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segunda-feira, outubro 22, 2018

JAIR BOLSONARO FALA À MULTIDÃO EM 'LIVE' POR CELULAR E AVISA QUE OS "MARGINAIS VERMELHOS SERÃO BANIDOS DE NOSSA PÁTRIA"


Neste vídeo ai acima o Presidenciável Jair Bolsonaro transmitindo numa 'live' nos fundos de sua residência seu discurso saudando e agradecendo cerca de 3 milhões de brasileiros que ocuparam a Av. Paulista, em São Paulo, na maior manifestação política da história do Brasil.

Os que não puderam estar lá agora vêem e escutam aqui no blog a íntegra do discurso de Bolsonaro que foi projetado num telão ao final da mega manifestação. 

De improviso, trajando uma simples camiseta com a cor verde da Bandeira do Brasil, nos fundos de sua residência, Jair Bolsonaro dispensou rapapés e salamaleques da velha política e mandou ver com bom humor, porém fazendo ecoar o grito que estava preso na garganta dos brasileiros espoliados há mais de uma década pelos comunistas que se julgavam os donos do poder. 

Enganados há muito tempo pela grande mídia safada e mentirosa acostumada a escamotear a verdade dos fatos em favor da bandalha comunista, os brasileiros agora não necessitam mais da dita mainstream media de seus jornalistas histéricos. Tanto é que podem ver e ouvir o discurso de seu candidato em qualquer lugar e a qualquer hora necessitando para isso apenas de um simples smartphone, como também dispõem das redes sociais, de blogs e sites independentes onde podem encontrar outras abordagens dos fatos.  

As manifestações por todo o Brasil neste domingo coroadas pelo discurso de Jair Bolsonaro constituem um ponto de inflexão na história do Brasil. Trata-se de um acontecimento grandioso que tem tudo para mudar o curso da história do Brasil. E quis o destino que Jair Bolsonaro fosse, como de fato é, o guia para essa travessia rumo à liberdade, à paz e segurança.

Seja como for, os fatos indicam que esta é uma tendência de uma caminhada sem retorno. Os responsáveis pela execução do pleito do segundo turno no próximo domingo, dia 28, têm sobre si uma responsabilidade enorme para dizer o mínimo.

domingo, outubro 21, 2018

A MAIOR MANIFESTAÇÃO POLÍTICA DA HISTÓRIA DO BRASIL: O POVO VAI ÀS RUAS EM MASSA EM TODO O PAÍS EM APOIO A JAIR BOLSONARO.

Ao longo de mais de 47 anos exercendo o jornalismo confesso que nunca vi nada igual ao que aconteceu neste domingo. Os sites de todos os principais veículos da grande mídia brasileira escamoteiam a maior manifestação política da história do Brasil.

Só na Av. Paulista, calcula-se 3 milhões de pessoas. A maioria veste verde e amarelo, as cores da Bandeira do Brasil. Mas não é apenas na mais famosa avenida de São Paulo que milhares de pessoas estão nas ruas e todos vestidos de verde e amarelo hipotecando solidariedade e apoio ao Presidenciável Jair Bolsonaro.

Como não vejo televisão há mais de uma década não sei se estão mostrando a maior manifestação político-eleitoral da história do Brasil. E o mais incrível de tudo isso é que quem está levando essas multidões às ruas no Brasil não pode estar presente. Jair Bolsonaro, o líder absoluto de todas as pesquisas eleitorais, convalesce de duas grandes cirurgias que lhe salvaram a vida depois que foi esfaqueado em Juiz de fora no dia 6 de setembro passado, num atentado cometido por um militante comunista. A coisa foi tão séria que Bolsonaro deverá submeter-se a mais uma cirurgia para retirar a bolsa coletora intestinal. Mas até agora uma pergunta continua sem resposta: Quem mandou matar Jair Bolsonaro?

Por tudo isso decidi fazer esta postagem ilustrando com fotografias que circulam à farta pelas redes sociais como Facebook, Twiter, Instagram e WhatsApp. E o faço para registrar esses eventos e também em atenção especial àqueles leitores do blog que por ventura não utilizam as rede sociais.
Em Brasília milhares de "robôs" de Bolsonaro saíram do WhatsApp e ocuparam as avenidas da Capital Federal...rsrs...

E AQUI O DISCURSO DE BOLSONARO EM VÍDEO

sábado, outubro 20, 2018

PESQUISA DATAPODER360: JAIR BOLSONARO DISPARA COM 64% NA RETA FINAL DO 2º TURNO. HADDAD TEM 36%.


Pesquisa DataPoder360 nos dias 17 e 18 de outubro de 2018 (últimas 4ª e 5ª feiras) indica que Jair Bolsonaro (PSL) tem 64% dos votos válidos –aqueles que excluem brancos, nulos e indecisos na pesquisa. Fernando Haddad (PT) tem 36%.
Nunca em eleições presidenciais brasileiras houve uma virada num 2º turno, mesmo quando a diferença entre os candidatos era menor do que a atual –o levantamento foi finalizado a 10 dias da disputa.
A pesquisa entrevistou 4.000 pessoas em 413 cidades em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-08852/2018. Leia Mais

'SORRY' PT, MAS NÃO EXISTE TERCEIRO TURNO.


De tudo que tem sido noticiado e comentado na grande mídia e nas redes sociais sobre a derradeira tentativa do PT e de seus sequazes nas redações da grande mídia para evitar a vitória do Presidenciável Jair Bolsonaro, creio que o trabalho jornalístico de Cláudio Dantas do site O Antagonista é sem dúvida o mais consistente para entender a jogada.

Por isso faço a postagem do vídeo acima facilitando a vida de quem não faz uso intensivo da internet e das redes sociais.

Em resumo, a judicialização da política pode render algum algum espaço na grande mídia porém não passa disso. 

O que está se vendo nessa história que envolve o popular WhatsApp tem mais furos do que queijo suíço. E quando o queijo fica velho passa a ser habitado pelos vermes...

Portanto, vale a pena ver e ouvir comentário analítico de Cláudio Dantas. Verão que para vencer um pleito eleitoral no tapetão não é tão fácil quanto imaginam os comunistas. Não é à toa que tentaram matar Jair Bolsonaro.

Enquanto isso, nas redes sociais a galera não perdoa e manda ver com enxurrada de banners como este aqui:

Sponholz: A petezada endoidou.

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sexta-feira, outubro 19, 2018

MAIS DO QUE UMA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL. OS BRASILEIROS DECIDIRÃO PELA VIDA OU A MORTE, PELA LIBERDADE OU A OPRESSÃO COMUNISTA.

O momento em que Jair Bolsonaro foi esfaqueado e cai nos braços do povo. Sobreviveu por um milagre.
O que está acontecendo a poucos dias antes das eleições dá uma ideia sobre o que seria mais um governo dos comunistas do PT e seus aliados. Venezuela pouca é bobagem.

Impressionante é o silêncio da maioria dos políticos. E isto significa que a volta dos comunistas ao poder transformaria o Brasil numa ditadura das mais sangrentas que já se viu na face da Terra. 

O fato do povo brasileiro contar apenas com Jair Bolsonaro para peitar esse desastre anunciado revela um fato dramático: toda a classe política herdeira do golpe da República de 1889, o establishment inteiro, perfila-se ao lado dos comunistas assassinos.

O atentado a faca contra Jair Bolsonaro dá uma ideia do que toda essa gente vermelha e seus sequazes são capazes de fazer para se manter no poder.

E o fato mais incrível é que esses liberticidas sem qualquer pejo contam com os préstimos da dita grande mídia que, com raras exceções, faz parte desse tétrico contubérnio destinado a venezuelizar o Brasil. Isso indica que toda essa gente acolheria de bom grado o assassinato da liberdade em troca da manutenção do poder total.

Tanto é que a poucos dias do 2º turno eleitoral tentam calar as redes sociais na internet, sobretudo o popular WhatsApp e para isso contam mais uma vez com os préstimos dos jornalistas comunistas que se transformaram em assassinos da liberdade.

Portanto não está havendo apenas uma eleição presidencial. Há na verdade uma guerra civil no Brasil que já não é mais incruenta pelo sangue derramado por Jair Bolsonaro alvo da facada que lhe dilacerou o ventre.

Os que silenciam ante todos esses ataques à liberdade fazem parte desse esquema, desse mecanismo diabólico em favor do totalitarismo vermelho destinado a garrotear os brasileiros em favor dos que pilham os cofres da Nação, dos que impõem a dor e o sofrimento à maioria da nossa gente.

Felizmente os brasileiros acordaram do sono profundo e letárgico ao qual têm sido submetidos pelos tradicionais donos do poder e que sempre estiveram acumpliciados com os comunistas desde o golpe da República.

Esta eleição presidencial é um ponto fora da curva. É uma questão de vida ou morte. E coube a Jair Bolsonaro o papel de timoneiro da Nação. 

Decide-se nessa eleição presidencial sobre a vida ou a morte, sobre a liberdade ou a opressão comunista assassina!

A FORÇA E O PRESTÍGIO DO PRESIDENCIÁVEL JAIR BOLSONARO SE AGIGANTA NA RETA FINAL DO 2º TURNO ELEITORAL


Ai está a gravação da "live" do Presidenciável Jair Bolsonaro que foi ao ar na tarde desta quinta-feira. Quem por ventura não acessa o Facebook e o Twitter, principalmente, pode assistir esta 'live' integralmente.

Líder absoluto nas pesquisas da corrida eleitoral do 2º turno, Bolsonaro responde à profusão de fake news das quais tem sido alvo, produzidas pelos veículos da grande mídia que temem a drenagem do pântano de mentiras e armações onde chafurdam.

Neste vídeo de apenas 19 minutos Jair Bolsonaro detona seus detratores e reafirma suas promessas de drenar o lamaçal de mentiras, corrupção e roubalheiras variadas que transformaram o Brasil num país zumbi a caminho de ser 'venezuelizado'. 

E, como antecipei em postagem aqui no blog Jair Bolsonaro não irá a nenhum debate, prefere falar diretamente com seus milhares de eleitores de dentro de sua própria residência num estúdio improvisado, sem holofotes ou câmeras especiais.

Sem contar com as transmissões pelo Twitter e Instagram, somente em sua página no Facebook esta transmissão teve 2,1 milhões de visualizações, 178.708 compartilhamentos e 346 mil comentário de leitores. Esses números dão uma ideia do alcance das redes sociais e da popularidade de Jair Messias Bolsonaro.

E tudo isso apavora seu opositor, principalmente pelo fato de que as estatísticas recentes mostram que a televisão, que dominou até pouco tempo a opinião pública, perde terreno para a internet no que concerne à informação. Tradicionais veículos de mídia em papel, como a 'Falha' de S. Paulo, Veja e congêneres tendem a desaparecer.

Resumindo: Malddad e seus comunistas estão mais apavorados do que cachorro em tiroteio. 

Qualquer tentativa de tisnar o resultado do 2º turno não será bem recebida - se é que me entendem - pelo elevado contingente de eleitores que já sinalizou o que deseja no 1. turno: Jair Messias Bolsonaro Presidente do Brasil!  

quinta-feira, outubro 18, 2018

JAIR BOLSONARO NÃO DEVE IR A NENHUM DEBATE

Segundo o site O Antagonista, o médico responsável pela tratamento de Jair Bolsonaro, líder absoluto das pesquisa eleitorais,  que permanece ainda em tratamento em razão do atentado sofrido em Juiz de Fora, dia 6 do último mês de setembro, quando foi esfaqueado, afirmou que a decisão de ir ou não a debates cabe ao próprio Bolsonaro.

Embora não seja médico e nem estrategista político, meus modestos conhecimentos acumulados ao longo de mais de 40 anos de jornalismo me induzem crer que Bolsonaro não deve ir a nenhum debate. Nem mesmo sair de casa! 

Ainda mais quando recente pesquisa demonstrou que a grande mídia já foi para o vinagre depois do irrefreável domínio das redes sociais, blogs e sites independentes. A opinião pública felizmente já não é mais formada pelos jagunços comunistas da grande mídia sob as ordens do establishment.

Neste caso impera o velho adágio: bom senso e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. As 'lives' por meio do Facebook que Bolsonaro tem levado ao ar a partir de seu modesto e improvisado "estúdio" em sua residência estão de ótimo tamanho. Que o digam as próprias pesquisas eleitorais.

A saúde e a segurança nas atuais circunstâncias falam mais alto. E, ao que parece, segundo o que foi veiculado pela mídia, o médico deixou a decisão de ir ou não ir a debates ao próprio presidenciável que, embora se recuperando bem, continua em tratamento.

GLOBALISTAS VERSUS NACIONALISTAS: A QUEM PERTENCE O FUTURO? (Um tema fora do debate político no Brasil)


Embora estejamos caminhando para o segundo turno da eleição presidencial há muitos assuntos que ficaram fora da pauta das proposições dos candidatos. Um desses assuntos que reputo como muito importante é o "globalismo". Não se deve confundir os termos globalização e globalismo. Grosso modo, o primeiro refere-se ao plano econômico relativo ao comércio internacional, já o segundo define um projeto político, isto é, um sistema de poder global do qual a ONU está entre os principais organismos que tentam levar a termo essa manobra destinada a fazer picadinho dos Estados-Nação.
Já me referi aqui no blog a este assunto. Entretanto, um texto traduzido pelos Tradutores de Direita lança um facho de luz que rasga as trevas. O assunto jamais é pauta para os veículos da grande mídia nacional e, quando muito, é tratado como "teoria conspiratória". No entanto há um bom tempo é discutido e analisado principalmente por veículos de mídia conservadores nos Estados Unidos. 
No prólogo de apresentação do texto em sua página do Facebook, os Tradutores de Direita anotam: 
"A identidade de uma nação, e a sua força, está em sua independência, em não abrir mão daquilo que lhe é essencial, preconizava Alexander Hamilton. Dependência umbilical a interesses internacionais, mesmo com garantias de vantagens a curto e médio prazos, redunda em desastres inevitáveis. Assim ocorreu com a Grã-Bretanha, assim veio o Brexit, e essa subserviência leiloa setores estratégicos do Brasil para a China, através do BRICS, além de acatar diretrizes do bloco em vários âmbitos da sociedade brasileira."

O título desta postagem é do artigo que segue:

Por Patrick J. Buchanan [*]
Robert Bartley, o falecido editor do Wall Street Journal, era um fanático pelo livre comércio e por décadas defendeu uma emenda de quatro palavras à Constituição: “As fronteiras serão abertas”.
Ele reconheceu o que significaria o apagamento das fronteiras americanas e o influxo sem fim de pessoas e mercadorias estrangeiras para o seu país.
Bartley disse: “Eu penso que o Estado-nação está acabado”.
Sua visão e sua ideologia tinham um antigo pedigree.
Esse culto ao livre comércio e às fronteiras abertas floresceu primeiro na Grã-Bretanha do século XVIII. O São Paulo dessa fé pós-cristã era Richard Cobden, que hipnotizou as elites com a grandeza de sua visão e o poder de sua retórica.
No Auditório do Livre Comércio em Manchester, em 15 de janeiro de 1846, a multidão era tão imensa que assentos tiveram que ser removidos. Lá, Cobden vociferou:
“Eu olho além, eu vejo no Livre Comércio o princípio que deverá agir no mundo moral como o princípio da gravitação no universo, atraindo homens, deixando de lado os antagonismos de raça e de credo e de língua e nos unindo nos laços da eterna paz”.
A Grã-Bretanha se converteu a essa fé utópica e abriu seus mercados para o mundo. No entanto, um outro sistema foi adotado no Altântico, que seria conhecido como “Sistema Americano”.
A segunda lei, assinada pelo Presidente Washington, foi a Lei da Tarifa de 1789. O Pai Fundador dos EUA disse em seu primeiro discurso ao Congresso: “Um povo livre […] deveria privilegiar tais manufaturas ao ponto de tornar-se independente de outros povos nos bens de primeira necessidade, particularmente nos suprimentos militares”.
Em seu “Relatório sobre Manufaturas”, de 1791, Alexander Hamilton escreveu “Toda nação deve se empenhar em ser autossuficiente em todos os bens de primeira necessidade, tais como os meios de subsistência, moradia, vestuário e defesa”.
Isso era sabedoria nascida da experiência.
Em Yorktown, americanos tiveram que depender dos mosqueteiros e navios franceses para conquistar sua independência. Eles estavam determinados a erigir um sistema que iria cessar nossa dependência da Europa para suprir as necessidades de nossa vida nacional e estabelecer novos laços de dependência mútua entre os americanos.
A loucura da Grã-Bretanha tornou-se manifesta na Primeira Guerra Mundial, já que uma América independente ficou de fora enquanto vendia para uma Inglaterra dependente de importados a comida, os suprimentos e as armas de que ela precisava para sobreviver, mas que não podia produzir.
Os primeiros grandes passos dos Estados Unidos rumo ao livre comércio, fronteiras abertas e globalismo vieram com a lei de Expansão do Comércio do presidente John Kennedy e a Lei de Imigração do presidente Lyndon Johnson em 1965.
Ao fim da Guerra Fria, contudo, uma reação se manifestou e um grande despertar se iniciou. Os déficits do comércio exterior dos Estados Unidos em mercadorias estavam crescendo às centenas de bilhões e mais de um milhão de imigrantes legais e ilegais estavam inundando anualmente, alterando de forma visível o caráter do país.
Os americanos estavam começando a perceber que o livre comércio estava destruindo a base manufatureira da nação e que fronteiras abertas significavam perder o país onde eles cresceram, o que é a pior coisa do mundo.
A nova resistência do homem ocidental à agenda globalista está agora manifesta em todo lugar.
Nós vemos isso na hostilidade de Trump ao NAFTA (North American Free Trade Agreement – Tratado Norte-Americano de Livre Comércio), ao impor tarifas e no seu muro de fronteira.
Também percebemos isso na declaração de independência da Inglaterra da União Europeia no Brexit, bem como nos triunfos políticos dos nacionalistas poloneses, húngaros e tchecos, nos partidos anti-União Europeia surgindo pela Europa, nos movimentos secessionistas na Escócia, na Catalunha e na Ucrânia e na admiração pelo nacionalista russo Vladmir Putin[1].
Os europeus começaram a se ver como povos aborígenes cujo velho continente está mortalmente em perigo pelas centenas de milhões de invasores entrando pelo Mediterrâneo e desesperados para vir e ocupar suas terras natais.
A quem pertence o futuro? Quem decidirá o futuro do Ocidente?
O problema dos internacionalistas é que a visão que eles têm a oferecer – um mundo de livre comércio, fronteiras abertas e governo global – é um constructo mental que não entusiasma o coração.
Homens lutarão por suas famílias, sua religião e seus países, mas quantos abrirão mão de suas vidas pelo pluralismo e pela diversidade?
Quem lutará e morrerá pela Eurozona e pela União Europeia?
Em 4 de Agosto de 1914, os alemães sociais-democratas e anti-militaristas, o maior e mais velho partido socialista da Europa, votaram a favor das dotações orçamentárias necessárias para que o Kaiser guerreasse contra a França e a Rússia. Com o exército alemão em marcha, os socialistas alemães eram alemães nacionalistas.
O patriotismo triunfa sobre a ideologia.
No livro “Present at the Creation” (“Presente na Criação”), Dean Acheson escreveu sobre o mundo pós-guerra e as instituições nascidas nos anos em que ele serviu aos presidentes Franklin Delano Roosevelt e Harry Truman no Departamento de Estado: as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, o Plano Marshall e, com a divisão entre Oriente e Ocidente, a Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Nós estamos presenciando agora o fim de tudo isso.
E nossas elites transnacionais têm um problema aparentemente insolúvel.
Para milhões que se levantam no Ocidente, o globalismo das fronteiras abertas e do livre comércio que as elites valorizam e defendem não é um futuro glorioso, mas uma ameaça existencial à soberania, à independência e à identidade dos países que milhões de pessoas amam. E elas resistirão bravamente a essa morte.
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[*] Patrick J. Buchanan. “Globalists vs. Nationalists: Who Owns the Future?”. The American Conservative, 13 de Março de 2018.
Tradução: Giovanni Russo

Revisão: Evelin Olívia Fróes

[1] Nota da revisora: Vladimir Putin é, na verdade, líder de outra força globalista, a eurasiana. Além disso, os movimentos separatistas da Europa são liderados por comunistas e a maioria dos catalães não quer separatismo.

Sponholz: Mimetismo grotesco.

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quarta-feira, outubro 17, 2018

AÇOUGUES DA VENEZUELA VENDEM CARNE PODRE ENQUANTO CADÁVERES EXPLODEM NOS NECROTÉRIOS POR FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA.


A matéria que segue após este prólogo é do site da BBC, bem como o vídeo. Destaca a degeneração da Venezuela o primeiro dos países que fazem parte do Foro de São Paulo e que foi totalmente cubanizado. A Venezuela tornou-se uma República Comunista adotando o receituário do Foro de São Paulo, ou seja, as mesmas diretrizes que integram as propostas de governo do PT nestas eleições presidenciais no Brasil.

Quem padece na Venezuela é o povo, enquanto o filhote do defunto caudilho Hugo Chávez por ele "nomeado" presidente do país, Nicolás Maduro, vive em palácios como os demais integrantes da nomenclatura vermelha.

É importante notar que esta reportagem da BBC revela o estado de miserabilidade e insegurança total do povo venezuelano mas escamoteia o fato gerador da destruição desse país, outrora uma ilha de fartura e opulência tendo chegado a alcançar índices de desenvolvimento de primeiro mundo.

A BBC não fala sobre o fato principal, ou seja, que a Venezuela chegou a essa situação caótica devido à adoção do comunismo. A Venezuela é uma ditadura comunista. Nesse país foram seguidas rigidamente as regras do Foro de São Paulo, do qual Lula é o seu comandante, ainda que esteja na cadeia, e no momento terceirizou as tarefas para o seu fantoche Haddad.

São fatos relevantes que devem ser informados. Isto é a missão do jornalismo. E é isso que há mais de uma década dedico-me a fazer por meio deste blog. 

Uma informação descontextualizada é desinformação. Aliás, estratégia de praticamente a totalidade dos jornalistas da dita grande mídia. E é isto que finalmente os brasileiros começaram a ver ao vivo e em cores e caíram na realidade repudiando a tentativa de comunização do Brasil acalentada por esse bando de esquerdistas histéricos e mentirosos e que não estão apenas no PT e demais partidos comunistas, mas nos altos escalões da República.

Esse ajuntamento de oportunistas vagabundos e poderosos é o establishment, que pela primeira vez está quebrando a cara. A porretada final nos pretensos donos do poder será aplicada no dia 28 deste mês de outubro de 2018, no segundo turno eleitoral, com a vitória de Jair Bolsonaro.

Os indecisos e oportunistas de todos os gêneros devem, portanto, ler a matéria que segue e ver o vídeo acima e refletir seriamente sobre tudo isso. Leiam:
SOCIALISMO É DESGRAÇA E MISÉRIA
Um mercado de carnes em Maracaibo, no noroeste da Venezuela, vende alguns produtos nada apetitosos – entre eles, carne podre.
Nas bancas onde esse produto pouco convencional está disponível, o cheiro é forte e há muitas moscas.
Mas as pessoas realmente compram e comem carne podre?
“Sim, o que mais podem fazer? É mais barato”, explica o vendedor.
Um quilo de carne chega a custar um terço do salário mínimo venezuelano, de atualmente cerca de US$ 30 (R$ 111,54). A carne podre custa 1%.
A carne está apodrecendo por causa de problemas na infraestrutura da Venezuela.
“Falta luz aqui dez vezes por dia, às vezes por horas seguidas. No dia seguinte, os produtos estão em más condições”, diz o comerciante Manuel.
Os cortes de energia constantes são alvo de manifestações frequentes.
Nem aqueles que morrem escapam da crise. Necrotérios têm dificuldade para manter os corpos refrigerados.
“Tenho dois ou três corpos que ficam expostos assim toda semana”, diz Wilfredo, funcionário do necrotério.
“Os corpos apodrecem a ponto de chegarem a explodir.”
A Venezuela tem as maiores reservas de petróleo conhecidas – e a maioria delas está em Maracaibo.
Mas o país vive uma recessão desde 2014, com inflação galopante e escassez de produtos básicos.
O presidente Nicolás Maduro culpa a "guerra econômica" imposta por seus oponentes.
No poder desde 1999, o grupo de Hugo Chávez - morto em 2013 e substituído no poder por Maduro em uma eleição realizada no mesmo ano - adotou medidas econômicas que levaram o país à escassez de alimentos, à hiperinflação e ao colapso dos serviços públicos.
As críticas internacionais ao chavismo na região esbarraram, muitas vezes, no apoio de governos alinhados ao projeto - como setores do próprio PT, no Brasil, que ainda manifestam apoio ao governo de Maduro, mesmo que seu candidato à Presidência, Fernando Haddad, tente se distanciar da questão.
Neste contexto, os lixões se transformam em uma fonte de comida para aqueles que vivem na pobreza extrema.
Hospitais também são afetados - equipamentos e camas estragam bem ao lado das enfermarias. Não há dinheiro para consertá-los. Do lado de fora, há enormes pilhas de lixo hospitalar, inclusive agulhas.
Maria Eugenia tem câncer de mama e está prestes a passar por uma cirurgia. Ela precisa obter tudo que é necessário para o procedimento: agulhas, drogas e até luvas. Ela terá de se recuperar em um local onde a temperatura pode chegar a 40ºC. Ela não tem outro lugar para ir. 

Sponholz: É melhor Jair se acostumando...

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