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terça-feira, março 19, 2019

EM VÍDEO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO FALA SOBRE OS CONTATOS NOS ESTADOS UNIDOS E TAMBÉM ABORDA QUESTÕES QUE ESTÃO NA ORDEM DO DIA DE SEU GOVERNO.


O Presidente Jair Bolsonaro e seu filho o Deputado Federal Eduardo Bolsonaro realizaram uma 'live' (transmissão em vídeo) por meio as redes sociais desde a Blair House, residência do Governo norte-americano destinada à hospedagem de altos dignitários em visita oficial aos Estados Unidos.

Antes disso o Presidente Jair Bolsonaro foi entrevistado especial do jornal da Fox News TV, desde seus aposentos na Blair House. Logo que a gravação da entrevista estiver disponível no Youtube farei a postagem aqui no blog.

Na 'live' acima o Presidente Jair Bolsonaro faz um relato dos primeiros contatos com áreas do governo norte-americano. O encontro do Presidente Bolsonaro com o Presidente Donald Trump ocorrerá nesta terça-feira.

Além de referir-se à visita aos Estados Unidos, o Presidente Jair Bolsonaro aborda questões que estão na ordem do dia de seu governo. Vale a pena ver. A live começa com o deputado Eduardo Bolsonaro e o Presidente Jair Bolsonaro entra alguns minutos depois.
A
JANTAR NA EMBAIXADA
Na noite de segunda-feira, dia 17, o Presidente Jair Bolsonaro participou de um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Washington com a presença de lideranças conservadoras, jornalistas, personalidades do meio político e intelectuais.

O encontro foi aberto com discurso do Presidente Jair Bolsonaro. Vejam:


segunda-feira, março 18, 2019

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO É HÓSPEDE ESPECIAL DO GOVERNO DOS EUA. TUDO PREPARADO PARA O ENCONTRO COM O PRESIDENTE DONALD TRUMP.


O Presidente Jair Bolsonaro ladeado por Filipe G. Martins, Olavo de Carvalho, o chanceler Ernesto Araújo e o Deputado Eduardo Bolsonaro, durante jantar na Embaixada do Brasil em Washington, DC.
Ao desembarcar neste domingo em Washington, DC, o Presidente Jair Bolsonaro fez alguns comentários postados em sua conta do Twitter, assinalando que “pela primeira vez em muito tempo, um Presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram.”

A assertiva presidencial tem tudo a ver com a triste realidade, ou seja, nas últimas décadas da nossa história a maldição comunista afastou o Brasil dos Estados Unidos enquanto levava nosso país à criminosa e vergonhosa submissão aos ditames do Foro de São Paulo que nos submeteu ao vexame de nosso país estar aliado ao que há de mais atrasado e odioso na face da Terra.

O Brasil sob o império da vagabundagem comunista esteve obrigado a juntar-se com o deletério chavismo que levou a Venezuela ao terror e à miséria. O esquema Sul-Sul do Itamaraty comunizado desde FHC vinha impedindo até agora uma aliança cultural, política e, sobretudo, econômica com a maior potência do mundo que são os Estados Unidos.

Portanto, esta visita do Presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos é histórica. Ao establishment botocudo e à grande mídia por ele manipulada caberá a tarefa de encontrar chifres em cabeça de burro. Aquele bando de jornalistas brasileiros ditos correspondentes internacionais que falam e escrevem mal, além de serem completos idiotas, se dedicarão a partir desta segunda-feira em conspirar para que tudo dê errado.

Lamentavelmente, é isso que se pode esperar dessa malta que procura de todas as formas solapar a tentativa do Governo Bolsonaro de salvar o Brasil e o povo brasileiro desse inferno de iniquidades, roubalheiras, corrupção e mentiras. O Brasil chegou à falência total por causa dessa gentalha. Não fosse Jair Bolsonaro a esta hora os lixões da periferia das grandes cidades teriam se transformado em “restaurantes”, como na Venezuela.
A
NA BLAIR HOUSE
Sorry, periferia esquerdista. O fato é que o Presidente Donald Trump deu um sinal inequívoco de que tem em altíssima conta o nosso país e o Presidente Jair Bolsonaro. Tanto é que o nosso Presidente está sendo tratado de forma especial. Será hóspede oficial do Governo norte-americano e ocupará a Blair House, a requintada e histórica mansão que já hospedou dignitários e alto nível em visita aos Estados Unidos.

Por isso o Presidente Bolsonaro anotou no Twitter: "Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos Chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao Governo Americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado.”

E retomando a linha característica de seus discursos complementou: "Brasil e Estados Unidos juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo. Os quem têm medo de parcerias com um país livre e próspero? É o que viemos buscar!”
A fachada da Blair House, onde está hospedado o Presidente Jair Bolsonaro.
TRATAMENTO VIP
A Blair House, que hospedará o Presidente Jair Bolsonaro é famosa. Tanto é que no ano passado o jornal The Washington Post publicou uma ampla reportagem se sobre essa histórica Casa destinada abrigar visitantes VIP.

Transcrevo um trecho dessa matéria que dá uma ideia do nível cultural dos Estados Unidos. Nada tem a ver com aquela desastrosa paisagem de Brasília, aquela cópia canhestra do modernismo de Le Corbusier, o arquiteto franco-suíço sempre referenciado pelos comunistas, tanto é que foi o inspirador de Niemayer na concepção arquitetônica horrorosa de Brasília. A Blair House é conservadora no estilo como é a Casa Branca, a House e o Senado.

Vejam trecho dessa reportagem do The Washington Post: “Inside Blair House, where the president’s guests get de VIP treatament”:

Diagonalmente, do outro lado da rua, a Casa Branca é uma casa histórica que é ainda mais difícil de conseguir um convite.

É a Blair House, a pousada do presidente desde 1942, onde a segurança é restrita e o acesso é exclusivo. Não há turnês oficiais. As quatro casas do século 19 conectadas têm a aparência calorosa de uma grande casa familiar criada ao longo do tempo: um labirinto de mais de 120 quartos de móveis antigos, pinturas, porcelana e prata. O local tem as comodidades de um hotel cinco estrelas com funcionários de longa data que atendem às necessidades dos hóspedes, sejam eles chinelos ou uma tigela de incenso.
Acima a famosa Sala Lincoln e abaixo um dos quartos e sala de estar dessa mansão que tem serviço VIP para os hóspedes
"No mundo do protocolo, todos os detalhes são importantes", diz Sean Lawler, chefe de protocolo dos Estados Unidos, cujo escritório do Departamento de Estado administra a Blair House.

“Blair House é um dos nossos grandes tesouros americanos”, diz Capricia Marshall, chefe de protocolo de 2009 a 2013, que teve que adiar o início do jantar de governo de Obama em 15 minutos depois que a esposa do chefe de Estado teve um súbito “ mau funcionamento do guarda-roupa ”rapidamente consertado por um funcionário da Blair House. “Os quartos e as coleções expostas contam nossa história americana.”

Os convidados oficiais da noite incluem chefes de estado e chefes de governo, como Charles de Gaulle, Lech Walesa e a Rainha Elizabeth II, além de suas delegações, e também presidentes eleitos nos dias imediatamente anteriores à mudança para a Casa Branca. Donald Trump e sua família passaram a noite antes de sua posse. Ele também serve como uma residência para a família de um ex-presidente durante um funeral de estado, e um lugar onde eles recebem visitantes, como Nancy Reagan fez em 2004 no Estúdio Truman. A casa sedia conclaves de alto nível, jantares e recepções de presidentes, vice-presidentes, secretários do Gabinete e atores de política externa.

domingo, março 17, 2019

"MOURÃO É DESAGRADÁVEL; PISA FORA DA LINHA", AFIRMA STEVE BANNON QUE LIDERA MOVIMENTO CONSERVADOR GLOBAL.

O General Vice-Presidente Hamilton Mourão sendo maquiado para conceder entrevista a uma emissora de televisão. Aliás, Mourão agora é o queridinho do ambiente midiático.
Qualquer cidadão brasileiro mais atilado nota que o Presidente Jair Bolsonaro está cercado de "traíras" e curiosamente a maior parte de seus ministros e toda entourage técnico-burocrática palaciana que o cerca, que nunca apareceu durante a campanha eleitoral presidencial, de repente se tornou uma corriola esquisita. Especialmente o que se poderia denominar de "estamento militar" empoleirado em altos postos da República, grupo que parece ser liderado pelo General Hamilton Mourão. Não é à toa que os partidários de uma "intervenção militar", ensarilharam as armas.

Em boa medida, esse é o retrato do ambiente palaciano enquanto o comportamento do próprio Presidente Jair Bolsonaro é no mínimo estranho. É claro que depois de passada a eleição o eleito, no caso o Presidente Bolsonaro, tem de adotar um comportamento mais afinado com as responsabilidades do cargo. Entretanto, jamais poderá abdicar das promessas que fez ao eleitorado porquanto isso é fatal no que tange à política. Ainda mais quando quase 60 milhões de eleitores o conduziram à Presidência e continuam lhe rendendo apoio.

O leitor que lê esta estas linhas por certo também quer encontrar respostas sobre tudo isso. Foi aí que me ocorreu reler uma entrevista concedida à Folha de S. Paulo pelo ex-diretor da campanha de Donald Trump e ex-estrategista da Casa Branca no início do governo Trump. Trata-se de Steve Bannon, que foi também o Presidente do site Breitbart, o maior portal conservador com sede nos Estados Unidos e sucursais no Reino Unido e Israel.

Atualmente Steve Bannon se dedica a impulsionar uma organização política conservadora que ele próprio denomina "O Movimento" e que não se restringe apenas aos Estados Unidos. Tanto é que recentemente Steve Bannon recebeu a visita do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Grosso modo, a ideia de "O Movimento", segundo Bannon é atuar em nível global no que respeita à defesa do Ocidente que é inegavelmente o alvo principal da guerra cultural manipulada pelo 'globalismo', aliás conceito comumente escamoteado pela mainstream media.

Velho de guerra em manobras políticas palacianas Steve Bannon não se fez de rogado e mandou ver na entrevista à Folha no que se refere ao comportamento do General Mourão: "Ele é desagradável, pisa fora da sua linha", criticou. "Até onde sei, o presidente Bolsonaro não lhe atribuiu responsabilidades e parece que foi uma decisão sábia."

Destarte, decidi então postar a íntegra da entrevista de Steve Bannon. Se a Folha queria detonar o Presidente Jair Bolsonaro, deu um tiro n'água já que o conteúdo da entrevista oferece alguns parâmetros nada desprezíveis para uma leitura do que está acontecendo agora no Brasil. Leiam:
O Deputado Eduardo Bolsonaro e Steve Bannon, durante encontro nos Estados Unidos.
Quais suas expectativas com Eduardo Bolsonaro? Quais são as prioridades para O Movimento no Brasil, na América do Sul?
Eduardo veio aos EUA em dezembro e tive a sorte de recebê-lo. Em Washington, havia líderes políticos, agentes de inteligência e segurança nacional. Na noite seguinte, em Nova York, foi bem diferente, gente das finanças. Nunca vi um político com esse potencial para lidar com públicos diferentes, em inglês.
A afiliação a O Movimento visa atingir outros conservadores populistas nacionalistas em países no continente e reforçar aspectos-chave, trazer o poder das elites globais de volta ao homem comum, à pessoa comum. Não há ninguém melhor que Eduardo para isso.
Em relação ao Brasil, a associação de Eduardo Bolsonaro com o Movimento pode influenciar de que forma na sua atuação no Congresso e no governo de seu pai?
Como na Itália, na Hungria, ou mesmo com Trump, a ideia é expor as pessoas ao que eles estão fazendo e também conseguir agregar apoiadores, expandir nossas ideias, reunir pessoas. Colocar gente influente das finanças, pessoas interessadas em investir, agentes de start-ups, ações públicas e privadas em companhias brasileiras. É construir relações e intercambiar ideias.
Como pessoas comuns e empresários podem se engajar no Movimento? O sr. aceita doações?
Agora somos uma rede de partidos políticos e líderes. Não queremos competir com partidos políticos. Falamos às pessoas para se afiliarem aos partidos em seus países e trazer informações de volta ao Movimento.
O que pretendemos fazer são workshops, conferências, encontros. Em dezembro, Eduardo participou da Cúpula Conservadora das Américas, no Sul do Brasil [Foz do Iguaçu (PR)]. Vamos começar a fazer isso no Movimento. O mesmo estamos fazendo na Europa, reunindo pessoas na Hungria, Itália, França e preparando para as eleições.
Poderia definir populismo? No Brasil, muitas vezes o termo tem uma conotação pejorativa.
É um entendimento errado do establishment global. Populismo significa tomar decisão o mais perto das pessoas possível e com a influência das pessoas. Fazer políticas sociais, econômicas ou de segurança nacional, mas sem atender aos interesses da elite.
Nos EUA, na última década, as elites cuidaram de si mesmas às custas das classes trabalhadoras e médias. Populismo é basicamente garantir que a classe média e a classe trabalhadora terão um lugar à mesa.
Temos uma situação globalmente que eu chamo de "real-feelism" [sentimento de vida real]. É muito difícil comprar uma casa, ter ações. Os empregos são sempre temporários, não há pensões, não há benefícios.
O governo Bolsonaro tem como ministro da Economia um egresso da Universidade de Chicago, muito consistente [Paulo Guedes]. O Brasil tem tremendos recursos, tremendo capital humano, só precisa ser bem gerido, por um populista que acredite em soberania. O capitão Bolsonaro e Eduardo são os líderes perfeitos para o momento.
O sr. recebeu Olavo de Carvalho para jantar algumas semanas atrás. Quais foram as suas impressões?
Eu o acompanhava por anos e ele vive na minha cidade, Richmond, Virgínia. Quando me contaram, pensei, é impossível! Não pode ser! Fui à casa dele, tem uma biblioteca gigante, onde dá aulas. Foi uma visita incrível.
No dia seguinte, ele iria ao Departamento de Estado americano e eu disse que queria recebê-lo para jantar na minha casa, com gente variada, da mídia, das finanças, da política. Ele falou de todas as grandes ideias, abordou o marxismo cultural, que está destruindo a política sul-americana. Fez de forma formidável.
O que estou tentando fazer agora é agendar, se o capitão Bolsonaro visitar Washington, uma exibição do documentário sobre ele ["O Jardim das Aflições"]. Olavo é um herói, até mesmo global, da direita. Um autodidata, com entendimento profundo do pensamento conservador, populista, nacionalista.
Olavo de Carvalho e Steve Bannon durante recente encontro na biblioteca de Olavo na Virgínia (EUA). 
Olavo indicou o chanceler Ernesto Araújo. Seu perfil é diferente do tradicional no Itamaraty, ele fala muito de Deus. Como avalia sua condução?
Tento acompanhar o máximo possível, mas eu só falo inglês. Vejo que ele é muito alinhado ao pensamento do capitão Bolsonaro. Bolsonaro dá importância aos valores cristãos ocidentais, bases próximas aos princípios liberais de autodeterminação. Araújo está alinhado. Às vezes parece que o vice-presidente não está.
A escolha do vice-presidente foi ruim?
Disse isso ao pessoal do capitão Bolsonaro. Não é muito útil. Pela minha experiência com Trump, quando você chega [ao poder], tem que ser o mais unificado possível. Como se pronuncia? 'Mouraro'? Ele é desagradável, pisa fora da sua linha. Bolsonaro vai fazer uma grande diferença no Brasil e devolver o país ao palco mundial, onde deve estar. Ele fala sobre Japão, Coreia, Taiwan, dá destaque à China. Está aberto aos investimentos chineses, sem deixá-los serem donos do Brasil.
Como um observador de fora, me parece que o vice-presidente Mourão gosta de falar muito sobre política externa. Mas, até onde sei, o presidente Bolsonaro não lhe atribuiu responsabilidades e parece que foi uma decisão sábia.
Acho que a visão de Washington é que o general Mourão não é um ator. Meu palpite é que chineses e europeus estão entendendo isso também. A boa notícia é que a equipe do presidente Bolsonaro está começando de forma poderosa.
O que, na sua opinião, Brasil, Estados Unidos e aliados devem fazer em relação à Venezuela?
O Brasil tem problemas na economia e Bolsonaro vai atacá-los de forma bem diferente do socialismo do passado. Você vê a tragédia na Venezuela. De forma esperta, o presidente Bolsonaro e Eduardo estão preparados para ajudar, mas não querem ter uma responsabilidade que o Brasil não deve ter.  
Não somos intervencionistas. Em outras palavras, não achamos que seja papel dos EUA rodar o mundo se metendo na vida das pessoas. Tentamos impingir os ideais cristãos, democráticos, ocidentais nas sociedades. Não tentamos forçar eleições democráticas. Quando sociedades civis estiverem prontas, estarão prontas.
A Venezuela é uma tragédia de proporções bíblicas. Com seus recursos do petróleo, não há motivo para isso. Claramente é o modelo cubano, que não funciona.
Na América do Sul, demandará gente esperta como o capitão Bolsonaro e o presidente da Colômbia para trabalhar com os EUA e outros para não haver um colapso total da sociedade venezuelana.
Há investigações de corrupção envolvendo outro filho de Bolsonaro, o senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ). Essa situação compromete o discurso de ética do presidente?
Vejo isso no Brasil como vi com Trump. Eles vêm atrás de você pelas menores coisas. O Capitão Bolsonaro e Eduardo são líderes dinâmicos no palco mundial. Por isso eles são alvos. A luta deles é contra o marxismo cultural que restou. O socialismo econômico faliu claramente.
Faliu no Brasil, na Venezuela, em Cuba, é um modelo falido. Mas há ainda um marxismo cultural muito poderoso. Eles vão tentar atacar e destruir. Capitão Bolsonaro e Eduardo e a família ficarão sob intensa pressão.
Quando Eduardo me visitou [na campanha], o único conselho que dei foi, por favor, cuide do seu pai. Estava preocupado com uma tentativa de assassinato. A razão eram os vídeos da campanha, em aeroportos, com multidões.
Sei pelo Trump que isso pode ser muito perigoso. Disse 'Vocês parecem não ter muita segurança, mas só é preciso um cara mau'. O capitão Bolsonaro estará sob intensa, intensa pressão pelo marxismo cultural.
O caso envolvendo Flavio prejudica a imagem de Bolsonaro?
Não, não acho. Acho que tentam criar escândalos. Disse a eles que precisam estar preparados, porque serão atacados. Acho que as pessoas esperam ótimas coisas do Brasil e da família Bolsonaro.
A reeleição de Trump depende da construção do muro?
Sim, disse a ele. Se não construir o muro, será muito, muito difícil se reeleger. De todas as promessas, essa foi a mais impactante, de construir o muro e a nossa soberania. Cada voto fará diferença, ele não pode perder nenhum. Se não construir o muro, vai afetar o espírito de parte significativa de sua base.
O sr. vai ajudar Trump na próxima campanha?
Não. Estou trabalhando no "Movimento", trabalho com grupos que o apoiam, sou um apoiador. Mas não me vejo mais em campanha e jamais voltaria à Casa Branca.

sábado, março 16, 2019

ALÉM DO PETROLÃO: TCU INVESTIGA A MISTERIOSA TECNOLOGIA NO AGRESTE PERNAMBUCANO.

Em levantamento realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) relativo aos governos do PT-MDB, descobriu que o governo pagou pagou R$ 73 milhões a empresa de TI registrada em salão de beleza no agreste de Pernambuco.

Uma matéria do jornal O Globo, agora, dá uma ideia do que se escondia nos labirínticos escaninhos do poder público nos últimos anos da dita "Nova República". 

Contudo, na chamada da matéria, O Globo refere-se apenas ao "Governo", sem situar que o flagrante do TCU é relativo às contas dos governos passados.

Como se vê o buraco por onde se esvaiu a dinheirama arrecadada pelo Governo Federal por meio de um cipoal de impostos que penaliza especialmente os mais pobres e a combalida classe média é enorme. Quem paga a conta é o contribuinte.

Lamentavelmente, desde que foi desfraldada a bandeira da dita "Nova República" que abriu o caminho para os governos de FHC, Lula, Dilma e Temer, a grande mídia nacional se dedicou a veicular matérias que davam a impressão que tudo caminhava normalmente até que a Lava Jato descobriu o famigerado petrolão. Mas ao que parece a coisa vai muito mais longe.

Mas o mais interessante de tudo isso é que o establishment e sua ponta de lança que são os veículos de mídia continuam procurando chifres em cabeça de burro e desesperadamente tentam debitar quaisquer infortúnio na conta do Governo do Presidente Jair Bolsonaro que assumiu há pouco mais de dois meses.

Para terem ideia dessa reportagem sobre empresa de "tecnologia" do Agreste pernambucano que teria captado R$ 73 milhões, reproduzo a parte inicial dessa reportagem de O Globo, lembrando sempre que esse mistério agora descoberto pelo TCU refere-se aos outrora festejados governos esquerdistas que foram liquidados na última eleição presidencial. Leiam:
COISA DE LOUCO!
Com cerca de 13 mil habitantes, o pequeno município de Jupi, no agreste de Pernambuco, é conhecido por sua economia predominantemente agrícola. Recentemente, porém, um pequeno salão de beleza na cidade entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU) pela sua aparente capacidade de fornecer programas de computador de última geração ao governo federal.
Uma força-tarefa do TCU, montada para vasculhar contratos suspeitos na área de Tecnologia da Informação (TI), descobriu que o endereço do pequeno negócio, em Jupí, também era citado em contratos milionários do governo associados à empresa Linkcon Internacional. Registrada no mesmo imóvel do salão, a Linkcon faturou, nos últimos quatro anos, cerca de R$ 73 milhões em contratos com os ministérios do Turismo, da Saúde, da Integração Nacional e da Defesa, além de repartições menores do governo.
Há seis meses, O GLOBO revelou como o setor de tecnologia da informação havia virado um mercado bilionário para golpistas de todas as regiões do país, com uma série de empresas de fachada recebendo milhões do governo sem prestar qualquer serviço. Nesta quinta-feira, o TCU mandou suspender contratos fraudulentos de R$ 30 milhões do Ministério da Educação e da pasta da Integração com outra empresa com negócios irregulares revelados pelo GLOBO.
Foi no fim de 2018, ao realizar uma diligência na cidade para verificar as instalações da fornecedora de soluções tecnológicas ao governo, que os técnicos do TCU chegaram à porta do salão de beleza.
“Além da incompatibilidade da natureza dos serviços prestados, as condições físicas de cada local (da sede da Linkcon) afiguram-se incompatíveis com o faturamento recente da empresa”, atestaram os técnicos no relatório do caso.
Investigando a papelada apresentada pela Linkcon para ganhar os contratos em Brasília, os técnicos do TCU encontraram um roteiro conhecido de irregularidades. Documentos falsificados, atestados de capacidade técnica adulterados e pagamentos sem qualquer comprovação de prestação de serviço foram constatados pelos investigadores.
A Linkcon venceu um pregão da Companhia Docas do Rio de Janeiro, em 2016, e desde então já fechou mais de R$ 50 milhões em contratos na Esplanada, sem licitação, valendo-se apenas do mecanismo de adesão à ata de preços. O método é conhecido dos investigadores do TCU por ser recorrentemente utilizado para burlar licitações e favorecer falcatruas.
Funciona assim: os golpistas montam uma empresa de fachada, conseguem corromper algum setor de compras de órgão público que simula uma licitação e contrata a empresa. A partir dessa “ata” da licitação, a empresa de fachada torna-se fornecedora do governo. A ata da licitação que ela venceu torna-se uma espécie de autorização para que ela venda, sem licitação, os mesmos produtos a outros órgãos da União sem fiscalizações mais complexas.

Esse mesmo mecanismo, por exemplo, foi utilizado pelo INSS, no ano passado, para firmar um contrato de R$ 8,8 milhões com uma empresa de informática que era, na verdade, um pequeno estoque de bebidas em Brasília. O caso, revelado pelo GLOBO, levou à exoneração do então presidente do órgão. Leia MAIS

Sponholz: O triunfo do mal.

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sexta-feira, março 15, 2019

OS ABUTRES NA GRANDE MÍDIA E NA POLÍTICA


Uma das características dos comunistas é embaralhar os fatos para deles tirar proveito político. E isto aconteceu há pouco depois da terrível chacina ocorrida naquela escola de Suzano, no interior de São Paulo.

No vídeo acima o jornalista e youtuber Bernardo Küster denuncia a utilização, por parte dos esquerdistas de todos os matizes, da pavorosa chacina. Tal qual os abutres os comunistas não perdem um cadáver. E, sobre toda essa brutal infelicidade os esquerdistas de todos os matizes estruturam seus discursos para reforçar a defesa do desarmamento da população brasileira. Aliás, o povo da Venezuela está sendo dizimado pelas Forças Armadas que apoiam Nicolas Maduro justamente porque foram desarmados pelos governos comunistas de Chávez e de Maduro.

E daí os fatos nos levam a inferir, sem risco de qualquer engano, que se aquela escola possuísse guardas de segurança armados certamente o nefasto morticínio não teria ocorrido.

quinta-feira, março 14, 2019

ATENÇÃO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO! PERMANECEM NO AR DE FORMA INSISTENTE PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR!

O Presidente Jair Bolsonaro embarcará no próximo domingo para os Estados Unidos onde fará visita oficial àquele país e será recebido pelo Presidente Donald Trump. Mas os algozes do Presidente Bolsonaro, ou seja, todos - eu disse todos sim - jornalistas da grande mídia mantêm-se ocupados em fofocar no sentido de conseguir colocar no cargo de Embaixador nos Estados Unidos um estafeta do establishment. Isto significa colocar naquele cargo de Embaixador alguém que deu provas de sua fidelidade ao esquema comunista que dilapidou os cofres do Brasil, comandado pelo PT, MDB, PSDB na cabeça e, no rabo, por aquele bando de partidos nanicos oportunistas.

Sim, o establishment está desesperado. Mesmo como toda a grande mídia à sua disposição e com seus infiltrados dentro do próprio governo do Presidente Jair Bolsonaro, esses mandões desde a Proclamação da República vivem dias tormentosos. E isto é um baita acontecimento. Aliás, inédito na história desde o golpe de 1889! 

Se a minha opinião vale para alguma coisa, afinal não estou em Brasília e nunca fui funcionário público, recomendo ao Presidente Jair Bolsonaro que de jeito nenhum nomeie como Embaixador do Brasil nos Estados Unidos algum desses operadores do establishment que no passado recente rendiam rapapés e salamaleques a Lula e seus sequazes.

Esses tarados ficaram por anos silentes e dispensando afagos àqueles que destruiram o Brasil e que detonaram a renda das famílias castigadas por uma inflação insana e criada por esse bando de especuladores que pululam em torno das Bolsa de Valores, que manejam os bancos, que atuam como lobistas, que produzem "crises", enfim, essa gentalha maldita que deve ser afastada para sempre da sociedade brasileira. Inclui-se nesse rol dos perversos que conspiram contra o povo brasileiro os jornalistas - todos eles - que atuam na grande mídia. 

Antes que eu me esqueça, gostaria muito de saber por que um dos destacados operadores do establishment, o Joaquim Levi, foi nomeado como Presidente do BNDES. Qual o critério levado em consideração para esse ex-ministro do PT ser nomeado como Presidente do BNDES?

São perguntas que não querem calar e que, por certo, angustiam os quase 60 milhões de eleitores que levaram o Presidente Jair Bolsonaro ao Planalto.

quarta-feira, março 13, 2019

O SONHO CHINÊS E A AMEAÇA À ORDEM GLOBAL


Graças ao incansável trabalho do grupo Tradutores de Direita, trago para vocês um vídeo excelente. Trata-se de palestra com legendas em português de Steve Mosher, reconhecido internacionalmente como uma autoridade no que concerne à China e um expert em população.

Tanto é que Steve Mosher é o fundador do Population Research Institute, sediado em Front Royal, na Virgínia (EUA), sendo o atual Presidente dessa organização sem fins lucrativos. É também escritor e palestrante de alto prestígio.


A palestra tem por título "O Sonho Chinês e a Ameaça à Ordem Global". Vale a pena assistir em razão do generoso volume de informações a respeito da ditadura comunista da China. 


Sobre o conteúdo dessa palestra, que versa sobre a China na atualidade, os Tradutores de Direita anotam:
No início deste ano, uma caravana de deputados do PSL foi convidada à China, com o objetivo de "discutir possíveis parcerias entre os dois países". Após uma enxurrada de críticas de seus eleitores, os deputados apelaram para as mais variadas justificações, fazendo um esforço notável para afastar qualquer possibilidade de má-intenção do governo chinês e envolvimento com companhias como a Huawei, frequentemente reportada como ré em processos de espionagem contra governos de outros países. No Brasil, a Huawei ainda possui parcerias com diversas empresas e governos municipais e estaduais.
Tendo em vista esse cenário, trazemos a palestra de Steven Mosher, ocorrida na Heritage Foundation no início de 2018. Esperamos que ela colabore para abrir os olhos da população e a faça entender a psicologia e os métodos do Partido-Estado Chinês, cuja sede por poder não possui limites.

terça-feira, março 12, 2019

Sponholz: Tucanagem...

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SUPER IMPORTANTE! TUDO SOBRE A MALOGRADA TENTATIVA DA GRANDE MÍDIA DE DESTRUIR O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.


Ao centro a jornalista do Estadão Constança Resende.
Aquilo que há muito tempo venho alertando aqui no blog vem se confirmando, a grande mídia, toda ela concentrada em destruir o Presidente Jair Bolsonaro está se auto-destruindo. Sem os caraminguás estatais a gentalha das redações com carta branca do establishment resolveu partir para o tudo ou nada.
Assim, como já afirmei em diversas postagens as redes sociais, blogs e sites independentes solapam a outrora toda poderosa grande mídia. É o caso do Terça-Livre, um site de viés conservador que atua apenas pela internet fazendo uso intensivo das redes sociais furou todo mundo, numa matéria assinada pela jornalista Fernanda Salles. 
Transcrevo os parágrafos iniciais da matéria com link para leitura completa, até porque essa matéria contém audios inéditos. Já o vídeo acima é o comentário do jornalista e youtuber Bernardo Küster que troca em miúdos todo o episódio que faz chegar à tona toda a podridão do jornalismo da grande mídia tendo protagonista repórter do ex-vetusto jornal O Estado de S. Paulo.
Segue a parte inicial do texto da Jornalista Fernanda Salles, do Terça-livre e o link ao final para leitura completa. E não deixem de ver o vídeo do Bernardo Küster que, coincidentemente domina o inglês e o francês os idiomas presentes no rocambolesco caso. Ele explica tudo. Leiam:

O jornalista francês Jawad Rhalib fez uma grave denúncia sobre o caso envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro (PSL) e seu assessor Fabrício Queiroz, em seu blog Mediapart. No artigo, Rhalib revela áudios de uma conversa com a jornalista do Estadão Constança Rezende. Segundo o francês, a jornalista, que foi a primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas para atingir o presidente e arruinar seu mandato.

“Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações. Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais. Em dezembro 2018, Flavio Bolsonaro – então deputado estadual do Rio de Janeiro, senador Federal e filho do presidente Jair Bolsonaro – estava no centro de vários artigos controversos na mídia brasileira. De acordo com a cobertura inicial, a COAF do Brasil publicou um relatório detalhando pagamentos questionáveis ​​de 1,2 milhões de reais pagos entre 2016 e 2017 para Fabricio Queiroz, motorista Flavio Bolsonaro. Muito rapidamente, os relatos da mídia foram seguidos de uma investigação contra Flavio Bolsonaro”, diz o artigo de Rhalib.

O jornal The Washington Times também denunciou a tentativa de atingir Jair Bolsonaro. “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela esquerda para derrubar um presidente conservador. Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”, escreveu o jornalista L. Todd Wood.

Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho. Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque. Sobre o esquema malicioso, Wood escreveu:

Veja como isso se desenrolou. Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção. A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostavam de seu controle sobre o governo e suas instituições.

Eles tentaram matar Ronald Reagan. Bolsonaro foi esfaqueado no estômago em setembro do ano passado durante um comício e levado às pressas para o hospital. Depois que ele ganhou a eleição, a ameaça de um líder populista na nação latino-americana se tornou muito real. Pessoas foram ameaçadas; sua vida foi colocada em risco. Isso soa familiar?

Documentos vazaram para a mídia vindos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), destacando as preocupações com os pagamentos ao motorista de Flávio Bolsonaro, um ano antes. O momento da divulgação das denúncias foi suspeito. Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da posse? Apenas um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro chegasse ao poder?”.Clique AQUI para ler a matéria completa

Em sua página do oficial no Facebook o Presidente Jair Bolsonaro fez uma postagem sobre o caso:

domingo, março 10, 2019

AMBIENTALISTAS: OS NEONAZISTAS DO SEC. XXI.

Causa espécie o fato de que o Governo do Presidente Jair Bolsonaro manteve o tal Ministério do Meio Ambiente. E mais ainda: colocou como titular dessa Pasta um ecochato tucano. No meu entender o problema ambiental (argh! termo dos ecochatos) do Brasil vai muito mais além do que proibir canudinhos de plástico e impor regras para a pesca de tainha. O problema ambiental do Brasil é o tratamento dos dejetos humanos expelidos diariamente por mais de 200 milhões de brasileiros. Calcula-se que a população brasileira já tenha alcançado 210 milhões de habitantes, ou mais. Há muito tempo que não é realizado qualquer censo demográfico.

Mas o objetivo desta postagem vai muito mais além dessas questões burocráticas. O foco é o âmbito político-ideológico que envolve o ambientalismo e seus epígonos e que é descurado por parte do Governo Bolsonaro. Se as promessas de campanha de Bolsonaro foram calcadas sobre valores conservadores conceder o estatuto de Ministério ao dito "meio ambiente" é como criar serpentes dentro de casa. 

A propósito o blog "Verde: a nova cor do comunismo", do jornalista Luiz Dufaur, iniciou uma série de postagens sob o título "As raízes anti-humanas do movimento ambientalista". Trata-se de um texto de Lew Rockwell, Presidente do Ludwig von Mises Instituto, sediado em Auburn, no Alabama (EUA). Lew Rockwell pode ser um ilustre desconhecido em terras botocudas mas é intelectual de destaque nos Estados Unidos. Basta colocar seu nome no Google e dar um clique para ver o tamanho do seu trabalho.

Sob o título "As raízes anti-humanas do movimento ambientalista", Lew Rockwell faz um verdadeiro inventário do movimento dito ambiental. O texto em tradução para o português foi feito e postado pelo Instituto Mises Brasil. 

E para dar um aperitivo da excelente análise do dito movimento verde formulada por Rockwell, transcrevo como segue um excerto. Trata-se de parte do escrito que traz à tona o fato de que o movimento ambientalista é, acima de tudo, um projeto de poder totalitário que tem por vertente o nazismo que, rigorosamente, não difere em nada do comunismo e do fascismo.

Antes de entrar neste texto do nazistas, Lew Rockwell desmonta a tese dos ecochatos e suas apocalípticas previsões de catástrofes. Se prevalecesse o que desejam esses vagabundos do meio ambiente a humanidade já teria sido dizimada. Eventuais sobreviventes teriam voltado ao tempo das cavernas disputando espaço e alimentos com os animais. Leiam:
A NATUREZA SEM ILUSÕES
Ron James, um líder verde inglês, disse que o nível adequado de desenvolvimento econômico é aquele que ocorreu "entre a queda do Império Romano e a ascensão de Carlos Magno".
"A única maneira de vivermos em harmonia com a Natureza é vivendo em um nível de subsistência", como fazem os animais.
Durante a maior parte da história, a atitude normal dos humanos em relação à natureza foi bem expressa pelos peregrinos, que temiam a "horrenda, desoladora e imensa vastidão da natureza, repleta de bestas e homens selvagens".  Apenas uma sociedade livre, que conseguiu domar a natureza ao longo de várias gerações, nos permite ter uma visão diferente da dos peregrinos.
"Para nós que vivemos sob um céu temperado e na era de Henry Ford", escreveu Aldous Huxley, "a adoração da Natureza vem de maneira absolutamente natural".  Porém, a natureza é "um inimigo contra quem sempre se está em guerra, um inimigo invencível, indomado, indomável, inconquistável e incessantemente ativo" — "há que se respeitá-lo, talvez; deve-se ter um temor salutar em relação a ele; e deve-se sempre dar continuidade à luta interminável".
Acrescentou Albert J. Nock: "Vejo a natureza apenas como um inimigo: um inimigo altamente respeitável, mas um inimigo".
Poucos de nós poderíamos sobreviver na vasta imensidão selvagem e desconhecida de uma floresta por muito tempo.  A natureza não é amigável ao homem.  Nunca foi.  Por isso ela deve ser domada.
No início da década de 1990, visitei uma área de exploração e corte de madeira na região norte de Califórnia.  Não encontrei ambientalistas por lá.  Como comprovam os estudos do próprio Sierra Club, ambientalistas são tipos de classe alta, gente chique que mora em regiões como Manhattan e Malibu, rodeadas de todos os confortos que apenas o capitalismo pode dar.  Ambientalistas não moram no meio de árvores e madeiras.  Quem mora, não tem nenhuma ilusão quanto à bondade da deusa Gaia.
Madeireiros bem sabem que a própria existência da humanidade depende da subjugação da natureza, a qual deve ser constantemente domesticada e adaptada aos nossos conformes.  Se algum dia pararmos de fazer isso, as selvas irão reivindicar e retomar nossas cidades.
Esses madeireiros, que formavam um conjunto de 30.000 famílias trabalhadoras, foram dizimados pelas regulamentações governamentais implantadas naquela época, regulamentações essas que proibiam a exploração e o corte de madeiras em milhões de acres apenas para que 1.500 corujas-pintadas não fossem perturbadas, para que elas pudessem continuar vivendo o mesmo estilo de vida com o qual haviam se acostumado. 
E se você acha que acabar com a vida de 30.000 famílias em troca da tranquilidade de 1.500 corujas (uma razão de 20 famílias humanas por coruja) é algo um tanto excessivo, isso apenas mostra o quão inculto e não ambientalmente esclarecido você é.
(Nota: se as corujas-pintadas de fato estivessem "em perigo" e os ambientalistas realmente quisessem salvá-las, então eles poderiam simplesmente comprar algumas terras para criar seus próprios santuários.  Porém, utilizar dinheiro próprio é algo que, de alguma forma, nunca teve apelo entre essa gente.)
NAZISTAS FORAM PIONEIROS
Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje — graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) — sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.
Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas.  Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger "a natureza e seus animais", especialmente as plantas e os animais "ameaçados".
Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou "deportar para um campo de concentração" qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei.  Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo — que seria utilizado como isca — quando o batráquio ainda estava vivo.  A revista alemã de humor Simplissimuspublicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.
Como crentes da "medicina orgânica", os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua "alienação da natureza".
Eles odiavam até mesmo o pão branco.  "Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado", diz Proctor.  Denunciando o pão branco como sendo um "produto químico", Wagner relacionou a "questão do pão" a uma "ampla necessidade de retornarmos a uma dieta com menos carne e gordura, mais frutas e vegetais, e mais pão integral".
Em 1935, Wagner criou o Comitê do Pão Integral do Reich, cujo objetivo era pressionar as padarias a não mais produzirem pão branco; e Goebbels criou cartazes propagandísticos relacionando o arianismo ao pão integral.  Em 1935, apenas 1% das padarias alemãs vendia alimentos naturais.  Já em 1943, esse percentual era de 23%.
Os nazistas também eram rigorosamente anti-pesticidas, sendo que o médico pessoal de Hitler, Theodore Morell, declarou que o DDT (DicloroDifenilTricloroetano) era "inútil e perigoso".  Ele proibiu sua comercialização.
Os nazistas financiaram várias pesquisas sobre os perigos ambientais da radiação de fundo (radiação fraca existente em todo planeta terra), do chumbo, do asbesto e do mercúrio.  Fizeram campanha contra os corantes alimentares e os conservantes, e exigiram mais uso de "farmacêuticos orgânicos, cosméticos orgânicos, fertilizantes orgânicos e alimentos orgânicos".  Os jornais do governo apontavam a carne vermelha e os conservantes químicos como os culpados pelo câncer.
Bebidas alcoólicas eram diligentemente desestimuladas, e havia severas penalidades para quem fosse pego dirigindo embriagado.  A polícia, pela primeira vez, ganhou poderes para fazer testes sanguíneos obrigatórios para conferir o nível de álcool no sangue das pessoas.
Hitler, um vegetariano fanático e entusiasta dos alimentos naturais, era também um abstêmio. Heinrich Himmler compartilhava do ódio de Hitler por álcool, e ordenou que a SS promovesse a produção de sucos de frutas e água mineral como substitutos.
Entretanto, o principal ódio de Hitler era dirigido ao cigarro, e ele não tolerava que absolutamente ninguém fumasse em sua presença.  Quando o estado da Saxônia criou o Instituto para a Luta contra o Tabaco na Universidade de Jena em 1942, ele doou 100.000 RM (Reichsmark) de seu próprio dinheiro.  Ele também proibiu o fumo nos trens e ônibus das cidades.
Os nazistas acreditavam apenas em parto natural, obstetrícia e amamentação, e as mulheres que amamentassem seus filhos, ao invés de utilizarem "fórmulas artificiais", recebiam subsídios do estado.  Já em meados da década de 1930, os nazistas haviam proibido partos assistidos por médicos.  Apenas parteiras podiam realizar o serviço.
Os nazistas também promoviam a fitoterapia, e as fazendas da SS em Dachau foram rotuladas como "o maior instituto de pesquisa de plantas medicinais da Europa".

Não é de se estranhar que nossos eco-esquerdistas possuam aquele brilho faiscante em seus olhos.  De agora em diante, vou checar se eles usam braçadeiras também. Do site Mises Brasil

Sponholz: Escuridão comunista.

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