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sexta-feira, setembro 18, 2020

LÍDER DO GRUPO TERRORISTA NORTE-AMERICANO 'BLACK LIVES MATTER' TEM PROJETO QUE RECEBE DINHEIRO DE ORGANIZAÇÃO CHINESA

Quando se vê fotografias e vídeos mostrando os ataques do grupo comunista norte-americano Black Lives Matter, um bando de arruaceiros criminosos que tem espalhado o terror em diversas cidades dos Estados Unidos sempre surge uma indagação pertinente: quem financia essa horda assassina? 

Agora há pouco encontrei no site da Revista Oeste uma matéria que revelando que a líder desse movimento, Alicia Garza (foto abaixo), poderia estar sendo financiada com recursos procedentes da China. 

Curioso também é o fato de que a onda de vandalismo levada a efeito pelo Black Lives Matter em território norte-americano acontece justamente em meio à pandemia do vírus chinês que, por sua vez, coincide com o auge da campanha presidencial, já que a eleição ocorrerá no dia 3 de novembro desde ano de 2020. Percebe-se também que a onda de violência do Black Lives Matter vale-se do lockdown justificado pela peste chinesa, quando grande parte da população atemorizada dia e noite pela mainstream media desapareceu das ruas. 

O mantra "fique em casa" é verberado sem parar pelos grandes veículos midiáticos. Por isso os centros urbanos passaram a ficar completamente abandonados e, ao que parece, quem reina absoluto são os terroristas do Black Lives Mater.

Neste caso a recomendação "siga o dinheiro" parece que finalmente está sendo acolhida pelas autoridades norte-americanas. Leiam a matéria da revista Oeste que transcrevo:

Alicia Garza co-fundadora e líder do grupo terrorista Black Lives Matter

O movimento Black Lives Matter pode ter relação com o Partido Comunista da China. Cofundadora e líder do movimento que tem ficado marcado por promover violência e atos de vandalismo, Alicia Garza tem projeto que conta com dinheiro da Associação Progressista Chinesa (CPA, na sigla em inglês).


Leia mais: “Antifas e Black Lives Matter pregam igualdade no discurso, mas voltam a aterrorizar americanos”


De acordo com o site Daily Signal, o Black Future Lab, projeto idealizado por Alicia Garza, é “patrocinado” pelo CPA. A criação da militante do Black Lives Matter se posiciona como espaço em que se busca “engajar empresas e políticos para a promoção de ações em nível local, estadual e federal [nos Estados Unidos].”


O CPA, por sua vez, está ativo desde a década de 1970. Em seu histórico de atuação, a entidade manteve laços com a ditadura chinesa. Além disso, um artigo publicado pela Universidade Stanford destacou o viés marxista da instituição, conforme registra o site Washington Examiner. A entidade agora aparece como uma das financiadoras de iniciativa surgida a partir do movimento Black Lives Matter.


“O CPA começou como uma organização esquerdista pró-República Popular da China, promovendo a conscientização do pensamento revolucionário da China continental e dos direitos dos trabalhadores, e dedicado à autodeterminação, controle comunitário, e ‘servindo ao povo.”, afirma trecho do artigo acadêmico apresentado há 11 anos pela equipe da Stanford. Da Revista Oeste

quarta-feira, setembro 16, 2020

A ARMA MAIS BRUTAL E DEMOLIDORA DOS COMUNISTAS: A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA!

Muita coisa me vem à lembrança lendo há pouco um artigo excelente do grande intelectual e escritor norte-americano Jeffrey Nyquist e que foi publicado em tradução para o português pelo site Mídia Sem Máscara. O título original desse artigo é "A Guerra Contra a Família". Aliás, uma guerra que começou, lá atrás, nos idos do século XIX com o marxismo e ganha a via prática por meio da militância de Betty Friedan nos anos 60 do século passado cuja foto ilustra a postagem do artigo de Jeffrey Nyquist lá no site Mídia Sem Máscara. Nos anos 70 do século passado cheguei a ler a obra seminal do feminismo que Nyquist cita no seu artigo "A Origem da Família, da Propriedade e do Estado", de Friedrich Engels, o amigo ricaço de Karl Marx. Para variar, ambos alemães. A Europa é o berço do nazismo, do comunismo e do fascismo, sem falar que a Alemanha deflagrou duas guerras de impacto global.

Acreditem. Nas décadas dos anos 50 e 60 do século passado a grande mídia já fazia o seu serviço de doutrinação comunista num trabalho conjugado com as universidades, então o locus especial de difusão de toda a sorte de iniquidades. Testemunhei isso quando em 1971 ingressei no curso de Direto da UFSC. 

Enfim, o que desejo com esta postagem é levar aos estimados leitores uma verdade insofismável: o mal do comunismo, sendo que a maior maldade dessa ideologia assassina está na sua forma de ação atual por meio do pensamento dito "politicamente correto", incluindo-se aí a tal 'política de gênero', a campanha pela legalização do aborto, entre outros males terríveis que culminam com a destruição da família, promovendo o esgarçamento social e toda sorte de iniquidades. Transcrevo artigo. Não deixe de ler e compartilhar esta postagem. Leiam:

Talvez você já tenha ouvido que a guerra em curso contra a família tradicional é uma “conspiração comunista”. Não ria. A família tem sido o principal objetivo dos revolucionários socialistas por mais de 160 anos.


De fato, a contínua desintegração da família coincide com o contínuo avanço do socialismo. A esquerda trabalha incansavelmente para normalizar o divórcio, o aborto e a perversão sexual. No entanto, para entender o papel da esquerda na desintegração da família, é necessário primeiro entender o que é a esquerda.


Deixando de lado os diferentes significados de palavras como “socialismo”, “comunismo” e “marxismo”, em todos os três você pode encontrar um conjunto comum de ideias. Essas ideias podem ser resumidas em cinco partes, como segue: 1) a “salvação” do homem pode ser alcançada através de ativismo político ou uma revolução, 2) que estabelece a “paz” convertendo todos os países em um só país (internacionalismo), 3) que é hostil à propriedade privada dos meios de produção (anticapitalismo), 4) que “emancipa” as mulheres da maternidade (feminismo), 5) e que traz uma “prosperidade” universal através da cooperação e harmonia universal.


O que temos, nas ideias de “socialismo”, “comunismo” e “marxismo”, é o surgimento de uma nova fé. É uma fé na qual os marxistas-leninistas (isto é, os comunistas) se veem como a ponta de lança ou a “vanguarda”. Tal era a arrogância do Estado soviético, e permanece, hoje, a arrogância do Partido Comunista Chinês. 


É impossível compreender adequadamente essa nova fé sem compreender o trabalho clandestino dos países comunistas e seus serviços especiais. De acordo com as intensas investigações realizadas pelas comissões do Congresso dos Estados Unidos nos anos 50, a União Soviética foi o centro coordenador de uma “conspiração comunista” mundial que envolveu a infiltração e a subversão de muitas nações, incluindo os Estados Unidos.

Essa subversão não parou nos anos 50; de acordo com várias fontes — como o “Camarada J” de Pete Earley — continua até hoje, apesar da queda da União Soviética.


Ao falar da guerra contra a família, devemos primeiro mostrar que o comunismo, como a vanguarda da fé esquerdista, é muito mais do que uma “conspiração” ou uma “rede de subversão”. Se olharmos de perto, poderemos ver que a civilização gradualmente passou de uma crença na salvação espiritual para uma crença na salvação política (através do ativismo político). Este passo da fé espiritual para a fé política começou durante a Revolução Industrial. Não é novidade que as realizações científicas e tecnológicas levaram muitas pessoas ao materialismo (a crença de que não há nada exceto a matéria). Em 1859, Charles Darwin propôs uma teoria materialista da origem do homem “por meio da seleção natural”. Com a aceitação da teoria da evolução de Darwin, a humanidade sofreu um revés: se o homem é um acidente evolucionário, que significado poderia ter a vida? Como o homem preserva sua dignidade?


É aqui que o marxismo entra em cena. Como pode um acólito aspirante da nova fé estabelecer a fundação para o Céu na Terra? Afinal, o homem deve buscar a salvação por si mesmo. Dos “Cadernos do Cárcere” do comunista italiano Antonio Gramsci, aprendemos que o potencial da “consciência socialista” dependerá em última análise da negação do senso comum e da natureza humana. Gramsci não está sozinho nesta proposta. Em “O Manifesto Comunista”, Karl Marx e Friedrich Engels disseram que “o comunismo anula as verdades eternas, elimina toda religião e toda moralidade, em vez de constituí-las sobre uma nova base”; portanto, ele age em contradição com toda experiência histórica passada”.


Segundo o marxismo, a moralidade sexual é uma arma das classes exploradoras. Portanto, a imoralidade sexual é uma arma da luta de classes. Para quebrar a espinha do capitalismo, o marxismo aprova a doutrina do amor livre. Não surpreende, portanto, que o bloco comunista (com a ajuda de aliados esquerdistas no Ocidente) tenha promovido a ruptura das normas sexuais na década de 1960. Ao rejeitar a moralidade sexual como instrumento de uma sociedade opressiva, dominada por homens e racistas, os comunistas desferiram um golpe contra a cultura tradicional, a ordem social e a religião.


Agentes comunistas influentes solaparam a ideia de que os homens deveriam ser o apoio econômico da família e as mulheres deveriam ser donas de casa. A validade dos papéis distintivos de homens e mulheres foi denunciada como “prejudicial para as mulheres”. Segundo a fundadora do feminismo moderno, Betty Friedan, a dona de casa vive em “um confortável campo de concentração“. Friedan explicou: “As mulheres que se ‘adaptam’ como donas de casa, que crescem querendo ser ‘apenas donas de casa’, correm tanto perigo quanto os milhões que caminharam para a própria morte nos campos de concentração”.


De onde Friedan tirou essa ideia estranha? Ela era secretamente uma comunista que fizera extensos trabalhos de propaganda para o Partido, como David Horowitz explicou em seu artigo de 1999, “O passado comunista secreto de Betty Friedan“.


Nos primórdios do marxismo, Engels escreveu um livro intitulado “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”. Neste livro, ele defendeu a abolição da família e promoveu a educação coletiva de crianças. Este tipo de livros, no século XIX, não causou nenhuma impressão entre o público. Foi somente no século XX, depois de menosprezar o papel da dona de casa, que os comunistas minaram decisivamente a família. Isso abriu a porta para o divórcio sem culpa, uma lei que foi tentada pela primeira vez na União Soviética. Ela fez do casamento um contrato não vinculativo. A maternidade foi decisivamente minada. Depois veio a legalização do aborto. Um regime de infanticídio foi estabelecido envolvendo milhões de mulheres.


Depois disso, uma série de eventos surpreendentes se seguiu: 1) uma epidemia de pornografia, 2) a legalização do casamento homossexual e 3) educação sexual para crianças cada vez menores. O que poderia ser mais desmoralizante? Quem ousaria resistir, dado o crescente imperativo hedonista?


De acordo com Marx no Vol. 3 de “Marx-Engels-Gesamtausgabe”, a destruição da família levaria à destruição do cristianismo. “O segredo da Sagrada Família é a família terrena”, disse Marx. “Para fazer desaparecer a primeira, a segunda deve ser destruída, na teoria e na prática.”


A socióloga alemã Gabriele Kuby observou que “todos os revolucionários sexuais do século XX têm suas raízes espirituais no marxismo”, segundo a “Revolução sexual global: a destruição da liberdade em nome da liberdade”.


A noção revolucionária, como explica Kuby, sustenta que “o vício como forma de controle social é praticamente invencível”. Em outras palavras, quando o indivíduo abandona o autocontrole sexual, ele desperta um poder totalitário em ascensão. Para entender como esse poder funciona, Kuby lista aqueles que podem se beneficiar do declínio da família: 1) qualquer um que deseje transformar a humanidade em um despojo desenraizado em prol da ambição global, 2) qualquer um que queira que o Ocidente afunde em um “inverno demográfico” e 3) quem quer eliminar o cristianismo.


Quanto mais examinamos a guerra contra a família, mais descobrimos a mão oculta da vanguarda comunista. Se um poder é capaz de desacreditar a maternidade e deslegitimar a autoridade masculina, como pode haver oposição a esse poder?


A negação das diferenças sexuais, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a mudança de sexo para as crianças, o desprezo pela maternidade, a demonização da masculinidade, são ideias que a nova religião da esquerda favorece. Todos os filósofos, estadistas e santos dos séculos passados — pagãos e cristãos — teriam condenado essas ideias como loucura. Mas aqui estamos nós, no século 21, vendo como essa loucura se desenvolve.


A batalha final na guerra cultural não está longe. Nós não sabemos qual será o resultado. Pode-se dizer com segurança que a vida acabará voltando ao normal. A questão é quanta morte e quanto sofrimento ocorrerão nesse meio tempo.

 

Publicado originalmente no The Epoch Times.

Jeffrey Nyquist, autor de obras como ‘The Origins of The Fourth World War’ e ‘O Tolo e seu Inimigo’, é expert em estratégia e formado em sociologia política pela Universidade da Califórnia.

https://jrnyquist.blog


segunda-feira, setembro 14, 2020

NEM A TRANQUEIRA DO VÍRUS CHINÊS É CAPAZ DE RESTAURAR O VELHO ESQUEMA DA BURGUESIA COM OS BOTOCUDOS VERMELHOS. O BRASIL MUDOU PARA SEMPRE!

Creio que os estimados leitores deste blog devem ter notado que nas minhas análises políticas as palavras "Lula e PT" dificilmente são citadas, até porque considero página virada aquele interregno de nossa história, mormente depois do último pleito presidencial que levou Jair Bolsonaro à Presidência do Brasil. E, mais do que isso. Com Bolsonaro o predominante viés conservador do povo brasileiro veio à tona com força inaudita, fato este expressado nos mais de 57 milhões que sagraram Jair Messias Bolsonaro. É justo ressaltar que Jair Bolsonaro foi o primeiro candidato presidencial ao longo da história da República capaz de reunir o caudal de votos da maioria conservadora.

A vitória de Jair Bolsonaro foi tão forte e tão evidente que praticamente varreu da cena política nacional os arroubos da malta esquerdista. Os últimos resquícios do comunismo botocudo não são mais os famigerados mortadelas figurantes de supostas manifestações. Ocupam agora o lugar desses pobres diabos aquilo que se conceitua como 'gente fina', ou seja, a velha burguesia que até há pouco, ou seja, até a ascensão de Bolsonaro ao Planalto, se refestelava na coxia do mambembe palco vermelho.

Compreende-se, também, porque esses vermes adoram o vírus chinês. Reduziram-se a papa-defuntos e caboclos tranca-rua a exigir lockdown, máscaras e tranqueiras variadas a fim de paralisar tudo no afã de retornar à outrora dolce vita

E nem precisa declinar nomes. O jornalista Guilherme Fiuza, que dispensa apresentação, explica tudo no vídeo acima que ilustra esta postagem. 

Para essa burguesia bichada e larápia resta o único e último recado: aceitem que dói menos. Lembrando que a história não costuma dar marcha à ré.

domingo, setembro 13, 2020

A TENTATIVA DERRUBAR OS ESTADOS UNIDOS. OU: A MISTERIOSA INAÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA NORTE-AMERICANAS.

O texto desta postagem é a reprodução de um artigo do Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris e que está publicado no site Gatestone Institute, um think tank norte-americano. O título original é "A tentativa de Derrubar os Estados Unidos". Em seu texto o professor Guy Millière(*) destaca o fato de que Prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. Click here to read in English

Sim, realmente isto é verdadeiro e pode ser visto em inúmeros vídeos, fotografias e relatos da própria imprensa norte-americana. Aproveito neste prólogo a acrescentar minha própria observação dessa onda de violência, ou seja, a leniência das forças de segurança. Transparece o fato da omissão das Forças Armadas norte-americanas, as mais poderosas e bem equipadas do mundo. Além, é claro das agências de inteligência dentre elas FBI e o próprio serviço secreto.

E isso não acontece apenas nos Estados Unidos, mas praticamente em todo o Ocidente. Em contrapartida se verifica a ação dos órgãos de segurança em todos os países ocidentais empenhados numa severa repressão àquelas pessoas que se levantam contra os atos autoritários determinados pela ONU/OMS relativos às chamadas "medidas de segurança" para controlar a pandemia do vírus chinês. Há casos no mundo inteiro e aqui mesmo no Brasil de atos repressivos violentos da autoridade policial contra cidadãos que se revoltam contra lockdown, máscaras faciais e correlatos. Aliás isso vem acontecendo em todo o Ocidente.

Todavia, a mesma repressão acionada sob o pretexto de conter o vírus chinês se fecha em copas quando a bandalha comunista dos Antifas promove a maior depredação já vista nos Estados Unidos. E esse fato não acontece apenas nos Estados Unidos, mas em praticamente em todo o Ocidente, ou seja, a repressão é contra aqueles cidadãos que demandam as liberdades consagradas na lei.

Transcrevo, como segue, o artigo do professor Guy Millière. Vale a pena ler. É um assunto deliberadamente escamoteado pela dita 'grande mídia' mais preocupada em tocar o terror da virulência da peste chinesa, fato que faz aumentar o mistério dessa dita pandemia que curiosamente começou na China. Leiam:

A morte de George Floyd em Minneapolis em 25 de maio de 2020 pode parecer, visto pelo retrovisor, como pretexto para o caos. Ao que consta, o assassinato foi cometido por um policial branco e na sequência virou uma onda de tumultos em bairros de inúmeras cidades de porte, que foram devastadas. Lojas foram saqueadas, edifícios foram incendiados e pessoas foram assassinadas enquanto prefeitos e demais autoridades públicas locais optaram por deixar vândalos correrem soltos, catalizarem o conflito racial e protegerem os criminosos, em vez de protegerem os cidadãos que estavam sofrendo a violência. A baderna, num piscar de olhos, parecia não ter nada a ver com a morte de Floyd e tudo a ver com grupos que queriam derrubar os Estados Unidos.


No passado, integrantes da organização radical Antifa cometeram atos de violência, mas nunca haviam conseguido semear o terror nas grandes cidades. Desta vez eles tinham condições e conseguiram.


Além disso, o movimento marxista Black Lives Matter (BLM), que dava a impressão de ter desaparecido desde a eleição do Presidente Donald J. Trump que, aliás, fez mais pelas comunidades de minoria negra e hispânica em três anos do que qualquer um havia feito em décadas, reapareceu de repente, com dinheiro no bolso e bem organizado, bem no olho do furacão dos tumultos. O BLM recebeu mais apoio de prefeitos de várias cidades importantes e obteve mais popularidade ainda por atacar primeiro as estátuas de ex-donos de escravos, como George Washington e depois as do escravo que conseguiu fugir e abolicionista Frederick Douglass. Em Washington DC e na cidade de Nova York, as palavras "Black Lives Matter" foram pichadas nas avenidas em enormes letras amarelas, em Nova Iorque pelo próprio prefeito.


Esta pode ter sido a primeira vez na história dos Estados Unidos que um movimento marxista tenha recebido apoio corporativo: a Amazon, Microsoft, Nabisco, Gatorade, Deckers e outras grandes empresas americanas doaram centenas de milhares de dólares para o Black Lives Matter Global Network Foundation, agora um grande beneficiário da doação corporativa dos EUA. Muitas faculdades e universidades também se uniram para apoiar o movimento. Os curadores da Universidade de Princeton decidiram remover o nome de Woodrow Wilson da escola de políticas públicas da universidade. Eles disseram que haviam examinado a "longa e danosa história do racismo nos Estados Unidos" e que "o pensamento e as políticas racistas de Wilson o tornaram um homônimo impróprio para uma escola ou faculdade". Chamamentos para a "#CancelYale" pipocaram nas redes sociais, alegando que o homônimo de Yale, Elihu Yale, era dono e traficante de escravos e que a universidade deveria mudar de nome. O presidente da Universidade de Yale, Peter Salovey, no entanto, salientou que não mudará o nome e esclareceu que Yale era "um nome relativamente comum naquela época".


Também pela primeira vez, prefeitos de muitas cidades e outras autoridades locais deliberadamente protegeram criminosos em vez de protegerem os bons cidadãos e nada fizeram para evitar o quebra-quebra. A prefeita de Seattle, Jenny Durkan abandonou uma área inteira da cidade, apelidada de CHAZ, Zona Autônoma do Congresso Americano, (e mais tarde de CHOPOcupação Organizada do Congresso Americano nas mãos dos manifestantes e sugeriu que uma zona livre da polícia criaria um "verão de amor", e não fez nada enquanto estuprosvandalismo e assassinatos corriam soltos. O prefeito de Portland, Ted Wheeler, permitiu por quase três meses que um distrito inteiro ficasse à mercê dos manifestantes. As câmaras municipais de Nova Iorque e Los Angeles, as duas maiores cidades dos Estados Unidos, votaram a favor de cortar drasticamente os orçamentos de suas forças policiais. A Câmara Municipal de Minneapolis foi ainda mais longe e votou a favor de extinguir toda a força policial da cidade.


A Presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, em uma aparente rendição aos arruaceiros, começou o discurso se referindo ao pandemônio em Portland como: "imenso poder das manifestações pacíficas" e comparou os policiais federais que tentavam defender um edifício federal contra os saqueadores incendiários de "tropas de assalto" da era nazista.

O ex-presidente Barack Obama, ao discursar no funeral de um líder dos direitos civis, o Congressista John Lewis, comparou o presidente Donald Trump ao governador segregacionista do Alabama da década de 1960, George Wallace, que por coincidência era democrata. Ele falou sobre "policiais que pressionam os joelhos nos pescoços de negros americanos", distorcendo os fatos. Em Minneapolis, um único policial se ajoelhou no pescoço de um único americano negro, uma vez. O policial está preso, aguardando julgamento e o abuso foi exemplar e universalmente condenado.


A ideia de que a polícia americana é "racista" vem sendo usada para justificar distúrbios e quebra-quebra. Alguns policiais podem muito bem ser racistas, mas acusar todos os policiais americanos de racismo não reflete a realidade dos fatos. As estatísticas mostram que a esmagadora maioria dos negros mortos por policiais estavam armados e eram perigosos. Além disso, às vezes os policiais envolvidos também são negros. As estatísticas também mostram que, na média, 94% dos negros mortos a cada ano nos Estados Unidos são mortos por negros. Mas muitas pessoas que falam de racismo não parecem se incomodar nem um pouco com aquelas vidas negras que foram ceifadas. Em meio às violentas manifestações, nas quais pessoas foram mortas pelos vândalos ou pelos saqueadores que usavam os distúrbios como cobertura, as principais vítimas eram negras e por vezes crianças.


Já em 2017, o ex-presidente da Câmara Newt Gingrich se mostrava apreensivo quanto aos esporádicos distúrbios que estavam irrompendo, por exemplo, quando palestrantes conservadores eram convidados a discursar. Os Estados Unidos, salientou ele, "se encontram num processo de guerra civil cultural numa via de mão única... Rendição ou enfrentamento, é o nosso país que está em jogo."


Na realidade, a situação havia se tornado "preocupante" antes mesmo da divulgação dos resultados da eleição presidencial de 2016. Consoante com o que podemos ver no relatório do inspetor-geral do Departamento de Justiça Michael Horowitz, os altos escalões do governo durante a administração Obama estavam mancomunados para impedir que o presidente Donald Trump vencesse a eleição e após a sua vitória, de incriminá-lo com o propósito de derrubá-lo.

Um dia após a eleição, manifestantes tomaram as ruas com cartazes com os seguintes dizeres: "não é meu presidente": a legitimidade do presidente Donald Trump foi imediatamente questionada. No dia da posse, no centro de Washington DC, ocorreram violentas manifestações e atos de vandalismo.


Nas semanas seguintes, o presidente Donald Trump foi acusado, sem evidência alguma, de "conluio com a Rússia". As falsas acusações continuaram por mais de dois anos e podem muito bem ter dificultado a administração do país. O ex-diretor da CIA John Brennan sustentava que o presidente havia "trabalhado com os russos" e o acusou de "traição". Quando se verificou que as acusações eram infundadas, os acusadores do presidente, na esperança de afastá-lo, se voltaram para uma conversa telefônica entre o presidente Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. O presidente Trump foi pintado como se tivesse "posto em perigo a segurança do país". Seguiu-se então um procedimento de impeachment, com a acusação de violação de todas as normas. Quando o professor de direito Jonathan Turley destacou que o procedimento de impeachment é que estava violando as normas, ele recebeu ameaças de morte. O professor aposentado de Harvard, Alan Dershowitz salientou: "o Congresso querer destituir o presidente Donald Trump por abusar do Congresso seria um abuso de poder por parte do Congresso". Mesmo assim membros da esquerda da Câmara dos Representantes continuaram com o processo de impeachment do presidente. Deram com os burros n'água.

Num esforço de subverter a eleição de 2016, realizada dentro dos moldes da lei e coagir testemunhas a "distorcerem" e prestarem falso testemunho contra o presidente Donald Trump, outros tiveram as suas vidas arruinadas ao longo do caminho.


As evidências agora mostram claramente que o General Michael Flynn, um notável general quatro estrelas e herói de guerra, foi vítima de uma trama conspiratória que o forçou a renunciar, que o arruinou financeiramente e quase destruiu sua vida. E agora ele está às voltas com uma trama do juiz com viés político Emmett Sullivan e um judiciário politizado. Embora o promotor, o Departamento de Justiça, tivessem desistido da ação após a divulgação segundo as quais grandes volumes de provas escusatórias foram retidas, o Juiz Sullivan decidiu, ilegalmente e no melhor estilo da tradição da ex-União Soviética, que ele próprio seria o juiz e o promotor que continuaria a julgar o caso que ele deveria julgar com imparcialidade. O julgamento ainda está em andamento. Carter PageGeorge PapadopoulosRoger Stone e Jerome Corsi se encontravam entre outros cidadãos inocentes que também tiveram suas vidas viradas de cabeça para baixo.


O procurador-geral William Barr disse recentemente:

"há 30 anos eu achava que as controvérsias tinham um cunho partidário e complicado, mas não são nada comparado aos dias de hoje. As coisas mudaram fundamentalmente... a esquerda representa um partido rousseauniano revolucionário que acredita em destruir o sistema... Eles estão interessados na completa vitória política. Eles não estão interessados em entendimentos. Eles não estão interessados no diálogo, na troca de ideias... É uma religião substitutiva. Eles veem os opositores políticos... como maquiavélicos porque nós estamos no caminho deles alcançarem a sua utopia progressista..."


Conforme Barr ressaltou recentemente ao testemunhar no comissão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos: "desde quando é permitido incendiar um tribunal federal?"


Há trinta anos muitas coisas eram realmente diferentes. No entanto, as forças destrutivas, estavam em ação. Alguns escritores tentaram soar o alarme, em vão.

No livro The Devaluing of America: The Fight for Our Culture and Our Children, publicado em 1992, o ex-Secretário de Educação William J. Bennett citou o proeminente historiador democrata Arthur M. Schlesinger Jr.:

"os laços de coesão nacional da república já estão suficientemente frágeis. A educação pública deve procurar fortalecer esses laços para não enfraquecê-los... A alternativa à integração é a desintegração".


No mesmo ano, o analista de política Martin Anderson publicou Impostors in the Temple: American Intellectuals Are Destroying Our Universities and Cheating Our Students of Their Future. "Eles fingem ensinar", escreveu ele, "eles fingem fazer um trabalho original e importante. Eles não fazem nem um nem outro. Eles são impostores no templo. E desses impostores fluem a maioria dos males educacionais dos Estados Unidos."


De novo, no mesmo ano, o estimado economista e comentarista social Thomas Sowell, que diga-se de passagem é negro, escreveu em seu livro: >Inside American Education: "seja flagrante ou sutil, a lavagem cerebral se tornou uma atividade importante e demanda muito tempo na educação americana em todos os níveis".

Poder-se-ia dizer que não se trata apenas de lavagem cerebral. Há também a longa marcha dos radicais em cima das instituições americanas que foi descrita por Roger Kimball em seu livro The Long March: How the Cultural Revolution of the 1960s Changed America. Agora que esses alunos já se formaram, eles fazem parte do governo e de grandes corporações, subvertendo por dentro a cultura ocidental.


O escritor americano David Horowitz tachou o que vem acontecendo desde 8 de novembro de 2016 de "sabotagem" e escreveu recentemente o seguinte:

"Na Rotunda do Jefferson Memorial em Washington estão inscritas as seguintes palavras: 'Jurei sobre o altar de Deus hostilidade eterna contra toda forma de tirania sobre a mente do homem.' Essa declaração de Thomas Jefferson é o cerne da democracia que em sua fundação desempenhou um papel tão central. É por isso que a Primeira Emenda da Declaração dos Direitos é a Primeira Emenda e não a Segunda nem a Quarta nem a Quinta.


"Hoje a nossa nação está diante da mais grave ameaça de estabelecer tal tirania em toda a nossa história."


(*) Dr. Guy Millière, professor da Universidade de Paris, é autor de 27 livros sobre a França e a Europa.

sexta-feira, setembro 11, 2020

APOIADORES DO PRESIDENTE DONALD TRUMP QUEBRAM O TABU DO VÍRUS CHINÊS E PROMOVEM MANIFESTAÇÕES GIGANTESCAS

À medida em que diminui o tempo rumo à eleição presidencial nos Estados Unidos, prevista para 3 de novembro deste ano de 2020, aumentam em todo o território norte-americano uma série de gigantescas manifestações de apoiadores do Presidente Donald Trump, conforme se pode conferir nos dois vídeos que ilustram esta postagem.

Nota-se como é diferente o modus operandi dos conservadores Republicanos em suas manifestações de apoio a Donald Trump. Já os comunistas do dito "Partido Democrata" não se manifestam politicamente, pois usam apenas a violência da guerrilha urbana, promovendo quebra-quebras, detonado tudo que vêem pela frente. A ordem dos ditos "Democratas" é a destruição dos Estados Unidos. Já imaginaram essa gentalha no poder? 

Entretanto, o mais incrível disso tudo é o comportamento da mainstream media, os ditos grandes meios midiáticos que com seu jornalismo militante da causa comunista eleva à virtude todos os tipos de iniquidades. 
E lá, como aqui no Brasil, todos os jornalistas dos grandes veículos midiáticos são cultores do vírus comunista chinês, ao mesmo tempo em que rendem loas ao ditador comunista Ching Ling. Mas pelo andar da carruagem, como se diz, Mister Donald Trump tem tudo para emplacar folgado seu segundo mandato. Mas esta realidade facilmente aferível pelos fatos e suas imagens jamais será revelada pelo jornalismo a soldo do establishment que se esforça de todos os jeitos para fazer crer que os cidadãos norte-americanos estaríam propensos a entregar a maior potência do Ocidente nas mãos de um fantoche tarado do Partido Democrata.
Nem mesmo os institutos de pesquisa norte-americanos, que sempre foram unha e carne do establishment e do deep state, estão dispostos a virar boi de piranha dos Antifas, os "ativistas" do dito Partido Democrata. 
Enfim, esta é a realidade que se colhe das cenas expontâneas de milhares de cidadãos conservadores que decidiram quebrar o tabu do vírus comunista e estão indo às ruas, às águas e aos ares para manifestar apoio inconteste ao Presidente Donald Trump. 
Claro, as manifestações dos eleitores conservadores tem outro viés. São alegres, ordeiras e pacíficas muito diferente das tropas de assalto comunistas do dito Partido Democrata. Esta é portanto a leitura correta do que está ocorrendo na campanha presidencial norte-americana. Ou alguém é capaz de acreditar que os cidadãos decentes dos Estados Unidos irão entregar de bandeja a maior potência econômica do planeta para o Partido Comunista Chinês?

A SUPREMACIA DOS VALORES CONSERVADORES CONTINUA IMPERANDO NOS ESTADOS UNIDOS E DETONA A VIGARICE MIDIÁTICA ESQUERDISTA.

Por que os comunistas em geral e, particularmente, aqueles fantasiados de jornalista que operam na mainstream media distorcem e manipulam todas as informações e eventos relativos à campanha presidencial que ocorre nos Estados Unidos? Ora, porque os Estados Unidos continuam sendo o esteio dos valores que deram vida à Civilização Ocidental, dentre eles os principal que é a liberdade! Por isso é que, em contrapartida, toda a velhacaria comunista exulta a China, um país sob o domínio exclusivo do Partido Comunista Chinês que pode tudo, inclusive eliminar todos os cidadãos chineses que questionarem a ditadura do Xing Ling. A China é dominada pelos velhacos e assassinos comunistas. Esta é a verdade insofismável.

Embora boa parte da grande mídia norte-americana e seus jornalistas de aluguel a soldo dos comunistas se dediquem de corpo e alma a encontrar chifres em cabeça de burro, tentando esmaecer o evidente prestígio do Presidente Donald Trump, espelhado nas pesquisas eleitorais que o colocam na dianteira da corrida presidencial, existem outros veículos midiáticos de igual prestígio e força de viés conservador. E as celebridades midiáticas não estão apenas na dita 'grande mídia'. Como também a intelectualidade não é propriedade privada das hostes comunistas, porque nos Estados Unidos, desde sua fundação, prevalece a crença nos preceitos e valores conservadores. Se assim não fosse os Estados Unidos não seriam os principais guardiões dos valores da Civilização Ocidental, sobre tudo a liberdade!

Exemplo do que afirmei neste prólogo é o texto que segue de autoria de Cal Thomas que é um dos colunistas de opinião mais lidos nos Estados Unidos publicado no prestigiado site Townwall e que foi traduzido para o português pelo site Mídia Sem Máscara.


Não se trata da dita "mídia alternativa", já que nos Estados Unidos os valores conservadores prevalecem e são eles que dão o tom para o debate político. Leiam o texto de Cal Thomas intitulado "A Conspiração Anti-Trump":

As redes de TV a cabo, incluindo a Fox News, não tinham muito sobre o que falar neste fim de semana do Dia do Trabalho além do artigo publicado na revista Atlantic, de autoria de Jeffrey Goldberg, afirmando que o presidente Trump havia dito que americanos que morreram em guerras são “perdedores” e “otários”. Tais declarações teriam sido feitas há dois anos, durante a visita do presidente à França, e foram negadas por inúmeros funcionários atuais e antigos do governo. Eles afirmam que estavam com Trump, e que ele nunca disse nada do que lhe foi atribuído.
Por que, então, tais alegações vêm à tona só agora? É preciso perguntar?
Essa é a última de uma série de despejos de lixo político tóxico no ambiente de campanha para prejudicar a reeleição do presidente. Faltando menos de dois meses para o 3 de novembro, pode-se esperar ainda mais lixo vindo dos adversários. Pena que não haja uma agência política de proteção ambiental. Até agora, nada disso funcionou. A maioria já fez seus julgamentos sobre o presidente, suas políticas e caráter. A montoeira vinda de seus detratores parece sequer ter movido a agulha, especialmente nos estados “campo de batalha”, os únicos que realmente importam. De acordo com o Pew Research Center, os índices de aprovação do presidente são “excepcionalmente estáveis … e profundamente partidários”.
Em todas as “reportagens” (palavra que perdeu todo o significado no jornalismo de opinião contemporâneo), muitas “fontes” são anônimas. Nenhuma tem coragem de se apresentar e vincular seu nome às acusações. As pessoas que foram as fontes do artigo de Goldberg e, depois, da repórter Jennifer Griffin, da Fox News, seriam remanescentes do governo Obama no Pentágono, ou ex-funcionários do governo descontentes que não conseguiram o que queriam? Fazem eles parte da cabala para eleger Joe Biden? Conhecer as fontes de tais calúnias ajudaria o público a julgar a veracidade delas.
Quais as motivações por trás dessas e de outras citações anônimas? Se pretendem manter seus empregos enquanto prejudicam um presidente para o qual são pagos para servir, devem mesmo é renunciar e ir a público. Que saiam de seus esconderijos, integrem-se ao debate e se responsabilizem pelo que dizem, ao invés vez de jogar bolas de lama por trás do muro alto de proteção da mídia.
Nos tribunais, a pessoa tem o direito constitucional de enfrentar seus acusadores e de fazer com que sejam interrogados. No tribunal político ninguém tem esses direitos. Calúnia e insinuações são a norma.
Membros da família Trump ao menos foram a público ou escreveram livros sobre as objeções que fizeram a seu parente famoso, permitindo que o presidente respondesse. Aqueles que não se apresentam são covardes, procurando salvar sua pele enquanto queimam a dele.
Não é preciso fazer parte de uma conspiração para atingir o mesmo objetivo. Visões de mundo semelhantes produzem os mesmos resultados, com ou sem coordenação.
Na verdade, a definição da palavra “conspirar” se encaixa: “Agir ou trabalhar juntos para o mesmo resultado ou objetivo.”
Entre jornalistas, tem havido um debate sobre o uso de fontes anônimas. Embora às vezes possam fornecer informações ao público que não poderiam ser obtidas de outra forma, seu uso excessivo pode contribuir para o declínio da credibilidade da mídia, o que inúmeras pesquisas têm mostrado ser a tendência nos últimos anos.
Se essas fontes anônimas recentes acreditam que estão tentando salvar a nação, ao invés de acrescentar a ela toxicidade, não poderia haver melhor momento para livrarem-se do manto de anonimato. Assim poderemos conhecer suas conexões políticas, e o alvo de seus ataques e difamações poderá enfrentar seus acusadores.

quinta-feira, setembro 10, 2020

TIKTOK: O 'CAVALO DE TRÓIA' DOS COMUNISTAS CHINESES PARA DOUTRINAR OS NORTE-AMERICANOS E TODO O OCIDENTE.

Esta postagem dá uma idéia da invasão do Partido Comunista Chinês sobre o Ocidente, sobretudo visando influenciar os adolescentes. Trata-se de um artigo muito especial do conhecido think tank norte-americano Gatestone Institute, de autoria do escritor e ensaísta Gordon G. Tang (*). O foco é o TikTok, um aplicativo chinês para veicular vídeos curtos e que caiu nas graças dos adolescentes, especialmente nos Estados Unidos.
Acontece que esse atrativo é, na verdade, um espião dos comunistas chineses, fato que levou o Presidente Donald Trump a assinar um decreto-lei destinado a barrar essa sutil, porém pesada, interferência dos comunistas chineses sobre o Ocidente por meio desse aplicativo espião. Entendam tudo lendo o artigo que segue:
Na quinta-feira o Presidente Donald Trump assinou um decreto-lei que possivelmente poderá salvar a democracia americana.
Usando de poderes emergenciais, ele proibiu os americanos de fazerem qualquer transação com a ByteDance Ltd., uma empresa privada chinesa ou com qualquer uma de suas subsidiárias após o prazo de 45 dias. As transações proibidas, assinala o decreto, serão as "definidas" pelo Secretário do Comércio.
Na prática o decreto barra efetivamente o TikTok da ByteDance, um aplicativo de vídeos curtos, nos Estados Unidos em 45 dias.
O TikTok está sendo acusado de monitorar usuárioscensurar conteúdo e fazer mal uso de informações de menores. Também há o receio de que o aplicativo apresente vulnerabilidades, permitindo furtivos downloads de programas mal-intencionados em dispositivos. A alegação mais importante diz respeito à manipulação de usuários.
O aplicativo, que o New York Times chama de "a primeira história de sucesso realmente global da Internet da China" desfruta de ampla aceitação popular, especialmente entre adolescentes e pré-adolescentes. Disponível em 39 idiomas em mais de 150 países, o TikTok foi o segundo aplicativo mais transferido por download no ano passado, perdendo apenas para os apps de jogos.
De acordo com o decreto de Trump, o TikTok já conta com mais de um bilhão de downloads ao redor do mundo e mais de 175 milhões de downloads somente nos Estados Unidos. Segundo estimativas dos analistas, há mais de 800 milhões de usuários ativos mensalmente.
O TikTok vicia, mas isso não deveria causar nenhuma surpresa. Ele foi projetado para essa finalidade, provavelmente desenvolvido com a inteligência artificial mais sofisticada do mundo para este propósito. O TikTok oferece customização, talvez melhor do que nenhum outro aplicativo.
"Se você quiser conhecer alguém, basta dar uma olhadela no feed do TikTok do usuário em questão", salientou Jonathan Bass ao Gatestone Institute, que por ser CEO da PTM Images é comprador de publicidade nas redes sociais.
"Os feeds mostram, em detalhes, o total das preferências de um usuário."
"Por fazer uso de inteligência artificial, o TikTok, diferentemente do Facebook, preenche um feed de notícias antes mesmo do usuário adicionar o primeiro amigo à plataforma, cria um perfil sobre você, seus receios e suas vulnerabilidades," ressaltou Paul Dabrowa, especialista em segurança nacional da Austrália a este site.
Bass me contou que o filho nerd de seu amigo nunca conseguiu incluir mais de cem seguidores no Instagram. Já no TikTok ele acumulou 26 mil em apenas duas semanas.
Por que esse nerd tem tantos seguidores? O algoritmo do TikTok, capaz de identificar milhares de pontos de dados, enviou os vídeos dele para pessoas que tinham as mesmas preferências pessoais do filho nerd do amigo.
Informação é poder. A inteligência artificial permite que Pequim crie o perfil de um usuário e logo calcule seus interesses. Especificamente, o TikTok usa dados para separar o joio do trigo para atribuir conteúdo. O conteúdo peneirado, por sua vez, faz com que as pessoas ajam de um jeito predeterminado. Acredita-se que isso seja muito fácil de se conseguir principalmente com jovens sugestionáveis, nerds e coisas do gênero.
Portanto, o TikTok, é uma poderosa plataforma de vendas. Obviamente, não haverá nenhum dano à segurança nacional dos EUA se o aplicativo for usado para fazer vendas, a exemplo do Bass, fotos emolduradas, bugigangas de mesa de centro e peças ornamentais para a casa.
Mas e se a intenção for derrubar o governo americano? O TikTok seria uma mão na roda. Conforme realçou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que o TikTok pode ser usado para desencadear respostas e comportamentos sob medida."
Segundo suas anotações particulares, o "uso da propaganda como arma", principalmente quando gerenciada por IA, "pode desencadear guerras, colapso econômico, tumultos e protestos de tudo quanto é tipo". "Ela pode, afirma Dabrowa, "também acabar com a credibilidade de instituições governamentais e fazer com que a população se vire contra si mesma."
Há quem acredite que Pequim alterou o algoritmo do TikTok para incendiar as manifestações no caso George Floyd, que se espalharam por todo o país em questão de horas. Bass acha que o aplicativo convenceu as estudantes universitárias brancas a sentirem empatia pelos negros pobres ao promover a narrativa de que em ambos os grupos foram negados as devidas oportunidades.
A China tem condições para tanto. Os engenheiros que trabalham para a Douyin, site-irmão da TikTok na China, gerenciam os algoritmos do TikTok, que entre outras coisas selecionam os vídeos que serão exibidos aos usuários. Esse acesso dá a Pequim as condições para "amplificar o sinal" (peneirar conteúdo com a poderosa IA para induzir as pessoas a se comportarem ao seu bel prazer).
Será que Pequim amplificou o sinal em junho? Muitos adolescentes que naquela ocasião reservaram lugares sem a menor intenção de aparecerem na convenção do Partido Republicano usaram o TikTok para reduzir substancialmente a frequência no comício do presidente Trump em Tulsa. "Na realidade, você acabou de ser atropelado por adolescentes no TikTok que inundaram a campanha Trump com reservas de ingressos fake", bravateou Alexandria Ocasio-Cortez, deputada democrata por Nova Iorque, em resposta ao Twitter a Brad Parscale, então marqueteiro de campanha de Trump.
No momento, a ByteDance está em negociações com a Microsoft e com o Twitter para vender o TikTok. No entanto, a venda por si só não irá acabar com a ameaça. O novo proprietário, seja lá quem for, terá que passar um pente fino no código, linha por linha para encapsular o TikTok da interferência chinesa.
Ainda assim uma revisão tim-tim por tim-tim poderá não ser o suficiente, porque Pequim continuará sabendo das entranhas da arquitetura geral do software, facilitando assim a manipulação do aplicativo. Conforme salientou Dabrowa ao Gatestone Institute: "minha equipe descobriu que um ator estrangeiro pode entrar pela backdoor e alterar o feed."
Não resta dúvida que o TikTok representa uma ameaça de longo prazo. "Se eu puder mudar o seu modo de pensar com o passar do tempo, poderei programá-lo", salienta Bass. O TikTok, que bombardeia com vídeos todo santo dia, está programando os sugestionáveis jovens dos Estados Unidos.
Enquanto isso, os 45 dias de Donald Trump, somados ao tempo necessário para revisar o software, dão à China inúmeras oportunidades de interferir nas próximas eleições americanas.
Isso significa que na semana passada o decreto de Donald Trump pode até ter salvado a democracia americana, mas talvez não sua própria presidência.
(*) Gordon G. Chang é o autor do The Coming Collapse of China, Ilustre Senior Fellow do Gatestone Institute e membro do Conselho Consultivo.

segunda-feira, setembro 07, 2020

7 DE SETEMBRO DE 2020. VIVA A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL. VIVA A SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DO NOSSO PAÍS COM BOLSONARO PRESIDENTE.

Apesar da peste do vírus chinês e de todas as tentativa de prejudicar e impedir a comemoração da data da Independência do Brasil neste 7 de Setembro de 2020, o povo foi às ruas em Brasília vestido de verde e amarelo sob a inconteste liderança  pelo Presidente Jair Bolsonaro.
Neste vídeo do canal Foco do Brasil uma reportagem completa da Comemoração Oficial deste 7 de Setembro de 2020 na Capital da República. O jornalismo chulé da grande mídia foi incapaz de exultar o evento. No Twitter, por exemplo, o destaque desse evento repreendia o Presidente da República por não estar usando máscara. Sim, os mascarados da grande mídia a soldo do Partido Comunista Chinês tentam de todas as formas minimizar o grande evento deste 7 de Setembro de 2020 em Brasília. 

Infelizmente, no restante do país os cultores da desgraça da peste chinesa conseguiram impedir as comemorações do Dia da Independência do Brasil. E tem conseguido também, sob às ordens de organizações comunistas como a ONU,  OMS, e Fórum Econômico Mundial manter a paralisação das atividades empresariais forçando a bancarrota da economia. Os tarados comunistas da Fórum Mundial conforme  noticiei aqui no blog anunciam o tal "The Great Reset", ou seja, paralisar o planeta e reiniciá-lo sob a mão de ferro de uma espécie de governo mundial. E sem qualquer pejo vêem como uma oportunidade - bingo! - a pandemia da peste chinesa! E afirmam isso na cara dura, conforme matéria que postei aqui no blog.

Não é à toa que tentaram matar Jair Bolsonaro no final da campanha presidencial de 2018. Não é à toa também o fato da grande mídia em nível internacional procurar de todas as formas impedir a vitória do Presidente Donald Trump no pleito presidencial norte-americano.

Esses vigaristas globais não têm qualquer limite. Enfim, esse é o clima político, ou seja, um esquema destinado à destruição do Estado-Nação. Neste caso a peste chinesa impede a liberdade dos povos, inclusive o direito de comemorarem a data de suas independências. Notem a que ponto chegamos. Por meio dessa peste chinesa até mesmo as manifestações de alegria são proibidas.

E esse troço todo é movimentado por meio da organizações criadas na Europa, como a ONU, Fórum Econômico Mundial e congêneres. A Europa é portando a desgraça do mundo. É caca pura e tem de ser repudiada. Afinal foi a Europa que criou o comunismo, o nazismo e o fascismo, que são verso e anverso da mesma medalha. O totalitarismo assassino é criação da Europa e hoje floresce na China com o apoio dos ditos "globalistas", os cultores de um governo mundial.

Por isso essa gentalha detesta a comemoração de datas que exultam a Independência dos Estados-Nação, como é o 7 de Setembro no Brasil.
Para se ter uma ideia, se Jair Bolsonaro não tivesse sido eleito a data consagrada à Independência do Brasil não teria ocorrido hoje, dia 7 de Setembro de 2020. Nesta segunda-feira Brasília estaria parecendo uma cidade fantasma. Só este fato dá uma ideia da força e liderança do Presidente Jair Bolsonaro. Imaginem se estivéssemos sob os governos comunistas do passado, com destaque para FHC e seus sequazes comunistas.

A luta pela liberdade, portanto, continua e continuará para sempre. Especialmente agora em que o mundo inteiro foi paralisado pela canalha globalista totalitária e assassina!

Dêem Graças a Deus por termos Jair Bolsonaro na Presidência da República. Imaginem se estivéssemos sob o relho dos comunistas sob o comando de gente como Fernando Henrique Cardoso, Lula et caterva, ou seja, o velho e assassino establishment, esse contubérnio de poderosos que vêm dilapidando o nosso país desde o golpe da República!

Salve portanto 7 de Setembro de 2020. Salve o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. O Brasil é muito maior do que todos esses canalhas! VIVA O BRASIL!