PORQUIL, O PORQUIL porquilheiro Onde impera a roubalheira Vou cantar-te nos meus versos...
O PORQUIL, lama que dá Corrupção que fez mudar O PORQUIL de norte a sul, Em terra de Belzebu...
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ô, fecha a cortina do passado, Tira o pinguço do cerrado, Bota a BIG PIG no planalto.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Deixa cantar o poeta popular, Livre dos esgares do Lula, Toda sua raiva e seu escracho... Quero ver essa porca governando Pela pocilga arrastando O seu vestido enlameado.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
PORQUIL, seus tesouros saqueados, Seus valores desmontados Na fúria da gentalha... O PORQUIL, lama que dá Nesse mundo dos petralhas... O PORQUIL de norte a sul, É terra de Belzebu...
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ô, esse coqueiro já deu coco, Nem mais amarro a minha rede Nas noites quentes sem luar.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ah, nas fontes tão contaminadas Já nem mato a minha sede Nem a lua quer olhar... Ah, esse PORQUIL feio e podreira É o PORQUIL dos petralhas Terra de roubo e sujeira... PORQUIL, sobrou prá mim, PORQUIL, PORQUIL, prá mim, PORQUIL, PORQUIL...
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Aluizio, se puder fazer o favor de divulgar:
ResponderExcluirPETIÇÃO CONTRA O PALANQUE ELETRÔNICO DOS SINDICATOS NO RÁDIO E TV
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3981
Eu não estou disposta a continuar vendo o Lula invadir minha moradia via TV ou Rádio, todas às terças-feiras durante 10 minutos
Aluizio,
ResponderExcluirTome um hemético potente, antes de acessar isso:
http://bootlead.blogspot.com/
AQUARELA DO PORQUIL
ResponderExcluir(Com perdão de Ary Barroso)
PORQUIL,
O PORQUIL porquilheiro
Onde impera a roubalheira
Vou cantar-te nos meus versos...
O PORQUIL, lama que dá
Corrupção que fez mudar
O PORQUIL de norte a sul,
Em terra de Belzebu...
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ô, fecha a cortina do passado,
Tira o pinguço do cerrado,
Bota a BIG PIG no planalto.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Deixa cantar o poeta popular,
Livre dos esgares do Lula,
Toda sua raiva e seu escracho...
Quero ver essa porca governando
Pela pocilga arrastando
O seu vestido enlameado.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
PORQUIL, seus tesouros saqueados,
Seus valores desmontados
Na fúria da gentalha...
O PORQUIL, lama que dá
Nesse mundo dos petralhas...
O PORQUIL de norte a sul,
É terra de Belzebu...
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ô, esse coqueiro já deu coco,
Nem mais amarro a minha rede
Nas noites quentes sem luar.
PORQUIL, sobrou prá mim, prá mim...
Ah, nas fontes tão contaminadas
Já nem mato a minha sede
Nem a lua quer olhar...
Ah, esse PORQUIL feio e podreira
É o PORQUIL dos petralhas
Terra de roubo e sujeira...
PORQUIL, sobrou prá mim, PORQUIL, PORQUIL, prá mim, PORQUIL, PORQUIL...