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domingo, setembro 25, 2016

LINDBERGH É HOSTILIZADO NO RIO. PETISTAS SE TRANSFORMAM EM ZUMBIS DE CEMITÉRIO.

O senador petista Lindbergh Faria, aquele da bancada da chupeta que espumava quando a governanta foi 'ex-governanta' sofreu impeachment, foi alvo de hostilidade na noite deste sábado no Rio de Janeiro como mostra o vídeo acima. Segundo o site de Veja, por pouco não houve pancadaria:

"O senador Lindbergh Farias se envolveu em uma confusão nesta madrugada. Ao sair de um restaurante na Barra da Tijuca, o petista foi abordado por um jovem que gritava insistentemente “Fora, PT” e “Fora, Lindbergh”. O senador retrucava chamando o rapaz de “Fascistinha” e “Babaca”. Por muito pouco, não houve agressão física. O jovem chegou a tirar a camisa e partir para cima do senador, mas foi contido por pessoas que estavam no local".
Conclusão:O PT já era e seus seguidores não passam de um amontoado de zumbis cambaleantes de portão de cemitério. 

sábado, setembro 24, 2016

LULA SERÁ PRESO E A ESQUERDA DERRETEU


Recomendo que vocês escutem com atenção este podcast de Flávio Morgenstern, editor do site Senso Incomum. Trata-se de uma verdadeira aula de teoria política como o foco voltado à análise do que está rolando no Brasil depois que o PT foi apeado do poder e Lula e toda a esquerda derreteu. Além disso Lula já foi indicado pela Lava Jato.

Ao mesmo tempo Morgenstern explica de forma bem didática o intrincado processo político nacional e a influência da teoria de Antonio Gramsci que        em termos ideológicos a estratégia política do PT que foi por água abaixo depois do estouro do petr             olão, o escândalo de roubalheiras que começou na Petrobras e já alcança todas as áreas estatais.

Transcrevo um texto do próprio Flávio Morgenstern sobre o conteúdo do podcast. Como é final de semana e a maioria dos leitores está de folga vale a pena dedicar um tempinho para ouvir. Lembro que a compreensão de tudo aquilo que está rolando não é tão simples assim. Exige algum conhecimento de filosofia política que Morgenstern coloca de forma bem didática, bem explicada. Leiam e depois ouçam o podcast:
Guten Morgen, Brasilien! Com a prisão de Lula mudando de uma possibilidade para uma certeza cada vez mais clara, só faltando marcar a data, o apelo da esquerda no Brasil sofreu uma mudança radical, e todo o discurso, os símbolos, a narrativa, os valores e até as cores da esquerda tiveram de sofrer uma mudança urgente – quando não um verdadeiro disfarce para não ser associado a coisas que o povo detesta.
Para entender como ficará o futuro do Brasil após dois eventos tão grandiloquentes, o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula, verdadeiros símbolos do descrédito e da falha total da ideologia esquerdista e do projeto de poder completo do grande partido que a carrega o PT, é preciso antes traçar o cenário atual e como chegamos a ele.
Podemos dizer que as manifestações que tomaram as ruas pelo impeachment, fazendo pressão social a uma peça jurídica cabal de nossa colunista Janaína Paschoal, ensejaram o fim do PT por três motivos: a técnica, o desejo da população (visto que o impeachment é um processo jurídico-político) e o simbólico – com uma estaca ainda mais forte no peito com Lula se tornando réu na Lava Jato.
Podemos entender o Brasil de 2015 para cá, então, quase como um rebote de junho de 2013: se as primeiras manifestações queriam todo poder ao Estado, iniciando com a pauta dos 20 centavos, para depois incutir a narrativa vitimista da esquerda (“é por direitos! é contra a PM fascista!”), as manifestações de 2015 e 2016 foram praticamente o seu inverso. O PT de Lula e Dilma não perderam apenas o monopólio das ruas: os verdadeiros protestos do país têm justamente o PT, Lula e Dilma como alvos.
O maior teórico das manifestações de esquerda, o comunista italiano Antonio Negri, acredita justamente que será pelas ruas que o comunismo irá surgir: não mais pela revolução do modelo marxista-leninista (ou stalinista), nem pela via do Partido, como no modelo de Gramsci: será pela mentalidade que toma o espaço público com um objetivo único, confundindo sociedade e comunidade, imiscuindo-as numa só, tal como Marx acreditava poder fazer com Estado e sociedade.
Não é apenas quando as pessoas vão para as ruas que há um movimento político em curso: a mudança se dá no vocabulário, nos valores, nas preocupações, na mentalidade como um todo. Houve alguma mudança gigantesca, sobretudo na esquerda, de 2013 para cá? Analisando como era a esquerda do Lula socialista e a esquerda pós-impeachment, parece estar tudo do avesso.
Todos sabem e a sentem no ar, mas poucos conseguem perceber as mudanças de cenário para conseguir traçar perspectivas para o futuro. É isso que analisaremos neste Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum.

Sponholz: Ruído na comunicação.

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FATOS MUITO ESTRANHOS NA PRISÃO DE MANTEGA

Muito mistério ainda cerca o caso Guido Mantega. Lava Jato está de olho. Foto: DP by Marcos Bezerra AE
A estranha chegada do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega às 4h30 da madrugada no Hospital Albert Einstein, onde sua mulher faria um procedimento não explicitado, provocou a desconfiança de setores da Lava Jato, em Curitiba, sobre eventual vazamento da 34ª fase da operação. A suspeita é a ida de Mantega ao hospital pode ter sido planejada, e o objetivo seria provocar uma “comoção” com a prisão. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Mantega parecia preparado para ser preso: usava casaco pesado, boné e até cavanhaque, truques de disfarce.
Oficialmente, Mantega acompanhou sua mulher para internação no hospital, às 4h30, com objetivo de se preparar para o “procedimento”.
“Nem paciente do SUS precisa chegar aqui às 4h30 para qualquer coisa”, diz um desconfiado funcionário do Albert Einstein.
Se a PF concluir que há elementos suficientes para estabelecer a suspeita vazamento, um inquérito deve ser aberto para apurar. Do site Diário do Poder

sexta-feira, setembro 23, 2016

É BOMBA! DESACATO À AUTORIDADE VAI VIRAR REGRA NO CASO LULA?

“Fico ofendido por ter a vida futucada por uns meninos do Ministério Público Federal”
Lula, na quarta-feira 21
“Duvido que o Sérgio Moro seja mais honesto do que eu”
Lula, na quinta-feira 22
Desgostoso com as velhas construções, o tirano romano Nero ateou fogo na capital de seu império. Deixou as chamas arderem por dias, segundo o historiador Suetônio, destruindo grande parte da cidade. É o que simbolicamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta fazer para fugir das garras da Lava Jato dois milênios depois. Acuado após se tornar réu pela segunda vez na terça-feira 20 por ter recebido propina da OAS, o petista aposta em deslegitimar as instituições e o estado democrático para escapar da prisão iminente, mesmo que isto leve o País ao caos. Não conseguindo desmentir as provas de que se beneficiou dos desvios da Petrobras, ele parte para o confronto contra os acusadores, numa escalada de desacatos às autoridades sem precedentes na história recente. O último episódio ocorreu na quarta-feira 21. Em um comício no interior do Ceará, Lula zombou dos investigadores do Petrolão. Classificou-os como “uns meninos do MPF (Ministério Público Federal)” que “futucam” a sua vida. No Recife, no dia seguinte, Lula voltou a atacar Moro. “Duvido que alguém dentro do MP e até mesmo o Sérgio Moro seja mais honesto do que eu”. A estratégia criminosa de desacato não é levada a cabo apenas pelo comandante máximo do Petrolão, segundo definição do MP de Curitiba. É reproduzida também por seus asseclas. O vice-líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, repetiu a chacota na quinta-feira 22 ao acusar a força-tarefa de interferir nas eleições. “Moro e os Golden Boys iniciam operação #BocaDeUrna”, zombou em uma rede social.
“Fala para ele desacatar o juiz…se prenderem o Lula, aí vão prender e torná-lo um preso político. Aí nós fazemos esse País virar de cabeça para baixo” – Jorge Viana, senador do PT
A OUSADIA DOS MELIANTES
Ambos parecem ignorar que o artigo 331 do Código Penal prevê até dois anos de reclusão “a quem desacatar um funcionário público no exercício da função ou em razão dela”. Outro aliado de Lula, o ex-ministro Ciro Gomes, segue a mesma toada. De olho no apoio do combalido PT em 2018, quando pretende aventurar-se mais uma vez numa candidatura presidencial, Ciro faz de tudo e mais um pouco para agradar o principal líder petista. Chegou ao absurdo de detalhar, em um vídeo, como sequestraria e alojaria Lula em uma embaixada na tentativa de evitar uma eventual prisão. “Eu quero me voluntariar para formar um grupo, com juristas nos assessorando, que se a gente entender que o Lula pode ser vítima de uma prisão arbitrária, a gente vai lá e sequestra ele e entrega numa embaixada. Isso eu topo fazer”, diz. Quer dizer, em pleno Estado de Direito, Ciro acredita que está correto deslegitimar a decisão de um magistrado e cometer até um crime hediondo. É uma visão da Justiça tão peculiar quanto a do senador Jorge Viana (PT). O petista foi flagrado, em interceptações telefônicas, sugerindo ao advogado Roberto Teixeira uma estratégia criminosa para desmoralizar o juiz Sérgio Moro e tumultuar a Lava Jato. No diálogo, o petista afirma que é preciso levar a investigação para um confronto político. Sugere que Lula convoque uma entrevista e nela diga que não acatará as decisões de Moro, ofenda o magistrado e o desafie publicamente a detê-lo. “Fala para ele desacatar o juiz… se prenderem o Lula, aí vão prender e tornar um preso político. Aí nós fazemos esse País virar de cabeça para baixo”, sugeriu Viana. É a lei petista. Clique AQUI para ler a reportagem completa de IstoÉ

REPORTAGEM-BOMBA DE 'ISTOÉ' REVELA O GOLPE DE R$ 2 BILHÕES NOS APOSENTADOS DA CAIXA COMETIDO PELO PT E SEUS SEQUAZES

A reportagem-bomba de IstoÉ que chega às bancas neste sábado dá uma ideia concreta do perfil moral do PT e seus sequazes. É um bando de gafanhotos vermelhos que por onde passa detona os cofres dos fundos de pensão das estatais. 
IstoÉ teve acesso aos áudios que fundamentou as prisões levadas a efeito pela Operação Greenfield. Segue a parte inicial da reportagem com link para leitura completa. É imperdível. Dá para ter uma idéia muito clara sobre esses demolidores do Brasil. Leiam:
Aparelhados pelos partidos políticos durante a era petista, os fundos de pensão das estatais e empresas federais se tornaram alvo de uma megainvestigação da Procuradoria do Distrito Federal sobre desvios de recursos que lesaram os aposentados em R$ 8 bilhões. Trata-se da Operação Greenfield, que cumpriu, no último dia 5, um conjunto de 28 mandados de condução coercitiva, sete de prisões temporárias e 106 de buscas e apreensão. ISTOÉ obteve com exclusividade as gravações que fundamentaram a operação. Os áudios referem-se a reuniões de diretores da Funcef – órgão que administra a previdência complementar da Caixa e foi comandado por executivos indicados e ligados ao PT, acumulando um prejuízo de ao menos R$ 2 bilhões. O material explosivo revela a total negligência com os recursos dos aposentados e indica uma clara atuação de dirigentes da Funcef no sentido de honrar acertos políticos. Para a PF, há fortes indícios de que o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, atualmente preso pela Lava Jato, esteja por trás das operações fraudulentas aprovadas pela cúpula da Funcef. As suspeitas também recaem sobre o ex-ministro da Casa Civil de Dilma, Jaques Wagner. Um dos beneficiários do esquema, segundo as investigações, foi o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, ligado ao PT, a Lula e a Jaques Wagner.
A postura observada nas reuniões é escandalosa: diretores dão o aval aos investimentos mesmo admitindo não terem lido todos os documentos, autorizam aportes sem saber de onde a Funcef vai tirar dinheiro e passam por cima de riscos considerados graves por executivos do órgão, como a existência de dívidas tributárias e trabalhistas de uma empresa que demandava recursos do fundo. Em comum, nos encontros de diretores da Funcef, há o fato de os presidentes do Fundo de Pensão dos servidores da Caixa, indicados pelo PT, sempre defenderem a liberação dos recursos, a despeito dos reiterados alertas feitos pelos seus diretores. São eles, em dois momentos administrativos distintos da Funcef: Guilherme Lacerda e Carlos Alberto Caser, ambos ligados ao PT. Os dois e outros cinco gestores do fundo foram presos temporariamente durante a Operação Greenfield. Depois de prestarem depoimento, deixaram a cadeia.
GRAVAÇÕES ATERRADORAS
A PF destaca três reuniões como as mais emblemáticas para demonstrar a existência de negociações prejudiciais à Funcef, feitas única e exclusivamente para cumprir acordos políticos: a que selou aportes de R$ 400 milhões na OAS Empreendimentos, a que confirmou investimentos de R$ 1,2 bilhão em três anos na Invepar (braço da OAS na área de transportes) e a que ratificou a aplicação de R$ 17 milhões no FIP Enseada, a fim de reerguer a Gradiente. Naquele momento, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro pressionava a cúpula petista pelo aval aos negócios de seu interesse. Nas mensagens extraídas do celular do empreiteiro, há referências à atuação de Jaques Wagner e Vaccari na Funcef. Em julho de 2013, quando o caso estava sob discussão, Léo Pinheiro escreveu para o acionista da OAS Antônio Carlos Mata Pires: “Como foi na Funcef? O nosso JW [Jaques Wagner] me perguntou”. Ao que Pires respondeu: “Ótimo. Foi aprovado para contratação do avaliador, Deloitte. Agora, precisaremos de JW [Jaques Wagner] na aprovação final”. Em outra conversa pelo celular, Léo Pinheiro diz que pela Funcef estaria tudo certo, mas adverte César Mata Pires, dono da OAS, que poderia haver problemas na aprovação do negócio pela Caixa. Segundo a mensagem, Carlos Borges, diretor da Funcef, havia ligado para Pinheiro preocupado com a questão. Quem também telefonou para agendar um encontro foi João Vaccari. Ao fim, o investimento foi aprovado. “Não esqueça de me reservar uma vaga de officeboy nesse arranjo político. Afinal com a sua influência junto ao Galego e o Lula, vc é o CARA”, atesta Carlos Borges, da Funcef, em mensagem encaminhada a Léo Pinheiro em 2014. Clique AQUI para ler a reportagem completa

JUIZ SERGIO MORO DETERMINA QUE PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA AVALIE BENS APREENDIDOS DE LULA

Este é o cofre do Banco do Brasil onde estão guardadas parte das peças que Lula trouxe consigo depois de findo seu mandato. Outro tanto foi guardado num galpão alugado por empreiteira do petrolão.
O juiz federal Sérgio Moro aceitou pedido da Procuradoria da República e mandou nesta sexta-feira, 23, a Secretaria da Presidência da República avaliar os bens apreendidos em poder do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Aletheia – desdobramento da Lava Jato que pegou o petista. Moro concedeu prazo de 45 dias, “prorrogável se necessário”.
“Faz-se necessário solicitar exame por órgão administrativo acerca do material apreendido para que possa ser feito o necessário crivo, entre o que pertence ao acervo pessoal do ex-presidente – e há objetos, como medalhas, que aparentemente são pertinentes ao acervo pessoal, e o que eventualmente deveria ter sido, na esteira do disposto nos decretos, incorporado ao Patrimônio da Presidência da República”, registrou Moro.
A solicitação do Ministério Público Federal, subscrito por treze procuradores da República, tem base em auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que apurou “desvio ou desaparecimento de bens pertencentes à União nos Palácios do Planalto e da Alvorada, incluindo a análise dos inventários anteriores e posteriores à última transmissão de mandato presidencial e da política, normas e procedimentos aplicáveis aos presentes do chefe do Executivo Federal”.
Em março, quando estourou a Operação Aletheia, a Polícia Federal descobriu um cofre no Banco do Brasil em São Paulo onde estavam armazenados objetos que o ex-presidente chama de “tralhas” e alega ter recebido de presente quando exerceu os dois mandatos (2003/2010).
Na decisão, Moro afirmou que a defesa de Lula primeiramente havia se “comprometido a prestar esclarecimentos”, mas depois não houve mais “essa intenção”.
“Acolho o requerido pelo Ministério Público Federal e atribuo tal função à Secretaria da Presidência da República e que, reputando necessário, poderá contar com o auxílio de outros órgãos, como o próprio Tribunal de Contas da União”, determinou Moro.
“Oficie-se à Secretaria de Administração da Presidência da República, com cópia deste despacho, da manifestação do Ministério Público Federal da petição e laudos, solicitando os especiais préstimos do órgão para que seja examinado, se necessário in loco (no caso com autorização deste Juízo), o material apreendido em cofre no Banco do Brasil e ali depositado em 21 de janeiro de 2011 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para averiguar se existem ali bens que na forma do Decreto nº 4.081, de 11/01/2002 e do Decreto nº 4.344, de 26/08/2002, devem ser incorporados ao Patrimônio da Presidência da República.”
Moro afirmou que deverá ainda ser verificado, “considerando os arquivos e dados disponíveis na Secretaria da Presidência da República ou em outros órgãos, a origem dos bens ali depositados”.
Auditoria do TCU aponta que “em virtude das fragilidades nos procedimentos de classificação desses presentes, constatou-se que dos 568 itens recebidos nos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas nove foram incorporados ao patrimônio da União (1,58%)”. Do site da revista IstoÉ

UNIFORME UNISSEX BUNDALELÊ: COMUNISTAS DO SÉCULO XXI DENOMINAM ISTO DE 'DIVERSIDADE'.

O site Senso Incomum traz mais um artigo pra lá de especial de Flávio Morgenstern analisando a recente decisão do tradicional Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro que criou uma espécie de uniforme bundalelê transexual na esteira da ideologia de gênero. Afinal, está todo mundo louco? Nada disso. É mais um avanço da deletéria 'guerrilha cultural' que constrói um Estado Todo Poderoso e que nestas alturas do campeonato já começa a mudar até a natureza das coisas, ao afirmar que não existe mais os sexos masculino e feminino. O comunismo do século XXI denomina esse troço de "diversidade".

E tem mais de acordo com a novilíngua politicamente correta bundalelelê o Colégio Pedro II eliminou a designação de "alunos" porque seria "machista". Criou então um novo vocábulo: todos são chamados de "alunxs"

Transcrevo a parte inicial do artigo com link ao final para leitura completa. Vale a pena ler:

O colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, acabou com a distinção de uniformes por gênero. É a chamada ideologia de gênero, que tenta entrar nos currículos escolares brasileiros. A manchete repercutiu e gerou debates na semana, indo parar até mesmo no Encontro com Fátima Bernardes. Meninos, por exemplo, agora têm o direito de usar saias.
Os debatedores, no caso, são na verdade unânimes em afirmar que o colégio está certo em não demarcar a diferença entre gêneros para alunos que não se sentem confortáveis com sua “identidade de gênero”. Não foi preciso haver debate, pulando-se para uma comemoração coletiva da conclusão.
Há questões instrumentais que poderiam ser colocadas em questão: uniformes demarcam mesmo a sexualidade? Uniformes escolares da maioria das escolas modernas são quase unissex por definição: short/calça e camiseta. A diferença fica no corte para o corpo. Não há “identidade de gênero” que possa fazer um corpo com curvas ficar bem em um uniforme projetado para um corpo reto, por exemplo. O colégio Pedro II pertence à linha antiga, em que as meninas usam saia. Um simples pedido para que pudessem usar calças seria o suficiente, sem a necessidade do alvoroço.
Ou mesmo se é mesmo uma questão relevante, como parece ser o único assunto recente. Afinal, a questão se impõe para os alunos, como se diz hoje, “transgêneros”. Em um colégio para adolescentes. Alguém conhece algum adolescente “transgênero”? São mesmo uma realidade sofrível, como se um dos principais problemas do mundo fosse uma quantidade enorme de jovens travestis e adolescentes querendo mudar de sexo, sofrendo a cada esquina? Clique AQUI para ler o artigo completo

Sponholz: O disfarce de Lula.

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E EX-GOVERNANTA E OS BRINCOS DA TIFFANY

A sofisticada loja da joalheira Tiffany & Co., na 5a. Avenida em New York.
A força-tarefa da Lava Jato trabalha com uma informação que pode complicar Dilma. Há registro de que, quando presidente, ela teria ganhado de presente, de um ex-ministro, um par de brincos Tiffany, de Nova York, uma das grifes mais caras do mundo. Adquirido por US$ 75 mil, equivalem a mais de R$ 240 mil. O problema é que a legislação proíbe o servidor público de receber presente de qualquer tipo ou valor.
A informação sobre os brincos de Dilma foi obtida durante investigação contra o ex-ministro presenteador, cujo nome é mantido sob sigilo.
O ex-ministro presenteador, segundo fonte com acesso à força-tarefa, é um senador da República investigado na Lava Jato.
A lei determina que presidentes transfiram ao patrimônio público todos os presentes que recebam no exercício do cargo.
Foram ministros de Dilma Gleisi Hoffmann (PT-PR), Eduardo Braga (PMDB-AM), Edison Lobão (PMDB-MA), Fernando Bezerra (PSB-PE)... Do site Diário do Poder/Coluna Claudio Humberto

quinta-feira, setembro 22, 2016

A ELEIÇÃO PARA PREFEITO EM FLORIANÓPOLIS E OS BEBÊS QUE DORMEM EM CAIXAS DE PAPELÃO. ALÔ, ALÔ, PRESIDENTE TEMER!

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O site O Antagonista fez uma observação muito pertinente. Diz respeito ao comunismo bolivariano na Venezuela. Notem que acrescentei ao eufemismo 'bolivariano' a designação de "comunista" para esse regime implantando na Venezuela pelo finado caudilho Hugo Chávez. Sim, é um regime comunista. Mas como os estimados leitores podem notar a grande mídia não só no Brasil mas em nível internacional trata de escamotear a palavra "comunismo", de tal sorte que parece que não existe mais o comunismo, embora em todos os países latino-americanos, incluindo o Brasil, há uma penca de partidos comunistas e socialistas.

A nota de O Antagonista é ilustrada pela foto acima. Bebês dormem em caixas de papelão dentro daquilo que se conhece como maternidade. E faz uma indagação: o que teria a dizer o PT que não só apoia o tiranete assassino Nicolás Maduro, mas é unha e carne do dito 'regime bolivariano' da Venezuela?

Dentre os milhares de leitores deste blog há ainda muitos daqueles estimados leitores que me acompanham há pelo menos uma década, quando me transportei com armas e bagagens para o jornalismo digital. Eles são testemunhas das centenas de matérias e artigos que postei alertando que o Brasil, sob o domínio de Lula e seus sequazes, seria transformado numa Venezuela gigante. 

E é bom que se frise. Isto por pouco não aconteceu. E se deve a um fato: a descoberta do escândalo do petrolão pela Operação Lava Jato que no seu início dedicava-se a desbaratar uma quadrilha de bandoleiros comuns conhecidos como 'doleiros'. Até que em dada altura das investigações a Lava Jato descobriu um elo com a Petrobras. E de lá para cá não só a Dilma sofreu impeachment, o PT esfarelou, Lula derreteu como derreteram todos os seus satélites comunistas, muitos com nomes esquisitos para escamotear seus objetivos, como a tal Rede Sustentabilidade da comunista Marina da Selva.

Aqui mesmo em Florianópolis, e isto o Presidente Michel Temer tem de saber, uma horda de comunistas integrantes dessa miríade de partidecos nanicos vermelhos está muito próxima do candidato do PMDB à prefeitura da capital catarinense, mormente num eventual segundo turno. Leu bem o que estou afirmando Presidente Michel Temer? Sim, essa horda de psicopatas agora de olho PMDB local dia desses transformou o centro de Florianópolis num verdadeiro inferno. Só não incendiaram o centro da cidade pela ação imediata da nossa gloriosa Polícia Militar. O PMDB aceitará essa gente na refrega de eventual segundo turno? Eles picharam Florianópolis inteira com "Fora Temer!'.

As creches e os berçários prometidos por essa gente agora em campanha em Florianópolis nos remete imediatamente para o que está acontecendo na Venezuela, onde os bebês dormem em caixas de papelão.

Não creio que o Presidente Michel Temer esteja sabendo de tudo isso. Todavia, a partir de agora o bode está na sala. E olha que nem foi preciso contratar iluminados "comunicólogos" para operacionalizar a comunicação palaciana.

Sponholz: Lula Lá em Curitiba!