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sexta-feira, abril 28, 2017

GOVERNO COMUNISTA DA CHINA PROÍBE USO DE TRAJES COMO BURKA, VÉUS E LENÇOS, BEM COMO NOMES E MANIFESTAÇÕES ISLÂMICAS NO PAÍS.

Segundo o site norte-americano Breitbart, o governo comunista chinês decidiu cortar pela raiz o movimento islâmico no país, especialmente na província de Xinjiang, onde existe uma minoria étnica muçulmana. Para isso editou uma série de regras que incluem, inclusive, a proibição do registro de nomes de natureza islâmica, como Muhamad. Proíbe também adereços islâmicos, como véu, burka e lenços, bem como manifestações públicas exultando a doutrina islâmica.
Como os comunistas, esquerdistas e socialistas ocidentais defendem adoidado o islamismo, incluindo os atos terroristas por eles perpetrados, não se sabe qual será o comportamento desses grupos de agitação esquerdista-globalista, incluindo as famigeradas ONGs. Como se comportarão agora em relação ao governo comunista chinês. Afinal, todos esses ditos “ativistas" apoiam o regime comunista da China. 
Segue abaixo a matéria do site Breitbart, em tradução livre do inglês. Não ficou essas coisas, como se diz, mas dá para ter uma ideia do que está rolando por lá. Os comunistas chineses sentiram o indefectível cheiro de carne queimada e decidiram não dar qualquer arreglo para a tentativa da criação de um Califado Chinês.
Resta saber como se comportará a deletéria Internacional Socialista e demais aparatos do movimento comunista internacional que defendem com unhas e dentes a islamização do Ocidente. 
Marcas glamourosas da moda feminina internacional já estão fazendo propaganda de roupas e véus islâmicos em New York, Paris, Londres e Berlim. 
Como a maioria dessas empresas produz seus badulaques na China vamos ver qual é o comportamento do governo comunista chinês... Leiam:
NOMES ISLÂMICOS PROIBIDOS
O governo da China elaborou uma lista de nomes "excessivamente religiosos" proibidos na província de Xinjiang, onde vive a minoria étnica muçulmana Uighur. A lista inclui nomes como "Muhammad", "Jihad" e "Imã".
Segundo a Radio Free Asia (RFA), a iniciativa visa diminuir o perfil público da religião, particularmente do Islã, na região. O governo comunista chinês há muito considerou a religião uma ameaça ao seu domínio e, nos últimos anos, impôs uma série de iniciativas para limitar as práticas islâmicas, em particular, em resposta a uma série de ataques terroristas em Xinjiang e ameaças de grupos jihadistas externos como o denominado "Estado islâmico".
RFA lista "Islã, Alcorão, Meca, Jihad, Imam, Saddam, Hajj e Medina" entre os nomes no documento, intitulado "Regra de Nomes para Minorias Étnicas". O New York Times, relata que a lista inclui "mais de duas dúzias de nomes ", acrescenta" Mujahid "," Arafat” e “Muhammad" a essa lista. Qualquer pessoa com tais nomes será proibida de se registrar oficialmente, o que os exclui, dentre outras coisas, da educação pública e lhes nega os documentos legais necessários para encontrar trabalho e participar da sociedade em geral.
Um  funcionário governamental que falou com a RFA argumentou que não seria difícil para os uigures manterem-se afastados dos novos regulamentos: "Basta manter a linha do partido, e você ficará bem", disse o oficial à RFA. "Você não tem permissão para dar nomes com um forte sabor religioso, como Jihad ou nomes análogos. A coisa mais importante aqui é a conotação do nome. ... [Não deve ter] conotações de guerra santa ou divisão [independência de Xinjiang]".
Governo comunista chinês proibiu registro de nomes islâmicos para as criancinhas chinesas - Foto: site Breitbart
BURKAS E BARBAS PROIBIDAS
Já a Voz da América acrescenta que as restrições de nomes são parte de um conjunto maior de regulamentos proferidos na região de maioria muçulmana. O governo chinês agora também "proibirá as chamadas barbas “anormais ", o uso de véus em locais públicos e a recusa em assistir à televisão estatal" em toda a província ". Os lenços islâmicos já haviam sido proibidos em Urumqi, a capital de Xinjiang, e os trajes islâmicos e as barbas muçulmanas já impediam os indivíduos de usar o transporte público.
O Congresso Mundial Uigur, um grupo de defesa da minoria étnica que opera fora da China, condenou as novas medidas. "Ao estabelecer limites sobre a nomeação de uigures, o governo chinês está de fato envolvido em perseguição política sob outra aparência", disse Dilxat Raxit, porta-voz do grupo, à RFA. "Eles têm medo de que pessoas com tais nomes se tornem alienadas das políticas chinesas na região".
Essas restrições são as últimas transmitidas de Pequim para a província mais ocidental da nação. Em fevereiro, o governo implementou o rastreamento GPS obrigatório em todos os carros e caminhões registrados em Bayingol, Xinjiang. "Os carros são o principal meio de transporte para os terroristas e também uma ferramenta freqüentemente escolhida para conduzir ataques terroristas. Portanto, é necessário usar o sistema Beidou e a identificação eletrônica de veículos para melhorar a gestão de veículos", disse o governo local em comunicado.
TABACO E BEBIDA LIBERADOS
A China também implementou medidas para universalizar a linguagem no país, promovendo a língua principal, o mandarim em locais onde o cantonês, o uighur e o tibetano são línguas mais comuns. O governo refere-se ao mandarim como a "língua comum" e decidiu erradicar outras línguas das escolas locais.
Em janeiro, Xinjiang anunciou novas medidas de segurança de fronteira, também. froneiras de Xinjiang, Paquistão e Afeganistão, locais para uma variedade de grupos terroristas islâmicos por onde os terroristas Uighur podem fugir. O principal grupo terrorista que opera em Xinjiang é o Movimento Islâmico do Turquestão Oriental (ETIM), que aspira a estabelecer um Estado islâmico em Xinjiang. Autoridades do Partido Comunista em Xinjiang têm sido proibidas de observar publicamente o jejum do Ramadã. A lei exige que os comerciantes de Xinjiang vendam várias marcas de bebidas alcoólicas e cigarros, itens proibidos pela prática islâmica. Do site Breitbar - Click here to read in English

quarta-feira, abril 26, 2017

SABOTAGEM NA PGR: NO BREU DAS TOCAS UM MONSTRENGO SE AGITA PARA DESMANTELAR E LIQUIDAR A OPERAÇÃO LAVA JATO.

Há momentos em que os cidadãos e cidadãs de bem  desse imenso e mambembe Brasil tem carradas de razões para jogar a toalha.
Mais uma vez, no breu das tocas do establishment, surge mais um monstrengo destinado a fazer tábula rasa da Operação Lava Jato. E o monstro mora ao lado da força-tarefa da Procuradoria Geral da República (PGR). Já foi identificado, segundo editorial do jornal O Estado de S. Paulo e está pronto para dar o bote mortal de forma a livrar das malhas da Lei a canalhada ladravaz que saqueou os cofres da Nação. O título original do editorial é "Sabotagem contra a Lava Jato". Transcrevo na íntegra:
Quem quiser identificar um foco de sabotagem contra a continuidade das investigações da Operação Lava Jato, que estão sendo conduzidas pela força-tarefa da Procuradoria-Geral da República (PGR), não precisa ir muito longe. Basta olhar para o próprio Ministério Público Federal (MPF).
Numa proposta que não deixa margem a dúvidas quanto às verdadeiras intenções de sua autora, a subprocuradora-geral da República Raquel Elias Dodge apresentou ao Conselho Superior da instituição um projeto de resolução que obriga o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a ter de mudar a equipe que o assessora no momento em que a Lava Jato se encontra numa de suas fases mais importantes.
A votação da proposta só não foi concluída na sessão de ontem porque Rodrigo Janot pediu vista, quando 7 dos 10 conselheiros já haviam se manifestado a favor da resolução e 1 contra. O procurador-geral alegou que em momento algum foi consultado sobre a resolução e afirmou que, por causa das especificidades técnicas das investigações, não tem como mudar sua equipe. Como só faltam votar dois conselheiros, a aprovação da resolução é uma questão de tempo.
Entre outras inovações, o projeto de resolução limita em 10% o número de procuradores que uma unidade do Ministério Público Federal pode ceder para participar de investigações em outra unidade. Isso atinge o coração da Operação Lava Jato, pois desde sua instalação ela sempre contou com especialistas do MPF vindos de todo o País. Só no caso da Procuradoria Regional do Distrito Federal, por exemplo, 8 dos 29 procuradores federais – cerca de quase 30% – estão atuando nos tribunais superiores em nome da PGR. O órgão é responsável não apenas pelas investigações de quem tem foro privilegiado, como, igualmente, pela formalização dos grandes acordos de delação premiada que envolvem parlamentares e empreiteiras do porte da Odebrecht e da OAS.
No total, há atualmente 41 procuradores federais cedidos à Procuradoria-Geral, dos quais 10 estão trabalhando na Operação Lava Jato. Sua substituição, por causa da resolução que está sendo votada pelo Conselho Superior do MPF, poderá retardar as investigações, pois os novos procuradores que Rodrigo Janot terá de nomear precisarão de tempo para conhecer os processos. E, como o próprio Janot alegou, a PGR não dispõe de especialistas em número suficiente para conduzir as investigações mais complexas. Essa morosidade era tudo o que os advogados dos réus queriam, para tentar fazer com que as ações penais de seus clientes prescrevam.
O projeto de resolução estabelece ainda um prazo máximo de quatro anos para que um procurador federal possa atuar fora de sua unidade de origem. Como a força-tarefa da PGR em Curitiba começou a trabalhar há mais de três anos, isso significa que os membros do MPF a ela cedidos também terão de ser substituídos até o final do ano. Essa é mais uma inovação intempestiva que pode gerar problemas de descontinuidade nas investigações e comprometer a coleta das provas necessárias para fundamentar a proposição de ações penais contra políticos e empreiteiros.
O mais grave é que nem mesmo as entidades de procuradores da República – cujos dirigentes são candidatos ao cargo de Janot, que será substituído em setembro – se opuseram à resolução. “Não há ninguém insubstituível. A Operação Lava Jato é um trabalho de instituição, não um trabalho de apenas alguns colegas, por mais brilhantes que sejam”, disse ao jornal O Globo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti.

Fica evidente que, por trás do projeto de resolução apresentado ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, há irresistíveis pressões corporativas, pois notáveis personagens desse edificante episódio almejam suceder a Rodrigo Janot, preocupando-se mais com suas aspirações do que com a mais importante investigação que a instituição do Ministério Público já conduziu na história do País. (Estadão)

terça-feira, abril 25, 2017

SENADOR CATARINENSE PAULO BAUER APRESENTA PROJETO QUE ACABA COM O FAMIGERADO HORÁRIO ELEITORAL NO RÁDIO E TELEVISÃO

De vez em quando parlamentares fazem algumas coisas sensatas. É o caso do senador catarinense Paulo Bauer (PSDB/SC) que apresentou projeto destinado a acabar com o horário eleitoral gratuito e com a política partidária no rádio e na televisão bancado com dinheiro público, isto é, dinheiro dos contribuintes. O PLS 108 de 2017 põe fim aos programas eleitorais, às inserções diárias durante as campanhas e à propaganda dos partidos políticos em períodos não eleitorais.
Segundo o autor do projeto, o senador Paulo Bauer, cerca de metade dos custos das campanhas eleitorais está na propaganda veiculada no rádio e na televisão. Além disso, há ainda as compensações tributárias que o Governo Federal faz para as emissoras de rádio e TV. Este valor foi superior a R$ 3,5 bilhões entre 2004 e 2016.
“O horário não é gratuito. A sociedade paga abrindo mão de impostos. É um custo elevado, seja para o Governo ou para as campanhas. A eficácia dessa propaganda é totalmente questionável, uma vez que a população pouco ou nada assiste ou ouve”,argumenta o senador catarinense.
Para Bauer, que é líder do PSDB no Senado, o excesso de marketing nas campanhas afasta os candidatos do eleitorado.
“Os candidatos precisam se apresentar à sociedade como são, sem recursos de marketing ou efeitos especiais, e isso só será possível no contato direto com o eleitor de porta em porta. Partidos e candidatos precisam voltar às ruas para o contato direto com a população”, defende Bauer.
O senador explica que não há justificativa, hoje, para o uso de TV e Rádio, com recursos públicos, para a propaganda de partidos e para campanhas eleitorais. Bauer argumenta que os tempos mudaram e há outras formas de os políticos chegarem aos eleitores.
“Se, no passado, em face do quase monopólio do rádio e da televisão como meios de comunicação de massa, justificava-se que o poder público abrisse mão de valores significativos de recursos financeiros para proporcionar a propaganda eleitoral e a propaganda partidária gratuitas no rádio e na televisão, hoje não mais se justifica”, pondera o líder tucano.

O projeto apresentado pelo senador Paulo Bauer mantém a realização de debates, bem como estimula o uso das redes sociais, uma ferramenta importante para o contato entre políticos e eleitores. Com informações do site do Senador Paulo Bauer

Sponholz: Os impostores.

segunda-feira, abril 24, 2017

O JOGO TERÁ DE SER JOGADO: SÓ MARINE LE PEN LIVRARÁ A FRANÇA DE SE TORNAR O PRIMEIRO CALIFADO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.

A Frente Nacional da candidata presidencial Marine Le Pen teve o melhor resultado de sua história. Mas, ao que parece, os franceses querem mais do mesmo até que a França se transforme no primeiro Califado do Ocidente.
O assunto político deste início de semana é a eleição presidencial ocorrida neste domingo na França. O resultado não poderia ser outro. Com mais de uma dezena de candidatos presidenciais o vitorioso deste primeiro turno só poderia ser o candidato do establishment, o queridinho da grande mídia, da ONU, da União Europeia e de milhares de ONGs que pululam ao redor do planeta turbinadas pelo generoso aporte financeiro da Open Society Foundation, do mega investidor George Soros, da Ford Foundation e de outras menos votadas que zanzam como assombrações "empoderando" o movimento esquerdista internacional. A verdadeira "new left" é esta do século XXI, capaz de guindar ao pódio da política o desconhecido Emmanuel Macron, espécie de andróide gerado em laboratório.

Com mais de 90% de urnas apuradas Emmanuel Macron cravou 23,56% e Marine Le Pen da Frente Nacional, 21,94%. Os dois disputarão o segundo turno no dia 7 de maio próximo.

Todavia, já se antevê o que irá acontecer. Aquele montão de candidatos - na França também existem os candidatos de partidos nanicos e independentes, coisa meio parecida com o Brasil e demais republiquetas bananeiras, correrão para o abraço com Macron. Os franceses continuam com aquela pose e aquela empáfia mas estão em decadência. Degolaram tantos na guilhotina que acabarão degolados pelos islâmicos que infestam a Nação francesa e dos quais Emmanuel Macron está enamorado.

O segundo turno, portanto, não deverá ter surpresas. Todos os demais candidatos correrão para abraço com Macron, ainda que seja o abraço de afogados.

A julgar pelo rolo compressor armado contra Marine Le Pen ela é uma vitoriosa. Pela primeira vez na história a Frente Nacional logrou seu melhor resultado eleitoral. Justamente quando teve contra si não apenas os candidatos rivais, mas todo o establishment em nível global que embala o movimento globalista urdido nos laboratórios da ONU, União Europeia e no famigerado Clube Bilderberg.

Na ponta, como os maiores operadores da lavagem cerebral das multidões, estão os jornalistas da grande mídia que, cevados pelas portentosas União Europeia, ONU mais aquela teia de ONGs esquerdistas. Pespegaram ao nome de Marine Le Pen a pecha de "extrema-direita". De graça é que não é. Anotem aí: mais adiante, sem qualquer dúvida, a verdade de tudo isso virá à tona. Lembram da Carta Capital?

Mas não deixa de ser estranho o fato de que os franceses em maioria continuam apostando em propostas que, no final das contas, são mais do mesmo, ou seja, a manutenção do obeso Estado socialista. Chega um momento - exemplos não faltam - que o troço explode sobrando a miséria por todo lado.

Aliás, este é o retrato da velha e carcomida Europa, locus por excelência da geração das mais nefastas ideologias: nazismo, fascismo, comunismo (que são verso e anverso da mesma medalha estatista totalitária) e finalmente, o anti-semitismo. A Europa não conseguiu até hoje desvencilhar-se do passado e a França é um emblema dessa coisa velha e com cheiro de mofo. 

Estive duas vezes na Europa há alguns anos, um pouquinho antes de ser batido martelo pela camorra de Bruxelas. Já naquela época constatei a presença de muitos forasteiros das arábias desde motoristas de táxi a garços e garçonetes em restaurantes e bares. Nem que me paguem a viagem em primeira classe e hotel cinco estrelas irei novamente a Europa. Primeiro porque o cheiro de mofo me causa alergia...

Na segunda parte desta postagem transcrevo um texto que postei aqui no blog há algum tempo que oferece um perfil de Emmanuel Macron. Trata-se de uma tradução de reportagem do site norte-americano Breitbart que postei aqui no blog em 02 de março deste ano de 2017. Leiam:
Macron: a personificação do nefasto globalismo.
A FORÇA DA CRUELDADE
Afirmando que a migração em massa é inescapável e só vai acelerar, o ex-banqueiro de investimento Emmanuel Macron afirmou durante sua campanha que os imigrantes são bons para a França e trazem "rajadas de criatividade e inovação" para a sociedade.
O candidato do establishment na corrida presidencial francesa também afirmou que os problemas nas comunidades migrantes não têm nada a ver com as ondas de migração em massa, mas são devido ao fracasso da França em integrá-los adequadamente. Ele também expressou apoio à discriminação positiva no emprego e "misturando" a demografia do bairro nas cidades.
Ao notar que a França recebeu menos imigrantes no ano passado do que outros países da Europa, Macron disse que "o tema da imigração não deve, portanto, preocupar a população francesa" em sua resposta a uma pergunta do presidente da ONG pró-migração Cimade sobre sua posição sobre Questões de política de migração.
"Então por que o [francês] debate? Porque [a migração] é a fonte de confusões e mal-entendidos. É uma forma de ansiedade ou, como dirão alguns autores, insegurança cultural.
"Mas as raízes de tais sentimentos reside na questão da integração, não em fato migratório", acrescentou o ex-banqueiro de investimentos, insistindo que a migração em massa é a "realidade" para "todas as democracias de hoje".
Macron também fez eco aos comentários feitos na semana passada, em que anunciou que o mundo entrou em uma era de migração em massa que será inescapável para a Europa. Ele afirmou que grandes ondas de migração de pessoas do terceiro mundo para a Europa só se acelerarão nos próximos anos como resultado de "incertezas geopolíticas e desestabilização climática"
A MENTIRA COMO ARMA
"Não devemos mentir aos nossos concidadãos - a imigração não é algo que possamos evitar", disse o candidato presidencial. Mas ele insistiu que o movimento de pessoas para a França oferece "oportunidades econômicas, culturais e sociais".
"Em todas as teorias do crescimento, [a imigração] é um dos determinantes positivos. Mas só desde que você sabe como cuidar dele. Quando sabemos como integrá-los e treiná-los, mulheres e homens renovam nossa sociedade, dando-lhe um novo ímpeto e novas explosões de criatividade e inovação ", disse.
Mas Macron observou que "a integração permanece um problema em France". Afirmando que o país "concentrou todas as dificuldades, culturais, econômicas e sociais, nos mesmos bairros", o candidato independente argumentou: "Não podemos mais descartar a desconfiança dos migrantes".
Propondo uma "regeneração urbana mais forte" para os subúrbios em conflito, dominados pelos migrantes na França, Macron elogiou o forçar de uma "mistura social" mais diversificada nos bairros e dividindo estudantes problemáticos entre uma gama mais ampla de escolas como suas soluções preferidas.
"A discriminação positiva no campo do emprego deve ser encorajada", acrescentou.
"Quero ajudar cada pessoa a integrar e combater as práticas discriminatórias nas empresas".
Proclamando que "o verdadeiro desafio reside no retorno às [fronteiras nacionais]", o líder presidencial atacou os candidatos nas eleições passadas e presentes que "prometeram fazer cumprir a lei de imigração e deportar estrangeiros irregulares" alegando que é quase impossível enviar migrantes ilegais de volta para Suas terras.
CAPACHO DO GLOBALISTAS
O sociólogo e escritor Mathieu Bock-Côté advertiu passada que Macron encarna "tudo de que a França quer se livrar".
"O globalismo excessivo e o esquerdismo cultural estão em contradição com as aspirações que parecem vir das profundezas do país", escreveu em Le Figaro.
Wikileaks revelou que Macron trabalhou numa aliança com Hillary Clinton no ano passado antes de sua derrota nas eleições presidenciais dos EUA.
O candidato globalista havia pedido a presença do candidato presidencial democrata em um jantar privado em outubro com vários políticos europeus, de acordo com um e-mail publicado no Wikileaks.
Nessa ocasião, uma discussão "para avaliar como os progressistas desenvolvem uma narrativa política e econômica bem-sucedida para combater o direito e os populistas à esquerda" deveria acontecer. Do site Breitbart -Click here to read in English

sábado, abril 22, 2017

POLÍCIA DESCOBRE ESQUEMA DE TRÁFICO DE DROGAS EM CAMPUS DA USP. BAGULHO ESTAVA ESTOCADO EM ALOJAMENTO DE ESTUDANTES.

Policiais militares da ROCAM prenderam três estudantes na noite desta quinta-feira (20) por tráfico de entorpecentes. Grande parte da droga estava em um alojamento no interior do Campus da USP.
A ocorrência começou na região do Parque do Kartódromo, onde os policiais abordaram uma jovem que completa 18 anos neste sábado (22). Ela se comportou de forma suspeita ao perceber a aproximação das motos da ROCAM.
Na mochila que ela carregava havia uma pequena quantidade de entorpecentes, que segundo ela seria comercializada para usuários da região.
Questionado onde conseguiu o entorpecente, a jovem indicou um estudante de química que reside no alojamento da USP. Lá os PMs encontraram porções de maconha, comprimidos de ecstasy, micropontos de LSD, além de material de embalagem, balança de precisão, celulares, canivete, além de R$ 333,00 em dinheiro.  
K.C.C., de 23 anos e G.H.F., de 19 anos, além da adolescente foram conduzidos ao plantão policial, onde permaneceram detidos à disposição da Justiça. 
O grupo USP Livre divulgou a notícia em sua página, comentando: “Desmoronou a farsa da esquerda! Descobrimos hoje o real motivo do movimento de extrema esquerda do alojamento de São Carlos se opor de maneira tão firme às inspeções da prefeitura: era para proteger esse tipo de coisa!”
Não há muita novidade aqui, mas é sempre bom quando a polícia desmascara a farsa esquerdista, que usa o manto ideológico para proteger o crime comum. O esquerdismo tomou conta das universidades brasileiras, doutrinando alunos, atacando policiais e governos opositores, e também, como vemos, servindo de guarida para traficantes e outros bandidos.O esquerdismo no Brasil não é mais a defesa da marginalidade; é a própria marginalidade! Escola Sem Partido já! Do blog do Rodrigo Constantino

Sponholz: Destruição de provas

quarta-feira, abril 19, 2017

LEI DA MIGRAÇÃO APROVADA: DESESPERADOS PELAS CIRCUNSTÂNCIAS TUCANOS VIABILIZAM A INVASÃO DO BRASIL FAZENDO DOBRADINHA COM PT. O QUE DIRÁ JOÃO DORIA JR?

No Brasil sempre foi assim. Tudo que está ruim tende a piorar. Normalmente isso acontece de forma recorrente. E foi que ocorreu nesta terça-feira com a aprovação da deletéria Lei da Migração cujo texto simplesmente libera geral e coloca na lata do lixo a legislação que protegia os brasileiros criada e sancionada pelo regime militar. 
Escrevi duas análise aqui no blog sobre o assunto advertindo sobre o perigo de escancarar as fronteiras do Brasil à horda de migrantes, haja vista os exemplos da União Europeia e dos Estados Unidos. O governo do ex-Obama inundou os Estados Unidos de imigrantes ilegais. Calcula-se que há por lá em torno de 11 milhões de imigrantes, a maioria sem lenço e sem documento.
Prevaleceu a tese do globalismo esquerdista ditado pelos depravados da União Europeia, da ONU e de gente como o magnata George Soros. E foram artífices da aprovação dessa Lei de Migração que libera geral, o PSDB em aliança com o PT. Entende-se: ambos caíram em desgraça depois das últimas delações dos Odebrecht et caterva.
A grande mídia e seus jornalistas esquerdistas que já vinham apoiando a tramitação dessa Lei da Migração, proposta pelo Senador tucano Aloysio Nunes Ferreira, agora ministro das Relações Exteriores. Como revelei AQUI e AQUI no blog, grupos de lobistas de ONGs sustentadas com dinheiro de organizações estrangeiras, como a Open Society Foundation de George Soros, entre outras, atuaram sem parar pela aprovação dessa lei espúria. De graça é que não é. Há grandes interesses internacionais por trás dessa jogada.
O mundo dá voltas, como se diz na gíria. No ano que vem haverá eleição presidencial. O PSDB, mal das pernas, tem como trunfo a candidatura presidencial do atual prefeito de São Paulo, João Doria Jr. Dia desses Doria andou pelas arábias tentando “vender São Paulo”, decidido a minimizar o estatismo estrumando pelo PT. Em sua recente viagem à Coréia do Sul, vestiu literalmente a carapuça, aquele capacete de ciclista e teria ficado impressionado com o ciclismo coreano...hummm...
Se Doria Jr. não sabe ou finge não saber, o ciclismo, como a liberação das drogas, faz parte do pacote da engenharia social globalista (nova forma de atuação do neocomunismo do século XXI). Aliás, seu chefe partidário, o Fernando Henrique Cardoso, é um defensor da liberação dos entorpecentes, por exemplo.
Dei apenas este pitaco para lembrar aos pretensos espertos do PSDB e ao próprio Doria Jr., que, depois do advento da internet e, sobretudo, das redes sociais, blogs e sites independentes está cada vez mais difícil iludir os cidadãos. A cada segundo que passa mais e mais pessoas se ligam na internet e não dependem mais somente da grande mídia.
A traição dos senadores, em especial a tucanalha do PSDB fazendo dobradinha com a bandalha do PT no episódio de aprovação dessa Lei da Porteira Aberta, terá desdobramento político-eleitoral.
Seja como for tudo o que acontece em jogadas políticas tem efeitos inimagináveis. Se Michel Temer sancionar a Lei da Migração fica o dito pelo não dito? A reposta é não, porque o PSDB teve participação de destaque na aprovação e isso terá efeito no jogo sucessório, podendo sobrar para Doria Jr.  
Como diz o velho adágio, quem viver verá.
AS ADVERTÊNCIAS DE CAIADO

Sponholz: O descobrimento...

terça-feira, abril 18, 2017

CASAL OBAMA CURTE FÉRIAS DE 3 MESES EM PARADISÍACA ILHA DA POLINÉSIA CERCADO DE FAMOSOS E MILIONÁRIOS

Acima Obama e Michele curtindo o dolce far niente na paradisíaca ilha da Polinésia frequentada apenas por milionários e famosos. - Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas.
O jornal argentino Clarín, descobriu o paradeiro do casal Obama depois que Barack entregou a chave da White House para Donald Trump.

O casal está desfrutando três meses de férias numa paradisíaca ilha da Polinésia, na companhia de famosos, incluindo artistas de Hollywood. Trata-se de um refúgio dos mais luxuosos e caros do mundo. 

A suposta discrição é sutilmente quebrada por alguns paparazzi de encomenda, normalmente oriundos da grande mídia de Washington e New York. 

Durante esse luxuoso retiro segue a reforma da mansão de Kalorama (bairro mais luxuoso de Washington) onde os Obama irão morar.

Esquerdistas sempre foram assim. Que o digam as "dachas" de Stalin e seus sequazes e, mais recentemente, as vidas glamourosas da nomenclatura do PT no Brasil desnudadas pela Operação Lava Jato. 

Sponholz: Faz frio em Curitiba...

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