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quarta-feira, agosto 19, 2020

O 'NOVO NORMAL' ALARDEADO PELOS PELOS GLOBALISTAS EM CONLUIO COM A GRANDE MÍDIA É DETONAR A LIBERDADE! ENTENDA TUDO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.

Nesta foto o Presidente Jair Bolsonaro mostra uma caixa de Hidroxocloroquina, medicamento que o curou da peste chinesa. 
Há um detalhe incrível em toda essa história da peste chinesa que os jornalistas da mainstream media designam como 'pandemia do corona vírus', como também seus áulicos, os comunistas, socialistas e quejandos. Ou você que está lendo esta postagem já viu algum jornalista da grande mídia ou algum político esquerdista colocar em causa esse esquema criminoso lançado ao mundo pelo Partido Comunista Chinês?

No caso brasileiro ninguém encontrará nos grandes veículos midiáticos brasileiros uma mísera análise sobre esse projeto diabólico de promover um reset em todo o planeta. Falam muito no tal "novo normal', tratando desde já de doutrinar na cara dura toda a população do globo para que aceitem sem maiores delongas o tal "novo normal" que mais não é senão um totalitarismo absoluto. Que o digam seus autores, a malta globalista entranhada em todas as organizações multilaterais como a ONU, OMS, ou ainda o famigerado Fórum Econômico Mundial e a deletéria União Européia que já tem a população da Europa a seus pés

Nesse jogo diabólico o único país que faz um contraponto a essa torrente de maldição é o gigante do Norte. Afinal foram os Estados Unidos que puseram um fim à II Grande Guerra detonando as pretensões de poder global do nazismo alemão.
a
ESTRATÉGIA MACABRA
E agora, mais uma vez, são os Estados Unidos que lideram a batalha em defesa do Ocidente. Não é à toa que a tal pandemia chinesa foi estrategicamente lançada durante a campanha presidencial norte-americana para tentar impedir a reeleição do Presidente Donald Trump. De quebra também visaram detonar o Presidente Jair Bolsonaro que é amigo de primeira hora de Mr. Trump.

Entretanto, os Estados Unidos são esta potência fabulosa justamente porque os comunistas até hoje não conseguiram banir da gigante nação do Norte o viés conservador da maioria da população norte-americana. Tanto é que na Terra do Tio Sam nem todos os grandes veículos midiáticos foram dominados pelos comunistas, sem falar na fabulosa rede de rádios independentes. Há ainda uma plêiade de intelectuais conservadores de grande influência. Enfim, o conservadorismo nos Estados Unidos é fortíssimo e esse é o ingrediente político que faz a diferença, ou seja, o que confere aos Estados Unidos essa pujança técnica e tecnológica em todas as áreas. As tecnologia disponíveis no mundo atualmente foram concebidas em sua maior parte nos Estados Unidos.

E, para não deixar pedra sobre pedra, a descoberta da eficácia da Cloroquina para debelar a peste chinesa também ocorreu nos Estados Unidos. O remédio já tem meio século de existência e era utilizado principalmente contra a malária. Sua patente já foi para o espaço. Não interessa mais aos laboratórios. Mas como a boa nova foi anunciada pelo Presidente Donald Trump, isso enfureceu os esquerdistas midiáticos e seus políticos de estimação, além de médicos aliados ao terror comunista que passaram a estigmatizar o medicamento. Sim, porque o diabólico plano dos picaretas da ONU, UE e Fórum Econômico Mundial tinha em mira a produção de cadáveres em escala planetária.

Tanto é que a discussão sobre a eficácia da Cloroquina transformou-se num assunto internacional. Caramba! Todos os esquerdistas e a mainstream media uniram-se para impedir de qualquer forma a existência de cura para o vírus chinês. 

Aliás, foi o Presidente Donald Trump que transmitiu a boa nova ao Presidente Jair Bolsonaro que, afinal, acabou contaminado pelo vírus chinês e se curou tomando a Cloroquina.

E para se ter uma ideia sobre tudo isso, transcrevo a seguir artigo do conhecido intelectual norte-americano, que também é escritor, conferencista e um referencial do conservadorismo norte-americano. Trata-se de Dennis Prager, conhecido também pela edição de vídeos de teor político-conservador produzidos pela 'Prager University', organização criada por ele e que difunde, principalmente por meio de vídeos, os valores conservadores. Além disso Dennis Prager escreve artigos como este que reproduzo como segue, justamente abordando o caso da Cloroquina.

A tradução para o português é do site Mídia Sem Máscara. Leiam:
EM BUSCA DE CADÁVERES!
Há mais de 2 anos, escrevi um artigo intitulado “A esquerda destrói tudo o que toca”. Enumerei oito exemplos:
– as universidades;
– as artes: música, arte e a arquitetura;
– esportes;
– o judaísmo, o protestantismo e o catolicismo em suas variantes “mainstream”;
– as relações raciais;
– a felicidade das mulheres;
– a inocência das crianças;
– e talvez, mais assombrosamente, o compromisso dos Estados Unidos com a liberdade de expressão.

Agora alguém deve acrescentar mais um item: as ciências.
A crise do Covid-19 acelerou a destruição da ciência por parte da esquerda. Isso já havia começado com os ataques da esquerda à objetividade, o valor mais essencial da ciência – e aquilo que torna a própria ciência possível. Agora a esquerda coloca a objetividade entre aspas, e a considera uma característica da supremacia branca.

Um exemplo disso está no fato de que agora os departamentos de ciência, por todos os EUA, declararam sua intenção de contratar físicos, biólogos e outros cientistas com base em gênero e raça, não em expertise científica. Há alguns anos, todos os cinco candidatos na lista restrita ao departamento de física da Universidade da Califórnia, em San Diego, eram mulheres, “levando um candidato do sexo masculino com especialidade em física extragalática a se perguntar por que a escola chegou mesmo a solicitar inscrições de homens brancos e asiáticos”, segundo relatou Heather Mac Donald.

Mac Donald atualizou suas descobertas em artigo publicado esta semana: “O reitor da Jacobs School of Engineering da University of California, em San Diego, declarou-se ‘absolutamente dedicado’ a transformar a escola de engenharia em uma ‘organização anti-racista’.”

Outro exemplo recente foi a declaração de mais de mil médicos e outros profissionais de saúde que, apesar de todos os seus avisos anteriores contra reuniões públicas por serem “perigosas à saúde”, “como defensores da saúde pública, não condenamos essas reuniões (os protestos em massa contra o racismo) como arriscadas para transmissão do Covid-19. Nós os apoiamos como vitais para a saúde pública nacional.”

Outro exemplo de esquerdismo oprimindo a ciência médica é a negação dos profissionais médicos dos benefícios da hidroxicloroquina e do zinco nos primeiros dias após o contágio por Covid-19. Que médicos, incluindo a Food and Drug Administration, rotulem como droga perigosa uma que foi usada com segurança por mais de meio século, e por muitos milhares (como aqueles com artrite reumatóide ou lúpus) todos os dias durante décadas, é um escândalo médico e moral. A classe médica colocou a política não apenas à frente da ciência, mas também à frente de salvar vidas. Ela, o FDA e o CDC perderam a confiança de metade do povo americano e, com o tempo, a perderão da maioria dos americanos. É difícil imaginar a classe médica recuperando sua credibilidade na presente geração.

Uma das mais prestigiosas revistas médicas e científicas do mundo, a The Lancet, no Reino Unido, retirou um artigo publicado que rejeitava a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com Covid-19. O artigo continha dados inventados. Conforme noticiou o The New York Times, o Dr. Richard Horton, editor-chefe da The Lancet, considerou o artigo uma “invenção” e “uma fraude monumental”.
a
TENTATIVA DE FRAUDE
A revista publicou o estudo fraudulento sobre os supostos perigos da hidroxicloroquina por causa da pressão da indústria farmacêutica, que nada tem a ganhar financeiramente com o uso disseminado da hidroxicloroquina, um medicamento genérico barato, e porque o jornal detesta o presidente Donald Trump, que, quando o surgiram os primeiros relatos de tratamento bem-sucedido com hidroxicloroquina, anunciou que o uso da droga poderia salvar vidas. Horton rotulou a retirada de Trump do financiamento da Organização Mundial de Saúde pelos EUA como “um crime contra a humanidade” após a politização do coronavírus pela Organização Mundial da Saúde, e o comportamento de fantoche do Partido Comunista Chinês por parte da instituição, ao condenar a proibição de Trump dos voos vindos da China em 31 de janeiro.

O número de americanos mortos pelos conselhos médicos,  farmacêuticos, pelo FDA e o CDC, por não permitirem a prescrição da hidroxicloroquina nos primeiros dias após o diagnóstico de um paciente com Covid-19 e fora de um ambiente hospitalar, bem como o número de mortos por médicos que podem, mas não querem prescrever hidroxicloroquina, está, provavelmente, na casa das dezenas de milhares. Em meu programa de rádio, o epidemiologista da Universidade de Yale, Dr. Harvey Risch, disse: “como fomos impedidos de usá-la (hidroxicloroquina) nos Estados Unidos até o momento, tivemos provavelmente pelo menos 100 mil pessoas mortas.”

Com base no estudo pelo qual a The Lancet se retratou, o The Washington Post deu a manchete “Hidroxicloroquina promovida por Trump como droga que “vira o jogo” está cada vez mais ligada a mortes”. E sites de mídia social como Facebook e Twitter removem imediatamente qualquer citação de um cientista que promove a hidroxicloroquina.

Um quarto exemplo é a American Psychological Association (APA), escolhendo o esquerdismo ao invés da psicologia ao declarar: “40 anos de pesquisa (mostram que) a masculinidade tradicional é psicologicamente prejudicial e que socializar os meninos para suprimir suas emoções causa danos que ecoam tanto interna quanto externamente”.

A única coisa boa que surge da masculinidade patologizante do APA é que agora as pessoas que procuram um psicoterapeuta competente para si ou para seus filhos têm um método fácil de identificar o incompetente: simplesmente pergunte ao potencial terapeuta se ele concorda com a declaração da APA. Se a resposta for ‘sim’, ou se hesitarem em rejeitar tal postulado, você já sabe que quer outro terapeuta.

Nas próximas colunas tratarei de mais áreas da vida arruinadas pela esquerda, incluindo, o mais preocupante de tudo, a própria América.

Como visto no tratamento que deram às estátuas de George Washington e Thomas Jefferson, a esquerda pode demolir, mas não pode construir.

Dennis Prager, escritor, apresentador de rádio e articulista, é fundador da Prager University. Seu filme, “No Safe Spaces”, será lançado em todo os EUA em 15 de setembro.

Publicado no Townhall in English
Tradução: Editoria MSM.

domingo, agosto 16, 2020

DEPOIS DOS 'LOCKDOWNS' OS VIGARISTAS DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL TÊM UM PLANO MACABRO: UMA TECNOCRACIA GLOBAL.

De tudo que tenho lido a respeito a pandemia do vírus chinês o artigo que transcrevo nesta postagem publicado no site Mises Brasil responde boa parte das indagações de todos aqueles cidadãos que possuem em seus cérebros mais de um neurônio.

Ninguém lerá na dita “grande mídia” algo parecido com o conteúdo desta postagem porque a maioria, senão praticamente a totalidade dos jornalistas - com raras exceções - é imbecil. E ainda os que não são imbecis muitas vezes se fazem de imbecis para manter o seu empreguinho. Com quase 50 anos de jornalismo eu sei muito bem o que estou afirmando.

O artigo que transcrevo em seguida é de autoria de Antony Mueller, que é doutor pela Universidade de Erlangen-Nuremberg, Alemanha (FAU) e, desde 2008, professor de economia na Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde ele atua também no Centro de Economia Aplicada. Antony Mueller é fundador do The Continental Economics Institute (CEI) e mantém em português os blogs Economia Nova e Sociologia econômica


Neste artigo o professor Antony Muller explica o que realmente está acontecendo e o que pode acontecer mais adiante em decorrência da ignorância alimentada pela mainstream media e, principalmente, pelo bando de sabujos, outrora denominado “classe dominante” pelos marxistas, ou seja: políticos, empresários, comerciantes, banqueiros, operadores do mercado financeiros enfim, a totalidade da establishment. Portanto, recomendo enfaticamente que leiam o artigo que segue intitulado “Começamos com os ‘lockdowns' e estamos indo para o grande ‘reset’”. Leiam:


O confinamento (lockdown) imposto na esteira da pandemia do novo coronavírus acelerou a implementação de antigos planos para estabelecer a chamada "nova ordem mundial". 


E isso não é teoria da conspiração. Já se tornou um objetivo abertamente declarado.


Sob os auspícios do Fórum Econômico Mundial (WEF - World Economic Forum), os formuladores de políticas globais estão abertamente defendendo um plano intitulado "O Grande Reinício" (The Great Reset), com a explícita intenção de criar uma tecnocracia global. 


Não é por acaso que, em 18 de outubro de 2019, na cidade de Nova York, o WEF participou do "Evento 201", uma "conferência de alto nível", sobre reações à pandemia, organizada pelo John Hopkins Center for Health Security.

Pelo que se depreende do manifesto, essa vindoura tecnocracia envolverá uma estreita cooperação entre os chefes da indústria digital e os governos. Com programas como "renda mínima garantida" e "assistência médica para todos", o novo tipo de governança combina um estrito controle da sociedade com a promessa de "justiça social abrangente".


Essa nova ordem mundial organizada por uma tirania digital virá com um abrangente e astuto "sistema de crédito social". A República Popular da China é pioneira neste método de vigilância e controle de indivíduos, corporações e entidades sociopolíticas. Para o indivíduo, sua identidade seria reduzida a um aplicativo ou chip que registra praticamente toda sua atividade pessoal. Para obter alguns direitos individuais, como o de viajar para um determinado local, a pessoa terá de contrabalançar esses privilégios aparentes com sua sujeição a uma rede de regulações que define em detalhes o que vem a ser um "bom comportamento", o qual deve ser considerado benéfico para a humanidade e para o meio ambiente. 


Por exemplo, durante uma pandemia, esse tipo de controle se estenderia desde a obrigação de usar uma máscara e praticar o distanciamento social até vacinações compulsórias para poder se candidatar a um emprego ou viajar.


Trata-se, em suma, de um tipo de engenharia social que é o oposto de uma ordem espontânea. É a antítese daquilo que se pode considerar 'desenvolvimento'. Como o engenheiro mecânico com uma máquina, o engenheiro social — ou tecnocrata — trata a sociedade como um objeto. Diferentemente das brutais supressões do totalitarismo de épocas anteriores, o engenheiro social moderno tentará fazer a máquina social funcionar por conta própria, de acordo com o projeto original. 


Para esse propósito, o engenheiro social deve aplicar as leis da sociedade da mesma maneira que o engenheiro mecânico segue as leis da natureza. A teoria comportamental atingiu um estágio de conhecimento que tornou possível praticamente todos os sonhos da engenharia social. As maquinações da engenharia social operam não pela força bruta, mas sutilmente por meio de "cutucões", como sempre apregoou seu papa, Richard Thaler.


Sob a ordem imaginada pelo "Grande Reinício", o avanço da tecnologia não visa a aprimorar as condições das pessoas, mas sim a submeter o indivíduo à tirania de um estado tecnocrático. "Nossos especialistas sabem o que é melhor" é a justificativa.

A Agenda

O plano para uma revisão e uma reforma geral do mundo é criação de uma elite de megaempresários, políticos e sua comitiva intelectual que costumavam se reunir em Davos, na Suíça, em janeiro de cada ano. Criado em 1971, o Fórum Econômico Mundial (WEF) tornou-se um evento megaglobal desde então. Mais de três mil líderes de todo o mundo participaram da reunião em 2020 .


Sob a orientação do Fórum, a agenda do "Grande Reinício" afirma que a concretização da atual transformação industrial requer uma renovação completa da economia, da política e da sociedade. Dado que uma transformação tão abrangente requer a alteração do comportamento humano, o "transhumanismo" obviamente faz parte do programa.


O Grande Reinício será o tema da 51ª reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, em 2021. A agenda proposta será o compromisso de direcionar a economia mundial para "um futuro mais justo, mais sustentável e mais resiliente". O programa clama por "um novo contrato social" que seja centrado na igualdade racial, na justiça social e na proteção da natureza. 


Segundo o documento, as "mudanças climáticas" exigem que "descarbonizemos a economia" e que o pensamento e o comportamento humano passem a estar "em harmonia com a natureza". O objetivo é construir "economias mais iguais, inclusivas e sustentáveis". Essa nova ordem mundial deve ser implementada "urgentemente", pois a pandemia "deixou nua a insustentabilidade do nosso sistema", que carece de "coesão social".


Os defensores do Reinício afirmam que a ONU falhou em estabelecer ordem no mundo e não foi capaz de impor forçosamente sua agenda de desenvolvimento sustentável — conhecida como Agenda 2030 — por causa de sua maneira burocrática, lenta e contraditória de trabalho. 


Por outro lado, as ações do comitê organizacional do Fórum Econômico Mundial são rápidas e inteligentes. Quando um consenso é formado, ele pode ser rapidamente implantado pela elite global em todo o mundo.

Engenharia social

Esse projeto do Grande Reinício é engenharia social na mais pura definição do termo. No entanto, vale ressaltar que a ideologia do Fórum Econômico Mundial não é nem de esquerda nem de direita, nem progressista e nem conservadora; também não é fascista ou comunista. Ela é tecnocrática. Como tal, inclui muitos elementos de ideologias coletivistas anteriores.


Nas últimas décadas, o consenso que surgiu nas reuniões anuais de Davos é o de que o mundo precisa de uma revolução e que reformas sempre demoram muito tempo. Por isso, seus membros querem uma profunda transformação a curto prazo. O intervalo de tempo deve ser tão breve que a maioria das pessoas dificilmente perceberá que está acontecendo uma revolução. A mudança deve ser tão rápida e dramática que aqueles que reconhecerem que uma revolução está acontecendo não terão tempo para se mobilizar contra ela.


A idéia básica do "Grande Reinício" é o mesmo princípio que conduziu as transformações radicais das revoluções francesa, russa e chinesa. É a idéia do racionalismo construtivista incorporado ao estado. Só que projetos como o "Grande Reinício" não oferecem resposta para a pergunta: quem governa o estado? O próprio estado não governa. Ele é apenas um instrumento de poder. Não é o estado abstrato que decide, mas sim os líderes de partidos políticos específicos e de certos grupos sociais.


Os antigos regimes totalitários precisavam de execuções em massa e campos de concentração para manterem seu poder. Hoje, acredita-se que, com a ajuda de novas tecnologias, os dissidentes poderão ser facilmente identificados e marginalizados. Aqueles que não se ajustarem serão silenciados; opiniões que divirjam do "consenso da maioria" serão desqualificadas como moralmente desprezíveis (tipo como já ocorre hoje).


Os lockdowns de 2020 possivelmente oferecem uma prévia de como esse sistema funciona. O lockdown funcionou tão perfeitamente — no sentido de condicionar a população a adotar uma mentalidade bovina — que parece ter sido orquestrado — e talvez tenha sido. Como se seguissem um único comando, os líderes de grandes e pequenas nações — de diferentes estágios de desenvolvimento econômico — implementaram medidas praticamente idênticas.


Muitos governos não apenas agiram em uníssono, como também aplicaram essas medidas com sem ter qualquer consideração pelas terríveis consequências de um bloqueio  econômico global.


Meses de paralisia econômica imposta pelos estados destruíram a base econômica de milhões de famílias. Conjuntamente com o distanciamento social, os lockdowns produziram uma massa de pessoas incapazes de cuidar de si mesmas. Primeiro, os governos destruíram o direito ao próprio sustento; depois, os políticos (os próprios destruidores) se ofereceram como salvadores. A demanda por assistência social não está mais limitada a grupos específicos, mas tornou-se uma necessidade das massas.


Antigamente, dizia-se que a guerra era o que alimentava e dava forças ao estado. Agora, é o temor de doenças. O que temos pela frente não é o aparente aconchego de um benevolente e abrangente estado de bem-estar social, com uma renda mínima garantida e assistência médica e educação para todos. O lockdown e suas consequências trouxeram um aperitivo do que está por vir: um estado de permanente medo, de controle comportamental rigoroso, de perda maciça de empregos e de crescente dependência da "benevolência" de políticos.

Para concluir

Com as medidas tomadas no rastro da pandemia de Covid-19, foi dado um grande passo para "reiniciar" a economia global (nas palavras de seus próprios proponentes). 


Se não houver resistência popular, o fim da pandemia não significará o fim dos lockdowns, das quarentenas e das medidas de distanciamento social. No momento, porém, os oponentes dessa nova ordem mundial organizada por uma tirania digital ainda têm acesso à mídia e a plataformas para discordar. No entanto, o tempo está se esgotando. Os criadores da nova ordem mundial são espertos. Declarar o coronavírus como uma pandemia foi útil para promover a agenda de seu "Grande Reinício". 


Somente uma maciça e contínua oposição pode desacelerar e, quem sabe, interromper a ampliação do poder dessa tecnocracia tirânica que está em ascensão. Do site Mises Brasil

quinta-feira, agosto 13, 2020

EM GIRO PELA EUROPA SECRETÁRIO DE ESTADO DOS EUA MIKE POMPEU ADVERTE: AMEAÇA CHINESA PODE SER PIOR DO QUE O COMUNISMO DA GUERRA FRIA.

O texto que segue, em tradução livre do inglês, é do site internacional norte-americano "Politico" que já expandiu sua cobertura com filial na Europa. Refere-se ao discurso proferido pelo Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeu (foto acima), no Senado da República Tcheca, alertando mais uma vez sobre a ameaça que representa o Partido Comunista Chinês ao Ocidente. Pompeu iniciou nesta quarta-feira, dia 12, na República Tcheca, um giro e cinco dias à Europa Central.


Vale a pena ler esta matéria que reflete a posição do Governo do Presidente Donald Trump ante ao avanço do PCChinês sobre a Civilização Ocidental, assunto descurado pela grande mídia nacional e internacional. No que se refere ao Brasil, como é sabido, o PCChinês já fez parecerias com veículos de mídia brasileiros, como é o caso do grupo da TV Bandeirantes de São Paulo. Mas não se sabe ao certo o tamanho dessa intromissão do Partido Comunista Chinês, já que os veículos midiáticos escamoteiam quaisquer informações sobre isso. No entanto, o Governo do Presidente Donald Trump já está empenhando firmemente em brecar o deletério avanço do comunismo chinês sobre o Ocidente. Leiam:


A China representa uma ameaça ao Ocidente que é de certa forma "pior" do que a representada pela União Soviética durante a Guerra Fria, disse o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em um discurso no Senado tcheco na quarta-feira.


“O que está acontecendo agora não é a Guerra Fria 2.0. O desafio de resistir à ameaça do PCC [Partido Comunista Chinês] é de certa forma pior ”, disse Pompeo, usando a primeira parada de sua visita de cinco dias à Europa Central para levantar a perspectiva de dominação mundial chinesa e lembrar seus anfitriões tchecos de seus anos sob a opressão soviética.


“O PCC já está enredado em nossas economias, em nossa política, em nossas sociedades de uma forma que a União Soviética nunca esteve.”


Embora ele tenha notado que a Rússia continua a "minar" a democracia e a segurança tchecas, com campanhas de desinformação e ataques cibernéticos, Pompeo afirmou que as "campanhas de coerção de controle" da China eram um perigo maior.


“Somente em seu país, vemos campanhas de influência contra seus políticos e forças de segurança, o roubo de dados industriais e o uso de alavancagem econômica para sufocar a própria liberdade”, disse ele.


Como exemplo, Pompeo citou o cancelamento de uma turnê da Orquestra Filarmônica de Praga na China no ano passado por causa das políticas pró-Taiwan do prefeito de Praga Zdeněk Hřib.


“O PCCh alavanca o poder econômico para coagir os países”, disse Pompeo.


Em seu discurso, Pompeo lembrou as décadas de domínio tcheco pela União Soviética e pelo Partido Comunista Tcheco, que governou o país sem oposição de 1948 a 1989.


“Sua nação e outras que sofreram por trás da Cortina de Ferro sabem melhor de tudo como os comunistas mergulham profundamente as sociedades na ruína e na repressão”, disse ele. “Quando a Cortina de Ferro finalmente caiu, os americanos se alegraram com a sua liberdade.”


Relembrando a resistência tcheca ao regime comunista, ele exortou os senadores tchecos “a defenderem a soberania e as liberdades que você e seus compatriotas exigiram nas ruas de Praga em 1968, no documento da Carta 77 e na Praça Venceslau em 1989”.


A visita de Pompeo, que começou na terça-feira, ocorre no momento em que os senadores tchecos preparam uma viagem oficial a Taiwan de 30 de agosto a 4 de setembro. A delegação estará acompanhada por Hřib e representantes de mais de 40 empresas tchecas.

HUAWEI, MÁQUINA DE ESPIONAGEM.

O discurso do Senado veio após um almoço de trabalho com o primeiro-ministro tcheco Andrej Babiš. Em uma coletiva de imprensa conjunta após a reunião, Pompeo criticou a China por sua repressão aos protestos de Hong Kong e chamou a repressão de Pequim aos muçulmanos uigures de "a mancha dos direitos humanos do século", alegando que foi "sustentada por empresas como a Huawei, usando tecnologia que a polícia secreta só poderia ter sonhado. ” (A gigante das telecomunicações Huawei negou repetidamente as alegações dos EUA de que espia para o governo chinês por meio de seu equipamento 5G.)


Ele também fez uma proposta para ajudar a República Tcheca a construir sua rede 5G e expandir sua infraestrutura de energia.


Os tchecos planejam construir três novas usinas nucleares até 2040. Os possíveis licitantes do contrato incluem a empresa americana Westinghouse, a russa Rusatom e a China General Nuclear Power Corp.


Pompeo disse que trabalhar com uma empresa americana seria “uma grande oportunidade para aumentar a segurança energética da República Tcheca e de toda a região”.


Mas Babiš foi evasivo. Ele expressou seu desapontamento com o fato de a China ter investido tão pouco no país, dizendo: “Com todo o respeito aos nossos investidores americanos, quero mais investimentos da China”.


Pompeo viajará para a capital da Eslovênia, Ljubljana, na quinta-feira, seguido por paradas na Áustria e na Polônia. Do site Politico

terça-feira, agosto 11, 2020

A EXCELENTE PERFORMANCE DO GOVERNO BOLSONARO RESGATA O BRASIL DO ATOLEIRO SECULAR DETONANDO O CONLUIO HISTÓRICO DO ESTABLISHMENT COM OS COMUNISTAS

Em sua página no Facebook o filósofo e escritor Olavo de Carvalho, resumiu em poucas linhas, que destaco após este prólogo, o ambiente político brasileiro depois que Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República com mais de 57 milhões de votos. Desta feita a velha fórmula do establishment, que contava então com uma penca de candidatos na última eleição presidencial, não surtiu efeito. O povo, pela primeira vez na história da República - e lá se vão 130 anos - foi quem decidiu sozinho a parada. Bolsonaro fez uma campanha franciscana, viajando em avião de carreira na classe econômica, sem marqueteiros e sem verbas fabulosas. Além disso sofreu o atentado a faca que o imobilizou na reta final da campanha.

Em decorrência disso é que se tem esse ambiente político que leva à loucura o establishment e seus operadores, sobretudo a grande mídia e toda a esquerda, que pela primeira vez na história política nacional foram todos para o vinagre. Olavo de Carvalho em poucas linhas resume o momento político brasileiro explicando o desalento e o ódio destilado pelos esquerdistas:


"O ódio insano que os novos e velhos esquerdistas sentem ao Bolsonaro não se deve a nada de mau que ele tenha feito ao país ou a eles. Justamente ao contrário, deve-se à indignada revolta que sentem ao ver que o atual presidente é mil vezes mais honesto e competente do que todos os falsos ídolos em que essa gente apostou suas esperanças. Essa constatação faz nascer no peito deles a insuportável consciência da miséria sem fim a que reduziram suas vidas e personalidades. Para espantar essa visão dantesca, eles TÊM de liquidar o Bolsonaro.”


Este é portanto o quadro político brasileiro. A observação do quadro político formulada por Olavo de Carvalho é sábia e certeira. A rigor Bolsonaro até aqui só tem feito coisas certas e a mais evidente foi estancar a roubalheira dos cofres públicos, o que bastou para fazer brotar água no semiárido nordestino, executar dezenas de obras rodoviárias e ainda por cima assistir aos mais necessitados com ajuda financeira no enfrentamento da peste chinesa.


A par disso a corrupção e a roubalheira generalizada dos cofres públicos tipificada pelo deletério "petrolão" e gatunagens correlatas que geravam pauta diária para a grande mídia sumiram do noticiário.


Se isto foi um alívio para o povo brasileiro por outro lado transformou-se num inferno para quem de uma forma ou de outra se locupletava com a ladroeira permanente dos cofres públicos.


Esta é a verdade dos fatos. Sem perseguições, sem ameaças e fazendo apenas o que compete ser feito, o Presidente Jair Bolsonaro segue flanando e, como não poderia deixar de ser, com apoio cada vez maior da maioria do povo brasileiro. Nem mesmo a profusão de pragas como pandemia do comunavírus chinês, do ciclone extratropical, do incêndio em florestas e da ameaça de nuvem de gafanhotos, além das intrigas midiáticas diárias foram capazes de impedir a excelente performance do Governo do Presidente Jair Bolsonaro que prossegue sem parar.


Isto tudo deixa seus oponentes enraivecidos, principalmente a gentalha esquerdista do Foro de São Paulo e da grande mídia agora despojados dos caraminguás estatais que os alimentavam à farta sobretudo depois da farsa da dita Nova República.

domingo, agosto 09, 2020

PANDEMIA DO VÍRUS COMUNISTA, A FACE CRUEL DA TENTATIVA DE UM GOVERNO TOTALITÁRIO GLOBAL.

Para quem deseja ter um panorama dos acontecimento políticos mais importantes da última semana sem o viés dos ditos grandes veículos midiáticos devem ver o vídeo acima do canal Foco do Brasil no Youtube, apresentado pelo jornalista Cleiton Basso. Aliás, já enfoquei aqui no blog esse canal como uma alternativa ao noticiário político das redes de televisão que concentram o noticiário de forma a tisnar o bom desempenho do Governo do Presidente Jair Bolsonaro.

Portanto, é digno de nota o fato de que o Presidente Bolsonaro tem ignorado as ditas picuinhas políticas alimentadas pela grande mídia, focando em sua comunicação com o povo brasileiro o trabalho que seu governo vem fazendo ao transformar em realidade promessas históricas dos governos passados. Por exemplo, as obras que estão levando água potável para as regiões do semi-árido nordestino. Além disso há inúmeras obras rodoviárias, como asfaltamento e construção de pontes e elevados. Promessas antigas mas que até hoje serviram apenas como slogans eleitoreiros dos velhos partidos político.

Vale lembrar que o Brasil possui 33 partidos políticos registrados no TSE. São tantas agremiações que e impossível decorar todas as siglas. Enquanto isso o Presidente Jair Bolsonaro permanece sem partido, estando em curso o trabalho de seus apoiadores em registrar o "Aliança pelo Brasil", o que pode vir a ser o primeiro partido conservador da história política brasileira. Isto é incrível mas é verdade. Os 33 partidos políticos existentes são todos iguais, ou seja obedecem ao velho establishment, ou seja, o ajuntamento de grupos poderosos, destacando-se grandes banqueiros, operadores de mercado, grandes empresários e grupos empresariais viciados nesses 130 anos de República no manejo do erário e, por conseguinte, de dispor da prerrogativa de impor a política que lhes interessa.

Isso se reflete de forma flagrante quando se vê o conteúdo dos grandes veículos midiáticos. Comparem o noticiário do canal Foco do Brasil acima com os demais veículos da grande mídia. Façam a mesma comparação com o conteúdo deste modesto blog que mantenho na internet há mais de uma década com as publicações dos grandes veículos midiáticos.
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A ONDA CONSERVADORA
Notem que pela primeira vez na história política do Brasil o termo "conservador" é aventado, sendo também a primeira vez em toda a história republicana que o Brasil possui um governo de viés conservador. O que é uma exceção em ternos de história política do Brasil é fato consumado em alguns dos países politicamente mais estáveis do mundo, dentre eles os Estados Unidos, o Reino Unido e Israel, para citar os mais expressivos no que tange à liberdade política.
Esta mudança política ocorrida no Brasil no pleito que levou Jair Boslonaro à Presidência da República deve-se, em grande parte à internet, sobretudo às redes sociais. Haja vista que a campanha vitoriosa de Bolsonaro teve como canal de comunicação com o povo brasileiro apenas pelos meios de comunicação via internet, como redes sociais, blogs e sites independentes bem como alguns de viés conservador. Bolsonaro foi totalmente boicotado pelos tradicionais veículos midiáticos durante sua campanha e continua a ser malhado desde o dia em que assumiu a Presidência da República.
E isto não acontece apenas no Brasil. É um fenômeno internacional sendo a peste do vírus chinês um esquema destinado a brecar a avalanche conservadora que se registra não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, sobretudo em vários países da União Europeia.
Não há nenhuma dúvida que os recentes acontecimentos globais têm origem na tentativa de impedir um movimento tipificado como "globalismo", nascido lá atrás quando foram criados os "blocos econômicos", como Mercosul e União Européia, por exemplo. Na verdade esses blocos tiveram desde seus nascedouro o viés político, fundado no antigo desejo dos establishment em nível global de um "governo mundial".
Estamos, portanto, em pleno avanço dessa tentativa de reorganização global de viés totalitário sendo essa dita pandemia do comunavírus uma nítida estratégia globalista. Quem dá as ordens ditas "sanitárias" é a ONU e sua Organização Mundial da Saúde, o que já por si só o ensaio de um governo global.
O Brasil, por sua dimensão territorial e seu peso geopolítico, sendo a 7a. economia do planeta é uma das cerejas do bolo ao lado dos Estados Unidos e do Reino Unido, bem como dos países europeus que pertenceram à ex-União Soviética.
A REAÇÃO GLOBALISTA
Em suma: temos sim um movimento globalista que pretende sim um governo mundial. Todavia tal desiderato esbarra na tradição da Cultura Ocidental ancorada na matriz judaica-cristã. Não é à toa que sob o pretexto de evitar o contágio do vírus chinês impede-se cultos religiosos e o contato entre as pessoas por meio de quarentenas, lockdown e a imposição à população global do uso de máscaras.
Ajunte-se a isso que todos os esquerdistas, comunistas, socialistas e quejandos defendem arduamente todo esse aparato totalitário comandado pela ONU por meio de sua Organização Mundial da Saúde, ou melhor, da doença. Neste esquema está a totalidade da grande mídia que foi incumbida de tocar o terror do vírus comuno-chinês. Não há nenhum jornalista da mainstream media que não seja favorável a todo esse terror globalista. Aliás, são os primeiros a desdenhar do conceito "globalismo", por eles tipificados como "fake-news".
INTERNET AMORDAÇADA
Finalmente, cumpre ressaltar que todas as empresas do Vale do Silício, os grandes grupos tecnológicos globais entraram na dança, ou seja, estão assanhados e decididos a impor a censura em todas as redes sociais. Tanto é que a empresa de pagamentos online Paypal decidiu suspender o serviço para o escritor e filósofo Olavo de Carvalho, de forma a tirar-lhe o sustento que são os seus cursos de filosofia online.
E o Foco do Brasil, cujo vídeo ilustra esta postagem, também está ameaçado pelo Youtube que hospeda sua plataforma de veiculação. Tanto é que Cleiton Basso anuncia a criação de outra conta já que a atual está na mira da censura do próprio Youtube.
Concluindo: como não poderia deixar de ser tudo isso acontece à sombra da pandemia sino-comunista tocada pelos comunistas da ONU e com o concurso criminoso da vagabundagem jornalística de todos os veículos midiáticos. Sim, eu sou também jornalista e conheço o nível dessa gentalha. Em sua totalidade são comunistas de carteirinha e, por isso mesmo, burros. Lamentavelmente a burrice não tem cura. Essa gentalha das redações - convivi por muito anos com essa gente - é caca pura! As exceções são raríssimas.
Que o Altíssimo apiede-se de nós!

quarta-feira, agosto 05, 2020

ESQUERDISTAS, LOCKDOWN E VACINAS: PANDEMIA OU FRAUDEMIA COMUNISTA?

Para quem acompanha os bons sites na internet já sabe que o melhor, senão o único que pode ser categorizado como "media watch" em língua portuguesa é o Mídia Sem Máscara fundado em 2002 pelo escritor e filósofo Olavo de Carvalho. Depois que Olavo de Carvalho mudou-se há mais de uma década para os Estados Unidos o "Mídia Sem Máscara" feneceu, mas agora está de volta, repaginado e ainda muito melhor. Recomendo a todos. É leitura obrigatória para quem deseja informação sem o viés nefasto da mainstream media.

Dito isto e para que os leitores possam aferir com mais precisão o que está acontecendo em meio a essa pandemia misteriosa lançada ao mundo pelo PCChinês transcrevo parte de uma postagem do Mídia Sem Máscara intitulada " 'Fraudemia', esquerdistas, lockdown e vacinas", da lavra de Paula Felix, Mestre em Biologia Celular e Estrutural pela Unicamp. Paula faz questão de destacar que além da sua especialidade acadêmica é mãe, cristã e conservadora. Eis o texto de Paula Felix:
Dentre as tantas ironias perversas dessa fraudemia, uma que não poderia escapar aos meus olhinhos treinados é esta:


Ver todas aquelas pessoas ambientalistas, que berravam contra os transgênicos baseadas no princípio da precaução e na incerteza de como o meio ambiente e os organismos selvagens reagiriam aos mutantes fabricados pela engenharia genética;


Ver aqueles socialistas, que arrancavam os cabelos ante o acúmulo de poder e dinheiro pelas gigantes de biotecnologia que obrigariam os pobres agricultores a comprar sementes todo ano, sem nunca poder produzir as suas próprias, como há milênios;


Ver os naturebas adeptos da vida saudável, que E-XI-GI-AM a identificação no rótulo de qualquer produto, de fandangos a óleo de soja, passando por extrato de tomate, arroz e feijão, de qualquer contaminação acima de 1% com organismos geneticamente modificados, OGMs;


Ver todas, todos os representantes do culto à bondade, à natureza, à saúde e à justiça social calados em casa, de máscara, torcendo ansiosos para que uma terapia de DNA recombinante jamais testada, ardilosamente chamada de vacina, venha logo transformar a eles próprios em organismos geneticamente modificados. E dane-se o princípio da precaução, dane-se o acúmulo de poder e dinheiro nas mãos das empresas e danem-se os danos desconhecidos à saúde.

* * *

Quando eu era menina, no colégio, a aula sobre a Revolta da Vacina me fez pensar, como não poderia ter deixado de ser diante da forma como o assunto foi exposto, que a ignorância e a superstição poderiam levar as pessoas às raias do suicídio. 


Foram necessários mais de 30 anos e muita informação que a academia “se esqueceu” de mencionar para chegar a entender o tamanho da brutalidade e da tirania que foram empregadas ali “para o bem da população”, brutalidade cujo esquecimento, cento e poucos anos depois, pode nos custar tornar a sofrê-la.


Epidemias de doenças contagiosas acompanham todas as espécies da biosfera, claramente relacionadas à aglomeração de indivíduos. No caso dos humanos, aglomeração significa cidade. Transmitida pelas pulgas dos ratos, a peste negra (peste bubônica) matou 1/3 da população da Europa no século XIV, enquanto a varíola, vírus com 30% de letalidade, matou 300 milhões de pessoas apenas no século XX. Diante de números tenebrosos a tal magnitude, a vacina obrigatória chega a adquirir os contornos de salvação divina, uma arca em meio ao dilúvio, uma via de fuga no meu do mar, certo? Então…


A palavra vacina deriva de vaccinia, o vírus da varíola bovina, que a propósito ainda circula em dois lugares do mundo, Brasil e Índia. Em 1789, o ano da Revolução Francesa, houve surto de varíola (nada é tão ruim que não possa piorar, né?) em meio ao qual o médico inglês Edward Jenner observou que vaqueiros e ordenhadeiras que pegavam a vaccinia não pegavam a varíola. Em 1796, o médico tomou o pus das pústulas de uma ordenhadeira infectada por vaccinia e o inoculou em uma criança saudável de 8 anos, James Phipps, que contraiu a doença. Dois meses depois, inoculou no mesmo menino pus retirado da pústula de uma vítima da varíola. Phipps não pegou. Vou repetir: Edward Jenner usou uma criança de 8 anos como cobaia num experimento com um vírus que matava 1 a cada 3 pessoas infectadas. Oh, Paula! O uso de crianças como cobaias é imoral, mas veja, a vacina extinguiu uma doença terrível! Qual o valor de uma criança frente a centenas de milhões? Diga-me isso depois de entregar o SEU filho para ser cobaia.


A descoberta de Jenner inaugurou todo um novo campo de estudos em imunologia e infectologia. A vacina e o espírito revolucionário, nascidos juntos, criaram pessoas norteadas pela ciência, como o presidente Rodrigues Alves, decidido a higienizar e embelezar o Brasil, a começar pela capital da República. Em fins do século XIX, o centro do Rio de Janeiro possuía cortiços que chegavam a abrigar centenas de pessoas em condições insalubrecíssimas e doenças como peste bubônica, tuberculose, febre amarela e varíola tinham surtos frequentes. A solução adotada foi colocar abaixo os cortiços e as casas dos pobres, assim mesmo, sem desapropriar, sem indenizar, sem prover outra moradia, entrar em todas as casas sem mandato para verificar as condições de higiene e vacinar à força. Oh, Paula! Mas diante de doenças tão graves, não é aceitável um pouco de autoritarismo? Diga-me isso quando for o seu domicílio o violado, e a sua casa a que foi demolida. A tirania nunca é má para os que ela favorece.


O fato é que a história da vacina é uma história de abuso e violência que toleramos como um mal menor. Sim, eram doenças terrivelmente letais. Séculos depois, um vírus de alto contágio e baixa letalidade está sendo usado para justificar as mesmas arbitrariedades. Na Itália, idosos foram abandonados em asilos e morreram de fome. Em todo o mundo, Estados suprimiram direitos fundamentais de seus cidadãos e agora uma terapia de RNA recombinante, maliciosamente identificada como vacina, jamais testada sequer em animais, fará milhões de seres humanos de cobaias. Do site Mídia Sem Máscara


Old sins cast long shadows.

terça-feira, agosto 04, 2020

POLÍTICOS CATARINENSES QUEREM PARECER BONZINHOS EM VÉSPERA DE ELEIÇÃO E TERCEIRIZAM COM A GRANDE MÍDIA A EXIGÊNCIA DE MULTA PARA QUEM SAIR DE CASA.

Ao que parece prefeitos e vereadores, deputados e governadores terceirizaram com os veículos da grande mídia a tarefa de tocar o terror do vírus chinês, para obter dividendos políticos. Como assim?

Explica-se: as eleições de prefeitos e vereadores estarão logo aí à frente e o povo brasileiro sabe muito bem em quem não votar, ou seja, em todos os atuais vereadores e prefeitos de todo o Brasil que, junto com os governadores têm sido os verdugos da Nação. E tome lockdown, quarentena e ação policial, enquanto milhares de marginais que estavam engaiolados foram libertados na maior cara dura! A desculpa: a pandemia dos vírus chinês.

Por isso é que agora o esquema do vírus do Partido Comunista Chinês passa para a fase 2, isto é, prefeitos, vereadores e demais políticos fecham-se em copas terceirizando com o jornalismo podre da grande mídia o serviço de manter o terror. Sim, os políticos em véspera de eleição querem parecer bonzinhos.

Assim já está se vendo nos veículos da dita grande mídia, como é caso dos sites dos jornalecos aqui de Florianópolis matérias sugerindo que governadores e prefeitos instituam multas contra cidadãos que saem às ruas para pegar sol ou vão fazer compras em supermercados. Afinal, sem comida na mesa morrem todos!, não por consequência do tal Covid, mas por inanição.

Estão vendo? A trama é tão óbvia que qualquer pessoa com mais de um neurônio dentro da cachola percebe. Governadores, prefeitos e vereadores daqui a pouco estarão editando decretos de novos confinamentos da população, tendo por justificação a pressão midiática. O resultado de toda essa loucura é a bancarrota da economia geral, principalmente dos pequenos e médios negócios.

Causa espécie é que entidades representativas do empresariado estejam patrocinando esses jornalecos veiculados pela internet que tocam o terror diariamente e exigem das autoridades o confinamento de toda a população catarinense.

Nesta segunda-feira dei uma circulada por Florianópolis para ver como estava o movimento. Simplesmente a capital catarinense está completamente paralisada. Os shoppings estão às moscas, vazios, sem falar que muitas lojas já fecharam suas portas.

Pelo volume de pessoas circulando na cidade, nos shoppings e supermercados, Florianópolis continua em quarentena, mas os veículos de mídia locais insistem que todos irão morrer se não permanecerem dentro de casa. 

O site do jornal genérico catarinense pegou pesado e sugeriu às autoridades, prefeitos e governo do Estado que instituam multa para aplicar a todos aqueles que estiverem fora de seus domicílios. Sim, é isto que vocês estão lendo. Basta acessar coisas como NSC, entre outros. As chamadas principais concentram-se no vírus chinês. Na verdade esses jornais transformaram-se em verdadeiras funerárias. Mas por trás de tudo está a cupidez pelo dinheiro!

Provavelmente Xing Ling deve estar reforçando o caixa dessas empresas midiáticas que ninguém lê mais. Nem de graça. No entanto suas matérias jornalísticas, como essa sugerindo multa aos cidadãos catarinenses que resolverem sair de casa, podem ser a desculpa para prefeitos e vereadores instituírem mais uma forma de faturar alto além dos tributos escorchantes que todos os cidadãos são obrigados a pagar, tendo em mira o financiamento de suas campanhas eleitorais.

domingo, agosto 02, 2020

TUDO AQUILO QUE A GRANDE MÍDIA PODRE E MENTIROSA ESCONDE É REVELADO NUM PROSAICO PASSEIO DE BICICLETA.


O ex-Ministro da Educação Abraham Weintraub designado como Diretor-Executivo do Banco Mundial, já está morando nos Estados Unidos. No vídeo acima Weintraub mostra as diferenças entre o gigante do Norte e o Brasil.

Pedalando uma prosaica bicicleta Weintraub vai mostrando porque o Brasil é esse lixão e porque as pessoas vivem permanentemente com medo de serem assaltadas enquanto nos Estados Unidos as casas não possuem cercas e muros. 

Já no Brasil, além dos muros altos que cercam as residências em muitos casos os proprietários ainda instalam cercas elétricas e contratam empresas de segurança.

E isso não acontece apenas em relação às casas. Os primeiros andares de muitos prédios residenciais no Brasil possuem grades de ferro nas janelas dos primeiros andares. Sim, porque os ladrões escalaram paredes para assaltar apartamentos!

Enfim, não precisa discorrer muito sobe isso. Todos nós brasileiros sabemos o nível de insegurança em que se vive aqui no Brasil, mormente depois da dita Nova República, quando os militares decidiram devolver o Brasil para os comunistas. A assunção ao poder do PT e seus sequazes em conluio com establishment foi a gota d'água. De lá para cá o que já era ruim ficou pior, muito pior. Por pouco não viramos uma Venezuela. Na derradeira hora a maioria do povo brasileiro acordou e levou Jair Bolsonaro à Presidência da República.

Resumidamente é isto aí. Mas isto é apenas o começo do resgate do Brasil das mãos dos ladravazes, os de gravata, o velho e cabuloso establishment, 
e os que comandam gangues dedicadas ao tráfico de drogas, o que faz do Brasil um inferno na Terra. Aliás nota-se a união entre essas duas nefastas fontes do mal que vigoram em solo brasileiro.

Notem que essa breve alocução do professor e ex-Ministro da Educação Abraham Weintraub é na verdade uma matéria jornalística ou, no mínimo uma pauta de reportagem. Todavia isso jamais chegará às redações dos grandes veículos midiáticos. Esses se ocupam apenas em tentar solapar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. E a prova disso é que jamais a sucursal da ex-toda poderosa Rede Globo abordará o tema do vídeo acima. Pelo contrário, aquele bando de psicopatas que produz matérias jornalísticas internacionais está mais preocupado em detonar de alguma maneira o ex-Ministro Weintraub, bem como todo o Governo Bolsonaro!

Enfim, a grande mídia nacional e internacional dedica-se a conspirar contra o Governo do Presidente Jair Bolsonaro e também contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump  e, para isso, faz o diabo. Na atualidade está dia e noite tocando o terror do vírus chinês. As redações dos veículos de mídia se transformaram em funerárias. Seus sites noticiosos são nauseabundos. Por certo estão mamando nas tetas do Partido Comunista Chinês. Afinal, essa pandemia é um esquema político em nível global! É terrorismo puro!

Enfim. A única coisa que nos Estados Unidos é igual ao Brasil são os veículos da grande mídia. Ressalve-se, entretanto, que lá o credo libertário continua intocável. Não fosse assim Donald Trump jamais teria chegado ao poder, devendo ser reeleito e os Estados Unidos não seriam a maior potência do mundo.

sábado, agosto 01, 2020

O MISTÉRIO DAS MALETAS ELETRÔNICAS: DOS ESTADOS UNIDOS, ONDE SE ENCONTRA, ALLAN DOS SANTOS É ENTREVISTADO PELA RÁDIO JOVEM PAN.


O jornalista Allan dos Santos, criador e diretor do site Terça Livre que se encontra nos Estados Unidos concedeu uma entrevista à Rádio Jovem Pan, cuja íntegra está no vídeo acima. 

Allan dos Santos foi para os Estados Unidos de onde revelou a descoberta de espionagem eletrônica levada efeito no Brasil por meio de maletas eletrônicas. Uma estaria em poder da Embaixada da China, outra na Embaixada da Coréia do Norte e outra em poder do advogado Kakay, ligado ao Partido dos Trabalhadores - PT.

Nesta entrevista à Rádio Jovem Pan Allan dos Santos responde às indagações dos jornalistas. Vale a pena conferir.