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sexta-feira, setembro 11, 2020

APOIADORES DO PRESIDENTE DONALD TRUMP QUEBRAM O TABU DO VÍRUS CHINÊS E PROMOVEM MANIFESTAÇÕES GIGANTESCAS

À medida em que diminui o tempo rumo à eleição presidencial nos Estados Unidos, prevista para 3 de novembro deste ano de 2020, aumentam em todo o território norte-americano uma série de gigantescas manifestações de apoiadores do Presidente Donald Trump, conforme se pode conferir nos dois vídeos que ilustram esta postagem.

Nota-se como é diferente o modus operandi dos conservadores Republicanos em suas manifestações de apoio a Donald Trump. Já os comunistas do dito "Partido Democrata" não se manifestam politicamente, pois usam apenas a violência da guerrilha urbana, promovendo quebra-quebras, detonado tudo que vêem pela frente. A ordem dos ditos "Democratas" é a destruição dos Estados Unidos. Já imaginaram essa gentalha no poder? 

Entretanto, o mais incrível disso tudo é o comportamento da mainstream media, os ditos grandes meios midiáticos que com seu jornalismo militante da causa comunista eleva à virtude todos os tipos de iniquidades. 
E lá, como aqui no Brasil, todos os jornalistas dos grandes veículos midiáticos são cultores do vírus comunista chinês, ao mesmo tempo em que rendem loas ao ditador comunista Ching Ling. Mas pelo andar da carruagem, como se diz, Mister Donald Trump tem tudo para emplacar folgado seu segundo mandato. Mas esta realidade facilmente aferível pelos fatos e suas imagens jamais será revelada pelo jornalismo a soldo do establishment que se esforça de todos os jeitos para fazer crer que os cidadãos norte-americanos estaríam propensos a entregar a maior potência do Ocidente nas mãos de um fantoche tarado do Partido Democrata.
Nem mesmo os institutos de pesquisa norte-americanos, que sempre foram unha e carne do establishment e do deep state, estão dispostos a virar boi de piranha dos Antifas, os "ativistas" do dito Partido Democrata. 
Enfim, esta é a realidade que se colhe das cenas expontâneas de milhares de cidadãos conservadores que decidiram quebrar o tabu do vírus comunista e estão indo às ruas, às águas e aos ares para manifestar apoio inconteste ao Presidente Donald Trump. 
Claro, as manifestações dos eleitores conservadores tem outro viés. São alegres, ordeiras e pacíficas muito diferente das tropas de assalto comunistas do dito Partido Democrata. Esta é portanto a leitura correta do que está ocorrendo na campanha presidencial norte-americana. Ou alguém é capaz de acreditar que os cidadãos decentes dos Estados Unidos irão entregar de bandeja a maior potência econômica do planeta para o Partido Comunista Chinês?

A SUPREMACIA DOS VALORES CONSERVADORES CONTINUA IMPERANDO NOS ESTADOS UNIDOS E DETONA A VIGARICE MIDIÁTICA ESQUERDISTA.

Por que os comunistas em geral e, particularmente, aqueles fantasiados de jornalista que operam na mainstream media distorcem e manipulam todas as informações e eventos relativos à campanha presidencial que ocorre nos Estados Unidos? Ora, porque os Estados Unidos continuam sendo o esteio dos valores que deram vida à Civilização Ocidental, dentre eles os principal que é a liberdade! Por isso é que, em contrapartida, toda a velhacaria comunista exulta a China, um país sob o domínio exclusivo do Partido Comunista Chinês que pode tudo, inclusive eliminar todos os cidadãos chineses que questionarem a ditadura do Xing Ling. A China é dominada pelos velhacos e assassinos comunistas. Esta é a verdade insofismável.

Embora boa parte da grande mídia norte-americana e seus jornalistas de aluguel a soldo dos comunistas se dediquem de corpo e alma a encontrar chifres em cabeça de burro, tentando esmaecer o evidente prestígio do Presidente Donald Trump, espelhado nas pesquisas eleitorais que o colocam na dianteira da corrida presidencial, existem outros veículos midiáticos de igual prestígio e força de viés conservador. E as celebridades midiáticas não estão apenas na dita 'grande mídia'. Como também a intelectualidade não é propriedade privada das hostes comunistas, porque nos Estados Unidos, desde sua fundação, prevalece a crença nos preceitos e valores conservadores. Se assim não fosse os Estados Unidos não seriam os principais guardiões dos valores da Civilização Ocidental, sobre tudo a liberdade!

Exemplo do que afirmei neste prólogo é o texto que segue de autoria de Cal Thomas que é um dos colunistas de opinião mais lidos nos Estados Unidos publicado no prestigiado site Townwall e que foi traduzido para o português pelo site Mídia Sem Máscara.


Não se trata da dita "mídia alternativa", já que nos Estados Unidos os valores conservadores prevalecem e são eles que dão o tom para o debate político. Leiam o texto de Cal Thomas intitulado "A Conspiração Anti-Trump":

As redes de TV a cabo, incluindo a Fox News, não tinham muito sobre o que falar neste fim de semana do Dia do Trabalho além do artigo publicado na revista Atlantic, de autoria de Jeffrey Goldberg, afirmando que o presidente Trump havia dito que americanos que morreram em guerras são “perdedores” e “otários”. Tais declarações teriam sido feitas há dois anos, durante a visita do presidente à França, e foram negadas por inúmeros funcionários atuais e antigos do governo. Eles afirmam que estavam com Trump, e que ele nunca disse nada do que lhe foi atribuído.
Por que, então, tais alegações vêm à tona só agora? É preciso perguntar?
Essa é a última de uma série de despejos de lixo político tóxico no ambiente de campanha para prejudicar a reeleição do presidente. Faltando menos de dois meses para o 3 de novembro, pode-se esperar ainda mais lixo vindo dos adversários. Pena que não haja uma agência política de proteção ambiental. Até agora, nada disso funcionou. A maioria já fez seus julgamentos sobre o presidente, suas políticas e caráter. A montoeira vinda de seus detratores parece sequer ter movido a agulha, especialmente nos estados “campo de batalha”, os únicos que realmente importam. De acordo com o Pew Research Center, os índices de aprovação do presidente são “excepcionalmente estáveis … e profundamente partidários”.
Em todas as “reportagens” (palavra que perdeu todo o significado no jornalismo de opinião contemporâneo), muitas “fontes” são anônimas. Nenhuma tem coragem de se apresentar e vincular seu nome às acusações. As pessoas que foram as fontes do artigo de Goldberg e, depois, da repórter Jennifer Griffin, da Fox News, seriam remanescentes do governo Obama no Pentágono, ou ex-funcionários do governo descontentes que não conseguiram o que queriam? Fazem eles parte da cabala para eleger Joe Biden? Conhecer as fontes de tais calúnias ajudaria o público a julgar a veracidade delas.
Quais as motivações por trás dessas e de outras citações anônimas? Se pretendem manter seus empregos enquanto prejudicam um presidente para o qual são pagos para servir, devem mesmo é renunciar e ir a público. Que saiam de seus esconderijos, integrem-se ao debate e se responsabilizem pelo que dizem, ao invés vez de jogar bolas de lama por trás do muro alto de proteção da mídia.
Nos tribunais, a pessoa tem o direito constitucional de enfrentar seus acusadores e de fazer com que sejam interrogados. No tribunal político ninguém tem esses direitos. Calúnia e insinuações são a norma.
Membros da família Trump ao menos foram a público ou escreveram livros sobre as objeções que fizeram a seu parente famoso, permitindo que o presidente respondesse. Aqueles que não se apresentam são covardes, procurando salvar sua pele enquanto queimam a dele.
Não é preciso fazer parte de uma conspiração para atingir o mesmo objetivo. Visões de mundo semelhantes produzem os mesmos resultados, com ou sem coordenação.
Na verdade, a definição da palavra “conspirar” se encaixa: “Agir ou trabalhar juntos para o mesmo resultado ou objetivo.”
Entre jornalistas, tem havido um debate sobre o uso de fontes anônimas. Embora às vezes possam fornecer informações ao público que não poderiam ser obtidas de outra forma, seu uso excessivo pode contribuir para o declínio da credibilidade da mídia, o que inúmeras pesquisas têm mostrado ser a tendência nos últimos anos.
Se essas fontes anônimas recentes acreditam que estão tentando salvar a nação, ao invés de acrescentar a ela toxicidade, não poderia haver melhor momento para livrarem-se do manto de anonimato. Assim poderemos conhecer suas conexões políticas, e o alvo de seus ataques e difamações poderá enfrentar seus acusadores.

quinta-feira, setembro 10, 2020

TIKTOK: O 'CAVALO DE TRÓIA' DOS COMUNISTAS CHINESES PARA DOUTRINAR OS NORTE-AMERICANOS E TODO O OCIDENTE.

Esta postagem dá uma idéia da invasão do Partido Comunista Chinês sobre o Ocidente, sobretudo visando influenciar os adolescentes. Trata-se de um artigo muito especial do conhecido think tank norte-americano Gatestone Institute, de autoria do escritor e ensaísta Gordon G. Tang (*). O foco é o TikTok, um aplicativo chinês para veicular vídeos curtos e que caiu nas graças dos adolescentes, especialmente nos Estados Unidos.
Acontece que esse atrativo é, na verdade, um espião dos comunistas chineses, fato que levou o Presidente Donald Trump a assinar um decreto-lei destinado a barrar essa sutil, porém pesada, interferência dos comunistas chineses sobre o Ocidente por meio desse aplicativo espião. Entendam tudo lendo o artigo que segue:
Na quinta-feira o Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana.
Usando de poderes emergenciais, ele proibiu os americanos de fazerem qualquer transação com a ByteDance Ltd., uma empresa privada chinesa ou com qualquer uma de suas subsidiárias após o prazo de 45 dias. As transações proibidas, assinala o decreto, serão as "definidas" pelo Secretário do Comércio.
Na prática o decreto barra efetivamente o TikTok da ByteDance, um aplicativo de vídeos curtos, nos Estados Unidos em 45 dias.
O TikTok está sendo acusado de monitorar usuárioscensurar conteúdo e fazer mal uso de informações de menores. Também há o receio de que o aplicativo apresente vulnerabilidades, permitindo furtivos downloads de programas mal-intencionados em dispositivos. A alegação mais importante diz respeito à manipulação de usuários.
O aplicativo, que o New York Times chama de "a primeira história de sucesso realmente global da Internet da China" desfruta de ampla aceitação popular, especialmente entre adolescentes e pré-adolescentes. Disponível em 39 idiomas em mais de 150 países, o TikTok foi o segundo aplicativo mais transferido por download no ano passado, perdendo apenas para os apps de jogos.
De acordo com o decreto de Trump, o TikTok já conta com mais de um bilhão de downloads ao redor do mundo e mais de 175 milhões de downloads somente nos Estados Unidos. Segundo estimativas dos analistas, há mais de 800 milhões de usuários ativos mensalmente.
O TikTok vicia, mas isso não deveria causar nenhuma surpresa. Ele foi projetado para essa finalidade, provavelmente desenvolvido com a inteligência artificial mais sofisticada do mundo para este propósito. O TikTok oferece customização, talvez melhor do que nenhum outro aplicativo.
"Se você quiser conhecer alguém, basta dar uma olhadela no feed do TikTok do usuário em questão", salientou Jonathan Bass ao Gatestone Institute, que por ser CEO da PTM Images é comprador de publicidade nas redes sociais.
"Os feeds mostram, em detalhes, o total das preferências de um usuário."
"Por fazer uso de inteligência artificial, o TikTok, diferentemente do Facebook, preenche um feed de notícias antes mesmo do usuário adicionar o primeiro amigo à plataforma, cria um perfil sobre você, seus receios e suas vulnerabilidades," ressaltou Paul Dabrowa, especialista em segurança nacional da Austrália a este site.
Bass me contou que o filho nerd de seu amigo nunca conseguiu incluir mais de cem seguidores no Instagram. Já no TikTok ele acumulou 26 mil em apenas duas semanas.
Por que esse nerd tem tantos seguidores? O algoritmo do TikTok, capaz de identificar milhares de pontos de dados, enviou os vídeos dele para pessoas que tinham as mesmas preferências pessoais do filho nerd do amigo.
Informação é poder. A inteligência artificial permite que Pequim crie o perfil de um usuário e logo calcule seus interesses. Especificamente, o TikTok usa dados para separar o joio do trigo para atribuir conteúdo. O conteúdo peneirado, por sua vez, faz com que as pessoas ajam de um jeito predeterminado. Acredita-se que isso seja muito fácil de se conseguir principalmente com jovens sugestionáveis, nerds e coisas do gênero.
Portanto, o TikTok, é uma poderosa plataforma de vendas. Obviamente, não haverá nenhum dano à segurança nacional dos EUA se o aplicativo for usado para fazer vendas, a exemplo do Bass, fotos emolduradas, bugigangas de mesa de centro e peças ornamentais para a casa.
Mas e se a intenção for derrubar o governo americano? O TikTok seria uma mão na roda. Conforme realçou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que o TikTok pode ser usado para desencadear respostas e comportamentos sob medida."
Segundo suas anotações particulares, o "uso da propaganda como arma", principalmente quando gerenciada por IA, "pode desencadear guerras, colapso econômico, tumultos e protestos de tudo quanto é tipo". "Ela pode, afirma Dabrowa, "também acabar com a credibilidade de instituições governamentais e fazer com que a população se vire contra si mesma."
Há quem acredite que Pequim alterou o algoritmo do TikTok para incendiar as manifestações no caso George Floyd, que se espalharam por todo o país em questão de horas. Bass acha que o aplicativo convenceu as estudantes universitárias brancas a sentirem empatia pelos negros pobres ao promover a narrativa de que em ambos os grupos foram negados as devidas oportunidades.
A China tem condições para tanto. Os engenheiros que trabalham para a Douyin, site-irmão da TikTok na China, gerenciam os algoritmos do TikTok, que entre outras coisas selecionam os vídeos que serão exibidos aos usuários. Esse acesso dá a Pequim as condições para "amplificar o sinal" (peneirar conteúdo com a poderosa IA para induzir as pessoas a se comportarem ao seu bel prazer).
Será que Pequim amplificou o sinal em junho? Muitos adolescentes que naquela ocasião reservaram lugares sem a menor intenção de aparecerem na convenção do Partido Republicano usaram o TikTok para reduzir substancialmente a frequência no comício do presidente Trump em Tulsa. "Na realidade, você acabou de ser atropelado por adolescentes no TikTok que inundaram a campanha Trump com reservas de ingressos fake", bravateou Alexandria Ocasio-Cortez, deputada democrata por Nova Iorque, em resposta ao Twitter a Brad Parscale, então marqueteiro de campanha de Trump.
No momento, a ByteDance está em negociações com a Microsoft e com o Twitter para vender o TikTok. No entanto, a venda por si só não irá acabar com a ameaça. O novo proprietário, seja lá quem for, terá que passar um pente fino no código, linha por linha para encapsular o TikTok da interferência chinesa.
Ainda assim uma revisão tim-tim por tim-tim poderá não ser o suficiente, porque Pequim continuará sabendo das entranhas da arquitetura geral do software, facilitando assim a manipulação do aplicativo. Conforme salientou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que um ator estrangeiro pode entrar pela backdoor e alterar o feed."
Não resta dúvida que o TikTok representa uma ameaça de longo prazo. "Se eu puder mudar o seu modo de pensar com o passar do tempo, poderei programá-lo", salienta Bass. O TikTok, que bombardeia com vídeos todo santo dia, está programando os sugestionáveis jovens dos Estados Unidos.
Enquanto isso, os 45 dias de Donald Trump, somados ao tempo necessário para revisar o software, dão à China inúmeras oportunidades de interferir nas próximas eleições americanas.
Isso significa que na semana passada o decreto de Donald Trump pode até ter salvado a democracia americana, mas talvez não sua própria presidência.
(*) Gordon G. Chang é o autor do The Coming Collapse of China, Ilustre Senior Fellow do Gatestone Institute e membro do Conselho Consultivo.

segunda-feira, setembro 07, 2020

7 DE SETEMBRO DE 2020. VIVA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL. VIVA A SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DO NOSSO PAÍS COM BOLSONARO PRESIDENTE.

Apesar da peste do vírus chinês e de todas as tentativa de prejudicar e impedir a comemoração da data da Independência do Brasil neste 7 de Setembro de 2020, o povo foi às ruas em Brasília vestido de verde e amarelo sob a inconteste liderança  pelo Presidente Jair Bolsonaro.
Neste vídeo do canal Foco do Brasil uma reportagem completa da Comemoração Oficial deste 7 de Setembro de 2020 na Capital da República. O jornalismo chulé da grande mídia foi incapaz de exultar o evento. No Twitter, por exemplo, o destaque desse evento repreendia o Presidente da República por não estar usando máscara. Sim, os mascarados da grande mídia a soldo do Partido Comunista Chinês tentam de todas as formas minimizar o grande evento deste 7 de Setembro de 2020 em Brasília. 

Infelizmente, no restante do país os cultores da desgraça da peste chinesa conseguiram impedir as comemorações do Dia da Independência do Brasil. E tem conseguido também, sob às ordens de organizações comunistas como a ONU,  OMS, e Fórum Econômico Mundial manter a paralisação das atividades empresariais forçando a bancarrota da economia. Os tarados comunistas da Fórum Mundial conforme  noticiei aqui no blog anunciam o tal "The Great Reset", ou seja, paralisar o planeta e reiniciá-lo sob a mão de ferro de uma espécie de governo mundial. E sem qualquer pejo vêem como uma oportunidade - bingo! - a pandemia da peste chinesa! E afirmam isso na cara dura, conforme matéria que postei aqui no blog.

Não é à toa que tentaram matar Jair Bolsonaro no final da campanha presidencial de 2018. Não é à toa também o fato da grande mídia em nível internacional procurar de todas as formas impedir a vitória do Presidente Donald Trump no pleito presidencial norte-americano.

Esses vigaristas globais não têm qualquer limite. Enfim, esse é o clima político, ou seja, um esquema destinado à destruição do Estado-Nação. Neste caso a peste chinesa impede a liberdade dos povos, inclusive o direito de comemorarem a data de suas independências. Notem a que ponto chegamos. Por meio dessa peste chinesa até mesmo as manifestações de alegria são proibidas.

E esse troço todo é movimentado por meio da organizações criadas na Europa, como a ONU, Fórum Econômico Mundial e congêneres. A Europa é portando a desgraça do mundo. É caca pura e tem de ser repudiada. Afinal foi a Europa que criou o comunismo, o nazismo e o fascismo, que são verso e anverso da mesma medalha. O totalitarismo assassino é criação da Europa e hoje floresce na China com o apoio dos ditos "globalistas", os cultores de um governo mundial.

Por isso essa gentalha detesta a comemoração de datas que exultam a Independência dos Estados-Nação, como é o 7 de Setembro no Brasil.
Para se ter uma ideia, se Jair Bolsonaro não tivesse sido eleito a data consagrada à Independência do Brasil não teria ocorrido hoje, dia 7 de Setembro de 2020. Nesta segunda-feira Brasília estaria parecendo uma cidade fantasma. Só este fato dá uma ideia da força e liderança do Presidente Jair Bolsonaro. Imaginem se estivéssemos sob os governos comunistas do passado, com destaque para FHC e seus sequazes comunistas.

A luta pela liberdade, portanto, continua e continuará para sempre. Especialmente agora em que o mundo inteiro foi paralisado pela canalha globalista totalitária e assassina!

Dêem Graças a Deus por termos Jair Bolsonaro na Presidência da República. Imaginem se estivéssemos sob o relho dos comunistas sob o comando de gente como Fernando Henrique Cardoso, Lula et caterva, ou seja, o velho e assassino establishment, esse contubérnio de poderosos que vêm dilapidando o nosso país desde o golpe da República!

Salve portanto 7 de Setembro de 2020. Salve o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. O Brasil é muito maior do que todos esses canalhas! VIVA O BRASIL!

domingo, setembro 06, 2020

O ROMANCE CORRUPTO ENTRE AS GRANDES EMPRESAS E O SOCIALISMO

Esta postagem pode ser considerada muito extensa para um blog, todavia há certas coisas que não podem ser resumidas em poucas linhas, mormente se o objeto do texto, como é o caso deste, tente mostrar a existência do conluio entre grandes empresas e regimes socialistas. Aliás, o caso brasileiro é emblemático, sobretudo com o advento da dita Nova República que levou ao poder Fernando Henrique Cardoso e depois Lula e seus sequazes com o beneplácito do establishment. É bom lembrar que por pouco não foi aprovado pelo Congresso Nacional o projeto dos Conselhos Populares que, segundo os comunistas então no comando do Brasil, prometiam "democratizar" as ações do governo. O troço repetiria no Brasil os "sovietes" da Rússia Comunista. 

Pouco tempo depois explodiu o escândalo do dito "petrolão" a maior roubalheira ocorrida no Brasil e, quiçá, no mundo! E isso eviscerou o monstro da corrupção levando para a cadeia, além de Lula e vários de seus sequazes, uma penca de grandes empresários. Face ao escândalo da funesta roubalheira que abalou os brasileiros ficou no ar a indagação: mas como é que pode um regime comunista ter como comparsas grandes capitalistas donos de grandes empresas? Por que diabos - indagavam os desavisados - empresários capitalistas estão aliados aos comunistas?

Pois bem. Acabei encontrando no site Epoch Times uma excelente matéria do competente jornalista norte-americano Joshua Phillipp cujo título é emblemático além decifrar muito bem o conluio criminoso de empresas e seus empresários com regimes socialistas.

E agora mesmo no Brasil se constata um fato que não pode passar desapercebido pelos brasileiros. A ascensão  de Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República deixa muito claro o fato de que os ditos grandes empresários, banqueiros e correlatos, enfim, todo o establishment, em sua esmagadora maioria, guardam um silêncio sepulcral em relação ao Governo, ou seja um comportamento totalmente diferente em relação aos governos anteriores.

Ora, se Bolsonaro é um intransigente defensor da liberdade, do livre mercado, da livre iniciativa seria normal a simpatia de todo o empresariado nacional haja vista que pela primeira vez na história da República o Brasil tem um governo que defende essencialmente o capitalismo, a liberdade política, econômica, o livre mercado. No entanto, o comportamento de indiferença da esmagadora maioria dos empresários nos leva a crer - salvo as exceções - que estavam muito mais animados quando os artífices do famigerado "petrolão", estavam no poder. 

Creio que o texto do jornalista Joshua Phillipp joga um bom facho de luz sobre a questão. O título original de sua matéria dá uma ideia do tamanho da encrenca: "O romance corrupto entre as grandes empresas e o socialismo". Transcrevo. Vale a pena ler. Daí se pode constatar uma coisa evidente, ou seja, o retraimento do setor empresarial em relação da data magna do Brasil, ou seja, a comemoração da Independência do Brasil, que transcorre dia 7 deste mês de setembro de 2020. Ao que parece estão mais preocupados em obedecer as regras tirânicas de prefeitos e governadores tendo em vista o combate da peste chinesa. 

Dito isto, transcrevo a análise do jornalista Johsua Phillipp. Leiam:

Há um romance estranho e irônico entre as grandes empresas e o socialismo. Em outros tipos de sociedades livres, as corporações tornaram-se os corpos de aplicação extralegal das leis culturais – capazes de disparar, envergonhar e arruinar a vida das pessoas que desafiam os sistemas não oficiais de correção política.


A Suprema Corte, por unanimidade, reafirmou em junho de 2017 que o chamado “discurso do ódio” não é ilegal nos Estados Unidos e é protegido como liberdade de expressão na Constituição dos Estados Unidos.


É claro que o “discurso do ódio” é em grande parte indefinido e seus significados mudam com base nas necessidades políticas da esquerda socialista. Há um fluxo constante de casos, mas recentemente um usuário do Google revelou ao Projeto Veritas que o Google está censurando conservadores para evitar a futura presidência do Trump. Até mesmo a comunidade de tricô Ravelry anunciou que proibirá os usuários de apoiarem Trump sob o pretexto de que Trump se tornou um símbolo de ideias que eles consideram odiosas.


Em todos os casos, as pessoas que violam essas leis não oficiais correm o risco de serem publicamente expostas pelas agências noticiosas – como vimos em junho, quando o Daily Beast expôs e envergonhou publicamente um motorista de empilhadeira, no Bronx, por supostamente criar um vídeo engraçado que retratava a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, fazendo barulho, como se estivesse bêbada.


Vimos uma situação semelhante em fevereiro de 2018, quando a CNN enviou um repórter para a casa de uma mulher idosa para acusá-la de compartilhar um suposto artigo russo no Facebook. Nós vimos isso novamente quando o estudante de 16 anos de idade, Nick Sandmann, foi falsamente acusado pela grande mídia corporativa de assediar um homem idoso nativo americano. Em resposta, as celebridades brincaram no Twitter sobre agredir ou assassinar ele e seus colegas de classe.


As agências de notícias e as grandes empresas tornaram-se os órgãos de fiscalização de leis não oficiais. Elas identificam as pessoas, envergonham-nas, entram em contato com seus empregadores e tentam arruinar suas vidas. Elas enviam a mensagem de que qualquer pessoa, independentemente de idade ou raça, está aberta a ataques se ela violar as leis socialistas de correção política impostas pelas corporações.


Grandes empresas, em conluio com facções políticas socialistas, encontraram uma maneira de reforçar as leis socialistas que não são criminosas sob as leis normais. E através do terrorismo político, elas enviam uma mensagem de que falar contra as narrativas politicamente corretas pode arruinar sua vida. As pessoas ficam então aterrorizadas em um silêncio coagido.


O politicamente correto se origina com o Partido Comunista Chinês de Mao Zedong, quando ele estabeleceu em 1967 que aqueles que apoiam as políticas socialistas são “politicamente corretos”, e aqueles que se opõem a eles podem ser publicamente envergonhados, presos ou mortos.


Nos Estados Unidos, onde o socialismo não dominou os órgãos do governo, as coalizões de grandes empresas nos meios de comunicação e no Vale do Silício se tornaram os defensores do socialismo em uma outra forma de sociedade livre.

Em outras palavras, você é livre perante o Estado para ter suas próprias opiniões e divergências, mas se você expressar publicamente essas opiniões e discordâncias, que são totalmente legais, você corre o risco de ser punido por grandes empresas que tomaram para si mesmas o discurso policial de acordo com seus preconceitos políticos.


“Monopólio do Estado capitalista”

Ao contrário da crença popular, o socialismo não se livra do capitalismo – pelo menos não das partes do capitalismo que a maioria das pessoas se opõe. Livra-se dos verdadeiros princípios do livre comércio e coloca os sistemas capitalistas sob controle estatal. Depois de colocar as grandes empresas sob controle estatal, ele as subsidiam através de altos impostos e as gerenciam por meio de leis rigorosas. As novas empresas estatais tornam-se imunes à concorrência independente, as pessoas podem ser indicadas para trabalhar para elas conforme o Estado julgar adequado, e os impostos sustentam negócios que, de outra forma, fracassariam.

Não acredita em mim? Cite um país ou regime socialista que tenha acabado com as fábricas, as grandes empresas ou regimes sociais crivados por dívidas que muitas pessoas se opõem nos sistemas capitalistas. Muitos países sob o “modelo nórdico” são possivelmente mais capitalistas que os Estados Unidos – na Dinamarca, é mais fácil iniciar um negócio do que na maioria dos estados dos Estados Unidos, e não há nem mesmo leis de salário mínimo. E sob a União Soviética e até hoje com o Partido Comunista Chinês – eles mantiveram os elementos abusivos do capitalismo, apenas sob controle estatal.


Mesmo nas chamadas sociedades “agrárias”, como a Rússia czarista e o Camboja sob o Khmer Vermelho, onde não havia sistemas “capitalistas” para destruir, os tiranos socialistas “tomaram os meios de produção” de pessoas comuns, que incluíam sementes, equipamento agrícola e terra. E em ambos os casos, isso levou ao genocídio pela “causa socialista”.


Lênin explicou essa intenção ao povo russo desde o começo, referindo-se ao socialismo em 1917 como um sistema de “Monopólio capitalista de Estado”, que era um passo necessário para o fim dos objetivos da desolação social e moral comunista.


O socialismo se livra do verdadeiro capitalismo no sentido de livre comércio e negócios independentes, mas mantém os elementos tirânicos dos grandes negócios. Embora o socialismo critique o capitalismo como sua reivindicação de legitimidade, o socialismo pelo design nunca foi concebido para se livrar dos traços mais obscuros do capitalismo – ele simplesmente nega a liberdade de comércio para o homem comum, e afirma que apenas o governo “coletivo” tem o direito produção e comércio.


O resultado é que negócios independentes são destruídos, meios de produção e recursos são apreendidos, e o Estado tenta micro-gerenciar a economia da nação através de negócios e burocracia estatais massivas.


Enquanto isso, os gatos gordos no grande negócio corporativo às vezes estão todos lá para isso. Afinal de contas, o socialismo não se livra da corrupção ou da ganância – ele o subsidia. O socialismo é monopólio, apenas o monopólio do “Estado”

Essa é uma das razões pelas quais os anti-socialistas no início dos anos 1900 se opunham não apenas ao socialismo, mas também às formas emergentes de corporativismo coletivista que vieram a definir o capitalismo moderno.


Podemos citar o famoso escritor G.K. Chesterton como um exemplo. Como muitos anti-socialistas de seu tempo, ele reconheceu que os problemas do socialismo não estavam limitados aos sistemas socialistas oficiais que reconhecemos hoje. Os problemas se estendiam até mesmo à direção que o livre mercado estava tomando sob o monopólio das empresas, a questão mais ampla das economias socialistas planejadas e da escravidão por dívidas.


Muitos escritores, incluindo Chesterton, continuaram a estruturar suas críticas de forma mais ampla, em oposição à “tirania” e ao “monopólio”, que incluíam todo o espectro do socialismo e as partes mais sombrias dos grandes negócios.

Chesterton escreveu em “GK’s Weekly” em 1925: “Não há nada na frente a não ser um deserto plano de padronização, seja pelo bolchevismo ou pelo grande negócio. E é estranho que pelo menos tenhamos visto a sanidade, mesmo que apenas em uma visão, enquanto eles vão para frente acorrentados eternamente ao crescimento sem liberdade e progresso sem esperança ”.


A Tirania do socialismo de grandes empresas

O socialismo é um sistema de tirania e corrupção subsidiada. Ele adota todos os piores traços do capitalismo e políticas corruptas, e os solidifica na sociedade através de altos impostos e controle estatal burocrático.


O economista liberal clássico, Ludwig von Mises, escreveu em seu livro de 1947, “Planned Chaos”, que enquanto “nada é mais impopular hoje do que a economia de mercado livre”, e enquanto muitas facções políticas impõem diferentes acusações contra o capitalismo – na medida em que elas contradizem a si mesmas – muitas de suas críticas são, na verdade, contra conceitos socialistas adotados no livre mercado.


Mises escreveu: “Embora o capitalismo seja o sistema econômico da moderna civilização ocidental, as políticas de todas as nações ocidentais são guiadas por ideias totalmente anticapitalistas. O objetivo dessas políticas intervencionistas não é preservar o capitalismo, mas substituí-lo por uma economia mista”.

A realidade é que muitas grandes empresas apoiam a política socialista, já que se beneficiariam dos sistemas de monopólio e subsídios estatais oferecidos pelo socialismo.


Por que a indústria farmacêutica – um dos maiores refúgios “capitalistas” dos Estados Unidos – está apoiando políticos que querem assistência socialista? É porque os serviços de saúde socialistas financiariam suas operações e imunizariam os problemas do negócio da medicina.


Em vez de forçar a medicina das grandes empresas a cortar custos e melhorar os serviços, os serviços de saúde socialistas tornariam essas questões inegociáveis. Os serviços de saúde socialistas financiariam grandes empresas farmacêuticas com altos impostos, em vez de forçar essas empresas a firmar as raízes das queixas públicas, reduzindo os custos da medicina e melhorando a qualidade dos cuidados.

O socialismo também significaria que o grande governo poderia regular a saúde pública e poderia forçar as pessoas a receber cuidados médicos, limitando as opções externas de assistência.


O mesmo princípio se aplica às faculdades e à praga da dívida estudantil. Em vez de baixar os custos da educação e reformar o currículo para ajudar a assegurar que os graduados possam conseguir empregos depois da faculdade para que possam pagar suas dívidas, eles querem que as políticas socialistas subsidiem sua indústria.

Isso permitiria que eles usassem o dinheiro dos contribuintes para solidificar os altos custos de ensino e que as universidades continuassem oferecendo graus de pouca utilidade no mundo real – já que não importaria se os estudantes pudessem encontrar empregos para pagar seus empréstimos.


A realidade é que os tiranos socialistas na política trabalham de mãos dadas com os interesses das grandes empresas.


Os políticos financiados por essas grandes empresas se tornam fantoches trabalhando em seu nome. Nessa troca, esses políticos criam narrativas para convencer o público a votar em políticas socialistas que subsidiem os grandes negócios. E através desses laços corruptos, os tiranos socialistas passam a representar os interesses das grandes empresas sobre o bem-estar das pessoas que eles deveriam representar.


Essa rede corrupta entre socialismo, grandes empresas e políticas corruptas sempre existiu. É uma fundação do sistema socialista. Sob a União Soviética, Wall Street nos Estados Unidos estava bombeando dinheiro para o regime russo na época da Guerra Fria, e quando esse canal de finanças foi cortado o regime comunista entrou em colapso. Vemos os mesmos laços entre a Wall Street de hoje e o Partido Comunista Chinês.


Se uma empresa estiver corrompida, ela não poderá durar muito caso se torne muito grande. As empresas que não conseguem fornecer preços competitivos e bons serviços só podem durar se tiverem um monopólio – e as sociedades livres devem acabar com monopólios como este. O socialismo também elimina a concorrência de pequenas e médias empresas.


Então, por que tantas grandes empresas estão pressionando pelo socialismo, se o socialismo se livrar do sistema “capitalista” do qual elas dependem?


A base do socialismo é o monopólio. Sob o socialismo, as grandes empresas podem persistir – ainda que sob controle estatal – através de dinheiro dos impostos, o que significa que elas não precisam ser competitivas em preços e serviços. O socialismo é o modelo preferido para grandes empresas corruptas, uma vez que elimina os riscos e obrigações que acompanham as grandes empresas. E é provável que, por esse motivo, tantos milionários e bilionários o apoiem.

sexta-feira, setembro 04, 2020

PANDEMIA DO VÍRUS COMUNISTA CHINÊS É A MAIOR AMEAÇA DE DESTRUIÇÃO DA CULTURA OCIDENTAL E, POR CONSEGUINTE, DA LIBERDADE!

O texto desta postagem foi publicado em tradução para o português pelo site Mídia Sem Máscara. Trata-se de uma ótima análise do conhecido escritor e conferencista norte-americano Dennis Prager (*). Mormente neste momento em que os cidadãos do mundo inteiro têm de obedecer ordens de déspotas enquanto perdem seus direitos, dentre eles o maior, ou seja, a liberdade.

Os tiranos e tiranetes variados aproveitam a peste do vírus chinês para pisotear a liberdade. A começar pela imposição do uso de máscaras e os ditos distanciamentos sociais, menos para os passageiros dos aviões. E o inexplicável torna-se regra, resguardando o Partido Comunista Chinês. E tomem máscaras e raios na testa dos misteriosos termômetros de medir a febre importados da China.

Há muita gente ganhando muito dinheiro com esse vírus chinês. Enfim, há muito mistério e a disseminação de confusão e medo que por si só prendem milhares de cidadãos em seus domicílios, sem falar na quebradeira geral da economia em nível global. Portanto vale a pena ler este artigo e refletir sobre todas essas iniquidades impostas por essa canalha globalista. E, mais ainda, resistir e denunciar esse esquema macabro e totalitário que está dizimando os últimos vestígios da nossa liberdade, ou seja, a cultura ocidental! Leiam:

Há quatro meses, escrevi um artigo intitulado “O lockdown mundial pode ser o maior erro da história”. Expliquei que “‘erro’ e ‘mal’ não são sinônimos. O bloqueio é um erro; o Holocausto, a escravidão, o comunismo, o fascismo, etc., foram males. Erros monumentais são cometidos por tolos arrogantes; males gigantescos, por pessoas más.”Com relação à catástrofe econômica nos EUA e em todo o mundo – especialmente entre os países pobres cujas rendas dependem da América e de outros países do Primeiro Mundo por meio de exportações e turismo, escrevi: “É o pânico e a histeria, e não o coronavírus , que criaram essa catástrofe.”

Infelizmente, eu estava certo.


O mundo deveria ter seguido o exemplo da Suécia. Esse país nunca fez lockdown e manteve até mesmo crianças menores de 16 anos na escola por todo esse período. Como informou a Reuters em 15 de julho, o número de crianças suecas entre 1 e 19 anos de idade que morreram de COVID-19 é zero. E a porcentagem de crianças que contraíram a doença foi exatamente a mesma na Suécia e na Finlândia, que fechou suas escolas.


No que tange aos professores, a Agência de Saúde Pública da Suécia relatou que “uma comparação da incidência de COVID-19 em diferentes profissões não sugeriu que havia risco maior risco aos educadores”. No entanto, com poucas exceções, professores em Los Angeles e em outros lugares se recusam a entrar numa sala de aula com alunos dentro. Seu desdém por sua profissão foi superado apenas pelo sindicato de professores de Los Angeles, que anunciou que os professores não retomarão o ensino até que a polícia não receba mais financiamento algum.


Pessoas que defendem bloqueios e fechamento de escolas afirmam que a Suécia tem a oitava maior taxa de mortalidade por milhão no mundo ocidental. Mas, desnecessário dizer, isso não tem qualquer peso sobre a questão de saber se a Suécia estava certa em manter as escolas abertas ou se nosso país estava errado em fechá-las, e muito menos quanto a mantê-las fechadas agora. A esmagadora maioria das mortes por COVID-19 na Suécia ocorreu entre pessoas com mais de 70 anos, das quais a maioria tinha mais de 80 e o sistema imunológico comprometido.


A Reuters relatou que três estudos separados, incluindo um da UNICEF, “mostraram que as crianças suecas se saíram melhor do que as crianças de outros países durante a pandemia, tanto em termos de educação quanto de saúde mental”.

Por mais de um mês, a Suécia quase não teve mortes por COVID-19, enquanto toda a sociedade permanece aberta e quase ninguém usa máscaras. (Na Holanda, também, quase ninguém usa máscaras.) Para todos os efeitos, o vírus acabou na Suécia.


Moro na Califórnia, um estado governado pelo mais perigoso dos líderes: um tolo com poder ilimitado. Apesar do fato de a Califórnia ocupar o 28º lugar entre os 50 estados em mortes por milhão, o governador Gavin Newsom destruiu e continua destruindo dezenas de milhares de pequenas empresas e incontáveis meios de subsistência. O fato de ele continuar proibindo – meio ano após o início da crise do Covid – refeições dentros dos restaurantes, acarretará, segundo se prevê, na falência de 1 a cada 3 restaurantes no estado, aproximadamente. A mesma destruição catastrófica provavelmente afetará o varejo e serviços, como salões de cabeleireiro e manicure. Mas toda essa tragédia humana – para não mencionar o aumento da depressão e suicídios entre os jovens e o aumento do abuso de crianças e parceiros – não significa nada para Newsom, para o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti ou para o Los Angeles Times, cujos editores e colunistas continuam a defender o lockdown enquanto recebem seus salários.


Por que as pessoas podem comer sem máscara em um avião – a centímetros de estranhos, não a um metro e oitenta – mas não podem comer em um restaurante na Califórnia, que é muito maior do que o interior de um avião, sentadas a dois metros de distância da outras? Porque Newson ordenou, o Los Angeles Times dá apoio, e, como ovelhas, os californianos aceitam isso.


De acordo com a Associação de Museus da Califórnia, “os museus estão perdendo mais de 22 milhões de dólares por dia devido à quarentena em todo o estado. Desde 1º de agosto, os museus da Califórnia perderam mais de 2,9 bilhões de dólares em receita. Os museus têm um impacto financeiro de 6,55 bilhões de dólares na economia da Califórnia, sustentam 80.722 empregos e geraram 492 milhões em receitas fiscais para o estado em 2017, e mais de 1 bilhão em impostos federais.”


E a Aliança Americana de Museus divulgou os resultados de uma pesquisa em 22 de julho de 2020, que alertou que 1 em cada 3 museus pode fechar para sempre à medida que as fontes de financiamento e as reservas financeiras esgotam.


Em 3 de agosto, o The Wall Street Journal publicou: “Em março … Houve amplo apoio público aos objetivos prudentes de evitar que os hospitais ficassem sobrecarregados e de ganhar tempo para os cientistas desenvolverem terapias”. 


Mas a esquerda – a mídia e os governadores e prefeitos democratas – imediatamente mudaram as balizas para “dobrar a curva” e “salvar uma vida”, permitindo-lhes escapar impunes por destruir vidas e meios de subsistência.


Concluo com as palavras de um médico sueco, Sebastian Rushworth:

“O Covid acabou na Suécia. As pessoas voltaram às suas vidas normais e quase ninguém está sendo infectado. Aposto que os países que fecharam completamente verão aumento nos números de casos quando abrirem. Se esse for o caso, então, em primeiro lugar, não faria o lockdown. (…) Fechar tudo completamente para diminuir o número total de mortes só faz sentido se vocês estiverem dispostos a ficarem sob lockdown até que uma vacina esteja disponível. Isso pode levar anos. Nenhum país está disposto a esperar tanto tempo."


O lockdown é um crime. E o mais perturbador ainda é o fato de que ele é apoiado por tantos americanos. Esse país é irreconhecível para aqueles de nós que sobreviveram à epidemia de 1968-70, que matou, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, aproximadamente 100 mil americanos – o equivalente em 2020 a 170 mil americanos. Nenhum estabelecimento fechou. Nenhuma máscara foi usada.

 

(*) Dennis Prager, escritor, apresentador de rádio e articulista, é fundador da Prager University. Seu filme, “No Safe Spaces”, será lançado em todo os EUA em 15 de setembro.

Título original: The Lockdown Has Gone From a Mistake to a Crime
Publicado no Townhall.

Tradução: Editoria MSM 

sábado, agosto 29, 2020

EUROPEUS JOGAM MÁSCARAS NO LIXO E VÃO ÀS RUAS CONTRA OS TIRANOS QUE USAM A PESTE CHINESA PARA IMPOR UM TOTALITARISMO CRUEL E ASSASSINO!

Diversas cidades europeias como Londres e Berlim tiveram um sábado movimentado. É que o povo dessas metrópoles resolveram tirar as mascaras de suas faces e denunciar o esquema repressivo justificado pelas autoridades com base na pandemia do vírus chinês. 

É que ninguém aguenta mais andar mascarado e ser trancafiado em seus domicílios em lockdowns e sob ameaças das ditas autoridades da saúde, bem como de chefes de Estado que na verdade são comparsas dessa estratégia de dominação, desse ensaio maquiavélico para viabilizar governos totalitários.

É claro que o que aconteceu em diversas cidades europeias neste sábado foi diligentemente escamoteado pelos grandes meios midiáticos. Entretanto, o fato é que ninguém aguenta mais essa manipulação que tem causado a desgraça de milhares de pessoas que perderam emprego, pequenos e médios empresários que foram à falência sem falar no fato de que mais empregos irão pelo ralo. Há uma evidente tentativa de modificar drasticamente o sistema produtivo para o proveito do establishment e seus áulicos.
Por isso estão utilizando esta estratégia de confinar toda a população da Terra. Notem que escolas e universidade estão totalmente fechadas o que leva o comércio e serviços no entorno dessas instituições à bancarrota.
Só os néscios ou aqueles que levam vantagem nessa pandemia comuno-chinesa apoiam todas essas medidas draconianas que fulminam a liberdade. Nenhum veículo da grande mídia questiona toda essa barbaridade, pelo contrário, apoia de forma descarada. Devem estar lucrando com toda essa desgraça. Outro tanto, ou seja, jornalistas a soldo dos comunistas tocam diariamente o terror nos seus veículos midiáticos, como sites, jornais e televisões.
Enfim, este é o quadro tétrico, preocupante e ameaçador. Trata-se de uma grande armação global para - como quer o Fórum Econômico Mundial - promover o "The Great Reset", ou seja desligar e religar o mundo para depois subjugar a humanidade aos seus ditames. Leia-se: faturar bilhões de dólares em cima da desgraça de milhares de seres humanos.
Os europeus que já foram castigados pelo nazismo, fascismo e comunismo -, que são verso e anverso da mesma medalha - já sentiram o cheiro de carne queimada e resolveram ir às ruas depois de jogar as ridículas e totalitárias máscaras no lixo!
Concluindo. Esta a principal notícia deste sábado que por certo será simplesmente escamoteada pela vagabundagem midiática, salvo as exceções de sempre.

LEIAM TAMBÉM --->> A Grande Ameaça

sexta-feira, agosto 28, 2020

FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL APROVEITA A PANDEMIA DO VÍRUS CHINÊS PARA ACIONAR "THE GREAT RESET" E REDEFINIR O MUNDO.


A praga do vírus chinês que ceifa vidas e impõe aos povos da Terra toda a sorte de violências, dentre elas as restrições à liberdade, continua sendo um mistério. Todavia, essa infausta ocorrência é, curiosamente, festejada como uma "janela de oportunidades" pelo misterioso Fórum Econômico Mundial fundado em 1971 pelo engenheiro alemão Klaus Martin Schwab que é desde a criação dessa entidade seu Presidente. O Fórum tem sua sede na Suíça e anualmente reúne líderes globais em Davos, uma pequena comuna suíça de 11 mil habitantes e se intitula como uma organização público-privada.
O alemão Klaus Martin Schwab, o criador e Presidente do Fórum Econômico Mundial 
A novo projeto desse Fórum denomina-se "The Great Reset", que significa em tradução para o português "O Grande Reinicio", e que, segundo os textos publicados no site do Fórum Econômico Mundial, aproveitará - sim é isso mesmo que você está lendo - a crise da pandemia chinesa. Deve-se se acrescentar a essa informação o Evento 201, realizado em outubro de 2019 em New York, com a participação de 15 especialistas mundiais cuja temática, curiosamente, foi um simulacro de pandemia global e reuniu 15 especialistas mundiais no âmbito dos negócios, governos e saúde pública.

Coincidências à parte, o fato é logo em seguida o mundo foi surpreendido pela pandemia do vírus chinês. Na esteira dessas ocorrências misteriosas sobrevem agora o projeto "The Great Reset" do tal Fórum Econômico Mundial. No jargão da informática "reset" significa desligar totalmente um computador e em seguida religar. Sim, este é o sentido exato desse misterioso projeto.

Em síntese, um grupo de políticos, cientistas e técnicos decidiu completamente à revelia das nações e seus povos de aplicar um pacote global de mudanças cujo o teor, objetivo e alcance são completamente desconhecidos pela totalidade dos povos da Terra. Depois há quem questione o conceito de "globalismo", reputando-o como "teoria da conspiração"

Em que pese o hermetismo dos detalhes e objetivos que fundamentam o tal "The Great Reset", segundo se pode aferir no site do Fórum Econômico Mundial ou, ainda, na profusão de vídeos que essa entidade publica em sua conta do Youtube, a verdade é que um grupo de mega-empresários, professores de universidades, cientistas e técnicos de instituições públicas e privadas conferem a textura técnico-tecnológica do projeto denominado "The Great Reset".

O que se pode constatar visitando sites e os vídeos produzidos pelo Fórum Econômico Mundial é que esse projeto de mudar o mundo é rigorosamente aquilo que lhes interessa. Esses pretensos luminares não revelam o objetivo fundamental da iniciativa e sequer indagaram se a população global, calculada atualmente em 7,5 bilhões, está de acordo com essa nebulosa iniciativa.

Por enquanto o conteúdo sobre esse projeto destinado a 'resetar' está restrito aos sites e vídeos do Fórum Econômico Mundial, um material enorme e em sua maioria editado em inglês. E a maioria desse material relativo ao tal "The Great Reset" é de natureza sensacionalista, para não dizer aterradora. Não pode ser descartada a incrível coincidência do projeto que pretende resetar o mundo ter como pano de fundo a peste do vírus chinês. Afinal, noticiou-se inicialmente que o vírus "vazou" de um laboratório chinês.

No site do Fórum Econômico Mundial há um artigo que revela como os pretensos luminares do Fórum de Herr Klaus Martin Schwab e, por conseguinte o próprio Schwab, vêem o mundo. O artigo de autoria de Álvaro Imbernón, da Universidad Nebrija, sediada em Madrid, Espanha, publicado no site do Fórum dá um ideia geral sobre o que está por trás desse tal The Great Reset. O artigo se baseia na obra do professor israelense Yuval Noah Harari. Leiam:
DO HOMO SAPIENS AO HOMO DEUS:
O FUTURO DA EVOLUÇÃO.
A crise da Covid-19 e as perturbações políticas, econômicas e sociais que ela causou estão mudando fundamentalmente o contexto tradicional de tomada de decisão. As inconsistências, inadequações e contradições de múltiplos sistemas - desde saúde e financeiro até energia e educação - estão mais expostas do que nunca em um contexto global de preocupação com as vidas, meios de subsistência e o planeta. Os líderes se encontram em uma encruzilhada histórica, gerenciando as pressões de curto prazo contra as incertezas de médio e longo prazo.
À medida que entramos em uma janela de oportunidade única para moldar a recuperação, esta iniciativa oferecerá insights para ajudar a informar todos aqueles que determinam o estado futuro das relações globais, a direção das economias nacionais, as prioridades das sociedades, a natureza dos modelos de negócios e a gestão de um bem comum global. Com base na visão e na vasta experiência dos líderes engajados nas comunidades do Fórum, a iniciativa Great Reset tem um conjunto de dimensões para construir um novo contrato social que honre a dignidade de cada ser humano.
Em Sapiens: Dos Animais aos Deuses, Yuval Noah Harari, Professor de História da Universidade Hebraica de Jerusalém, revisou a "vitória" do Homo sapiens em sua luta pela sobrevivência e conquista da humanidade, desde seus primeiros passos até o presente. Os instintos sociais que nos facilitam poder colaborar em torno das ficções (deuses, ideologias, nações, dinheiro) levaram a três grandes revoluções, que marcaram a imposição dos sapiens sobre o resto da espécie humana e o planeta: cognitiva, agrícola e o científico. A capacidade do autor de condensar grandes ideias sobre o curso da história em um espaço tão pequeno rendeu-lhe o aplauso entusiástico de celebridades como Barack Obama, Mark Zuckerberg ou Bill Gates e um best-seller espetacular. Pouco depois, o autor volta com o Homo Deus para afirmar que estamos à beira de outra revolução que mudará tudo.
O livro começa com uma revisão do que já foi tratado no Sapiens. Apesar do fato de que a ideia de progresso pode parecer em declínio em um Ocidente que enfrenta um recuo de identidade exemplificado por Trump e Brexit, a humanidade continua avançando. "A agenda humana", tradicionalmente marcada pela fome, peste e guerra, começa a se transformar. Esses três fenômenos continuam a ter um impacto cruel, se fixarmos o olhar na Síria, no Congo ou na Líbia, mas se acendermos as luzes, não poderemos ignorar os avanços espetaculares alcançados em escala global em esperança e qualidade de vida nas últimas décadas. À maneira de Steven Pinker ou Jared Diamond, Harari relata como o ser humano médio hoje é mais saudável, educado, livre e pacífico. Ele exemplifica isso afirmando que, pela primeira vez na história, "mais pessoas morrem por comer demais do que por comer de menos, mais por velhice do que por uma doença infecciosa, e mais por suicídio do que por assassinato pelas mãos de soldados, terroristas e criminosos" .
Esse progresso não parou, mas está começando a dar frutos, a ponto de o ser humano não se dedicar apenas a melhorar nossa capacidade de sobrevivência, mas sim projetar inteligência artificial e buscar superar a velhice e até a morte. . Se com a revolução agrícola a humanidade silenciou animais e plantas, e com a revolução científica silenciou os deuses, o próximo grande passo, segundo Harari, será através da engenharia, seja ela biológica, ciborgue ou sensores não orgânicos. - único. Assim que a tecnologia nos permitir remodelar a mente humana, a história humana chegará ao fim e passaremos do Homo sapiens para o Homo deus.
A teoria provocativa de Harari parte da premissa de que os organismos são algoritmos: «Cada animal (incluindo o Homo sapiens) é um conjunto de algoritmos orgânicos, moldados pela seleção natural ao longo de milhões de anos de evolução [...] Não não há razão para pensar que algoritmos orgânicos serão capazes, no futuro, de fazer coisas que algoritmos não orgânicos nunca serão capazes de replicar ou superar. "
Isso nos levaria a uma nova era, pós-humanista ou pós-liberal. Na modernidade, o indivíduo, seja eleitor, consumidor ou amante, está no centro de todo significado e legitimidade. Nosso livre arbítrio como indivíduos é o que tece uma teia de significado para enfrentar a vida. Mas, segundo o autor, são meras ilusões, já que o verdadeiro poder está nas redes. Hoje, um algoritmo não orgânico poderia entender os humanos melhor do que como nós nos entendemos, então fará sentido confiar a este algoritmo mais e mais decisões de nossas vidas. Até certo ponto, isso já acontece quando se trata de comprar, ler (Amazon), ouvir música (Spotify), movimentar-se (Waze), procurar um parceiro (Tinder) e investir na bolsa de valores. E também quando se trata de moldar nossas opiniões políticas, pois graças ao eco gerado pelos algoritmos e redes sociais do Google, recebemos cada vez menos informações que não estão de acordo com nossas preferências políticas. O mesmo pode acontecer em breve com nossa saúde (bases de dados genéticos, sistemas cognitivos) e em outras áreas de nossa vida diária, graças aos assistentes pessoais. De acordo com Harari, quando esses oráculos evoluírem, eles se tornarão representantes de indivíduos, se comunicarão entre si e, no final das contas, se tornarão soberanos porque pensarão por nós. Isso significaria "desacoplar" a inteligência da consciência. Progressivamente, "as pessoas deixarão de se ver como seres autônomos" e a "crença no individualismo desaparecerá".
Nesse ponto, o autor traça um panorama um tanto distópico, pois considera que a elite está sempre um passo à frente e isso pode significar que aquela parcela da população que não tem acesso à revolução dos algoritmos e da biotecnologia. tornar-se um novo proletariado, composto de trabalhadores supérfluos. Nesse futuro, que seria uma espécie de feudalismo digital, uma tecnocasta aprimorada biologicamente não poderia tratar o novo proletariado melhor do que os europeus trataram os povos colonizados no século XIX. Novamente, pode haver diferentes tipos de humanos no planeta competindo uns com os outros. Segundo o autor, esse horizonte de convivência humana com entidades de inteligência superior nos levaria a repensar nossa relação atual com os animais.
NANOBOTS CORRENDO EM NOSSAS VEIAS?
Também afeta o lado negro da tecnologia: a insegurança e a falta de privacidade podem tornar mais fácil para um hacker norte-coreano controlar os nanobots que correm em nossas veias ou para assistentes pessoais de tecnologia agirem impiedosamente para favorecer seus proprietários. Esses temores lembram as abordagens da série Black Mirror ou o caso de House of Cards, em que um candidato à presidência dos Estados Unidos se junta a uma empresa de tecnologia semelhante ao Google para influenciar o resultado eleitoral.
Harari não se detém no ludismo, porque não concebe que o progresso científico possa ser travado, nem mesmo por ideologias ou religiões, que considera em grande parte obsoletas por não poder dar respostas às grandes questões do nosso tempo. Na verdade, ele insiste que as decisões com maior impacto na vida dos cidadãos não são tomadas por políticos em Washington ou Bruxelas, mas por engenheiros, empresários e cientistas, especialmente no Vale do Silício. A última parte do livro é dedicada a eles, focada na análise de uma ideologia de grande futuro segundo o autor: o "dataismo". Revisa a história da humanidade a partir de uma perspectiva datacêntrica, deixando de lado o indivíduo e seus sentimentos. Dessa abordagem, o liberalismo, a democracia e o mercado livre não teriam triunfado não por causa de sua capacidade de gerar prosperidade e felicidade, mas sim "porque melhoraram o sistema de processamento de dados" em comparação com opções mais centralizadas, como o comunismo ou o fascismo, pouco eficiente para o uso do fluxo de dados.
A prosa ágil do autor torna o livro fácil de ler, embora se possa esperar que o Homo Deus envelheça muito mais rápido do que o Sapiens. Todos sabemos que historiadores, como economistas e cientistas políticos, são muito mais precisos ao explicar o passado do que o futuro. O mundo está mudando mais rápido do que nunca? Não devemos supor que a introdução das TIC ou da robotização terá um impacto maior do que banheiros, eletricidade ou contêineres. Economistas como Tyler Cowen ou Robert J. Gordon encorajam essa dúvida. Também devemos ser cautelosos com as projeções de longo prazo, à luz dos sonhos de nossos pais sobre viagens a Marte ou carros voadores. Estamos em uma era tecno-otimista que começa a nos preocupar com o impacto social do desenvolvimento tecnológico e com a inovação disruptiva em áreas como emprego e igualdade.
Este livro nos leva a fazer várias perguntas sobre isso, mas chega a conclusões radicais a partir de uma base instável, especialmente do ponto de vista tecnológico e das relações internacionais. Podemos prever a direção de longo prazo do desenvolvimento tecnológico? A governança público-privada da Internet é um regime politicamente sustentável? O próprio autor nos lembra que em múltiplas ocasiões o destino da humanidade esteve pendurado no fio de uma série de circunstâncias fortuitas. O leitor não deve esquecer isso e enfrentar as afirmações contundentes do autor com alguma cautela e descrença. É claro que as questões que o livro nos confronta indicam que o Vale do Silício não precisa apenas de engenheiros ou matemáticos, mas também de filósofos, e que os dilemas tecnológicos devem ocupar um lugar mais relevante na agenda parlamentar.
De certa forma, o relato de Harari se assemelha ao de Arthur C. Clarke e Stanley Kubrick em 2001: Uma Odisséia no Espaço. A relação entre Sapiens e ferramentas sucessivas –a aliança evolucionária– seria a chave para o progresso. O humano, sentindo-se oprimido pelas ferramentas, será forçado a cooperar e evoluir. Em 2001, o velho macaco consegue neutralizar a traição de HAL 9000, enquanto Harari assume a vitória. De qualquer forma, a simbiose entre homem e máquina parece inevitável, seja ela o “filho das estrelas” em 2001 ou o Homo Deus. Ambos mostram que o homem enfrentará o desconhecido quando deixar o indivíduo para trás. Mas chegaremos realmente a esse ponto? Vamos olhar para o abismo da obsolescência ou para um mar aberto de possibilidades?
Publicado originalmente en el informe económico y financiero de ESADE.