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sexta-feira, novembro 24, 2017

A GAZETA DO POVO COMEÇA A DAR SOLAVANCOS AO PUBLICAR AUTÊNTiCA "FAKE NEWS". QUE PENA.

Já destaquei aqui no blog a Gazeta do Povo, jornal da grande mídia paranaense que recentemente deixou de circular na forma impressa e atualmente é o único jornal da grande mídia brasileira totalmente digital. Só é veiculado pela internet.

Naquele meu comentário destaquei não só a sua nova forma de publicação mas, sobretudo, o seu conteúdo plural, ou seja, abrindo espaço para opinião diversificada que não se restringe à narrativa esquerdista comum na totalidade da grande mídia.

No entanto, a Gazeta do Povo acaba de dar um baita solavanco ao veicular uma pesquisa fajuta cuja metodologia contempla um esquema que falseia a verdade. É uma legítima "fake news". Sua procedência é o velho e decrépito Estadão em parceria com o tal "Instituto Ipsos", ou seja, a soma de duas porcarias trabalhando para tentar de todo jeito destacar um dos candidatos do establishment que não decola nem a pau, ainda que venha mostrando a sua cara na funesta Rede Globo há pelo menos uns 20 anos.

Sem qualquer pejo e distanciando-se dos fatores de credibilidade, a Gazeta do Povo ainda ilustrou a matéria com uma foto de Luciano Huck com vestimenta no estilo militar tendo ao fundo ao que parece ser um destacamento do Exército realizando alguma manobra. 

A Gazeta do Povo tem todo o direito de publicar o que quiser enquanto os leitores tem todo o direito de despreza-la, como tem feito com todos os veículos da grande mídia.

É uma pena que a Gazeta do Povo esteja resvalando para o nefasto caminho das fake news e acabe se transformando em mais do mesmo.
Quem quiser conferir clique Aqui.

quinta-feira, novembro 23, 2017

SUSPENSÃO DE VENDA DE SEGUROS DE CARROS PELAS SEGURADORAS NO RIO DE JANEIRO DÁ UMA IDEIA DA CRISE BRASILEIRA E FAZ LEMBRAR 1964.

Só os acéfalos, os idiotas de todos os gêneros e, sobretudo, os oportunista de sempre são capazes de fechar os olhos para a situação caótica em que de encontra o Brasil, embora há quem afirme na maior cara de pau que "as instituições estão funcionando...". Retornamos sempre ao velho e surrado adágio: seria cômico se não fosse trágico.

E o Rio de Janeiro, que sempre foi uma espécie de termômetro do Brasil, indica o estado caótico, para dizer o mínimo, em que foi mergulhada a Nação brasileira a partir da ascensão de Lula e seus sequazes ao poder, isto é, o PMDB, PSDB e mais uma miríade de agremiações nanicas. Toda essa vagabundagem atrelada ao esquema esquerdista.

Um sintoma muito claro que o Brasil está completamente à deriva é que as empresas seguradoras de veículos decidiram suspender a venda de apólices no Rio de Janeiro, conforme noticiam os veículos de mídia. E o mais interessante é que noticiam isso como uma notícia corriqueira.

Todavia esse é mais um sinal muito claro que as ditas instituições não estão funcionando e o processo de desmantelamento do Estado brasileiro começou lá atrás com a ascensão de Lula ao poder. Esse diabólico processo que não cessou de avançar corresponde ao esquema do famigerado Foro de São Paulo com sua meta de comunização do Brasil e de toda a América latina. E a prova mais eloquente disso tudo vem da Venezuela. E só os néscios congênitos vêem o que está ocorrendo como fatos normais. Entretanto, a desintegração das ditas "instituições" já estão em estado avançado. Na Venezuela o denominado "Estado de Direito democrático" foi erodido por etapas, exatamente igual ao que vem ocorrendo no Brasil.

A negativa das seguradoras de veículos em operar normalmente no Rio de Janeiro é um alerta de natureza gravíssima e que deve se estender pelo resto do Brasil. E isto tem um impacto demolidor sobre a economia nacional.

A passos largos a crise política e institucional vai continuar se agigantando até um momento em que a Nação brasileira estará numa encruzilhada com apenas duas opções: A lei e a ordem ou a venezuelização do Brasil.

A notícia da decisão das seguradoras de veículos suspender a venda de apólices é um sinal muito claro e evidente dessa encruzilhada que gerou a Revolução de 1964, que os comunistas insistem em amaldiçoar, embora qualquer pessoa cujo cérebro funciona normalmente sabe o movimento militar de 1964 salvou o Brasil. Não fossem aqueles militares o Brasil seria hoje uma grande Cuba!

O site da revista Exame dá a notícia da decisão das empresas seguradoras de veículos como fosse, assim, algo natural. Leiam:

Depois de renegociar contratos de seguros de carga e negar novas apólices no Rio de Janeiro, as seguradoras agora mudaram também suas estratégias para seguros de carros. Grandes empresas do setor, como Mapfre, Tokio Marine e BNP Paribas Cardif, enviaram um comunicado aos corretores de seguros dizendo que veículos cadastrados com endereços do Rio de Janeiro não estariam mais elegíveis para o seguro de automóveis.
Um dos comunicados, ao qual EXAME teve acesso, diz que mesmo veículos que já fazem parte da base de segurados, mas que não têm renovação automática, devem ser recusados. Somente renovações automáticas serão feitas, uma medida das seguradoras para tentar conter a alta das taxas de sinistralidade. Já a Ituran, empresa de monitoramento de veículos, limitou a cobertura para motoristas de Uber — faz o seguro de quem atua em São Paulo, por exemplo, mas não no Rio de Janeiro.
Procurada, a BNP Paribas Cardif confirma a informação, mas ressalta que a suspensão é temporária. Segundo a empresa, as vendas devem voltar assim que a situação da violência do estado melhorar. A Mapfre diz, em nota, que “não enviou comunicado em seus canais oficiais” e “não realiza nenhum tipo de restrição aos clientes do estado do Rio de Janeiro ou de qualquer cliente em função de origem ou região de residência.” A Ituran diz que não há restrição geográfica ao estado. A Tokio Marine diz que sua distribuição é feita por corretores, não havendo restrição ao Rio ou qualquer outro estado.

Sponholz: Situação do Brasil é caótica!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada

A MAIORIA SILENCIOSA, ESTÚPIDA E OPORTUNISTA, AO FUGIR DO DEBATE POLÍTICO É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO ESTADO DE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O BRASIL.


A página Embaixada da Resistência está entre as melhores no Facebook no que refere ao debate político. E o "Embaixador" desta feita foi direto ao ponto. Escreveu um texto em que analisa o dito "apolítico", ou seja, aquele tipo que abre a bocarra para afirmar que não tolera a política. Outros desse tipo, mais matreiros, simplesmente nem sequer pronunciam a palavra política. Fogem do debate político como o diabo foge da cruz.

Viver é um risco permanente, afinal bactérias, virus e outros migro-organismos patogênicos podem levar um cidadão sadio para o cemitério. Mas pior do que esses males invisíveis que a intervenção médica ainda pode mitigar são os políticos, mormente aqueles ditos de "esquerda" ou ainda outros que mesmo não rezando pela cartilha vermelha os toleram pelo seu silêncio oportunista. Afinal, exemplos no Brasil desses gêneros de sub-cidadãos, rematados boçais, abundam. E, por isso mesmo, deu no que deu. O Brasil está no vinagre, ou melhor, os brasileiros em sua esmagadora maioria estão à deriva num mar revolto de corrupção e roubalheiras.

O texto da Embaixada da Resistência traça um perfil desses vermes vagabundos, oportunistas e covardes. E cabe como uma luva para tipificar muita gente boa aqui no Brasil que mesmo ante o assalto à Nação que veio à tona pela Operação Lava Jato, continuam torcendo o nariz quando numa roda de bate-papo alguém se refere a uma questão política. O 'Embaixador' ilustra a postagem no FB com um vídeo supimpa que traz o depoimento da chinesa Lili Tong Williams, que reproduzo acima, concedido ao excelente site norte-americano Infowars, editado pelo jornalista Alex Jones.

Diz o 'Embaixador', em seu texto:

O "APOLÍTICO". Da série: "Esse bando de desocupados vive falando de política, eu tenho mais que fazer, eu estou acima dessas guerrinhas idiotas...".
E prossegue:
"Eu não estou interessado em política, eu tenho mais com que me ocupar, eu estou interessado em cuidar da minha vida, arrranjar um bom sustento, cuidar da minha vida, da minha família, amigos, divertir-me, etc..."
Ok sua MAJESTADE bestial, agora explique-nos:
Como vai "cuidar da sua vida" quando todas as responsabilidades e decisões acerca da "sua" preciosa vida forem coletivizadas e transferidas para o Estado?
Como vai se sustentar quando o Estado confiscar e se apropriar de quase toda a riqueza que você conseguir amealhar focado exclusivamente na "sua vida"?
Como vai cuidar da sua família quando o Estado reclamar a autoridade da educação dos seus filhos para a sua guarda?
Como sequer constituir uma família quando é gerado um ambiente de hostilidade entre homens e mulheres e para com tudo quanto a família representa?
Como vai ser capaz de manter a sua propriedade e usufruir da sua preciosa vida, quando o Estado incentivar nas ruas uma cultura de roubo, assassinato e impunidade?
Etc, etc, etc, etc...
Como vai fazer isso tudo super-homem?
Como vai andar sem pernas? Falar sem língua? Comer sem boca? Agarrar sem mãos?
"Ah mas ninguém manda em mim"
Você è à prova de bala? À prova de tanques? À prova da realidade?
Conte-me os seus segredos seu maluco.
Quer ser alienado seja, não quer participar da defesa da sua liberdade não participe, deixe que os outros o façam.
Sem ressentimentos nem dedos apontados, compreendemos e aceitamos as suas limitações.
Mas não tente ser nosso inimigo, não atrapalha nem despreza quem tem a gentileza de lutar pela sua liberdade de cuidar do que resta da "sua vida", nem faça das suas limitações e da sua ignorância um grande motivo de orgulho. Seja HUMILDE.

terça-feira, novembro 21, 2017

FRANÇA: UMA CIVILIZAÇÃO EM DECOMPOSIÇÃO.

Na foto presidente da França, Emmanuel Macron, entusiasta da islamização do Ocidente e que tem sido paparicado pela turma sob o comando de Fernando Henrique Cardoso.  Um dos teleguiados de FHC, João Doria Jr., esteve recentemente com Macron, enquanto o motorista do terrorista Marighella, senador do PSDB Aloysio Nunes Ferreira, atual Ministro de Relações Exteriores, é o autor da Lei de Migração que abriu as porteiras do Brasil para a imigração total e irrestrita. Portanto, este artigo do jornalista Giulio Meotti é de fundamental importância para todos os brasileiros, principalmente pelo fato de que o Brasil terá eleição presidencial em 2018. A questão da imigração será sem dúvida parte do debate que se travará no Brasil em 2018, quando os globalistas sob a direção de FHC serão desmascarados, bem como o jornalismo fake news da deletéria grande mídia brasileira esquerdista. 
Por Giulio Meotti (*)
A França está prestes a homenagear as vítimas dos ataques terroristas de 13 de novembro de 2015. O que foi feito nesses dois anos desde então?
As autoridades francesas estão indenizando mais de 2.500 vítimas dos ataques jihadistas ocorridos em Paris e Saint-Denis, as quais receberão 64 milhões de euros. Importantes conquistas também foram alcançadas pelas unidades antiterroristas. De acordo com uma consulta realizada pelo semanário L'Express, nos últimos dois anos foram frustrados 32 ataques terroristas, 625 armas de fogo foram apreendidas, 4.457 pessoas suspeitas de terem ligações jihadistas foram revistadas e a 752 pessoas foram aplicadas a prisão domiciliar. Mas a impressão geral é a de um país "debilitado no fundo da alma".
Em 1939 o jornalista espanhol, antifascista, Manuel Chaves Nogales, fugiu para a França onde testemunhou o colapso da República Francesa diante da invasão alemã. Seu livro A Agonia da França poderia muito bem ter sido escrito nos dias de hoje. Nogales escreveu que, enquanto os soldados alemães marchavam por Paris, os franceses saiam dos cinemas "ainda em tempo para o apéritif no bistro".
Depois que duas meninas francesas foram assassinadas por um islamista em Marselha no mês passado, o colunista Mathieu Bock-Côté salientou que a França está passando por "um processo de decomposição nacional e civilizacional que as autoridades decidiram acompanhar e moderar, sem nenhuma disposição de lutar e acabar com esse estado de coisas, como se fosse inevitável". Ao que tudo indica, ele entendeu perfeitamente o que está acontecendo.
O ex-presidente francês Francois Hollande sequer tentou a reeleição, o sucessor, Emmanuel Macron, se recusa a falar sobre o Islã e parece aceitar a irreversível capitulação para o estado de medo e perigo. O exército francês não conseguiu libertar Raca, na Síria, conforme havia prometido após os ataques. "A França destruirá o ISIS", disse Hollande após a carnificina em Paris, mas foram as forças norte-americanas e curdas que liberaram de fato a capital do Estado Islâmico. Há 15.000 islamistas franceses sendo monitorados pelos serviços de inteligência franceses. Enquanto isso, nos últimos dez anos 40 mil judeus fugiram da França.
A segurança do cidadão comum francês não está mais garantida. A violência islamista pode aparecer em qualquer lugar e atacar os que estão fardados e também os que não estão. Todos os cidadãos franceses são alvo em uma guerra onde, para os terroristas islamistas, vale tudo.
No parlamento da França, as vozes "islamo-esquerdistas" estão cada vez mais ousadas. A classe política consome o tempo com "obras inclusivas" para as escolas, com fertilização in vitro para solteiros e gays e multas, 'in loco', para "machistas" importunadores. Nenhum terrorista francês que realizou decapitações na Síria perdeu a cidadania francesa. A revista Charlie Hebdo está recebendo novas ameaças de morte, nenhuma publicação francesa importante mostrou solidariedade para com os colegas assassinados imprimindo caricaturas islâmicas. Os parentes das vítimas publicaram livros com títulos do tipo Vocês Não terão Meu Ódio. Inúmeros integrantes da elite intelectual francesa foram arrastados para os tribunais por suposta "islamofobia".
Enquanto isso, nenhum enclave islamista dentro da República secular foi recuperado e somente 19 mesquitas salafistas foram fechadas.
Recentemente o parlamento francês considerou urgente retirar a imunidade política de Marine Le Pen por ela ter tuitado fotos de vítimas do ISIS, incluindo a do jornalista norte-americano James Foley. "Daesh é ISTO!", salientou ela em um post junto com as fotos, usando o acrônimo em árabe do ISIS. De modo que, um país que sofreu 250 assassinatos nas mãos do ISIS, retirou a proteção política de uma líder que já se encontra sob proteção policial por ela ter difundido imagens de vítimas do ISIS, abrindo assim caminho para as ações penais contra ela.
O martírio do Padre Jacques Hamel nas mãos dos islamistas já foi esquecido, o local do massacre ainda está à espera de uma visita do Papa Francisco como sinal de homenagem e condolência. Os juízes franceses estão agora ocupados removendo símbolos cristãos do cenário: no mês passado, em Ploërmel, foi determinada a retirada da cruz que está acima de uma estátua do Papa João Paulo II por ela supostamente violar a separação igreja/estado.
Recentemente a prefeita de Paris Anne Hidalgo proibiu a instalação da principal feira natalina da cidade por ela ter sido considerada insuficientemente elegante. As autoridades e as elites da França estão destruindo, item por item, o legado histórico, religioso e cultural do país para que não sobre mais nada. Uma nação despojada de sua identidade verá a sua força interior extinta. Samuel Pruvot, jornalista da Famille Chrétienne ("Família cristã"), afirmou há pouco que o cristianismo na França será em breve peça de "museu".
Nos últimos dois anos a cultura francesa foi marcada pela "sensação de fim do mundo". Intelectuais tanto de esquerda quanto de direita publicaram ensaios sobre o "suicídio da França", sua "decadência" e sua "infeliz identidade". São brilhantes e importantes capturas do estado atual da sociedade francesa. A França agora precisa ir além do luto. Precisa mostrar força, dar a volta por cima.
A França agora precisa dar a largada para vencer a guerra ideológica, a mais importante após as prisões e a apreensão das armas. Se a França não o fizer, 13 de novembro de 2015 será lembrado como o dia em que a França, conforme ressaltou o sociólogo Shmuel Trigano, "sacrificou as vítimas para não enfrentar os assassinos".

(*) Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano. Este artigo está publicado no site Gatestone 

segunda-feira, novembro 20, 2017

EFEITO BOLSONARO FAZ CAIR A MÁSCARA DA GRANDE MÍDIA BRASILEIRA


A grande mídia brasileira já estava viciada naquele joguinho sórdido de petralhas vs. tucanos, controlado pelo Fernando Henrique Cardoso. Sim, ele é e sempre foi o chefão da estratégia dos comunistas. Há pouco foi chamado por uma universidade norte-americana para palestrar. Na verdade, para apenas para cair de pau em Bolsonaro. E isso é o bastante para comprovar que o establishment tupiniquim está, como nunca antes neste país, em frangalhos procurando de salvar da surra que está levando. Até agora não conseguiu um só nome palatável ao eleitorado brasileiro como candidato presidencial.

Prova desse desespero é que de vez em quando (não se sabe quem paga....) sai um turbilhão de pesquisas apontando Lula em primeiro lugar. Entretanto, nem o FHC acredita nessa empulhação. Velho de guerra, por isso já pediu penico para a banda podre da política norte-americana e também uma ajuda de seus comparsas do The Economist britânico e do bundalelê esquerdista Le Monde, da França. Mas isto é só o começo. Vêm mais coisas por aí de todos os veículos da mainstream media.

Portanto, é de se indagar: mas o Lula que sempre foi teleguiado por FHC, afinal, não está em primeiro lugar nas tais "pesquisas"? Isto não é suficiente? Não! Não é, porque não reflete a verdade. Se fosse a realidade dos fatos FHC estaria desfrutando o otium cum dignitate. Entretanto, está com o pé na estrada, no comando, em busca de algum milagre, procurando um tonel de água benta capaz de purgar a ação pecaminosa de praticamente toda a classe política brasileira.

Ao seu lado e sob o seu comando estão as vivandeiras comunistas dos grandes veículos de mídia, especializadas em "fake news". Esses jagunços do esquerdismo ainda pensam que escrevem e falam sozinhos para o grande público. Esquecem as redes sociais, blogs e sites independentes. Tanto é que tradicionais empresas jornalísticas como Rede Globo, Veja e IstoÉ, - para citar as mais notórias - repetem a cada final de semana matérias ridículas como essas que se refere e comenta em sua página do Facebook o presidenciável Jair Bolsonaro, conforme o vídeo acima.

A revista Veja, por exemplo, tem perdido um enorme contigente de assinantes e continua perdendo diariamente. Por isso resolveu assediar seus ex-assinantes, como no caso a minha irmã que vem sendo abordada de forma insistente pelos esbirros do Civita e seus sequazes. Minha irmã já cansou de receber inúmeros telefonemas do marketing da Veja. Disse a eles que não deseja renovar de jeito nenhuma a assinatura.

Para sua surpresa, a Veja está enviando a revista outra vez, embora minha irmã não tenha mais assinatura da revista. Já disse para eles que não quer mais. Nem de graça! Afinal, só os idiotas e/ou áulicos do FHC continuam lendo aquela porcaria. Nossa família estuda o que fará para se livrar para sempre da maldição dos Civita e seus sequazes.

O que acabo de escrever dá uma pálida ideia da deplorável situação em que os camaradas de FHC mergulharam o Brasil. Além da penúria e a paralisação da economia não dá mais nem para ler jornais e revistas ou ver televisão. Talvez seja por isso que os esquerdistas não falam mais em "controle social da mídia". Nenhum esquerdista vocifera Fora Temer! O Lula manda esconder o ônibus de sua caravana no pátio de Quartel da Polícia Militar de Minas Gerais...

A bem da verdade, se há algo que tem mobilizado e animado milhares de brasileiros nos últimos tempos é a pré-campanha de Jair Bolsonaro. Haja vista que mais de 2 mil pessoas carregaram o pré-candidato nos ombros no aeroporto de Belém do Pará na véspera do último feriadão. E não foi só lá. Há muito tempo isso vem acontecendo em todos os Estados em que o presidenciável tem aparecido.

Jair Bolsonaro é, sob todos os aspectos, um fenômeno político mas, por incrível que pareça isto não é pauta para o jornalismo brasileiro. Pelo contrário. Além de ignorar um fato eminentemente jornalístico, a grande mídia ainda produz "fake news" e usa os recursos do Photoshop e programas assemelhados para distorcer a fisionomia de Bolsonaro nas fotos que publica.

E para finalizar, um lembrete: Alô, Alô, Civita! Por favor! Pare de encher o saco com marketing de Veja. E antes que me esqueça, é bom Jair se acostumando. 

domingo, novembro 19, 2017

A INTERNET SOB SEVERA AMEAÇA DOS CENSORES DAS 'NAÇÕES UNIDAS' DA TIRANIA

Como todos sabem durante o desgoverno do PT foi aprovado o denominado “Marco Regulatório” da internet que nada mais é senão que uma tentativa de colocar uma mordaça na grande rede impedindo a livre manifestação do pensamento, aliás consagrada na nossa Constituição.  
A propósito o sempre excelente site Tradutores de Direita traduziu e postou um artigo que denuncia toda a trama globalista para impor a censura na internet. Em chamada para o texto no Facebook, os Tradutores de Direita anotaram: “Alegra-me muito dizer que este país estabeleceu uma lei-modelo, que é a lei do Marco Civil”, disse Frank La Rue, relator especial da ONU durante o seminário “Liberdade de expressão e o Poder Judiciário” organizado pela UNESCO em conjunto com o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça no dia 8 de abril de 2014.
Quando será revogado o “Marx” Censor da Internet? Quem são os lacaios da ONU atuando na política brasileira?
Vale a pena ler e compartilhar este artigo amplamente pelas rede sociais! Leiam:
MANTENHAM A INTERNET LIVRE
DAS GARRAS DA ONU
Por John Tkacik, James Gattuso e Brett Schaefer [*]
Por décadas, a Internet tem progredido com um mínimo de interferência governamental. A governança central dessa mídia tem sido realizada por entidades não-governamentais e supervisionada pelo governo dos EUA, que tem exercido um leve toque regulatório. Não é coincidência que essa mídia tenha prosperado a partir desta negligência benigna, passando de uma curiosidade de pesquisa para uma importante força na economia mundial e um foro intestimável para o intercâmbio de informações.
A maioria das pessoas avalia esse sucesso como uma conveniência que facilita suas vidas e torna seu trabalho mais produtivo. No entanto, a Internet representa algo bem diferente para muitos governos estrangeiros. Alguns, incluindo membros da União Europeia, estão frustrados pela incapacidade de regulá-lo ou tributá-lo como desejam. Outros, como a China e o Irã, vêem a Internet como uma ameaça e estão desesperados para evitar que seus cidadãos encontrem ideias que possam prejudicar sua autoridade ou que se comuniquem com estrangeiros. Como resultado, os Estados Unidos se encontram sob crescentes críticas no sentido de que, como a Internet é um recurso internacional, nenhum país deveria controlá-lo.
A disputa atingirá seu ponto alto na Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS), na Tunísia, de 16 a 18 de novembro. Um grupo de nações lideradas por China, Brasil, Índia, Cuba e Irã deve exigir que a supervisão da Internet seja transferida de uma organização privada nos EUA para as Nações Unidas. A WSIS será um momento crucial para as perspectivas futuras da liberdade econômica e política. Caso a ONU adquira o controle da Internet, isso proporcionaria a governos intervencionistas a oportunidade de censurar e regular o meio até que sua utilidade como veículo de liberdade de expressão e competição internacional seja prejudicada.
A administração Bush deve ser aplaudida por sua forte oposição a esta proposta, e deve permanecer firme na Cúpula vindoura. O Congresso também se atentou para a questão, e os esforços que incentivam o Presidente a resistir à iniciativa de transferir a autoridade de governança da Internet dos Estados Unidos, como a Resolução 273 do Senado, proposta pelo Senador Norm Coleman (R-MN), “Expressando a percepção do Senado de que as Nações Unidas e outras organizações internacionais não podem exercer controle sobre a Internet,” merecem apoio.
COMO A INTERNET É GERIDA
A supervisão atual sobre a Internet é mínima. Operando sob um contrato com o Departamento de Comércio dos EUA, a Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN), sem fins lucrativos, regula e administra o Sistema de Nomes de Domínio (DNS), sob o qual os endereços de Protocolo de Internet e o registro de domínios de alto nível, como .org e .com, são atribuídos.
Ao tempo em que mantém o poder de veto sobre as decisões da ICANN, o governo dos EUA tem mantidopouquíssima interferência no gerenciamento da ICANN. De acordo com um especialista, “Desde que financiou o desenvolvimento da Internet na década de 1960, o governo dos EUA sempre manteve sua reivindicação de ter o direito de supervisioná-la [a Internet]. Apesar de ter a prerrogativa legal de fazê-lo, o governo dos EUA nunca interferiu nas operações e nas decisões da ICANN”.[1]
A ICANN tem sido chamada de “uma organização verdadeiramente global”, não representativa do interesse de governos nacionais.[2] Suas atividades de governança tem estado amplamente limitadas às tarefas técnicas de manter um sistema de endereçamento comum para a Internet e de garantir que as redes que compõem a Internet possam compartilhar tráfego. A Corporação tem sido imparcial no gerenciamento de suas responsabilidades e em permitir o registro de qualquer nome de domínio, independentemente do seu conteúdo político.
Contraste a abordagem atual com a definição muito mais ampla de “Governança da Internet” proposta pelo Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Governança da Internet. Em um relatório de junho, esse Grupo define a governança da Internet como “o desenvolvimento e a aplicação pelos governos, o setor privado e a sociedade civil, em seus respectivos papéis, de princípios compartilhados, normas, regras, procedimentos de decisão e programas que moldem a evolução da Internet”.[3]
Essa declaração implica uma missão muito mais expansiva para as autoridades de governança do que a que se tem exercido até o momento. Além disso, como os “princípios compartilhados” subjacentes a esta governança expandida devem ser determinados e quem os determinará? Perturbadoramente, muitas das nações que pressionam por esse novo tipo de governança da Internet constituem um conjunto de governos repressivos cujo principal objetivo é censurar a Internet para evitar que seus cidadãos acessem material considerado ameaçador para seus regimes. Além disso, eles procuram usar essa mídia para disseminar suas políticas repressivas. O Irã esteve na vanguarda desse esforço, e seus outros principais apoiadores incluem a Arábia Saudita, a China, Cuba e a Venezuela.
A FACHADA DA ONU
Em março de 2005, o embaixador da China na ONU criticou o “monopólio” dos Estados Unidos sobre o sistema atual, afirmando que “Nós acreditamos que a questão da política pública da Internet deve ser resolvida conjuntamente pelos Estados soberanos no âmbito ONU”.[4]
Se isso parece estranhamente familiar, deveria parecer. Nações ameaçadas pela liberdade têm por longo tempo usado a Organização das Nações Unidas como meio para avançar suas ambições de reprimir a liberdade de expressão. Nas décadas de 1970 e 1980, as nações comunistas e em desenvolvimento buscaram usar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para estabelecer uma “nova ordem mundial de informação” (NWIO), a fim de solucionar um suposto viés pró-ocidental em organizações de notícias globais. A NWIO procurou licenciar jornalistas, criar um código internacional de ética da imprensa e aumentar o controle governamental sobre a mídia. Em última análise, o esforço para usar a UNESCO para restringir a liberdade de imprensa contribuiu para a decisão dos EUA de se retirar da organização — um fator chave para acabar com o esforço da NWIO. Na era da Internet, tornou-se mais difícil do que nunca reduzir o intercâmbio de idéias e informações, o que tornou os regimes repressivos mais desesperados para expandir seu controle pela Internet. Eles sabem que a melhor maneira de estabelecer esse controle é através da burocracia internacional.
Não é de se surpreender que a China e o Irã estejam entre os mais eloquentes defensores do desmantelamento do “monopólio” americano sobre a governança da Internet. A política da China relativa à Internet fornece um alarmante esboço da intenção do país.
Os serviços de segurança chineses e seus ministérios de comunicações têm feito esforços extraordinários para estender as suas políticas de mídia já existentes para a Web.[5] Para controlar o que as pessoas podem ver na Internet e filtrar sites politicamente pouco ortodoxos, a China construiu o que foi apelidado de “Grande Firewall”. A China também criou um exército de 30.000 “ciber-soldados” para “rastrear, patrulhar, monitorar e bloquear sites e e-mails considerados como uma ameaça para a sociedade”.[6] Novas regulações expedidas no mês de setembro passado determinam a sites de notícias que “informem notícias que sejam saudáveis e promovam o progresso econômico e social”.[7] Enquanto isso, os usuários de internet chineses que desejem criar blogs, sites ou participar de grupos de discussão online devem primeiro se registrar junto ao governo e fornecer seus nomes e endereços reais, tornando assim “mais fácil para o ciber-policial monitorar suas atividades na Internet”.[8]
Adicionalmente à sua equipe doméstica de censores, a China teria alegadamente empregado o auxílio de grandes empresas de tecnologia americanas, como Microsoft, Cisco, Google e Yahoo!, para fornecer assistência técnica na criação de uma infraestrutura de censura. Por exemplo, um serviço de portal da Microsoft na China impediria “os blogueiros de publicar palavras politicamente sensíveis em chinês”, incluindo “democracia” e “liberdade”, e barraria a menção à seita chinesa de ioga Falun Gong.[9] Ao restringir a liberdade de expressão e o discurso público no país, a versão chinesa da Internet “preocupa alguns quanto a ter estabelecido novos meios e ferramentas de censura que outros países possam adotar”.[10]
A China busca a capacidade de restringir o acesso a determinados sites, não apenas na China, mas em todo o mundo. Como um comentarista afirmou: “Suponha que um ativista da democracia queira registrar nomes de domínio como downwithchina.com. Se a China tivesse voz nos assuntos da ICANN, poderia pressionar no sentido de proibir tais nomes de domínio”.[11] Atualmente, a ICANN não exerce esse poder, mas será que um sistema dirigido pela ONU o faria? Mesmo que as restrições não sejam explícitas, elas podem ser impostas indiretamente ou de forma encoberta.
A POSIÇÃO DA EUROPA
A Comissária da União Europeia para a Internet e assuntos de mídia, Viviane Reding, recentemente fez o maior esforço para retirar a governança da Internet dos EUA, quando lançou a proposta de governança internacional da própria UE, que conquistou forte apoio da China e do Irã. Embora países como a França e a Alemanha estejam desconfortáveis com a sua incapacidade de policiar a internet — de modo a impedir a compra de parafernália nazista —, o seu interesse em erradicar a governança dos EUA não se baseia primordialmente na censura. Em vez disso, a Europa está mais interessada em esforços para regular e taxar as transações da Internet. Assim, Reding propôs “o estabelecimento de um mecanismo de arbitragem e resolução de litígios baseado no direito internacional”[12] — noutras palavras, uma burocracia internacional para assumir a governança da Internet sob a égide da ONU. De fato, isso ecoa o relatório de julho emitido pelo Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Governança da Internet (WGIG), que também recomendou um papel maior da ONU.
Muitas nações também expressaram o desejo de utilizar esse “recurso” para complementar as receitas do governo e financiar esforços internacionais, incluindo o financiamento para a ONU e a assistência para o desenvolvimento. Ultimamente, propostas de taxar a Internet têm sido apresentadas com crescente frequência na ONU, na Europa e nos EUA.[13]
Expandir o alcance regulatório dos governos dessa maneira conduz a uma série de problemas preocupantes. Os problemas não resolvidos incluem:
 Como seria implementada a regulamentação internacional sobre a Internet sem uma elaborada estrutura legal e institucional de estabelecimento de regras?
 De que modo a autoridade burocrática proposta seria contida e contrabalançada em face dos direitos dos usuários da Internet?
 Que jurisdição e normas legais regeriam a burocracia internacional?
 A autoridade poderia impor taxas e impostos e quem controlaria essas receitas?
 Que autoridade judicial serviria como foro para arbitrar ou fazer valer disputas?
Conforme observado por Constantin Gurdgiev, pesquisador do Instituto de Política da Universidade de Dublin e diretor do Open Republic Institute, “Atualmente, todas as ações da ICANN estão sujeitas a supervisão dentro de um dos mais avançados sistemas judiciais do mundo — o Estado da Califórnia. A proposta de Bruxelas substituirá a ICANN por uma burocracia multinacional inexplicável e incontrolável [com] poderes ilimitados para regular o comércio internacional e nacional, a pesquisa e a liberdade de expressão nas mãos da nova autoridade multinacional”.[14]
O resultado de uma internet controlada e regulamentada pela ONU seria o de que os países não democráticos que se opõem ao direito à liberdade de expressão, como a China, e os gananciosos impulsos anti-mercado, como os da União Europeia, teriam maior voz na condução da Internet para longe da “liberdade, educação e inovação”.[15] Se a Internet não pode ser uma zona livre de governo, ela deve ser governada de forma a minimizar restrições, ao invés de se impor padrões internacionais que restrinjam a liberdade da Internet.[16] Diante do que está em jogo, os Estados Unidos devem permanecer firmes e rejeitar os esforços para internacionalizar a governança da internet.
[*] John Tkacik, James Gattuso e Brett Schaefer. “Keep the Internet Free of the United Nations”. The Heritage Foundation, 2 de Novembro de 2005.
Tradução: Helena Benício
Revisão: Rodrigo Carmo

sexta-feira, novembro 17, 2017

HORA DA MAIORIA SILENCIOSA SAIR DA ZONA DE CONFORTO E PARTIR PARA GUERRA. SIM, A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL VEM AÍ E O TEMPO CORRE!

O algoritmo do Facebook é meu amigão! Lembrou uma postagem que publiquei há 1 ano e me inspirou a escrever este artigo que segue abaixo. A imagem acima ilustrou outro artigo que escrevi quando da prisão do ex-governador Sergio Cabral. Como podem notar pelo semblante da galera na foto era tudo alegria até que a Lava Jato entrou em ação. 
O Facebook tem um algoritmo que resgata postagens antigas e indaga ao titular da página se ele deseja compartilhar com seus seguidores. Hoje apareceu na minha página a imagem referente a uma análise que postei aqui no blog com chamada no Facebook sobre a prisão do ex-governador Sergio Cabral.

"Na vida tudo é passageiro, menos condutor e motorneiro", conforme assinalou o emérito frasista que foi o Barão de Itararé, que marcou época. O tempo corre célere e já estamos chegando ao Natal e próximos da virada do ano rumo a 2018. Tudo é passageiro, e passa rápido! 

E só para ver como é inclemente a corrida do tempo neste 17 de novembro de 2017 faz exatamente um ano que a Operação Lava Jato enjaulou o ex-governador Sergio Cabral que reinou absoluto no Rio de Janeiro em clima de festa e gozando - e bota gozar nisso - as delícias do poder sob a bênção de Lula.

Nessa postagem repliquei a foto acima veiculada na oportunidade pelo site O Antagonista. Vê-se no flagrante um clima de festa. Era só alegria até que a Operação Lava Jato rompeu o diáfano véu da fantasia petralha fazendo emergir a verdade dos fatos.

Vale a pena portanto relembrar esses eventos. O ano de 2018 está logo ali. Todos terão a sensação temporal de velocidade extrema no passar do tempo pontuada pela legislação eleitoral tendo em mira o pleito presidencial de outubro de 2018. Afinal, serão as eleições para Presidente da República e renovação da Câmara Federal e 2/3 do Senado.

Face a tudo que tem acontecido no Brasil depois da Operação Lava Jato não resta a menor dúvida de que essas eleições oferecem uma oportunidade inaudita na história política nacional de promover uma virada total, uma limpeza geral.

Enfim, chegou-se a uma situação de descalabro econômico, moral e ético sem paralelo em nossa história. Mas em que pese esta realidade dramática que envolve e ameaça os brasileiros boa parte do eleitorado, das pessoas comuns às esferas mais aquinhoadas, permanecem naquele silêncio condescendente e oportunista. Fosse meia dúzia dessa gente covarde tipificada como "maioria silenciosa", tudo bem. Mas é uma parcela considerável. E nem a revelação pela Lava Jato pondo a nu o turbilhão de corrução, escândalos e roubalheiras variadas é capaz de sensibilizar esse apreciável contingente de brasileiros.

É neste ambiente que prosperam os institutos de pesquisa, as fake news, as reportagens e notinhas de encomenda, o falseamento dos fatos e o turbilhão de fofocas de forma a relativizar os fatos. Esta é a realidade dramática do ambiente brasileiro a menos de 1 ano das eleições presidenciais e legislativas.

Tudo isso compõe um esquema perverso que realimenta a alienação oportunista de uma imensa parcela do eleitorado que vai de A a C no processo de estratificação social. Nesse aspecto a mainstream media joga um papel fundamental ao sonegar as informações mais importantes ou relativizando-as: "olha, não é bem assim...", e lá vem um exemplo capcioso embaralhando os fatos.

São estas ações levadas a efeito pela grande mídia com a condescendência da massas silenciosas que têm tudo para cevar um golpe eleitoral, ou seja, a manipulação do resultado, ainda mais se o TSE resolver passar por cima do Congresso que determinou a troca das velhas urnas por novos equipamentos que emitem voto em papel para eventual auditoria. 

O que é interessante notar é que esta eleição presidencial é a primeira que se fere sob a força das redes sociais. Prova disso é a performance do pré-candidato Jair Bolsonaro, o único dos atuais postulantes que reúne multidões e se utiliza exclusivamente das redes sociais para dialogar com os eleitores. Sim, porque Bolsonaro leva pau a torto e a direito de toda a grande mídia. Inclusive dos grandes veículos de mídia internacionais como há pouco ocorreu com reportagem da publicação britânica The Economist.

Li hoje por aí que Fernando Henrique Cardoso, o chefão dos comunistas brasileiros, está nos Estados Unidos palestrando em uma universidade. Ora, as universidades americanas há anos são controladas pelos comunistas. Essas universidades, mormente no setor das ciências sociais, tornaram-se braços da mainstream media. Tanto é que quando Bolsonaro esteve nos Estados Unidos sua equipe abortou em boa hora sua ida a George Washington University, organizada por um pelego americano do PT.

A coisa funciona assim. Se for um conservador a falar numa dessas arapucas acadêmicas leva pau de toda a grande mídia. Se, pelo contrário, for um chefete comunista como FHC, será bem tratado e ainda terá destaque na CNN, Washington Post e New York Times.

Em linhas gerais este é o cenário político-eleitoral armado pela canalha comunista. Desesperados, são capazes de tudo! Até agora não conseguiram viabilizar nenhum candidato. Os nomes elencados por eles não podem sequer aparecer em saguão de aeroporto.

Tudo isso é razão mais do que suficiente para que aquela maioria silenciosa rompa o silêncio e se una a todos os que assumem de fato a sua cidadania e estão nas ruas, nos aeroportos, nas rodoviárias, nas escolas e universidades lutando para que amanhã o Brasil não vire uma Venezuela. O grito de guerra desses brasileiros tem sido um só: "É bom Jair se acostumando". 

Sponholz: Temer e as evidências.


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