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segunda-feira, agosto 20, 2018

LIBERTOS DOS GRILHÕES VERMELHOS DA ERA OBAMA OS ESTADOS UNIDOS EXPERIMENTAM COM DONALD TRUMP UMA VERDADEIRA RENASCENÇA

A matéria segue após este prólogo é do site norte-americano Breitbart em tradução livre do inglês com ajuda do tradutor online. Portanto, não está lá estas coisas, mas suficiente para compreender. Como não vejo televisão não sei o que dirão sobre isso aqueles fantoches esquerdistas da Rede Globo e seu homólogos de emissoras menos votadas.

A verdade é que o Presidente Donald Trump cumpre mais uma de suas promessas de campanha, ou seja, fazer bombar a economia dos Estados Unidos levando a termo o slogan: "Make American Great Again".

As ditas tarifas protecionistas de Trump significam, na verdade, a diminuição da intervenção estatal na economia derrubando a herança maldita do governo esquerdista de Barack Obama que durante 8 anos sujeitou os trabalhadores americanos ao um miserê como nunca antes havia acontecido na história dos Estados Unidos. Obama, obedecendo as diretrizes esquerdistas-globalistas, estava transferindo renda dos trabalhadores para a ditadura comunista da China e seus homólogos vermelhos. Os comunistas sempre quiseram detonar o poder dos Estados Unidos. 

Em entrevista que postei aqui no blog com o economista Paulo Guedes, cotado para ser o Ministro da Fazenda se o Presidenciável Jair Bolsonaro vencer o pleito de outubro próximo, é possível prever que haja algo parecido como o que está ocorrendo nos Estados Unidos sob Trump. Guardadas as devidas proporções, é claro. Mas o economista Paulo Guedes foi enfático na intenção de liberar os gargalos que impedem o Brasil de crescer.

De forma ligeira é isto que está acontecendo nos Estados Unidos sob Trump e o que poderá acontecer no Brasil sob Bolsonaro. Se as pessoas atentarem bem para o que ocorre no Brasil votarão em massa em Jair Bolsonaro que é o único candidato presidencial do Brasil que acena com a liberalização da economia e a consequente diminuição do tamanho avassalador do Estado esse buraco negro que devora empregos e salários e é a fonte de corrupção e roubalheiras sem fim, reveladas pela benfazeja Operação Lava Jato que o "centrão" comunista pretende desarticular.

Leiam o texto a seguir e vejam o que está acontecendo nos Estados Unidos sob o comando do Presidente Donald Trump:  
LIBERDADE TRAZ PROSPERIDADE
A U.S. Steel anunciou que vai investir US $ 750 milhões em sua usina siderúrgica de 110 anos conhecida como Gary Works, em Gary, Indiana, creditando as tarifas protecionistas do presidente Trump sobre as importações de aço.

O que já foi a maior usina siderúrgica do mundo agora terá um facelift de US $ 750 milhões graças à tarifa de 25% de Trump sobre todo o aço importado nos Estados Unidos, projetada para proteger indústrias e empregos americanos de serem terceirizados.

Em um comunicado divulgado nesta semana, executivos da U.S. Steel disseram que vão revitalizar a fábrica de Indiana, que emprega cerca de 3.800 trabalhadores americanos, observou o Chicago Tribune.

Embora os executivos da U.S. Steel digam que ainda não estão planejando aumentar o número de empregos na fábrica de Indiana, o presidente e CEO da U.S. Steel Corp., David Burritt, disse que a empresa está "experimentando um renascimento" por causa das tarifas da Trump.

"Temos o prazer de fazer esse investimento significativo na Gary Works, que melhorará o desempenho ambiental da fábrica, reforçará nossa competitividade e beneficiará a comunidade local nos próximos anos", disse Burritt em um comunicado.

"Estamos experimentando um renascimento na U.S. Steel", disse Burritt.

O renascimento da fabricação da U.S. Steel vem depois de décadas de políticas de livre comércio que incentivaram as empresas americanas a terceirizar prontamente sua força de trabalho para países estrangeiros.

Desde 2001, o livre comércio com a China custou milhões de empegos aos americanos. Entre 2001 e 2015, cerca de 3,4 milhões de empregos nos EUA foram perdidos devido ao déficit comercial do país com a China, como publicado pela Breitbart News.

Dos 3,4 milhões de empregos nos EUA perdidos nesse período de tempo, cerca de 2,6 milhões foram perdidos na indústria de fabricação aleijada, representando cerca de três quartos da perda de empregos do déficit comercial dos EUA e da China.

No entanto, as tarifas de Trump já criaram 11.100 empregos nos EUA em seis meses. Houve 20 vezes mais empregos nos EUA criados por causa das tarifas do que os empregos que foram perdidos. Do site Breitbart - Click here to read in English.

domingo, agosto 19, 2018

ENTREVISTA DO ECONOMISTA PAULO GUEDES DÁ UMA BOA IDEIA DE COMO SERÁ O GOVERNO DO BRASIL SOB A PRESIDÊNCIA DE JAIR BOLSONARO

A principal matéria da revista Veja deste final de semana é uma entrevista com o economista Paulo Guedes. A entrevista está tão boa, no que respeita às respostas sobre o que lhe perguntaram, que foi capa da revista que pertence ao ex-todo poderoso Grupo Abril que exala seus últimos suspiros e se encontra em recuperação judicial. Literalmente afundou. Esta é a verdade. Mesmo assim, na UTI joga suas últimas fichas de sua manifesta má-fé e manipulação dos fatos.

Ao longo de mais de 40 anos de jornalismo confesso não jamais vi algo parecido. Todavia, isto serve para confirmar todas as premonições contidas em meus escritos alertando para a ameaça de venuzelização do Brasil. Agora se confirma que Veja e todo o Grupo Abril fazem parte da camorra que faliu o Brasil, já que insistem na possibilidade de manter tudo como está, o que nos deixará à mercê dos assassinos comunistas. E, a bem da verdade, deve-se salientar que não é só o Grupo Abril que conspira contra o Brasil e os brasileiros, mas toda a grande mídia nacional useira e vezeira na escandalosa produção de fake news.

No rastro da falência do Grupo Abril irá ladeira abaixo uma boa parte da mainstream media nacional. 

A capa da revista não pode ser mais calhorda na tentativa de denegrir o Presidenciável Jair Bolsonaro, cuja liderança, elevado caráter e lealdade em relação ao seu staff é salientado pelo próprio entrevistado, o economista Paulo Guedes, conforme se pode conferir na entrevista cuja postagem na íntegra segue após este prólogo.

O Brasil está nesta situação falimentar e sua população desesperada vendo seus salários serem engolidos por um dos maiores níveis de inflação da nossa história e o cordão do Grupo Abril batendo o bumbo da canalhice, quiçá nutrindo alguma chance de sobrevida à custa da desgraça dos brasileiros. Do ponto de vista moral e ético isto tem de ser repudiado de forma veemente.

Seja como for, o conteúdo da entrevista, por conta exclusiva do preparo e experiência do economista Paulo Guedes, vale a pena ser lida. Ainda mais por denotar franqueza, lealdade, inteligência e bom caráter, qualidades raras em seres humanos e totalmente ausentes no que refere aos golpistas da nefasta "Nova República" hoje reunidos no famigerado "centrão" chefiado pelo PSDB, MDB e PT.

Não conheço Paulo Guedes pessoalmente, mas a clareza e objetividade de suas palavras nesta entrevista são inauditas, reforçando minha intuição que antevê um futuro Governo de Jair Messias Bolsonaro como a única, senão a última tábua de salvação do Brasil. Oxalá o céu ouça as preces do nosso Messias. 

Segue a entrevista:

O senhor é um economista renomado, banqueiro, Ph.D. por uma das melhores universidades do mundo. Jair Bolsonaro é um candidato vindo de um círculo no qual o senhor nunca transitou. Como ocorreu esse encontro? Ele me chamou para conversar depois de ter lido um artigo em que eu dizia que o Ciro Gomes era o legítimo candidato da esquerda e ele, Bolsonaro, o legítimo representante da direita. Foi o Winston Ling (empresário e presidente do conselho de administração da Petropar) que comentou esse artigo com ele. E, de repente, quatro ou cinco pessoas me ligaram ao mesmo tempo pedindo que eu fosse conversar com Bolsonaro. Isso foi no fim de 2017, quando eu ainda estava auxiliando Luciano Huck. Avisei o Huck que iria falar com Bolsonaro, e ele não viu problema algum. E, quando falei com ele, saí da bolha.
O que significa sair da bolha? A bolha é São Paulo, Rio, Florianópolis. Somos nós, a Folha de S.Paulo, a Globo, a VEJA. A bolha diz assim: “Ah, esse cara é chato, disgusting (repugnante, em inglês), tosco”. A bolha pensa em direitos humanos, que são demandas legítimas, corretas e sofisticadas da sociedade. Só que o povo está lá fora gritando socorro porque não sabe se levará um tiro hoje ou amanhã. Então, quando falei com ele, tudo ficou muito claro para mim. O que ele representa? A ordem, que é a função básica de qualquer governo. É isso que as pessoas querem. E é isso que ele defende quando fala de segurança. O que Bolsonaro fala remete aos preceitos liberais mais genuínos, que são a preservação de vidas e de propriedades, e que nortearam todo o pensamento dos constitucionalistas britânicos do século XVII.
Como foi a sua transição de Luciano Huck para Jair Bolsonaro?  Procurei Luciano em 2016 e disse a ele que um tsunami aconteceria em sua vida. Ele tinha, então, mais de 40 milhões de seguidores nas redes sociais. Eu disse: “Você está ferrado porque vai ser presidente da República!”. Ele disse que não havia a menor possibilidade, que ele era “irmão” do Aécio (o senador tucano Aécio Neves era, então, o possível candidato do PSDB à Presidência) e que seria chamado de moleque pelo Fernando Henrique Cardoso caso entrasse para a política. Eu disse a ele que Aécio seria fulminado pela Lava-Jato por causa das denúncias envolvendo Furnas e que ele próprio pediria a Luciano que se candidatasse. Eu não tinha informação nenhuma, era um palpite. Essa conversa foi presenciada pelo Gilberto Sayão (banqueiro carioca). Seis meses depois, Luciano me liga dizendo que eu havia acertado todas as minhas previsões. Aécio o havia procurado oferecendo a vaga de vice. Ele sugeriu, só de sacanagem, ser ele mesmo o candidato à Presidência e Aécio ficar com a Vice. Chocado, Luciano me disse que Aécio tinha topado. Desde então, nós dois ficamos em contato. Depois da vitória de João Doria para a prefeitura de São Paulo, Fernando Henrique também visitou o Luciano e sugeriu que, se ele fosse pré-­candidato pelo PSDB, teria chances reais de concorrer, já que o partido estava então rachado entre Alckmin e Aécio e poderia se unir em torno de um novo nome. Fernando Henrique se tocou, bem depois de mim, que o Luciano era um outsider como Doria e que o brasileiro queria votar em outsiders. Luciano, então, me disse: “Paulo, esse cara ia me chamar de moleque um ano atrás. E ele não fala que precisa de mim por causa dos meus milhões de votos, e sim porque ‘pode me ajudar’. Ninguém foi honesto comigo como você. Mas, olha, agora estou mesmo na campanha. Vamos nessa”. Ele montou uma equipe, e eu me dispus a ajudá-lo. Sugeri que o Armínio Fraga ficasse com a parte econômica. Armínio me disse: “Como assim? O apresentador de TV? Mas eu estou com Aécio!”. Aí eu expliquei tudo e ele topou. Montaram plano, equipe, tudo. Armínio estava a fim de ir de qualquer jeito para o governo. Ele gosta. É um cara espetacular. Mas, no fim de novembro, Luciano desistiu da ideia. E, então, eu me senti apto a ajudar Bolsonaro, com quem já havia me encontrado uma vez.
O Presidenciável Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas eleitorais: sob o fogo cerrado das viúvas do PSDB, PT E MDB que ainda controlam as redações da grande mídia.
Em sua trajetória parlamentar, Bolsonaro já demonstrou claramente que é um estatista e não tem simpatia por medidas de ajuste. O senhor acha que ele se tornou um liberal? É o que eu digo a ele: “Se você não gosta do que a esquerda fez, gosta de uma economia mais aberta, então você quer uma economia liberal de mercado”. E ele não gosta do que a esquerda fez. A reforma da Previdência, por exemplo, não é ponto pacífico ainda no nosso programa. Ele me diz: “Paulo, você quer atropelar o Congresso? Os caras não conseguem aprovar nada, e você quer matar no peito? Você quer pegar o dinheiro dos velhinhos? E os 9 bilhões que deram ao Joesley?”. Aí eu explico a ele que as coisas não são bem assim, sou enfático quando digo que precisa haver reforma e que o presidente precisa encaminhá-la. É uma conversa respeitosa que temos. Às vezes é mais tranquila, às vezes, antagônica, mas sempre franca, porque ele é um cara de princípios.
Bolsonaro já demonstrou claramente sua admiração pela ditadura militar. O senhor também acha que ele se tornou um demo­cra­ta? Bolsonaro faz parte de um enredo que está sendo escrito pela sociedade. Passamos por trinta anos de social-democracia e agora o povo dá sinais de que quer mudar. E ele é o agente da mudança. Sobre a questão da ditadura, acredita que os militares foram chamados pela sociedade porque a esquerda queria dar um golpe. Bolsonaro vê os militares como defensores da ordem. Mas ele mesmo diz que é preciso virar a página sobre esse assunto. A verdade é que, em vez de ameaça à democracia, Bolsonaro pode ser o primeiro presidente a amputar os próprios poderes presidenciais, retirando dinheiro do governo central e transferindo-o a estados e municípios. Isso é precisamente o contrário do que ocorre em um regime antidemocrático, porque regimes totalitários tendem a concentrar o dinheiro e o poder no topo. Bolsonaro está disposto a fazer o contrário, a descentralização de recursos que os constituintes tanto pediam. E ele fala que não quer ser reeleito porque quer dar o exemplo de como se faz política. Quem, além dele, disse isso?
Bolsonaro não conseguiu reunir o apoio de outros partidos para sua candidatura, mesmo sendo líder nas pesquisas sem Lula. Se eleito, como teria uma base forte para aprovar as reformas que o senhor considera imprescindíveis? Já contabilizamos mais de 110 parlamentares que nos apoiam em questões temáticas. Nada de toma lá dá cá, nada de ministérios. Vamos ter de dez a quinze ministérios, menos da metade do que temos hoje. É um novo eixo que se forma. Porque, ainda que um dirigente par­tidário não entenda a mudança, ele vai ver que sua bancada vai aderir a alianças temáticas porque o próprio povo vai pressionar para isso.
Se os deputados votarão por princípios e com base em alianças temáticas, também o fariam num governo Alckmin, Marina, Ciro ou Haddad. Não votarão por princípios apenas no governo Bolsonaro, certo? Votarão por princípios em governos de candidatos que têm agendas temáticas. Esse é o caso de Bolsonaro e Marina, com sua agenda ambiental.
O fato de ter uma agenda temática não impediu Bolsonaro de negociar o apoio do PR, do notório Valdemar Costa Neto. Os evangélicos estão com Bolsonaro, e por isso ele queria o Magno Malta como vice. O PR não quis dar essa garantia, então Bolsonaro rejeitou. Não foi Valdemar Costa Neto que disse não. Foi Bolsonaro. E toda a imprensa criticou essa aproximação, mas aplaudiu quando o Centrão se alinhou ao Alckmin.
Se Bolsonaro ganhar, a Fazenda será um superministério e o senhor, um superministro? A decisão dele é ter apenas um interlocutor em cada área. Na defesa, por exemplo, é o general Augusto Heleno. Na economia, sou eu. Não se trata de superministro, mas de tornar a gestão mais eficiente.
E como seria um programa Paulo Guedes de ajuste fiscal? Venho trabalhando nisso nos últimos trinta, quarenta anos. Não é algo que surgiu do nada. Mas tem algumas premissas. Começa com um programa de privatizações. Calculamos que temos cerca de 1 trilhão de reais em ativos a ser privatizados, incluindo as ações do Tesouro na Petrobras.
Privatizaria o quê? Bolsonaro já disse que não quer privatizar tudo. Que não quer privatizar Itaipu, Nuclebrás etc. Mas eu defendo privatizar tudo mesmo. O meu papel é sugerir tudo. Mas a decisão é dele. A história recente mostra que não há mais defesa para a manutenção dessa quantidade de estatais. Os grandes escândalos de corrupção aconteceram dentro delas. Petrobras, Caixa, Banco do Brasil. São empresas que perderam a capacidade de investimento, não conseguem se modernizar, competir. Por que os Correios são uma estatal? Não faz o menor sentido. Essa seria a primeira medida. Temos ainda mais de 700 000 imóveis da União que podem ser vendidos. Com isso, calculamos mais cerca de 800 bilhões a 1 trilhão de reais. Somadas essas duas medidas, já são 2 trilhões de reais que poderíamos usar para reduzir a dívida, que hoje é de 4 trilhões. Depois, fa­ría­mos concessões de tudo relacionado à infraestrutura.
Tudo? Qual seria o limite? Não há limites. A questão das concessões ainda está sendo estudada, e não conseguimos avaliar quanto arrecadaríamos, porque é incalculável. Há estradas, hidrovias, reservas para exploração do turismo. As possibilidades são enormes. Temos duas consultorias especializadas em infraestrutura e logística que estão montando um plano.
Um plano dessa magnitude exigiria a participação de investidores estrangeiros. É claro. China, Canadá, Estados Unidos. Todos querem investir. Os juros estão muito baixos no mundo todo e há uma enorme liquidez circulando. O Brasil perdeu grandes oportunidades de atrair o investidor privado nos últimos anos.
Bolsonaro já revelou ter restrições ao investimento chinês, sobretudo nos setores mineral e agrícola. O senhor concorda? Ele mantém seu ponto de vista. Mas eu digo sempre a ele que a força de um país hoje vem de sua capacidade tecnológica, de sua potência comercial e de suas Forças Armadas. Nada disso está associado à exploração de minério. Vamos trabalhar para destravar setores que têm limite de capital estrangeiro. Também precisamos discutir a desvinculação das receitas. E desvincular significa habilitar a classe política a fazer o que ela é paga para fazer: aprovar verba no lugar certo.
Como assim? Em vez de haver um ministro do Planejamento dizendo para onde vai o dinheiro, os deputados terão de aprender a votar o direcionamento dos recursos para onde eles são necessários.
Mas isso implica mudança consti­tu­cional. Precisaríamos de uma emenda constitucional, sim, mas não logo de cara.
Os deputados seriam responsáveis por todos esses recursos? Os próprios constituintes defendiam a descentralização de recursos na esfera federal. Sempre que recursos foram centralizados, o Estado corrompeu a classe política. Todos os heróis da redemocratização foram aniquilados pelo Estado. Olhe onde o Lula está. O gasto público é o grande vilão. Foi esse sistema centralizado que permitiu que Lula mandasse fazer um estádio de futebol para o time dele, que desse dinheiro a ditadores simpáticos a seu governo, que comprasse apoio de governadores, como Sérgio Cabral. É esse poder absoluto, que chega a ponto de um grupo político desenhar os vencedores do setor privado, que mina a democracia. A democracia não delega tantos poderes a um indivíduo. É por isso que esse “Estado-máquina” precisa ser desmontado. Porque, quando você descentraliza o poder, você resolve. O mote do nosso programa é “mais Brasil, menos Brasília”. Vamos simplificar a estrutura tributária e injetar na veia de estados e municípios, para que as pessoas vejam o dinheiro irrigando o seu cotidiano.
O senhor considera que irrigar estados e municípios e garantir apoio de alianças temáticas seria suficiente para assegurar governabilidade, em caso de vitória? Tenho feito alguns movimentos para me antecipar. Eu tive, há cerca de dois meses, uma conversa com o DEM, em que falamos justamente sobre uma reforma política para que as alianças sejam em torno de programas partidários a partir do ano que vem. Por exemplo: se um partido fecha questão para apoiar a reforma que descentraliza recursos, quem votar contra está expulso. O próprio DEM deu a isso o nome de “fidelidade programática”, e eu achei lindo. Quando o partido foi criado, deixando de ser PFL, suas lideranças me pediram que redigisse um programa liberal para o partido. Ou seja, ainda que elas não estejam com Bolsonaro, eu acredito que defendam ideias de centro-direita, como nós. O PSD de Guilherme Afif Domingos também. O Afif é um liberal, desenhei o programa dele quando ele concorreu à Presidência, em 1989. Ou seja, é um parceiro natural que pode trazer organicamente um PSD limpo para essa aliança de centro-direita. O que prevemos, para governar, é uma aliança de centro-direita conservadora nos costumes e liberal na economia. E repito: Bolsonaro já disse que, se eleito, não governará mirando reeleição. Ele mesmo diz: “Eu quero um mandato só para dar o exemplo, porque a reeleição faz mal ao país”. O FHC errou lá atrás ao usar isso porque, a partir de então, todos os presidentes passaram a governar para se perpetuar no poder.
O senhor tem todo um governo na cabeça. Bolsonaro, não. Se o senhor sai do governo, acaba o governo Bolsonaro? Não acho. Ele tem sido muito generoso ao dizer que não tem plano B. Ele fala isso para me prestigiar. Agora, se ele quiser um governo liberal, é só levantar a mão que muita gente vem para ajudar. Affonso Celso Pastore, Carlos Langoni, Gustavo Franco. Tem uma porção de gente que se atrai pela economia de mercado. Para a bolha, eu posso ser importante. Mas 99% de quem vota em Bolsonaro não está nem aí para mim. Querem ordem. Eu não me atribuo grande importância porque ele já existia quando eu cheguei.
O senhor precisa explicar as coisas de modo muito didático para Bolsonaro? Eu acho que a bolha trata Bolsonaro com muito desrespeito, como se fosse um cachorro vadio. Lula era melhor do que ele do ponto de vista intelectual? Não era, era um operário malandro. Ah, mas sabia negociar política, né? Agora, esse tipo de negociação nos levou aonde estamos hoje. Não acho que a inabilidade do Bolsonaro em pensar nesse tipo de acordo o descredencia para se tornar um presidente.
O que o faria não estar num possível governo Bolsonaro? Eu acredito num cenário de um sujeito chegando para acabar com a velha política, que foi condenada à morte pela Lava-Jato. Esse sujeito representa a ordem. Então, eu não vou me negar a dar a ele o progresso das ideias liberais para ajudar esse governo a acontecer. Estou com ele 100%. Agora, se a mídia detonar o cara, nenhum partido der governabilidade e ele mesmo não quiser fazer as reformas, o que eu vou fazer? Não sou suicida nem idiota. Estou lutando por uma grande visão. Se ninguém entender, como já aconteceu antes, paciência. No Plano Cruzado, quando eu dizia que tudo ia dar errado, me chamavam de Beato Salu (referência ao místico personagem da novela Roque Santeiro). Eu estou seguro da história que vislumbro. Tive a visão do Luciano ­Huck muito antes de Fernando Henrique, que chegou atrasado. Saí da bolha e vi o Bolsonaro subindo. Acho que estou no caminho certo. O Bolsonaro não está fazendo nada de errado. São os políticos que têm de se reinventar. Escutei algo parecido do Eduar­do Campos pouco antes de sua morte. Perguntei por que ele não estava com Lula, como sempre esteve. Ele me disse: “Não sou santo, fiz política do jeito que todo mundo sempre fez. Só que não dá mais, isso vai acabar mal”. O cara era sagaz. Morreu.

E PARA COMPLETAR:

sexta-feira, agosto 17, 2018

A BOA ONDA CONSERVADORA QUE VEIO PARA FICAR E QUE APAVORA BANDALHA COMUNISTA

Não há qualquer dúvida sobre um fato irrefutável: a América Latina inteira e o Caribe padecem de um mal: a predominância na crença de que só um Estado todo poderoso pode mitigar todo o mal e resolver todos os problemas humanos. Tanto é que este assunto sempre retorna em todas as campanhas eleitorais.

A história tem nos mostrado que quando esta crença absurda se transforma em política de Estado tem-se como resultado mais uma ditadura comunista. Foi o que aconteceu num país que já ostentou a quarta renda per capita do mundo graças às generosas jazidas de petróleo. Trata-se da Venezuela.

Mas nem as bênçãos da natureza que permitiriam que a Venezuela fosse um oásis de progresso conseguiram impedir a sua destruição.

A escalada destrutiva da Venezuela começou no dia 2 de março de 1999, quando Hugo Chávez assumiu o poder jurando respeitar a democracia. É que o conceito de "democracia" para os comunistas como finado caudilho Hugo Chávez significa a estatização da economia. Deu no que deu.

Mas um fato interessante é que praticamente todos os partidos políticos da Venezuela são de viés socialista e quatro partidos da Oposição na Venezuela são filiados à Internacional Socialista sendo que três deles integram com destaque a denominada ex-Mesa de Unidade Democrática (MUD) que congregou diversos partidos que se opuseram ao chavismo, pero no mucho, e que desapareceu com o golpe final assestado pelo tiranete Nicolas Maduro. Vejam nesta tabela ilustrativa abaixo. Nota-se também que não há uma mísera agremiação política de viés conservador, como se ser conservador fosse um pecado mortal. E, se montarmos uma tabela com os 35 partidos políticos brasileiros não será diferente da Venezuela.
Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Esta é a realidade política que impregna todo o continente latino-americano e o Caribe. Aliás, o termo "conservador", é sim uma categoria da filosofia política e nem sequer era aventado. Há pouco tempo é que o vocábulo começou a aparecer em decorrência das injunções políticas e da debacle econômica da maioria dos países latino-americanos, como a Venezuela e o próprio Brasil que foi seviciado ao longo de 13 anos pela bandalha de esquerdopatas do PT, PSDB e MDB associados aos "socialistas de iPhone" e ao jornalismo da grande mídia que cuidadosamente baniu de qualquer análise política os termos "comunista" e "conservador".

O primeiro era para tapar o sol com a peneira porque a maioria da população é anti-comunista. O segundo vocábulo foi eliminado e no seu lugar passou-se a utilizar o conceito de "direita". Trata-se de uma manobra malandra porque o conceito de "direita" passou há muito tempo a designar apenas os regimes "nazista" e "fascista", como se fossem diferentes do comunismo. Obviamente, nazismo, fascismo e comunismo são verso e anverso da mesma medalha. Todos são estatizantes, todos são ditaduras, jamais amparados pelos ditames conservadores. É importante lembrar que o termo "democrático" é também um subterfúgio dos comunistas que o invocam o tempo todo. Por isso nunca se vê sigla de "Partido Conservador Democrático", "Partido Conservador Social" e por aí vai.

Portanto, só mais recentemente é que o termo "conservador" voltou a ser utilizado ainda assim como se fosse sinônimo do termo "direita". Essa mistificação é levada a efeito pela mainstream media e nutrida pelos supostos "cientistas políticos", "sociólogos" e ditos "filósofos" de esquerda. São eles que com sua pretensa "autoridade acadêmica" disseminam essa enganosa confusão para alcançar a pretensa hegemonia esquerdista.

Por variadas injunções de ordem política, econômica e social é que pela primeira vez da palavra "conservador" surge no debate político na América Latina. Há pouco noticiou-se a posse do novo presidente "conservador" no Paraguai e também na Argentina o atual governo tem viés conservador e pautas conservadoras, como a rejeição do aborto, que foi aprovada no parlamento argentino.
GUINADA SEM VOLTA
No que concerne ao Brasil é também a primeira vez que se esboça um claro movimento conservador. Haja vista que o líder das pesquisas eleitorais presidenciais Jair Bolsonaro, tem sua performance política ancorada em propostas de conservadoras, como a defesa da família e o direito de nascer repudiando o aborto. Outras teses conservadoras defendidas por Bolsonaro incluem o direito ao porte de arma, bem como a valorização e incremento da segurança pública e, sobretudo, a defesa da família e da ordem. Outros pontos importantes de sua plataforma de propostas contemplam a desestatização da economia e o livre mercado inclusive em termos internacionais, ou seja, o direito de comercialização de bens e serviços, livre de qualquer injunção ideológica. 

Concluindo fica muito claro e evidente que o atraso do Brasil e de toda a América Latina e o Caribe decorre de forma exclusiva a dominância das propostas socialistas, pela proliferação de partidos políticos comunistas e suas alianças com mega empresários e banqueiros. Não é de hoje o funesto e criminoso conluio entre essa gente economicamente poderosa com os comunistas. O estatismo no Brasil e em todo o continente sul americano é o locus por excelência onde viceja uma classe empresarial favorecida pelas benesses estatais. Aliás, como noticiei aqui no blog um banqueiro relativizou há pouco o fato de um governo ser de esquerda. 
A REAÇÃO É GLOBAL
O advento da internet com sites e blogs independentes e, mais recentemente, com o crescimento das redes sociais, está determinando uma mudança radical no que diz respeito à política. O primeiro sintoma é que se verifica é uma nítida guinada conservadora por parte de uma ampla maioria de cidadãos, fato que pela primeira vez desestabiliza o establishment em nível global.

Esta mudança repentina no comportamento político das massas não foi por certo o que pretendia o establishment e daí decorre a sanha censória que se abateu sobretudo em cima das redes sociais.

O debate amplo e irrestrito tende justamente ao apoio das propostas conservadoras já que são elas que sempre mantiveram a vida na Terra e a possibilidade da sociedade humana prosperar. Imaginavam os engenheiros sociais da ONU, União Europeia e o movimento comunista internacional que seria muito fácil um controle global da opinião pública por meio da internet. Na prática se viu a ocorrência do contrário e esse é o motivo que levou as mega empresas de tecnologia à ação censória sem a menor cerimônia.

Concluindo: há sem dúvida um forte movimento conservador global que está apenas no seu início e que teve porém poderosos marcos iniciais: a vitória do Presidente Donald Trump e o Brexit na no Reino Unido, além da reação de diversos países da União Europeia à ditadura de Bruxelas, o viveiro dos comandantes de 28 países que compõem o bloco europeu.

Há portanto, de forma clara, uma tendência conservadora que provoca solavancos geopolíticos que se sente até mesmo aqui na América Latina onde o maior país do continente sul-americano, o Brasil, parece ter acordado do "berço esplêndido" e está em vias de eleger um candidato presidencial, Jair Bolsonaro, cujas propostas estão ancoradas no ideário conservador.

UM EPISÓDIO SIMBÓLICO: JAIR BOLSONARO É O ÚNICO CANDIDATO PRESIDENCIAL QUE PRESTIGIA SOLENIDADE DE FORMATURA DE SARGENTOS DA PM DE SÃO PAULO.


O Presidenciável Jair Bolsonaro dedicou a manhã desta sexta-feira para participar da solenidade de formatura de sargentos da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O vídeo acima diz tudo.

Os demais candidatos do dito centrão esquerdista do PSDB, PT, MDB et caterva, nem sequer fizeram alusão ao ato, quanto mais participar da solenidade que reuniu uma multidão de PMs e seus familiares.

Na verdade as polícias militares vêm sendo desprestigiadas desde sempre no Brasil, salvo o período dos governos militares. E o resultado está aí, com o Brasil sendo recordista em assassinatos com o assombroso número de mais de 60 mil assassinatos por ano.

Nos desgovernos do PT com o apoio do MDB e do PSDB e mais os ratos de agremiações nanicas, as Polícias Militares não foram apenas desprestigiadas. Tentaram, e continuam tentando, acabar com as Polícias Militares. Tanto é que uma tal "Força Nacional" foi criada nesse período embora ninguém mais ouça falar nisso. 

Anote-se que o Ministério da Defesa criado no governo de FHC vem sendo ocupado por notórios comunistas desde a sua criação. Foi uma forma de aniquilar o prestígio das Forças Armadas e submetê-las a uma clara humilhação. O resultado está aí. O Brasil se transformou num caldeirão de violência.

O ponto fora da curva é Jair Bolsonaro. O único candidato a Presidência da República que inclui em primeiro lugar em suas propostas a promessa de restabelecer a lei e à ordem. É também o único candidato à Presidência da República que desfruta do carinho e do apoio das Forças da Ordem e esse é um fato apreciado e querido pela maioria esmagadora da população brasileira.

Não à toa que Jair Bolsonaro pontua disparado na frente em todas as pesquisas eleitorais, fato que a grande mídia mentirosa a serviço do "centrão" comunista tenta minimizar, sem falar nas publicações de fake news que repetem sem parar na maior cara dura tentando desqualificá-lo.

quinta-feira, agosto 16, 2018

VICE-PRESIDENTE DO BANCO ITAÚ COMPROVA O CONLUIO DOS BANQUEIROS COM A BANDALHA ESQUERDISTA QUE FALIU O BRASIL

Este é Alberto Fernandes, vice-presidente do Banco Itaú BBA que parece pensar que todos os brasileiros são idiotas. Está enganado.
Para quem entende razoavelmente de política sabe que boa parte dos mega empresários e banqueiros adoram os esquerdistas. Estatização combinada com a censura - esquema típico de qualquer regime comunista - é na visão desses socialistas de iPhone um verdadeiro maná. Quando o tesouro restar detonado pela pilhagem desses afortunados a custa a miséria da maioria, eles escolhem um outro país para viver enquanto a maioria da população vai esgravatar os lixões em busca de comida como acontece agora na vizinha Venezuela. 

Numa entrevista à esquerdista Folha de S. Paulo vice-presidente executivo do Itaú BBA, Alberto Fernandes, não hesitou em afirmar "que não tem medo de um eventual novo governo de esquerda no Brasil". O Itaú BBA é o braço de investimentos do Itaú Unibanco, o maior banco privado brasileiro.
“Não estamos nesse clima de medo da esquerda. Já passamos por 12 anos de um governo de esquerda”, disse Fernandes nesta quinta-feira (16) em um café da manhã com jornalistas.
Ele afirmou que todos os candidatos –seja à direita ou à esquerda– parecem demonstrar consciência da necessidade do Brasil em fazer reformas que controlem as contas públicas."
É mentira, Alberto Fernandes. Aliás, o alerta já foi dado por um dos mais bem preparados economistas brasileiros, o Paulo Guedes, cotado para ser o Ministro da Fazenda se Bolsonaro for o vitorioso. Guedes Alertou: "o Brasil não suportará mais um ciclo de PSDB e PT".
Portanto, esse tal Alberto Fernandes e o banco do qual é empregado e moço de recados do banqueiro, estão entre os responsáveis pela situação miserável em que se encontra o Brasil. Rasparam o fundo do cofre da Nação. O Brasil está literalmente falido justamente pela adoção do receituário estatista levado a efeito pela bandalha comunista do PSDB, PT, MDB. Foram 12 anos de pilhagem dos cofres públicos com o silêncio da dita "elite" empresarial, sobretudo os banqueiros e seus asseclas em conluio com os ratos vermelhos.
Não dá mais para aguentar essa esbórnia com o dinheiro público que está levando a maioria das famílias brasileiras ao desespero.
Não é surpresa, portanto, que Jair Bolsonaro lidere as pesquisas eleitorais em todo o território brasileiro. A situação é de calamidade total. E todas as pessoas que não fazem parte dessa indecente gatunagem do erário sabem que esta eleição presidencial é a derradeira chance de salvar a Nação e a única tábua de salvação é Jair Bolsonaro. Esta verdade tem de ser dita.

COINCIDÊNCIA? GEORGE SOROS INVESTIU MILHÕES NOS GIGANTES DA TECNOLOGIA MESES ANTES DOS TARADOS DO SILICON VALLEY DERRUBAREM DIVERSAS CONTAS DE REDES SOCIAIS


A empresa do bilionário globalista George Soros investiu milhões em vários gigantes da tecnologia poucos meses antes dessas empresas derrubar diversas contas das redes sociais, sendo que essa ação censória riscou o conhecimento site conservador  Infowars e seu editor, o conhecido jornalista norte-americano Alex Jones.
A "Soros Fund Management” investiu em grandes empresas de tecnologia e mídia social no segundo trimestre", informou a Fox Business na quarta-feira.
"O escritório familiar do investidor bilionário George Soros acrescentou participações na Apple, no Facebook e no Twitter, além de reduzir as participações na Amazon e na empresa controladora do Google, a Alphabet."
O notório colaborador nazista não é o único bilionário com um interesse renovado em Big Tech.
“O chairman da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, revelou em uma declaração regulatória no início deste mês que sua empresa comprou bilhões de dólares em ações adicionais da Apple em seu trimestre mais recente”, informou o Silicon Valley Business Journal.
Na semana passada, a Apple, o Facebook, o YouTube e o Spotify baniram o site conservador Infowars de forma inexplicável de suas plataformas, e muitos outros seguiram o exemplo dias depois, justificados sob o pretexto de “discurso de ódio”.
Além disso, o Twitter suspendeu as contas do Twitter de Alex Jones e Infowars nesta semana por apelar ao presidente Trump para agir contra a censura online.
É uma coincidência que essas mesmas empresas colocaram os Infowars na lista negra - o inimigo jurado de Soros - depois que o líder globalista se envolveu com eles? Do site Infowars - Click here to ready in English.

CAMPANHA ELEITORAL INICIOU NO PRIMEIRO MINUTO DESTA QUINTA-FEIRA. FLÁVIO BOLSONARO REVELA EM 'LIVE' NO FACEBOOK APLICATIVO ESPECIAL DA CAMPANHA DE JAIR BOLSONARO.


O filho do Presidenciável Jair Bolsonaro, o deputado e candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, iniciou há pouco esta live via Facebook. É que a partir da meia-noite desta quarta-feira, começou oficialmente a campanha eleitoral. A transmissão foi encerrada há pouco.

Nesta transmissão Flavio Bolsonaro está dando algumas dicas para os apoiadores do Presidenciável Jair Bolsonaro. Anuncia também o lançamento do aplicativo MANO, que inclui a TV Bolsonaro e que já está disponível para baixar nos celulares.

Com este aplicativo os eleitores poderão ficar por dentro de todos os lances da campanha de Jair Bolsonaro, além de poder compartilhar informações, fotografias e textos.

Desta forma, cada apoiador do Presidenciável Jair Bolsonaro terá participação ativa na campanha por meio do aplicativo MANO.

Para baixar o aplicativo é necessários ir à loja Apple, Windows, etc... conforme o sistema operacional do seu celular.

COMO BAIXAR O APLICATIVO 'MANO':

quarta-feira, agosto 15, 2018

É MUITO MELHOR TER UM SONHO AGRADÁVEL DO QUE UM PESADELO PAVOROSO

A página conservadora Embaixada da Resistência no Facebook que é produzida em Portugal e que tenho citado amiúde aqui no blog, acaba de editar uma postagem em que anuncia o seu apoio ao Presidenciável Jair Bolsonaro.

Na ilustração uma fotomontagem já muito popular pelas redes sociais mostra o Presidente Donald Trump recebendo Jair Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca, o "office" do dirigente da mais poderosa e desenvolvida Nação do planeta.

Oxalá o que agora é uma fotomontagem no futuro possa ser uma agradável realidade. E, ao mesmo tempo, dá para imaginar a reação da mainstream media caso Bolsonaro saia vitorioso do pleito presidencial no Brasil e, mais adiante, seja recebido pelo Presidente Trump no vetusto escritório.

Melhor sonhar com coisas boas do que ser seviciado por um pesadelo cujo enredo mostre a Bandeira do Brasil tremulando esfarrapada sobre um monturo de lixo sendo esgravatado por brasileiros famélicos em andrajos, tal qual na Venezuela...

Transcrevo o texto da Embaixada da Resistência. Muito melhor que os escritos nauseabundos produzidos por colunistas da grande mídia brasileira a soldo do 'centrão'. Na verdade não são textos jornalísticos mas sim um turbilhão de fake news. Leiam:

Nunca tendo sido o foco da página foi com toda a naturalidade que sempre afirmamos o nosso apoio a Jair Bolsonaro no Brasil e é com alguma perplexidade que assistimos à estranheza de alguns (poucos) com esse apoio.
Ia apoiar quem!? A sua avó!?
Os motivos do apoio são tão simples quanto incontornáveis:
Jair Bolsonaro é, tal como Donald Trump, a personagem que tira o sono à esquerda. FIM.
Muitas "mentes avantajadas" insistem em complicar o que é bastante simples e tentam ignorar esta constatação do óbvio com mil e um subterfúgios e acrobacias intelectuais. Os mesmos que o fizeram com Donald Trump...
Jair Bolsonaro é uma pessoa genuína, sem agendas mirabolantes ou planos maquiavélicos. É preto no branco, é verde e amarelo, é lei é ordem é progresso.
Ele encarna a simplicidade, a transparência, a sinceridade e a forte ligação ao chamado "senso comum". Isso inspira em nós uma total confiança na sua pessoa como se fosse da família.
Acima de tudo ele manifesta também a coragem para bater de frente com a esquerda, algo que é muito mais determinante do que qualquer "programa eleitoral".
Ele reúne as condições primordiais. Reúne a boa vontade o caráter e a humildade, o resto virá com o tempo e com as pessoas certas no lugar certo.
Jair Bolsonaro diz encarar a batalha presidencial como uma missão divina e isso SENTE-SE.
Concluindo:
Tivemos o Jair empresário na América e agora teremos o Trump militar no Brasil. Para mim são a mesma coisa: PESADELO DA ESQUERDA.
Assim queira Deus e as urnas o permitam.
PS - Não sabemos até que ponto poderemos fazer campanha pois o facebook enviou umas mensagens estranhas exigindo um monte de coisas para fazer postagens (a partir de 16 de Agosto), e coisas que seriam impossíveis cumprir (tais como: passaporte brasileiro).
No entanto, direta ou indiretamente, faremos alguma coisa, nem que seja através de outras páginas. Ninguém nos vai impedir de trabalhar de graça seja como for.

PPS - Alckmin nem é nome de gente.

terça-feira, agosto 14, 2018

MALDADE POUCA É BOBAGEM: DEVASSANDO E EXPLICANDO O ESQUEMA DA 'GUERRILHA CULTURAL' DO 'CENTRÃO' COMUNISTA.


Em sua pagina no Facebook o Presidenciável Jair Bolsonaro fez a postagem deste vídeo bem curtinho mas que resume de forma bem didática o que é o dito "marxismo cultural".

Vendo o vídeo os leitores passarão a entender por que de repente os comunistas largaram os fuzis, pararam de cometer sequestros e atentados e de promover a guerra de guerrilha.

O comunista italiano Antonio Gramsci é quem forneceu as diretivas para a pretendida destruição capitalismo, não por meio das armas, mas por meio de um ação incruenta que fosse capaz de alterar e modificar o sentido dos conceitos, crenças e tradições que formam o que se convencionou denominar de "matriz cultural".

No caso, a nossa "matriz cultural" é judaico-cristã. Ainda que um cidadão ocidental seja um cético, um ateu, ainda assim ele professa muitas crenças advindas da nossa matriz cultural e crê, por exemplo, na eficiência do Direito Racional, isto é, calculável e que lhe oferece a segurança e liberdade. Sem o Direito Racional e o Estado laico a liberdade seria uma quimera.

Gramsci chegou à conclusão que a revolução com violência não iria jamais derrubar os alicerces do Ocidente e, muito menos, o sistema capitalista de livre mercado que é o motor do desenvolvimento ocidental.

O esquema da revolução incruenta de Gramsci se dá então pela destruição dos valores morais, éticos e religiosos. Seria mais ou menos como reprogramar o nosso cérebro de forma a alterar o sentido operacional dos conceitos por meio dos quais nomeamos as coisas materiais e espirituais. O resultado disso como preveem os comunistas gramscianos levaria ao desmanche do conjunto de crenças, costumes e de valores oriundos da nossa matriz cultural abrindo o caminho para uma sociedade dita comunista.

Por isso, estamos vivenciando, por exemplo, uma ampla campanha midiática enfocando o que denominam de "diversidade", conceito vago e ao mesmo tempo abrangente que contempla por exemplo a dita "política de gênero" denominada de "diversidade sexual". Ao mesmo tempo fomentam por meio desse estratagema a destruição da família e enaltecem o casamento de transgêneros. E, por fim, negam a distinção natural entre os gêneros masculino e feminino. Ao mesmo tempo no âmbito dito "cultural", os comunistas promovem festins diabólicos envolvendo nudez de adultos na presença de crianças, como ocorreu recentemente aqui no Brasil.
TENTATIVA DE DESTRUIR A FAMÍLIA
Noutra ponta, os comunistas tratam de alimentar a feminização do masculino e a masculinidade do feminino o que não deixa de ser uma coisa grotesca e criminosa. Há uma indisfarçável tentativa de destruição da família, fato que tem gerado uma onda de violência inaudita e que cria hordas de desocupados morando nas ruas das cidades. E ao invés das autoridades combaterem essa onda de vagabundagem e crimes, elas obedecem aos comunistas que criaram o conceito de "acolhimento" e quem paga a conta do acolhimento desses vagabundos e criminosos somos nós, os contribuintes de impostos escorchantes. Ignorantes e oportunistas, travestidos de autoridade, dominam todas as instâncias estatais compondo um sistema predatório que conduz à destruição do Brasil. 

Em síntese e de forma muito ligeira todas essas monstruosidades, violência e insegurança são resultado dessa insidiosa guerra cultural cujo fim último é a destruição da Civilização Ocidental, por meio da desordem que é difundida, vejam só, através das escolas e universidades e até mesmo em igrejas controladas pelos prelados vermelhos.

Quem conseguir entender isso matou a charada e estará munido de bom conhecimento para conter e aniquilar, agora no plano cultural, mais esse ataque do movimento comunista.

Lembrem-se que essa guerrilha cultural faz parte do esquema político do dito "centrão", o ajuntamento comunista comandado pelo PSDB, MDB e PT e mais aquela miríade de partidos nanicos que vivem da verba partidária e parasitando no Congresso Nacional, Ministérios e demais repartições públicas variadas nos níveis federal, estadual e municipal!

Não é à toa que o Presidenciável Jair Bolsonaro publicou o vídeo acima em sua página do Facebook e na sua conta do Youtube. Bolsonaro é o único presidenciável que combate essa guerrilha cultural comunista que é liderada justamente por seus oponentes.

Mais claro do que isso é impossível!  

domingo, agosto 12, 2018

QUEBRANDO O TABU: EMPRESÁRIO SEBASTIÃO BOMFIM, DONO DA MEGA VAREJISTA CENTAURO, DECIDE APOIAR JAIR BOLSONARO.

Sebastião Bomfim, o fundador e proprietário da gigante varejista Centauro.
Justamente neste domingo quando escrevi um texto especial aqui no blog chamando a atenção do empresariado para o perigo de fazer vistas grossas à deletéria ação da ditadura do pensamento politicamente correto eis que surge - que baita coincidência - a notícia dando conta que um dos maiores empresários varejistas do Brasil, Sebastião Bomfim, dono da Centauro, apoia o presidenciável Jair Bolsonaro. Afinal, Bolsonaro é a antítese dessa perversão que é o politicamente correto.

Segundo consta, Bomfim teve um encontro com Jair Bolsonaro e decidiu bater o martelo quebrando o tabu, para o desespero dessa gentalha esquerdista que domina as redações de todos os veículos da grande mídia, evidentemente com o consentimento dos donos dessas empresas que são aliados do "centrão" comunista chefiado pelo PSDB, MDB e PT.

É claro que as matérias relativas à decisão do empresário Sebastião Bomfim estão cheias de mechas vermelhas. Mas a decisão do empresário está muito clara nas reportagens dos sites dos jornalões:

“Tive uma reunião face to face com Bolsonaro e vi um cara com posições fantásticas”, diz o empresário, que perdeu o medo diante de um candidato risonho e que pediu “apenas ideias” como contribuição de campanha. “Estava com receio de voltarmos a perder a democracia. Mas tive muita segurança de que isso não vai acontecer”, afirma.

Já na manhã deste domingo o presidenciável gravou e postou em sua página do Facebook um vídeo em que agradece o apoio do empresário Sebastião Bomfim:

O POLITICAMENTE CORRETO ACABARÁ DETONANDO TODAS AS EMPRESAS PELA COMPLACÊNCIA E O SILÊNCIO COVARDE DOS PRÓPRIOS EMPRESÁRIOS.


Neste vídeo postado pela Embaixada da Resistência e traduzido com legendas em português uma análise e advertências formuladas por Gavin McInnes, inglês com cidadania canadense. McInnes é um comentarista e analista político conservador. Seus vídeos são muito conhecidos no Canadá e nos Estados Unidos. Graças à interne, às redes sociais, blogs e sites independentes temos acesso às suas análises e críticas à reviravolta bundalelê que ameaça a civilização ocidental com base no dito pensamento politicamente correto. Por enquanto, se é que me entendem. Porque agora, além do filtro censório dos psicopatas da dita mainstream media, enfrentamos os algoritmos criados pelos engenheiros do Silicon Valley que fazem sumir das redes sociais as postagens de viés conservador.

Este vídeo acima não é novo. Foi reeditado pela Embaixada da Resistência. Vale muito a pena ver o vídeo justamente porque enfoca o silêncio cúmplice das grandes corporações à ditadura de uma minoria histérica do esquerdismo delirante. Sim, porque se você, caro leitor, se der ao trabalho que visitar os sites das grandes corporações encontrará lá praticamente todos os preceitos ditados pela engenharia social formulada pela ONU. Encarregam-se de impor essa agenda às corporações empresariais uma minoria de agitadores esquerdistas que manipulam a grande mídia, o show business, as escolas e universidades. 


O trabalho de pressão sobre as empresas para que se adaptem à bestial ditadura do politicamente correto é realizado por meio daquilo que é tipificado como "cultura". Muitas empresas patrocinam shows da diversidade bundalelê, se agacham ante uma meia dúzia de vagabundos histéricos e imorais. 


Se você, caro leitor, parar para pensar um pouco sobre este assunto verá que de repente sumiu da grande mídia, sobretudo a televisão, muitos dos tradicionais anunciantes. Ao mesmo tempo em que o esquerdismo histérico condena a cerveja, o vinhos, cigarros de tabaco ou guloseimas infantis em nome da saúde coletiva, realiza passeatas e pressões sobre o Legislativo e o Judiciário em favor da legalização do uso da maconha que é o primeiro passo para a liberação de todas as demais drogas alucinógenas. Os que têm voz e poder se calam, consentem, tergiversam e acham isso bacana e atual.


Ajunte-se a isso a dita diversidade, a ideologia de gênero que insufla a emasculação de meninos e masculinização das meninas. E denominam isso de 'empoderamento". Toda essa loucura já alcança o mundo da moda cuja característica é a masculinização das roupas das mulheres e feminização dos trajes masculinos.


A grande mídia e os grupos de pressão constituídos de hipsters histéricos se encarregam de promover essa guerrilha bestial cujo fim último é a destruição da civilização ocidental. 


O diabo é que presidentes, executivos e diretores de grande empresas se sujeitam pelo silêncio covarde e oportunismo imediato às imposições dessa malta de impostores vagabundos, títeres da ONU, União Europeia e demais organismos multilaterais que são os laboratórios do projeto denominado "globalismo". Os grandes empresários e seus executivos idiotas estão fornecendo a corda que irá enforcá-los.


NB.: No vídeo acima o comentarista se refere a Rush Limbaugh pelas pressões que vem sofrendo por parte do establishment. Limbaugh é um radialista e comentarista de rádio muito famoso nos Estados Unidos. Lá emissoras de rádio fazem um extraordinário contraponto à 'mainstream media'. Seus principais comentaristas não cedem à ditadura do politicamente correto. Esse equilíbrio no que tange à liberdade de imprensa e formação da opinião pública não é e nunca foi um samba de uma nota só nos EUA. Outras notas entram no ar. Por isso mesmo os Estados Unidos continuam sendo a maior potência econômica e bélica do mundo, agora reforçada pelas mãos firmes do Presidente Donald Trump.

A DITADURA DA MINORIA HISTÉRICA
O texto que explica o conteúdo do vídeo da lavra do editor da página Embaixada da Resistência no Facebook, esclarece o seguinte:

Este vídeo antigo agora recortado, a propósito da tentativa de silenciar Rush Limbaugh, é uma boa introdução para aquilo que gosto de denominar de "liberalóides" = arremedos de liberais.
O clima de censura é cultural não é necessariamente uma expressão da lei nem as decisões de empresas privadas são necessariamente determinadas por racionalidade econômica mas por pressões de grupos histéricos e totalitários que são de essência terrorista, ou seja, exercem o seu domínio através da violência.
Condicionam e coagem por pressões culturais, que mesmo que possam ser legítimas, têm que ser combatidas e não ignoradas.
Grande parte das decisões das empresas privadas não são julgadas em função do seu benefício nem do interesse dos consumidores, mas em função da retaliação destes grupos minoritários e histéricos que tentam sequestrar e subverter o livre mercado para posteriormente o destruir (mesmo que seja alcançado altos cargos no seu interior).
Temos que combater a cultura da censura, temos que promover a cultura do debate. Mas a esquerda não quer debate, porque a esquerda perde o debate.

Sponholz: Baita pilantragem.

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Santa Edwiges (1174-1243)
Contam os historiadores que Santa Edwiges vivia com uma renda mínima, tipo ministros do STF, usando o restante para socorrer os pobres, enfermos, idosos, viúvas, crianças abandonadas, endividados e encarcerados, a quem ajudava pessoalmente. (Nota do Sponholz)