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terça-feira, novembro 13, 2018

O CASO LEVY: UM 'GOLPE DE ESTADO' ANTECIPADO?

A última mega manifestação pró-bolsonaro na Av. Paulista antes do pleito que o elegeu Presidente da República do Brasil. O resultado das urnas confirmaram de forma inequívoca o gigantesco apoio que desfruta da maioria esmagadora dos eleitores. Nessa manifestação Bolsonaro falou diretamente ao povo brasileiro por meio de uma 'live' desde o fundo do quintal de sua residência.
A luz vermelha pisca de forma intermitente no QG do Presidente eleito Jair Bolsonaro. O esquema que levou à indicação de Joaquim Levy para assumir a Presidência do BNDES à revelia de Bolsonaro demonstra que o establishment já nem age mais nas sombras. Está disposto a nomear ministros, assessores e funcionários do novo Governo. E, ao que parece o velho establishment dá mostras que tem muita força, se é que me entendem.

O turbilhão de eleitores que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República está pasmo pelo autêntico passa-moleque desferido pelos todos poderosos que, como já afirmei em outras análises aqui no blog, seguem dando as ordens desde o golpe da república em 1889. De lá para cá o núcleo duro do poder vem sendo passado de geração a geração por tradição hereditária.

Joaquim Levi parece ter perfil de bom moço e não discute as ordens emanadas de seus patrões. 

E Paulo Guedes? Sabia ou não sabia de antemão quem seria o indicado a presidir o BNDES? 

Além de tudo isso o que vem à tona, e tomara que eu esteja errado, é que Jair Bolsonaro foi simplesmente ignorado pelos donos do poder. O establishment, velho de guerra, está dando o primeiro aviso e se faz isto na cara dura é porque dispõe realmente do poder total, inclusive para relegar a montanha inaudita de votos que deu a vitória a Jair Bolsonaro.

Pelo que consta com base nos fatos que vieram à tona até aqui sente-se no ar o gosto acre de uma espécie de 'golpe de Estado antecipado', haja vista que o Presidente eleito Jair Bolsonaro só assume o Poder no dia 1º de janeiro de 2019.

Seja como for os fatos que vieram à luz nesta segunda-feira se por um lado são incompreensíveis, por outro dão ensejo a maus presságios. Ainda mais pelo fato de que o líder Jair Bolsonaro ainda sofre restrições médicas que o imobilizam parcialmente até que a derradeira cirurgia já marcada para o próximo mês o libere a bolsa coletora intestinal. O esfaqueador, conforme narrou o próprio Bolsonaro, fez girar a lâmina da faca no interior de seu abdome. Bolsonaro sobreviveu a esse atentado pela extraordinária competência dos médicos.

Enfim, ainda não se viu tudo.

segunda-feira, novembro 12, 2018

RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NOS EUA MANTEM EXPECTATIVA PARA UM SEGUNDO MANDATO DE DONALD TRUMP


Apesar do Partido Republicano ter perdido a maioria na Câmara dos Deputados, no Senado manteve sua folgada maioria. Esta eleição é conhecida como “midterm election”, justamente porque acontece em meio ao mandato presidencial. Por isso, as eleições legislativas são vistas como uma espécie de “plebiscito" sobre o governo: uma vitória do Partido do Presidente nas urnas indica aprovação popular e uma derrota mostra insatisfação.

No caso presente não houve derrota. Nem mesmo empate, como é possível constar lendo a reportagem que segue de autoria do jornalista Henrique Gomes Batista, correspondente do jornal O Globo nos Estados Unidos.

Creio que o conteúdo desta matéria dá para ter uma ideia bastante precisa da política norte-americana e sobre as possibilidades de Donald Trump ser eleito para um segundo mandato. Acresce a esta previsão o fato da excepcional recuperação da economia norte-americana que havia ido para o vinagre durante os dois mandatos de Obama. Leiam:

Com a conquista da maioria na Câmara dos Representantes pelos democratas, na última terça-feira, a vida de Donald Trump deve ficar um pouco mais difícil, com obstáculos para seus projetos e a possibilidade da abertura de investigações sobre seu governo e sua campanha de 2016. Apesar disso, o republicano está longe de ter sofrido uma derrota política arrasadora. Pelo contrário: analistas afirmam que ele não apenas reforçou sua posição dentro da legenda, como as disputas estaduais e para o Senado indicam que segue competitivo para conquistar mais quatro anos na Casa Branca.
— Hoje vejo Trump como o favorito em 2020 — afirmou ao GLOBO Gary Nordlinger, professor da Escola de Gestão Política da Universidade George Washington, na capital americana. — A base de Trump continuou fiel aos republicanos em estados que podem fazer a diferença no Colégio Eleitoral.
Esse resultado reforça a tendência verificada nas eleições de 2016, quando Trump conseguiu ser eleito presidente mesmo tendo recebido 2,9 milhões de votos a menos que a democrata Hillary Clinton. O republicano venceu nos estados com menor população e em áreas mais rurais, mas que têm um número definido de delegados no Colégio Eleitoral — e são estes que definem o presidente. Ou seja, ter uma grande margem de votos populares em estados como Nova York ou Califórnia, como ocorreu com Hillary, não garante a vitória se o candidato não conquistar estados estratégicos. As eleições intermediárias mostraram isso: a resistência a Trump pode ter aumentado em locais já não eram dele, mas o presidente mostrou força e ganhou fôlego nos redutos favoráveis a seu ideário.
Vitórias relativas
A conquista de ao menos três cadeiras no Senado para os republicanos, em locais importantes como Indiana, mostra a força de Trump no interior. Por ser uma disputa majoritária, com um vencedor por estado, o Senado reflete melhor o cenário nacional do que as eleições para deputados. Assim, ter mantido e ampliado a maioria republicana entre os senadores é um bom sinal para o presidente. O partido de Trump ganhou, além de Indiana, as vagas de Dakota do Norte e Missouri, enquanto os democratas conseguiram “roubar” apenas Nevada. A apuração seguia aberta em Arizona (com vantagem para democratas), Mississippi (com republicanos na frente) e Flórida (onde haverá recontagem).
Neste tabuleiro político, mesmo vitórias democratas podem ser relativizadas. A oposição, além de reconquistar a maioria na Câmara, venceu em ao menos sete estados nas disputas para governador: Kansas, Wisconsin, Michigan, Nevada, Novo México, Illinois e Maine. Nos quatro últimos, porém, Hillary venceu na disputa de 2016, ou seja, são estados que estavam historicamente tornando-se democratas. Perder Kansas e Wisconsin podem ser consideradas derrotas para os republicanos, mas que são “anuladas” pela manutenção de Ohio e, ao que tudo indica até o momento na apuração, Flórida e Geórgia.
— Os democratas nunca chegaram à Presidência sem vencer em Ohio — afirmou Nordlinger. — O cenário indica que a disputa de 2020 será mais apertada que a vitória de Trump há dois anos (quando teve 306 dos 538 votos do Colégio Eleitoral) e que Ohio e Flórida (que juntos somam 45 delegados, ou 16,6% do necessário para alguém chegar à Casa Branca) serão fundamentais.
A forma como o Partido Republicano conseguiu manter distritos em estados como Kentucky indica que, para regiões desse tipo, Trump está firme. Mas, ao dobrar a aposta no tipo de retórica que agrada o seu eleitorado cativo, ele corre o risco de aumentar a motivação de forças contrárias mesmo em estados tradicionalmente conservadores.
— Nesses estados vemos crescimento de zonas metropolitanas mais diversas e instruídas, que tendem a votar nos democratas — afirmou Geoffrey Kabaservice, diretor de estudos políticos do Centro Niskanen e autor de livros sobre o avanço do radicalismo no Partido Republicano. — Perder posições em Kansas ou Oklahoma, em parte por questões como o aumento do custo de planos de saúde com as mudanças criadas por Trump, pode ser um sinal de alerta.
O fato de republicanos moderados terem perdido espaço na legenda — fato comemorado pelo próprio presidente, que ironizou os derrotados que não pediram seu apoio — mostra que Trump está controlando o partido. Vale lembrar que, há dois anos, ele era visto como outsider, e hoje sua posição é hegemônica na legenda:
— Não tenho dúvidas de que Trump terá a indicação do partido (para concorrer à reeleição) se quiser — disse Kabaservice. — É possível que algumas forças tentem lançar um outro nome, mas hoje isso não seria viável.
Democratas sem nome
Há quem pondere que há sinais de alerta para Trump. A forma como os democratas ganharam distritos — 30 — em um ano de pleno emprego e crescimento econômico indica vigor.
— Os democratas obtiveram ganhos significativos em todo o país, venceram as eleições nacionalmente por uma diferença entre sete e oito pontos percentuais, reconquistaram a Câmara e sete cadeiras de governadores. Trump não é tão impopular nem a economia é ruim o suficiente para garantir uma vitória maior — afirmou Simon Rosenberg, presidente do grupo de estudos Nova Rede Democrata. — Sim, perdemos em alguns lugares, mas vencemos em muitos outros. Ver Trump mais forte é como dizer que o Brasil venceu a Argentina por 3 a 1 em uma partida amistosa, mas acha que deveria ter sido por 5 a 1 e, portanto, foi ruim. Esta foi uma eleição terrível para Trump.
O que falta aos democratas, para muitos analistas, é um discurso capaz de unir o país:
— Vimos muito voto de protesto, mas ainda não há um nome que una os democratas e não está claro que projeto de país vão oferecer em 2020 — disse Nordlinger. — Democratas passaram muito tempo defendendo imigrantes, ok, mas em que eles vão tornar a vida dos meus filhos melhor que em um governo republicano? Do site do jornal O Globo

sábado, novembro 10, 2018

BOLSONARO RETOMA CONTATO DIRETO COM O POVO BRASILEIRO EM VÍDEO E FAZ PICADINHO DA USINA DE 'FAKE NEWS' E INTRIGAS DO JORNALISMO DE ALUGUEL DOS COMUNISTAS


Depois de cumprir um agenda intensa em Brasília o Presidente eleito do Brasil Jair Messias Bolsonaro, retornou à sua residência no Rio e retomou suas famosas 'lives', falando diretamente ao povo brasileiro sem a intermediação pustulenta da grande mídia nacional que, com raras exceções, não reporta a verdade dos fatos. A maioria das redações dos grandes veículos de mídia é formada por um ajuntamento de comunistas malditos que desejam apenas a desgraça dos brasileiros. Esta é a  verdade que tem de ser dita.

Pois bem. No vídeo acima a gravação da conversa direta de Bolsonaro com a esmagadora maioria do povo brasileiro que o elegeu Presidente da República.

Não deixem de ver este. Bolsonaro volta às redes sociais com todo o gás e desfaz a rede de intrigas desavergonhada e acintosa que não tem nada a  ver com a verdade dos fatos.

Sem dúvida, Jair Bolsonaro retoma a sua conversa direta com os brasileiros em boa hora detonando um montão de 'fake news' e prestando contas aos cidadãos brasileiros do que ocorreu durante os últimos dias em que cumpriu agenda inerente e obrigatória  à sua condição de Presidente da República eleito.

Como verão neste vídeo Bolsonaro não se afastou um milímetro de suas promessas de campanha como certa imprensa e certos ditos "analistas políticos" insinuaram.

Creio que mesmo depois de tomar posse como Presidente da República Jair Bolsonaro deverá continuar mantendo esse contato direto com os brasileiros. Afinal, chegou à Presidência da República por meio dessa conversa franca com o povo brasileiro em transmissões online pelas redes sociais. 

E isto prova mais uma vez que a mainstream media nos moldes como é feita até agora tende a desaparecer. Ainda mais sem os generosos caraminguás à força de dinheiro público.

Esta é a realidade dos fatos. 

quinta-feira, novembro 08, 2018

UM TRIÂNGULO PERFEITO QUE PODE FINALMENTE TIRAR O BRASIL DO BRUTAL ATRASO ECONÔMICO

Acima o empresário Winston Ling que intuiu acertadamente que Jair Bolsonaro venceria a eleição. Foi Ling que apresentou o economista Paulo Guedes para Bolsonaro. 
Não deixa de ser super interessante a benéfica ação do empresário Winston Ling para o Brasil. Tenho a honra de tê-lo como meu seguidor no Twitter e o sigo também. Está por trás do que virá a ser o Ministério da Economia do Presidente Jair Bolsonaro. Afinal, foi Winston Ling que apresentou o economista Paulo Guedes para Bolsonaro. 

Winston Ling é um empresário brasileiro com atuação na China. Intuiu lá atrás que Bolsonaro reunia todas as condições para se eleger Presidente do Brasil quando poucos - fora aquela legião de fiés seguidores do "Mito" - acreditavam que venceria a eleição presidencial, muito menos de lavada. Por tudo isso o empresário Winston Ling, de perfil discreto, vem sendo agora paparicado pela grande mídia.

A propóstio, o jornal O Estado de S. Paulo, publicou nesta quinta-feira uma entrevista com Winston Ling, que transcrevo como segue:


Uma das lideranças do movimento liberal no Brasil, o empresário Winston Ling, que mora na China desde 2001, foi quem aproximou Jair Bolsonaro do economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia. Filho de imigrantes chineses que fundaram o Instituto Ling de Porto Alegre, Winston prevê que, se o plano de Guedes for implementado, o Brasil será a nova China. “Eles estão agora desacelerando e esse espaço, eu espero, será ocupado pelo Brasil”, diz ele, que comanda a Wintech Ventures, que investe em startups em vários países do mundo.
Como foi a sua aproximação com Bolsonaro?
Quando o encontrei pela primeira vez, em 2016, dei dois livros sobre o liberalismo: A Lei, de Frederic Bastiat, e Seis Lições, de Ludwig Von Mises. Eu via a movimentação do Bolsonaro e senti que ele tinha popularidade e que teria chance de ser presidente. Sou do tipo que gosta de se aproximar das pessoas e evangelizar sobre o liberalismo. A Bia Kicis (agora deputada federal eleita pelo DF) caiu do céu. Ela queria me conhecer e eu queria conhecer o Bolsonaro. Eu acreditava que, se ele tivesse alguma chance de ser presidente, era hora de começar a pensar no programa econômico e organizar um grupo de conselheiros com empresários e economistas liberais.
O que se espera do governo Bolsonaro na área econômica?
O Paulo Guedes é bastante radical no liberalismo e tudo que estamos vendo até agora confirma a esperança de que se consiga fazer alguma coisa correta de diretriz de política econômica. A redução dos ministérios é um exemplo. Guedes falou em oito ministérios. Bolsonaro, em 15. Assim, vamos negociando e quem sabe se chega em 12.
Por que é tão importante a redução dos ministérios?
Numa empresa, há um limite de pessoas com quem o administrador consegue trabalhar e conversar. Hoje, são 39 ministérios. É muita gente para administrar. Fiquei aliviado em saber que o Mdic vai ser fundido com Fazenda e Planejamento. É importante reduzir a pressão dos empresários lobistas e corporativistas em cima do governo.
Bolsonaro e Guedes vão resistir a essa pressão?
Eu e todos deveríamos torcer para que resistam porque empresário tem de ser empresário.
Guedes comprou uma briga grande quando disse que o governo Bolsonaro ia salvar a indústria, apesar dos industriais.
Ele comprou uma briga grande. A recomendação para todos os empresários, industriais, fazendeiros é: vamos focar no nosso negócio e melhorar a nossa eficiência na produção, tirando o foco do governo.
O que é mais imediato?
Tem muita coisa para fazer na área tributária e desregulamentação. O Paulo vai equiparar o Brasil ao resto do mundo, que está reduzindo o Imposto de Renda para 20%. Espero uma redução e simplificação dos impostos. Vai ajudar a trazer os investimentos para o Brasil.
Guedes não está comprando muita briga logo no início?
É o jeito dele. Vai dar certo. O Brasil vai se acostumar com o jeito do Bolsonaro e dele também. Estou otimista. Quando eu me mudei para a China, em 2001, era um lugar onde tudo era muito livre, rápido e a economia crescia a taxa de dois dígitos ao ano. E eu acho que o Brasil vai ser a nova China. Eles estão agora desacelerando e esse espaço espero que seja ocupado pelo Brasil. Se o Brasil conseguir fazer tudo que o Paulo quer fazer, vai criar um ambiente propício para os negócios.
Mas os chineses estão preocupados com o governo Bolsonaro.
Acho que não vai ter problemas. Não vai ter briga. Não vai estar vinculado à ideologia. Não tem como os chineses ficarem preocupados e também o Brasil não precisa ficar se preocupar.
Foi Bolsonaro quem manifestou preocupação.
Os brasileiros não conhecem a China. Se o plano Paulo Guedes for implementado, vamos estar anos luz à frente dos nossos vizinhos. O Brasil será a nova China e os capitais do mundo vão vir para o Brasil. Os cérebros e investidores virão. Por que eles foram embora? Imposto muito alto, uma confusão de leis e regulamentações. Isso tudo vai ser resolvido.

O COMUNISMO CAIU DE PODRE, MAS O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA: O CASO BRASILEIRO.


O vídeo que ilustra esta postagem é parte de um documentário do Brasil Paralelo, grupo de mídia sediado em Porto Alegre e que tem realizado um trabalho excelente fazendo uso intensivo dos recursos proporcionados pela internet, sobretudo plataformas de vídeos de alta qualidade e com conteúdo exclusivo.

Trata-se de trabalho pioneiro no Brasil com foco em análises e depoimentos de políticos, filósofos, historiadores, analistas políticos e jornalistas.

O vídeo desta postagem é constituído de depoimento do consagrado jornalista Diego Casagrande que explica muito bem as razões e os eventos que acabaram impondo a hegemonia dos comunistas na política brasileira, especialmente no que se refere à ascensão de Lula e seus sequazes ao poder. Hegemonia essa que acaba de ser quebrada com vitória de Jair Messias Bolsonaro no pleito presidencial que se concluiu com o 2º turno eleitoral no dia 28 de outubro deste ano de 2018.
Este depoimento do jornalista Diego Casagrande foi gravado antes do desfecho do pleito presidencial deste ano. Todavia a análise que ele formula explica muito bem as razões que conduziram à esquerdização da política brasileira embora se saiba, como bem explicou Olavo de Carvalho em vídeo que postei aqui no blog, a população brasileira é e sempre foi majoritariamente conservadora. 

Portanto, recomendo que vejam este vídeo e compartilhem intensamente esta postagem nas redes sociais. Recomendo também que assinem o Brasil Paralelo que disponibiliza diversos vídeos que revelam um verdadeiro Brasil paralelo desconhecido da maioria dos brasileiros. Sim, porque o sistema cultural nacional que inclui a escola, as universidades, o show business e a grande mídia foram aparelhados pelos comunistas.

O ponto fora da curva desta história de horror é a vitória de Jair Bolsonaro. Mas o trabalho de desmantelamento de todas essas iniquidades precisará do apoio incessante de todos os cidadãos que prezam a liberdade. E a ferramenta mais importante para consecução desta empreitada é o conhecimento embasado em informação verdadeira como resta posto no vídeo acima.   

quarta-feira, novembro 07, 2018

PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA OS BRASILEIROS TERÃO A OPORTUNIDADE DE VIVER NUMA DEMOCRACIA DE VERDADE


Neste vídeo o jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho faz uma constatação que nunca é motivo para análise por parte dos jornalistas da mainstream media nacional. Refere-se ao fato de que o conservadorismo sempre foi hegemônico no Brasil. Entretanto, nuca tivemos um partido conservador e muito menos uma universidade conservadora. Da Velha república à Nova República predominou sempre o esquerdismo.

Destarte, pela primeira vez em nossa história a maioria dos brasileiros impõe de fato a sua vontade majoritáro elegendo Jair Messias Bolsonaro que nunca edulcorou seu conservadorismo.

Não é à toa, como explica Olavo de Carvalho, que Bolsonaro teve a maior dificuldade de encontrar um partido político que o acolhesse. Coube ao pequeno e desconhecido PSL tal proeza. E tudo está a indicar que o PSL poderá dentro de pouco tempo crescer de forma inaudita e se transformar numa nova e poderosa força política conservadora.

E concluindo esta nota é obrigatório reconhecer o incansável trabalho de Olavo de Carvalho, não só  jornalístico mas, sobretudo, pela sua copiosa obra, um monte de livros e, ainda por cima, o seu famoso COF - Curso Online de Filosofia que tem contribuído imensamente na difusão do verdadeiro conhecimento.

O vídeo que ilustra esta postagem é pequeno. Tem apenas 2,5 minutos. Mas diz tudo.

Sponholz: Mudanças...

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terça-feira, novembro 06, 2018

"NA DEMOCRACIA TEMOS APENAS UM NORTE: A NOSSA CONSTITUIÇÃO", AFIRMA BOLSONARO DURANTE ATO COMEMORATIVO DOS 30 ANOS DE PROMULGAÇÃO DA MAGNA CARTA.


O Presidente eleito Jair Messias Bolsonaro participou do ato em comemoração dos 30 anos da Constituição. Neste vídeo acima em sua rápida alocução Bolsonaro assevera que "na democracia temos apenas um Norte: a nossa Constituição".

O BRASIL TEM POVO


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Em 1881, na obra L’esclavage au Brésil, o francês Louis Couty analisou nosso país. Afirmou o autor que:
“O Brasil não tem povo, pois o largo espaço compreendido entre a alta classe dirigente e os escravos não se acha suficientemente preenchida”.
“Em nenhuma parte se encontrarão estas massas fortemente organizadas de produtores livres, agrícolas e industriais, que em nossos povos civilizados são a base de toda riqueza, bem como não se acharão massas de eleitores sabendo pensar e votar, capazes de impor ao governo uma direção definida”.
De lá para cá muita coisa mudou, mas será que o Brasil já tem povo? 
Voltemos ao ano de 2002. O PT, na quarta tentativa logrou eleger Luiz Inácio Lula da Silva, que em si é um fake news. Isso porque, o senhor Silva nunca foi o que disseram que ele era, em que pese o culto da personalidade que o PT elaborou para ele.
Na verdade, o senhor Silva nunca foi um estadista, um líder carismático no verdadeiro sentido do termo. Foi, isso sim, um esperto enganador de massas, arte que aprendeu na sua fase pelega quando, segundo testemunhos da época, conseguia desencadear greves em proveito dos patrões e não dos operários.
A eleição do senhor Silva se deu através de outro monumental fake news, pois se dizia que o PT era o único partido ético, imaculadamente puro, capaz de salvar os pobres e oprimidos.
No poder o PT institucionalizou a corrupção, governou na base do mensalão e do petrolão, deu migalhas aos pobres e locupletou-se junto a grupos de ricos. Enquanto isso, a classe dirigente petista, de viés comunista, mostrava por palavras e atitudes sua essência totalitária. Para os que não rezavam por sua cartilha os arrogantes petistas foram e continuam ser agressivos, sectários, intimidadores, patrulheiros.
Resumindo, o PT é a antítese da democracia. Inclusive, o senhor Silva se dedicou a enaltecer e financiar os piores déspotas, não só latino-americanos, como a escória internacional.  Além disso, o PT sofre de aristofobia (medo ou horror aos melhores), sendo que nos seus quadros governamentais prevaleceram os piores, os incompetentes, os gananciosos.
Pode-se também dizer que o PT é o partido do ódio, da divisão social, da negação, da amoralidade. 
Relembro também a invenção nefasta do senhor Silva: Dilma Rousseff, a atrapalhada e confusa senhora que, juntamente com seu criador conduziu ao Brasil à pior recessão de nossa história.
Desse modo, quando o presidiário Silva pergunta o porquê do antipetismo que ajudou eleger Jair Messias Bolsonaro, há na indagação um misto de ironia e cinismo. Não é possível que ele não saiba sobre os males que seu governo causou ao país.
Não há que negar que o repúdio ao PT ajudou Bolsonaro vencer. Porém, existem fatores que já analisei em outros artigos como: carisma, identificação e confiabilidade, características do candidato, além do que denominei de Quinto Poder e Palanque Digital, me referindo as redes sociais como o Face Book, o Instagram, o WhatsApp, o Twitter, etc. que superaram o palanque eletrônico da TV. Estes fatores levaram Bolsonaro à vitória.
Outra característica petista: Conforme seu modo de ser totalitário, próprio do comunismo, os petistas deturpam palavras, invertem conceitos e estigmatizam pessoas com certos termos. Assim, Bolsonaro, que é amigo de Israel, foi taxado de nazista.
Nada mais parecido com Mussolini do que o presidiário, mas chamar Bolsonaro de fascista tornou-se a repetição dos que falam sobre o que não conhecem.
Conservador é outro xingamento, quando na verdade trata-se da moral no tocante a temas como aborto, ideologia de gênero, etc. coisas que o PT defende. E moral, recorde-se, “é o conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo e lugar, quer para um grupo ou pessoa determinada”.
Liberal (não no sentido norte-americano), virou outro estigma, quando na verdade significa liberdade em todos os sentidos, de pensamento, de religião, de reunião e muito mais, sendo que do liberalismo floresceu a democracia.
Bolsonaro venceu com o entusiástico e fiel apoio de 57,7 milhões de eleitores, perfazendo 55% dos votos válidos.  Como democrata e afeito a meritocracia ele está constituindo o melhor ministério de nossa história Entre os ministros já indicados está o notável juiz, Sérgio Moro. Este continuará a fazer justiça com poderes ampliados, para o temor dos que têm contas a ajustar com a lei.
Inconformado com a derrota, o PT já faz oposição encarniçada ao eleito que ainda não tomou posse e até já trama seu impeachment. O problema do PT e de outros opositores que se dizem de esquerda é que, com a eleição de Jair Bolsonaro o país já tem povo. E quem tem o povo ao seu lado nada tem a temer. Fiquemos, porém, atentos e não nos deixemos enganar, pois no grito dos derrotados há choro e ranger de dentes.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

Sponholz: Os loucos.

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