”. Neste caso os empresários também são vigaristas! Esta é a verdade!
De sorte que o vídeo que ilustra esta postagem merece ser visto, especialmente pelos empresários. Segundo A “Friends Society”, o alarmismo climático é uma indústria global de 1,5 trilhões de dólares! Eu e você que está lendo esta postagem é que contribuímos para a dolce vita desses canalhas da ecologia abrigados numa miríade de ONGs e em empresas de consultoria que emitem os famigerados selos verdes.
Eis aí um tema de grande interesse da coletividade que deveria ser urgentemente contemplado pelo Governo do Presidente Jair Bolsonaro.
E, para concluir, é bom lembrar que o mecanismo ecologista foi acionado imediatamente após o colapso da ex-URSS. E foi na Europa Ocidental que surgiram os primeiros “Partidos Verdes” que abrigaram os comunistas órfãos do falido sistema comunista. Nessa época nasce o dito “pensamento politicamente correto” uma forma edulcorada do velho totalitarismo comunista-nazista-fascista.
Não é à toa que todos os ecologistas são totalitários e se acham os donos da verdade como os velhos comunistas das ex-URSS, embora não passem de psicopatas. Não é à toa que foram os comunistas que lutaram tenazmente para o fechamento dos hospícios. Faz sentido!
sexta-feira, outubro 04, 2019
A FORÇA DAS REDES SOCIAIS FURA O BLOQUEIO DA GRANDE MÍDIA EM RELAÇÃO AO GOVERNO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO
Enquanto a grande mídia se dedica a produzir uma enxurrada de fofocas a respeito do Governo Bolsonaro vale a pena fazer uma varredura no conteúdo das redes sociais. É que nas rede sociais, como Youtube, Facebook, Twitter além de blogs e sites independentes é possível encontrar bom material noticioso e análises políticas livres da ingerência dos comunistas que dominam as redações dos ditos grande veículos midiáticos.
Para terem uma ideia do que estou afirmando decidi postar uma espécie de "Jornal Nacional", disponível diariamente no canal do Youtube da Folha do Brasil. Este canal dedica boa parte de sua produção na cobertura das iniciativas governamentais. Decidi postar acima a edição levada ao ar ontem, quinta-feira.
Há ainda no Youtube diversos canais de análises, comentários políticos e opinião no que se refere à política, livre do viés censório da pelegada esquerdista que há anos domina todas as redações dos veículos da dita mainstream media.
Enfim. O que continua em curso por meio dos grandes veículos de comunicação é uma guerra por enquanto incruenta contra o Governo Bolsonaro. Já na campanha presidencial constatou-se o máximo da violência quando o então candidato presidencial Jair Bolsonaro sofreu aquela facada desferida para ser mortal! Bolsonaro, ele mesmo, tem dito que foi salvo por um milagre e pela competência das equipes médicas, primeiro em Juiz de Fora, onde ocorreu o atentado e, depois, em São Paulo. Por causa desse atentado o Presidente Jair Bolsonaro já foi submetido a quatro cirurgias extremamente complexas.
Esse fato, gravíssimo, praticamente foi esquecido pela grande mídia enquanto o assassinato da vereadora comunista Marielle, do ultra esquerdista PSOL do Rio de Janeiro, continua sendo pauta permanente do jornalismo da grande mídia.
Todos esses fatos são notados, principalmente, por parte do público mais politizado e de perfil conservador e que elegeu Jair Bolsonaro como Presidente do Brasil.
É justamente esse público que não encontra mais razão de ver, ler e ouvir veículos da grande mídia, o que faz surgir nas redes sociais uma variada cobertura do que acontece na política, sobretudo, as iniciativas do Governo do Presidente Jair Bolsonaro, como nesse jornal do canal Folha do Brasil. E, com a tecnologia disponível, as pessoas podem ver esses vídeos também nas denominadas smart TV.
quinta-feira, outubro 03, 2019
ESTADO BANDIDO
Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Não discorrerei sobre a longa evolução do Estado nem farei a análise da difícil coexistência das formas do Estado de Direito com os conteúdos do Estado Social. Porém, é importante conceituar o contemporâneo Estado Democrático de Direito como uma estrutura formal do sistema jurídico, garantidora das liberdades fundamentais com aplicação da lei geral-abstrata por parte de juízes independentes.
A conceituação é importante no sentido de estabelecer contraste com o Estado Bandido o qual, paradoxalmente, emerge dos Poderes constituídos. Afinal, a estância mais alta do Legislativo, o STF, tem estado longe de aplicar a lei geral-abstrata por parte de juízes independentes, o que garantiria liberdades fundamentais e a isonomia do Direito.
Além disso, o Supremo vem demolindo a machadadas a Lava Jato, maior operação anticorrupção havida no país e que teve à frente o então juiz, Sergio Moro, raro homem da lei e atual ministro da Justiça e da Segurança Pública.
Foi um trabalho que não só exigiu competência como coragem. Coragem para prender poderosos. O máximo da coragem para enviar à cadeia o chefão Lula da Silva, o grande institucionalizador da corrupção.
Os adeptos do Estado Bandido chamam a Lava Jato de Estado Policial e, juntando-se ao PT concentram seu ódio em Moro. Não importa que a condenação de Lula da Silva, relativa ao tríplex de Guarujá, tenha sido confirmada unanimemente pelo TRF-4 e o STJ. Moro é o culpado do crime de lesa-majestade. E a meta e soltar o presidiário dando troco no juiz parcial.
Que o PT aja assim é do seu feitio violento e vingativo, mas, e o STF? Entre outras ações dos juízes supremos lembremos do caso do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobrás, do governo Dilma Rousseff, Aldemir Bendine que afanou o que pode. Pois bem, obteve sentença favorável na Segunda Turma do STF, o que derrubou a condenação de Sergio Moro.
Na sequência veio o habeas corpus do ex-gerente da Petrobrás, Márcio de Almeida Ferreira, baseado na mesma filigrana jurídica usada pela defesa de Bendine. Foi alegado que Ferreira não pode apresentar as alegações finais após manifestações dos réus colaboradores. Estava aberto o caminho para soltar o chefão petista e demais bandidos.
Em 26 de março aconteceu uma das mais vigorosas machadadas na Lava Jato. Por sete votos o STF criou uma regra que não existe na Constituição ou seja: réus delatados têm o direito de falar por último no caso em que também existam réus que fecharam acordos de colaboração premiada.
Tal tese pode anular uma série de sentenças da Lava Jato, beneficiando bandidos de colarinho branco, o que inclui Lula no caso do sítio de Atibaia. E, naturalmente, membros do PCC e do CV.
O Congresso não fica atrás quando se trata de erigir o Estado Bandido. Enquanto o pacote anticrime do ministro Moro jaz em alguma gaveta, suas excelências geraram a Lei de Abuso de Autoridade. Não vou entrar em detalhes da monstruosidade legislativa, mas apenas resumi-la: é proibido prender. Portanto, graças aos que elegemos como nossos representantes estamos à mercê de facínoras de todas as espécies.
Para citar mais uma vergonha nacional revejo a patacoada do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Antecedendo o lançamento de seu livro de memórias, Janot buscou os meios de comunicação para dar uma entrevista. Nesta afirmou, que em 2017 foi ao Supremos para matar o ministro Gilmar Mendes e em seguida suicidar. Só não conseguiu seu intento porque a mão de Deus o segurou. Na linguagem lulista pode-se dizer: “menas”, ex-procurador-geral, “menas”, pois isso parece algo excessivamente rocambolesco.
Diante do estupor que as entrevistas causaram, uns disseram que o homem é louco. Outros que tudo não passou de marketing para atrair atenção para o livro. Seja como for, Janot esteve longe de exercer sua alta função com parcialidade. Armou uma cilada para o ex-presidente Temer com a gravação não autorizada e fajuta de Joesley Batista. Pediu ao STF a prisão de Delcídio do Amaral, que sendo senador tinha foro privilegiado, no que foi atendido. Enfim, perseguiu aqueles dos quais não gostava.
Da sua suíte da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, Lula anuncia que não aceita prisão domiciliar. Ordena que o Supremo considere Moro parcial para que assim seja inocentado e dono novamente de seus direitos políticos. Acrescenta que nada o faria mais feliz do que assim ser solto e ver Moro e Dallagnol irem para a cadeia.
Pode ser que os ministros do Supremo, que Lula certa vez chamou de acovardados, obedeçam a tal ordem. Pode ser também que a mais alta corte da Justiça volte atrás e diga que não pode haver prisão em segunda instância.
Desse modo, tênues fios de esperança vão se dissipando enquanto sensações de revolta, vergonha e impotência tomam conta de nossos sentimentos. Pobre Brasil! Pobres gerações futuras!
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
quarta-feira, outubro 02, 2019
SENADO APROVA TEXTO-BASE DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE LAVADA: 56 VOTOS A FAVOR; 19 VOTOS CONTRA. COMUNISTAS ESPERNEARAM.
Depois de quase quatro horas de sessão, o Plenário do Senado aprovou, em primeiro turno, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reforma a Previdência. Às 22h51, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), proclamou o resultado: 56 votos a favor, 19 contra e nenhuma abstenção. Eram necessários 49 votos, equivalentes a três quintos dos senadores mais um, para aprovar o texto.
Alcolumbre pretendia concluir a tramitação do texto-base e dos destaques até as 22h. No entanto, o número de senadores que se inscreveram para discursarem, a maioria da oposição, atrasou o início da votação. A sessão começou às 16h, com a votação de outras matérias, mas os encaminhamentos do texto-base da PEC da Previdência só começaram às 18h50.
Pouco antes de encerrar a votação, o presidente do Senado disse que a reforma ajudará o país a recuperar a capacidade de investimento. “A votação dessa reforma é a votação da consciência de um país que precisa ser reformado. Sem dívida nenhuma, essa é a reforma mais importante do Estado porque, sem ela, não seríamos capazes de fazer outras. O Estado brasileiro está capturado, sem condições de investimento. O Senado, a Câmara dos Deputados, dão demonstração de grandeza, de espírito público e do verdadeiro significado da democracia”, declarou.
O relator da PEC, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), disse que a reforma é impopular, mas necessária para reequilibrar as contas públicas e permitir a retomada dos investimentos federais nos próximos anos.
“O Brasil, na maneira que vai, dentro de aproximadamente dois anos, se não fizermos a reforma previdenciária, vamos chegar a um momento, já em 2021, em que a União não terá um tostão sequer para investimento. Vamos entrar numa era em que todos aqueles discursos proferidos aqui e aqueles desejos sonhados aqui ao redor da educação, da saúde e do emprego não poderão ser alcançados ou sequer que haja tentativa de alcançá-los”, disse Jereissati. Da Agência Brasil
terça-feira, outubro 01, 2019
EXTRA! AO VIVO A VOTAÇAO NO SENADO DO PROJETO DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA PROPOSTO PELO GOVERNO DO PRESIDENTEJAIR BOLSONARO
Acompanhe a votação pelo senado agora ao vivo da votação do projeto da Reforma da Previdência, uma das principais iniciativas do Governo do Presidente Jair Bolsonaro.
O plenário do Senado aprovou em primeiro turno, com 56 votos favoráveis e 19 contrários, o texto-base da reforma da Previdência.
Neste momento os senadores estão votando os destaques.
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A sessão do Senado que aprovou em primeiro turno o projeto da Reforma da Previdência já foi encerrada.
ENQUANTO A GRANDE MÍDIA NACIONAL MALTRATA BOLSONARO, NOSSO PRESIDENTE É DESTAQUE NO MAIOR JORNAL DE ECONOMIA DOS EUA.
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| O Wall Street Journal ilustra o artigo de Mary O'Grady com a foto do Presidente Jair Bolsonaro durante seu recente discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em New York (EUA) |
Além de destacar as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro, a jornalista norte-americana não se esqueceu de abordar a presença recente do nosso Presidente em Nova York onde pronunciou o discurso de abertura da Assembléia Geral da ONU.
Transcrevo em tradução livre do inglês para o português o texto completo do artigo de Mary O'Grady. Vale a pena ler:
A inflação brasileira está agora em torno de 3,5% ao ano e as taxas de juros reais caíram para 2% a 3%. O risco de inadimplência está diminuindo, o mercado de ações está subindo e as previsões de crescimento estão melhorando – embora ainda muito abaixo do que o Brasil precisa para se tornar um país desenvolvido.
Essa perspectiva mais reluzente, após quase três anos de recessão, começou durante a presidência de Michel Temer, que assumiu o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016. Mas ganhou impulso desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro.
Em discurso na Assembléia Geral das Nações Unidas na semana passada, Bolsonaro mostrou por que foi eleito. Dois dias depois que a multidão festejou uma privilegiada adolescente escandinava que vem fazendo uma discussão climática, Bolsonaro foi à assembléia e invocou Deus, soberania e “os anseios e ideais” do povo brasileiro.
Ele denunciou o “espírito colonialista” da elite global, o socialismo que gerou a ditadura na Venezuela e o recrutamento de médicos de Cuba enviados ao exterior para ganhar dinheiro para o regime. O governo de esquerda, disse ele, deixou o Brasil com “corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e ataques contínuos contra valores familiares e religiosos que são parte integrante de nossas tradições”.
O discurso foi um desafio à ortodoxia da ONU. Muitos brasileiros comemoraram o evento mesmo quando o tom alarmista se espalhou nos salões de Nova York e Paris e nas redações de todo o mundo.
Bolsonaro se recusa a se curvar aos deuses verdes e à polícia do pensamento internacional e, por isso, é condenado. No entanto, algo novo e importante está acontecendo no Brasil, mesmo que os ideólogos da ONU estejam muito envolvidos em clichês ambientais e políticas de interesses especiais para reconhecer.
Bolsonaro pode se tornar mais um político da velha escola. Mas, surpreendentemente, sua agenda parece um divisor de águas para milhões de brasileiros pobres. Se seus críticos estivessem interessados no futuro do Brasil, eles o responsabilizariam por suas promessas, em vez de falar mal dele.
Assumiu o seu compromisso de reformar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fundado em 1952. Como muitos bancos de desenvolvimento, o BNDES serviu amplamente os politicamente poderosos e desempenhou um papel enorme nos desastres econômicos recorrentes do país.
Na semana passada, em Nova York, entrevistei Gustavo Montezano, ex-banqueiro de investimentos de 39 anos e sexto presidente do BNDES em quatro anos, sobre a agenda de reformas. Se ele cumprir as promessas de reduzir os danos que o banco causa ao crescimento econômico, ele também terá que reduzir sua utilidade como ferramenta política. Isso seria revolucionário.
Montezano diz que a reforma do BNDES se encaixa na liberalização econômica mais ampla do governo. Bolsonaro já conseguiu a aprovação de uma reforma há muito esperada do sistema de pensões, lançou um programa agressivo de privatizações e venceu a aprovação de leis para reduzir a carga regulatória sobre os negócios.
Paulo Trevisani, do Journal, informou em 23 de setembro que o governo está “abrindo uma das grandes economias mais fechadas do mundo, cortando tarifas de importação para mais de 2.300 produtos e expondo indústrias locais há muito acostumadas ao protecionismo aos desafios do livre comércio”. O Sr. Montezano me disse que está por vir a simplificação do código tributário e uma reforma administrativa do setor público.
Nas últimas seis décadas, políticos da direita e da esquerda protegeram o status quo do BNDES. O banco é financiado pelos trabalhadores através de um imposto sobre os salários, embora eles raramente se beneficiem.
Em vez disso, os influentes recebem empréstimos abaixo do mercado garantidos pelo governo para suas empresas, públicas e privadas. Quando os empréstimos não são recuperados, as perdas são acumuladas na dívida nacional. Esse endividamento aumenta o custo dos empréstimos para brasileiros que não têm influência política.
Um projeto notável financiado pelo BNDES foi o Porto de Mariel, em Cuba, onde o banco emprestou mais de US $ 500 milhões e o Brasil garantiu os empréstimos. A maior parte desse dinheiro é perdida, de acordo com Montezano, que também diz que há “uma percepção” de que os contratos da Mariel têm um preço de duas a três vezes acima dos custos reais.
Montezano diz que o BNDES encerrará a prática de subsidiar empréstimos, devolverá o dinheiro devido ao tesouro e mudará o foco do banco para facilitar o fluxo de capital privado para projetos de infraestrutura voltados ao desenvolvimento. “Idealmente, não devemos usar nosso capital”, diz ele. “Se houver um banco privado para financiar o projeto, devemos sair.”
Se a promessa “sem subsídios” se mantiver, não haverá mais empréstimos do BNDES. Mas Montezano prevê que o banco assuma um papel maior como intermediário de serviços financeiros em projetos federais, estaduais e municipais e em concessões e privatizações, todos os quais precisam do conhecimento técnico de alta qualidade que o banco pode fornecer. O objetivo é “menos empréstimos, mais desenvolvimento”. Não é diferente do trabalho de privatização do BNDES nos anos 90. A reforma do BNDES é outro grande lance dos negócios, como de costume, em um estado extremamente pesado. Também é outro teste para saber se Bolsonaro está falando sério sobre mudar o Brasil. Click here to ready in English
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