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quarta-feira, maio 27, 2009

Sobre bravatas, a igualdade e a liberdade.

Um bom artigo, como sempre, do Klauber Cristofen Pires. Aqui os primeiros parágrafos e o link:

Por ocasião o estouro da crise imobiliária americana e que veio a contaminar o mundo – inclusive e principalmente o Brasil de marolas pororoquianas – um boquirroto, tosco e extravagante presidente vociferava para os microfones da nação e do mundo, mais ou menos nestes termos: “- tá vendo? Agora tão precisando do estado! Aqueles que diziam que tudo era o mercado, que tudo era o mercado que resolvia, agora vêm pedir a ajuda do estado!”.

A fala calamar, claro, de pronto tornou-se um bordão para os gansos em alvoroço grasnarem continuamente sobre a falência do mercado e a necessidade da maior intervenção estatal.

Sintoma grave, durante o calor do momento em que estes fatos se desencadearam, não li ou ouvi nenhuma resposta à altura da parte de algum empresário ou pelo menos de uma entidade representativa empresarial. Silêncio cúmplice? Pode ser. Silêncio medroso? De quê? Do que a esquerda vai fazer, e ainda mais rápido frente à vergonhosa omissão de quem deveria estar a toda força avante promovendo a oposição a este estado de anomia? (Leia AQUI o artigo completo)

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