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sábado, junho 24, 2017

REPORTAGEM-BOMBA DE 'ISTOÉ' REVELA QUE LULA SERÁ CONDENADO. PENA PODERÁ TOTALIZAR 22 ANOS DE CADEIA.

A revista IstoÉ que chegas às bancas neste sábado revive as já denominadas "reportagens bomba" e afirma que Lula deverá ser condenado pelo Juiz Sergio Moro a 22 anos de cadeia. Ao que parece os procuradores da Operação Lava Jato têm provas definitivas e irrefutáveis contra o ex-todo poderoso chefão do PT que desde a explosão do petrolão não tem mais coragem de andar pelas ruas. Só viaja de avião particular emprestado por seu amigo, o ex-ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia.

Segue a íntegra da reportagem de IstoÉ.

Mais do que nunca, os olhares do mundo político e jurídico estão voltados para as movimentações do juiz Sergio Fernandes Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná. Nos próximos dias, ele anunciará a sentença que condenará Lula à prisão no caso do tríplex do Guarujá por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O ex-presidente é acusado de ter recebido o imóvel da OAS como contrapartida às benesses que a empreiteira obteve do governo no período em que o petista esteve no poder. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente foi beneficiado com pelo menos R$ 87,6 milhões dados pela OAS, dos quais R$ 3,7 milhões foram usados por Lula no apartamento de três pavimentos.
Conforme apurou ISTOÉ junto a integrantes da Lava Jato, o petista vai pegar até 22 anos de cadeia – 10 anos por lavagem de dinheiro e 12 por corrupção passiva. No cronograma de Sérgio Moro só uma etapa o separa do anúncio da condenação de Lula: a definição da pena a ser aplicada ao ex-ministro Antonio Palocci, hoje preso.
A defesa de Lula está tão perdida nesse processo quanto o próprio cliente. Sem argumentos sólidos para defendê-lo, os advogados do petista apelam para o jogo sujo e chicanas jurídicas.
Chegaram ao desplante de afirmar que os procuradores usariam, na acusação a Lula, a mesma teoria aplicada por Hitler em seu primeiro discurso como chanceler da Alemanha na qual o ditador nazista defendeu a “elasticidade dos veredictos”.
Ou seja, que a posição dos procuradores seria manifestamente contrária às provas dos autos. Uma excrescência. Ao contrário do que alardeiam os advogados do petista, o MPF dispõe de farta documentação e depoimentos que demonstram que o ex-presidente ocultou a propriedade.
Nas alegações finais enviadas ao juiz Moro, na última semana, o dono da OAS, Léo Pinheiro, atestou que o imóvel era mesmo de Lula.“O tríplex nunca foi posto à venda e as reformas foram executadas seguindo orientações dos reais proprietários do imóvel, o ex-presidente Lula e sua esposa.
O projeto de reforma foi aprovado na residência do ex-presidente”, escreve o advogado de Pinheiro, José Luiz Oliveira Lima. O advogado esclarece na defesa da OAS que o tríplex, “bem mais caro do que o apartamento que Lula tinha no local”, não saiu de graça. “Os gastos feitos eram contabilizados e descontados da propina devida pela empresa ao PT em obras da Petrobras. Tudo com a anuência de seu líder partidário (Lula)”, afirmou.

Apesar de todas as evidências de que cometeu vários crimes, Lula, como todo acusado que cai nas garras da Justiça, insiste em alegar inocência. Em entrevista a Rádio Tupi do Rio na manhã da última terça-feira 20, o ex-presidente classificou de “piada” a peça acusatória dos procuradores da Lava Jato. “Espero que o Moro leia os autos e anuncie para o Brasil a minha inocência. Eu já provei que sou inocente. Quero que eles agora provem minha culpa”, acrescentou.
Em nota oficial, os procuradores do MPF foram contundentes ao rebater Lula. “A defesa do ex-presidente está usando recursos eticamente duvidosos para atacar. Quer transformar um julgamento de crimes por corrupção em julgamento político”, dizem os procuradores do MPF. Eles reiteraram que, “apesar de todas as dificuldades para superar a impunidade, todo esse processo pode restabelecer a crença de que é possível termos um País onde todos sejam efetivamente iguais perante a lei”.
O imóvel efetivamente não se encontra no nome do ex-presidente, mas a corrupção está fartamente provada, já que as benfeitorias no imóvel aconteceram e constituíram uma contrapartida ao tráfico de influência exercido pelo petista em favor da OAS.
Mesmo assim, a ideia era de que o apartamento fosse transferido mais tarde para Lula. Segundo Léo Pinheiro, a transferência fazia parte do acordo firmado com Paulo Okamotto, diretor do Instituto Lula e braço direito do ex-presidente. A eclosão do escândalo, no entanto, alterou os planos.

UM JUIZ IMPLACÁVEL
 Moro já condenou 76 pessoas na Lava Jato. Lula está na fila. Palocci é o próximo. Foto:Miguel Shincariol/IstoÉ
Na última semana, o advogado de Lula, Cristiano Martins Zanin, mostrou que a defesa do petista veio para confundir, não para explicar, como versava a famosa frase de Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Segundo ele, o imóvel havia sido transferido pela OAS para um fundo imobiliário da Caixa. O blefe se transformou num tiro no pé.
De pronto, a Caixa esclareceu que o imóvel jamais lhe pertenceu. “Ele foi dado pela OAS como garantia de uma operação de debêntures com financiamento da Caixa, mas o imóvel continua sendo da empreiteira”, afirmou a Caixa. O próprio dono da construtora, Léo Pinheiro, garantiu em depoimento ao juiz Sergio Moro que o tríplex estava destinado a Lula e sua família desde o início de 2010, ano em que a empreiteira assumiu as obras de construção do Edifício Solaris, antes pertencente à Cooperativa dos Bancários de São Paulo (Bancoop). Pinheiro fez questão de deixar claro que a OAS só aceitou assumir as obras do Solaris porque soube, por meio de João Vaccari, ex-tesoureiro do PT, que o então presidente Lula tinha imóvel no local.
Outras importantes testemunhas corroboraram a versão de Léo Pinheiro. Entre elas, o ex-zelador José Afonso. Segundo ele, Lula esteve duas vezes no imóvel, uma das quais acompanhado pelo dono da OAS. E agiu como dono do apartamento, não como alguém que desejava visitá-lo na condição de futuro comprador.
À ISTOÉ, o zelador chegou a dizer que testemunhou em 2014 a ex-primeira-dama Marisa Letícia, mulher de Lula falecida em fevereiro, pedir a engenheiros da OAS que construíssem o elevador privativo. “Como é que alguém, que não é dono, pede a construção de um elevador?”, questionou Afonso. O envolvimento de Lula nas práticas de corrupção tisnou sua imagem perante a sociedade.
Em levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas no Distrito Federal, 87,1% dos entrevistados garantiram que não votarão em candidatos citados na Lava Jato. Na pesquisa, Lula é considerado “o mais nocivo para o Brasil” para 37% das pessoas pesquisadas.
O ex-presidente foi denunciado em setembro de 2016 pelo MPF. No mesmo mês, Sergio Moro aceitou a acusação, transformando-o em réu pela quinta vez, afirmando que, dos R$ 3,7 milhões doados pela OAS ao ex-presidente, R$ 2,2 milhões constituíram vantagens oferecidas a ele por meio do apartamento 164-A do Edifício Solaris, no Guarujá.
Nesse valor, estão incluídas as reformas feitas no imóvel de 300 metros quadrados, que passou a contar com um elevador privativo, cozinha completa e área de lazer com piscina. Na denúncia formulada pelo MPF, Lula é considerado “o comandante da corrupção” na Petrobras. Ou seja, o chefão da quadrilha. “Lula dominava toda a empreitada criminosa, com plenos poderes para decidir sobre sua prática, interrupção e circunstâncias. Nos ajustes entre diversos agentes públicos e políticos, marcados pelo poder hierarquizado, Lula ocupava o cargo público mais elevado (…) Os atos de Lula, quando analisados em conjunto, e em seu contexto, revelam uma ação coordenada por ele, desde o início, com a nomeação de agentes públicos, comprometidos com o desvio de recursos públicos para agentes e agremiações políticas, até a produção do resultado, isto é, a efetiva corrupção (…) Lula é um dos principais articuladores do esquema de corrupção que defraudou contratos da Petrobras”, diz a denúncia assinada por 13 procuradores, incluindo Deltan Dallagnol, que menciona Lula como um dos políticos que usou recursos da Petrobras para enriquecimento ilícito.
O MAIS NOCIVO
Além da sentença de Moro no processo do tríplex, novos revezes se descortinam no horizonte de Lula. Para convencer o MPF a aceitar um acordo de delação premiada, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral promete envolver o petista em mais uma falcatrua.
Entre as histórias que Cabral se dispôs a contar está uma reunião, realizada em 2009 com a presença de Lula, em que o ex-presidente teria autorizado o empresário Arthur César Soares de Menezes a pagar propina a integrantes do Comitê Olímpico Internacional em troca da escolha do Rio de Janeiro como cidade sede das Olimpíadas de 2016. Em março, o jornal francês Le Monde já havia abordado o assunto.
De acordo com a publicação, o Ministério Público da França descobriu que Arthur César Soares pagou US$ 1,5 milhão ao presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo, Lamine Diack, três dias antes da votação que confirmou o Rio como sede dos Jogos.
Incapaz de se reinventar, o petista insiste no surrado discurso da vitimização. “Já provei minha inocência. Agora quero que provem a minha culpa. Mexeram com a pessoa errada”, disse em tom de ameaça, tal qual um capo mafioso. Não cola mais. Apesar de as investigações da Lava Jato atestarem que toda a política nacional está corrompida, resta evidente que a corrupção institucionalizada na era petista no poder não foi mera continuidade de um sistema corrupto, como adora alegar setores da esquerda. Sem dúvida, existe um “antes e depois de Lula”.
Não que a corrupção não existisse, por óbvio. Mas, sob o petista, a bandalheira foi transformada em política de Estado. É como se o Estado tivesse sido posto à venda. No governo dele e de sua sucessora, o pentarréu valeu-se do discurso histórico de esquerda, qual seja, de intensificação da intervenção do Estado na economia para angariar novas oportunidades de negócio à cúpula petista.
O caso da exploração do pré-sal é emblemático. Por trás daquilo que era apresentado como defesa do interesse nacional estava uma intencional e bem articulada ampliação do Estado como balcão de negócios. A serviço de um partido e de interesses particulares, como foi o caso do tríplex.
A realidade exposta pelos depoimentos colhidos por Moro é pródiga em demonstrar que o mito do herói, cultivado pelo PT nos últimos quarenta anos, serve melhor à literatura farsesca do que à política. Lula exerceu papel determinante na construção da pior crise política, econômica e moral da história recente do Brasil. Se ainda pairam dúvidas sobre qual caminho o País deverá seguir em 2018, o lulopetismo já apresentou abundantes motivos para o brasileiro saber qual trilha deve ser evitada.
Num artigo escrito, em 2004, para a Revista Jurídica do Centro de Estudos Judiciários sobre a Operação Mãos Limpas ocorrida na Itália nos anos 1990, o juiz Sérgio Moro a descreveu como “uma das mais impressionantes cruzadas judiciárias contra a corrupção política e administrativa”. E acrescentou: “se encontram presentes várias condições institucionais necessárias para a realização de ação semelhante no Brasil”. Estava certo o magistrado. E a condenação de Lula, a ser confirmada também pela segunda instância, será o seu apogeu, sem a qual a Lava Jato não terá feito qualquer sentido.
MÃOS LIMPAS
No mesmo artigo, Moro analisou o caso de Bettino Craxi, líder do Partido Socialista Italiano (PSI), primeiro socialista chefe de um governo na Itália (1983-1987) e um dos principais alvos da Operação Mãos Limpas. Moro sublinhou que Craxi, àquela altura já alvo de investigações e depois de refutar várias vezes o seu envolvimento, reconheceu despudorada e cinicamente, sem corar a face, o cometimento das práticas ilícitas em célebre discurso no Parlamento italiano, em 3 de julho de 1992, servindo-se de argumentos muito semelhantes aos utilizados pelo PT e por Lula: “Casos de corrupção e extorsão floresceram e tornaram-se interligados. O que é necessário dizer e que todo mundo sabe é que a maior parte do financiamento da política é irregular ou ilegal. Os partidos e aqueles que dependem da máquina partidária, de jornais, de propaganda, atividades associativas ou promocionais têm recorrido a recursos irregulares”.
As coincidências não param por aí. Em dezembro de 1992, Craxi receberia um documento de dezoito páginas no qual era acusado de corrupção, extorsão e violação da lei de financiamento de campanhas. A base da acusação era a delação premiada de Salvatore Ligresti, amigo pessoal de Craxi preso em julho de 1992.
Dizia ele que o grupo empresarial de sua propriedade teria pago cerca de US$ 500 mil desde 1985 ao Partido Socialista Italiano em troca de favores. Em janeiro de 1993, chegou à residência do político o segundo aviso com acusações de que a propina teria beneficiado não apenas o PSI, como também a ele próprio. Um mês depois, Craxi renunciou ao posto de líder do partido.
Transformado em símbolo do que havia de pior na política italiana, Craxi chegou a ser alvo de uma chuva de moedas ao andar pelas ruas de Milão. Ao condenar Lula, Sergio Moro terá alcançado, ironicamente 13 anos depois de ter escrito o artigo, a versão tupiniquim do corrupto italiano Bettino Craxi.
O AÇOUGUEIRO MENTIU
A JBS, que no início chamava-se apenas Friboi, transformou-se na maior produtora de proteína animal do mundo graças ao governo Lula, que deu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos do BNDES com juros de pai para filho ao grupo de Joesley Batista. Com essas mamatas todas, a JBS deu um salto de 3.600% no faturamento durante o governo petista. Em 2006 faturava R$ 4,7 bilhões e em 2016 passou para R$ 170,4 bilhões. Apesar de Lula turbinar os negócios do amigo Joesley, o empresário vem tentando se esquivar desse relacionamento mais do que próximo. A amizade era tanta que houve boatos de que ele era sócio de um dos filhos de Lula.
Em entrevista à Época, na última semana, o empresário disse ter se encontrado com Lula apenas duas vezes para conversas “republicanas”: em 2006 e 2013.
Mentiu. Afinal, no depoimento da delação premiada que o próprio dono da JBS concedeu aos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) em Brasília, em março último, Joesley relatou diversas outras conversas com Lula.
Um desses encontros, segundo Joesley, aconteceu em outubro de 2014 na sede do Instituto Lula, quando o empresário alertou o ex-presidente de que a JBS já havia doado R$ 300 milhões à campanha do PT , o que ele considerava “perigoso”, caso viesse a conhecimento público. “Lula me fixou nos olhos, mas não disse nada”, afirmou Joesley aos procuradores. Os encontros dos dois, portanto, eram constantes. Os dois se falavam com frequência por telefone também.

Coube ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) desmentir Joesley. Em carta escrita de próprio punho da cadeia de São José dos Pinhais, onde está preso desde o final do ano passado, Cunha disse que o dono da JBS faltou com a verdade. “No dia 26 de março de 2016, sábado de aleluia (véspera da Páscoa), houve um encontro entre eu, ele e Lula, a pedido do Lula, para discutir o impeachment de Dilma”, diz Cunha na carta. Nessa reunião, acrescentou Cunha, realizada na casa do empresário, “pude constatar que a relação de Lula e Joesley era de constantes encontros”. O ex-deputado afirmou que pode provar o que está falando por meio de recibos do aluguel dos carros que utilizou em São Paulo para ir à casa de Joesley encontrar o ex-presidente petista. Do site da revista IstoÉ

sexta-feira, junho 23, 2017

Sponholz: Lula está mudando...

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AFIRMAÇÃO DO PRESIDENTE DA ELETROBRAS SOBRE EXISTÊNCIA DE 40% DE CHEFES 'VAGABUNDOS' NA EMPRESA DESNUDA AS ORIGENS DA AMEAÇADORA CRISE QUE CASTIGA O BRASIL: O ESTATISMO.

Sede da Eletrobras no Rio de Janeiro: a persistir o desastre da estatização o Brasil será "venezuelizado". 
O texto que segue logo abaixo é do site do jornal O Estado de S. Paulo referente à crise da estatal - para variar - Eletrobras. Como as demais estatais a Eletrobras está à beira da bancarrota. É mais um exemplo que o 'estado máximo' reivindicado pelo esquerdismo delirante é inviável.

A matéria trata de uma gravação que flagrou o presidente da empresa, Wilson Ferreira Júnior, descendo o sarrafo nos sindicaleiros da CUT et caterva. Essa estatal, como de resto todas as outras, a começar pela Petrobras do Petrolão, estão inchadas, com folhas salariais estratosféricas e mordomias incríveis.


A verdade é que o Presidente da empresa falou o que todos sabem, embora sempre haja aquela maioria calada e oportunista que é dominante. Os imbecis e/ou oportunistas de todos os gêneros acreditam no estatismo. Por isso mesmo, o Brasil é uma República Socialista. A persistir essa desgraça não há a menor possibilidade de impedir a venezuelização do Brasil. 


O que o Presidente da Eletrobras acabou de afirmar é sabido por todos os cidadãos brasileiros decentes. Mas premido pelos bate-paus dos sindicatos comunistas, Wilson Ferreira Júnior fez um mea culpa, gravou vídeo de desculpas enquanto os sindicaleiros que dominam a estatal totalmente aparelhada por Lula e seus sequazes decidiram promover um greve de 24 horas.


Claro, os jornalistas das redações da grande mídia fingem que ficam escandalizados com as verdades ditas pelo Presidente da Eletrobras, contatam com seus "companheiros" da CUT, fazem entrevistas e seguem mentindo e tergiversando sem a menor cerimônia. Afinal, qual a redação da grande mídia que não é povoada por um bando de imbecis e mentirosos? Com mais de 45 anos de jornalista conheço o métier como a palma da minha mão. 


O pior é que essa estupidez reinante nas redações da mídia mainstream está disseminada também no showbiz, nas universidades e escolas e até mesmo nos jardins de infância, onde cretinos com o título de professor disseminam a mentirada esquerdista.


E a maioria das pessoas finge que não sabe disso. Tanto é que o Presidente da Eletrobras acabou se ajoelhando no altar da missa negra dos comunistas que estão venezuelizando o Brasil ao se desculpar. Falta pouco para que muita gente passe a fazer suas "refeições" diárias nos lixões. Como está ocorrendo na vizinha Venezuela.


Leiam a matéria produzida pelo Estadão:

Em meio a discussões com sindicatos para implantar um plano de corte de metade dos funcionários, a divulgação de uma conversa do presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Júnior, com sindicalistas gerou mal-estar na empresa, a ponto de o executivo se ver obrigado a gravar uma fala na televisão interna pedindo desculpa pela “veemência” com que se referiu ao que considera “privilégios” na estatal. Por conta dos adjetivos “vagabundos” e “safados” usados pelo presidente para tratar de chefias da Eletrobrás, os sindicatos promoveram ontem uma greve de 24 horas.

“São 40% da Eletrobrás. 40% de cara que é inútil, não serve para nada, ganhando uma gratificação, um telefone, uma vaga de garagem, uma secretária. Vocês me perdoem. A sociedade não pode pagar por vagabundo, em particular, no serviço público”, traz um dos áudios, gravado durante uma reunião com sindicalistas, em 1.º de junho.

Em outro trecho da conversa, o presidente diz que há na estatal muito mais gerente do que deveria. “Temos um monte de safado, lamentavelmente, que ganha lá 30, 40 paus (mil reais). Tá lá em cima, sentadinho.”

Em resposta ao Estadão/Broadcast, a Eletrobrás afirma que Ferreira Júnior “reconhece que usou algumas expressões rudes”, por isso, fez questão de gravar o vídeo com pedido de desculpas aos funcionários, nesta semana. A Eletrobrás diz ainda que os áudios foram tirados do contexto e que “o presidente estava apresentando aos sindicatos a reestruturação da companhia”.

A estatal do setor elétrico quer reduzir o seu quadro de empregados de cerca de 23 mil para 12 mil, com a venda das distribuidoras (6 mil deixariam o grupo) e com planos de incentivo ao desligamento (5 mil). Além disso, desde o ano passado, foi extinto um nível hierárquico e reduzido em mais da metade o número de cargos comissionados, como gerentes, assistentes e assessores. A redução das chefias aconteceu na controladora, mas, a ideia é, neste ano, estendê-la às subsidiárias.

Durante a conversa com os sindicalistas, Ferreira Júnior tenta convencê-los de que as reivindicações apresentadas por eles favoreceriam funcionários que vivem em situação de privilégio. Os sindicalistas respondem então que as chefias privilegiadas “têm padrinhos” e que as mudanças trabalhistas que estão sendo implementadas “pegam” para os demais, ao que o presidente emendou: “Não, não vai pegar”.

“Repudiamos as declarações do presidente, que, desde que entrou, diz que os empregados são ineficientes. O setor elétrico funciona bem graças ao seu corpo técnico. Os trabalhadores estão sofrendo assédio”, afirmou o diretor da Associação dos Empregados da Eletrobrás (Aeel), Emanuel Torres.

Em nota, a Eletrobrás informou que os “sindicalistas ameaçaram entrar na Justiça contra as privatizações e se mostraram contrários ao plano de desligamento voluntário para o CSC (Centro de Serviços Compartilhados, tecnologia que permitirá sinergia no grupo)”.

A empresa afirma ainda que “o presidente elencou diversas situações inaceitáveis dentro de uma empresa do porte da Eletrobrás, como falta de comprometimento de alguns gerentes, descaso com as metas da companhia e, até mesmo, fraudes envolvendo o sistema de catracas, que registram o ponto. Por isso, com o intuito de alertar aos sindicatos para que eles se manifestem contra esse tipo de comportamento indevido, o presidente usou de maior veemência”.

Com a paralisação de ontem, os funcionários reivindicaram também o pagamento da participação no lucro de R$ 3,4 bilhões de 2016, previsto no acordo coletivo. Segundo a empresa, “a companhia pode realizar o pagamento até 31 de dezembro e está negociando o calendário de pagamento”. Do site do Estadão

ONU SOB O DOMÍNIO DO TERROR ISLÂMICO


A bandeira palestina é hasteada em frente sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em Paris, em uma cerimônia formal que marcou a entrada total da Palestina na organização como seu 195º membro, em dezembro de 2011. (Foto: The Times Israel by UN/UNESCO/Danica Bijeljac)
Não é à toa que o Presidente Donald Trump, observou há algum tempo que contribuir com milhões de dólares anualmente à ONU é jogar dinheiro fora. E não é só isso. De fato, por vias oblíquas, os Estados Unidos estão cevando os tarados islâmicos na sua cruzada terrorista para destruir a Civilização Ocidental.

Trump já cravou um tento importante ao desvencilhar os Estados Unidos do 'Acordo Climático' espúrio, mais conhecido por "acordo caracu". Afinal, como mostrei aqui no blog eram os Estados Unidos que praticamente bancavam a farra dos burocratas e ONGs bundalelês ecochatas.

Provavelmente, dentro de mais algum tempo o Presidente Donald Trump cortará os caraminguás generosos com os quais se locupletam esses desgraçados da ONU. Essa organização multilateral se transformou num ajuntamento de criminosos que afagam o terror islâmico cuja meta é a destruição da nossa Civilização Ocidental. Esses tarados têm o apoio incondicional da grande mídia - toda ela - que certamente é engraxada com dólares sujos de sangue. São os jornalistas que operam, ao nível ideológico, por meio da guerra cultural, essa máquina assassina contra os cristãos e judeus.

Para que os leitores tenham uma ideia do que está rolando de fato na ONU transcrevo uma matéria do site Gospel Prime, elaborada a partir de texto publicado pelo site The Times of Israel. Leiam:


A história da civilização foi definitivamente mudada depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Um “despertamento” para a necessidade de os países se unirem e lutarem para que a paz mundial fosse alcançada embasou a fundação das Organização das Nações Unidas (ONU), em outubro de 1945.
Nessa mesma época surgiu a Liga Árabe, que reunia étnica e religiosamente países de maioria muçulmana do Oriente Médio, da Ásia e da África. Suas cúpulas e decisões não tinham grande impacto no Ocidente, alheio aos meandros históricos e sociais que os fazia buscarem a “umma”, unificação de todos os seguidores de Maomé do planeta.
Contudo, desde os atentados do 11 de setembro de 2001, o mundo experimenta uma nova realidade, onde palavras como “islamismo”, “terrorismo”, “extremismo” andam muitas vezes juntas nos noticiários.
Nos últimos anos, uma das estratégias de “defesa” dos países islâmicos foi operar em bloco e assumir posições-chave dentro da estrutura da ONU. Seguindo a velha máxima, para se defender, partiram para o ataque.
Talvez a maior prova disso são os constantes ataques contra Israel a partir da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). O órgão encarregado de tomar decisões relacionadas à cultura mostra-se cada vez mais com um viés político de fundamentação religiosa.
Basta uma leitura atenta às resoluções mais recentes, que procuram colocar a tradição islâmica acima dos registros históricos e arqueológicos dos lugares considerados sagrados por judeus e cristãos.
Contudo, a coisa pode ficar pior. No final deste ano, a organização vai eleger uma nova liderança. Existe uma preocupação com uma possível “troika islâmica”, que ocuparia três cargos-chave dando vasão total à agenda anti-Israel da organização cultural da ONU.
Das nove pessoas que pretendem suceder a búlgara Irina Bokova no cargo de diretor-geral da UNESCO, quatro são oriundas de Estados árabes. O favorito no momento é o ministro da Cultura do Qatar, Dr. Hamad bin Abdulaziz Al-Kawari.
Os principais candidatos ao cargo de presidente da Conferência Geral são os representantes de Arábia Saudita e do Marrocos, denuncia o embaixador de Israel na organização, Carmel Shama-Hacohen. Além disso, o único candidato para dirigir o Conselho Executivo da UNESCO é o Irã.
Recentemente, o Conselho Executivo da organização ratificou uma resolução que, embora mais suave que os anteriores, condenou duramente as ações israelenses em Jerusalém, Hebron e Gaza e contestou a reivindicação do Estado judeu à soberania em sua capital. A resolução, que chama Israel de “força ocupante” da capital Jerusalém.
O embaixador de Israel na UNESCO Carmel Shama Hacohen (E), com uma bandeira israelense sob os ombros, na sede da agência cultural da ONU em Paris, em 2 de maio de 2017 (Foto: Erez Lichtfeld)
ELEIÇÃO PERIGOSA
No próximo mês de novembro, ao final da 39ª sessão da Conferência Geral da UNESCO, delegados de todos os 195 Estados membros – incluindo o Estado da Palestina, que aderiu em 2011 – elegerão um novo diretor-geral.
“Estou muito confiante de que, uma vez que comuniquemos adequadamente os nobres objetivos da UNESCO em grande escala, o mundo inteiro perceberá sua importância – hoje mais do que nunca – na construção da paz na mente de homens e mulheres”, disse Al Kawari em um discurso recente.
Outro candidato árabe, o ex-ministro egípcio da família e da população, Moushira Khattab, citou o tratado de paz de 1979 com Israel como algo que o qualifica exclusivamente para o cargo.
“Não se esqueça de que começamos a paz com Israel”, disse Khattab em uma entrevista recente. “Durante décadas, e apesar das convulsões que vimos nos últimos seis anos, ainda mantém a paz. O Egito é um país que acredita no diálogo.”
Khattab candidatou-se para o cargo em 2009, mas perdeu para Bokova da Bulgária, que ficou por duas legislaturas e agora não pode ser reeleita.
A UNESCO nunca teve diretores-gerais vindos do mundo muçulmano, levando as nações árabes a argumentar que o “seu tempo” chegou.
Além de Al-Kawari e Khattab, Saleh Al-Hasnawi do Iraque e Vera El-Khoury Lacoeuilhe do Líbano estão buscando o cargo, embora suas chances sejam consideradas muito baixas, dada a relativa fraqueza de seus países no cenário diplomático internacional.
Também em novembro, obedecendo um sistema de rodízio, a UNESCO elegerá novos membros para a sua Conferência Geral e seu Conselho Executivo. O único candidato à presidência do Conselho Executivo é Ahmad Jalali, o atual embaixador do Irã na UNESCO.
Embora Jalali seja considerado um intelectual e “moderado”, ele representa um regime teocrático islâmico que jurou repetidas vezes destruir Israel. Do site Gospel Prime com informações do site The Times Of Israel

quinta-feira, junho 22, 2017

LULA É CONSIDERADO O MAIS NOCIVO PARA O BRASIL, REVELA PESQUISA.

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisa no Distrito Federal avaliou o impacto da Lava Jato nos enrolados na operação: 87,1% dos entrevistados avisaram que não votarão em candidato “que tem o nome envolvido em denúncias da operação”.
Entre os enrolados, entrevistados classificam Lula como o “mais nocivo para o Brasil”, com 37%. Aécio é o segundo (14,5%), seguido por Eduardo Cunha (12,7%) e Sérgio Cabral (4,6%). A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A pesquisa aponta entre os empresários mais “nocivos” Marcelo Odebrecht (4,3%), Joesley Batista (4,1%) e Eike Batista (2,4%).
José Dirceu e Antonio Palocci, ex-ministros de Lula, são “os mais nocivos” dos enrolados para 2,4% e 1,3% dos entrevistados.
A pesquisa de opinião foi realizada em todo o Distrito Federal com 1.516 eleitores a partir dos 16 anos entre os dias 14 e 18 de junho.
O Paraná Pesquisa verificou que hoje 83,2% desaprovam o governo Temer. Há dez meses, em agosto, a desaprovação era de 50,3%.

terça-feira, junho 20, 2017

O 'AÇOUGUEIRO BOLIVARIANO' E SEUS MISTÉRIOS

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Depois que o então coronel Hugo Chávez chegou ao poder na Venezuela dando origem ao flagelo político e social denominado "socialismo bolivariano" que transformou um país rico e próspero numa mega favela de violência e fome, surgem indagações diversas: mas como é que pode ter acontecido tudo isso? 

Como pode que em pleno século XXI um país que detém a maior jazida petrolífera do planeta na atualidade e que já foi detentor da quarta maior renda per capita mundo ter se transformado num reduto de esfaimados que varejam nos lixões em busca de alimentos? Afinal, indagam outros, como Hugo Chávez conseguiu eleger-se e, mais ainda, ter transferido o poder para Nicolás Maduro antes de morrer misteriosamente no CIMEQ - Centro de Investigaciones Médico Quirúrgicas de Havana?

A resposta a todas essas indagações está num neologismo que os analistas políticos venezuelanos criaram: "boliburgues". Isto quer dizer "burguês bolivariano", ou seja os mega empresários, o dito "núcleo duro" da economia , que se associaram a Hugo Chávez em sua tresloucada "revolução bolivariana", eufemismo que designa, grosso modo, a cubanização da Venezuela. Os observadores menos atilados vêem nisso uma contradição. Afinal, como pode capitalistas se associarem com os comunistas?

A história está repleta de exemplos. Isto já no auge da ex-URSS e também na China. E o exemplo mais recente da associação de mega capitalistas com comunistas é o Brasil bem como a Venezuela. E isto ficou evidenciado com todas as letras por meio da Operação Lava Jato, sendo emblema o portentoso grupo Odebrecht e outras empresas e empresários agora réus confessos nas ditas "delações premiadas". Destarte, resta provado que sem o apoio do tal "núcleo duro" da economia Lula e seus sequazes do PT jamais teriam chegado ao poder.

Tanto é que logo que eleito e empossado Lula convidou Henrique Meireles para comandar o Banco Central. Posteriormente, Meireles veio a ser conselheiro econômico do Grupo JBS e, - bingo! - virou Ministro da Fazenda do Governo de Michel Temer sendo que seu nome aparece no rol de prováveis candidatos à Presidência da República. Os institutos de pesquisas, todos eles, são antes de tudo formadores de opinião pública ao incluírem em amostras de tendências eleitorais determinados nomes. Inclusive o de Lula, embora pese sobre as costas do dito ex-operário uma penca de processos decorrentes das investigações da Lava Jato.

Mas de todos os acusados até aqui pelas operações da Polícia Federal, destaca-se Joesley Batista, ao qual todos os poderes permitem que circule por aí leve e solto cruzando os ares internacionais à bordo de seu moderno jatinho com capacidade de levar 21 passageiros.
Joesley em encontro com Lula e Diosdado Cabello, o comparsa de Nicolás Maduro, durante a visita do venezuelano ao Brasil em 2015.
Joesley é um típico "boliburguês" e, face às suas origens, pode ser qualificado como o "açougueiro bolivariano". Em 2015, trocou figurinhas com Diosdado Cabello, o número 2 do regime de Caracas que, naquele ano, esteve no Brasil "prospectando" negócios incluindo a importação de alimentos. Cabello, como não poderia deixar de ser, esteve reunido com Lula e Joesley Batista, como registram fotografias que se encontram à farta em sites da internet. Aliás, esses encontros bolivarianos foram noticiados amplamente pela grande mídia e tratados como grandes eventos empresariais. 

Os jornalistas da grande mídia, como fazem até hoje, jamais denunciaram a cubanização da Venezuela, cujo aspecto mais funesto e horrendo é a fome. Aliás, como já frisei aqui em outras postagens, os comunistas sempre utilizaram a escassez de alimentos como controle social. Haja vista para vida miserável dos cubanos que não compõem a entourage dos herdeiros de Fidel Castro que habitam as mansões do Laguito e onde as despensas são fartas. 

O comportamento de Joesley Batista é, portanto, típico de um boliburguês. Até agora, pelo que se sabe de suas próprias delações foi íntimo do regime lulístico, detalhe que ficou evidente na sua entrevista à revista Época quando afirmou que o governo Lula institucionalizou a corrupção. Todavia, usou com mais precisão sua metralhadora giratória contra o Presidente Michel Temer, embora quem governou o Brasil com inaudito e assombroso poder foi o PT de Lula e de Dilma nos últimos 13 anos, período ao longo do qual emergiu com toda força e poder o grupo JBS.

Entretanto, Joesley cravou sem misericórdia que Michel Temer é o chefe da Orcrim (organização criminosa), quando se sabe que o cargo de Vice-Presidente da República no presidencialismo brasileiro é praticamente decorativo. Não se quer dizer com isso que Temer não possa ter culpa no cartório. Mas a entrevista de Joesley à Época soa no mínimo estranha pelos fatos presentes e, sobretudo, passados, sem contar o que já foi revelado pela Operação Lava Jato.

Acresce a tudo isso um caso insólito: Joesley Batista continua livre, leve e solto como se as ditas "delações premiadas" purgassem todos os crimes perpetrados pelos delatores. Àqueles que colaboram com a Justiça, como dispõe a lei, é concedida a diminuição da pena mas não a liberdade irrestrita. Todavia o que a Nação estarrecida está vendo é Joesley Batista não apenas gozando a liberdade ampla e irrestrita mas, inclusive, concedendo entrevistas especiais a veículos de mídia.

De todos esses acontecimentos, acusações e mistérios quem contabiliza dividendos por enquanto são Lula e seus sequazes. Isto quer dizer que os desígnios do Foro de São Paulo permanecem intactos, ou seja, a venezuelização do Brasil não está totalmente descartada.

sexta-feira, junho 16, 2017

A BATALHA ENTRE A RAZÃO E A IRRACIONALIDADE


Eis aí um ótimo vídeo postado pela Embaixada da Resistência. Afinal, resistir é preciso justamente neste momento em que os valores morais, éticos, políticos e religiosos que deram vida à nossa civilização ocidental vêm sendo pisoteados sem cerimônia. Se a maioria faz como a avestruz enfiando a cabeça na terra para se livrar do perigo as forças do mal triunfarão enquanto a liberdade passará a ser no máximo uma quimera.

Mais ou menos e resumidamente é essa a reflexão contida neste vídeo de Stefan Molineux, um intelectual irlandês radicado no Canadá, ativista libertário que faz uso intensivo das redes sociais para alertar sobre a guerra cultural que vem derrubando os pilares da civilização ocidental.

A principal arma dessa guerra - por enquanto surda - é o aniquilamento de qualquer reação das massas contra o dito globalismo edulcorado pelo politicamente correto, a novinlíngua por meio da qual os estrategistas da demolição da nossa civilização promovem a repressão de qualquer opinião divergente.

Neste vídeo de pouco mais de 8 minutos, Stefan Molineux resume bem o que está acontecendo e concita a comunidade ocidental a reagir antes que seja tarde demais. Como a liberdade não tem preço é hora de agir aqui e agora. Vejam o vídeo, reflitam e compartilhem espalhando pelas redes sociais.

Sponholz: Sob o domínio da máfia.

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quinta-feira, junho 15, 2017

ERA SÓ O QUE FALTAVA: COMISSÃO DO SENADO APROVA PEC QUE PERMITE A ESTRANGEIRO PARTICIPAR DE ELEIÇÕES, COMO VOTAR E SER VOTADO NO BRASIL.

Que dizer desta foto que está circulando pelas redes sociais?
Um governo e um parlamento fragilizados pela torrente de denúncias de corrupção e mega roubalheiras acabam aprovando leis completamente absurdas que não fazem nenhum sentido e não correspondem aos interesses nacionais.Isso ocorre justamente por causa dessa fragilidade decorrente do vácuo que separa os interesses da maioria do povo brasileiro daquele cipoal de negociatas e roubalheiras variadas que ocorrem no breu das tocas. 

O Congresso Nacional já aprovou e Michel Temer sem maiores delongas sancionou a deletéria Lei de Migração, projeto do Senador agora Ministro da Justiça Aloysio Nunes Ferreira do PSDB. E, como se não bastasse essa desgraça que abre as porteiras do Brasil para a invasão islâmica que já atormenta a Europa, projeto do mesmo Aloysio Nunes Ferreira dá permissão a estrangeiros de participarem das eleições brasileiras. Essa afronta acaba ser aprovada em comissão do Senado, cujo relator foi o tucano mineiro Antonio Anastasia.


Isto é uma barbaridade que tem de ser barrada de qualquer maneira, quando se sabe que Michel Temer criou uma espécie de 'Secretaria Islâmica', dentro do Palácio do Planalto, conforme noticiei e comentei recentemente aqui no blog.


Pois bem, se não bastasse tudo isso agora uma comissão do Senado aprovou mais esta barbaridade que agora será votada em plenário, conforme noticiou o site do jornal O Estado de S. Paulo, que transcrevo como segue. Por causa do feriadão a Comissão estava esvaziada. Leiam:


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 14, a permissão para que estrangeiros possam votar e ser votados em eleições municipais no País. A medida agora precisa ser votada pelo plenário da Casa.
O autor da proposta é o senador licenciado e ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), e estende para todas as nacionalidades um direito que hoje é restrito a brasileiros (nascidos no País ou naturalizados) e aos portugueses.

A PEC prevê que o direito a votar e a ser votado, porém, é condicionado a acordos de reciprocidade entre Brasil e outras nações. Ou seja, só poderão participar das eleições municipais naturais de países que também permitam a participação de brasileiros em suas eleições.

Na justificativa da proposta, Nunes Ferreira cita diversos locais onde a permissão para estrangeiros participarem das eleições já é adotada, como Dinamarca, Suécia e alguns cantões suíços em eleições regionais.

“Registramos que o direito ao voto pode ser admitido sob condições de reciprocidade e de permanência por um determinado número de anos; por ser membro de um conjunto de países (caso da Commonwealth ou decorrente de acordos bilaterais entre Dinamarca, Suécia, Islândia e Noruega); ou por ser membro de uma integração política regional (caso da União Europeia, que permite votar e ser votado a seus cidadãos)”, afirma Nunes Ferreira na justificativa da proposta.

A PEC foi aprovada sem discussões, em uma sessão da CCJ esvaziada, com a presença de apenas quatro senadores. O relator do texto foi o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), vice-presidente da comissão. Do site do Estadão

Sponholz: Ainda falta um...

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