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terça-feira, junho 09, 2015

O MÉDICO E ESCRITOR CATARINENSE MARIO GENTIL COSTA LANÇA NESTA TERÇA-FEIRA SEU NOVO LIVRO "CONEXÃO BRASIL"

O médico e escritor catarinense Mário Gentil Costa lança nesta terça-feira (9 de junho), no Espaço Cultural Jerônimo Coelho, da Assembléia Legislativa de Santa Catarina,  seu mais novo livro intitulado “Conexão Brasil”, pela Editora Unisul, obra cuja narrativa tem como ambiente a Segunda Grande Guerra Mundial.
Tudo gira em torno do roubo, por parte dos nazistas, de obras de arte durante a Segunda Guerra Mundial. Três personagens em conflito: um ladrão de quadros, uma de sua vítimas e, entre ambos, um padre. E uma bela mulher. Amor e tragédia compõem a eletrizante narrativa.
Dentro dessa trama que prende o leitor do começo ao final da história, sobressaem análises filosóficas, éticas e religiosas que são discutidas em profundidade, bem como lances da história do século XX que ditaram os rumos da humanidade. Quando se dá a "conexão”, os propósitos dos envolvidos já sofreram radicais modificações. O desfecho, assim sendo, é surpreendente.
O médico e escritor Mário Gentil Costa é florianopolitano. Embora tenha em seu currículo a dedicação durante meio século à medicina, tendo sido um pioneiro da otorrinolaringologia em Santa Catarina, é também um intelectual, artista plástico e escritor prolífico de primeira grandeza. Por pelo menos três décadas Mário Costa foi meu médico e, de paciente acabei me tornando seu amigo quando pude conhecê-lo melhor, sobretudo a sua obra artística e literária. Além de escritor atilado, meticuloso, perfeccionista e leitor voraz, Mário é também um desenhista, escultor e pintor de excelência.
Formando em Medicina em 1960, pela Universidade Federal do Paraná, fez residência médica em Otorrinolaringologia na Faculdade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. É membro da Academia de Medicina do Estado de Santa Catarina (Acamesc) e já foi secretário da Associação Catarinense de Medicina (ACM), Conselheiro do Conselho Regional de Medicina (Cremesc) e presidente de honra da seção catarinense da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (Sobrames).
No plano literário Mário Gentil Costa é também autor de outras obras como “A Testemunha” (vencedora do Prêmio Virgílio Várzea de Contos, da Fundação Catarinense de Cultura), “Marcas do Tempo”, “Cicatrizes”, “O Sexto Sentido” e a biografia de “Antonio Moniz de Aragão - Uma vida e um exemplo”.
Por tudo isso o evento desta noite na Assembléia Legislativa é imperdível e se inscreve com destaque especial na história da literatura catarinense.

Um comentário:

Anônimo disse...

OFF:
Do Antagonista – 09/06/15 Aqui: http://www.oantagonista.com/pagina/1
Soltando Assassinos.
O amigo de O Antagonista que trabalha com assassinos menores de idade explicou que não adianta nada aumentar o teto de internação dos criminosos, porque eles sempre são soltos muito antes do prazo.
Mas há outra questão, igualmente grave:
"Outro ponto problemático e pouco evidente é o curioso art. 45, §2º, da Lei Federal 12.594/12 (Lei do Sistema Nacional Socioeducativo-SINASE).
§ 2º. É vedado à autoridade judiciária aplicar nova medida de internação, por atos infracionais praticados anteriormente, a adolescente que já tenha concluído cumprimento de medida socioeducativa dessa natureza, ou que tenha sido transferido para cumprimento de medida menos rigorosa, sendo tais atos absorvidos por aqueles aos quais se impôs a medida socioeducativa extrema.
Esse artigo estabelece a chamada regra de unificação, pela qual crimes antigos são magicamente absorvidos por um novo, desde que esse novo acarrete internação.
Veja um exemplo do que isso pode acarretar.
Um adolescente de 16 anos pratica um crime de homicídio. A polícia abre inquérito para investigar o crime.
Corta para o mês seguinte.
O mesmo adolescente assassino pratica um assalto a pedestre, sem emprego de arma, e desta vez é preso em flagrante. Julgado, é sentenciado a internação e liberado depois de cumprir 6 meses, com relatório de bom comportamento.
Alguns dias depois da libertação, aquele inquérito de homicídio finalmente reúne provas de autoria contra o adolescente.
Ouvido na delegacia e na Promotoria, o adolescente confessa o ato.
Pois bem. Sabe o que acontece com esse adolescente? Nada.
Leia de novo o art. 45, §2º, da Lei do Sinase. Ele impede a imposição de nova internação por fato anterior à internação mais recente. Como se aquela recente e rápida internação por um assalto sem emprego de arma purgasse a responsabilização por um homicídio qualificado".