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sexta-feira, agosto 18, 2017

ESQUERDISTAS ENDOIDAM NOS ESTADOS UNIDOS DESTRUINDO E QUEIMANDO ESTÁTUA DE ABRAHAM LINCOLN EM CHIGAGO

Estátua de Abraham Lincoln destruída e queimada em Chicago, cidade há mais 80 anos sob o domínio do Partido Democrata, a versão americana dos partidos esquerdistas latino-americanos. Foto: Breitbart.
Que os comunistas, esquerdistas, progressistas e socialistas incluindo-se aí os ecochatos são psicopatas todas as pessoas que possuem mais de um neurônio já sabem. No entanto, o alto grau de loucura dessa gentalha vai além de qualquer previsão da ciência. 

O que acabei de afirmar resta comprovado com o que está acontecendo nos Estados Unidos. O movimento esquerdista estimulado e protegido pelo Partido Democrata decidiu reescrever a história dos Estados Unidos. Para tanto, resolveram destruir todos os monumentos históricos, mormente aqueles referentes à Guerra Civil, cujo final deu origem à maior democracia e à maior potência do mundo.


Nessa escalada de loucura os esquerdistas estão detonando todas as estátuas de figuras históricas dos Estados Unidos. E, como se vê, nem mesmo  Abraham Lincoln, que pôs fim à escravidão foi poupado desse ataque insano. Justo em Chicago onde há uma enorme população negra. 


Notem que a grande mídia e seus jornalistas fake news são, digamos assim, econômicos na divulgação desses fatos tenebrosos que tiveram seu epicentro em Charlottesville com relatei aqui no blog. Quando abordam o assunto os trastes comunistas que infestam e dominam as redações da grande mídia tergiversam e arranjam algum argumento para defender essa onda de loucura que fustiga a população norte-americana e ameaça a Civilização Ocidental.


Transcrevo abaixo em tradução livre o inglês do site Breitbart essa inacreditável investida contra a estátua de Abraham Lincoln em Chicago. Deve-se assinalar que a grande mídia e seus jornalistas mentirosos e vagabundos são os principais responsáveis por todo esse mal que se abate sobre os Estados Unidos e todo o Ocidente. Eles estimulam, acolhem e turbinam a agenda esquerdista. Leiam:


Um busto de noventa anos de Abraham Lincoln, nosso décimo sexto presidente, foi destruído em um bairro de South Side Chicago durante a noite na quarta-feira. O Vereador da Câmara Ward, Raymond Lopez, criticou a destruição da estátua em uma publicação no Facebook na quarta-feira à noite.
"É um ato de vandalismo absoluto e vergonhoso. Este busto de Abraham Lincoln, erguido por Phil Bloomquist em 31 de agosto de 1926, foi danificado e queimado ", escreveu Lopez. "Se alguém tiver alguma informação sobre este ato, entre em contato com a polícia ou meu escritório imediatamente".
O busto está localizado perto da 69th Street e Wolcott, no distrito de Englewood de Chicago, setor Sul da cidade. Phil Bloomquist ergueu o tributo a Lincoln em 31 de agosto de 1926.
A página do Facebook de Alderman Lopez entrou em erupção com ataques a Lincoln e seu legado com pouca defesa dele como o Grande Emancipador que ajudou a pôr fim à escravidão de pessoas negras no final da Guerra Civil.
Lincoln foi assassinado em 14 de abril de 1865 pelo ator sulista John Wilkes Booth, que estava zangado com Lincoln por libertar os escravos e derrotar os secessionistas confederados.
Lincoln é chamado de Grande Emancipador porque ele assinou a Proclamação de Emancipação em 1863 para abolir a escravidão nos rebeldes estados do Sul durante a Guerra Civil. Essa decisão política corajosa foi o primeiro passo na eventual supressão total da escravidão com a passagem da Décima Terceira Emenda.
A destruição da estátua de 90 anos dá credibilidade à afirmação do presidente Donald Trump de que os ativistas de esquerda nunca estarão satisfeitos com a simples destruição de estátuas confederadas.
Em uma recente conferência de imprensa, o presidente se perguntou: "Esta semana é Robert E. Lee. Eu notei que Stonewall Jackson está caindo. Pergunto-me: é George Washington na semana que vem, é Thomas Jefferson é a semana depois? Você sabe, você realmente precisa se perguntar, onde isso vai parar."
De fato, na mesma cidade onde o busto de Lincoln foi destruído, os ativistas estavam agitando para livrar a cidade de parques e ruas com o nome dos presidentes George Washington, Thomas Jefferson e Andrew Jackson entre outros.

A polícia de Chicago não divulgou uma declaração sobre o incidente e disse à mídia que eles iniciaram uma investigação. Do site Breitbart - tradução livre do inglês.

Sponholz: No laço.

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URGENTE! LAVA JATO NAS RUAS DE SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO. VACCAREZZA, EX-LÍDER DE LULA E DILMA, FOI PRESO.

Vaccarezza com Lula no tempo das "vacas gordas'...
O ex-lider do governo Lula e Dilma e ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, ex-PT, foi preso temporariamente pela Polícia Federal (PF) na manhã desta sexta-feira (18). Os policiais cumprem 46 mandados judiciais de duas novas fases da operação - a 43ª e a 44ª em cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. As ações foram batizadas Sem Fronteiras e Operação Abate, respectivamente.
É a primeira vez que a PF realiza duas fases da operação ao mesmo tempo.
Do total de mandados, 29 são de busca e apreensão, 11 mandados de condução coercitiva e 6 mandados de prisão temporária, segundo a PF. O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza, ex-PT, é um dos alvos de prisão temporária.
As operações investigam os crimes de corrupção, desvio de verbas públicas e lavagens de ativos identificados em contratação de grandes empresas com a Petrobras.
Na Operação Sem Fronteiras é investigada a relação espúria entre executivos da PETROBRAS e grupo de armadores estrangeiros para obtenção de informações privilegiadas e favorecimento obtenção de contratos milionários com a empresa brasileira.

Na Operação Abate, a ação visa desarticular grupo criminoso que era apadrinhado por ex-deputado federal, cuja influência era utilizada para a obtenção de contratos da Petrobras com empresa estrangeira. Nesta relação criminosa, recursos foram direcionados para pagamentos indevidos a executivos da estatal e agentes públicos e políticos, além do próprio ex-parlamentar, segundo a PF. Do site G1

MILITANTE DO PCdoB ESMAGA OVO NO PEITO DE BOLSONARO E É PRESA PELA POLÍCIA EM RIBEIRÃO PRETO. CENTENAS DE PESSOAS NA RECEPÇÃO AO PRESIDENCIÁVEL.

O deputado e presidenciável Jair Messias Bolsonaro esteve nesta quinta-feira em Ribeirão Preto, SP, onde foi recebido por centenas de apoiadores e falou durante evento com auditório lotado.

Mas quando foi tomar um café no centro da cidade uma militante filiada ao PCdoB (Partido Comunista do Brasil) surgiu de repente e esmagou um ovo contra a lapela do paletó do deputado.

A mulher foi presa pela polícia e Bolsonaro, como mostra o vídeo acima, foi à Delegacia de Polícia registrar a agressão.

O jornal O Estado de S. Paulo noticiou a ocorrência mas escamoteou o principal: que a autora da agressão é uma militante comunista.

E O Estadão ainda quer cobrar pelo acesso ao seu site. É por esta e outras que esses jornais da dita ‘grande mídia’ mais cedo ou mais tarde irão para o vinagre. Ninguém mais quer ler notícias e reportagens fake news, ou seja, vazadas em narrativa sempre conveniente aos interesses esquerdistas.

No caso, quem lê a matéria do Estadão é induzido a imaginar que a agressão foi uma reação espontânea contra o deputado. O vídeo acima é da página oficial de Bolsonaro no Facebook onde o deputado revela que a agressora é uma militante do PCdoB.

No vídeo abaixo trecho da conferência de Bolsonaro em auditório lotado em Ribeirão Preto.

Sponholz: Sem palavras. Literalmente!

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quinta-feira, agosto 17, 2017

A ENTREVISTA DO PRESIDENTE DONALD TRUMP E AS FAKE NEWS DE JORGE, O IMPONTUAL, ABENÇOADAS PELO CARLOS HENRIQUE SCHROEDER.


Este dois vídeos dizem muito sobre sobre o deletério comportamento desses jornalistas histéricos da grande mídia apaixonados por Lula, Maduro, Obama e os Clintons. A cada dia que passa compreende-se mais por que a esquerda norte-americana, da qual é ponta de lança o famigerado establishment fez das tripas coração (ou o inverso?) para tentar eleger Hillary Clinton.

Aliás, fosse verdade o que diziam os institutos de pesquisa a Casa Branca seria transformada no maior lupanar bundalelê e a nossa Civilização Ocidental já teria ido para o vinagre.

Mas o projeto esquerdista falhou, ou melhor, foi derrotado pelos eleitores. Mais da metade dos norte-americanos sentiu o indefectível aroma de carne queimada e decidiu ir votar. Deu Donald Trump na cabeça. Por isso essa gentalha da esquerda continua enlouquecida e decidiu reescrever a história da maior potência democrática do mundo por meio da derrubada de estátuas dos líderes da Guerra da Secessão.

Seria cômico se não fosse trágico, como se viu nas escaramuças ocorridas no último sábado em Charlottesville, na Virgínia. E essa armação burlesca do histerismo esquerdista ainda haverá de render muito em termos de matérias jornalísticas. Confira aqui o que de fato aconteceu.

Até mesmo o Jorge 'Impontual' da Rede Globo, empostou a voz para alimentar, sem qualquer pudor, a torrente de fake news sobre o assunto, soltando um estranho urro ao encerrar a reportagem, conforme vídeo que ilustra esta postagem.

Tal fato denota algo que vai além da síndrome do delírio esquerdista que acomete 99,9% dos jornalistas da grande mídia. Digo eu mesmo, que sou jornalista há mais de 45 anos e quase metade desse tempo trabalhei em redação de jornais diários. Acreditem: redação de veículo de mídia é o local onde eu encontrei mais imbecis em toda a minha vida. As exceções conto nos dedos. Depois que criaram os cursos de jornalismo toda essa boçalidade que habita as redações foi turbinada. Está aí, por exemplo, o vídeo que mostra Jorge Impontual da Rede Globo e mais aquelas cambacicas que vivem dizendo bobagens e mentiras histriônicas durante as 24 horas do dia. 

Afinal, esses jornais televisivos são repetidos ad nauseam. É só ligar a televisão e lá vem aquela diarréia histérica. Quando reputam aquelas fake news como muito importantes para sustentar a narrativa esquerdista, transmitem o audio também pela Rádio CBN. É coisa de louco. E como os esquerdistas conseguiram fechar os hospícios os paciente estão há muito tempo livres, leves e soltos. Boa parte deles está nas redações da grande mídia, outro tanto atua como bate-paus do PT, MST, Black-blocs, Antifas e Black Lives Matter (este último grupelho criminoso integra do Partido Democrata norte-americano), sendo bafejado com grana filtrada da Open Society Foundation, pertencente ao mega investidor George Soros.

Egressos dos hospícios, Antifas e Black Lives Matter costumam agir mascarados portando bastões de baseball com os quais desferem porretadas contra seus desafetos, detonam vitrines e incendeiam automóveis. Agora também usam os porretes para derrubar estátuas e monumentos históricos! 

E aí cabe uma indagação: isto é ou não é psicopatia de natureza grave? Para deter esses criminosos só a camisa de força e dentro de uma cela de aço. No entanto, invocam a democrática Constituição. Todavia, para essa gente, não vale a frase que abre a Carta Magna da potência do Norte: "We The People". Essa gentalha não é povo, não é gente, não é ser humano. O lugar deles são os hospícios que jamais deveriam ser fechados. 

No mais, esta postagem vale muito especialmente pelo vídeo que mostra o Presidente Donald Trump dando um olé nos alegres rapazes e cambacicas da mídia mainstream. Em boa hora a sempre excelente página do Facebook da Embaixada da Resistência legendou em português o vídeo. Vamos aproveitar a vê-lo enquanto o tal grupo da "diversidade bundalelê" do Facebook não fecha a página da Embaixada.

Em tempo: O chefe de jornalismo da Rede Globo, Carlos Henrique Schroeder, esteve aqui em Florianópolis nesta terça-feira num festejo que inaugurou a NSC que substitui a ex-toda poderosa RBS, na retransmissão da Rede Globo.Vai ver que ele nem viu aquele rugido do Jorge 'Impontual', que é no mínimo uma afronta aos telespectadores.

Quando a gente vê aquilo sente o que se qualifica de "vergonha alheia". 

Sponholz: Lavando a égua.

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quarta-feira, agosto 16, 2017

LULA, QUEM DIRIA, ESTÁ COM MEDO DO POVO.

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Mesmo estando condenado em primeira instância a nove anos e seis meses de prisão, e sendo réu em cinco processos, Lula da Silva prossegue em campanha, que ele diz que não é campanha. Desse modo, depois de alguns anos anunciando que sairia em caravana, finalmente parece que tal vai acontecer no próximo dia 17. Será a tentativa de reeditar as caravanas de 1993 e 2001, outros tempos, outros momentos. Segundo é anunciado ele percorrerá o Nordeste e o tour totalizará 25 cidades em 18 dias.
Conforme a Folha de S. Paulo (14/08/2017), possíveis aspirantes à presidência da República têm também efetuado giros por alguns Estados, porém, a atividade dos citados está longe do que Lula já fez e pretende fazer, sendo que nenhum deles está condenado.
Aliás, Lula nunca desceu do palanque mesmo em seus dois mandatos presidenciais, pois padece de verborragia eleitoreira aprendida nas lides sindicais. Além da politicagem populista, suas atividades se concentravam em viagens fabulosas, churrascos e, principalmente no primeiro mandato, nos joguinhos de futebol na Granja do Torto. Doce vida que uma vez obtida fica difícil abrir mão.
Segundo o dicionário Aurélio, caravana é “um grupo de pessoas que vão juntas a algum lugar”. Também significa “uma multidão de peregrinos ou viajantes que se reúnem para atravessar o deserto com segurança”. Lula não vai atravessar um deserto, mas, a inclusão de “multidão” e “segurança” na definição, define melhor sua caravana. Vejamos porque:
A multidão que deverá acompanhar aquele que foi chamado de luz do mundo por Marilena Chauí (confusão do líder com Jesus Cristo), será composta pelo “exército de Stédile”. Apesar de estar acostumado a viajar em confortáveis jatinhos, certamente de propriedade de generosos amigos, fala-se que Lula viajará ao Nordeste de ônibus. Onde chegar será escoltado por grupos de sem-terra e membros de sindicatos rurais a bordo de motos, não tendo sido dito a marca das potentes máquinas que abrirão alas para o chefe.
Mas, por que tal aparato? Segundo jornal já citado (12/08/2017) “o cortejo tem dupla função: atrair a atenção e intimidar os opositores do ex-presidente”. Ao que tudo indica, agora Lula precisa de 200 motos para chamar atenção e, sem dúvida, está acometido de coxinhafobia, estado psicológico caracterizado por medo de coxinhas.
A paranoia parece crescer quando se leva em conta outras medidas de segurança, ou seja:
1º- Além das milícias dos companheiros, a segurança de Lula da Silva ficará a cargo do GSI, (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República.
2º -  O Instituto Lula, pediu as Casas Militares dos governos estaduais do Nordeste que discutissem mais medidas de segurança, complementares as do GSI.
3º - Márcio Macedo, um dos vice-presidentes do PT, anunciou que “uma equipe será encarregada de vistoriar as cidades que serão visitadas por Lula”. Afirmou que “haverá precursora política, de comunicação e de segurança, como em todos os atos que o ex-presidente Lula participará”.
Decididamente, Lula, quem diria, está com medo do povo. Algo que não combina com a bajulação de Macedo, que afirmou ser ele “a maior liderança política e popular do País”. Se fosse, não teria medo de vaias, como já aconteceu em uma de suas viagens de campanha em uma cidade do Rio Grande do Sul.
Entre os programas do turismo-político ao Nordeste, além de falar mal do presidente Temer, Lula fará um cruzeiro pelo Rio São Francisco. Certamente não vai inaugurar pela enésima vez a transposição do São Francisco, mas, quem sabe, como “luz do mundo” dirá que é o criador do próprio Rio.
Entre sua extensa comitiva, provavelmente vai figurar uma companheira que já enviou seu desejo de acompanhar o “pobre operário” em seu tour. Trata-se da bilionária Roberta Luchsinger, herdeira dos fundadores do banco Credit Suisse. Ela lançou o “Bolsa Lula” com pena do metalúrgico perseguido que teve seus bens (ou parte deles?) bloqueados pelo juiz Sérgio Moro.
A herdeira, que é divorciada de Protógenes Queiroz, ex-delegado e ex-deputado que teve que fugir do Brasil para não ser preso por ter violado o sigilo da Operação Satiagraha, milita no PCdoB e quer se deputada estadual.  Ela encheu uma mala da marca Rimowa com objetos caríssimos, inclusive, adicionou um cheque ao portador de 28 mil francos suíços (equivalentes a R$ 91 mil), mesada que recebia do avô e a fortuna será leiloado para ajudar seu ídolo petista.
Certamente os companheiros não terão dificuldade em arrematar os itens luxuosos em benefício do chefe. Eles disseram que a companheira bilionária é muito bem-vinda nesse momento em que o PT se renova (renova?). Pudera, os companheiros empreiteiros estão na cadeia e ela chegou em boa hora.

(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga

Sponholz: Lava Jato é intocável!

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terça-feira, agosto 15, 2017

INFORMAÇÃO VERDADEIRA É A ARMA MAIS EFICAZ PARA DETONAR O CRIMINOSO ESQUEMA ESQUERDISTA QUE VEM SENDO ARMADO PARA O PLEITO PRESIDENCIAL DE 2018.

Para evitar que o Brasil de repente vire uma nova Venezuela torna-se importante que cada cidadão brasileiro saiba o que de fato está acontecendo em termos políticos em nível global. Para isso é necessário um flash-back para saber onde e quando começou essa campanha de desestabilização da nossa Cultura Ocidental e qual a sua finalidade. Um bom começo para entender realmente o que está ocorrendo e com quais propósitos é ler o já famoso livro “Desinformação” que inclusive pode ser comprado aqui mesmo neste blog clicando sobre a foto de capa do livro na coluna ao lado, indo diretamente para a livraria Amazon.  
E, para informação dos prezados leitores, publico logo abaixo resenha desse livro do site norte-americano The Blaze com tradução de Ítalo Lorenzon. Esta postagem não é nova, já que há uns dois anos postei aqui no blog. Mas nunca este livro deixará de ser essencial, porquanto desmonta o tabu construído pelo jornalismo fake news da grande mídia. E na antevéspera de uma eleição presidencial que selará o futuro do Brasil em 2018, os brasileiros precisam muito, como nunca, de quebrar esse maldito tabu que pretende fazer crer que o comunismo não existe mais. Sim, porque em nenhum momento a grande mídia alude aos fatos que conduziram agora a Venezuela a uma ditadura comunista. Fatos que são iguais aos que vêm acontecendo no Brasil e que começaram lá atrás, quando foram debelados pelos governos militares. Mas foi só entregar o poder para os civis que a esculhambação e a roubalheira dos cofres públicos recomeçaram.
Creio que posts com este são muito mais importantes do que as fofoquinhas políticas veiculadas pelos sites da grande mídia, useiros e vezeiros na promoção da desinformação em detrimento da informação verdadeira. Faça como o editor deste blog: cuspa na cara dos comunistas vagabundos e não gaste mais nem um tostão para adquirir esse jornalões e muito menos para acessar seus portais e emissoras de televisão. Esses capachos do PT já começaram a definhar igual ao Lula. Eles e seus jornalões sabem que têm os dias contados pelo efeito corrosivo da internet, das redes sociais e dos blogs independentes. Mais adiante serão as grandes redes de televisão e rádios a irem para o vinagre. Não sobrará ninguém para continuar promovendo a desinformação criminosa. Leiam esta resenha desse importante livro do desertor tenente-general romeno Ion Pacepa. Leiam:
A GRANDE MENTIRA
“Disinformation” é a história da “Grande Mentira”. Contada na narrativa do mais patenteado desertor da KGB da história, o Tenente-General romeno Ion Pacepa, somos expostos à arte da desinformação e nos meios pelos quais esquerdistas e jihadistas, a partir da KGB, que foi edificada sobre métodos anteriores de enganação russos, vêm usando com grande efeito para enganar ou explorar de outra forma o mundo e auxiliarem seus fins totalitários. Numa era na qual a desinformação agora surge organicamente, correndo solta na mídia e em ambientes acadêmicos ao redor do Ocidente sem a necessidade de que a União Soviética continue a propaga-la, essa é uma leitura vital para qualquer um preocupado com nossa cultura, economia, defesa e, em última análise, sobrevivência como nação.
Desinformação não é apenas uma estratégia defunta da Guerra Fria. Ela se aplica rotineiramente na América no enquadramento de histórias pela grande mídia, campanhas de difamação contra candidatos e discursos feitos por líderes estrangeiros. “Disinformation” de Ion Pacepa e Ronald Rychlak apresenta a história por trás da estratégia, e como ela foi aperfeiçoada em algumas das mais desonestas mas efetivas campanhas de todos os tempos, incluindo a fomentação do antissemitismo islâmico no Oriente Médio no começo dos anos 1970, a difamação por muitas décadas do Papa Pio XII como “Papa de Hitler”, apesar de ter salvo a vida de milhares de judeus durante o Holocausto, e centenas de outros movimentos projetados para minar o mundo ocidental e favorecer os objetivos dos Comunistas. Com impecável clareza e anedotas que só poderiam ser fornecidas por alguém que tenha executados a estratégia do topo do sistema da KGB e praticado seus métodos, o Tenente-General Pacepa nos fornece uma história indispensável de como a União Soviética veio a empregar mais agentes de desinformação e propaganda do que espiões tradicionais ao redor do mundo durante o ápice da Guerra Fria. Essa estratégia foi elaborada para voltar o ocidente contra si mesmo e dominar seu espírito coletivo, com efeitos devastadores que são claramente evidentes hoje.
MISTIFICADORES PROFISSIONAIS
Como membros do Tea Party, amantes da liberdade e tementes à Deus tornaram-se terroristas, incendiários e extremistas, enquanto a Irmandade Islâmica é tratada como um parceiro diplomático legítimo? Como Mitt Romney tornou-se um oligarca destruidor de empregos, enquanto Barack Obama é considerado o salvador da economia? Como partes consideráveis do mundo consideram Israel racista, um estado de Apartheid, enquanto a mídia boicota as perseguições e a escravidão de cristãos em andamento no resto do Oriente Médio?
“Disinformation” é a história de como essas mentiras tornaram-se verdade. É a história de como a União Soviética por séculos desenvolveu uma estratégia que poderia desarmar a racionalidade e o juízo do Ocidente e provou-se uma arma tão efetiva quanto bombas. É a estratégia que, no auge da Guerra Fria recebeu atenção, recursos e pessoal, desproporcionais da KGB em relação a outras operações de Inteligência. 
“Disinformation” é a história contada pelos olhos de Ion Mihai Pacepa, o Tenente-General romeno e o oficial de mais alta patente à desertar na historia das grandes operações de desinformação, e como a KGB buscou derrotar o ocidente, jogando seu povo contra seu próprio governo, contra a Igreja e contra os Judeus.
Contando com perspicácia e clareza penetrantes, Pacepa cobre as operações de desinformação da Guerra Fria da difamação por décadas do Papa Pio XII como “Papa de Hitler”, apesar de suas heroicas ações que salvaram a vida de milhares de judeus durante o Holocausto, à desinformação inerente ao próprio conceito de Glasnost, que para o Ocidente aparentou ser uma abertura da União Soviética às ideias ocidentais, mas na Rússia na verdade tratou-se de construir uma fachada pública para ganhar aceitação e reverencia entre o povo que ela buscava penetrar e derrotar.
A desinformação que Pacepa descreve não é somente relevante por proporcionar uma visão de uma tática “Alinskyana” que continua a ser usada efetivamente nos dias de hoje mas por explicar como a América e o Ocidente no geral tornou-se progressista.
DESCOBRINDO OS CAFAJESTES
Se você quiser entender a natureza antissemita e pró-islâmica da esquerda, você não precisa olhar além das sementes que foram plantadas nos anos 70 quando a KGB enfocou seus objetivos em deslegitimar Israel através de sua propaganda e apoiou a OLP (Organização de Libertação da Palestina) e outros contra as forças “Sionistas”.
Se você quiser entender a reação reflexiva Anti-Guerra do Iraque da esquerda, não é preciso olhar além da “Operação Ares” quando a União Soviética buscou fabricar uma resistência americana a Guerra do Vietnam, os filhos de tal movimento como John Kerry agora ocupando altas posições do governo americano.
Se você quiser entende como Rouhani pode ser chamado de “moderado”, e porque ele está trabalhando para atrair o ocidente, você pode olhar para os episódios históricos de Yasser Arafat, Gorbachev e Ceausceau que assumiram fachadas públicas similares enquanto enganavam o ocidente.

Para enfrentar um inimigo, é preciso entender sua natureza, seus objetivos e suas táticas. Ion Pacepa e Ronald Rychlak elaboraram um livro que proporciona uma visão sobre os três. Ele foca em detalhes dolorosos para mostrar a eficiência devastadora em particular das táticas de desinformação e difamação, como exemplificadas em operações que ainda são relevantes hoje. Em um mundo em que esquerdistas e jihadistas estão em marcha, a consciência da estratégia de desinformação nunca foi tão essencial para aqueles que buscam preservar e proteger a civilização Ocidental.

Sponholz: O buraco é bem mais embaixo...

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segunda-feira, agosto 14, 2017

CHARLOTTESVILLE E A NUVEM VERMELHA DA DESINFORMAÇÃO DA GRANDE MÍDIA MENTIROSA

Um episódio de violência na verdade gerado pelos bate-paus esquerdistas do Partido Democrata, equivalente ao PT no Brasil. O objetivo dos esquerdistas continua sendo transformar os Estados Unidos numa caricata republiqueta bananeira.
Há certos acontecimentos que deixam no ar a seguinte indagação: a quem interessa ou a quem aproveita expressado na locução latina "cui podest", amiúde jargão recorrente no âmbito da criminalística. E este é o caso do inusitado episódio de violência que eclodiu neste sábado na pacata cidade de Charlottesville, Estado de Virgínia, Estados Unidos, que possui ao redor de no máximo 50 mil habitantes. 
O entrevero começou com a petição feita por um estudante negro da Universidade da Virginia para retirar da praça da cidade uma estátua do General Lee, o comandante do exército Confederado, na Guerra Civil Americana. Os detalhes estão narrados e analisados no texto que segue abaixo de autoria do empresário brasileiro que vive e trabalha nos Estados Unidos, Leandro Ruschel. Já me referi ao Leandro aqui no blog em outras oportunidades. Além de atuar como 'trader', operando no mercado e dirigindo a sua empresa Liberta Global, Ruschel encontra tempo para atuar como analista político na sua página do Facebook e também na plataforma Medium, onde mantém um blog.
Embora Leandro Ruschel não seja jornalista em muitas ocasiões tem analisado episódios políticos superando, principalmente, as cambacicas das grandes redes de televisão e seus coleguinhas que impostam a voz para tergiversar ou mesmo mentir de forma descarada. 
Esse episódio nebuloso ocorrido em Charlottesville tem tudo para ficar em evidência por mais algum tempo. Afinal repetem ad nauseam que "supremacistas brancos" e nazistas de todas as tonalidades estaríam revigorados com a chegada ao poder de Donald Trump, ainda que tenha sido um misterioso e diminuto grupelho a evocar mantras nazistas. 
Em contrapartida, useira e vezeira em mentir e distorcer informações a grande mídia, toda ela, continua escamoteando o fato de que se houve mortos e feridos nas escaramuças em Charlottesville foi decorrente da entrada em cena dos famigerados grupos de bate-paus esquerdistas que infernizam a vida dos cidadãos decentes nos Estados Unidos e que são abençoados pelo Partido Democrata que, guardadas as devidas proporções, é igualzinho ao PT de Lula e seus asseclas. Trata-se dos grupos Antifa e Black Lives Matter acalentados e mantidos, como não poderia deixar de ser, pelo indefectível ricaço de New York, o mega investidor George Soros. O Antifa, inclusive, age aqui em Florianópolis e na maioria das capitais e grandes cidades brasileiras. 
Quem se informa pelas televisões e jornalões está muito mal informado e fazendo um juízo completamente equivocado sobre o que aconteceu sábado na Virgínia.
Creio que o texto de Leandro Ruschel, que transcrevo abaixo, joga um pouco de luz sobre a escuridão do noticiário produzido pelos jornalistas da grande mídia, useiros e vezeiros em mentir e produzir fake news sempre em favor do histerismo esquerdista. Leiam:

O QUE REALMENTE ACONTECEU?
Você já deve ter lido sobre os acontecimentos de ontem numa pacata cidade da Virginia chamada Charlottesville. A versão da história contada pela imprensa, com pequenas alterações, é mais ou menos assim: supremacistas brancos se reuniram na cidade, promovendo a violência contra negros e outras minorias. Quando a polícia tentou encerrar o encontro, a violência se instalou, produzindo a morte de uma pessoa, além de dezenas de feridos.
Alguns veículos da imprensa foram além, alertando sobre o renascimento de grupos fascistas que demonstram como os EUA estariam caminhando para algum tipo de regime totalitário, com Donald Trump à frente.
Faz sentido? Estaria a América caminhando para uma ditadura fascista? Estamos observando o renascimento da KKK e afins?
Corremos riscos de perder liberdades individuais e de regredir socialmente e economicamente, mas não pelos supostos motivos que a grande imprensa aponta.
As intenções totalitárias se encontram exatamente naqueles que se autoproclamam "antifascistas", ou defensores da "justiça social" e das "minorias", como o movimento "Black Lives Matter". Assim cumpre-se a profecia de Churchill sobre os fascistas do futuro propagarem ser o seu inverso.
Voltando ao que ocorreu em Charlottesville, tudo foi iniciado com a petição feita por um estudante negro da Universidade da Virginia para retirar da praça da cidade uma estátua do General Lee, o comandante do exército Confederado, na Guerra Civil Americana. Segundo tal estudante, a estátua seria ofensiva aos negros, assim como todo símbolo Confederado, já que naquela época havia escravidão e a Confederação defendia tal prática.
Jason Kessler, que se intitula um nacionalista branco, organizou um protesto contra a retirada da estátua do general. Em entrevista a uma rádio local durante a semana, Kessler foi muito claro: ele não defende qualquer tipo de ideologia supremacista, apenas não tolerava que a história fosse reescrita e que heróis brancos fossem apagados e vilificados em nome do politicamente correto.
A primeira emenda da Constituição americana garante o direito à livre expressão e ao protesto pacífico. Kessler então foi até a prefeitura da cidade para solicitar uma autorização para realizar o protesto. Depois de muitas dificuldades, já que o prefeito da cidade é Democrata, ele conseguiu a autorização.
Os Democratas então incentivaram a vinda para a cidade de grupos contrários ao movimento de Kessler, que ele chamou de "Unite the Right". Em especial, o "Antifa", um grupo violento que tem crescido e se especializou em contra-protestos, ou seja, sempre que qualquer grupo de direita organiza algum evento, eles aparecem vestidos de preto, com capacetes, máscaras, porretes e até com facas e armas de fogo, com o objetivo de acabar com o protesto. Outro grupo que apareceu para o contra-protesto foi o "Black Lives Matter", grupo que surgiu como um renascimento do "Black Panthers" dos anos 60, denunciando a suposta violência policial contra negros, além de exigir reparações pela "opressão branca", com uma retórica violenta que chega ao ponto de defender a morte de "white pigs" e até mesmo a supremacia negra. Nos seus manifestos, ficam claras as bandeiras socialistas radicais, como a exigência de bolsas e cotas de todo o tipo para negros, além da condenação do capitalismo.
Enfim, ao incentivar a vinda de grupos antagônicos ao protesto pela manutenção da estátua do General Lee, o prefeito Democrata de Charlottesville, Michael Signer, praticamente garantiu que haveria violência.
Mas o sujeito foi além, na véspera do protesto, quando já havia conhecimento que milhares de pessoas viriam de outros locais para apoiar o protesto de Kessler, e outros milhares viriam para apoiar o contra-protesto da Antifa e do Black Lives Matter, o prefeito cancelou a licença para que o protesto de Kessler acontecesse no parque onde está a estátua, enquanto manteve a licença para o contra-protesto.
Kessler então entrou com um pedido na Justiça Federal, conseguindo uma liminar que garantisse o direito constitucional de manter o protesto no parque onde estava a estátua. No sábado pela manhã, conforme os grupos começaram a chegar ao local, a polícia da cidade, a mando do prefeito, avisou que se tratava de uma reunião ilegal e mandou que todos saíssem dali, sem ter organizado nenhum isolamento entre os dois grupos.
Ou seja, não é exagero supor que o prefeito tinha a intenção de provocar a violência, pois após incentivar um contra-protesto violento, o sujeito não tomou nenhuma medida para isolar grupos contrários e a polícia permaneceu a maior parte do tempo inerte, apenas observando a violência, intervindo apenas quando a cidade já tinha virado um palco de guerra.
No meio do tumulto, alguém jogou um carro contra a multidão, aparentemente de forma intencional, matando uma mulher e ferindo 19 pessoas. O grupo atingido era formado por antifas, mas ainda não ficou claro se o motorista que cometeu a agressão era ligado a algum grupo em particular. Para completar a tragédia, um helicóptero da polícia que fazia o patrulhamento da área caiu, aparentemente um acidente, matando os seus dois ocupantes.
Entre o grupo que protestava contra a retirada da estátua, havia sim bandeiras representando supremacistas brancos, mas em minoria. De qualquer forma, pelas declarações de Jason Kessler e nos manifestos que conclamavam as pessoas a participar do protesto, não havia nenhuma menção à supremacia branca.
A LEI PISOTEADA
Mesmo se esse fosse o caso, a Constituição americana é clara ao defender o direito à livre expressão e reunião pacífica. E isso simplesmente foi rasgado pelo prefeito Democrata, que é o principal responsável pelas mortes e pelos feridos.
De qualquer forma, o objetivo dos Democratas foi atingido, eles tem agora uma narrativa que inverte a situação, traçando a direita como um bando de neo-nazis saudosistas da escravidão que enxergam em Trump um líder, enquanto os "antifascistas" que quebram e matam nas ruas, querendo impor violentamente a sua opinião, em conjunto com os racistas do "Black Lives Matter", que chegam a defender abertamente a morte de brancos, são os defensores da liberdade.
Se ontem o direito a liberdade de expressão do grupo que queria a manutenção da estátua no parque fosse respeitado, provavelmente não haveria nenhum ato de violência. Agora imaginem se tivesse ocorrido o contrário, se um protesto contra Trump, ou pelos negros, ou por qualquer bandeira da esquerda fosse atacado violentamente por membros da Ku Klux Klan. Será que a imprensa inteira noticiaria que os esquerdistas que organizaram o protesto seriam os responsáveis pela violência?
Obviamente sou contrário a qualquer tipo de movimento que defenda a supremacia de uma raça em relação à outra, mas consigo perceber claramente como a retórica esquerdista de luta de classes, luta de raças e luta de gêneros produz uma divisão profunda da sociedade e incentivará a violência e o caos. Creio que esse é exatamente o objetivo da esquerda, seguindo o velho ditado romano: dividir para conquistar.
A criminalização da história é típica de regimes totalitários, os soviéticos criaram todo um departamento especializado em reescrever passagens e até manipular registros, para apagar acontecimentos, obviamente contando só uma parte da verdade, aquela que beneficiava o regime.
É simplesmente absurdo condenar uma raça por crimes que aconteceram no passado, especialmente quando esses crimes foram perpetrados por todas as raças em todos os tempos. Não é nosso objetivo aqui discorrer sobre isso, até porque é uma longa exposição necessária.
Eu só precisava deixar registrado o que ocorreu, já que de uma maneira geral ninguém encontrará essas informações na grande imprensa.
O que temos é uma luta política, onde a esquerda promove a violência e controla a narrativa, gerando a supressão da liberdade através da camisa de força do politicamente correto, não só enganando as pessoas, mas criminalizando qualquer opinião contrária às suas agendas.
Vale a pena deixar registrado que tanto o Black Lives Matter quanto o Antifa são financiados por George Soros, que multiplicou por três essas verbas desde que Trump foi eleito.
Ele, junto com outros democratas, já expressou o desejo de acabar com o mandato de Trump por todos os meios possíveis, aparentemente violência e mortes fazem parte desses meios. Do blog de Leandro Ruschel no Medium e também em sua página no Facebook 

P.S. do autor: Note a foto que ilustra o artigo. Algum esquerdista segura um cartaz, como um punho cerrado, símbolo revolucionário histórico, usado por movimentos que já produziram milhões de mortes, com os dizeres: "Destrua todos os monstros". Ou seja, se o meu inimigo é um "monstro", ele pode ser morto. Não é essa a essência do mal? Do blog de Leandro Ruschel no Medium e também em sua página no Facebook