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quarta-feira, dezembro 07, 2016

CALANDO A BOCA PODRE DOS ESQUERDISTAS


O vídeo acima foi providencialmente traduzido e legendado pelo pessoal da Embaixada da Resistência. Trata-se de um discurso lapidar do professor Dr. Ben Carson, designado recentemente pelo Presidente eleito Donald Trump, como integrante de sua equipe de governo. Trump toma posse no dia 20 de janeiro próximo e Carson será o Secretário da Habitação, tendo como meta a busca de solução para os problemas das comunidades carentes.

O mais engraçado, para não dizer patético, é o fato dos esquerdistas que apoiam o Obama e os Clinton acusarem os republicanos e, particularmente, Donald Trump de racistas. E se a sociedade norte-americana é tão racista e xenófoba como acusam os vagabundos da grande mídia, como seria possível que os Estados Unidos tivessem a felicidade de ter um cientista do porte do Sr. Ben Carson? Inclusive o Dr. Carson concorreu nas primárias como candidato presidencial. É um membro de destaque do Partido Republicano, respeitadíssimo dentro da comunidade científica não só dos Estados Unidos como do mundo inteiro.

Por isso faço a postagem deste vídeo. Creio que vale muito mais a pena o destaque para postagens como esta do que ficar perdendo tempo como as fofocas políticas que alimentam os sites da grande mídia e seus jornalistas bobalhões, ignorantes e mentirosos.

Segue um resumo biográfico do Dr. Ben Carson, para calar a boca podre dos psicopatas esquerdistas. Leiam e não deixem de ver o vídeo:

Benjamin Solomon Carson é um neurocirurgião pediátrico, psicólogo, escritor, professor e filantropo. Carson entrou para a história da medicina no ano de 1987 ao separar gêmeos siameses unidos pela cabeça – um procedimento que levou cinco meses de planejamento, 26 horas na execução e que envolveu 50 médicos, enfermeiros e técnicos. Atualmente, é diretor do Departamento de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins e foi anunciado para para o cargo de secretário do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano dos Estados Unidos pelo presidente eleito Donald Trump. Ele foi premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2008 pelo então presidente dos Estados Unidos George W.Bush, a maior honraria civil daquele país, dentre vários outros que o consagraram.

SIM, DONALD TRUMP É A PERSONALIDADE DO ANO. E ISSO ENLOUQUECE OS JAGUNÇOS IDEOLÓGICOS DA GRANDE MÍDIA.

O establishment e toda a grande mídia continuam inconsoláveis com a vitória de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. É o caso da ex-importante revista Time que restou, como suas congêneres, como peça de um museu que conta a história da imprensa depois do advento da internet, das redes sociais, dos blogs e sites independenteds. 
Sobreviveu, no entanto, o bastante para eleger Donald Trump como a personalidade do ano. No miolo da publicação há uma enorme matéria, conforme se pode conferir em seu site que serve, no mais, para consolar Hillary Clinton, o establishment e os ditos “liberals”, eufemismo construído pelos próprios comunistas norte-americanos para servir de esconderijo ideológico, haja vista a histórica repulsa da maioria dos cidadãos americanos ao marxismo e suas variantes. O Partido Democrata passou ser uma espécie de porto seguro para essa gentalha esquerdista que acabou sendo massacrada por Donald Trump.
A reportagem inteira da revista Time sobre Trump serve mais como um consolo para os perdedores quando tenta, de todas as formas, reforçar a narrativa furada de que a vitória de Donald Trump foi algo surpreendente, de virada. Afinal, a grande mídia e os famosos institutos de pesquisa são os grandes perdedores junto com Hillary Clinton e seus sequazes, já que foram os artífices do grande engodo. Uma mentira repetida ad nauseam nem sempre se transforma numa verdade absoluta.
Nunca se verificou ao longo da história política mundial a uniformidade total da grande imprensa em defesa de um candidato como se viu nessa última eleição presidencial americana. “Toda unanimidade é burra”, já dizia o famoso jornalista, escritor e dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues. 
Resta portanto a choradeira do esquerdismo bundalelê. E no rol das celebridades listadas pela Times para eleger a personalidade do ano constava - pasmem - Hillary Clinton e Vladmir Putin. Para não pegar muito mal, Times diz ter incluído o político conservador inglês Nigel Farage, que foi o grande líder da campanha do Brexit, que culminou com o referendum vitorioso pela saída do Reino Unido da deletéria União Europeia.
Restou para a Time dizer a verdade: Donald Trump lutou sozinho tendo contra si uma fabulosa máquina destinada a moer sua reputação. É, portanto, muito mais do que a personalidade do ano, é um verdadeiro herói no sentido estrito da palavra. Todavia isso jamais será admitido pela Time.
E ainda tem um detalhe especial: a eleição presidencial deste ano nos Estados Unidos entrará com certeza para a história como um marco de salvação da Civilização Ocidental.
E, como não poderia deixar de ser, a revista Veja, uma cópia mambembe da Times, repercutiu a escolha de Trump como a personalidade do ano. Cuidou no entanto em seu texto de fazer rodar a maquininha da guerrilha cultural politicamente correta ao destacar uma frase do chefe do bureau da Times em New York, Michael Scherer, na apresentação da reportagem: : “... a campanha eleitoral de Trump foi distinta das demais na última geração, já que o republicano evitou falar sobre um futuro brilhante e de união, mas sim exacerbou as diferenças atuais, “inspirando novos níveis de ódio e medo dentro de seu país”.
Níveis de ódio e medo? Estão aí as duas palavras chaves da guerra cultural. Quem entender isso, como já disse aqui no blog, mata a charada e não gastará mais um tostão comprando, assinando e lendo essas porcarias destinadas à lavagem cerebral. Igualmente as pessoas inteligentes já não vêem mais televisão. Ou você caro leitor ainda assiste, por exemplo, o tal Manhattan Conection?

Não dê dinheiro para esses jagunços esquerdistas.

Sponholz: Os cafajestes.


terça-feira, dezembro 06, 2016

AS INSTITUIÇÕES ESTÃO FUNCIONANDO?


O DINAMISMO DOS FATOS E A INÉRCIA DE TEMER


A manifestação popular contra o mar de lama que insiste em sufocar o Brasil realizada no último domingo já teve desdobramento surpreendentes nesta segunda-feira com o afastamento do Presidente do Senado, Renan Calheiros, decorrente de liminar do ministro Marco Aurélio Mello do Supremo Tribunal Federal (STF) concedida no pedido ajuizado pela Rede Sustentabilidade tendo em vista que Calheiros virou réu por peculato (desvio de dinheiro público). A decisão tem duração temporária e precisa ser confirmada pelo plenário do STF. 
Com o afastamento de Renan seu sucessor é o Senador Jorge Viana, do PT do Acre, o que dá uma ideia do fabuloso aparelhamento do Senado por Lula e seus sequazes nos últimos anos e que contou com o apoio integral do PMDB. Sem o apoio peemedebista o PT jamais teria chegado ao poder.
Mas a política percorre caminhos tortuosos. O impeachment acabou levando o PMDB ao poder. Por enquanto, Michel Temer é o Presidente da República de fato e de direito e permanece lá enquanto for mantido um certo silêncio obsequioso da maioria da população brasileira. Todavia esse compasso de espera não tem prazo definido. O governo de Temer se mantém no fio da navalha.
O afastamento de Renan Calheiros, que pode ser definitivo por decisão do colegiado do STF, não imporá obstáculo ao governo de Michel Temer, até onde nossa vista enxerga. O mandato do petista Jorge Viana será efêmero já que haverá eleição para a nova mesa do Senado em 1º de fevereiro de 2017.
Neste caso a entrega da presidência do Senado a um comunista com mandato diminuto é menos nociva do que a relutância de Michel Temer em promover uma despetização do poder.
E causa estranheza que Temer mantenha em postos chave da administração federal e empresas públicas o restolho do petismo, como a presidência da Itaipu, que continua nas mãos de um petista  unha e carne de Lula, o paranaense Jorge Samek, enquanto na Petrobras deverá assumir o Setor de Inteligência, a ultra petralha Regina Miki.
O que de positivo se pode tirar de todos esses efervescentes acontecimentos políticos é que o exercício da cidadania verdadeira que se verifica na atualidade não tem paralelo na história da República. Isto se constata nas mega manifestações que vêm ocorrendo no Brasil. Curioso é que essa escalada da cidadania começou em 2013, quando o PT e seus satélites, inclusive ONGs esquerdistas e grupelhos de black blocs, iniciaram uma série de protestos cujo objetivo era acelerar a a venezuelização do Brasil. Porém, nessa onda, os comunistas não contavam com a presença de novos atores, isto é, outros manifestantes que foram às ruas com Bandeiras do Brasil contestando a comunização do país que estava sendo conduzida pelo PT.
Até que explodiu a movimento pró-impeachment da Dilma e de lá para cá o povo brasileiro, majoritariamente anticomunista, não saiu mais das ruas.
Esta é uma leitura ligeira do que está ocorrendo. Desde a mega passeata que desatou a revolução de março de 1964, não tinha se constatado mais essa presença marcante do autêntico povo brasileiro nas ruas exigindo um fim geral e irrestrito da corrupção e da roubalheira desenfreada que sempre formam a antessala de qualquer regime comunista.
Deve-se acrescer aos fatos do presente a Operação Lava Jato que tem o apoio geral e irrestrito dos brasileiros e faz aparecer uma luz no fim do túnel que levava ao Brasil para o inferno comunista.

Pode-se afirmar, sem dúvida, que o Brasil já vive uma segunda revolução que por enquanto prescinde da força dos quartéis

OS JAGUNÇOS IDEOLÓGICOS COMUNISTAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ)

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Quando eu afirmo quer dentre os aparelhos ideológicos comunistas aparece com destaque as universidades não estou viajando na maionese como diriam os incrédulos e principalmente aqueles típicos oportunistas que abdicam da própria opinião. Estes últimos são os covardes. Lamentavelmente essa classe deplorável que mesquinha e, sobretudo burra, constitui a maioria do povo brasileiro e por isso o Brasil chegou a esse estado calamitoso. Foram mais de 13 anos sendo o país comandado por uma quadrilha denominada PT e seus sequazes espalhados numa miríade de partidos políticos coadjuvantes dessa bandalheira que destruiu a economia e a mínima moralidade pública. Tudo foi aparelhado por essa gentalha.

O site Diário do Poder publicou duas partes de prova de concurso público realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conhecida por ser um antro de esquerdistas e suas variantes bundalelês politicamente corretas. 

Em sua coluna o editor do Diário do Poder, jornalista Claudio Humberto, anota:

Até a prova do concurso para ginecologista da Universidade Federal do Rio (UFRJ) foi transformada em “filtro ideológico” para barrar quem não reza na cartilha do PT. Na parte de interpretação de texto da prova de Português, domingo (4), o candidato foi induzido a responder que houve “golpe” no País, sob pena de “errar”. A prova ridiculariza o Supremo Tribunal Federal e sua presidente, a ministra Cármen Lúcia. 
Dilma e teses do PT foram exaltadas em pelo menos quinze das vinte questões da prova de Português no concurso da UFRJ.
A prova de inspiração petista na UFRJ ignorou o roubo investigado na Lava Jato, o maior da História, segundo o New York Times.

A maioria no Congresso que cassou o mandato de Dilma é chamada no libelo petelho da UFRJ de “força tirânica de maioria institucional”.

O IMPACTO DA VITÓRIA DE DONALD TRUMP E O FUTURO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL



Não há nenhuma dúvida que os norte-americanos sempre constituíram o povo mais criativo do planeta e por isso mesmo edificaram o país mais grandioso da Terra em todos os níveis. Não é mera coincidência que inúmeros pensadores europeus debruçaram-se sobre o tema já nos albores do gigante americano.
Um dos grandes clássicos sobre o tema é “Da Democracia na América”, do francês Alexis de Tocqueville, cuja primeira publicação se deu em 1835. Nesta obra Tocqueville aborda os Estados Unidos dos anos 30 do século XIX.
Mas não foi apenas Tocqueville que enfocou o tema. Há inúmeros outros pensadores e romancistas  europeus que ficaram embasbacados com a performance norte-americana. O filósofo e sociólogo alemão Max Weber empreendeu em 1904 uma longa viagem aos Estados Unidos juntamente com outros professores da Universidade de Heildelberg, onde fora professor e comentou muito ao longo de sua obra sobre os aspectos da sociedade americana. Afinal, verificara in loco muito daquilo que teorizara em seu notável ensaio “A ética protestante e o espírito do capitalismo”. Assinalo essa viagem de Weber no meu livro “Elementos de Sociologia do Direito em Max Weber”, (2001) que reproduzo com pequenos reparos a minha dissertação de Mestrado que defendi em 1996 na UFSC.
Já em 1927, foi publicado o primeiro romance de Franz Kafka intitulado América. Lembro que li esse romance quando tinha uns 18 anos de idade. Eita! E lá se vão algumas décadas... Sem nunca ter pisado na América Kafka narra as andanças do jovem Karl Rossmann, personagem central do romance, pelas terras de Tio Sam.
Há outros exemplos literários, filosóficos e sociológicos que denotam a surpresa dos europeus em relação à pujança dos Estados Unidos. Afinal, até então a velha de guerra Europa era o centro do mundo ocidental, hegemonia que fora então quebrada de forma espetacular pelo dito “novo mundo” que teria, como de fato teve, os Estados Unidos como a emergência de uma nova liderança global pela liberdade que permanece até hoje.
A grandeza americana que fora objeto de tantas análises e até mesmo obras de ficção, como o romance kafkiano que citei, por outro lado passou a ser alvo do destrutivo assédio do movimento comunista internacional, mormente pela ex-URSS e que haveria de marcar praticamente quase todo século XX por aquilo que se convencionou conceituar como “guerra fria” cujo epílogo se verificou mais tarde pelo desabamento da União Soviética que, por si só, tipifica uma vitória americana. Ao mesmo tempo o movimento comunista larga as armas convencionais e cria a denominada “guerra cultural” que se vivencia na atualidade e que pela primeira vez sofre um revés formidável com a vitória de Donald Trump no recente pleito presidencial americano.
Este meu pequeno e ligeiro artigo foi inspirado no vídeo que ilustra este post com tradução do pessoal da “Embaixada da Resistência” que mantém uma excelente página do Facebook furando de forma espetacular o bloqueio da grande mídia e de seus jornalistas amestrados bobalhões e mentirosos. 
Vídeos como este postado acima viralizam nos Estados Unidos mas somente chegam ao nosso conhecimento por meio das redes sociais e sites independentes de viés conservador. E notem que por meio da “guerra cultural” levada a efeito pelo esquerdismo, os temas conservadores são escamoteados de forma impiedosa pelos trastes ideológicos que controlam as redações dos grandes veículos de mídia.
Por isso a vitória de Donald Trump nesta eleição americana tem um efeito pedagógico excepcional por permitir pela primeira vez em quase uma década uma ampla reflexão, sobretudo no que tange à liberdade em todos os níveis e, de forma especial, à liberdade individual da qual os Estados Unidos se constituem como principal guardião. Afinal, os alicerces da Nação norte-americana edificados pelos Founding Fathers ainda não foram demolidos. A vitória de Donald Trump é a prova disso. 
De tudo que se fala de política em todos os níveis, em todos os lugares do planeta, está umbilicalmente vinculado a esses novos e surpreendente eventos que começaram pelo Brexit, a saída do Reino Unido da deletéria União Européia e agora com a vitória de Donald Trump cujo mote de campanha “Make America Great Again”, vai além de um slogan eleitoreiro, porquanto delineia em grande medida uma reação gigantesca contra a campanha de desmonte da Civilização Ocidental. Isto quer dizer, em outras paalavras, o desmonte das peças que sustentam a liberdade individual. Como já me referi em outros escritos, a liberdade individual é como uma célula da liberdade em seu sentido amplo. Ou seja: sem a liberdade individual não há liberdade nenhuma.

Quem entender o que acabei de discorrer neste texto mata a charada. Daí a minha insistência neste tema porque o resto é baba espumante do esquerdismo delirante que se desmancha no ar. E acreditem: todos nós neste momento estamos vivenciando acontecimentos históricos que deverão estabelecer os marcos referenciais culturais, políticos e econômicos das próximas décadas em nível global.

sábado, dezembro 03, 2016

NOS ÚLTIMOS DIAS DO GOVERNO OBAMA A INVASÃO DOS ESTADOS UNIDOS POR HORDAS DE IMIGRANTES ILEGAIS E NARCOTRAFICANTES CONTINUA

O texto que segue bem como as fotografias constam de uma reportagem do site americano Breitbart revelando que a invasão dos Estados Unidos por imigrantes ilegais continua a todo vapor o que comprova todas as denúncias do presidente eleito Donald Trump durante a campanha eleitoral presidencial. Organizações criminosas de narcotraficantes são os "coiotes" que introduzem imigrantes ilegais nos Estados Unidos, conforme apuraram os jornalista do Breibart Texas.

No entanto, o governo de Hussein Obama continua afirmando que a fronteira é segura. Segue mais abaixo o texto do site Breitbart com a íntegra desta reportagem exclusiva que a grande mídia normalmente escamoteia, em tradução que fiz com ajuda de tradutor online. Leiam que vale a pena. E a Rede Globo e todos os demais jornalistas da grande mídia brasileira continuam desinformando e levando as pessoas a fazerem uma interpretação completamente errada a respeito do Presidente eleito Donald Trump. 

Tanto é que tenho conversado com pessoas, até mesmo de inclinação conservadora, que reputam Donald Trump como um "maluco". Essas pessoas estão intoxicadas pela enxurrada de notícias falsas e manipuladas pelo jornalismo a soldo da canalha neocomunista que não faz mais guerrilha nas selvas, mas opera a denominada "guerra cultural", principalmente por meio da mídia, das escolas, universidades e até mesmo nos jardins de infância.

Toda essa gente é criminosa. E lamentavelmente não escapa ninguém. Alguns mentem por ideologia, mas a maioria provavelmente recebe misteriosos caraminguás por meio de organizações multilaterais, ONGs e vagabundagem correlata. Leiam o que na verdade está acontecendo nos Estados Unidos e os incrédulos parem de fazer o ridículo e não menos criminoso e idiota ato de acreditar na torrente de mentiras da grande mídia. Leiam:
Estas são as fronteiras "seguras" do governo bundalelê de Hussein Obama. Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas
O fluxo contínuo de imigrantes ilegais dos países da América Central continua a aumentar apesar das afirmações da atual administração de que a fronteira é segura.
Breitbart Texas obteve uma série de fotografias de cidadãos preocupados que mostram grupos de imigrantes ilegais caminhando por estradas de terra depois de ter cruzado a fronteira do Rio Grande com o México. No total, os cidadãos encontraram 21 imigrantes ilegais em questão ou minutos.
As fotografias foram tiradas quase imediatamente depois que os cidadãos chegaram a um rancho privado perto da fronteira. A área onde os cidadãos interessados ​​encontraram os imigrantes ilegais é perto da propriedade privada que Breitbart Texas visitou recentemente. Durante essa visita, Breitbart Texas encontrou 43 imigrantes ilegais que tinham acabado de atravessar o Rio Grande.
A descoberta das ondas em curso de imigrantes ilegais ocorre numa época em que a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos foi forçada a reconhecer um aumento recorde no contrabando humano depois de meses de alegar que as tendências estavam abaixo de 2014. Recentemente, o Breitbart Texas informou que membros do Conselho Nacional de Patrulha de Fronteira tinham acusado o CBP de tentar manter os números de detenção de registro fora do olho do público até depois da eleição de 2016.
A área onde os cidadãos encontraram os 21 imigrantes ilegais ea propriedade privada onde Breitbart Texas encontrou os 43 imigrantes ilegais é uma área usada pelo Cartel do Golfo para mover imigrantes ilegais da América Central e outros países além do México através da fronteira do Texas com o México. A organização criminosa usa uma área no condado de Starr para contrabandear cidadãos mexicanos, criminosos condenados e estrangeiros anteriormente deportados. É nessa mesma área que o Cartel do Golfo move a maior parte de suas drogas - aproveitando a falta de barreiras físicas na fronteira e a diminuição da presença da aplicação da lei. Do site Breitbart - To read the original in English click here

Esta reportagem exclusiva é de Ildefonso Ortiz e Brandon Darby. Ildefonso é um premiado jornalista da Breitbart Texas. Ele co-fundou o projeto Cartel Chronicles com Brandon Darby e Stephen K. Bannon. Você pode segui-lo no Twitter e no Facebook.

Brandon Darby é diretor-gerente e editor-chefe da Breitbart Texas. Siga-o no Twitter e no Facebook.

OS TIRANOS TAMBÉM MORREM - AINDA BEM.


Por Maria Lucia Victor Barbosa
Em 1959, ano em que Fidel Alejandro Castro Ruz e seus barbudos derrubaram a ditadura corrupta de Fulgencio Batista, começou o grande amor da esquerda latino-americana pelo líder revolucionário, paixão que continua até hoje apesar de Castro ter se tornado, como bem definiu o presidente norte-americano recém-eleito, Donald Trump, “um ditador brutal de uma ilha totalitária”.
Inicialmente a retórica de Castro parecia ser a de um democrata e no seu documento, A História me Absolverá (1953), o jornalista Ruy Mesquita relatou não haver encontrado nenhum traço de marxismo, de comunismo ou de esquerdismo”.
Entretanto, Fidel declarou mais tarde que sempre fora marxista-leninista e que a falsa imagem de democrata foi usada apenas para não assustar. Condizente com sua verdadeira ideologia ao assumir o poder Castro cancelou as eleições livres que prometera, suspendeu a Constituição de 1940 que garantia direitos fundamentais aos cubanos e passou a governar por decreto. Em 1976, impôs sua Constituição baseada na da URSS e nela havia, entre outros artigos, os que limitavam os direitos dos cidadãos de se associarem livremente. Pela opressão, por suas próprias leis o tirano de Cuba governou despoticamente durante 49 anos. Assassinou, prendeu, torturou, matou milhares de cubanos que não concordavam com sua ditadura. E não é à toa que Cuba foi chamada de Ilha Cárcere.
Algo a ser ainda esmiuçado através da História é a ligação de Castro com a União Soviética. Possivelmente isso foi planejado  antes dele derrotar Batista e selado através de um pacto muito favorável para ambas as partes: Cuba seria sustentada pelo império vermelho e Castro teria proteção com relação aos Estados Unidos. Os soviéticos, através do caudilho puseram uma pedra no calcanhar dos norte-americanos e reforçaram a cultura antiamericana que se tornou fortíssima na América Latina. A pequena e insignificante Ilha produtora de charuto e rum podia ser, na perspectiva das URSS, um posto avançado para disseminar o comunismo em toda América Latina.
A morte aos 90 anos do último ícone da esquerda latino-americana provocou muitos louvores dos adeptos do neosocialismo. Lula, por exemplo, disse que Castro foi como seu irmão mais velho, o maior de todos os latino-americanos. Dilma também não poupou elogios. Até o Papa Francisco se disse triste com o passamento do ditador sanguinário.
Sua Santidade certamente perdoou o que Castro - na juventude estudante em colégio jesuíta - fez com a Igreja. Em 1961, expulsou 131 padres, marginalizou instituições religiosas e, aos que expressavam sua fé punia com a proibição de acesso à universidade e às carreiras administrativas. Até a celebração do Natal foi proibida.
Não vi a opinião dos gays de esquerda, mas li no Livro Negro do Comunismo que homossexuais eram tratados como “pessoas socialmente desviadas” e que por isso eram presos, sofriam maus tratos, subalimentação, isolamento. Na Universidade de Havana foram julgados em público e obrigados a reconhecer seus “vícios” antes de serem demitidos e presos.
Não vi tampouco a opinião das feministas de esquerda ou da deputada petista, Maria do Rosário. Mas na mesma obra consta que centenas de mulheres foram presas em Cuba por motivos políticos. Eram espancadas, humilhadas, entregues ao sadismo dos guardas e seus maridos eram obrigados a assistir suas revistas íntimas. Horrores se passaram nas medonhas masmorras cubanas para homens e mulheres e ainda passam, pois existem presos políticos em Cuba.
Foi-se o mais importante símbolo esquerdista da América Latina deixando como legados o fracasso econômico e o inferno social para seus compatriotas. Seu irmão Raul, que governa desde que a doença abateu o tirano caribenho, está com 85 anos. Quem sucederá na ditadura hereditária dos Castros depois que Raul também se for? Chávez, o verdadeiro herdeiro de Castro na América Latina partiu antes. Como Cuba, a Venezuela é a imagem do fracasso, da brutalidade governamental, da ausência dos direitos humanos, que configuram o Socialismo do Século 21. As figuras que remanescem no poder classificadas como de esquerda são subprodutos de caudilhos. No Brasil afunda Lula e seu PT depois de terem arrebentado o país.
Enquanto isso, transformações estão em curso no mundo: Trump foi eleito presidente nos Estados Unidos e vários líderes europeus, também de direita poderão se tornar presidentes de seus países em 2017.
Ao final desse pequeno artigo faço minhas as palavras do editorial do Estadão de 29/11/2016: “O espetacular fiasco da experiência socialista e castrista em Cuba deveria servir como prova definitiva da inviabilidade desse modelo e da natureza irresponsável, despótica e corrupta do regime de Fidel”.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é professora, escritora, socióloga, autora entre outros livros de O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – a Ética da Malandragem, Editora Zahar e América Latina – Em busca do Paraíso Perdido, Editora Saraiva.

sexta-feira, dezembro 02, 2016

CRESCE A PRESSÃO: GRUPOS PROTESTAM NA FRENTE DA CASA DE RENAN CALHEIROS EXIGINDO SUA SAÍDA DO PRESIDÊNCIA DO SENADO

Protesto na frente da casa do senador Renan Calheiros nesta sexta-feira. Foto: DP by BandNews.
Um grupo de manifestantes se reuniu em frente à residência oficial do presidente do Senado, Renan Calheiros, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (2). Com vassouras e uma faixa, eles pedem a saída de Renan do cargo. “Réu não pode presidir o Senado! Fora Renan”, diz a faixa. O senador não estava em casa no momento do protesto.
Renan virou réu por crime de peculato nesta quinta-feira (1) por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de usar dinheiro de propina para pagar pensão da filha fora do casamento. A decisão do STF deu força à campanha "Fora Renan", iniciada há duas semanas em Maceió, nos moldes das campanhas vitoriosas "Fora Dilma" e "Fora Cunha".
O peemedebista é acusado de receber propina da construtora Mendes Júnior para apresentar emendas que beneficiariam a empreiteira. Em troca, teve despesas pessoais da jornalista Monica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal e teve uma filha, pagas pela empresa.
Renan apresentou ao Conselho de Ética do Senado recibos de venda de gados em Alagoas para comprovar um ganho de R$ 1,9 milhão, mas os documentos são considerados notas frias pelos investigadores e, por conta disso, Renan foi denunciado ao Supremo. Do site Diário do Poder

Sponholz: podridão.

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