segunda-feira, janeiro 26, 2015

PERSEGUIDO E AMEAÇADO PELOS BOLIVARIANOS DE CRISTINA KIRCHNER, JORNALISTA QUE NOTICIOU A MORTE DO PROCURADOR ARGENTINO SE REFUGIOU EM ISRAEL.

O jornalista Damian Pachter, do Buenos Aires Herald: perseguido pelos bolivarianos de Cristina Kirchner, agora está são e salvo em Israel. (Foto do site da revista Veja)
Primeiro jornalista a noticiar a morte do procurador Alberto Nisman em sua conta no Twitter, o argentino Damian Pachter, do jornal Buenos Aires Herald, confirmou que se refugiou em Israel neste domingo, segundo o jornal La Nación. O repórter, que também tem cidadania israelense, deixou a Argentina após afirmar que sua vida estava correndo perigo. Antes de chegar ao Oriente Médio, ele passou pelo Uruguai e pela Espanha. Ele publicou, neste domingo, em seu perfil no Twitter que está "a salvo em Tel Aviv".
Nos últimos dias, o jornalista vinha dizendo que seus telefones estavam grampeados e que estava sendo seguido por desconhecidos. Ele afirmou a colegas trabalho que não voltaria à Argentina "durante este governo". "Me mandaram uma indireta", disse, acrescentando que não pôde buscar "roupa nem dinheiro" em casa.
Pachter publicou também neste domingo um artigo no jornal israelense Haaretz, no qual explica os motivos da sua fuga da Argentina. No texto, ele afirma que sofreu intimidações e passou muitas noites sem dormir. "A Argentina se converteu em um lugar escuro conduzido por um sistema político corrupto", escreveu. 
Nisman foi encontrado morto com um tiro em seu apartamento em Buenos Aires, dias após denunciar a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e o chanceler Héctor Timerman por negociar um plano para garantir impunidade e "acobertar fugitivos iranianos", referindo-se aos acusados do ataque terrorista contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em 18 de julho de 1994. Do site da revista Veja

domingo, janeiro 25, 2015

A MARCHA DAS PANELAS NA VENEZUELA, AS CABEÇAS VAZIAS DA OPOSIÇÃO DEMOCRÁTICA E O AVANÇO DO FORO DE SÃO PAULO

Milhares de pessoas sairam às ruas neste sábado novamente na Venezuela para protestar contra a tirania comunista bolivariana de Nicolás Maduro e seus sequazes. Se olharmos como atenção para as fotografias e vídeos da Marcha das Panelas Vazias que ocorreu em Caracas e em mais algumas cidades venezuelanas, veremos que se parecem  com as últimas manifestações de oposição que ocorreram no Brasil. Da mesma forma, essas passeastas também se parecem com aquelas havidas recentemente na Argentina e até mesmo em Paris após o atentado do terror islâmico que, aliás, continua degolando cidadãos ocidentais enquanto os chefes de Estado das nações democráticas fazem que não vêem.
Tanto em Caracas, como em São Paulo, Venezuela, Buenos Aires e Paris se notarem bem as manifestações populares tem impacto zero no que concerne aos seus objetivos.
Isto decorre de um fato: a ausência do embate político e ideológico. Exemplo flagrante vem da França quando dias depois do atentado e das manifestações a grande mídia divulgou pesquisas revelando que o desastrado dirigente socialista francês François Hollande saiu fortalecido politicamente em decorrência do macabro e funesto episódio da matança.
A França não é a Venezuela ou o Brasil. Mas no contexto global e geopolítico se igualam. O mesmo vale para a Alemanha onde meia dúzia de malucos islâmicos conseguiram barrar uma manifestação da direita que a grande mídia qualifica de xenófoba, quando não a acusa de reeditar o nazi-fascismo. 
Guardadas as devidas proporções o jogo político é jogado de maneira uniforme em nível global. Entretanto, o fato mais curioso ocorre na América Latina que talvez seja o único continente do planeta onde as ações e reações na esfera da política ocorram rigorosamente de forma sincronizada. Este sincronismo fica evidente pela forma como agem os agentes políticos e seus partidos.
Fotomontagem que circula pelas rede sociais a partir da Venezuela
O TRIUNFO DO MAL
Enquanto as oposições em todos nesses países estão completamente desarticuladas ziguezagueando como baratas tontas os partidos esquerdistas agem de forma coordenada não apenas em seus respectivos países mas em termos continentais. Variam apenas algumas estratégias de ação que se vinculam a questões econômicas e culturais. Se na Venezuela, no Equador e na Bolívia o dito regime bolivariano, eufemismo para edulcorar tiranias comunistas, torna-se mais efetivo e escancarado, no Brasil, na Argentina ou no Chile ainda se terça armas com um resquício de democracia.
Os fatos políticos não acontecem por acaso. São operados e protagonizados pelos agentes políticos. Um sincronismo político de abrangência continental, como é o caso presente na América Latina, não é obra do acaso. Chega-se aqui, portanto, a uma indagação: como isto foi e é possível? A resposta que pode desagradar os menos avisados ou imbecis de todos os gêneros é apenas uma: a organização esquerdista transnacional Foro de São Paulo que em 1990, num congresso em São Paulo, transformou em realidade uma estratégia desenhada por Fidel Castro. Era uma questão de vida ou morte para a ditadura comunista, cubana haja vista que a debacle da URSS significava o fim do subsídio russo. Vem daí o projeto da tal “pátria grande”, ou seja, a transformação de todo o continente sul americano numa versão cucaracha da ex-URSS.
Como o Brasil havia se redemocratizado e a anistia geral e irrestrita deu status de cidadão  àqueles psicopatas que tentaram dar o golpe comunista em 1964, a Nação brasileira por sua grandeza econômica e influência geopolítica foi escolhida para concretizar o esquema formulado por Havana. Acresce a isto o fato de que Lula e seus sequazes já tinham pronto e organizado o PT. Lula estava em ascensão e por isso foi convocado por Fidel Castro para presidir e liderar o Foro de São Paulo fato que se concretizou naquele famigerado congresso na capital Paulista em 1990.
Portanto, o Foro de São Paulo está em campo há 24 anos anos. São quase um quarto de século de permanente atividade em todo o continente latino-americano. Mas o maior avanço desse plano comunista se deu a partir de 2002, quando Lula foi eleito presidente do Brasil e empossado em 2003.
SÍNDROME DA AVESTRUZ
Se a Marcha das Panelas Vazias na Venezuela ou as rececentes manifestações pós-eleitorais no Brasil ou ainda os protestos na Argentina têm, guardadas algumas nuances específicas, a mais absoluta semelhança como aludi no início destas linhas, isto decorre justamente de uma realidade: aqui no Brasil, na Venezuela ou em qualquer país sul americano, as reações populares acontecem na medida em que se aprofundam as ações do Foro de São Paulo. 
Enquanto as oposições democráticas em todos os países sul americanos continuarem com a síndrome da avestruz negando-se a encarar e enfrentar a realidade dos fatos, ou seja, admitir a existência e a atividade permanente do Foro de São Paulo seguirá perdendo eleições sucessivamente até que seja exterminado o último bastião de resistência. 
Uma das mais bem sucedidas estratégias do Foro de São Paulo, que impulsiona o dito comunismo do século XXI no continente, é disfarçar a tirania comunista com eleições supostamente democráticas, limpas e autênticas. Trata-se de um estratagema que reveste de legalidade todas as ilegalidades. As instituições democráticas, os Poderes Legislativo e Judiciário, tornam-se pantomimas depois de completamente aparelhados pelo partido. No caso brasileiro é o PT; na Venezuela e PSUV, o partido chavista; na argentina o peronismo e assim por diante em todos os países sul americanos.
Quem se der ao trabalho de acompanhar a política internacional no âmbito latino-americano constatará com facilidade que tudo o que estou discorrendo aqui e agora é a verdade absoluta. As variações no que tange ao avanço ou retrocesso estratégico do Foro de São Paulo se devem particularmente a realidades regionais e fatos diversos.
Se na Venezuela já esqueceram das sucessivas fraudes eleitorais que levou o defunto caudilho Hugo Chávez ao poder e mais recentemente o seu sucessor Nicolás Maduro, isso se deve particularmente ao descalabro econômico que degenerou na escassez de alimentos e demais bens de primeira necessidade. Isto é, a escassez, diga-se de passagem, também é uma forma de reprimir o povo e apagar a memória recente dos fatos políticos, pois a ausência de alimentos deixa todos desnorteados.
Fotomontagem criada na Venezuela que mostra a trágica realidade: os grandes supermercados com as gôndolas vazias.
CONFUSÃO E DIVERSIONISMO
Pelo Twitter informava-se neste sábado que enquanto milhares de pessoas batiam panelas vazias nas ruas, outro tanto se acumulava nas filas nas portas dos supermercados. Por ironia do destino, ou pela estratégia do Foro de São Paulo, neste sábado, justo no dia da marcha, apareceram de forma repentina no comércio alguns alimentos que haviam desaparecido durante as últimas semanas. O próprio tiranete Maduro apareceu num desses mercados estatais fazendo comícios relâmpagos acusando a oposição de promover uma “guerra econômica”.
Com a maioria dos veículos de mídia na mão - a totalidade das redes de televisão e rádio - o controle dos meios de comunicação pelo governo é total. O que continua de pé como mídia mais ou menos livre faz parte do processo de dourar a pílula, de fazer crer ao mundo que não há censura à imprensa. Como frisei, as tiranias comunistas do século XXI  utilizam todas as instituições democráticas para mascarar um dos sistemas ditatoriais mais truculentos já aparecidos na face da Terra. Qualquer partido comunista do passado é pinto magro perto do esquema do Foro de São Paulo. 
Dentre as instituições democráticas é a grande mídia a principal responsável pelo avanço desse neo-comunismo no continente sul americano. Mesmo aqueles veículos de mídia que se alinham mais à direita do espectro político também têm em suas redações a infiltração de elementos do Foro de São Paulo. A maioria dos jornalistas na atualidade cultiva o esquerdismo e isso já começa nas universidades ou, quiçá, no jardim de infância. Ao lado da mídia é a área educacional em todos os seus estágios controlada pelos agentes do Foro de São Paulo. É essa área a mais sensível e onde se aplica uma permanente lavagem cerebral mistificada pela ideologia do “pensamento politicamente correto”. 
Como podem ver pelo que declinei nestas linhas a questão fundamental que se coloca neste momento para salvar os últimos resquícios de democracia em nossos respectivos países é que as lideranças democráticas que restam ainda com algum poder e influência encarem de frente a questão em toda a sua abrangência. E isso começa por um mergulho na realidade política continental. Essas lideranças têm de agir de forma política e ideológica e isso significa que têm de admitir que o inimigo da democracia e da liberdade é o Foro de São Paulo. 
Fora disso é dar tiro n’água. O embate que tem de ser travado no Brasil, na Venezuela, na Argentina, em todas as Américas, incluindo sim os Estados Unidos é ao nível político e ideológico de forma a banir para sempre o espectro comunista seja qual for a denominação que lhe dêem.
Se isso não acontecer, passeatas, marchas, manifestações variadas pacíficas e democráticas servirão mais para levar água ao moinho do Foro de São Paulo, porquanto apenas revestirão de democracia uma farsa.

Sponholz: Um país de bobalhões!


MARCHA DAS PANELAS VAZIAS: VENEZUELANOS VOLTAM ÀS RUAS CONTRA A TIRANIA DA DITADURA COMUNISTA BOLIVARIANA.


O povo venezuelano saiu às ruas neste sábado para protestar contra a ditadura bolivariana de Nicolás Maduro, filhote do defunto caudilho Hugo Chávez e títere da ditadura cubana.

Neste domingo postarei aqui no blog uma análise sobre o que está acontecendo na Venezuela e, simultaneamente, no Brasil, como de resto em toda a América Latina.

O vídeo acima mostra cenas da Marcha das Panelas Vazias. Uma escassez de alimentos sem precedentes castiga o povo venezuelano.

AQUI fotos e informações sobre a Marcha das Panelas Vazias (en español)

CINEGRAFISTA AMADOR DESMONTA FALÁCIA DO 'SECALHÃO TUCANO' APONTADO PELO PT E REVELA VERDADEIRO OÁSIS NA SERRA DA CANTAREIRA COM BARRAGEM ATOLADA DE ÁGUA


Circula pelas redes sociais este vídeo acima postado no Canal MCC Guarulhos (Movimento Contra a Corrupção) no Youtube, mostrando que uma represa do sistema Cantareira, em São Paulo, está abarrotada de água.

O cinegrafista amador circula de carro ao longo da Barragem Paulo de Paiva Castro, que integra o Sistema Produtor Cantareira que fornece água para São Paulo. A barragem fica no sopé da Serra da Cantareira, ocupando em certo trecho os dois lados da rodovia como se pode observar no vídeo.
Informa também que a Guarda Florestal permanece vigiando a área e não permite fotografias e nem filmagens da barragem, motivo pelo qual o cinegrafista foi obrigado a filmar tudo de dentro de seu veículo em movimento.

Ele indaga por que essa barragem não é mostrada e por que a Guarda Florestal impede que as pessoas fotografem e filmem a represa?

De fato, as fotografias que aparecem na grande imprensa mostram barragens sem água. Nesta filmagem se nota claramente que chove e há umidade expressiva no entorno da represa sem vestígios de seca, como tem aparecido nas fotografias que estampam os jornais e revistas, bem como reportagens de emissoras de televisão.

Em contrapartida, blogs e páginas petistas alardeiam o que qualificam como "secalhão tucano", para lançar a culpa sobre o governo paulista do PSDB pela estiagem que castiga não apenas o Estado de São Paulo para também o Rio de Janeiro e adjacências.

sábado, janeiro 24, 2015

BANDITISMO, POLÍTICA REVOLUCIONÁRIA E O PAPEL DA POLÍCIA - UMA ENTREVISTA COM OLAVO DE CARVALHO.

Olavo de Carvalho: o banditismo como arma de guerra revolucionária.
Transcrevo como segue inclusive com o texto de abertura a entrevista que o jornalista, escritor e filósofo Olavo de Carvalho concedeu ao site do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF). Entrevista como esta jamais será veiculada pela grande mídia já que se contrapõe à narrativa dominante da engenharia social por meio da ideologia do politicamente correta, voltada à domesticação das massas. Os bandidos passam a ser os guardiães do poder dos comunistas do Partido dos Trabalhadores, no caso brasileiro, enquanto nos porões do Palácio do Planalto prepara-se uma lei para desmilitarizar as polícias militares ao mesmo tempo em que a grande mídia inteira e seus jornalistas idiotas e criminosos se encarregam de desmoralizar as polícias.
Por tudo isso, esta entrevista de Olavo de Carvalho merece ser lida com atenção, principalmente pelos senadores e deputados e seus assessores. Leiam:
O filósofo Olavo de Carvalho é certamente o mais comentado intelectual brasileiro da atualidade. É autor de vários livros, dentre os quais O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do website de media watch e opinião Mídia Sem Máscara, escreve para o jornal Diário do Comércio, de São Paulo. Também ministra aulas online em seu Seminário de Filosofia (www.seminariodefilosofia.org) e preside o The Inter-American Institute (http://theinteramerican.org), de cujas atividades participam grandes nomes da intelectualidade dos EUA e da América Latina.
Olavo prontamente se dispôs a dar seu parecer ao Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) sobre questões relacionadas à política brasileira, a gestão da segurança pública, o trabalho das polícias, desarmamento e a criminalização da atividade policial no cenário cultural.
Sinpol-DF: Segundo as estatísticas do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2013, cerca de 490 policias foram mortos no Brasil. De 2009 para cá, o número chega a 1.170 policiais. O número total de homicídios no país ultrapassa os 50 mil. São números alarmantes que indicam um estado de guerra civil não declarada. Porém, ao noticiar tais estatísticas, a imprensa deu destaque às mortes de civis provocadas por confronto com as forças policiais, para concluir que a polícia brasileira “mata muito”. O senhor concorda?
Olavo de Carvalho: Pelo menos, desde os anos 60 do século passado, a esquerda internacional e nacional não esconde seu propósito de utilizar o banditismo como arma de guerra revolucionária para a conquista do poder total.
A ideia, sugerida inicialmente por Herbert Marcuse, é aplicada em diferentes dimensões. No aspecto cultural, trata-se de mostrar os criminosos como vítimas inocentes da injustiça social, legitimando as suas ações delituosas como forma de protesto. Expliquei isso na série de artigos “Bandidos e Letrados” (Jornal do Brasil, 26 de dezembro de 1994), cuja leitura recomendo a vocês para que eu não precise me repetir aqui.
Um segundo aspecto é a aproximação direta entre militantes políticos armados e gangues de assaltantes, narcotraficantes e sequestradores. Expliquei isso nos capítulos finais do livro A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci, cuja quarta edição foi publicada em 2014 pela Vide Editorial. Com isso passa-se da mera guerra cultural à criação de um poder armado capaz de abalar a ordem social.
O terceiro passo é desarmar a população civil e, em seguida, a própria polícia, sob os pretextos mais rebuscados e estapafúrdios, enquanto as quadrilhas de criminosos se armam cada vez mais, com a complacência, senão a ajuda ativa do partido governante (o traficante Fernandinho Beira-Mar descreveu em detalhes como comprava cocaína das Farc – quadrilha associada ao PT no quadro do Foro de São Paulo – em troca de armas trazidas do Líbano).
Não é preciso dizer que, num país onde ocorrem de cinquenta a setenta mil homicídios por ano, a polícia matar dois mil bandidos não é de maneira alguma um fenômeno anormal ou escandaloso, e a mídia, ao apresentá-lo assim, está apenas prosseguindo à guerra cultural acima mencionada e fazendo a ponte entre ela e o planejado desarmamento da polícia.
O Brasil está numa fase avançadíssima de guerra revolucionária – muito mais avançada do que em 1964, com a diferença essencial de que agora a mídia praticamente inteira se tornou um instrumento auxiliar do movimento comunista, encarregando-se de desinformar e anestesiar a população para que não perceba o que está se passando, bem como de instigar o ódio a todos que possam constituir obstáculos à consecução dos seus objetivos totalitários.
Sinpol-DF: Uma das queixas mais frequentes no meio policial é a extrema desvalorização pela qual passa a profissão. Os policiais brasileiros sofrem um verdadeiro “bullying” institucional. Em meio a difícil missão de manter a ordem e garantir a lei numa sociedade tomada pelo crime, são difamados pela mídia, criticados por intelectuais, desrespeitados pelos cidadãos e perseguidos pelo Ministério Público e pelo Judiciário. Parece que trabalhar pela segurança pública no país tornou-se algo proibitivo. A que o senhor atribui isso?
Olavo: A explicação é simples: um partido revolucionário aliado à gangues internacionais de narcotraficantes e terroristas tomou o poder, controla todos os setores da administração federal, do sistema judiciário, da máquina eleitoral e, mais sutilmente, da própria mídia, e está empenhado em neutralizar ou destruir todos os seus adversários potenciais. Sempre que um partido revolucionário sobe ao poder numa democracia, por via eleitoral, sua conduta revela uma ambiguidade desnorteante, pois ele tem de se fazer de guardião da mesma ordem pública que ele está tentando destruir. A polícia, cuja subordinação não é a nenhum partido, continua a cumprir a sua obrigação normal de manter a ordem pública, e isto basta para fazer dela um temível obstáculo no caminho das ambições revolucionárias.
Sinpol-DF: No enfrentamento ao crime, as forças policiais vivem hoje uma espécie de “guerra assimétrica”, na qual um dos lados “pode tudo” e o outro, representado pelo Estado, está adstrito a uma série de regras e procedimentos que criam embaraços à sua atuação, sem contar os inumeráveis questionamentos legais e judiciais que são feitos a posteriori, no conforto dos gabinetes, desconsiderando as dificuldades inerentes à atividade policial, que lida com situações-limite. O senhor pode comentar isso?
Olavo: Enquanto continuarmos a identificar o Estado com o partido revolucionário que se apossou dele e que ainda o controla mediante a fraude eleitoral da apuração secreta – fenômeno jamais visto em nenhuma democracia do Ocidente –, a polícia continuará dividida entre duas lealdades: de um lado, à lei e à ordem; do outro, ao governante que, fingindo defendê-las, tudo faz para destruí-las. A única solução do dilema é seguir a lei e a ordem, ignorando as falsas autoridades que semeiam o ódio à polícia e favorecem descaradamente o banditismo.
***
Trecho do ensaio “Bandidos e Letrados”, citado por Olavo na entrevista, e publicado no Jornal do Brasil em 26 de dezembro de 1994 (depois reproduzido em O Imbecil Coletivo, Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997).
Não conheço um único bom livro brasileiro no qual a polícia tenha razão, no qual se exaltem as virtudes da classe média ordeira e pacata, no qual ladrões e assassinos sejam apresentados como homens piores do que os outros, sob qualquer aspecto que seja. Mesmo um artista superior como Graciliano Ramos não fugiu ao lugar-comum: Luís da Silva, em Angústia, o mais patológico e feio dos criminosos da nossa literatura, acaba sendo mais simpático do que sua vítima, o gordo, satisfeito e rico Julião Tavares — culpado do crime de ser gordo, satisfeito e rico. Na perspectiva de Graciliano, o único erro de Luís da Silva é seu isolamento, é agir por conta própria num acesso impotente de desespero pequeno-burguês: se ele tivesse enforcado todos os burgueses em vez de um só, seria um herói. O homicídio, em si, é justo: mau foi cometê-lo em pequena escala.
Humanizar a imagem do delinqüente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo “científico”.
(O ensaio pode ser lido na íntegra em http://www.olavodecarvalho.org/livros/bandlet.htm)

JOSÉ CARLOS BUMLAI, O AMIGO ÍNTIMO DE LULA, É PEÇA-CHAVE DO PETROLÃO, SEGUNDO REPORTAGEM ESPECIAL DE 'VEJA'.

José Carlos Bumlai, com Lula (foto da revista Veja)
Um dos grandes pecuaristas do país, José Carlos Bumlai conta que visualizou em sonho sua aproximação com Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele era apenas aspirante à Presidência. Com a ajuda de um amigo comum, Bumlai conheceu o petista e o sonho se realizou. O pecuarista tornou-se íntimo de Lula. O sonho embutia uma profecia que ele só confidenciou a poucos: a aproximação renderia excelentes resultados para ambos. Assim foi. Lula chegou ao Planalto, e Bumlai, bom de negócios, bem-sucedido e rico, tornou-se fiel seguidor do presidente, resolvedor de problemas de toda espécie e, claro, receptador de dividendos que uma ligação tão estreita com o poder sempre proporciona. No governo, só duas pessoas entravam no gabinete presidencial sem bater na porta. Bumlai era uma delas. A outra, Marisa Letícia, mulher de Lula.
Desde 2005, sabia-se em Brasília que Bumlai também tinha delegação para tratar de interesses que envolvessem a Petrobras. Foi ele, por exemplo, um dos responsáveis por chancelar o nome do hoje notório Nestor Cerveró, um desconhecido funcionário da estatal, para o posto de diretor internacional da empresa. Em sua missão de conjugar interesses públicos e privados, Bumlai tinha seus parceiros diletos, aos quais dedicava atenção especial. Não demorou para que começassem a chegar ao governo queixas de empresários descontentes com “privilégios incompreensíveis” concedidos aos amigos do amigo do presidente.
Uma das reclamações mais frequentes envolvia justamente a Petrobras e uma empreiteira pouco conhecida até então, a UTC, que de repente passou a assinar contratos milionários com a estatal, ao mesmo tempo em que surgia como uma grande doadora de campanhas, principalmente as do PT. Gigantes da construção civil apontavam Bumlai como responsável pelos “privilégios” que a UTC estava recebendo da Petrobras. Hoje, a escalada dos negócios da UTC é uma peça importante da Operação Lava-Jato, que está desvendando o ultrajante esquema de corrupção montado no coração da estatal para abastecer as contas bancárias de políticos e partidos. A cada depoimento, a cada busca, a cada prova que se encontra, aos poucos as peças vão se encaixando. A última revelação pode ser a chave do quebra-cabeça. Bumlai, o amigo íntimo do ex-presidente que tinha entrada livre ao Palácio do Planalto, está envolvido até o pescoço no escândalo de corrupção montado na Petrobras durante o governo petista. Do site da revista Veja

Sponholz: Colhendo os frutos podres de 12 anos de reinado do PT! Apaga Brasil!


sexta-feira, janeiro 23, 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' ANTECIPA O RESULTADO DO DESCALABRO DO INFAUSTO GOVERNO DO PT, O DUPLO APAGÃO. OU: QUE SAUDADE DOS GOVERNOS MILITARES.

Sem qualquer dúvida a revista Veja continua sendo o único veículo de mídia impressa que traz a cada final de semana reportagens especiais cujas pautas se chegaram às redações dos jornalões devem ter sido solenemente deletadas. Há alguns anos, na jurássica época que antecedeu a revolução tecnológica essas pautas poderiam permanecer nas gavetas ou nas agendas dos jornalistas. Na atualidade, a patrulha ideológica do PT infiltrada nas redações de praticamente todos os veículos de mídia deleta tudo; tudo o que realmente é relevante. Por isso todos os jornalões impressos além da mídia televisiva invariavelmente dão destaque para aquilo que não tem o mínimo interesse jornalístico. Por isso a revista Veja, é bom lembrar, sofreu aquele ataque de um grupo petista que tentou invadir a sede do Grupo Abril na véspera da última eleição. Segundo a direção do PT tratava-se de um "bolsão" mais radical da linhagem petralha.

Acontece que se as luzes ainda acendem e se das torneiras saem alguma água é justo reconhecer que toda a infraestrutura que faz o Brasil permanecer ainda em funcionamento se deve justamente àqueles anos ditos de chumbo dos bolsões radicais aos quais aludiu o general-presidente antecipando que iriam entregar, como de fato entregaram, o Brasil para os civis. Nessa época Lula já liderava um bando de comunistas vagabundos que renegavam o velho PCB, conhecido com o "partidão". O PT então nascia para ser muito mais comunista do que qualquer partido comunista que já aparecera então na face da Terra. O plano de chegar ao poder era de longo prazo, como de fato foi, enquanto a ideia fixa pelo poder total e perene pela silenciosa guerra de posição incruenta e aparentemente civilizada preconizada pelo corcunda italiano dava seus primeiros passos. 

O passo definitivo foi dado em 1990, quando os comunistas soviéticos resolveram mudar todas as estratégias de luta pelo poder. O tenebroso Muro de Berlim foi detonado em 1989. A URSS tinha sido esfacelada e seu ponto mais avançado no Ocidente, a ilha de Fidel Castro, se viu de uma hora para outra órfã dos subsídios da União Soviética. Por isso os comunistas liderados por Fidel Castro acertaram com Lula, então o "grande líder" do  dito "sindicalismo de resultados" nascente, que havia chegado a hora de dar a volta por cima. Isso aconteceu em 1990, com a fundação do Foro de São Paulo, a organização criada para transformar todo o continente sul americano num apêndice de Cuba que, embora pobre, esfacelada e com um povo famélico, se tornaria o centro difusor do dito "socialismo do século XXI". Presidiu a fundação do Foro o próprio Lula, assessorado por José Dirceu, tendo como secretário o famigerado Top Top Garcia, o aspone que se transformou em virtual chefe do Itamaraty.

O resultado dessa nefasta operação neo-comunista terá os seus primeiros efeitos concretos mais desastrosos sobre os 202 milhões de Brasileiros, (segundo o último censo do IBGE esta é a população atual do Brasil) neste ano de 2015. 

A reportagem-bomba de Veja desta semana anunciando o racionamento de energia elétrica e água no Brasil que de fato já está acontecendo não é resultado de eventual incúria de S. Pedro, mas a ausência total de atualização da infraestrutura em todos os níveis.

Em 1970, durante um ano mais ou menos, trabalhei como auxiliar de escritório da então Companhia Metropolitana de Água de São Paulo - Compasp, a estatal que daria origem mais adiante a atual Sabesp. Morei em Atibaia e trabalhei num escritório da Comasp em Narazé Paulista, ao lado de uma obra gigantesca que cavava um túnel imenso que faria depois fluir a água de uma grande represa que integra o sistema Cantareira. O slogan da Comasp era "Água para São Paulo até o ano 2000". 

No ano de 1970 quando o Brasil foi campeão na Copa do Mundo do México e se ouvia a todo instante a famosa marchinha "Pra Frente Brasil, salve a Seleção", "70 milhões em ação...". Sim, nessa época o Brasil tinha uma população estimada de 70 milhões. São Paulo deveria ter algo em torno de 5 milhões? (Vou conferir depois). E nesta época o Brasil nunca cresceu tanto e nunca se viu na história do país a profusão de obras que mudaram para sempre a feição econômica do Brasil que persistia sendo, até o advento dos governos militares, a de um país agro-pastoril que funcionava na base do boi e do arado.

Atualmente o Brasil tem 202 milhões de habitantes e São Paulo se tornou uma megalópole com cerca de uns 13 milhões de habitantes, enquanto a região metropolitana dobra este número (a conferir).

De lá para cá nunca mais se viu nenhuma obra como aquela levada a efeito pela Comasp, como também não mais se viu obra como a fabulosa Itaipu e outras usinas hidrelétricas, sem falar nas termonucleares de Angra dos Reis, que os ecochatos malhavam sem parar. Hoje ninguém ousa questioná-las. 

Conclusão: depois dos governos militares nenhuma obra de infraestrutura de vulto foi realizada no Brasil. Planejamento de longo prazo deixou de existir. Nem mesmo de médio prazo. Nada. Nada mais foi feito, nem mesmo o trabalho de manutenção desses equipamentos. Visitei Itaipu há alguns anos e fiquei impressionado com o gigantismo daquela obra, justo ela, que fora objeto de uma campanha contrária deflagrada pelos trados ideológicos. Hoje em dia o governo do PT não consegue edificar casinhas 6 X 9 do programa Minha Casa, Minha Dívida. Quem bota fé nessa loucura bolivariana, vejam só, é Trabuco & Levy, homens fortes do Bradesco, ainda que mais pareçam uma dupla sertaneja. 

E quando morei em Atibaia, volta e meia circulavam rumores sobre a presença de pelotões do Exército fortemente armados vasculhando a área em busca de subversivos, ou seja, os comunistas que hoje estão no poder. Ouvi notícia de estouro de alguns "aparelhos" montados por esses psicopatas. Eu era apenas um jovem e, como tal, já sujeito à influência da campanha de desmoralização das Forças Armadas levada a efeito pelo jornalismo pelego e mentiroso já infiltrado nas redações da grande mídia.

Passados todos esses anos posso afirmar sem nenhum medo de errar que se as luzes ainda acendem, se a água ainda corre pelas tubulações de São Paulo e de todas as demais cidades brasileiras, se há rodovias asfaltados interligando o país isso se deve aos governos militares.

Agora convenhamos, os governos militares com certeza não tinham ideia do que viria adiante. Os bolsões sinceros mas radicais, como se referiu o general-presidente pronto para entregar o Brasil ao Deus dará, haveriam mais adiante de ser expurgados do seio da Revolução de 1964. Banidos os ditos "radicais", provavelmente haveria um batalhão de bobalhões de olho grande antevendo a chance de alcançar uma alta patente militar nem que fosse para bater continência para o Lula e a Dilma. Tal desiderato fatídico, para o azar dos brasileiros de bem, acabou se concretizando.

Este é o resumo honesto da história, embora não seja o mote da reportagem-bomba de Veja, mas ainda assim é importante que todos comprem a revista neste sábado, antes que Lula acione o Cardozão para tentar comprar todos os exemplares e, ato contínuo, incinerá-los. Lendo a reportagem constatarão o que é bom para a tosse. Por certo a infausta realidade haverá de mexer nos porões mais recônditos do cérebro de muitos brasileiros, abrindo o alçapão que confina os instintos mais vingativos dos seres humanos. Oxalá isso aconteça. 

quarta-feira, janeiro 21, 2015

VICE-PRESIDENTE DO PSDB VÊ DETERIORAÇÃO DO GOVERNO DO PT E FALA EM NECESSIDADE DE 'TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA' PARA EVITAR O CAOS

O vice-presidente do PSDB levanta a hipótese da necessidade de uma "transição democrática" para salvar o Brasil
O vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, publicou um texto em seu blog nesta terça-feira, 20, sugerindo que seja aberto um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Apesar de não mencionar o termo, o tucano afirma que a “tarefa” da oposição, diante da crise econômica e dos desdobramentos das investigações de corrupção na Petrobras, será pensar numa maneira de fazer uma “transição democrática”, pois a petista não teria condições políticas de terminar o mandato.
“Como (Dilma) vai resistir quatro anos em um quadro de superação difícil, se não impossível? Como e quando será possível uma transição democrática, supondo que a situação não possa ser mantida pelos quatro anos desse mandato?”, escreve Goldman. Segundo ele, pensar no que fazer diante desse quadro é “questão posta para a oposição”. “É a nossa tarefa”, completa.
Questionado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, se estava sugerindo que a oposição deveria entrar com um pedido de impeachment contra a presidente, Goldman disse que esse seria “um caminho legal”, mas afirmou que era preciso debater o assunto, porque ele ainda não tinha “uma resposta”. “O País aguenta que essa gente continue dirigindo o País por mais quatro anos? Eu acho que não. Mas nós não temos a resposta para o passo seguinte”, afirmou.
No texto, o tucano diz que o início desta semana pareceu um prenúncio do “fim do mundo”, já que na segunda-feira, 19, o País passou um por um apagão de energia que atingiu 10 Estados e o Distrito Federal. Ele também criticou os recentes anúncios de aumento de impostos feitos pela equipe econômica do governo e disse que Dilma está tomando todas as medidas que prometeu que não tomaria durante a campanha eleitoral. Por fim, cita o escândalo da Petrobras que, segundo ele, mostra “uma total deterioração do governo e dos partidos que o sustentam”.
Desde que o candidato o tucano Aécio Neves perdeu as eleições do ano passado, os petistas acusam o PSDB de querer “vencer no tapetão” e tentarem forçar um “terceiro turno” eleitoral. O partido têm incentivado, por exemplo, que os seus militantes participem de manifestações que pedem o impeachment da presidente e adotou medidas que questionam a legitimidade do pleito, como uma auditoria do resultado das eleições que teve início nesta semana em Brasília. Do site Diário do Poder

POVO DA VENEZUELA VAI ÀS RUAS NO FINAL DESTA SEMANA PARA DERRUBAR A DITADURA DE NICOLÁS MADURO, TÍTERE DO FORO DE SÃO PAULO.

O codidiano infernal dos venezuelanos: filas intermináveis para  comprar alimentos. Escassez alcança todos os tipos de mercadorias. Além disso, o nível de insegurança pública na Venezuela coloca o país entre os mais violentos do mundo (Fotos do jornal El Nuevo Herald)
A oposição venezuelana reunida na denominada Mesa de Unidade Democrática (MUD), convocou uma grande manifestação contra o governo bolivariano para  o próximo sábado (dia 24) em todo o país denominada "Marcha das Panelas Vazias" para protestar contra a escassez de alimentos e demais bens de primeira necessidade e contra as políticas da ditadura de Nicolás Maduro.
A marcha será uma manifestação da “indignação à escassez, às filas, e a insegurança e a repressão" e  de "esperança das mudanças que construiremos juntos", diz o texto divulgado pela MUD.
As manifestações são "uma resposta pacífica e contundente do povo venezuelano A um governo que só oferece o aprofundamento de um modelo "que levou nosso país à ruína", acrescenta.
As atividades convocadas pela aliança oposicionista MUD, na verdade serão deflagradas já nesta sexta-feira, dia 23 de janeiro, dia em que o tiranete Nicolás Maduro promoverá mais uma de suas cínicas pantomimas que pretendem conferir à ditadura bolivariana o viés de democracia. Nessa data Maduro se pronunciará ante a Assembléia Nacional em seu discurso anual de prestação de contas ao parlamento. Trata-se de mais um embuste, já que a Assembléia Nacional, sob o controle total do chavismo, foi criada depois do fechamento do Senado pelo finado caudilho Hugo Chávez. 
O que ocorreu na Venezuela, na verdade, foi a tal “reforma política”, que Lula e seus sequazes desejam impor aos brasileiros através de um plebiscito operado por meio das urnas eletrônicas sob o controle da Smartmatic.
No mesmo momento em que Maduro começar a desfiar suas mentiras, soarão as buzinas e panelas (cacerolazo) iniciando uma escalada de protestos contra o governo marcados para o final desta semana.
Essas atividades previstas para esta sexta-feira, espécie de aquecimento dos oposicionistas para o sábado, coincidem com a celebração do “Dia da Democracia” dos venezuelanos, a mesma data em que há um ano líder oposicionista Leopoldo López, junto a outras lideranças oposicionistas, anunciou a marcha de 12 de fevereiro que desencadeou uma onda de protestos em todo o país deixando mais de 40 mortos. Nessa mesma ocasião Leopoldo López foi detido e continua preso num calabouço do presídio militar de Ramo Verde, próximo a Caracas. (Informações com base em matéria do jornal El Nuevo Herald). 
EN ESPAÑOL: Para leer las informaciones del diario El Nuevo Herald HACER CLIC AQUÍ

Sponholz: Os masoquistas


terça-feira, janeiro 20, 2015

REPÚBLICA BOLIVARIANA DO BRASIL SOB AMEAÇA DE APAGÃO DE ENERGIA ELÉTRICA COMO NUNCA ANTES NESTE PAÍS!

Clique sobre a ilustração  para vê-la ampliada
O corte de energia que atingiu diversas cidades em dez Estados brasileiros e no Distrito Federal entre 14h55 e 15h45 desta segunda-feria poderia ter sido pior. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) precisou desconectar milhares de unidades consumidoras do sistema de fornecimento para evitar um blecaute muito mais amplo, que poderia deixar dezenas de milhões de brasileiros sem energia por mais de quatro horas, e causar imensos transtornos no trânsito, transportes públicos, hospitais, escolas e na atividade industrial, e ainda danificar a infraestrutura de geradores de energia, entre outros desastres.
Os problemas causados nos desligamentos pontuais, como o que aconteceu desta vez, são menos danosos do que em um grande blecaute, que pode demorar horas para ser revertido. Mas os danos menores não escondem falhas que refletem problemas sistêmicos da nossa matriz energética – e podem fazer o país voltar a conviver com o fantasma do apagão. 
Cortes são automaticamente programados para acontecer caso haja um desequilíbrio grande entre a geração e o consumo de energia. Assim que o risco de uma pane cresce, a frequência de transmissão de energia para algumas áreas é reduzida a menos de 60 Hz (frequência habitual). Instantaneamente essas áreas, previamente selecionadas pelo ONS junto com as distribuidoras, são desconectadas do sistema elétrico nacional. Aos poucos, o religamento é feito e distribuição volta ao normal – o tempo médio de desligamento é de aproximadamente uma hora. Procedimentos desse tipo podem ser adotados em diversas circunstâncias, como em picos de consumo que não conseguem ser rapidamente supridos pelo aumento da oferta. 
Solução bolivariana: O governo do Lula e da Dilma divulgaram esta imagem aconselhando que todos comprem um lampião porque o 'bicho vai pegar', menos nos palácios do PT que possuem geradores próprios. Conformem-se. Não foi por falta de aviso. Na Venezuela e em Cuba já é assim há muitos anos...
APAGÃO DEVE SE REPETIR
Especialistas ouvidos pelo site de VEJA, porém, acreditam que os cortes estejam, sim, relacionados ao pico de consumo, argumento plausível em pleno verão. Com temperaturas acima de 30 graus Celsius e pouca chuva, crescem as vendas de aparelhos de ar condicionado e ventiladores. O horário também contribuiu: se antes o pico de consumo de eletricidade se dava entre 17 horas e 20 horas, quando o brasileiro chegava do trabalho, hoje ele mudou para entre 15 horas e 16 horas, quando os aparelhos de ar condicionado estão ligados em sua potência máxima nos escritórios e residências pelo país.
A questão não é apenas o desligamento pontual de algumas unidades consumidoras por uma hora, mas a frequência com que esses episódios podem ocorrer daqui para frente. Leia MAIS e saiba TUDO o que pode ACONTECER

JORNALISTA ARGENTINO ANALISA O CASO DA MORTE DO PROMOTOR ALBERTO NISMAN E PÕE EM DÚVIDA A VERSÃO DO SUICÍDIO


O vídeo acima é a reprodução do comentário do jornalista argentino Jorge Lanata, a respeito da morte do promotor Alberto Nisman.

Jorge Lanata é um dos mais influentes jornalistas argentinos e possui programa no canal 13. Destaca-se também pelo acompanhamento do atentado terrorista contra o Centro Judaico em Buenos Aires, em 1994, caso investigado pelo promotor Alberto Nisman. A morte de Nisman ocorreu justamente na véspera de sua ida ao Congresso argentino onde, segundo consta, apresentaria um volumoso dossiê contendo material que poderia incriminar a presidente Cristina Kirchner.

Embora o vídeo não esteja legendado em português dá para acompanhar com atenção e compreender, mesmo para aqueles leitores não familiarizados com o idioma espanhol.

Vale a pena ver. O jornalista Jorge Lanata é conhecido pela sua competência, pertinácia e coragem. O vídeo está postado com destaque no site do jornal Clarín, um dos poucos veículos de mídia na Argentina que combate o governo bolivariano de Cristina Kirchner.

ARMA DE ONDE SAIU O TIRO QUE MATOU O PROMOTOR ALBERTO NISMAN NÃO ERA DELE. JORNALÕES ARGENTINOS SÃO PARECIDOS COM OS BRASILEIROS E ALIVIAM PARA O LADO DE CRISTINA KIRCHNER.

Facsímile da chamada principal do site do jornal argentino La Nación. Como se vê, lá como cá, existe por parte de alguns veículos de mídia, se não a maioria, a adesão ao tal "controle bolivariano da mídia". A foto e o texto-legenda falam por si só. A tal "ley de medios" já corroeu boa parte da liberdade de imprensa na Argentina bolivariana. 
Fotomontagem que circula nas redes sociais a partir da Argentina: Cristina Kirchner com a touca ninja armada com uma pistola.
A procuradora Viviana Fein, encarregada de investigar a morte de Alberto Nisman, afirmou nesta segunda-feira que a arma não era de propriedade do promotor. Disse ainda que “não houve intervenção de outra pessoa” no disparo, o que não conclui a investigação.
"Poderíamos falar de um suicídio, já que o corpo não foi golpeado nem submetido a maus tratos. Mas não decidimos que esta é a causa", afirmou Viviana à Rádio America, acrescentando que ainda espera o resultado do exame toxicológico.
Em uma morte com significado explosivo para a política argentina, há razões para ceticismo em relação às informações que são divulgadas sobre o caso. Nisman foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira em seu apartamento em Buenos Aires. Na última semana, ele havia apresentado uma longa denúncia envolvendo a presidente Cristina Kirchner e vários apoiadores, segundo a qual o governo agiu para acobertar iranianos envolvidos no atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em julho de 1994, que deixou 85 mortos.
Nisman havia sido alvo de ameaças – em uma ocasião, um recado foi deixado em sua secretária eletrônica advertindo que ele seria caçado e levado a uma prisão iraniana. Além disso, a denúncia contra Cristina apresentada na quarta-feira e a audiência marcada para esta semana na Câmara dos Deputados com o objetivo de apresentar mais provas representava o coroamento de um trabalho de investigação iniciado há mais de dez anos.
Morte duvidosa – “A causa está classificada como morte suspeita, enquanto não se tiver todas as provas, continuaremos a investigar”, afirmou a procuradora. “Estamos checando se um amigo emprestou a arma a ele”, explicou. Nisman morreu em decorrência de um só disparo no rosto feito com uma arma calibre 22 que foi encontrada ao lado do corpo.
Ela explicou que a investigação tenta determinar “através de todos os instrumentos coletados, se houve algum tipo de indução ou instigação por meio de ameaças, seja através de telefonemas ou mensagens de texto”.
Pela manhã, quando veio à tona a informação sobre a morte de Nisman, a promotora não quis aventar nenhuma hipótese sobre ocaso. Ao contrário da postura do governo, na figura do secretário de Segurança Nacional, Sergio Berni, que não tardou em dizer que “quando se tem um corpo, uma arma e uma cápsula, todos os caminhos levam a um suicídio”. Do site da revista Veja

POVO TOMA AS RUAS NA ARGENTINA PEDINDO JUSTIÇA SOBRE O MISTERIOSO CASO DA MORTE DO PROMOTOR ALBERTO NISMAN

Gigantesca reação popular à misteriosa morte do promotor Alberto Nisman.  Opinião pública não aceita versão do "suicídio". (Fotos do site da revista Veja)
Milhares de pessoas foram às ruas na Argentina na noite desta segunda-feira pedindo justiça, depois que foi encontrado morto o promotor Alberto Nisman, que havia denunciado uma operação do governo de Cristina Kirchner para encobrir os responsáveis pelo atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em julho de 1994.
Muitos manifestantes carregam bandeiras da Argentina e cartazes com a frase “Eu sou Nisman” – uma alusão à frase "Je suis Charlie", que marcou os protestos contra o terrorismo depois do ataque ao semanário satírico Charlie Hebdo em Paris.
A morte foi alvo de repúdio nas redes sociais e se materializou em marchas e panelaços em frente à residência presidencial em Olivos, a Praça de Maio, e em outros bairros da capital e da Grande Buenos Aires. Em Bariloche, mais de 100 pessoas, entre moradores e turistas, reuniram-se no Centro Cívico com cartazes e cantaram o hino nacional. Também houve "buzinaços" em Punta del Este, no Uruguai, onde um grupo de argentinos se reuniu na praia Brava, informou o jornal La Nación.
A convocação para as marchas surgiu nas redes sociais, com chamados para a mobilização “contra o sistema mafioso e assassino" e "a favor da verdade e da transparência política". A manifestação foi respaldada pelo partido União Cívica Radical e outros representantes da oposição.
O caso – O promotor Alberto Nisman foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira em seu apartamento em Puerto Madero, Buenos Aires. Na última semana, ele havia apresentado uma longa denúncia envolvendo a presidente Cristina Kirchner e vários apoiadores, segundo a qual o governo agiu para acobertar iranianos envolvidos no atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em julho de 1994, que deixou 85 mortos.
O promotor havia sido alvo de ameaças – em uma ocasião, um recado foi deixado em sua secretária eletrônica advertindo que ele seria caçado e levado a uma prisão iraniana. Além disso, a denúncia contra Cristina apresentada na quarta-feira e a audiência marcada para esta semana no Congresso com o objetivo de apresentar mais detalhes representava o coroamento de um trabalho de investigação iniciado há mais de dez anos. Do site da revista Veja

Sponholz: As inocentes...


segunda-feira, janeiro 19, 2015

PROMOTOR ARGENTINO QUE DENUNCIOU CRISTINA KIRCHNER É ENCONTRADO MORTO EM SEU APARTAMENTO COM MARCA DE TIRO NA CABEÇA

O promotor argentino Alberto Nisman, responsável pela investigação do atentado contra o centro da comunidade judaica Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que deixou 85 mortos. Foto: Veja.
O promotor federal argentino Alberto Nisman foi encontrado morto no banheiro de seu apartamento em Buenos Aires na madrugada desta segunda-feira, reporta o jornal Clarín. De acordo com a imprensa argentina, há uma marca de tiro na cabeça de Nisman, que morava em um prédio no bairro de Puerto Madero, área nobre da capital argentina. A polícia investiga o caso e informou que localizou no local um revólver de pequeno calibre.
Na última quarta-feira, o promotor denunciou a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e o chanceler Héctor Timerman por negociar um plano para garantir impunidade e "acobertar fugitivos iranianos", referindo-se aos acusados do ataque terrorista contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) em 18 de julho de 1994.
O promotor, encarregado do caso Amia, solicitou abertura de inquérito contra a presidente e o chanceler. Ele iria apresentar os detalhes da denúncia ao Congresso argentino nesta segunda-feira. Nisman acreditava que a Casa Rosada estimulou a impunidade dos acusados por motivos econômicos. Em troca da obtenção de acordos comerciais com o Irã, especialmente para as exportações de carne e oleaginosas, a Argentina – que desde 2004 enfrenta crise energética – receberia petróleo iraniano.
"A presidente e seu chanceler tomaram a criminosa decisão de fabricar a inocência do Irã para saciar interesses da República da Argentina", disse Nisman. O promotor argumenta que a cúpula do governo Kirchner negociou e organizou com Teerã "um sofisticado plano" para acobertar participantes do atentado. Do site da revista Veja

OS FATOS E CIRCUNSTÂNCIAS EMPURRAM O PT E O FORO DE S. PAULO PARA UM PROCESSO AUTOFÁGICO

Fotomontagem que circula à farta pelas redes sociais
As circunstâncias conspiram, finalmente, contra o PT. Não levo em consideração o que disse Marta Suplicy. Comunistas são useiros e vezeiros em criar confusão e suposta contradição para mais adiante alcançar determinado objetivo político. 
Seja como for, os fatos são fatos que aconteceram e continuam a acontecer e claramente não oferecem bons augúrios para Lula e sua gente. 
Há os fatos internos e externos. No plano externo o regime bolivariano de Caracas já está nas cordas, cambaleando, depois que o preço do petróleo desabou. Como é sabido, a Venezuela chavista foi até aqui a financiadora principal do Foro de São Paulo, a organização transnacional fundada por Lula e Fidel Castro destinada a cubanizar todo o continente sul-americano. Os petrodólares oriundos da PDVSA irrigaram muitas eleições que levaram esquerdistas ao poder na América Latina.
Até o presente momento é a Venezuela que mantém a luz acesa em Cuba. Serve os Castro semanalmente com toneladas de petróleo. Resta saber agora como fica esta situação, depois que Obama decidiu reatar relações diplomáticas com a Ilha. De repente, os Castro dão um peteleco em Nicolás Maduro? Tudo é possível. O tempo dirá.
O que acabo de afirmar não constitui nenhuma viagem na maionese. São fatos, todos eles negativos para o plano hegemônico do Foro de São Paulo.
Acresce a tudo isso a crise que vive o PT, logo ele, a quem cabe a direção do famigerado Foro de São Paulo. Há quase dois anos Lula não se atreve a encarar uma entrevista com jornalistas brasileiros. Fechou-se em copas depois que explodiu o escândalo Rosemary Noronha, sua namorada, então chefe do escritório de representação do Planalto em São Paulo. Por isso Lula continua falando por meio de seus ventríloquos e dos jornalistas obsequiosos nas redações da grande imprensa nacional que se esmeram em não deixar a peteca cair. Basta que Lula exagere na dose, deixe escapar um traque para virar notícia. 
E a última notícia do PT, além do petrolão e demais escândalos e roubalheiras variadas, diz respeito ao aniversário de 35 anos do próprio PT. Segundo consta, o partido do Lula pretende fazer uma autocrítica com a intenção de evitar sua  auto-desintegração. Digo “auto” porque a rigor não há oposição no Brasil, ou seja, não existe uma ação externa a espremer Lula e seus sequazes.
A propóstio o excelente site 'O Antagonista', editado e escrito por Diogo Mainardi e Mario Sabino, nomes que dispensam apresentação, publicou uma nota em cima do lance no que respeita à propalada notícia de que o PT fará uma autocrítica em seu Congresso Nacional. Transcrevo:
"No seu aniversário de 35 anos e no seu Congresso Nacional, o PT resolveu pensar a relação e fazer autocrítica. Caiu a ficha de que o partido quase perdeu a Presidência da República por causa das lambanças nos doze anos do poder. Quem vai liderar o processo será Luiz Inácio Lula da Silva. O partido até cogita chamar pessoas de fora, como jornalistas e gente ligada à cultura, para ouvir o que elas têm a dizer.
Os antagonistas Diogo e Mario, que certamente não serão chamados a colaborar, mesmo assim resolveram dar uma mão à autocrítica do PT. O partido deveria reconhecer no mínimo que:
a) Roubou deslavadamente dinheiro público para comprar apoio no Congresso, no escândalo do mensalão
b) Nunca existiu caixa dois nenhum no mensalão, que essa foi uma invenção de Márcio Thomaz Bastos, para tentar aliviar a barra do governo
c)  Lula sabia de tudo e deu a sua aprovação ao mensalão
d) O dinheiro do dossiê dos aloprados, 1 750 000 reais em notas de pequeno valor, era oriundo do dízimo de uma igreja evangélica que apoia o PT
e)  Os governos Lula e Dilma fracassaram em transformar o Brasil numa economia moderna e abriram caminho para um retrocesso
f) O governo Dilma vem maquiando o desastre nas contas públicas
g) O partido aparelhou a máquina estatal, para enriquecer militantes e perpetuar-se no poder
h) José Dirceu et caterva não são "heróis do povo brasileiro" , mas aproveitadores
i)  O partido e os seus aliados saquearam bilhões de reais da maior empresa do Brasil, a Petrobras
j) Lula e Dilma sabiam de tudo o que se passava na Petrobras
k) O partido chantageou os brasileiros pobres na última eleição, dizendo que a oposição lhes tiraria o Bolsa Família e outros benefícios
l) O PT quer controlar a imprensa
m) O PT paga, com dinheiro público, mercenários na internet para difamar e caluniar jornalistas honrados
n) Os petistas rotulam de extrema-direita pessoas apenas extremamente direitas
Uma vez feita a autocrítica de cada um desses, digamos, "erros", Lula encaminharia uma resolução ao Congresso do Partido, pedindo a dissolução da agremiação e registrando a promessa de que ele e a sua turma jamais voltariam a entrar na política.
Porque a única autocrítica verdadeira que o PT pode fazer é a sua completa autoeliminação."