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quarta-feira, novembro 21, 2018

A TRAMA GLOBALISTA DA ONU: MILHARES DE IMIGRANTES PARA SEREM DESOVADOS NO BRASIL DURANTE O GOVERNO BOLSONARO.

Conforme publiquei aqui no blog com exclusividade no último domingo, dia 18, a ONU realizará no início de dezembro no Marrocos, uma assembléia destinada à uma espécie de "pré-aprovação" por todos os países membros de um documento destinado a considerar a imigração como parte do conjunto dos ditos "direitos humanos". Trata-se evidentemente de uma armadilha para mais adiante obrigar a todos os países membros da ONU, como o Brasil, a acolher hordas de imigrantes.

Os Estados Unidos, Israel, Hungria, República Tcheca, Áustria e Bulgária, por exemplo, já pularam fora dessa arapuca montada pela ONU que atende às diretrizes globalistas.

Imaginem o Brasil, com uma infraestrutura que não suporta sua própria população estimada em 207 milhões de habitantes receber hordas de imigrantes africanos e islâmicos.

Curiosamente, esse documento a ser firmado pelos países membros da ONU em Marrocos, acontece justamente algumas semanas antes da posse do Presidente eleito Jair Bolsonaro. Neste caso, será o atual governo do PT-MDB-PSDB de Michel Temer que definirá se o Brasil concordará com a entrada de milhares de imigrantes. Até agora parece que esqueceram de consultar Jair Bolsonaro.

Até o momento a grande mídia estava caladinha sobre o assunto, embora seja matéria de grande impacto junto à opinião pública. Isso sequer foi ventilado durante a última campanha eleitoral presidencial. Mas agora às vésperas da assembléia da ONU no Marrocos o site G1, da Rede Globo, noticiou esse evento, mas interpretando-o como uma coisa normal. Mas não é não!

O conteúdo da matéria como podem ver na transcrição que faço em seguida, trata o evento como algo normal. Não há um mísero jornalista da grande mídia nacional questionando essa decisão da ONU. Da mesma forma a grande mídia não pautou a reportagem para ouvir o governo brasileiro e o Itamaraty sobre isso e muito menos o Presidente eleito Jair Bolsonaro. Leiam:
O comunista-globalista português António Guterres, chefete da ONU: imigrantes nos países dos outros é refresco.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse nesta terça-feira (20) que Israel se unirá aos Estados Unidos e outros países que não pretendem integrar o Pacto da ONU sobre a Migração, que deverá ser aprovado formalmente em dezembro.

"Israel não integrará, e não assinará, o Pacto Mundial sobre a Migração", disse Netanyahu em um comunicado.

"Estamos comprometidos em custodiar nossas fronteiras contra a imigração ilegal. Isso é o que fizemos e é o que continuaremos fazendo", acrescentou.
O Pacto Mundial sobre a Migração negociado na ONU preconiza, entre outras coisas, reforçar a cooperação internacional para administrar a imigração.

O documento enumera uma série de princípios - defesa dos direitos humanos, das crianças, reconhecimento da soberania nacional - e inclui um catálogo de medidas para ajudar os países a lidar com as migrações: melhorar a informação, medidas para integrar melhor os recém-chegados, etc.

O texto final foi concluído em julho depois de 18 meses de negociações e fixa 23 metas. Deve ser adotado durante uma conferência no Marrocos nos dias 10 e 11 de dezembro.

Os Estados Unidos se retiraram das negociações em dezembro. A Hungria, governada pelo primeiro-ministro Viktor Orban, hostil aos migrantes, rejeitou o acordo em julho e a Áustria, em outubro.

A República Tcheca e a Bulgária já informaram que não vão aderir, assim como a Polônia, que anunciou nesta terça que também rechaçará o texto. A presença de aproximadamente 42.000 migrantes africanos, muitos chegados da Eritreia e do Sudão, pressiona o governo de Israel. Do site G1/Rede Globo

terça-feira, novembro 20, 2018

QUANDO UM CONSERVADOR SAI DO ARMÁRIO...


Em mais um vídeo que promove boas risadas com tradução e legendas em português do site Tradutores de Direita, Mat Best nos conta a difícil missão de se revelar um conservador para pais esquerdistas.
O mais engraçado é que a histeria satirizada no vídeo poderia ser comparada com muitos comentários que nós, conservadores, observamos até mesmo na grande mídia durante as eleições presidenciais no Brasil neste ano de 2018.
Mat Best é um ator, comediante, escritor, diretor e um Youtuber dos mais famosos dos Estados Unidos. Seu trabalho é seguidos por milhares fãs nas redes sociais.
E o mais interessante disso tudo é que o bom humor mormente é produzido por diretores e atores conservadores. Sim, porque esquerdistas só contam piadas sem graça. Estão sempre em pé de guerra querendo mudar o mundo. Só que se esquecem de perguntar se as pessoas estão realmente de acordo com isso.
Não deixem de ver este pequeno vídeo. E dêem boas gargalhadas.

COM JAIR BOLSONARO PRESIDENTE O BRASIL ALCANÇARÁ O STATUS DE IMPORTANTE PLAYER GLOBAL PELA PRIMEIRA VEZ EM SUA HISTÓRIA

Não tem preço ver os comunistas estrebuchando depois do pleito presidencial que elegeu Jair Bolsonaro com um turbilhão de votos. E os criminosos vermelhos não espumam pela boca apenas aqui no Brasil onde foram detonados por Bolsonaro. Basta ver o que dizem jornalistas e comentaristas da grande mídia internacional e os empregadinhos do establishment aqui no Brasil. Estão enlouquecidos. 

Não é para menos. O jogo geopolítico torna-se duro para o movimento comunista internacional. Tinham como favas contadas o continente latino-americano. O Brasil era a cereja do bolo, a única potência latina-americana com 207 milhões de habitantes, um dos maiores países do mundo em termos geográfico e populacional. E o resultado da eleição presidencial pode ser interpretado como uma pesquisa sobre o viés ideológico da dita população economicamente ativa. Portanto, não há nenhuma dúvida, o povo brasileiro em sua maioria é conservador. 

O resultado da eleição presidencial que ungiu Jair Bolsonaro como Presidente da 9a. economia do planeta é tão importante que o maior líder global da atualidade, o Presidente Donald Trump, foi o primeiro Chefe de Estado a ligar diretamente a Bolsonaro logo após ser confirmada sua vitória.

Mas não é apenas o povo brasileiro a ser majoritariamente conservador no Continente Sul-Americano. O vizinho Paraguai foi o primeiro a deletar os comunistas. Posteriormente a Argentina e, mais recentemente a Colômbia que finalmente enterrou as FARC, a guerrilha comunista mais antiga do continente e quiçá do mundo.

Entretanto, e para o desespero dos globalistas que pensam estar com a faca e o queijo nas mãos, o avanço do conservadorismo não está restrito às Américas. Que o digam os povos europeus. Aliás, nesta segunda-feira, outro importante líder conservador europeu, o premiê da Hungria, Viktor Orbán ligou para o Presidente eleito Jair Bolsonaro para cumprimentá-lo e o fato foi registrado pelo próprio Presidente Bolsonaro em sua página do Facebook onde em breve alcançará 10 milhões de seguidores.

Orbán tem se notabilizado como um crítico severo ao comando da União Europeia. Recentemente a Hungria expulsou do país a filial da arapuca globalista de George Soros, responsável pelo sustento de uma miríade de ONGs esquerdistas, muitas delas dedicadas a turbinar a importação de islâmicos. Seus tentáculos estão também aqui no Brasil.

O premiê Viktor Orbán não está sozinho nessa empreitada anti-globalista. O conservadorismo já chegou à Itália, está também na Polônia e na República Tcheca enquanto fervilha na própria Alemanha, na França dentre outros países do mega bloco da União Europeia que é composto por 28 países dirigidos por um grupelho de burocratas ancorados em Bruxelas.

Além disso o Reino Unido encaminha o Brexit e dentro em breve estará livre das ditas "regulações" emanadas dos "laboratórios" de engenharia social instalados em mais de 90 prédios espalhados na capital belga. O leitor menos avisado poderá achar que estou escrevendo uma história de ficção. Contudo, estas informações podem ser vistas ao vivo e em cores no filme Brexit, em vídeo, disponível aqui no blog incluindo texto em que revelo detalhes sobre os marajás dessa mega ONG globalista.

Em rápidas palavras este é o contexto político internacional que ganhará um novo ator a partir de 1º de janeiro de 2019: o Presidente Jair Messias Bolsonaro.

Sim, talvez pela primeira vez na história do Brasil nosso país figura como um importante player no jogo geopolítico em contexto global. Quem viver verá!

segunda-feira, novembro 19, 2018

SEMANA BLACK FRIDAY NA AMAZON

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domingo, novembro 18, 2018

ÀS VÉSPERAS DA POSSE DO PRESIDENTE ELEITO JAIR BOLSONARO BRASIL DEVERÁ PARTICIPAR DE REUNIÃO DA ONU NO MARROCOS CUJA PAUTA É UM PROJETO QUE ESCANCARA FRONTEIRAS PARA IMIGRAÇÃO EM MASSA


Em artigo intitulado "Estados membros da ONU: Migração é um Direito Humano", publicado pelo site Gatestone, advogada e articulista sênior desse site, a advogada Judith Bergman, alerta os países membros da ONU que a questão da imigração poderá tomar rumos que irão complicar muito a vida de todos os países que fazem parte da ONU, como o Brasil por exemplo.
Tacitamente, a ONU parece estar conduzindo o processo migratório de forma a incluí-lo no que conceitua como "direitos humanos". Neste caso, os países membros acabarão sendo obrigados a escancarar suas fronteiras para receber hordas de imigrantes de qualquer ponto do planeta.
Além disso, os Estados Membros da ONU não deverão apenas e tão somente escancarar suas fronteiras para os migrantes dos quatro cantos do planeta, mas também ajudá-los a escolher seu futuro país, fornecendo-lhes informações minuciosas sobre cada país onde eles desejarem se estabelecer.
Mas não é só isso. Está previsto para o início de dezembro deste ano de 2018, a assinatura de um "acordo não compulsório" a ser assinado praticamente por todos os Estados Membros da ONU, numa cerimônia no Marrocos, e que tem tudo para transformar a migração em um 'Direito Humano'.
Trazendo o assunto para o âmbito doméstico é de se indagar qual será a posição do Brasil sobre o assunto, já que no dia 1º de janeiro de 2019, toma posse o Presidente Jair Bolsonaro, iniciando-se nesta data um novo governo no Brasil. Será que a equipe de Bolsonaro está sabendo disso? Eis aí um assunto que merece a análise do Presidente eleito Jair Bolsonaro bem como de seu já indicado futuro Ministro de Relações Exteriores o diplomata Ernesto Araujo.
Transcrevo a parte inicial do artigo com link para a leitura completa, haja vista que é um assunto muito importante, principalmente nesse período de transição para o novo Governo brasileiro. Leiam:
Em um acordo não compulsório, as Nações Unidas, no qual praticamente todos os Estados Membros da ONU irão assinar em uma cerimônia no Marrocos, no início de dezembro, está transformando a migração em um direito humano.
O texto do acordo, que já recebeu os retoques finais, chamado de Acordo Global para uma Migração Segura, Ordeira e Corriqueira, embora oficialmente não compulsório, "coloca a migração inexoravelmente na agenda global. O acordo será um ponto de referência por anos a fio e induzirá a mudanças genuínas no palco dos acontecimentos... "de acordo com Jürg Lauber, representante da Suíça na ONU, que liderou a elaboração do acordo juntamente com o representante do México.
Instantaneamente salta aos olhos uma ironia, como não podia deixar de ser, que poucos países possuem restrições tão robustas quanto à entrada no país quanto as da Suíça. Se alguém quiser ficar mais de três meses no país, é necessário não apenas uma "autorização de residência" como também "no intuito de limitar a imigração de países não membros da UE/EFTA (União Europeia/Associação Europeia de Livre Comércio), as autoridades suíças impõem rigorosas limitações anuais quanto ao número de autorizações de residência e de trabalho concedidas a estrangeiros".
Essas licenças de residências, dificílimas de serem obtidas, obviamente são uma fonte de renda uma vez que "estrangeiros abonados 'compram' a residência suíça".
O acordo da ONU, por outro lado, observa:
"Refugiados e migrantes têm direito aos mesmos direitos humanos universais e liberdades fundamentais que devem ser respeitados, protegidos e cumpridos, a qualquer momento, o tempo todo." (Preâmbulo, seção 4)
Não é possível enfatizar com maior veemência que este acordo não se refere aos refugiados que fogem da perseguição ou aos seus direitos à proteção de acordo com o direito internacional. O acordo opta em priorizar a propagação da radical concepção, segundo a qual a migração, qualquer que seja o seu motivo, é algo que precisa ser promovido, viabilizado e protegido. Estima-se que praticamente todos os estados membros da ONU, exceto os Estados Unidos, Áustria, Austrália, Croácia, Hungria e talvez a República Tcheca e a Polônia, irão assiná-lo.
A ONU nega que a migração esteja sendo transformada em um direito humano. "O ponto segundo o qual o acordo é uma forma abjeta de começar a promover o 'direito humano de migrar', não é correta. Isso não se encontra no texto; não há nenhuma intensão sinistra de promover tal coisa, ressaltou recentemente "Louise Arbour, representante especial da ONU para a migração internacional.
A ONU não tem interesse em admitir que o acordo promove a migração como um direito humano, até recentemente tem havido pouco debate sobre esse tema. Mais debates poderão comprometer todo o empreendimento. O teor do acordo, conforme documentado abaixo, não deixa margem para dúvidas de que com a assinatura do acordo, a migração se tornará na realidade um direito humano.
O acordo é dividido em 23 objetivos em relação aos quais os signatários, ao que tudo indica, desejam se debruçar. O objetivo número 3, por exemplo, prevê a promoção e a viabilização da migração por intermédio de diversos meios. Os estados signatários se comprometem a:
"Lançar e divulgar um site nacional centralizado e publicamente acessível com o objetivo de disponibilizar informações sobre opções corriqueiras de migração, como leis e políticas de imigração específicas de cada país, exigências de visto, formalidades de pedidos de visto, taxas e critérios de conversão, requisitos para permissão de emprego, requisitos de qualificação profissional, avaliação credencial e equivalências, oportunidades de treinamento e estudo e custos e condições de vida, a fim de informar os migrantes a respeito de suas decisões."
Os países, em outras palavras, não deverão apenas e tão somente escancarar suas fronteiras para os migrantes dos quatro cantos do planeta, mas também ajudá-los a escolher seu futuro país, fornecendo-lhes informações minuciosas sobre cada país onde eles desejarem se estabelecer. Clique AQUI para ler o texto na íntegra

sábado, novembro 17, 2018

COMUNISMO, FASCISMO E NAZISMO: MAIS SEMELHANÇAS DO QUE DIFERENÇAS.


A sempre excelente página Embaixada da Resistência no Facebook traduziu e legendou o excelente vídeo que ilustra esta postagem. Trata-se de uma sintética alocução de Dan Hannan, um eurodeputado britânico que desmonta a falácia esquerdista de que o comunismo nada tem a ver com o nazismo e o fascismo. 

Na verdade são verso e anverso da mesma medalha. No entanto, os impropérios desferidos por um comunista contra um conservador ou todo aquele que se alinha à direita do espectro político-ideológico incluem, invariavelmente, as acusações de 'fascista' e 'nazista'. Na maioria dos casos, esses esquerdistas estúpidos não têm a mínima noção sobre esses conceitos. Como são fanáticos, jamais compulsaram sequer um manual de filosofia política, afinal estudar requer paciência, concentração e horas de dedicação solitária à leitura.

O editor da Embaixada da Resistência comenta o conteúdo do vídeo num pequeno texto que transcrevo. Leiam:

Esta discussão já se torna cansativa...

Esta rejeição, esta fobia, pela mera discussão de ideias que desafiam os preconceitos do esquerdista. Esta renúncia ao debate lógico, esta ridicularização prepotente da ideia de um "nacional socialismo de esquerda". Este desprezo pela ideia de uma ideologia iniciada por um socialista, sindicalista (Mussolini), ser de esquerda, já é por si mesma, uma prova de que eles não podem ter razão. Porque renunciam à razão.

Os argumentos por eles invocados para defender um "nacional socialismo" em oposição total ao "internacional socialismo", são também eles mais uma prova de que não estamos lidando com seres racionais.

Aquele que parece mais em voga hoje em dia é afirmar "Nem os alemães consideram Hitler de esquerda".

Para além de não existir ninguém chamado de "alemães", isso não é um argumento, e no máximo seria uma apologia da superioridade germânica.

Não é a nossa grande intenção forçar a rotulagem do fascismo ou do nacional socialismo aos socialistas marxistas, como forma de os difamar. Como forma de colar a sujidade, a alguém que por natureza já representa a mais suja, destrutiva e assassina das ideologias.

No entanto, em todo o rigor, o nacional socialismo, sendo mais ou menos idêntico ao socialismo "marxista-leninista", partilha uma concepção de sociedade coletivista que rejeita a noção de primazia dos direitos naturais do individuo, e partilha com eles inúmeras características em comum.

Ninguém diz que fascismo é igual ao comunismo, dizemos que é da mesma família. Dizemos basicamente que se eu não tenho absolutamente nada em comum com um comunista o mesmo não se pode dizer de um fascista.

sexta-feira, novembro 16, 2018

JAIR BOLSONARO PROMOVERÁ UMA NOVA "ABERTURA DOS PORTOS DO BRASIL" COM A INDICAÇÃO DO DIPLOMATA ERNESTO ARAÚJO COMO MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES


A indicação do diplomata Ernesto Araújo como Ministro de Relações Exteriores pelo Presidente eleito Jair Bolsonaro já está balançando meio mundo. Pelo menos sabe-se que no Itamaraty tem bons profissionais e não apenas áulicos dos comunistas. E até mesmo gente de viés conservador, como de fato é a característica de Ernesto Araújo.

O vídeo acima foi postado pelo próprio Jair Bolsonaro em sua página no Facebook. Trata-se de parte de noticiário da Globo News com a reportagem e comentários da jornalista Cristina Lobo a respeito da indicação de Araújo como chanceler.

A matéria está normal, mas o editor e a apresentadora demonstraram um grande interesse em destacar que Ernesto Araújo é dono de um blog pró-bolsonaro e anti-PT. Tanto é que ao longo do comentário de Cristina Lobo esta informação permanece no letreiro.

Li alguns artigos no blog de Ernesto Araújo e já coloquei link na relação de sites/blogs que disponibilizo aqui no blog na coluna ao lado bem abaixo. Só posso dizer que é um acontecimento importante para o Brasil o fato de que a partir da posse do novo Governo do Presidente Jair Bolsonaro, o Itamaraty deixará de ser um aparelho de apoio aos comunistas.

Pelo conteúdo dos artigos de Ernesto Araújo pode-se constatar que o diplomata se revela um cultor do conservadorismo. Em sendo assim, não é surpresa sua ogeriza ao PT. Quanto ao fato de ser apoiador de Bolsonaro faz todo o sentido, já que o ideário político que cultiva se afina totalmente com o pensamento de Jair Bolsonaro exposto muito francamente ao longo de sua carreira como Deputado Federal e mais recentemente durante a campanha eleitoral.
CONSERVADORES SEMPRE ATENTOS
Aliás, os milhares de eleitores que sufragaram nas urnas Jair Bolsonaro como Presidente do Brasil o fizeram justamente por suas propostas essencialmente conservadoras. Passada a refrega eleitoral e a festa da vitória esses eleitores que inundaram as ruas e praças do país agora parecem que se aquietaram. 

Ora, essa é a típica reação política dos conservadores. Todos esses eleitores retomaram o curso normal de suas vidas, do seu trabalho e até mesmo de seus hobbies. Mas não se enganem. Esses eleitores permanecem atentos a todo o movimento político, especialmente do Presidente eleito, acompanhando a grande mídia e, sobretudo, as redes sociais, blogs e sites independentes.

A maioria do povo brasileiro não é de esquerda e nem de direita, é conservadora. Insisto que o conceito de conservador tem de ser referido de forma contínua. Já escrevi aqui no blog que a dicotomia esquerda e direita é uma construção dos teóricos marxistas, ou seja, a maior parte dos ditos intelectuais que dominam as universidades. Aos marxistas sempre interessou a manutenção de um clima de guerrilha permanente e divisão de classes. Sem essa pegada beligerante em ebulição constante os comunistas já teriam desaparecido da face da Terra. Como a maioria da  população do planeta não é constituída de "intelectuais", fica fácil para os comunistas açular essa guerrilha permanente em todas as esferas da sociedade.

Comumente, esse estratagema tem um limite de ação e acaba desmoronando. Desmoronou na outrora poderosa ex-URSS. E acaba de desmoronar no Brasil com a eleição de Jair Bolsonaro como Presidente da República.

Entretanto, a aparente quietude dos eleitores conservadores no período pós-eleição - fiquem atentos - não significa alienação. Ainda mais nos dias de hoje com a internet e as redes sociais.

No mais, com a indicação de Ernesto Araújo como Chanceler de seu Governo o Presidente Jair Bolsonaro promove na verdade uma nova "Abertura dos Portos do Brasil". E isto é ótimo! Afinal teremos mais opções além das frutas podres do Mercosul e dos biscoitos mofados da União Europeia.

quinta-feira, novembro 15, 2018

IDIOTA LATINO-AMERICANO DA VENEZUELA ATACA O PRESIDENTE ELEITO JAIR BOLSONARO

O jornal venezuelano Tal Qual Digital publicou nesta quinta-feira um artigo de seu colunista José R. Lopez Padrino intitulado "Giro à extrema direita" tendo como ilustração uma foto do Presidente eleito Jair Bolsonaro, de forma a tipificá-lo como agressivo.

O nível de boçalidade desse tal Lopez Padrino explica tudo, ou seja, por que os venezuelanos estão nessa situação miserável chafurdando nos lixões para se alimentar, submetidos a uma ditadura comunista assassina. Lopez Padrino é o típico idiota latino-americano, um boçal que repete como um papagaio o mantra "extrema-direita" para qualificar todos aqueles que se insurgem contra os regimes comunistas espúrios e assassinos como o da Venezuela.

No ano passado postei uma matéria especial aqui no blog revelando que os principais partidos políticos da Venezuela ditos de "oposição", são filiados à Internacional Socialista, inclusive o partido do célebre prisioneiro político venezuelano Leopoldo Lopez.

Mas para Lopez Padrino o vilão é o Presidente eleito do Brasil Jair Bolsonaro que não apenas venceu um pleito presidencial de lavada. Bolsonaro, com o apoio maciço do povo brasileiro, detonou os comunistas e transformou em pó de traque o PT e demais agremiações comunistas.

Por essas e outras é que a Venezuela está nessa situação caótica. Padrino Lopez, por certo, está de olho numa sinecura no Palácio Miraflores. 

BOLSONARO E A ONDA CONSERVADORA DECIDIDA A PRESERVAR OS VALORES DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, COM DESTAQUE PARA A LIBERDADE E A PROSPERIDADE.


A grande mídia em todo o mundo é há muito tempo controlada pelo movimento comunista internacional. Inclusive nos Estados Unidos. Entretanto, na Terra do Tio Sam há por exemplo uma emissora de televisão que sozinha faz o contraponto à profusão de fake news. Trata-se da Fox News. O vídeo acima, com tradução dos Tradutores de Direita, mostra o desempenho de um jornal da Fox News, emissora que é sim uma referência no jornalismo televisivo norte-americano.

E quem está entre os destaques? Ora, o Brasil. Mas desta vez o assunto não é o carnaval. Os holofotes da Fox News destacam a retumbante vitória de Jair Bolsonaro no recente pleito presidencial brasileiro.

E têm razão os Tradutores de Direita ao comentar o conteúdo do vídeo acima, assinalando:

"O Brasil chamou a atenção do mundo. Com a eleição de Bolsonaro, uma surpresa para quem só teve acesso às notícias enviesadas da mídia tradicional, o mundo para pra tentar entender o que está acontecendo.
Nações ao redor do globo estão se voltando à direita em busca de proteção de suas fronteiras, soberania nacional, resgate de valores culturais e contra a corrupção dos poderes internacionais. O comentarista da Fox News comenta sobre a onda global."

Sim, na verdade há realmente uma onda global destinada a impedir o desmonte da civilização ocidental. Coincidentemente, foram o Reino Unido com o Brexit (saída da União Europeia) e os Estados Unidos, com a eleição de Donald Trump à Presidência, que deram o start para esse movimento que leva os povos do Ocidente a refletir sobre a criminosa tentativa de destruição da matriz judaico-cristã que é a base da cultura ocidental.

Percebam que esta é uma questão de vida ou morte da nossa liberdade. Afinal, foi o Ocidente que deu vida ao estado laico, à liberdade religiosa e sobretudo ao direito racional. E tudo isso não é apanágio do esquerdismo.

A guinada observada nos recentes eventos político-eleitorais citada na reportagem da Fox News inclui com destaque a vitória de Jair Bolsonaro. E mais do que isso, demonstra a existência de uma onda de tendência conservadora no mundo ocidental da qual a maioria do povo brasileiro é protagonista. Essa reação prevista lá atrás pelos analistas mais atilados já está ocorrendo na prática. Prefiro sempre tipificar esse fenômeno como uma ação "conservadora", pois vai muito mais além do que à pobre e reducionista dicotomia esquerda e direita. Sim, porque o conservadorismo têm por característica primeira conservar o que é bom e mudar o que não presta. Conservadores não vão às ruas para promover tumultos. Pelo contrário, preservam a ordem, obedecem à lei e lutam para aperfeiçoá-la.

Como podem notar, a grande mídia normalmente insiste no termo "direita" que é jargão construído pela esquerda para tipificar o mal. 

Tanto é que esta discussão finalmente veio a público. Não pelas mãos do jornalismo da grande mídia, mas graças à internet que abriu espaço para sites e blogs independentes e as redes sociais. Leitores e telespectadores tiveram pela primeira vez na história da "imprensa" o direito de ter participação ativa no que concerne à opinião e ao debate livre. Tanto é que recentemente as grandes empresas de tecnologia do Vale do Silício decidiram travar o protagonismo dos cidadãos no âmbito da internet, sobretudo nas redes sociais.

Todavia, minha intuição leva-me a crer que essa tentativa censória é mais um tiro n'água dado pelos comunistas.

terça-feira, novembro 13, 2018

O CASO LEVY: UM 'GOLPE DE ESTADO' ANTECIPADO?

A última mega manifestação pró-bolsonaro na Av. Paulista antes do pleito que o elegeu Presidente da República do Brasil. O resultado das urnas confirmaram de forma inequívoca o gigantesco apoio que desfruta da maioria esmagadora dos eleitores. Nessa manifestação Bolsonaro falou diretamente ao povo brasileiro por meio de uma 'live' desde o fundo do quintal de sua residência.
A luz vermelha pisca de forma intermitente no QG do Presidente eleito Jair Bolsonaro. O esquema que levou à indicação de Joaquim Levy para assumir a Presidência do BNDES à revelia de Bolsonaro demonstra que o establishment já nem age mais nas sombras. Está disposto a nomear ministros, assessores e funcionários do novo Governo. E, ao que parece o velho establishment dá mostras que tem muita força, se é que me entendem.

O turbilhão de eleitores que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República está pasmo pelo autêntico passa-moleque desferido pelos todos poderosos que, como já afirmei em outras análises aqui no blog, seguem dando as ordens desde o golpe da república em 1889. De lá para cá o núcleo duro do poder vem sendo passado de geração a geração por tradição hereditária.

Joaquim Levi parece ter perfil de bom moço e não discute as ordens emanadas de seus patrões. 

E Paulo Guedes? Sabia ou não sabia de antemão quem seria o indicado a presidir o BNDES? 

Além de tudo isso o que vem à tona, e tomara que eu esteja errado, é que Jair Bolsonaro foi simplesmente ignorado pelos donos do poder. O establishment, velho de guerra, está dando o primeiro aviso e se faz isto na cara dura é porque dispõe realmente do poder total, inclusive para relegar a montanha inaudita de votos que deu a vitória a Jair Bolsonaro.

Pelo que consta com base nos fatos que vieram à tona até aqui sente-se no ar o gosto acre de uma espécie de 'golpe de Estado antecipado', haja vista que o Presidente eleito Jair Bolsonaro só assume o Poder no dia 1º de janeiro de 2019.

Seja como for os fatos que vieram à luz nesta segunda-feira se por um lado são incompreensíveis, por outro dão ensejo a maus presságios. Ainda mais pelo fato de que o líder Jair Bolsonaro ainda sofre restrições médicas que o imobilizam parcialmente até que a derradeira cirurgia já marcada para o próximo mês o libere a bolsa coletora intestinal. O esfaqueador, conforme narrou o próprio Bolsonaro, fez girar a lâmina da faca no interior de seu abdome. Bolsonaro sobreviveu a esse atentado pela extraordinária competência dos médicos.

Enfim, ainda não se viu tudo.

segunda-feira, novembro 12, 2018

RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS NOS EUA MANTEM EXPECTATIVA PARA UM SEGUNDO MANDATO DE DONALD TRUMP


Apesar do Partido Republicano ter perdido a maioria na Câmara dos Deputados, no Senado manteve sua folgada maioria. Esta eleição é conhecida como “midterm election”, justamente porque acontece em meio ao mandato presidencial. Por isso, as eleições legislativas são vistas como uma espécie de “plebiscito" sobre o governo: uma vitória do Partido do Presidente nas urnas indica aprovação popular e uma derrota mostra insatisfação.

No caso presente não houve derrota. Nem mesmo empate, como é possível constar lendo a reportagem que segue de autoria do jornalista Henrique Gomes Batista, correspondente do jornal O Globo nos Estados Unidos.

Creio que o conteúdo desta matéria dá para ter uma ideia bastante precisa da política norte-americana e sobre as possibilidades de Donald Trump ser eleito para um segundo mandato. Acresce a esta previsão o fato da excepcional recuperação da economia norte-americana que havia ido para o vinagre durante os dois mandatos de Obama. Leiam:

Com a conquista da maioria na Câmara dos Representantes pelos democratas, na última terça-feira, a vida de Donald Trump deve ficar um pouco mais difícil, com obstáculos para seus projetos e a possibilidade da abertura de investigações sobre seu governo e sua campanha de 2016. Apesar disso, o republicano está longe de ter sofrido uma derrota política arrasadora. Pelo contrário: analistas afirmam que ele não apenas reforçou sua posição dentro da legenda, como as disputas estaduais e para o Senado indicam que segue competitivo para conquistar mais quatro anos na Casa Branca.
— Hoje vejo Trump como o favorito em 2020 — afirmou ao GLOBO Gary Nordlinger, professor da Escola de Gestão Política da Universidade George Washington, na capital americana. — A base de Trump continuou fiel aos republicanos em estados que podem fazer a diferença no Colégio Eleitoral.
Esse resultado reforça a tendência verificada nas eleições de 2016, quando Trump conseguiu ser eleito presidente mesmo tendo recebido 2,9 milhões de votos a menos que a democrata Hillary Clinton. O republicano venceu nos estados com menor população e em áreas mais rurais, mas que têm um número definido de delegados no Colégio Eleitoral — e são estes que definem o presidente. Ou seja, ter uma grande margem de votos populares em estados como Nova York ou Califórnia, como ocorreu com Hillary, não garante a vitória se o candidato não conquistar estados estratégicos. As eleições intermediárias mostraram isso: a resistência a Trump pode ter aumentado em locais já não eram dele, mas o presidente mostrou força e ganhou fôlego nos redutos favoráveis a seu ideário.
Vitórias relativas
A conquista de ao menos três cadeiras no Senado para os republicanos, em locais importantes como Indiana, mostra a força de Trump no interior. Por ser uma disputa majoritária, com um vencedor por estado, o Senado reflete melhor o cenário nacional do que as eleições para deputados. Assim, ter mantido e ampliado a maioria republicana entre os senadores é um bom sinal para o presidente. O partido de Trump ganhou, além de Indiana, as vagas de Dakota do Norte e Missouri, enquanto os democratas conseguiram “roubar” apenas Nevada. A apuração seguia aberta em Arizona (com vantagem para democratas), Mississippi (com republicanos na frente) e Flórida (onde haverá recontagem).
Neste tabuleiro político, mesmo vitórias democratas podem ser relativizadas. A oposição, além de reconquistar a maioria na Câmara, venceu em ao menos sete estados nas disputas para governador: Kansas, Wisconsin, Michigan, Nevada, Novo México, Illinois e Maine. Nos quatro últimos, porém, Hillary venceu na disputa de 2016, ou seja, são estados que estavam historicamente tornando-se democratas. Perder Kansas e Wisconsin podem ser consideradas derrotas para os republicanos, mas que são “anuladas” pela manutenção de Ohio e, ao que tudo indica até o momento na apuração, Flórida e Geórgia.
— Os democratas nunca chegaram à Presidência sem vencer em Ohio — afirmou Nordlinger. — O cenário indica que a disputa de 2020 será mais apertada que a vitória de Trump há dois anos (quando teve 306 dos 538 votos do Colégio Eleitoral) e que Ohio e Flórida (que juntos somam 45 delegados, ou 16,6% do necessário para alguém chegar à Casa Branca) serão fundamentais.
A forma como o Partido Republicano conseguiu manter distritos em estados como Kentucky indica que, para regiões desse tipo, Trump está firme. Mas, ao dobrar a aposta no tipo de retórica que agrada o seu eleitorado cativo, ele corre o risco de aumentar a motivação de forças contrárias mesmo em estados tradicionalmente conservadores.
— Nesses estados vemos crescimento de zonas metropolitanas mais diversas e instruídas, que tendem a votar nos democratas — afirmou Geoffrey Kabaservice, diretor de estudos políticos do Centro Niskanen e autor de livros sobre o avanço do radicalismo no Partido Republicano. — Perder posições em Kansas ou Oklahoma, em parte por questões como o aumento do custo de planos de saúde com as mudanças criadas por Trump, pode ser um sinal de alerta.
O fato de republicanos moderados terem perdido espaço na legenda — fato comemorado pelo próprio presidente, que ironizou os derrotados que não pediram seu apoio — mostra que Trump está controlando o partido. Vale lembrar que, há dois anos, ele era visto como outsider, e hoje sua posição é hegemônica na legenda:
— Não tenho dúvidas de que Trump terá a indicação do partido (para concorrer à reeleição) se quiser — disse Kabaservice. — É possível que algumas forças tentem lançar um outro nome, mas hoje isso não seria viável.
Democratas sem nome
Há quem pondere que há sinais de alerta para Trump. A forma como os democratas ganharam distritos — 30 — em um ano de pleno emprego e crescimento econômico indica vigor.
— Os democratas obtiveram ganhos significativos em todo o país, venceram as eleições nacionalmente por uma diferença entre sete e oito pontos percentuais, reconquistaram a Câmara e sete cadeiras de governadores. Trump não é tão impopular nem a economia é ruim o suficiente para garantir uma vitória maior — afirmou Simon Rosenberg, presidente do grupo de estudos Nova Rede Democrata. — Sim, perdemos em alguns lugares, mas vencemos em muitos outros. Ver Trump mais forte é como dizer que o Brasil venceu a Argentina por 3 a 1 em uma partida amistosa, mas acha que deveria ter sido por 5 a 1 e, portanto, foi ruim. Esta foi uma eleição terrível para Trump.
O que falta aos democratas, para muitos analistas, é um discurso capaz de unir o país:
— Vimos muito voto de protesto, mas ainda não há um nome que una os democratas e não está claro que projeto de país vão oferecer em 2020 — disse Nordlinger. — Democratas passaram muito tempo defendendo imigrantes, ok, mas em que eles vão tornar a vida dos meus filhos melhor que em um governo republicano? Do site do jornal O Globo