Domingo, Novembro 29, 2009

HONDURAS: MICHELETTI DERROTA HUGO CHÁVEZ

Tive o trabalho de fazer uma tradução livre do espanhol desta matéria que está no site da publicação La Vanguardia, da Espanha, de autoria do jornalista Joaquim Ibarz, a respeito da crise de Honduras. O título original da matéria é: “Michneletti é o vencedor das eleições; Hugo Chávez o grande perdedor”. Notem que Ibarz ouve os dois lados que formam o pano de fundo da contenda: os que apóiam a destituição de Zelaya e os que defendem o governo de facto de Micheletti (foto). Entretanto, o texto é limpo e livre da sujeira ideológica que infecta os escritos cometidos pela maioria dos jornalistas brasileiros, principalmente dos enviados especiais a Honduras.

Fiz a tradução para facilitar a leitura daqueles que são pouco familiarizados com o espanhol e, sobretudo, com finalidade pedagógica. Sim, desejo ensinar como se faz jornalismo. Aí está a prova do quanto os brasileiros são mal informados pelas matérias veiculadas em jornais e televisões a respeito do que realmente se passa em Honduras. A tal ponto que se tem de recorrer a publicações estrangeiras para ter uma idéia mais precisa dos acontecimentos naquele país. Reafirmo que se os jornais perdem leitores não é por causa da internet, mas principalmente por conta do conteúdo que apresentam, no mais das vezes contaminado pelo delírio da idiotia esquerdista.
Depois que terminei de traduzir e escrever este prólogo, fui ao site do Estadão e bingo! lá estava uma matéria sobre o pleito de Honduras que tem tudo a ver com o que estou afirmando aqui. Transcrevo o início desse texto no final deste post para que vocês possam cotejar com o artigo do La Vanguardia.

Segue primeiro a tradução do artigo de La Vanguardia. Na sequência, o do Estadão. Leiam:
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Ainda que não sejam candidatos, Roberto Micheletti já é o vitorioso das eleições hondurenhas deste domingo, enquanto que Hugo Chávez é o principal perdedor. Quando o presidente de facto assumiu o poder no dia 28 de junho após a destituição de Manuel Zelaya, poucos acreditavam que poderia permanecer à frente do governo. Como nunca antes, a comunidade internacional decretou o isolamento político econômico de Honduras, um amplo leque de sanções, que incluiu a expulsão da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Cinco meses depois, Micheletti domina a situação, até o ponto de retirar-se uma semana do comando do Executivo para dar maior credibilidade às eleições. Pelo contrário, Zelaya está isolado, sem margem de manobra. Refugiado na embaixada do Brasil se mostra impotente ao ver como um número significativo de países, entre eles os Estados Unidos, reconhecerá os resultados das votações deste domingo.

A frente de resistência que apoiava Zelaya se desmorona, os manifestantes que pedem a restituição do destituído presidente somam apenas uma centena. Ante a iminência de mudança presidencial, muitos zelayistas se apressam em trocar de camisa. Para o derrotado mandatário foi desmoralizador que Eduardo Maldonado, a estrela midiática Rádio Globo, a emissora que foi fechada por opor-se à destituição, passou-se com armas e bagagens para o lado do candidato do Partido Liberal, Elvin Santos. Quem disparatou através das ondas, chamando de golpistas, assassinos, tiranos, agora apóia o partido do Governo. “Sou um liberal disciplinado”, se defende.

“Peço perdão se ofendi a alguns de vocês quando estava na Resistência”, disse num comício Ada Fúnez, prefeito de Tocoa, quem dirigiu em sua cidade a oposição contra a destituição de Zelaya. Em um ato público, Fúnez se ajoelhou para pedir perdão.

César Ham, candidato de um partido de esquerda, também decidiu participar à última hora nas eleições alegando que assim defenderá melhor a Zelaya. O único que manteve total coerência política, ideológica e pessoal é Carlos H. Reyes, um veterano líder sindical que, fiel os seus princípios, decidiu retirar sua candidatura presidencial porque Zelaya não havia sido restituído no poder. Por sua vez, Chávez é o derrotado das eleições hondurenhas porque perde definitivamente um peão em sua estratégia de implantar o bolivarianismo em todo o Continente latino-americano.

Como um pequeno país, o mais pobre da América continental, tem conseguido resistir à pressão e às sanções das nações mais poderosas?Para responder a esta interrogação há que remontar-se às causas que levaram à destituição de Zelaya: o temor à crescente intromissão do presidente Hugo Chávez em Honduras e o rechaço de todas as instituições, incluindo o Exercito, às manobras de Zelaya para reeleger-se com uma ilegal mudança constitucional.

AntonioTravez, um dos principais empresários do país, declara a “La Vanguardia” que Honduras sofria uma situação insuportável pelo desejo de Zelaya de seguir no poder. “Havia unanimidade em que assim não podíamos seguir. Em Honduras não houve golpe, se atuou dentro da legalidade para destituir um presidente que violava a Constituição. Micheletti tem se posicionado em celebrar eleições limpas”.
Travel destaca que as economias de Honduras, Guatemala e El Salvador estão muito integradas, pelo que a aplicação de sanções a um país prejudica a todos. “Zelaya calculou mal, acreditava que tinha muito apoio e não era assim”, assinala Tavel.

Na opinião de Victor Meza, ex-ministro do Interior e homem de confiança de Zelaya, Micheletti se mantém no poder por uma combinação de apoios internos e externos.

“O apoio dos militares tem sido fundamental para que Micheletti siga na presidência. O apoio de empresários e políticos é importante. A nível externo tem lhe ajudado o lobby de grupos republicanos de extrema direita e cubanos de Miami”, assinala Meza. Ao comentar que todas as instituições do Estado estavam contra Zelaya, disse: “Esses poderes estão controlados pelas cúpulas dos partidos”. Segundo Mesa, “a repressão torna difícil medir os apoios que tem Zelaya, estão disseminados e organizados por todo o país”.

Fontes diplomáticas assinalam que quem tem sofrido e resistido o isolamento não é Micheletti, mas o povo hondurenho, vítima das disputas da elite política. “Michetletti resistiu por simbolizar uma frente antizelaysta que se vinha consolidando há meses, ao que se somaram militantes dos dois grandes partidos, as igrejas, a classe média, etc., todo um movimento transversal que captou a sociedade hondurenha, que explicaria a debilidade de Zelaya e a inutilidade de seu regresso a Tegucigalpa”, declarou um diplomata ibero-americano.

Segundo um empresário espanhol, o apoio institucional a Micheletti é sólido e sem fissuras, já que nenhum dirigente mudou de postura desde o ato da destituição. O mesmo sucede com a empresa privada afetada pelas sanções. “Têm preferido perder dinheiro uns meses a ter que suportar durante anos um Zelaya na órbita de Chávez. A proximidade das eleições lhe deu forças para resistir”.

Este industrial comenta que a população hondurenha está dividida. Reconhece que uma porcentagem grande, difícil de quantificar, está contra Zelaya e uma minoria está a favor; a maioria dos hondurenhos vê o ocorrido como um mal menor ou como algo positivo. Tem sido efetiva a campanha que se fez sobre o temor que inspira Chávez. EN ESPAÑOL AQUI

AQUI O TEXTO QUE ESTÁ NO SITE DO ESTADÃO QUE ME REFERI NO PRÓLOGO:

As eleições de hoje em Honduras devem dar início ao desfecho de uma das crises de maior repercussão na América Latina dos últimos anos. Mas isso não é exatamente uma boa notícia. Apesar de o governo de facto e de os candidatos presidenciais se esforçarem para dar ao evento um aspecto de "festa eleitoral", os hondurenhos vão às urnas em um ambiente de medo e repressão. Nas últimas semanas, TVs zelaystas tiveram seus sinais cortados e opositores foram perseguidos e ameaçados.
A questão é que as eleições, hoje, parecem ser a única solução possível para a crise. Tanto que, segundo o instituto Gallup, a votação tem o apoio de 80% da população. Ainda assim, segundo analistas, ela é um péssimo exemplo para o restante da América Latina. Afinal, após destituir o presidente por meio de um processo iniciado no Congresso, mas concluído nos moldes de um golpe de Estado, no dia 28 de junho, o governo de facto resistiu cinco meses, ignorando sua suspensão da Organização dos Estados Americanos (OEA) e driblando as pressões internacionais. Se quiser LER TUDO clique AQUI

Sábado, Novembro 28, 2009

VEJA DESCOBRE QUEM É O 'MENINO DO MEP'

O QUE É ISSO, COMPANHEIRO?
Benjamin e Lula, em 1980, quando foi fichado: o "menino do MEP" seria João Batista dos Santos

Aqui a reportagem da revista Veja que foi às bancas neste sábado sobre o depoimento de César Benjamin (texto na íntegra em post mais abaixo aqui no blog) publicado no jornal Folha de São Paulo. Veja foi atrás e descobriu quem é o tal "menino do MEP" que segundo Benjamin teria sido assediado por Lula quando de sua estada de 30 dias na prisão. O título da reportagem é "Triste e abatido". Leiam:

A um mês da estréia de Lula, o Filho do Brasil, surge um depoimento que contrasta fortemente com o filme de contornos hagiográficos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira passada, o jornal Folha de S.Paulo publicou um artigo que deixou de olhos arregalados todos os que o leram.

Intitulado "Os filhos do Brasil", o texto é assinado por César Benjamin, um dos mais célebres militantes da esquerda brasileira. Entrou para o movimento estudantil ainda adolescente. Por sua militância política, ficou preso por cinco anos e foi expulso do Brasil em 1976.

Quando voltou, empenhou-se na fundação do PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006, foi candidato a vice-presidente pelo PSOL. Hoje, está sem partido. Cesinha, como é conhecido, relata o que teria sido uma revelação devastadora feita por Lula a ele em 1994.

Na ocasião, o petista iniciava sua segunda campanha a presidente. Benjamin estava na equipe de marketing do candidato. Ele relata: "Lula puxou conversa: ‘Você esteve preso, não é, Cesinha?’ ‘Estive.’ ‘Quanto tempo?’ ‘Alguns anos...’, desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: ‘Eu não aguentaria. Não vivo sem b...’. Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos trinta dias em que ficara detido. Chamava-o de ‘menino do MEP’, em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do ‘menino’, que frustrara a investida com cotoveladas e socos".

Segundo Benjamin, o diálogo foi presenciado pelo publicitário Paulo de Tarso da Cunha Santos. O publicitário, cujos contratos com o governo federal montam a 300 milhões de reais, negou em nota lembrar-se do episódio.

Por liderar greves no ABC paulista, Lula passou 31 dias preso no Dops, em São Paulo, em 1980, com outros sindicalistas. VEJA ouviu cinco de seus ex-companheiros de cela. Nenhum deles forneceu qualquer elemento que confirme a história de Benjamin.

Eles se recordam, porém, de que havia na mesma cela um militante do Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP). "Tinha um rapaz com a gente que se dizia do MEP. Tinha uns 30 anos, era magro, moreno claro. Eu não o conhecia do movimento sindical", diz José Cicote, ex-deputado federal. "Quem estava lá e não era muito do nosso grupo era um tal João", lembra Djalma Bom, ex-vice-prefeito de São Bernardo do Campo. "Eu me lembro do João: além de sindicalista, ele era do MEP mesmo", conta Expedito Soares, ex-diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

O João em questão é João Batista dos Santos, ex-metalúrgico que morou e militou em São Bernardo. Há cerca de três anos, ganhou uma indenização da Comissão de Anistia e foi viver em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo. Por meio do amigo Manoel Anísio Gomes, João declarou a VEJA: "Isso tudo é um mar de lama. Não vou falar com a imprensa. Quem fez a acusação que a comprove".

O Palácio do Planalto reagiu com indignação, qualificando o relato de Benjamin de "loucura". O chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, disse que o artigo de César Benjamin era ato de um "psicopata". Carvalho afirmou também que Lula havia ficado "triste, abatido e sem entender" as razões que levaram o militante histórico a fazer um ataque tão destruidor contra sua honra. Da revista Veja

ATENÇÃO! Prezados leitores: solicito moderação no que tange a comentários. Os fatos falam por si só. Isto não quer dizer que vocês não possam opinar. Mas por favor evitem a vulgarização e palavras chulas. Agradeço a compreensão de vocês.

DIOGO MAINARDI: Apagão mainardiano

Aqui a integra da coluna do Diogo Mainardi que está na revista Veja que foi às bancas neste sábado. Durante os próximos seis meses a coluna de Mainardi será quinzenal. Mas ele avisa que retomará o esquema semanal no calor da refrega eleitoral de 2010. Leiam:

Se a imprensa está acabando, quero acabar antes dela. É uma corrida contra o tempo. Eu já tomei a dianteira: a partir desta semana, por um período de seis meses, minha coluna em VEJA se tornará quinzenal. Duas semanas por mês, meu cantinho de página se apagará como uma linha elétrica de Furnas. Quem quiser me encontrar no escuro terá de acender um fósforo e torrar as pontas dos dedos. Serei um dos pioneiros na conquista desse território selvagem, sem lei e sem imprensa – Ringo Kid atacado no deserto por uma tribo de apaches analfabetos. Isso mesmo: John Wayne e eu.

Esta coluna está completando onze anos. O leitor, constrangido, seguiu semanalmente o "Big Brother" mainardiano. Nunca acreditei em Deus, mas acredito em Boninho. O Boninho celestial trancou-me nesta casa cenográfica e mostrou cada detalhe de meu emocionante dia a dia: o nascimento de meus dois filhos, a saída da Itália, o retorno ao Brasil, os debates acalorados, o "impeachment" de Lula. Olhe o Diogo no tribunal! Olhe o Diogo insultando o presidente! Olhe o Diogo passeando de bicicleta em Ipanema! Olhe o Diogo rebolando na beira da piscina! Isso mesmo: Grazi e eu.

Decidi diminuir temporariamente meu ritmo de trabalho na imprensa para poder ficar deitado na cama olhando para o teto. Eu só consigo pensar deste jeito: deitado na cama e olhando para o teto. Alguns meses atrás, assinei um contrato para escrever um livro. O dinheiro do adiantamento passou a pingar todos os meses em minha conta, mas o livro ainda não saiu do lugar. Agora poderei dedicar tempo a ele. Olhe o Diogo deitado na cama olhando para o teto! O que é aquilo? O Diogo continua deitado na cama, olhando para o teto?

Os episódios mais marcantes do "Big Brother" mainardiano foram sobre meu desempe--nho como pai. O leitor bisbilhotou essa gincana minuto a minuto: a barbeiragem cometida pelos médicos no parto de meu primeiro filho, a descoberta de que ele tinha uma paralisia cerebral, seus primeiros 359 passos, o nascimento de meu segundo filho, a alegria de poder ficar o tempo inteiro com os dois. O que farei de agora em diante, entre uma coluna e outra, é escrever uma reportagem sobre esses temas. Confortado pelo fato de que, nas últimas semanas, meu filho ganhou uma batalha indenizatória contra o SUS italiano e garantiu legalmente que ninguém poderá eliminá-lo do programa.

Se a imprensa resistir até lá – Geronimo está à espreita, no alto da colina, preparando seu ataque –, voltarei a escrever semanalmente em meados de 2010, durante a campanha eleitoral. É bom poder participar do tiroteio, a bordo desta carruagem. Em onze anos, matamos um monte de apaches analfabetos. Falta matar outro monte.

Sexta-feira, Novembro 27, 2009

ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA

Aqui, na íntegra, reproduzo o artigo de César Benjamin, intitulado "Os filhos do Brasil", publicado na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que é objeto da matéria em post abaixo deste. Leiam:

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A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de "boi"; a única água disponível era a da descarga do "boi". Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.

Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.

Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que "estavam pedidos" pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: "O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal".

Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.

Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -"sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio", para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.

Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, "de alta periculosia", como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.

Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de "provas de fogo", situações armadas para testar a firmeza de cada novato.

Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a "língua de congo", o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.

Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.

Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.

Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.

Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é "sujeito-homem" e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.

Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.

São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.

Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.

Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.

Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".

Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.

Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.

O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.



Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal "O Dia". A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.

Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.

Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: "Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!" Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.

A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o "menino do MEP". Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.

O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.

Mesmo assim, não pretendo assistir a "O Filho do Brasil", que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.


CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista do Jornal Folha de São Paulo.

PLANALTO REAGE A ARTIGO DE CESAR BENJAMIN

As revelações de Cesar Benjamin (foto) sobre Lula são aterradoras. Agora há pouco li uma matéria no site do Estadão a respeito da reação do Palácio do Planalto. Não desejo entrar no mérito, se é verdade ou se é mentira.

Entretanto, tudo isto que está acontecendo reflete a hegemonia - para usar um termo caro ao esquerdismo - da estética botocuda.

A revelação, independente de sua veracidade ou falsidade, mas o simples fato de ser aventada resume um estado da psique coletiva nacional sob a égide do lulismo. E não deixa de ser gravíssima! EM POST ACIMA ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA

O que diz o Palácio do Planalto:

O assessor da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que o governo não irá se pronunciar sobre o artigo assinado por César Benjamin, publicado na edição desta sexta-feira, 27, do jornal 'Folha de São Paulo' por se tratar de uma inverdade. "Não queremos comentar, não daremos a mínima importância". O artigo foi escrito por César Benjamin por causa do filme Lula, o Filho do Brasil, que conta a trajetória de Lula.

Ao ser questionado se o presidente pretende processar o autor do artigo, Carvalho respondeu que não. "Quando é coisa séria a gente reage, não vamos nos sujar com isso". Para o assessor, as afirmações do texto são "uma coisa que só pode ser explicada pela psicopatia". Carvalho relatou que Lula ficou triste com o texto e classificou como "loucura" as afirmações feitas por César Benjamin.

No texto, Benjamin descreveu sua experiência durante o período em que foi preso político na ditadura, inclusive um episódio em que sofreu uma ameaça não consumada de abuso sexual. Em seguida, menciona uma conversa com Lula durante um encontro na campanha de 1994: "Lula puxou conversa: 'Você esteve preso, não é Cesinha?' 'Estive.' 'Quanto tempo?' 'Alguns anos...', desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: 'Eu não aguentaria. Não vivo sem b...'. (boceta)


Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de 'menino do MEP', em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do 'menino', que frustrara a investida com cotoveladas e socos." Do site do Estadão

Sponholz: o abominável homem do papel higiênico

OLHO BIÔNICO: NOVA INVENÇÃO AMERICANA!

O olho biônico inventado pelos cientistas americanos
Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar com o uso de um "olho biônico" desenvolvido nos Estados Unidos.

Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais. Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um processador portátil, que transforma a imagem em sinais eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia impulsos até a retina e o nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.

Lane, por enquanto, consegue apenas ler palavras pequenas em uma tela especial. "É um começo", disse ele. "Os médicos vão me dar uma dessas telas para eu ler em casa, e espero um dia poder voltar a ler cartas sozinho." "Além disso, quando saio, o equipamento me dá mais segurança e mais independência."

Lane começou a perder a visão por volta dos 20 anos por causa de uma retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina com origem genética. O "olho biônico" foi desenvolvido pela empresa americana Second Sight e está sendo testado por apenas 11 médicos de todo o mundo. Os especialistas, no entanto, acreditam que inicialmente o aparelho será útil apenas para as pessoas vítimas da retinite pigmentosa. Do site do Estadão

MEU COMENTÁRIO: Os Estados Unidos continuam a ser, disparados na frente de qualquer país do mundo, no centro de excelência no desenvolvimento da ciência e da tecnologia.

Por isso os americanos sofrem essa inveja e o ressentimento do resto do mundo, especialmente do esquerdismo vagabundo que não produz sequer um alfinente.

Lanço um desafio: me apontem um só país do mundo que tenha contribuído tanto quanto os Estados Unidos para o progresso da ciência.

O anti-americanismo cultuado pelo esquerdismo, ecochatismo et caterva, que tem o seu emblema hoje nos países dominados pelo Foro de São Paulo, cujo expoente é o Brasil lulístico, representa uma avassaladora estupidez.

Salve os Estados Unidos, apesar de Obama e seus sequazes. Se bem que agora nesse episódio de Honduras parece que a ficha começou a cair.

ARIAS ANUNCIA QUE RECONHECERÁ ELEIÇÃO

Oscar Arias em entrevista à CNN nesta sexta-feira: apoio as eleições.

Oscar Arias, presidente da Costa Rica e Nobel da Paz, que foi o mediador durante a crise de Honduras, anunciou nesta sexta-feira durante entrevista à rede de TV americana CNN, que reconhecerá as eleições marcadas para domingo em Honduras e animou outros países a fazerem o mesmo.

Arias sustentou que se as eleições transcorrerem de forma normal a maioria dos países do mundo deverá reconhecer o pleito hondurenho.

Um total de 4,6 milhões de hondurenhos estão convocados às urnas neste domingo para eleger o novo presidente, os deputados do Congresso Nacional e as autoridades municipais para o período de 2010-2014.
Leia MAIS em español

MEU COMENTÁRIO: Eis a pequena Honduras se transformando na maior trincheira democrática da América Latina contra a ameaça comunista do Foro de São Paulo.

Pelo que tudo indica, as eleições hondurenhas transcorrerão dentro da normalidade. Observadores internacionais já estão chegando àquele país, bem como a impensa internacional já toma providências para obter credenciais para a cobertura.

Oxalá possa ser esse o começo de uma irreversível tendência democrática em todo o continente latino-americano isolando para sempre os bravateiros bolivarianos.

Foto do site Notícias24

Quinta-feira, Novembro 26, 2009

ENTRA EM AÇÃO O 'PALHAÇO DO PANALTO'

Li há pouco no site do Estadão que o agente para assuntos bolivariano do Palácio do Planalto, Top Top Garcia, resolveu assacar contra os Estados Unidos.

Chega a ser cômica, se não fosse ridícula a posição do Brasil sendo apresentadada por Top Top, Garcia em relação a Honduras.

Não é que o indigitado rei do tártaro encheu a boca para peitar o governo americano??? hehehe...os americanos estão tremendo de medo, oh!

A única coisa que Top Top tem razão é no que se refere àquilo que denomina de 'golpe preventivo', o que na verdade significa que prevaleceu em Honduras o mandamento constitucional e Zelaya é um fora-da-lei. Provavelmente terminará na cadeia pelo fato de que tentou aplicar um golpe chavista.

O Congresso hondurenho juntamente com as Forças Armadas cumpriram 'preventivamente' a Constituição antes que o títere chavista se transformasse em mais um tiranete cucaracha.

O que acontece em Honduras é uma aula de filosofia política e de direito constitucional, pois oferece material ao vivo, fatos concretos e de lá deverão sair as lições de como agir preventivamente para evitar que a América Latina seja cubanizada.

Pode espernear à vontade, Lula. As eleições vão acontecer em Honduras no próximo domingo tendo como fiadores o governo dos Estados Unidos e demais países democráticos da região.

Sorry, mas desta vez o Foro de São Paulo perdeu. E perdeu feio.

VENEZUELA JÁ VIVE CAOS NA ÁREA DA SAÚDE

Ditadura chavista destruiu o sistema de saúde da Venezuela
Um dos efeitos deletérios da ditadura comuno-bolivariana de Hugo Chávez é a destruição do sistema de saúde do país. Reportagem do diário espanhol El País revela a situação extremamente crítica em que vivem os venezuelanos que precisam de cuidados médicos.

Os hospitais que dependem do Ministério Popular da Saúde estão completamente destroçados como mostra esta foto acima retratando o setor de traumatologia do Hospital do bairro Coche, em Caracas em condições precárias. Não só faltam equipamentos e medicamentos, como se nota a total ausência de higiene justo num hospital! Há dezenas de pacientes internados há quase um ano esperando por uma cirurgia. Um verdadeiro caos!

Segundo a reportagem de El País, nos hospitais venezuelanos há falta d'água e de energia elétrica. Alguns atos médicos e de enfermagem são feitos muitas vezes com a luz emitida por um telefone celular!

Cirurgias são adiadas por falta de médicos anestesitas. A maioria está abandonando o país depois que Chávez cubanizou a Venezuela com seu maluco "socialismo bolivariano do século XXI". Leia MAIS em espanhol - en español
Foto do site do jornal El País
MEU COMENTÁRIO: Um dos primeiros sintomas do caos que já se instalou na Venezuela sob o comando de Hugo Chávez, o amigo de Lula e "companheiro" do Foro de São Paulo, foram os apagões como estes que estão ocorrendo no Brasil.
Há pouco li qualquer coisa no Twitter a respeito de que a Anatel teria advertido sobre perigo de apagão telefônico. Neste caso parece que já se prepara alguma sabotagem contra a telefonia brasileira, porque é o único serviço público privatizado e que deu certo, universalizou o uso do telefone. Hoje qualquer pessoa tem acesso ao celular.
Notem vocês que a Anatel, como todos os órgãos estatais e e paraestatais estão dominados pelos sequazes de Lula e do PT.
SE A NAÇÃO BRASILEIRA NÃO DER UM BASTA A LULA E AO PT ESTAREMOS CAMINHANDO CÉLERES PARA O COMUNISMO E O BRASIL CUBANIZADO SERÁ O CAOS, COMO ESTAMOS VENDO OCORRER NA VENEZUELA, UM PAÍS DESTROÇADO PELO COMUNISMO IDIOTA DE CHÁVEZ E LULA.

HONDURAS: CORTE SUPREMA RECHAÇA ZELAYA

A corte Suprema de Honduras rejeitou na noite desta quarta-feira (hora local), qualquer possibilidade de Manuel Zelaya voltar ao poder, segundo matéria que está no site de O Globo e em vários sites noticiosos internacionais.

Já no site UOL, há uma matéria especial como Zelaya na qual o títere chavista afirma que permanecerá hospedado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa enquanto "enquanto o governo de Lula permitir".

Com o apoio e o reconhecimento dos Estados Unidos, Colômbia, Peru, Panamá dentre outros países democráticos - com exceção do Brasil, Venezuela e Paraguai - Honduras supera seus problemas e vai às urnas neste domingo para eleger seu novo presidente.

Honduras vai se firmando, assim, como o primeiro país latino-americano a resistir à intromissão do Foro de São Paulo, conduzido por Lula, Chávez, Morales, Correa, Lugo e demais comunistas botocudos da América Latina.

FORÇA HONDURAS!

HONDURAS: TENAZ RESISTÊNCIA À TIRANIA!

Lula ridicularizado num cartaz em Honduras: é apenas o começo!
A Folha de São Paulo desta quinta-feira vale pela foto de primeira página, que reproduzo aqui. E serve de mote para este meu artigo, meio longo, é verdade, mas necessário.

Embora a foto esteja perfeita, faz chamada para um despacho do enviado especial a Honduras, Fabiano Maisonnave, que dividia com Zelaya um dos cômodos da Embaixada brasileira em Tegucigalpa. Maisonnave pode ser identificado com o que se conhece na era lulística como um "jornalista imparcial" o que eu, particularmene não sou. Jamais utilizarei o instituto da imparcialidade privando-me de opinar em favor da democracia e das liberdade e denunciar tipos como Zelaya, um estafeta de Hugo Chávez que tentou pisotear a Constituição hondurenha. Maisonnave, por outro lado, continua designando o governo interino do presidente Roberto Micheletti de golpista. Se não é ele, é o editor da página.

Neste momento, Honduras está às vésperas da eleição presidencial marcada para este domingo. O enviado da Folha reporta os acontecimentos dessa pequena Nação que luta tenazmente contra a tentativa do Foro de São Paulo de implantar o socialismo bolivariano chavista no país.

Entretanto, Maisonnave jamais se refere a esse fato. Na sua matéria na Folha desta quinta-feira alude ao fato de que bombas e coquetéis molotov têm sido lançados contra prédios públicos e emissoras de televisão.

Se Maisonnave acompanha este blog, deve ter visto que a reação da bandalha comunista botocuda que atua em Honduras foi antecipada sutilmente pelo agente Top Top Garcia, o aspone de Lula para assuntos bolivarianos.

No texto, Maisonnave minimiza os efeitos da bomba lançada contra Suprema Corte:

"Em meio a chamados cruzados para apoiar e boicotar a eleição de domingo em Honduras, a Corte Suprema e um estúdio de TV foram atacados respectivamente com lança-granadas e uma bomba caseira ontem de madrugada, causando pequenos danos materiais." (grifo meu)

No parágrafo seguinte, atesta:

"O impacto do ataque ao órgão máximo do Judiciário, cuja segurança tem sido feita por soldados, abriu um buraco de cerca de um metro na parede externa e quebrou o vidro de três janelas, sem deixar feridos."

Mas a pérola vem a seguir, quando num parágrafo, digamos, um tanto contraditório descobre - bingo! - a possível intromissão da CIA! o órgão de inteligência americano:

"Segundo fontes militares, o explosivo foi lançado pelo lança-granadas antitanque russo RPG-7. O armamento, que não é usado pelas Forças Armadas, circula na América Central desde os anos 80, quando foi introduzido pelos "contras" da Nicarágua -mercenários recrutados pela CIA com a missão de derrubar os sandinistas- e pela guerrilha salvadorenha." (Assinante da Folha lê AQUI o texto completo de Maisonnave).

Dia desses a grande imprensa internacional veiculou seguidamente matérias a respeito de uma tal Carta de Hamburgo, quando jornais do mundo inteiro discutiram medidas para salvaguardar o direito dos véiculos de comunicação sobre o material jornalístico que produzem e que estaria sendo utilizado indevidamente através da internet.

Concordo que só as grandes empresas jornalísticas têm condições de produzir e apurar a notícia de forma correta e profissional e que para isso investem altos recursos em equipamento e pessoal qualificado e merecem a contrapartida econômica.

Tal iniciativa foi tomada pelos proprietários dos veículos que contabilizam prejuízos desde que começaram a oferecer esse material jornalístico em seus sites. Os jornais, alegam, perderam leitores e as vendas em banca e assinaturas caíram.

Entretanto, este é apenas um lado da história. O que se tem notado nos últimos anos é que a maioria dos jornais não inovou editorialmente e abriga em suas redações um batalhão de jornalistas que continua a cutivar valores, vamos dizer assim, vigentes durante a guerra fria agora embalados numa nova roupagem: o politicamente correto.

Dou dois exemplos: o caso de Honduras é emblemático. Não precisa ser nenhum iluminado para entender que a destituição de Zelaya não foi um golpe de estado nos moldes daqueles havidos nos anos 60. A ação das autoridades hondurenhas refletiu exatamente o que preconiza a Constituição do país. Tanto é que o governo interino assumiu e manteve o calendário eleitoral e em nenhum momento o presidente Micheletti pretendeu usurpar o poder para nele permanecer para sempre, como fazem Hugo Chávez, Correa, Evo Morales e o sandinista da Nicarágua.

Outro exemplo: o caso recente da visita ao Brasil de Ahmadinejad, o financiador do terrorismo e negador do Holocausto, não vi uma censura sequer a partir de escrito de um jornalista da grande imprensa brasileira, exceção ao Reinaldo Azevedo, de Veja. O único artigo a altura véiculado em jornal foi do governador de São Paulo, José Serra na Folha de São Paulo.

Entretanto, na edição desta quinta-feira a mesma Folha de São Paulo, pretendendo uma imparcialidade idiota, publica no mesmo espaço que cedeu a Serra, um artigo do agente bolivariano Top, Top Garcia, defendendo a miserável política externa lulística e a recepção ao antissemita terrorista do Irã.

Lêem jornais as pessoas verdadeiramente alfabetizadas e instruídas. Mas elas representam um extrato diminuto da sociedade. Na medida em que os jornais vão praticando essa política editorial camaleônica perdem esses poucos leitores.

Portanto, não é apenas por causa da internet que os jornais estão decaíndo. Toda essa crise da mídia impressa decorre de uma fatalidade que marca o século XXI: a prevalência da noção do políticamente correto, atrás da qual passaram a se abrigar as viúvas do finado comunismo. O politicamente correto constitui a maior estupidez por se constituir numa tricheira da guerra contra a evidência dos fatos.

E para finalizar: a internet é uma via de duas mãos. Blogs com o estilo editorial deste aqui, por exemplo, fazem diariamente dezenas de links para os sites dos grandes jornais! E são milhares de blogs ao redor do planeta tecendo a crítica, emitindo opinião, debatendo e discutindo o conteúdo gerados pelos jornais. Me refiro a blogs de profissionais e não de aventureiros. Aliás, esse tipo de gente sempre fez jornalismo barato na impensa tradicional e que no jargão das redações são identificados como picaretas.

Dito isto a conclusão só pode ser uma: a Carta de Hamburgo contém meia verdade. Os jornais precisam pensar neste aspecto que acabo de abordar nestas linhas a partir de um evento que ocorre num país pequeno, pobre e até mesmo desconhecido no mundo que é Honduras. Entretanto pode ser que nessa modesta Nação sul-americana esteja nascendo, finalmente, a resistência à tirania que ameça todo o continente.

Falta à imprensa tradicional dizer isto. Falta o seu firme compromisso com a democracia e o repúdio enérgico e permanente a todo e qualquer tipo de tirania.

TRANSFORMADOR GIGANTE CHEGA A ITAIPU

Chegou na noite desta quarta (25) à Usina de Itaipu, no Paraná, um novo transformador que ficará de reserva para duas unidades geradoras de energia. A máquina veio de Blumenau, em Santa Catarina.

A viagem demorou quase 30 dias. O transformador pesa 150 toneladas e mede seis metros de comprimento por cinco e meio de altura.

Por causa do tamanho, a peça foi transportada em um caminhão especial e todo percurso foi acompanhado pela Polícia Rodoviária. A usina informou que a aquisição do novo transformador nada tem a ver com o apagão do início do mês. Do site da TV Globo

MEU COMENTÁRIO: Claro que pode ser coincidência a encomenda desse transformador ao fabricante em Blumenau justamente nesse momento de evidente crise energética no Brasil. Esse transformador foi fabricado pela catarinense WEG que possui uma fábrica de transformadores em Blumenau, aqui em Santa Catarina (Veja mais sobre isso no final deste post).

Refiro-me à crise energética porque estão ocorrendo apagões com freqüencia supreendente em vários pontos do Brasil, como o Rio de Janeiro e Brasília, por exemplo, segundo o noticiário nacional dessa quarta-feira.

Também já me referi aqui no blog ao fato de que o cotidiano da Venezuela tem sido marcado por apagões constantes em vários pontos daquele país. Há notícias de apações também no Equador e na Bolívia e agora também no Brasil.

Notem que todos esses países em que ocorre crise energética, sendo que na Venezuela já está havendo racionamento, são denunciadas falta de planejamento e de investimentos adequados para o setor.

Em todos esses países os governos obedecem às diretrizes do Foro de São Paulo, do qual Lula e o PT são fundadores. Trata-se de organização comuno-fascista que pretende implantar o socialismo em todo o continente latino-americano.

Em todos esses países onde ocorrem apagões elétricos os governos são populistas e aparelharam todos os órgãos estatais e empresas públicas colocando-as sob o comando de partidários dos respectivos governos. No Brasil esse aparelhamento é feito sob os critérios da CUT, o braço sindicalista do PT e vinculado diretamente a Lula, uma espécie de comandante supremo do sindicalismo brasileiro.

Até agora as autoridades do governo de Lula não conseguiram apresentar de forma clara à população brasileira os motivos desses apagões. Pipocam pela grande impensa nacional entrevistas com especialistas em energia dando conta da falta de investimentos no setor. Entretanto, essas análise são pontuais dentro de uma nuvem de mistério que abafa as verdadeiras causas dos apagões elétricos em vários pontos do Brasil.

Agora surge a entrega desse gigantesco transformador para a Usina de Itaipu. Difícil de esconder não só pelo próprio tamanho da máquina, mas também pela complexidade do transporte, feito todo por rodovias e que levou mais de 30 dias para ir de Blumenau a Itaipu.

Está aí uma boa pauta para as editorias de economia dos jornais: quando foi feita a encomenda dessa máquina ao fabricante em Blumenau? Se há novos pedidos de equipamentos semelhantes à indústria e seu impacto na estabilização do sistema.

Tirante qualquer aspecto político partidário sobre essa questão do apagão, embora tenha sim reflexo negativo direto sobre o governo de Lula, a Nação precisa saber a verdade do que está acontecendo num setor crucial que é o de geração e transmissão de energia elétrica.

MÁQUINA SÓ ENTRARÁ EM OPERAÇÃO EM 2010

No site da WEG há uma informação importante e que foi veiculada pelo jornal A Notícia, de Joinville. O que falta esclarecer é quanto a data do pedido ao fabricante e a função específica desse equipamento e se realmente nada tem a ver com os apagões constantes que vêm ocorrendo em todo o país. Eis a informação com data de 17 deste mês de novembro:

Foram apresentados à imprensa na manhã desta terça-feira os transformadores mais complexos já fabricados pela WEG Transformadores, em Blumenau. Ao todo, foram produzidas duas máquinas que entrarão em funcionamento no início de 2010 na Hidrelétrica Itaipu Binacional.

Um transformador será usado no lado brasileiro e o outro no paraguaio. Ambos foram totalmente produzidos e testados em Blumenau. Estes são os primeiros transformadores fornecidos a Itaipu feitos por uma empresa brasileira.

As máquinas substituirão equipamentos antigos da usina. Um dos transformadores de força já iniciou a viagem de 800 quilômetros para Foz do Iguaçu. Com seis metros de comprimento, sete de altura, seis de largura e 200 toneladas cada, eles são transportados em caminhões especiais. A previsão é que a viagem demore 30 dias.

Sponholz: 'neto do Brasil' é o retrato do pai


GOVERNO TERÁ QUE EXPLICAR CARONA PARA LULINHA

Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara aprovou hoje requerimento de informações ao Ministério da Defesa para que os deputados da Casa tenham acesso à lista de cerca de 15 passageiros que teriam utilizado um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) como convidados do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República.

Lulinha e amigos voaram de São Paulo para Brasília a bordo do Boeing 737 presidencial, conhecido como Sucatinha.

Segundo a Comissão, o governo terá o prazo de 30 dias para responder ao requerimento, de autoria do deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP). A oposição, inicialmente, queria a convocação dos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e Jorge Félix, do Gabinete de Segurança Institucional, para explicarem a "carona" na aeronave presidencial.

Por pressão da base governista e acordo com os demais parlamentares, o tucano aceitou substituir a convocação pelo pedido de informações ao governo. A assessoria da FAB afirma que, como o Boeing estava à disposição da Presidência, a Força não tem controle de lista de passageiros e de itinerário. Do site do Estadão

APAGAO: SENADO CACELA ENTIDADE ESOTÉRICA

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado decidiu nesta quarta-feira (25), por unanimidade, cancelar o convite feito a uma fundação esotérica Cacique Cobra Coral para explicar o apagão que afetou 18 estados no dia 10 deste mês.

Desta forma, a comissão deverá seguir o cronograma de outras duas comissões ouvindo 20 autoridades sobre o tema. Os últimos que serão ouvidos são os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Edison Lobão (Minas e Energia).

A inclusão da entidade foi feita a pedido do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). Nesta quarta ele explicou na comissão que a intenção era apenas dar visibilidade à estratégia da base aliada de proteger os ministros, deixando-os como os últimos a falar.

Segundo o site da fundação, sua missão é minimizar catástrofes que podem ocorrer em razão dos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza. O site faz alertas principalmente sobre as mudanças climáticas e o aquecimento global e tem um serviço próprio de meteorologia.

Autor do requerimento que convoca as autoridades, o senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB) foi quem pediu a retirada da entidade. Diante da unanimidade a favor da retirada da fundação, Cavalcanti desabafou: “É inadmissível perdemos tanto tempo com uma bobagem dessas”.

O presidente da comissão, Flexa Ribeiro (PSDB-PA), também apoiou a retirada, mas provocou Cavalcanti. “É inadmissível que tenhamos um requerimento que não quer explicar nada”. Cavalcanti rebateu e disse que a intenção é apurar com os técnicos o que houve. Ele se disse aberto à inclusão de mais técnicos do setor para debater o tema. Do site G1

Quarta-feira, Novembro 25, 2009

Sponholz: com as mãos na 'massa'

ÁGUIA CANSADA APITARÁ AVAÍ X SANTOS

Foi definido nesta quarta-feira, dia 25, o trio de arbitragem para a partida Avaí x Santos, no domingo, às 17h, no estádio da Ressacada, pela penúltima rodada da Série A. O árbitro sorteado foi o gaúcho Leonardo Gaciba da Silva, reprovado em um teste físico na segunda-feira e excluído do quadro da Fifa.

Seus auxiliares serão os também gaúchos José Antônio Chaves Franco Filho e Júlio César Rodrigues Santos.Escolhido quatro vezes como o melhor árbitro do Brasil, Gaciba, de 37 anos, fora reprovado em outros testes físicos da Fifa. A

última chance dada pela entidade foi na segunda-feira, no Uruguai. Gaciba não conseguiu completar a terceira de um total de 10 voltas e abandonou a corrida.Em 2010, se conseguir uma nova indicação, poderá realizar novamente os testes e recuperar o escudo da entidade máxima do futebol. Do Diário Catarinense

BUGRE ESTÚPIDO VIRA DITADOR CUCARACHA

Aqui um ótimo artigo de Mary Anastasia O'Grady, do Wall Street Journal em espanhol, sobre o derradeiro golpe que será dado pelo índio cocaleiro Evo Morales no que resta de democracia na bolívia.

Dentre os jornalistas brasileiros há muitos simpatizantes desse bugre estúpido, porém matreiro e oportunista, que se transformou em pouco tempo no mais novo ditador da América cucaracha. Na foto acima o bugre malandro participa de um ritual botocudo e segura uma bacia cheia de cachaça. Leiam:

Una dictadura que estimula la producción y distribución de cocaína tiene pocas esperanzas de labrarse una buena imagen internacional. Pero cuando ese mismo gobierno se proyecta usando el lenguaje de la justicia social, con una atención especial a los derechos de los pueblos indígenas, se granjea la aclamación del mundo.

Esta es Bolivia, que en dos semanas celebrará elecciones para presidente y las dos cámaras del Congreso. El gobierno del presidente Evo Morales promocionará el evento como un gran momento para la democracia sudamericana. En realidad, los comicios marcarán el fin oficial de lo que queda de la libertad boliviana tras cuatro años de gobierno represivo de Morales.

Mientras Estados Unidos y la Organización de los Estados Americanos se han obsesionado por la remoción legal de un presidente antidemocrático en Honduras, Morales ha estado fortaleciendo su narco-dictadura. También se hizo amigo del dictador iraní Mahmoud Ahmadinejad, quien mañana hará una nueva visita a La Paz.

Se prevé que Morales obtenga la reelección sin mayores inconvenientes, en parte porque en muchas áreas que controla los votantes serán escoltados a las mesas electorales para asegurarse de que elijan de forma correcta. Su partido, el Movimiento al Socialismo (MAS), casi con seguridad retendrá el control de la cámara baja del Congreso y es probable que gane el del Senado, que hasta ahora ha estado en manos de la oposición.

Si esto ocurre, el dominio de Morales será casi imbatible. Pero esto no debería ser interpretado como una adopción nacional de su estilo de hacer política. Logrará extender su poder gracias a una política de terror contra sus adversarios. Clique AQUI para ler o artigo completo

ELEIÇÃO: TERROR PSICOLÓGICO EM HONDURAS

Candidato presidencial Elvin Santos arranca os cartazes do terror
“Se você vai à votação, isso, ou pior, vai acontecer”, é a chamada que se pode ler num cartaz que mostra uma pessoa matando outra com um fuzil. Faz parte da guerra psicológica que a bandalha esquerdista deflagrou em Honduras com o objetivo de desestimular os eleitores a votar e tentar melar a eleição presidencial marcada para o próximo domingo. Os cartazes que são apócrifos, tentam amedrontar a população e são colados em postes, principalmente nos bairros mais pobres e no interior do país.

Em post mais abaixo, sobre a negativa de Lula em reconhecer as eleições hondurenhas, onde reproduzo matéria que saiu no Estadão, Marco Aurélio Garcia, o famigerado Top Top, aspone de Lula para assuntos bolivarianos, adianta que as eleições em Honduras “não serão tranqüilas”.

Tudo indica que Top Top Garcia está “muito bem informado” ou faz parte do plano de Hugo Chávez e Zelaya para tumultuar as eleições?
Leia MAIS no site do jornal El Nuevo Herald – en español and english Foto do site do El Nuevo Herald

NAZISMO: MENGELE E OS GÊMEOS GAÚCHOS

Na foto acima, o soturno pavilhão de Auschwitz, onde Mengele fazia experiências com crianças gêmeas judias, mutilando-as. Ao lado a foto de Mengele, o Anjo da Morte, responsável pelo assassinato de judeus, principalmente crianças, em suas experiências no campo de concentração. As fotos são da Wikipedia.
O programa “Explorer”, do canal National Geographic, um dos mais vistos do mundo, vai exibir reportagem domingo (29), sustentando que o médico nazista Joseph Mengele (foto), conhecido como o Anjo da Morte, realizou experiências genéticas no Brasil com irmãos gêmeos.
Os experimentos teriam ocorrido na cidade de Cândido Godói (RS), cuja incidência de gêmeos é 1000% maior que a média mundial.

O programa “Explorer” lembra a ficção: o filme “Meninos do Brasil”, de 1978, mostra Joseph Mengele criando clones de Adolph Hitler.

Após fugir no final dos anos 1940, Joseh Mengele, o monstro de Auschwitz, viveu América do Sul, inclusive no Brasil, por trinta anos.
Do site do jornalista Cláudio Humberto
O ANJO DA MORTE EM AÇÃO NO BRASIL
A alta incidência de gêmeos em uma cidadezinha do Rio Grande do Sul poderia ser resultado de experiências genéticas realizadas pelo médico nazista Josef Mengele, segundo afirma uma biografia recém-publicada do chamado "Anjo da Morte".

Segundo o livro "Mengele: El Ángel de la Muerte en Sudamérica" (Mengele: o Anjo da Morte na América do Sul), de autoria do jornalista argentino Jorge Camarasa, a incidência de gêmeos na população de Cândido Godói, cidade próxima à fronteira com a Argentina, começou a crescer após 1963, época da suposta passagem de Mengele pela região.

Com uma população de pouco menos de 7 mil habitantes, Cândido Godói tem mais de cem pares de gêmeos idênticos. A taxa de nascimentos de gêmeos univitelinos na cidade seria de um em cada cinco partos, muito acima da média mundial de um a cada 85 partos.

O fenômeno já é estudado há vários anos pelos cientistas, mas até hoje não surgiu uma tese definitiva para explicar a alta proporção de gêmeos na cidade gaúcha de colonização alemã.
Mengele, que durante a Segunda Guerra Mundial ficou conhecido por realizar experimentos genéticos, muitos deles com gêmeos, entre os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz, viveu escondido na América do Sul após o fim da guerra e morreu afogado em uma praia no litoral de São Paulo em 1979.

Segundo Camarasa, a coincidência entre a passagem de Mengele por Cândido Godói em 1963 e o início de um "boom" de gêmeos na cidade poderia indicar que o médico nazista teria continuado suas experiências muito após o fim da Segunda Guerra.

Muitos moradores mais velhos de Cândido Godói recordam a passagem do médico, sob a identidade falsa de Rudolph Weiss, pela cidade.

Segundo o relato dos moradores a Camarasa, Mengele ganhou a confiança dos moradores ao se apresentar como veterinário e cuidar dos animais da cooperativa de agricultores da cidade, antes de começar a tratar também dos próprios moradores como médico.

O livro do jornalista argentino relata ainda que um ex-prefeito e médico da cidade, Anencir Flores da Silva, realizou pesquisas e entrevistou centenas de moradores para tentar descobrir a razão da alta taxa de nascimentos de gêmeos.

Segundo Flores da Silva, pessoas tratadas por Mengele contaram que ele "tratava de mulheres com varizes e dava a elas uma poção que ele levava em uma garrafa, ou pílulas que ele trazia com ele".
O livro de Camarasa conta a fuga de Mengele para uma colônia nazista na Argentina nos anos 1950, suas ligações com o então presidente Juan Perón, sua posterior fuga ao Paraguai nos anos 1960, após a prisão em Buenos Aires de outro criminoso nazista, Adolf Eichman, e sua passagem pelo Brasil, onde viveu em diversas cidades, com a ajuda de um casal alemão, até sua morte em Bertioga. Do site da BBC Brasil

SOCIALISMO CHAVISTA DESTRÓI A VENEZUELA

O mercado estatal Mercal e o efeito socialista: pratelerias vazias.

Transcrevo aqui o texto integral de reportagem da revista Veja desta semana sobre o estrago que o socialismo bolivariano de Chávez, o amigo de Lula e cabo eleitoral de Dilma Rousseff, faz na Venezuela.

O diabo é que 80% dos brasileiros são estúpidos. Não sabem o que ocorre meio mero longe do umbigo. Não lêem revistas nem jornais e muito menos usam a internet para se informar. É esta fatia botocuda - quase a maioria da população brasileira - que mantém Lula e seu populismo no poder. Isto quer dizer que uma segunda fase do lulismo no Brasil será a pá de cal sobre a Nação.

A rigor, fora as commodities, o Brasil não produz nada de importante. Não inventa sequer um canivete. É zero de inovação. Zero de ciência e tecnologica. A educação é péssima e cada vez mais utilizada para doutrinar os jovens no marxismo botocudo do PT.

O recente apagão foi apenas um aviso. Nesta terça-feira várias regiões da cidade do Rio de Janeiro sofreram apagão. As redes de transmissão constituem um lixo.

Vejam por exemplo a Venezuela. Possui a quinta maior jazida de petróleo do planeta mas o socialismo bolivariano cultivado pela bandalha esquerdista latino-americana, da qual Lula e Dilma fazem parte, está levando aquele país à bancarrota. Leiam com atenção:

No momento em que outras nações deixam para trás a crise financeira ou fazem as contas para sair dela, a Venezuela de Hugo Chávez segue na direção contrária e entra oficialmente em recessão. Na semana passada, o Banco Central venezuelano anunciou que, pelo segundo trimestre consecutivo, houve recuo na produção de riquezas no país.

O PIB dos últimos três meses está 4,5% abaixo do registrado em 2008. Até meados deste ano, esperava-se que o encolhimento fosse de 1% a 2%. Praticamente todas as atividades se contraíram. A indústria desabou 9,2%. O comércio, 11%. A produção de petróleo caiu quase 10%.

Em dez anos de governo bolivariano, as políticas socialistas arruinaram o setor privado, enquanto o estatal passou da mera ineficiência à total paralisia. Diante das más notícias na economia, todas elas de confecção caseira, Chávez fez o de sempre para desviar a atenção: apontou o dedo para um suposto inimigo externo. Ele elevou o tom das ofensas ao presidente colombiano, Álvaro Uribe, a quem chamou de "desgraçado" e "cínico". Também ordenou que membros do Exército explodissem duas pequenas pontes pênseis de madeira em um local ermo da fronteira entre as duas nações. Os militares venezuelanos entraram no país vizinho e, após ser recebidos a pedradas por agricultores, dinamitaram as passagens.

As razões que empurraram a Venezuela para a atual situação são muito diferentes das que detonaram a crise financeira no mundo. A principal delas é a diminuição na produção petroleira, responsável por mais de 90% das divisas externas. Há dez anos, mais de 3 milhões de barris eram produzidos diariamente no país.

Agora, são apenas 2,2 milhões. Motivo: a PDVSA, estatal petrolífera e a maior empresa da Venezuela, cancelou investimentos na perfuração de poços. "A área de energia demanda investimentos constantes. Quando se negligencia isso, manter os resultados no mesmo nível fica impossível", disse a VEJA o economista Maikel Bello, da consultoria Ecoanalítica, de Caracas. Dez anos atrás, a estatal utilizava 120 brocas de perfuração, indispensáveis na prospecção de novos poços. No início de 2009, havia sessenta. Agora, são cinquenta.

O sucateamento das empresas que prestam serviços para a PDVSA também ajuda a explicar o quadro. Em maio, o governo estatizou boa parte delas. Como regra, quando Chávez vira o patrão, a produção cai 40% e a folha de pagamento dobra. Uma das empresas que passaram por esse processo, a Terminais Maracaibo, fazia o transporte de pessoas e de peças para as plataformas no lago de mesmo nome. Hoje, é um cemitério de embarcações, aposentadas por falta de manutenção. Mais de 60% das lanchas e rebocadores estão parados, enquanto, nas plataformas de extração, operários armazenam água da chuva, porque água potável virou produto escasso. "Até o ano passado, o elevado preço do petróleo mascarou essa ineficiência absurda", disse a VEJA o economista venezuelano José Toro Hardy, de Caracas. "Agora, essa proteção não existe mais."

O setor privado acumula uma lista infindável de queixas. O congelamento de preços faz com que empresários, sob pena de ter prejuízos, desliguem a linha de montagem. Para obter dólares e, assim, conseguir importar insumos, é preciso aprovação do Cadivi, um burocrático órgão estatal que muitas vezes indefere a solicitação.

Sem matéria-prima, muitas fábricas declaram férias coletivas. Um dos setores mais afetados é o dos automóveis. Nas concessionárias, só há carros nas vitrines. Para quem insiste em comprar um, o ágio chega a dobrar o valor do veículo. Também não existem alimentos. A produção nacional caiu, e o governo não tem mais dinheiro abundante para importar e vender, a preços subsidiados, produtos do Brasil, da Colômbia e dos Estados Unidos.

As portas dos supermercados da rede estatal Mercal passam a maior parte do tempo fechadas. Quando se abrem, as prateleiras estão quase todas vazias. O colapso foi aprofundado pelos apagões elétricos quase diários, que os técnicos estatais já não conseguem prevenir. A crise energética danifica maquinários e torna quase impossível organizar a produção nas fábricas. Não por acaso, apenas uma em cada dez grandes empresas na Venezuela realiza atualmente algum investimento. Com racionamento e apagões, Chávez criou para seu povo privações de guerra. Agora, só falta iniciar de fato um conflito. Da revista Veja desta semana

BLUMENAU GANHA O NOVO SHOPPING EUROPEU

As ruas de Blumenau são varridas todas noites. Reparem a limpeza. O novo shopping que estará pronto em 2011 em Blumenau
Lojistas de marca própria ou multimarcas, investidores, franquias e franqueados de todos os segmentos de varejo já podem contar com uma nova opção de negócios em Santa Catarina: o Shopping Park Europeu, um empreendimento de R$ 160 milhões a ser construído na Via Expressa, em Blumenau. “Nossos parceiros contarão com espaços modernos, projetados a partir de inovações técnicas que resultam em economia de energia e manutenção.

Abrir um negócio no Shopping Park Europeu significa ingressar num mercado potencial de 1,5 milhão de consumidores numa das áreas de maior expansão demográfica e econômica da região”, destaca Francisco de Almeida e Silva, diretor-superintendente do Grupo João Fortes Engenharia, em entrevista ao site Noticenter.

O empreendimento, já considerado um dos maiores e mais modernos equipamentos de varejo de Santa Catarina, começará a ser construído em janeiro, gerando pelo menos 600 empregos diretos na região na fase de obras. A inauguração está prevista para outubro de 2011.

Com dois pavimentos, o empreendimento terá como âncoras um Hipermercado Bistek, cinco salas de cinema do Grupo Arcoíris, uma loja Cassol Center Lar e mais duas lojas de departamentos, além de outras 186 lojas satélites. Segundo Almeida e Silva, mais de 50% dos espaços do Shopping Park Europeu já estão comercializados. O empreendimento terá 1.620 vagas de estacionamento e, depois de inaugurado, vai gerar 2.500 vagas diretas de trabalho. Leia MAIS no site Noticenter com DOWNLOAD de detalhes do projeto

MEU COMENTÁRIO: Depois que os blumenauenses botaram a turma do PT pra rua da Prefeitura a cidade começou a bombar novamente.

Blumenau é uma das cidades mais bem organizadas e limpas do Brasil. Foi uma cidade fundada por imigrantes alemães e até hoje guarda suas tradições que têm ponto alto na famosa Oktoberfest que se realizada em outubro.

Um parque industrial forte e diversificado fez o progresso de Blumenau. Ainda é possível ouvir pelas ruas da cidade o linguajar macorrônico dos descendentes dos alemães que desbravaram o Vale do Itajaí dando origem a uma região ordeira e progressista.

Houve apenas um interregno que marcou a cidade negativamente, quando por ironia do destino caiu nas mãos do PT. Atualmente a cidade vem sendo administrada em alto nível pelo prefeito João Paulo Kleinübing, do Partido Democratas. É considerado um dos melhores prefeitos de Santa Catarina e lidera uma legião de jovens, a maioria empreendedores, que forma a Juventude do Democratas catarinense.

O anúncio da construção desse novo grande shopping em Blumenau sinaliza a pujança econômica de uma das regiões mais desenvolvidas do Brasil.

Vejo no empreendimento uma ótima oportunidade de investimento. Parabéns Blumenau!

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Sponholz: os "deuses" da América do Sul

MÁXIMAS DE UM PAÍS MÍNINO. ENTREVISTA AQUI

Aqui a a primeira parte da entrevista que o jornalista, escritor e blogueiro Reinaldo Azevedo concedeu ao programa do Jô Soares nesta segunda-feira à noite ou primeira hora da madrugada de hoje.

Para quem não viu o programa está aqui a primeira parte.Num clique o leitor poderá ir ao YouTube e ver na íntegra a entrevista com a seqüência dos demais vídeos. Especialmente os leitores do blog de outros países. Os sites de busca, principalmente o Google, dão em primeiro lugar post que escrevi quando Reinaldo anunciou que iria lançar o livro "Máximas de um País Mínimo" neste mês de novembro.

E é justamente o este novo livro de Reinaldo Azevedo o mote da entrevista do prestigiado Programa do Jô.

Já disse aqui que considero o Reinaldo, que tive a honra de conhecer e com ele conversar quando esteve aqui em Florianópolis lançando "O País dos Petralhas", que foi um sucesso, um dos jornalistas brasileiros mais bem preparados.

Vale a pena ver esta entrevista. Sei que o vídeo também está lá no blog do Reinaldo e talvez em outros sites como o da própria Globo.

Entretanto, faço a postagem numa homenagem ao Reinaldo e também facilitando todos aqueles leitores que procuram aqui pela entrevista e o conteúdo do livro. Jô pontua a entrevista citando várias passagens de "Máximas de um País Mínimo", leitura obrigatória para quem se preocupa com o destino do Brasil, atualmente trilhando o tortuoso caminho da estupidez sob o comando de Lula e seus sequazes.

LULA PERDE MAS AINDA FUSTIGA HONDURAS

Leiam esta incrível matéria que esta no site do Estadão e em seguida o meu comentário:

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, acaba de confirmar que o presidente dos EUA, Barack Obama, enviou domingo passado uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O assessor divulgou a informação após o encontro de Lula com o ex-presidente da República Checa Vaclav Havel no Itamaraty.

Na carta, segundo Garcia, que é assessor de Lula para Assuntos Internacionais, os EUA justificam a posição da Casa Branca em relação a Honduras. O governo Obama é favorável à realização das eleições em Honduras sem que o presidente deposto Manuel Zelaya tenha reassumido o comando do país. Os EUA pressionam os países latino-americanos a reconhecer a eleição como uma espécie de ato institucional que serviria para "zerar" a crise político no País centro-americano.

O governo brasileiro mantém a posição de não reconhecer as eleições. Lula também já reafirmou que o Brasil não mudará a postura diplomática, não reconhecendo também o governo que sairá das eleições do próximo domingo. Para Marco Aurélio Garcia, os EUA estão apostando que o processo eleitoral será calmo e funcionará como uma forma de recuperar o diálogo. "(As eleições) não serão tranquilas", disse o assessor especial de Lula. Reafirmou que a decisão dos EUA é uma "atitude equivocada", um endosso aos golpistas de Honduras. Para o Brasil, a presença de Zelaya na embaixada em Tegucigalpa não é um incômodo diplomático.

Na avaliação de Garcia, o clima positivo criado com a eleição de Obama "começa a se desfazer". Para Garcia, os EUA podiam ter feito mais pressão do que fizeram pela volta de Zelaya. "Eles poderiam ter utilizado pressões mais fortes, como usaram em outras situações". Garcia disse ainda que no caso da crise política hondurenha "há um nítido desacordo (dos EUA) com o Brasil".

Na avaliação do assessor especial da Presidência, o Brasil entende que o "presidente Obama está enfrentando uma situação complexa no seu país, com uma agenda interna difícil, complexa. Mas isso está provocando uma certa frustração. O presidente Lula continua com a expectativa de manter um bom relacionamento com EUA. Há um certo sabor de decepção, que nós queremos que seja revertido". Garcia disse que na carta, o presidente Obama também trata da questão da Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), que está com as negociações travadas. Do site do Estadão


MEU COMENTÁRIO: Estão vendo só? O aspone Top Top Garcia avisa que as eleições em Honduras não serão tranqüilas. Fala como se estivesse no comando da Nação hondurenha.

É a primeira vez na história da diplomacia brasileira que o Brasil faz uma clara intervenção num país. E o que é pior, para defender um títere de Hugo Chávez que tentou implantar o comunismo bolivariano em Honduras e acabar com a democracia naquele país.

A atitude de Lula é nojenta, atrevida e vergonhosa. Um dia depois de receber o terrorista fanático do Irã, Lula investe contra Honduras dizendo que não reconhecerá o novo governo que sairá das eleições democráticas marcadas para o próximo domingo.

Ocorre que o Brasil saiu vergonhosamente derrotado nesse episódio de Honduras.

Em postagem que fiz nesta madrugada abaixo, noticiei com exclusividade o fracasso de tentativa de boicote da OEA contra Honduras.

Lula, o megalomaníaco que acha que pode tudo expõe o Brasil ao ridículo e não há nenhuma razão para que se meta em um assunto de exclusiva deliberação da Nação hondurenha.

Todos os países democráticos, liderados pelos Estados Unidos, como a Colômbia, Peru, Panamá entre outros, já se alinharam na defesa das eleições hondurenhas porque entenderam que é a forma legal e democrática de por fim às extripulias de Zelaya e Hugo Chávez.

Lula e seu aspone Top Top já estão falando sozinhos.

O próximo capítulo será a ação das Forças Armadas de Honduras para fechar a Embaixada brasileira e botar Zelaya na cadeira.

FRACASSA BOICOTE DA OEA CONTRA HONDURAS

Países democráticos detonaram o plano de boicote da assembéia da OEA

Numa reunião que durou duas horas a portas fechadas a Assembléia Geral da OEA não conseguiu consenso para não reconhecer as eleições presidenciais de Honduras, marcadas para o dia 29 deste mês.

A Manobra do bolivarianos da Alba encontrou um poderoso anteparo de países com Estados Unidos, Colômbia, Peru, Panamá e Canadá, além de outras representações diplomáticas nesse orgnismo, que defenderam o reconhecimento do pleito hondurenho tão logo o Tribunal Eleitoral proclame os eleitos.

Desta forma foi definitivamente abortada a tentativa de boicote conduzida pelo presidente da OEA, Miguel Insulza. Isto significa também que não conseguiram dobrar o povo hondurenho que repudiou heroicamente a tentativa de implantação de um regime chavista-comunista naquele país.

Saem derrotados desse episódio Hugo Chávez, o mentor de Zelaya, e Lula que transformou a Embaixada brasileira em Tegucigalpa num bunker do golpismo bolivariano. Leia MAIS en español

UPDATE: Matéria do jornal O Estado de São Paulo desta terça-feira revela a rasteira aplicada pelos Estados Unidos contra a idéia do chanceler Megalonanico do Itamaraty de adiar as eleições de Honduras, confirmadas para este domingo. Finalmente, os Estados Unidos, com ou sem Obama, resolveram mandar fogo nos botocudos e afastar a peste comunista que assola a América Latina. Leia MAIS

Foto do site Venezolanos en Línea

LULA E SEUS SEQUAZES BANALIZAM O MAL


Fotos do site Folha: para o mundo ver que nem todos concordam com Lula
Transcrevo artigo do governador de São Paulo, José Serra, intitulado "Visita indesejável", publicado na Folha de São Paulo desta segunda-feira, a respeito da recepção de Lula ao terrorista presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Ilustram o post flagrantes dos protestos contra a vergonhosa condescendência do governo de Lula a esse estafeta dos sanguinários aiatolás que dominam o Irã e que prometem destruir o Estado de Israel e o povo judeu.
Eis o artigo de José Serra:
É DESCONFORTÁVEL recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.
O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.
Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?
A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?
Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?
O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência. O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?
As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU. Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?
Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.
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Segunda-feira, Novembro 23, 2009

BATTISTI NÃO MORREU. VOLTOU A COMER...

Segundo o senador Eduardo Suplicy, aquele da sunga vermelha, o terrorista italiano Cesare Battisti desistiu da greve de fome contra a extradição e mergulhou num talharim à bolonhesa. Suplicy diz que o italiano desistiu da greve "sensibilizado" pelos apelos de seus amigos.

Rapaz sensível e lutador esse Battisti, né?

Argh!

Sponholz: bomba atômica botocuda

BOMBA GIGANTE CONTRA ALVO SUBTERRÂNEO

Petardo gigante é destinado a desentocar e detonar bunker nuclear
Segundo o site News.com.au o Pentágono está construindo uma bomba gigante que deverá estar pronta dentro de alguns meses, acrescentando uma poderosa arma ao arsenal americano em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

A bomba gigante é denominada MOP (massive ordnance penetrator) está projetada para detonar expleindo-os para fora os locais fortificados e enterrados em solo profundo, como aqueles usados pelo Irã e a Coréia do Norte para proteger seus programas nucleares.

O Departamento de Defesa disse em agosto passado que queria acelerar os planos de produção para a super bomba e pediu ao Congresso a mudança de fundos para o projeto. O Congresso aprovou o pedido destinando US$ 51,9 milhões de dólares para a efetivação de contrato com a McDonnel Douglas Corporation tendo em vista habilitar os bombardeiros B-2 para o transporte da bomba gigante.

Segundo o secretário de imprensa do Pentágono, Geoff Morrel, a bomba, que detém 2.404 kg de explosivos, foi concebida “para detonar as instalações subterrâneas utilizadas por Estados hostis para proteger armas de destruição em massa”. Leia MAIS em inglês – read MORE in english


N.B.: Agradeço a leitor anônimo que deixou os links para esta matéria e a foto.