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sexta-feira, novembro 15, 2019

A VERDADE ACIMA DE TUDO: NA BOLÍVIA NÃO HOUVE GOLPE MILITAR. ENTENDA O QUE ACONTECEU.

O comunista Evo Morales, em foto publicada no Twitter na conta denominada Libertário, da Argentina. 
O velho aforismo "nem tudo está perdido" não serve apenas para o consolo de eventuais desilusões que nós humanos, demasiadamente humanos, experimentamos ao longo das nossas vida. De repente descobrimos algo que reveste e que reforça a afirmativa. Refiro-me ao texto desta postagem que segue após este prólogo.

Trata-se de um artigo que encontrei lá no site Panam Post, empresa jornalística sediada em Miami EUA. Refere-se aos recentes eventos ocorridos na Bolívia. 

Assina a matéria o escritor e intelectual conservador argentino Agustin Lage, de apenas 30 anos de idade. Nasceu portanto no ano em que foi derrubado o famigerado Muro de Berlim, evento que marcou uma reviravolta extraordinária na política internacional e que pôs a pique a velha Cortina de Ferro. Nesse contexto o comunismo experimentou sua maior crise e foi quando tratou de se renovar. 

Essa renovação significou o abandono das guerras de guerrilha. No lugar desse velho modus operandi calcado na violência que produziu mais de 100 milhões de mortos, os comunistas passaram a acenar com bandeiras cor-de-rosa e ali nascia a hoje denominada "diversidade cultural" e o movimento ambientalista.

Quando o hoje escritor e intelectual argentino Agustin Lage iniciou seus estudos as escolas do mundo inteiro que sempre foram infestadas de professores comunistas iriam incorporar nos anos seguintes o esquema delineado pela dita "diversidade cultural". Entretanto, a doutrinação cultural comuno-diversitária não penetrou no cérebro desse argentino, como de resto se constata na safra de novos intelectuais jovens que ganham relevo atualmente no Brasil depois da estrondosa vitória eleitoral do Presidente Jair Bolsonaro.

De fato, nem tudo está perdido, ainda que na Argentina se registre uma recaída com a vitória da composição comunista nas últimas eleições presidenciais naquele país. Tanto é que está aí o que ocorreu agora há pouco na Bolívia e que é o mote do texto desse jovem intelectual argentino que transcrevo em tradução livre do espanhol.

Agustin Lage é escritor e formado em Ciência Política pela Universidade Católica de Córdoba. Cursou contra-terrrorismo no Center of Hemispheric Defense Studies na Nation Defense University de Washington DC. É Presidente da Fundação Libre. Segue o seu texto analítico sobre as recentes ocorrências na Bolívia. Vale a pena ler:

MIDIA MENTIROSA
Na Bolívia, não houve "golpe de estado" nem é verdade que a demissão de Evo Morales tenha sido consumada por "pressão das Forças Armadas", como quase todos os meios de comunicação irresponsáveis disseram até agora. Tal é simplesmente o discurso (recorrente, desgastado,) com o qual a esquerda defende tiranos de suas próprias fileiras que sofrem uma rebelião popular. Porque o que aconteceu na Bolívia é, nem mais nem menos, uma rebelião popular. E não começou ontem, nem foi uma conspiração militar ou policial: começou no dia seguinte às últimas eleições de 20 de outubro passado, quando a fraude eleitoral era evidente para todos.
Lembre-se, ou melhor, diga (já que pouco e nada foi dito pela imprensa), tendo examinado 83% dos votos, os resultados mostraram uma segunda rodada eleitoral. Mas de repente, o escrutínio foi interrompido por mais de 20 horas e, em seguida, os resultados finais apareceram "por mágica", anunciando novamente Evo Morales como presidente, por uma margem de 0,14%. A fraude era tão evidente que a OEA descreveu o processo como "viciado pela nulidade".
Mas isso foi apenas mais uma gota que terminou transbordando o copo. Porque, novamente, é preciso lembrar que um grande número de irregularidades, fraudes e manobras antidemocráticas ocorrem na Bolívia há anos.
Sem ir longe demais, Evo foi constitucionalmente impedido de concorrer novamente e, em 2016, ele propôs um referendo pedindo ao povo que lhe permitisse ser candidato mais uma vez, com uma participação de 84,47%, disseram os bolivianos. No entanto, o derrotado não sabia o resultado e apelou a seus amigos do Supremo Tribunal Eleitoral, que no final de 2018 permitiram (contra a Constituição e contra a vontade popular expressa no referendo) a nomeação de Evo Morales para outubro 2019.
Morales governava a Bolívia desde 2006. Tantos anos no poder permitiram que ele fizesse do Estado sua propriedade e, de uma maneira ou de outra, adquirisse alguma legitimidade graças aos discursos de que a esquerda o serve em uma bandeja, onde a democracia é reivindicada, mas a democracia é detestada, e onde as pessoas sempre falam em nome das pessoas, mas quando ele diz outra coisa, sua voz é substituída pela da elite devidamente disfarçada de popular.
É muito difícil interpretar a realidade quando se tem em mãos uma linguagem convenientemente projetada para beneficiar a esquerda (e como seria de outro modo, se a esquerda fosse precisamente a "criadora de palavras", como disse Robert Nozick?) . As palavras, com efeito, são nossos "óculos sociais"; social, porque eles formam uma herança comum, mas social também, porque através delas avaliamos o que acontece em nosso ambiente. E o que acontece, por exemplo, no Chile, é uma "rebelião do povo explorado contra o neoliberalismo selvagem de Sebastián Piñera", mas o que acontece na Bolívia é "um golpe de estado contra um representante legítimo do povo", apesar de que o primeiro foi eleito em eleições comprovadamente limpas e o segundo cometeu a fraude eleitoral mais óbvia do século XXI na América Latina. Ou não pode ser resumido dessa maneira o tratamento que a mídia deu aos dois episódios?
Com efeito, a coisa funciona mais ou menos assim: quando um governo de centro-direita cai, é devido a uma "rebelião libertadora do povo"; quando um governo de esquerda cai, isso se deve a um "golpe de estado"; quando as fontes repressivas do Estado agem contra manifestantes sob um governo de direita, temos "violações dos direitos humanos", "crimes contra a humanidade" e "genocídio"; quando essas fontes agem sob as ordens de um governo de esquerda, temos ... silêncio. A norma é praticamente infalível.
É por isso que ninguém mostrou os mortos na Bolívia. Ninguém falou sobre eles. Não combina. Porque a esquerda não mata: de graça. A esquerda não viola os direitos humanos: os defende. A esquerda não rouba, não sequestra, não tortura, não viola, não tira liberdades: a esquerda ama e, amando, simplesmente luta por "um mundo melhor”.
Isso soa exagerado? Pois é assim que funciona o subconsciente coletivo, que, de acordo com várias décadas de idiotização da mídia, da escola e da universidade, prevalece hoje. É por isso que ninguém mostrou os mortos do regime de Morales e ninguém falou sobre eles. É por isso que ninguém mostra ou fala sobre as centenas de feridos e mutilados, que foi o equilíbrio da rebelião.
Estamos falando de civis e não de militares ou policiais. Porque a demissão de Evo foi a conseqüência da revolta popular, sustentada de 21 de outubro até recentemente, e não de qualquer golpe militar. O que aconteceu com as Forças Armadas e de Segurança é simples de entender: eles simplesmente se recusaram a reprimir as pessoas da maneira que Evo Morales havia ordenado (o próprio Centro Boliviano dos Trabalhadores alegou que o plano do governo era uma manifestação maciça de sangue). E é quase uma lei da ciência política que um governo ilegítimo só pode ser sustentado pela força. Então, o que acontece quando as instituições que concentram a força repressiva do Estado decidem não usá-la contra as pessoas que se levantaram contra o governo ilegítimo? Pois isso cairá infalivelmente, mais cedo ou mais tarde.

Evo Morales não caiu por causa das Forças Armadas, mas precisamente por sua omissão. Haga clic aquí para leer en españolClick here to read in English

quinta-feira, novembro 14, 2019

DEMOLIDOR! OLAVO DE CARVALHO ANALISA DECISÃO DO STF QUE SUSPENDEU PRISÃO DECIDIDA EM SEGUNDA INSTÂNCIA.


Vale a pena ver e ouvir com atenção este vídeo em que o filósofo e escritor Olavo de Carvalho analisa a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendendo o cumprimento da pena dos réus a partir de decisão de segunda instância, fato que facultou a soltura do presidiário Lula da Silva e demais condenados na mesma situação.

Mas não é só isso. Olavo de Carvalho vai muito mais além e mete o dedo na ferida sem dó nem piedade. Ou seja, diz tudo aquilo que a dita 'grande mídia' escamoteia na maior cara dura.

O vídeo está postado no canal de Daniel Mota. Imperdível!

Sponholz: América latrina...

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terça-feira, novembro 12, 2019

"ALIANÇA PELO BRASIL", O PRIMEIRO PARTIDO POLÍTICO CONSERVADOR DO BRASIL ACABA DE SER CRIADO PELO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.


A maior novidade política desta terça-feira é a saída do Presidente Jair Bolsonaro do PSL - Partido Social Liberal. Ao mesmo tempo o Presidente Bolsonaro acaba de criar um novo partido denominado “Aliança pelo Brasil”, que foi anunciado pelo Twitter por seu filho, o  deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Este desfecho já era previsível. Antes de ser eleito Presidente da República, o então deputado federal Jair Bolsonaro que pertenceu ao PP, estava sem partido tendo recebido o convite do presidente do PSL, deputado federal Luciano Bivar. O então deputado federal Jair Bolsonaro acabou aceitando e ingressou no PSL, que foi o partido por meio do qual se candidatou oficialmente a Presidente da República.
O PSL era um partido nanico e que ninguém conhecia. Com a estrondosa vitória de Bolsonaro à Presidência uma penca de políticos, a maioria desconhecida, aproveitou a oportunidade para surfar na onda Bolsonaro e o mirrado e desconhecido PSL conseguiu eleger uma grande bancada na Câmara Federal. Muitos desses ilustres desconhecidos eleitos graças ao prestígio de Jair Bolsonaro acabaram virando as costas para ele. Muitos inclusive atuam como oposicionistas e preferiram alinhar-se ao famigerado establishment fazendo parceria com os comunistas e com o dito centrão, a corja que domina a Câmara dos Deputados e o Senado, e obedece aos ditames do establishment. Grosso modo é isso que aconteceu.
De sorte que o Presidente Jair Bolsonaro decidiu abandonar o PSL e acaba de criar um novo partido político “Aliança pelo Brasil”, de viés conservador, no que pode vir a ser o primeiro partido político conservador do Brasil.
A conta no Twitter do novo partido postou esta foto reunindo deputados federais que devem migrar para o novo partido que deverá ter uma bancada forte na Câmara Federal.
FORÇA BRASIL!!!
Pelo Twitter o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do Presidente, foi quem anunciou a criação da nova sigla, afirmando: "O grito solitário de Jair Bolsonaro, que tantas vezes ecoou pelo Brasil, agora se torna um movimento consolidado na ALIANÇA PELO BRASIL, unindo milhões e milhões de brasileiros pelo bem do nosso país. Então você, cidadão comum que cansou de desmandos e de ver seu país destruído em todas as esferas, venha conosco” - escreveu.
Em postagens subsequentes, Eduardo Bolsonaro ainda afirmou: Na ALIANÇA PELO BRASIL, todos farão a diferença e lutarão unidos, com sua voz na defesa plena daquilo que pode fazer nosso país grande: fé, honestidade e família. Na ALIANÇA PELO BRASIL teremos solidez em nossos princípios conservadores atuando em defesa dos valores familiares e cristãos, sem amarras da velha política."
E concluiu afirmando: "Além de sigla partidária, consolidaremos a verdadeira união com povo, atuando em conjunto para mudar nosso amado Brasil!”.

segunda-feira, novembro 11, 2019

A VITÓRIA DA IMPUNIDADE!


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
A decisão do STF, em 8 do 11, transcorreu com pose, pompa e longos discursos como é habitual.  O resultado foi o de seis ministros contra a prisão em segunda instância e cinco a favor.  Uma vitória frágil por apenas um voto.
Durante um bom tempo o STF aceitou a prisão em segunda instância defendida, inclusive, pelos ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber e Dias Toffoli, os quais voltaram atrás. Tal reviravolta aumentou a sensação de insegurança jurídica, pois não se sabe o que vale e o que não vale nas decisões do STF, que em um momento pende para um lado e em outro modifica o que foi acordado.
O resultado beneficiou de imediato o presidiário, que se encontrava recolhido por seus crimes na cobertura da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.  Ele foi o primeiro a ser rapidamente solto, como antecipadamente havia anunciado a cúpula de seus correligionários.
Segundo o tão citado art. 283 do Código de Processo Penal (CPP), “ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”.
Em que situações se estabelece a prisão preventiva? “Como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal” (art. 312 da CPP).
Isso significa que a prisão transitada em julgado pode ser aplicada ou não, dependo de quantos advogados famosos e caros o criminoso possui.  Nesse caso ele pode matar, estripar, estuprar, roubar, enfim, cometer os crimes que lhe aprouver e não será preso, porque a Justiça brasileira tarda e falta, e até o processo chegar ao Supremo ou o bandido estará morto ou seu crime ou crimes prescritos.  Para as “pessoas comuns”, sem recursos financeiros, vale a prisão preventiva
De todo modo, vai ser difícil ser preso no Brasil graças a Lei de Abuso de Autoridade, com a qual o Congresso presenteou os facínoras e puniu os honestos, os corretos, os que cumprem com seus deveres. Segundo essa anomalia, uma simples condução coercitiva sem intimação prévia do investigado ou de uma testemunha, pode enquadrar um juiz  e as penas vão de 3 meses a 4 anos de prisão. Na verdade, criminosos terão carta branca e a autoridade que ousar prendê-los ou mesmo algemá-los é que será presa.  A lei já fez efeito e autoridades já deixaram de prender por medo de serem punidas.
O presidente do STF, ao chegar ao término da votação sobre a prisão em segunda instância, jogou a batata quente para o Congresso, em que pese a Suprema Corte ultimamente ter também legislado. Mas, se a Constituição é abstrata, qual é a definição exata de trânsito em julgado?  Se mudar a Constituição é complicado ou não pode ser feito no caso das Leis Pétreas, não poderiam os legisladores fazer uma lei complementar alterando o Código Penal, definindo o que é trânsito em julgado para que a partir de uma sentença penal condenatória possa a prisão ser efetuada na primeira ou na segunda instância?
A dificuldade dessa possível solução reside no fato de que muitos integrantes do Congresso, notadamente do PT e do chamado Centrão, têm problemas com a Justiça, incluindo a Lava Jato e não vão votar contra si mesmos. No momento eles têm foro privilegiado, mas posteriormente podem não ser reeleitos e até presos.
Lula já devia estar em prisão domiciliar, mas avisou que não aceita isso e nem usaria tornozeleira. Agora solto pela decisão do STF, saiu dizendo que vai ser mais de esquerda e reiterou seus ataques raivosos, pesados, cheios de ódio aos que considera seus inimigos: a Polícia Federal, o Ministério público, a Receita Federal, o arqui-inimigo Sérgio Moro e o mega adversário, presidente Jair Bolsonaro.
O chefão petista não recuperou seus direitos políticos como disse Haddad. Continua condenado na primeira instância, no TRF-4, no STF, no caso, do Tríplex de Guarujá. Foi condenado em primeira instância com relação ao sítio de Atibaia, o Instituto Lula e o apartamento de São Bernardo. Pesa ainda sobre ele os processos de tráfico de influência na compra dos Gripen da FAB, do “quadrilhão” do PT na Petrobrás, das propinas da Odebrecht. Por isso ele se diz o homem mais inocente do mundo, um injustiçado preso político.
Só falta agora se realizar o desejo de Lula da Silva através do STF: Moro ser considerado um juiz parcial no caso do tríplex, com base na ação criminosa de Hackers comandados pelo jornalista do site Intercept.  Então, ele recupera seus direitos políticos. Contudo, se isso ocorrer, desmoralizando ainda mais o Supremo perante a sociedade, não está garantida a eleição do ex-presidiário. Portanto, não será prudente ele sair por aí em caravana. A última foi um desastre político e pode ser pior agora porque a repulsa ao PT permanece e pode até ter aumentado.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

SURGE EM MIAMI (EUA) O "FORO PARALELO XXI" DESTINADO A COMBATER O ATAQUE COMUNISTA DO "FORO DE SÃO PAULO" NA AMÉRICA LATINA.

Um grupo de exilados fundou em julho deste ano de 2019, em Miami, Estados Unidos, o "Foro Paralelo XXI", destinado a combater o "Foro de São Paulo", a maior organização comunista em ação na América Latina e que foi fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, em São Paulo, e que ficou escondido por muitos anos. Sim, os jornalistas da grande mídia é que escamotearam criminosamente a fundação do Foro de São Paulo, transformando-o num tabu que foi quebrado pelo filósofo e escritor Olavo de Carvalho.

Acabei que descobrir no site do jornal El Nuevo Herald em Miami uma matéria sobre a constituição do "Foro Paralelo XXI", cujo objetivo é instrumentalizar a luta pela liberdade e a democracia combatendo o projeto do Foro de São Paulo destinado a transformar todos os países latino-americanos em repúblicas comunistas. O assunto retorna ao noticiário face à renúncia do ditador comunista da Bolívia, Evo Morales, neste domingo, depois que foi descoberto o esquema de fraude eleitoral na eleição presidencial boliviana, fato que desatou uma ampla revolta popular naquele país.

Fiz uma tradução livre do espanhol desta matéria do El Nuevo Herald sobre o "Foro Paralelo XXI", destinado a detonar o Foro de São Paulo comunista. Leiam:

O "Foro Paralelo XXI", fundado em julho passado em Miami por ativistas e exilados de Cuba, Nicarágua e Venezuela, exortou os cidadãos desses países a não desistirem de sua luta contra os governos “Castrochavista”, à luz da renúncia do "ditador" da Bolívia Evo Morales.
Sua partida "abre as portas para a liberdade total nas Américas", disse uma declaração deste Foro liderada pelo poeta e escritor da oposição nicaragüense Ariel Montoya e criado como uma reposta ao "Foro de São Paulo" de esquerda.
Os exilados apontam que o que aconteceu na Bolívia, após as alegações de fraude devido à vitória anunciada de Morales nas eleições de 20 de outubro, permite “retomar a luta continental de nossos povos por sua democracia, longe do comunismo e começar no exílio o fim do castrochavismo ”.
O "Foro Paralelo XXI" parabenizou o povo boliviano e os candidatos à oposição presidencial nas últimas eleições, nas quais, segundo uma auditoria da Organização dos Estados Americanos (OEA), havia irregularidades "muito graves", incluindo uma importante manipulação no sistema de computadores de transmissão e cálculo de resultados.
Direitos humanos e constitucionais foram violados "com a última fraude eleitoral cometida por Morales e endossada pelo socialismo do século XXI e pelo Foro de São Paulo, instituições responsáveis ​​pelos saques no Chile e pela violência generalizada de esquerda", segundo o comunicado.
Eles também pediram para "trabalhar mais tarde na reconstrução, da paz e da democracia na Bolívia e no resto dos países afetados.
Os membros do "Foro Paralelo XXI" pretendem interromper "a interferência comunista" e denunciar “os cantos de sereia" da esquerda latino-americana, como disseram no dia de sua fundação.
“Instamos o povo da Venezuela, Cuba e Nicarágua, seus verdadeiros oponentes às ditaduras que os governam e seus cidadãos em geral, que hoje mais do que nunca, eles não desistam de sua luta pela derrubada dos tiranos Raúl Castro, Miguel Díaz Canel, Daniel Ortega e Nicolás Maduro ”, acrescentaram os porta-vozes do Foro Paralelo XXI no exílio. Eles também pediram para "trabalhar mais tarde na reconstrução da paz e da democracia na Bolívia e no resto dos países afetados”. Do site do  jornal El Nuevo Herald - Haga clic aquí para leer en español

Sponholz: O Cabo e o Soldado.

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sábado, novembro 09, 2019

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO AVISA: "NÓS NÃO VAMOS DAR ESPAÇO E NEM CONTEMPORIZAR COM UM PRESIDIÁRIO".


Como acontece todos os dias apoiadores do Presidente Jair Bolsonaro aglomeram-se nas proximidades do Palácio da Alvorada, a residência oficial do Presidente da República, aguardando uma eventual saída do Presidente. Neste sábado repetiu-se a cena e o Presidente Jair Bolsonaro não se fez e rogado. Cumprimentou as pessoas que de celular em punho tentavam conseguir uma "selfie".

E conforme se pode conferir no vídeo indagaram como o Presidente Bolsonaro via a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu rasgar a lei abrindo a porta das celas das cadeias para condenados em 2a. instância, permitindo então a concessão de liberdade para o presidiário Lula.

O Presidente Jair Bolsonaro, calmo e cortês com o público respondeu: "Nós não  vamos dar espaço e nem contemporizar com um presidiário". 

sexta-feira, novembro 08, 2019

AFINAL, O QUE PRECISA ACONTECER MAIS?


Esta postagem é para registrar a infeliz decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a prisão em segunda instância, o que significa abrir as cadeias para um turbilhão de criminosos, dentre eles os denominados condenados da Operação Lava Jato.

Confesso que ao longo de quase meio século de jornalismo jamais presenciei o que está ocorrendo no Brasil neste momento ou, mais precisamente, desde o dia em que o Tribunal Superior Eleitoral anunciou a vitória na corrida presidencial de Jair Messias Bolsonaro, findo o segundo turno da eleição presidencial de 2018.

A partir deste momento os cidadãos brasileiros, à revelia, se viram transformados a contra gosto em atores de uma opereta surrealista. Claro, o roteiro dessa opereta bufa tem a assinatura do indefectível "establishment" acostumado desde os albores do golpe da República em manejar as instituições do Estado. Como tenho repetido aqui no blog, o "establishment" é o misterioso contubérnio dos ditos poderosos que ditam a ordem ideológica, política, cultural e econômica de uma Nação. Em tempos pretéritos jamais imaginei que iria ver o Supremo Tribunal Eleitoral (STF) fazer tábula rasa da lei. O foco é inviabilizar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro que tem o apoio manifesto da maioria da cidadania nacional.

Há momento em que a ignomínia é tamanha que se pode virar o dicionário do avesso e não se encontrará a palavra adequada para qualificar determinado evento. É o que ocorre neste momento.

Ilustrando esta postagem acima está o vídeo do canal Folha do Brasil, que resume os principais acontecimentos políticos desta quinta-feira, incluindo a inusitada cena numa transmissão da Rádio Jovem Pan que não costumo acompanhar.

Mas o que eu mais gostaria de saber é como os Comandantes das Forças Armadas estão vendo tudo isso. Há momento em que palavras, discursos, análises políticas e atos correlatos não fazem mais qualquer sentido. Resta apenas uma indagação incômoda: afinal, o que precisa acontecer mais?