TRANSLATE/TRADUTOR

domingo, setembro 13, 2020

A TENTATIVA DERRUBAR OS ESTADOS UNIDOS. OU: A MISTERIOSA INAÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA NORTE-AMERICANAS.

O texto desta postagem é a reprodução de um artigo do Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris e que está publicado no site Gatestone Institute, um think tank norte-americano. O título original é "A tentativa de Derrubar os Estados Unidos". Em seu texto o professor Guy Millière(*) destaca o fato de que Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. Click here to read in English

Sim, realmente isto é verdadeiro e pode ser visto em inúmeros vídeos, fotografias e relatos da própria imprensa norte-americana. Aproveito neste prólogo a acrescentar minha própria observação dessa onda de violência, ou seja, a leniência das forças de segurança. Transparece o fato da omissão das Forças Armadas norte-americanas, as mais poderosas e bem equipadas do mundo. Além, é claro das agências de inteligência dentre elas FBI e o próprio serviço secreto.

E isso não acontece apenas nos Estados Unidos, mas praticamente em todo o Ocidente. Em contrapartida se verifica a ação dos órgãos de segurança em todos os países ocidentais empenhados numa severa repressão àquelas pessoas que se levantam contra os atos autoritários determinados pela ONU/OMS relativos às chamadas "medidas de segurança" para controlar a pandemia do vírus chinês. Há casos no mundo inteiro e aqui mesmo no Brasil de atos repressivos violentos da autoridade policial contra cidadãos que se revoltam contra lockdown, máscaras faciais e correlatos. Aliás isso vem acontecendo em todo o Ocidente.

Todavia, a mesma repressão acionada sob o pretexto de conter o vírus chinês se fecha em copas quando a bandalha comunista dos Antifas promove a maior depredação já vista nos Estados Unidos. E esse fato não acontece apenas nos Estados Unidos, mas em praticamente em todo o Ocidente, ou seja, a repressão é contra aqueles cidadãos que demandam as liberdades consagradas na lei.

Transcrevo, como segue, o artigo do professor Guy Millière. Vale a pena ler. É um assunto deliberadamente escamoteado pela dita 'grande mídia' mais preocupada em tocar o terror da virulência da peste chinesa, fato que faz aumentar o mistério dessa dita pandemia que curiosamente começou na China. Leiam:

A morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio de 2020 pode parecer, visto pelo retrovisor, como pretexto para o caos. Ao que consta, o assassinato foi cometido por um policial branco e na sequência virou uma onda de tumultos em bairros de inúmeras cidades de porte, que foram devastadas. Lojas foram saqueadas, edifícios foram incendiados e pessoas foram assassinadas enquanto prefeitos e demais autoridades públicas locais optaram por deixar vândalos correrem soltos, catalizarem o conflito racial e protegerem os criminosos, em vez de protegerem os cidadãos que estavam sofrendo a violência. A baderna, num piscar de olhos, parecia não ter nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que queriam derrubar os Estados Unidos.


No passado, integrantes da organização radical Antifa cometeram atos de violência, mas nunca haviam conseguido semear o terror nas grandes cidades. Desta vez eles tinham condições e conseguiram.


Além disso, o movimento marxista Black Lives Matter (BLM), que dava a impressão de ter desaparecido desde a eleição do Presidente Donald J. Trump que, aliás, fez mais pelas comunidades de minoria negra e hispânica em três anos do que qualquer um havia feito em décadas, reapareceu de repente, com dinheiro no bolso e bem organizado, bem no olho do furacão dos tumultos. O BLM recebeu mais apoio de prefeitos de várias cidades importantes e obteve mais popularidade ainda por atacar primeiro as estátuas de ex-donos de escravos, como George Washington e depois as do escravo que conseguiu fugir e abolicionista Frederick Douglass. Em Washington DC e na cidade de Nova York, as palavras "Black Lives Matter" foram pichadas nas avenidas em enormes letras amarelas, em Nova Iorque pelo próprio prefeito.


Esta pode ter sido a primeira vez na história dos Estados Unidos que um movimento marxista tenha recebido apoio corporativo: a Amazon, Microsoft, Nabisco, Gatorade, Deckers e outras grandes empresas americanas doaram centenas de milhares de dólares para o Black Lives Matter Global Network Foundation, agora um grande beneficiário da doação corporativa dos EUA. Muitas faculdades e universidades também se uniram para apoiar o movimento. Os curadores da Universidade de Princeton decidiram remover o nome de Woodrow Wilson da escola de políticas públicas da universidade. Eles disseram que haviam examinado a "longa e danosa história do racismo nos Estados Unidos" e que "o pensamento e as políticas racistas de Wilson o tornaram um homônimo impróprio para uma escola ou faculdade". Chamamentos para a "#CancelYale" pipocaram nas redes sociais, alegando que o homônimo de Yale, Elihu Yale, era dono e traficante de escravos e que a universidade deveria mudar de nome. O presidente da Universidade de Yale, Peter Salovey, no entanto, salientou que não mudará o nome e esclareceu que Yale era "um nome relativamente comum naquela época".


Também pela primeira vez, prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. A prefeita de Seattle, Jenny Durkan abandonou uma área inteira da cidade, apelidada de CHAZ, Zona Autônoma do Congresso Americano, (e mais tarde de CHOPOcupação Organizada do Congresso Americano nas mãos dos manifestantes e sugeriu que uma zona livre da polícia criaria um "verão de amor", e não fez nada enquanto estuprosvandalismo e assassinatos corriam soltos. O prefeito de Portland, Ted Wheeler, permitiu por quase três meses que um distrito inteiro ficasse à mercê dos manifestantes. As câmaras municipais de Nova Iorque e Los Angeles, as duas maiores cidades dos Estados Unidos, votaram a favor de cortar drasticamente os orçamentos de suas forças policiais. A Câmara Municipal de Minneapolis foi ainda mais longe e votou a favor de extinguir toda a força policial da cidade.


A Presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, em uma aparente rendição aos arruaceiros, começou o discurso se referindo ao pandemônio em Portland como: "imenso poder das manifestações pacíficas" e comparou os policiais federais que tentavam defender um edifício federal contra os saqueadores incendiários de "tropas de assalto" da era nazista.

O ex-presidente Barack Obama, ao discursar no funeral de um líder dos direitos civis, o Congressista John Lewis, comparou o presidente Donald Trump ao governador segregacionista do Alabama da década de 1960, George Wallace, que por coincidência era democrata. Ele falou sobre "policiais que pressionam os joelhos nos pescoços de negros americanos", distorcendo os fatos. Em Minneapolis, um único policial se ajoelhou no pescoço de um único americano negro, uma vez. O policial está preso, aguardando julgamento e o abuso foi exemplar e universalmente condenado.


A ideia de que a polícia americana é "racista" vem sendo usada para justificar distúrbios e quebra-quebra. Alguns policiais podem muito bem ser racistas, mas acusar todos os policiais americanos de racismo não reflete a realidade dos fatos. As estatísticas mostram que a esmagadora maioria dos negros mortos por policiais estavam armados e eram perigosos. Além disso, às vezes os policiais envolvidos também são negros. As estatísticas também mostram que, na média, 94% dos negros mortos a cada ano nos Estados Unidos são mortos por negros. Mas muitas pessoas que falam de racismo não parecem se incomodar nem um pouco com aquelas vidas negras que foram ceifadas. Em meio às violentas manifestações, nas quais pessoas foram mortas pelos vândalos ou pelos saqueadores que usavam os distúrbios como cobertura, as principais vítimas eram negras e por vezes crianças.


Já em 2017, o ex-presidente da Câmara Newt Gingrich se mostrava apreensivo quanto aos esporádicos distúrbios que estavam irrompendo, por exemplo, quando palestrantes conservadores eram convidados a discursar. Os Estados Unidos, salientou ele, "se encontram num processo de guerra civil cultural numa via de mão única... Rendição ou enfrentamento, é o nosso país que está em jogo."


Na realidade, a situação havia se tornado "preocupante" antes mesmo da divulgação dos resultados da eleição presidencial de 2016. Consoante com o que podemos ver no relatório do inspetor-geral do Departamento de Justiça Michael Horowitz, os altos escalões do governo durante a administração Obama estavam mancomunados para impedir que o presidente Donald Trump vencesse a eleição e após a sua vitória, de incriminá-lo com o propósito de derrubá-lo.

Um dia após a eleição, manifestantes tomaram as ruas com cartazes com os seguintes dizeres: "não é meu presidente": a legitimidade do presidente Donald Trump foi imediatamente questionada. No dia da posse, no centro de Washington DC, ocorreram violentas manifestações e atos de vandalismo.


Nas semanas seguintes, o presidente Donald Trump foi acusado, sem evidência alguma, de "conluio com a Rússia". As falsas acusações continuaram por mais de dois anos e podem muito bem ter dificultado a administração do país. O ex-diretor da CIA John Brennan sustentava que o presidente havia "trabalhado com os russos" e o acusou de "traição". Quando se verificou que as acusações eram infundadas, os acusadores do presidente, na esperança de afastá-lo, se voltaram para uma conversa telefônica entre o presidente Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. O presidente Trump foi pintado como se tivesse "posto em perigo a segurança do país". Seguiu-se então um procedimento de impeachment, com a acusação de violação de todas as normas. Quando o professor de direito Jonathan Turley destacou que o procedimento de impeachment é que estava violando as normas, ele recebeu ameaças de morte. O professor aposentado de Harvard, Alan Dershowitz salientou: "o Congresso querer destituir o presidente Donald Trump por abusar do Congresso seria um abuso de poder por parte do Congresso". Mesmo assim membros da esquerda da Câmara dos Representantes continuaram com o processo de impeachment do presidente. Deram com os burros n'água.

Num esforço de subverter a eleição de 2016, realizada dentro dos moldes da lei e coagir testemunhas a "distorcerem" e prestarem falso testemunho contra o presidente Donald Trump, outros tiveram as suas vidas arruinadas ao longo do caminho.


As evidências agora mostram claramente que o General Michael Flynn, um notável general quatro estrelas e herói de guerra, foi vítima de uma trama conspiratória que o forçou a renunciar, que o arruinou financeiramente e quase destruiu sua vida. E agora ele está às voltas com uma trama do juiz com viés político Emmett Sullivan e um judiciário politizado. Embora o promotor, o Departamento de Justiça, tivessem desistido da ação após a divulgação segundo as quais grandes volumes de provas escusatórias foram retidas, o Juiz Sullivan decidiu, ilegalmente e no melhor estilo da tradição da ex-União Soviética, que ele próprio seria o juiz e o promotor que continuaria a julgar o caso que ele deveria julgar com imparcialidade. O julgamento ainda está em andamento. Carter PageGeorge PapadopoulosRoger Stone e Jerome Corsi se encontravam entre outros cidadãos inocentes que também tiveram suas vidas viradas de cabeça para baixo.


O procurador-geral William Barr disse recentemente:

"há 30 anos eu achava que as controvérsias tinham um cunho partidário e complicado, mas não são nada comparado aos dias de hoje. As coisas mudaram fundamentalmente... a esquerda representa um partido rousseauniano revolucionário que acredita em destruir o sistema... Eles estão interessados na completa vitória política. Eles não estão interessados em entendimentos. Eles não estão interessados no diálogo, na troca de ideias... É uma religião substitutiva. Eles veem os opositores políticos... como maquiavélicos porque nós estamos no caminho deles alcançarem a sua utopia progressista..."


Conforme Barr ressaltou recentemente ao testemunhar no comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos: "desde quando é permitido incendiar um tribunal federal?"


Há trinta anos muitas coisas eram realmente diferentes. No entanto, as forças destrutivas, estavam em ação. Alguns escritores tentaram soar o alarme, em vão.

No livro The Devaluing of America: The Fight for Our Culture and Our Children, publicado em 1992, o ex-Secretário de Educação William J. Bennett citou o proeminente historiador democrata Arthur M. Schlesinger Jr.:

"os laços de coesão nacional da república já estão suficientemente frágeis. A educação pública deve procurar fortalecer esses laços para não enfraquecê-los... A alternativa à integração é a desintegração".


No mesmo ano, o analista de política Martin Anderson publicou Impostors in the Temple: American Intellectuals Are Destroying Our Universities and Cheating Our Students of Their Future. "Eles fingem ensinar", escreveu ele, "eles fingem fazer um trabalho original e importante. Eles não fazem nem um nem outro. Eles são impostores no templo. E desses impostores fluem a maioria dos males educacionais dos Estados Unidos."


De novo, no mesmo ano, o estimado economista e comentarista social Thomas Sowell, que diga-se de passagem é negro, escreveu em seu livro: >Inside American Education: "seja flagrante ou sutil, a lavagem cerebral se tornou uma atividade importante e demanda muito tempo na educação americana em todos os níveis".

Poder-se-ia dizer que não se trata apenas de lavagem cerebral. Há também a longa marcha dos radicais em cima das instituições americanas que foi descrita por Roger Kimball em seu livro The Long March: How the Cultural Revolution of the 1960s Changed America. Agora que esses alunos já se formaram, eles fazem parte do governo e de grandes corporações, subvertendo por dentro a cultura ocidental.


O escritor americano David Horowitz tachou o que vem acontecendo desde 8 de novembro de 2016 de "sabotagem" e escreveu recentemente o seguinte:

"Na Rotunda do Jefferson Memorial em Washington estão inscritas as seguintes palavras: 'Jurei sobre o altar de Deus hostilidade eterna contra toda forma de tirania sobre a mente do homem.' Essa declaração de Thomas Jefferson é o cerne da democracia que em sua fundação desempenhou um papel tão central. É por isso que a Primeira Emenda da Declaração dos Direitos é a Primeira Emenda e não a Segunda nem a Quarta nem a Quinta.


"Hoje a nossa nação está diante da mais grave ameaça de estabelecer tal tirania em toda a nossa história."


(*) Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, é autor de 27 livros sobre a França e a Europa.

sexta-feira, setembro 11, 2020

APOIADORES DO PRESIDENTE DONALD TRUMP QUEBRAM O TABU DO VÍRUS CHINÊS E PROMOVEM MANIFESTAÇÕES GIGANTESCAS

À medida em que diminui o tempo rumo à eleição presidencial nos Estados Unidos, prevista para 3 de novembro deste ano de 2020, aumentam em todo o território norte-americano uma série de gigantescas manifestações de apoiadores do Presidente Donald Trump, conforme se pode conferir nos dois vídeos que ilustram esta postagem.

Nota-se como é diferente o modus operandi dos conservadores Republicanos em suas manifestações de apoio a Donald Trump. Já os comunistas do dito "Partido Democrata" não se manifestam politicamente, pois usam apenas a violência da guerrilha urbana, promovendo quebra-quebras, detonado tudo que vêem pela frente. A ordem dos ditos "Democratas" é a destruição dos Estados Unidos. Já imaginaram essa gentalha no poder? 

Entretanto, o mais incrível disso tudo é o comportamento da mainstream media, os ditos grandes meios midiáticos que com seu jornalismo militante da causa comunista eleva à virtude todos os tipos de iniquidades. 
E lá, como aqui no Brasil, todos os jornalistas dos grandes veículos midiáticos são cultores do vírus comunista chinês, ao mesmo tempo em que rendem loas ao ditador comunista Ching Ling. Mas pelo andar da carruagem, como se diz, Mister Donald Trump tem tudo para emplacar folgado seu segundo mandato. Mas esta realidade facilmente aferível pelos fatos e suas imagens jamais será revelada pelo jornalismo a soldo do establishment que se esforça de todos os jeitos para fazer crer que os cidadãos norte-americanos estaríam propensos a entregar a maior potência do Ocidente nas mãos de um fantoche tarado do Partido Democrata.
Nem mesmo os institutos de pesquisa norte-americanos, que sempre foram unha e carne do establishment e do deep state, estão dispostos a virar boi de piranha dos Antifas, os "ativistas" do dito Partido Democrata. 
Enfim, esta é a realidade que se colhe das cenas expontâneas de milhares de cidadãos conservadores que decidiram quebrar o tabu do vírus comunista e estão indo às ruas, às águas e aos ares para manifestar apoio inconteste ao Presidente Donald Trump. 
Claro, as manifestações dos eleitores conservadores tem outro viés. São alegres, ordeiras e pacíficas muito diferente das tropas de assalto comunistas do dito Partido Democrata. Esta é portanto a leitura correta do que está ocorrendo na campanha presidencial norte-americana. Ou alguém é capaz de acreditar que os cidadãos decentes dos Estados Unidos irão entregar de bandeja a maior potência econômica do planeta para o Partido Comunista Chinês?

A SUPREMACIA DOS VALORES CONSERVADORES CONTINUA IMPERANDO NOS ESTADOS UNIDOS E DETONA A VIGARICE MIDIÁTICA ESQUERDISTA.

Por que os comunistas em geral e, particularmente, aqueles fantasiados de jornalista que operam na mainstream media distorcem e manipulam todas as informações e eventos relativos à campanha presidencial que ocorre nos Estados Unidos? Ora, porque os Estados Unidos continuam sendo o esteio dos valores que deram vida à Civilização Ocidental, dentre eles os principal que é a liberdade! Por isso é que, em contrapartida, toda a velhacaria comunista exulta a China, um país sob o domínio exclusivo do Partido Comunista Chinês que pode tudo, inclusive eliminar todos os cidadãos chineses que questionarem a ditadura do Xing Ling. A China é dominada pelos velhacos e assassinos comunistas. Esta é a verdade insofismável.

Embora boa parte da grande mídia norte-americana e seus jornalistas de aluguel a soldo dos comunistas se dediquem de corpo e alma a encontrar chifres em cabeça de burro, tentando esmaecer o evidente prestígio do Presidente Donald Trump, espelhado nas pesquisas eleitorais que o colocam na dianteira da corrida presidencial, existem outros veículos midiáticos de igual prestígio e força de viés conservador. E as celebridades midiáticas não estão apenas na dita 'grande mídia'. Como também a intelectualidade não é propriedade privada das hostes comunistas, porque nos Estados Unidos, desde sua fundação, prevalece a crença nos preceitos e valores conservadores. Se assim não fosse os Estados Unidos não seriam os principais guardiões dos valores da Civilização Ocidental, sobre tudo a liberdade!

Exemplo do que afirmei neste prólogo é o texto que segue de autoria de Cal Thomas que é um dos colunistas de opinião mais lidos nos Estados Unidos publicado no prestigiado site Townwall e que foi traduzido para o português pelo site Mídia Sem Máscara.


Não se trata da dita "mídia alternativa", já que nos Estados Unidos os valores conservadores prevalecem e são eles que dão o tom para o debate político. Leiam o texto de Cal Thomas intitulado "A Conspiração Anti-Trump":

As redes de TV a cabo, incluindo a Fox News, não tinham muito sobre o que falar neste fim de semana do Dia do Trabalho além do artigo publicado na revista Atlantic, de autoria de Jeffrey Goldberg, afirmando que o presidente Trump havia dito que americanos que morreram em guerras são “perdedores” e “otários”. Tais declarações teriam sido feitas há dois anos, durante a visita do presidente à França, e foram negadas por inúmeros funcionários atuais e antigos do governo. Eles afirmam que estavam com Trump, e que ele nunca disse nada do que lhe foi atribuído.
Por que, então, tais alegações vêm à tona só agora? É preciso perguntar?
Essa é a última de uma série de despejos de lixo político tóxico no ambiente de campanha para prejudicar a reeleição do presidente. Faltando menos de dois meses para o 3 de novembro, pode-se esperar ainda mais lixo vindo dos adversários. Pena que não haja uma agência política de proteção ambiental. Até agora, nada disso funcionou. A maioria já fez seus julgamentos sobre o presidente, suas políticas e caráter. A montoeira vinda de seus detratores parece sequer ter movido a agulha, especialmente nos estados “campo de batalha”, os únicos que realmente importam. De acordo com o Pew Research Center, os índices de aprovação do presidente são “excepcionalmente estáveis … e profundamente partidários”.
Em todas as “reportagens” (palavra que perdeu todo o significado no jornalismo de opinião contemporâneo), muitas “fontes” são anônimas. Nenhuma tem coragem de se apresentar e vincular seu nome às acusações. As pessoas que foram as fontes do artigo de Goldberg e, depois, da repórter Jennifer Griffin, da Fox News, seriam remanescentes do governo Obama no Pentágono, ou ex-funcionários do governo descontentes que não conseguiram o que queriam? Fazem eles parte da cabala para eleger Joe Biden? Conhecer as fontes de tais calúnias ajudaria o público a julgar a veracidade delas.
Quais as motivações por trás dessas e de outras citações anônimas? Se pretendem manter seus empregos enquanto prejudicam um presidente para o qual são pagos para servir, devem mesmo é renunciar e ir a público. Que saiam de seus esconderijos, integrem-se ao debate e se responsabilizem pelo que dizem, ao invés vez de jogar bolas de lama por trás do muro alto de proteção da mídia.
Nos tribunais, a pessoa tem o direito constitucional de enfrentar seus acusadores e de fazer com que sejam interrogados. No tribunal político ninguém tem esses direitos. Calúnia e insinuações são a norma.
Membros da família Trump ao menos foram a público ou escreveram livros sobre as objeções que fizeram a seu parente famoso, permitindo que o presidente respondesse. Aqueles que não se apresentam são covardes, procurando salvar sua pele enquanto queimam a dele.
Não é preciso fazer parte de uma conspiração para atingir o mesmo objetivo. Visões de mundo semelhantes produzem os mesmos resultados, com ou sem coordenação.
Na verdade, a definição da palavra “conspirar” se encaixa: “Agir ou trabalhar juntos para o mesmo resultado ou objetivo.”
Entre jornalistas, tem havido um debate sobre o uso de fontes anônimas. Embora às vezes possam fornecer informações ao público que não poderiam ser obtidas de outra forma, seu uso excessivo pode contribuir para o declínio da credibilidade da mídia, o que inúmeras pesquisas têm mostrado ser a tendência nos últimos anos.
Se essas fontes anônimas recentes acreditam que estão tentando salvar a nação, ao invés de acrescentar a ela toxicidade, não poderia haver melhor momento para livrarem-se do manto de anonimato. Assim poderemos conhecer suas conexões políticas, e o alvo de seus ataques e difamações poderá enfrentar seus acusadores.

quinta-feira, setembro 10, 2020

TIKTOK: O 'CAVALO DE TRÓIA' DOS COMUNISTAS CHINESES PARA DOUTRINAR OS NORTE-AMERICANOS E TODO O OCIDENTE.

Esta postagem dá uma idéia da invasão do Partido Comunista Chinês sobre o Ocidente, sobretudo visando influenciar os adolescentes. Trata-se de um artigo muito especial do conhecido think tank norte-americano Gatestone Institute, de autoria do escritor e ensaísta Gordon G. Tang (*). O foco é o TikTok, um aplicativo chinês para veicular vídeos curtos e que caiu nas graças dos adolescentes, especialmente nos Estados Unidos.
Acontece que esse atrativo é, na verdade, um espião dos comunistas chineses, fato que levou o Presidente Donald Trump a assinar um decreto-lei destinado a barrar essa sutil, porém pesada, interferência dos comunistas chineses sobre o Ocidente por meio desse aplicativo espião. Entendam tudo lendo o artigo que segue:
Na quinta-feira o Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana.
Usando de poderes emergenciais, ele proibiu os americanos de fazerem qualquer transação com a ByteDance Ltd., uma empresa privada chinesa ou com qualquer uma de suas subsidiárias após o prazo de 45 dias. As transações proibidas, assinala o decreto, serão as "definidas" pelo Secretário do Comércio.
Na prática o decreto barra efetivamente o TikTok da ByteDance, um aplicativo de vídeos curtos, nos Estados Unidos em 45 dias.
O TikTok está sendo acusado de monitorar usuárioscensurar conteúdo e fazer mal uso de informações de menores. Também há o receio de que o aplicativo apresente vulnerabilidades, permitindo furtivos downloads de programas mal-intencionados em dispositivos. A alegação mais importante diz respeito à manipulação de usuários.
O aplicativo, que o New York Times chama de "a primeira história de sucesso realmente global da Internet da China" desfruta de ampla aceitação popular, especialmente entre adolescentes e pré-adolescentes. Disponível em 39 idiomas em mais de 150 países, o TikTok foi o segundo aplicativo mais transferido por download no ano passado, perdendo apenas para os apps de jogos.
De acordo com o decreto de Trump, o TikTok já conta com mais de um bilhão de downloads ao redor do mundo e mais de 175 milhões de downloads somente nos Estados Unidos. Segundo estimativas dos analistas, há mais de 800 milhões de usuários ativos mensalmente.
O TikTok vicia, mas isso não deveria causar nenhuma surpresa. Ele foi projetado para essa finalidade, provavelmente desenvolvido com a inteligência artificial mais sofisticada do mundo para este propósito. O TikTok oferece customização, talvez melhor do que nenhum outro aplicativo.
"Se você quiser conhecer alguém, basta dar uma olhadela no feed do TikTok do usuário em questão", salientou Jonathan Bass ao Gatestone Institute, que por ser CEO da PTM Images é comprador de publicidade nas redes sociais.
"Os feeds mostram, em detalhes, o total das preferências de um usuário."
"Por fazer uso de inteligência artificial, o TikTok, diferentemente do Facebook, preenche um feed de notícias antes mesmo do usuário adicionar o primeiro amigo à plataforma, cria um perfil sobre você, seus receios e suas vulnerabilidades," ressaltou Paul Dabrowa, especialista em segurança nacional da Austrália a este site.
Bass me contou que o filho nerd de seu amigo nunca conseguiu incluir mais de cem seguidores no Instagram. Já no TikTok ele acumulou 26 mil em apenas duas semanas.
Por que esse nerd tem tantos seguidores? O algoritmo do TikTok, capaz de identificar milhares de pontos de dados, enviou os vídeos dele para pessoas que tinham as mesmas preferências pessoais do filho nerd do amigo.
Informação é poder. A inteligência artificial permite que Pequim crie o perfil de um usuário e logo calcule seus interesses. Especificamente, o TikTok usa dados para separar o joio do trigo para atribuir conteúdo. O conteúdo peneirado, por sua vez, faz com que as pessoas ajam de um jeito predeterminado. Acredita-se que isso seja muito fácil de se conseguir principalmente com jovens sugestionáveis, nerds e coisas do gênero.
Portanto, o TikTok, é uma poderosa plataforma de vendas. Obviamente, não haverá nenhum dano à segurança nacional dos EUA se o aplicativo for usado para fazer vendas, a exemplo do Bass, fotos emolduradas, bugigangas de mesa de centro e peças ornamentais para a casa.
Mas e se a intenção for derrubar o governo americano? O TikTok seria uma mão na roda. Conforme realçou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que o TikTok pode ser usado para desencadear respostas e comportamentos sob medida."
Segundo suas anotações particulares, o "uso da propaganda como arma", principalmente quando gerenciada por IA, "pode desencadear guerras, colapso econômico, tumultos e protestos de tudo quanto é tipo". "Ela pode, afirma Dabrowa, "também acabar com a credibilidade de instituições governamentais e fazer com que a população se vire contra si mesma."
Há quem acredite que Pequim alterou o algoritmo do TikTok para incendiar as manifestações no caso George Floyd, que se espalharam por todo o país em questão de horas. Bass acha que o aplicativo convenceu as estudantes universitárias brancas a sentirem empatia pelos negros pobres ao promover a narrativa de que em ambos os grupos foram negados as devidas oportunidades.
A China tem condições para tanto. Os engenheiros que trabalham para a Douyin, site-irmão da TikTok na China, gerenciam os algoritmos do TikTok, que entre outras coisas selecionam os vídeos que serão exibidos aos usuários. Esse acesso dá a Pequim as condições para "amplificar o sinal" (peneirar conteúdo com a poderosa IA para induzir as pessoas a se comportarem ao seu bel prazer).
Será que Pequim amplificou o sinal em junho? Muitos adolescentes que naquela ocasião reservaram lugares sem a menor intenção de aparecerem na convenção do Partido Republicano usaram o TikTok para reduzir substancialmente a frequência no comício do presidente Trump em Tulsa. "Na realidade, você acabou de ser atropelado por adolescentes no TikTok que inundaram a campanha Trump com reservas de ingressos fake", bravateou Alexandria Ocasio-Cortez, deputada democrata por Nova Iorque, em resposta ao Twitter a Brad Parscale, então marqueteiro de campanha de Trump.
No momento, a ByteDance está em negociações com a Microsoft e com o Twitter para vender o TikTok. No entanto, a venda por si só não irá acabar com a ameaça. O novo proprietário, seja lá quem for, terá que passar um pente fino no código, linha por linha para encapsular o TikTok da interferência chinesa.
Ainda assim uma revisão tim-tim por tim-tim poderá não ser o suficiente, porque Pequim continuará sabendo das entranhas da arquitetura geral do software, facilitando assim a manipulação do aplicativo. Conforme salientou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que um ator estrangeiro pode entrar pela backdoor e alterar o feed."
Não resta dúvida que o TikTok representa uma ameaça de longo prazo. "Se eu puder mudar o seu modo de pensar com o passar do tempo, poderei programá-lo", salienta Bass. O TikTok, que bombardeia com vídeos todo santo dia, está programando os sugestionáveis jovens dos Estados Unidos.
Enquanto isso, os 45 dias de Donald Trump, somados ao tempo necessário para revisar o software, dão à China inúmeras oportunidades de interferir nas próximas eleições americanas.
Isso significa que na semana passada o decreto de Donald Trump pode até ter salvado a democracia americana, mas talvez não sua própria presidência.
(*) Gordon G. Chang é o autor do The Coming Collapse of China, Ilustre Senior Fellow do Gatestone Institute e membro do Conselho Consultivo.

segunda-feira, setembro 07, 2020

7 DE SETEMBRO DE 2020. VIVA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL. VIVA A SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DO NOSSO PAÍS COM BOLSONARO PRESIDENTE.

Apesar da peste do vírus chinês e de todas as tentativa de prejudicar e impedir a comemoração da data da Independência do Brasil neste 7 de Setembro de 2020, o povo foi às ruas em Brasília vestido de verde e amarelo sob a inconteste liderança  pelo Presidente Jair Bolsonaro.
Neste vídeo do canal Foco do Brasil uma reportagem completa da Comemoração Oficial deste 7 de Setembro de 2020 na Capital da República. O jornalismo chulé da grande mídia foi incapaz de exultar o evento. No Twitter, por exemplo, o destaque desse evento repreendia o Presidente da República por não estar usando máscara. Sim, os mascarados da grande mídia a soldo do Partido Comunista Chinês tentam de todas as formas minimizar o grande evento deste 7 de Setembro de 2020 em Brasília. 

Infelizmente, no restante do país os cultores da desgraça da peste chinesa conseguiram impedir as comemorações do Dia da Independência do Brasil. E tem conseguido também, sob às ordens de organizações comunistas como a ONU,  OMS, e Fórum Econômico Mundial manter a paralisação das atividades empresariais forçando a bancarrota da economia. Os tarados comunistas da Fórum Mundial conforme  noticiei aqui no blog anunciam o tal "The Great Reset", ou seja, paralisar o planeta e reiniciá-lo sob a mão de ferro de uma espécie de governo mundial. E sem qualquer pejo vêem como uma oportunidade - bingo! - a pandemia da peste chinesa! E afirmam isso na cara dura, conforme matéria que postei aqui no blog.

Não é à toa que tentaram matar Jair Bolsonaro no final da campanha presidencial de 2018. Não é à toa também o fato da grande mídia em nível internacional procurar de todas as formas impedir a vitória do Presidente Donald Trump no pleito presidencial norte-americano.

Esses vigaristas globais não têm qualquer limite. Enfim, esse é o clima político, ou seja, um esquema destinado à destruição do Estado-Nação. Neste caso a peste chinesa impede a liberdade dos povos, inclusive o direito de comemorarem a data de suas independências. Notem a que ponto chegamos. Por meio dessa peste chinesa até mesmo as manifestações de alegria são proibidas.

E esse troço todo é movimentado por meio da organizações criadas na Europa, como a ONU, Fórum Econômico Mundial e congêneres. A Europa é portando a desgraça do mundo. É caca pura e tem de ser repudiada. Afinal foi a Europa que criou o comunismo, o nazismo e o fascismo, que são verso e anverso da mesma medalha. O totalitarismo assassino é criação da Europa e hoje floresce na China com o apoio dos ditos "globalistas", os cultores de um governo mundial.

Por isso essa gentalha detesta a comemoração de datas que exultam a Independência dos Estados-Nação, como é o 7 de Setembro no Brasil.
Para se ter uma ideia, se Jair Bolsonaro não tivesse sido eleito a data consagrada à Independência do Brasil não teria ocorrido hoje, dia 7 de Setembro de 2020. Nesta segunda-feira Brasília estaria parecendo uma cidade fantasma. Só este fato dá uma ideia da força e liderança do Presidente Jair Bolsonaro. Imaginem se estivéssemos sob os governos comunistas do passado, com destaque para FHC e seus sequazes comunistas.

A luta pela liberdade, portanto, continua e continuará para sempre. Especialmente agora em que o mundo inteiro foi paralisado pela canalha globalista totalitária e assassina!

Dêem Graças a Deus por termos Jair Bolsonaro na Presidência da República. Imaginem se estivéssemos sob o relho dos comunistas sob o comando de gente como Fernando Henrique Cardoso, Lula et caterva, ou seja, o velho e assassino establishment, esse contubérnio de poderosos que vêm dilapidando o nosso país desde o golpe da República!

Salve portanto 7 de Setembro de 2020. Salve o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. O Brasil é muito maior do que todos esses canalhas! VIVA O BRASIL!

domingo, setembro 06, 2020

O ROMANCE CORRUPTO ENTRE AS GRANDES EMPRESAS E O SOCIALISMO

Esta postagem pode ser considerada muito extensa para um blog, todavia há certas coisas que não podem ser resumidas em poucas linhas, mormente se o objeto do texto, como é o caso deste, tente mostrar a existência do conluio entre grandes empresas e regimes socialistas. Aliás, o caso brasileiro é emblemático, sobretudo com o advento da dita Nova República que levou ao poder Fernando Henrique Cardoso e depois Lula e seus sequazes com o beneplácito do establishment. É bom lembrar que por pouco não foi aprovado pelo Congresso Nacional o projeto dos Conselhos Populares que, segundo os comunistas então no comando do Brasil, prometiam "democratizar" as ações do governo. O troço repetiria no Brasil os "sovietes" da Rússia Comunista. 

Pouco tempo depois explodiu o escândalo do dito "petrolão" a maior roubalheira ocorrida no Brasil e, quiçá, no mundo! E isso eviscerou o monstro da corrupção levando para a cadeia, além de Lula e vários de seus sequazes, uma penca de grandes empresários. Face ao escândalo da funesta roubalheira que abalou os brasileiros ficou no ar a indagação: mas como é que pode um regime comunista ter como comparsas grandes capitalistas donos de grandes empresas? Por que diabos - indagavam os desavisados - empresários capitalistas estão aliados aos comunistas?

Pois bem. Acabei encontrando no site Epoch Times uma excelente matéria do competente jornalista norte-americano Joshua Phillipp cujo título é emblemático além decifrar muito bem o conluio criminoso de empresas e seus empresários com regimes socialistas.

E agora mesmo no Brasil se constata um fato que não pode passar desapercebido pelos brasileiros. A ascensão  de Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República deixa muito claro o fato de que os ditos grandes empresários, banqueiros e correlatos, enfim, todo o establishment, em sua esmagadora maioria, guardam um silêncio sepulcral em relação ao Governo, ou seja um comportamento totalmente diferente em relação aos governos anteriores.

Ora, se Bolsonaro é um intransigente defensor da liberdade, do livre mercado, da livre iniciativa seria normal a simpatia de todo o empresariado nacional haja vista que pela primeira vez na história da República o Brasil tem um governo que defende essencialmente o capitalismo, a liberdade política, econômica, o livre mercado. No entanto, o comportamento de indiferença da esmagadora maioria dos empresários nos leva a crer - salvo as exceções - que estavam muito mais animados quando os artífices do famigerado "petrolão", estavam no poder. 

Creio que o texto do jornalista Joshua Phillipp joga um bom facho de luz sobre a questão. O título original de sua matéria dá uma ideia do tamanho da encrenca: "O romance corrupto entre as grandes empresas e o socialismo". Transcrevo. Vale a pena ler. Daí se pode constatar uma coisa evidente, ou seja, o retraimento do setor empresarial em relação da data magna do Brasil, ou seja, a comemoração da Independência do Brasil, que transcorre dia 7 deste mês de setembro de 2020. Ao que parece estão mais preocupados em obedecer as regras tirânicas de prefeitos e governadores tendo em vista o combate da peste chinesa. 

Dito isto, transcrevo a análise do jornalista Johsua Phillipp. Leiam:

Há um romance estranho e irônico entre as grandes empresas e o socialismo. Em outros tipos de sociedades livres, as corporações tornaram-se os corpos de aplicação extralegal das leis culturais – capazes de disparar, envergonhar e arruinar a vida das pessoas que desafiam os sistemas não oficiais de correção política.


A Suprema Corte, por unanimidade, reafirmou em junho de 2017 que o chamado “discurso do ódio” não é ilegal nos Estados Unidos e é protegido como liberdade de expressão na Constituição dos Estados Unidos.


É claro que o “discurso do ódio” é em grande parte indefinido e seus significados mudam com base nas necessidades políticas da esquerda socialista. Há um fluxo constante de casos, mas recentemente um usuário do Google revelou ao Projeto Veritas que o Google está censurando conservadores para evitar a futura presidência do Trump. Até mesmo a comunidade de tricô Ravelry anunciou que proibirá os usuários de apoiarem Trump sob o pretexto de que Trump se tornou um símbolo de ideias que eles consideram odiosas.


Em todos os casos, as pessoas que violam essas leis não oficiais correm o risco de serem publicamente expostas pelas agências noticiosas – como vimos em junho, quando o Daily Beast expôs e envergonhou publicamente um motorista de empilhadeira, no Bronx, por supostamente criar um vídeo engraçado que retratava a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, fazendo barulho, como se estivesse bêbada.


Vimos uma situação semelhante em fevereiro de 2018, quando a CNN enviou um repórter para a casa de uma mulher idosa para acusá-la de compartilhar um suposto artigo russo no Facebook. Nós vimos isso novamente quando o estudante de 16 anos de idade, Nick Sandmann, foi falsamente acusado pela grande mídia corporativa de assediar um homem idoso nativo americano. Em resposta, as celebridades brincaram no Twitter sobre agredir ou assassinar ele e seus colegas de classe.


As agências de notícias e as grandes empresas tornaram-se os órgãos de fiscalização de leis não oficiais. Elas identificam as pessoas, envergonham-nas, entram em contato com seus empregadores e tentam arruinar suas vidas. Elas enviam a mensagem de que qualquer pessoa, independentemente de idade ou raça, está aberta a ataques se ela violar as leis socialistas de correção política impostas pelas corporações.


Grandes empresas, em conluio com facções políticas socialistas, encontraram uma maneira de reforçar as leis socialistas que não são criminosas sob as leis normais. E através do terrorismo político, elas enviam uma mensagem de que falar contra as narrativas politicamente corretas pode arruinar sua vida. As pessoas ficam então aterrorizadas em um silêncio coagido.


O politicamente correto se origina com o Partido Comunista Chinês de Mao Zedong, quando ele estabeleceu em 1967 que aqueles que apoiam as políticas socialistas são “politicamente corretos”, e aqueles que se opõem a eles podem ser publicamente envergonhados, presos ou mortos.


Nos Estados Unidos, onde o socialismo não dominou os órgãos do governo, as coalizões de grandes empresas nos meios de comunicação e no Vale do Silício se tornaram os defensores do socialismo em uma outra forma de sociedade livre.

Em outras palavras, você é livre perante o Estado para ter suas próprias opiniões e divergências, mas se você expressar publicamente essas opiniões e discordâncias, que são totalmente legais, você corre o risco de ser punido por grandes empresas que tomaram para si mesmas o discurso policial de acordo com seus preconceitos políticos.


“Monopólio do Estado capitalista”

Ao contrário da crença popular, o socialismo não se livra do capitalismo – pelo menos não das partes do capitalismo que a maioria das pessoas se opõe. Livra-se dos verdadeiros princípios do livre comércio e coloca os sistemas capitalistas sob controle estatal. Depois de colocar as grandes empresas sob controle estatal, ele as subsidiam através de altos impostos e as gerenciam por meio de leis rigorosas. As novas empresas estatais tornam-se imunes à concorrência independente, as pessoas podem ser indicadas para trabalhar para elas conforme o Estado julgar adequado, e os impostos sustentam negócios que, de outra forma, fracassariam.

Não acredita em mim? Cite um país ou regime socialista que tenha acabado com as fábricas, as grandes empresas ou regimes sociais crivados por dívidas que muitas pessoas se opõem nos sistemas capitalistas. Muitos países sob o “modelo nórdico” são possivelmente mais capitalistas que os Estados Unidos – na Dinamarca, é mais fácil iniciar um negócio do que na maioria dos estados dos Estados Unidos, e não há nem mesmo leis de salário mínimo. E sob a União Soviética e até hoje com o Partido Comunista Chinês – eles mantiveram os elementos abusivos do capitalismo, apenas sob controle estatal.


Mesmo nas chamadas sociedades “agrárias”, como a Rússia czarista e o Camboja sob o Khmer Vermelho, onde não havia sistemas “capitalistas” para destruir, os tiranos socialistas “tomaram os meios de produção” de pessoas comuns, que incluíam sementes, equipamento agrícola e terra. E em ambos os casos, isso levou ao genocídio pela “causa socialista”.


Lênin explicou essa intenção ao povo russo desde o começo, referindo-se ao socialismo em 1917 como um sistema de “Monopólio capitalista de Estado”, que era um passo necessário para o fim dos objetivos da desolação social e moral comunista.


O socialismo se livra do verdadeiro capitalismo no sentido de livre comércio e negócios independentes, mas mantém os elementos tirânicos dos grandes negócios. Embora o socialismo critique o capitalismo como sua reivindicação de legitimidade, o socialismo pelo design nunca foi concebido para se livrar dos traços mais obscuros do capitalismo – ele simplesmente nega a liberdade de comércio para o homem comum, e afirma que apenas o governo “coletivo” tem o direito produção e comércio.


O resultado é que negócios independentes são destruídos, meios de produção e recursos são apreendidos, e o Estado tenta micro-gerenciar a economia da nação através de negócios e burocracia estatais massivas.


Enquanto isso, os gatos gordos no grande negócio corporativo às vezes estão todos lá para isso. Afinal de contas, o socialismo não se livra da corrupção ou da ganância – ele o subsidia. O socialismo é monopólio, apenas o monopólio do “Estado”

Essa é uma das razões pelas quais os anti-socialistas no início dos anos 1900 se opunham não apenas ao socialismo, mas também às formas emergentes de corporativismo coletivista que vieram a definir o capitalismo moderno.


Podemos citar o famoso escritor G.K. Chesterton como um exemplo. Como muitos anti-socialistas de seu tempo, ele reconheceu que os problemas do socialismo não estavam limitados aos sistemas socialistas oficiais que reconhecemos hoje. Os problemas se estendiam até mesmo à direção que o livre mercado estava tomando sob o monopólio das empresas, a questão mais ampla das economias socialistas planejadas e da escravidão por dívidas.


Muitos escritores, incluindo Chesterton, continuaram a estruturar suas críticas de forma mais ampla, em oposição à “tirania” e ao “monopólio”, que incluíam todo o espectro do socialismo e as partes mais sombrias dos grandes negócios.

Chesterton escreveu em “GK’s Weekly” em 1925: “Não há nada na frente a não ser um deserto plano de padronização, seja pelo bolchevismo ou pelo grande negócio. E é estranho que pelo menos tenhamos visto a sanidade, mesmo que apenas em uma visão, enquanto eles vão para frente acorrentados eternamente ao crescimento sem liberdade e progresso sem esperança ”.


A Tirania do socialismo de grandes empresas

O socialismo é um sistema de tirania e corrupção subsidiada. Ele adota todos os piores traços do capitalismo e políticas corruptas, e os solidifica na sociedade através de altos impostos e controle estatal burocrático.


O economista liberal clássico, Ludwig von Mises, escreveu em seu livro de 1947, “Planned Chaos”, que enquanto “nada é mais impopular hoje do que a economia de mercado livre”, e enquanto muitas facções políticas impõem diferentes acusações contra o capitalismo – na medida em que elas contradizem a si mesmas – muitas de suas críticas são, na verdade, contra conceitos socialistas adotados no livre mercado.


Mises escreveu: “Embora o capitalismo seja o sistema econômico da moderna civilização ocidental, as políticas de todas as nações ocidentais são guiadas por ideias totalmente anticapitalistas. O objetivo dessas políticas intervencionistas não é preservar o capitalismo, mas substituí-lo por uma economia mista”.

A realidade é que muitas grandes empresas apoiam a política socialista, já que se beneficiariam dos sistemas de monopólio e subsídios estatais oferecidos pelo socialismo.


Por que a indústria farmacêutica – um dos maiores refúgios “capitalistas” dos Estados Unidos – está apoiando políticos que querem assistência socialista? É porque os serviços de saúde socialistas financiariam suas operações e imunizariam os problemas do negócio da medicina.


Em vez de forçar a medicina das grandes empresas a cortar custos e melhorar os serviços, os serviços de saúde socialistas tornariam essas questões inegociáveis. Os serviços de saúde socialistas financiariam grandes empresas farmacêuticas com altos impostos, em vez de forçar essas empresas a firmar as raízes das queixas públicas, reduzindo os custos da medicina e melhorando a qualidade dos cuidados.

O socialismo também significaria que o grande governo poderia regular a saúde pública e poderia forçar as pessoas a receber cuidados médicos, limitando as opções externas de assistência.


O mesmo princípio se aplica às faculdades e à praga da dívida estudantil. Em vez de baixar os custos da educação e reformar o currículo para ajudar a assegurar que os graduados possam conseguir empregos depois da faculdade para que possam pagar suas dívidas, eles querem que as políticas socialistas subsidiem sua indústria.

Isso permitiria que eles usassem o dinheiro dos contribuintes para solidificar os altos custos de ensino e que as universidades continuassem oferecendo graus de pouca utilidade no mundo real – já que não importaria se os estudantes pudessem encontrar empregos para pagar seus empréstimos.


A realidade é que os tiranos socialistas na política trabalham de mãos dadas com os interesses das grandes empresas.


Os políticos financiados por essas grandes empresas se tornam fantoches trabalhando em seu nome. Nessa troca, esses políticos criam narrativas para convencer o público a votar em políticas socialistas que subsidiem os grandes negócios. E através desses laços corruptos, os tiranos socialistas passam a representar os interesses das grandes empresas sobre o bem-estar das pessoas que eles deveriam representar.


Essa rede corrupta entre socialismo, grandes empresas e políticas corruptas sempre existiu. É uma fundação do sistema socialista. Sob a União Soviética, Wall Street nos Estados Unidos estava bombeando dinheiro para o regime russo na época da Guerra Fria, e quando esse canal de finanças foi cortado o regime comunista entrou em colapso. Vemos os mesmos laços entre a Wall Street de hoje e o Partido Comunista Chinês.


Se uma empresa estiver corrompida, ela não poderá durar muito caso se torne muito grande. As empresas que não conseguem fornecer preços competitivos e bons serviços só podem durar se tiverem um monopólio – e as sociedades livres devem acabar com monopólios como este. O socialismo também elimina a concorrência de pequenas e médias empresas.


Então, por que tantas grandes empresas estão pressionando pelo socialismo, se o socialismo se livrar do sistema “capitalista” do qual elas dependem?


A base do socialismo é o monopólio. Sob o socialismo, as grandes empresas podem persistir – ainda que sob controle estatal – através de dinheiro dos impostos, o que significa que elas não precisam ser competitivas em preços e serviços. O socialismo é o modelo preferido para grandes empresas corruptas, uma vez que elimina os riscos e obrigações que acompanham as grandes empresas. E é provável que, por esse motivo, tantos milionários e bilionários o apoiem.

sexta-feira, setembro 04, 2020

PANDEMIA DO VÍRUS COMUNISTA CHINÊS É A MAIOR AMEAÇA DE DESTRUIÇÃO DA CULTURA OCIDENTAL E, POR CONSEGUINTE, DA LIBERDADE!

O texto desta postagem foi publicado em tradução para o português pelo site Mídia Sem Máscara. Trata-se de uma ótima análise do conhecido escritor e conferencista norte-americano Dennis Prager (*). Mormente neste momento em que os cidadãos do mundo inteiro têm de obedecer ordens de déspotas enquanto perdem seus direitos, dentre eles o maior, ou seja, a liberdade.

Os tiranos e tiranetes variados aproveitam a peste do vírus chinês para pisotear a liberdade. A começar pela imposição do uso de máscaras e os ditos distanciamentos sociais, menos para os passageiros dos aviões. E o inexplicável torna-se regra, resguardando o Partido Comunista Chinês. E tomem máscaras e raios na testa dos misteriosos termômetros de medir a febre importados da China.

Há muita gente ganhando muito dinheiro com esse vírus chinês. Enfim, há muito mistério e a disseminação de confusão e medo que por si só prendem milhares de cidadãos em seus domicílios, sem falar na quebradeira geral da economia em nível global. Portanto vale a pena ler este artigo e refletir sobre todas essas iniquidades impostas por essa canalha globalista. E, mais ainda, resistir e denunciar esse esquema macabro e totalitário que está dizimando os últimos vestígios da nossa liberdade, ou seja, a cultura ocidental! Leiam:

Há quatro meses, escrevi um artigo intitulado “O lockdown mundial pode ser o maior erro da história”. Expliquei que “‘erro’ e ‘mal’ não são sinônimos. O bloqueio é um erro; o Holocausto, a escravidão, o comunismo, o fascismo, etc., foram males. Erros monumentais são cometidos por tolos arrogantes; males gigantescos, por pessoas más.”Com relação à catástrofe econômica nos EUA e em todo o mundo – especialmente entre os países pobres cujas rendas dependem da América e de outros países do Primeiro Mundo por meio de exportações e turismo, escrevi: “É o pânico e a histeria, e não o coronavírus , que criaram essa catástrofe.”

Infelizmente, eu estava certo.


O mundo deveria ter seguido o exemplo da Suécia. Esse país nunca fez lockdown e manteve até mesmo crianças menores de 16 anos na escola por todo esse período. Como informou a Reuters em 15 de julho, o número de crianças suecas entre 1 e 19 anos de idade que morreram de COVID-19 é zero. E a porcentagem de crianças que contraíram a doença foi exatamente a mesma na Suécia e na Finlândia, que fechou suas escolas.


No que tange aos professores, a Agência de Saúde Pública da Suécia relatou que “uma comparação da incidência de COVID-19 em diferentes profissões não sugeriu que havia risco maior risco aos educadores”. No entanto, com poucas exceções, professores em Los Angeles e em outros lugares se recusam a entrar numa sala de aula com alunos dentro. Seu desdém por sua profissão foi superado apenas pelo sindicato de professores de Los Angeles, que anunciou que os professores não retomarão o ensino até que a polícia não receba mais financiamento algum.


Pessoas que defendem bloqueios e fechamento de escolas afirmam que a Suécia tem a oitava maior taxa de mortalidade por milhão no mundo ocidental. Mas, desnecessário dizer, isso não tem qualquer peso sobre a questão de saber se a Suécia estava certa em manter as escolas abertas ou se nosso país estava errado em fechá-las, e muito menos quanto a mantê-las fechadas agora. A esmagadora maioria das mortes por COVID-19 na Suécia ocorreu entre pessoas com mais de 70 anos, das quais a maioria tinha mais de 80 e o sistema imunológico comprometido.


A Reuters relatou que três estudos separados, incluindo um da UNICEF, “mostraram que as crianças suecas se saíram melhor do que as crianças de outros países durante a pandemia, tanto em termos de educação quanto de saúde mental”.

Por mais de um mês, a Suécia quase não teve mortes por COVID-19, enquanto toda a sociedade permanece aberta e quase ninguém usa máscaras. (Na Holanda, também, quase ninguém usa máscaras.) Para todos os efeitos, o vírus acabou na Suécia.


Moro na Califórnia, um estado governado pelo mais perigoso dos líderes: um tolo com poder ilimitado. Apesar do fato de a Califórnia ocupar o 28º lugar entre os 50 estados em mortes por milhão, o governador Gavin Newsom destruiu e continua destruindo dezenas de milhares de pequenas empresas e incontáveis meios de subsistência. O fato de ele continuar proibindo – meio ano após o início da crise do Covid – refeições dentros dos restaurantes, acarretará, segundo se prevê, na falência de 1 a cada 3 restaurantes no estado, aproximadamente. A mesma destruição catastrófica provavelmente afetará o varejo e serviços, como salões de cabeleireiro e manicure. Mas toda essa tragédia humana – para não mencionar o aumento da depressão e suicídios entre os jovens e o aumento do abuso de crianças e parceiros – não significa nada para Newsom, para o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti ou para o Los Angeles Times, cujos editores e colunistas continuam a defender o lockdown enquanto recebem seus salários.


Por que as pessoas podem comer sem máscara em um avião – a centímetros de estranhos, não a um metro e oitenta – mas não podem comer em um restaurante na Califórnia, que é muito maior do que o interior de um avião, sentadas a dois metros de distância da outras? Porque Newson ordenou, o Los Angeles Times dá apoio, e, como ovelhas, os californianos aceitam isso.


De acordo com a Associação de Museus da Califórnia, “os museus estão perdendo mais de 22 milhões de dólares por dia devido à quarentena em todo o estado. Desde 1º de agosto, os museus da Califórnia perderam mais de 2,9 bilhões de dólares em receita. Os museus têm um impacto financeiro de 6,55 bilhões de dólares na economia da Califórnia, sustentam 80.722 empregos e geraram 492 milhões em receitas fiscais para o estado em 2017, e mais de 1 bilhão em impostos federais.”


E a Aliança Americana de Museus divulgou os resultados de uma pesquisa em 22 de julho de 2020, que alertou que 1 em cada 3 museus pode fechar para sempre à medida que as fontes de financiamento e as reservas financeiras esgotam.


Em 3 de agosto, o The Wall Street Journal publicou: “Em março … Houve amplo apoio público aos objetivos prudentes de evitar que os hospitais ficassem sobrecarregados e de ganhar tempo para os cientistas desenvolverem terapias”. 


Mas a esquerda – a mídia e os governadores e prefeitos democratas – imediatamente mudaram as balizas para “dobrar a curva” e “salvar uma vida”, permitindo-lhes escapar impunes por destruir vidas e meios de subsistência.


Concluo com as palavras de um médico sueco, Sebastian Rushworth:

“O Covid acabou na Suécia. As pessoas voltaram às suas vidas normais e quase ninguém está sendo infectado. Aposto que os países que fecharam completamente verão aumento nos números de casos quando abrirem. Se esse for o caso, então, em primeiro lugar, não faria o lockdown. (…) Fechar tudo completamente para diminuir o número total de mortes só faz sentido se vocês estiverem dispostos a ficarem sob lockdown até que uma vacina esteja disponível. Isso pode levar anos. Nenhum país está disposto a esperar tanto tempo."


O lockdown é um crime. E o mais perturbador ainda é o fato de que ele é apoiado por tantos americanos. Esse país é irreconhecível para aqueles de nós que sobreviveram à epidemia de 1968-70, que matou, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, aproximadamente 100 mil americanos – o equivalente em 2020 a 170 mil americanos. Nenhum estabelecimento fechou. Nenhuma máscara foi usada.

 

(*) Dennis Prager, escritor, apresentador de rádio e articulista, é fundador da Prager University. Seu filme, “No Safe Spaces”, será lançado em todo os EUA em 15 de setembro.

Título original: The Lockdown Has Gone From a Mistake to a Crime
Publicado no Townhall.

Tradução: Editoria MSM