TRANSLATE/TRADUTOR

sexta-feira, março 31, 2017

O GOLPE COMUNISTA NA VENEZUELA, O COMPORTAMENTO CÚMPLICE DA GRANDE MÍDIA E O FANTASMA DA VENEZUELIZAÇÃO DO BRASIL.

Nicolás Maduro, Lula e Dilma dão as mãos: irmãos de fé e camaradas do Foro de São Paulo.
O que aconteceu nesta quinta-feira na Venezuela foi o golpe de misericórdia nos derradeiros vestígios de democracia representativa que começou a ser esfacelada desde 1999, quando o tiranete comunista Hugo Chávez foi eleito Presidente. Abalado por um câncer fatal Chávez nomeou Nicolás Maduro seu sucessor, durante uma daquelas cadeias de rádio e televisão que antecedeu sua última e misteriosa viagem a Cuba.

Seu retorno a Caracas já foi na condição de defunto, embora até hoje não se saiba onde seu corpo está sepultado. A verdade é que a tão decantada “medicina cubana” não fez mais do que transformar o ex-poderoso coronel Hugo Chávez em repasto para os vermes. 

Mas essa confiança absoluta do defunto caudilho em relação a Nicolás Maduro, a ponto de lhe passar o trono, o cetro e a coroa, tem outras interpretações. Segundo o escritor e poeta venezuelano Gustavo Tovar-Arroyo, o atual ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, foi amante de Hugo Chávez. E ele explica tudo em minúcias num artigo que publicou no site Noticiero Digital em 04 de junho de 2016. 
Álbum de família: foto bem antiga mostra a proximidade entre Chávez e Maduro...
EL PAJARITO...
Seja como for, o fato é que o defunto caudilho fez de Maduro seu sucessor. Face as revelações de Tovar-Arroyo não é de estranhar que logo após a morte de Chávez, o já então “Presidente” Nicolás Maduro anunciou ao mundo que o defunto caudilho teria ressuscitado na forma de um passarinho... 
Tirante os aspectos ridículos e delirantes que cercaram o desaparecimento do caudilho títere do agora defunto Fidel Castro, o fato é que Chávez inaugurou na Venezuela um dos regimes mais tirânico, opressor e corrupto da história latino-americana e que os psicopatas das academias logo identificaram como “socialismo do século XXI”, eufemismo para mascarar mais um regime comunista assassino.
O chavismo, ao lado do petismo de Lula e seus sequazes, foi dos primeiros movimentos esquerdistas nascidos por obra e graça da engenharia social articulada por meio da grande mídia. Quando assentou as bases de sua dita “revolução bolivariana’, isto é, quando alijou completamente a oposição decretou o fechamento do maior e mais importante canal de televisão da Venezuela, conhecido como RCTV - Rádio Televisão Caracas, que a exemplo da Rede Globo produzia telenovelas que ficaram famosas, possuía cast de atores e, ao contrário da TV dos Marinho, oferecia ótimo jornalismo, principalmente denunciando o chavismo. 

Três retratos mostram como a grande mídia noticiou o golpe. De cima para baixo: Estadão, Veja e Folha de S. Paulo.
O que ocorreu nesta quinta-feira, 30 de março de 2017, era previsível. O golpe final liquidando os últimos resquícios da democracia na Venezuela, já que Nicolás Maduro suspendeu as garantias constitucionais dos parlamentares da Assembléia Nacional. Aliás, Chávez foi quem transformou o Poder Legislativo em sistema unicameral. Antes havia o Senado e a Câmara. Fez isso por meio de uma - êpa! - “reforma política”, que tanto falou o PT aqui no Brasil antes de explodir o escândalo do petrolão e de ser alijado do poder.
O que descrevi até aqui é um tico dessa história tragicômica e burlesca protagonizada pelo defunto Chávez, Maduro et caterva e que teve - pasmem - no seu início, o apoio da maioria dos venezuelanos e, dentre eles, os potentados econômicos vinculados ao setor petrolífero, lembrando que a Venezuela possui a maior jazida petrolífera na atualidade.
Em que pese esse caricato, assassino e ladravaz regime a grande mídia sempre lhe rendeu rapapés e salamaleques e até hoje age assim. Tanto é que todos os sites da grande mídia brasileira que acessei nesta quinta-feira escamotearam dois vocábulos em todas as matérias referentes ao ocorrido: ‘golpe’ e ‘comunismo’, como se pode verificar nos fotogramas de alguns sites que ilustram esta postagem.
Não vi o que disseram os alegres rapazes e raparigas da Globo News e outras emissoras menos votadas porque - perdoem os estimados leitores  - não tenho estômago para ver nem um minuto do noticiário televisivo. 
Portanto, o nefasto golpe comunista assestado pelo amigo íntimo do defunto caudilho Hugo Chávez é o resultado de anos e anos de lavagem cerebral efetuada pelos veículos de comunicação. Os poderes de Chávez e Maduro são tributários da maioria dos jornalistas. Passando tudo numa peneira bem fina sobressai o jornalismo engagé a soldo, espécie de titeriteiro dos agentes comunistas.
E O BRASIL COMO VAI?
Alguém poderia indagar: e as Forças Armadas da Venezuela onde estão? Nos quartéis, ora bolas, porém de prontidão para garantir qualquer arreganho de contragolpe por parte de civis. É que há muito tempo, desde Chávez, que era Coronel do Exército, as Forças Armadas foram totalmente aparelhadas pelos comuno-chavistas-bolivarianos. 
À guisa de conclusão não tem como elidir a indagação: E no Brasil qual seria a reação das Forças Armadas ante um golpe dessa natureza que aconteceu na Venezuela?  
Na verdade verdadeira não se sabe ao certo. O que se sabe é que desde o governo de FHC, que criou o Ministério da Defesa, os titulares dessa Pasta são políticos de viés esquerdista. O atual, Ministro da Defesa, Raul Jungmann é do PPS - Partido Popular Socialista, que vem a ser o sucedâneo do ex-PCB, o velho Partidão de Carlos Prestes e seus sequazes. As Forças Armadas estão atreladas ao Ministério da Defesa. Lembrem que generais já bateram e batem continência para comunistas. 
Portanto, não dá para ficar, vamos dizer assim, muito otimista e confiante. O fantasma da venezuelização do Brasil continua a atazanar os brasileiros. Principalmente aqueles que possuem mais de um neurônio e não ficam dizendo e escrevendo bobagens pelas redes sociais. 

quarta-feira, março 29, 2017

A NEFASTA AÇÃO ESQUERDISTA PODERÁ DEGENERAR EM GUERRA CIVIL NOS ESTADOS UNIDOS

O artigo que segue após este prólogo é meio longo porém imprescindível para compreender o que realmente está acontecendo nos Estados Unidos depois da eleição de Donald Trump. O escrito, recente, está publicado no tradicional e respeitado site conservador Frontpage. Seu autor é Daniel Greenfield, membro do Shillman Journalism do Freedom Center. Greenfield é um escritor de New York que se dedica ao estudo e análise sobre o radicalismo islâmico.
Neste texto que transcrevo abaixo ele apresenta uma vigorosa análise do que está acontecendo de fato no que concerne à política nos Estados Unidos, principalmente depois da eleição que levou Donald Trump à Presidência, arriscando uma sombria premonição: os esquerdistas que dominam o partido democrata e todo o establishment acenderam o estopim de uma guerra civil.
Vale a pena ler este artigo que jamais será publicado nos veículos de comunicação da grande mídia. Procuro, com este blog oferecer aos estimados leitores justamente aquilo que é escamoteado pela grande mídia. Seria um tolice repetir apenas o que é publicado pela dita mainstream media. Sobretudo no que respeita ao noticiário internacional que mais desinforma que informa realmente o que está ocorrendo. E, no caso norte-americano, o que de fato está acontecendo é lamentavelmente noticiado pelos jornalistas da grande mídia sob as poderosas lentes do esquerdismo delirante. Oxalá fosse apenas delirante. Na verdade todo o noticiário, análises e comentários referentes aos Estados Unidos e Europa veiculados pela grande mídia não refletem a verdade dos fatos. E mais do que isso, levam os leitores e telespectadores a formarem um juízo completamente equivocado sobre os acontecimentos.
Todavia, a verdade dos fatos se impõe. E os fatos não são bons porque podem degenerar numa guerra civil nos Estados Unidos. Dada as dimensões e a importância econômica e geopolítica do gigante norte-americano, a consumação desse funesto prognóstico teria impacto global de devastação incomensurável. 
E, como não poderia deixar de ser, é o totalitarismo ideológico do neocomunismo do século XXI que pode levar ao desastre de uma III Guerra Mundial. Por enquanto essa guerra já existe no plano cultural. Mas como essa estratégia está sendo desbaratada com a ascensão de Donald Trump e com a saída do Reino Unido das garras da União Europeia, a peste esquerdista não hesitará em matar, matar e matar. E a história está aí para comprovar que o esquerdismo consegue ser pior que as piores pestes que já acometeram a humanidade.
Recomendo portanto que leiam o artigo que segue e compartilhem. A informação é a principal arma para evitar o pior. Fiz a tradução do inglês com o apoio de tradutor online e posterior copydesk. Mas meus conhecimentos do inglês não são suficientes para uma tradução de primeira linha. Continuo estudando, mas não é moleza. Leiam:
A GUERRA CIVIL ESTÁ AQUI
Uma guerra civil começou.
Esta guerra civil é muito diferente da última. Não há cargas de canhões ou cavalaria. A esquerda não quer se separar. Quer governar. Os conflitos políticos tornam-se guerras civis quando um lado se recusa a aceitar a autoridade existente. A esquerda rejeitou todas as formas de autoridade que não controla.
A esquerda rejeitou o resultado das duas últimas eleições presidenciais ganhas pelos republicanos. Rejeita a autoridade judiciária da Suprema Corte quando as decisões não estão de acordo com sua agenda. Rejeita a autoridade legislativa do Congresso quando não é dominada pela esquerda.
Rejeitou a Constituição há tanto tempo que dificilmente menciona.
Foi para a autoridade executiva unilateral total sob Obama. E agora cabe aos Estados decidirem unilateralmente quais leis seguirão. (Enquanto isso envolve desafiar as leis de imigração sob Trump, não seguindo-as sob Obama.) Foi para a autoridade sacrossanta do Senado quando ele manteve a maioria. Em seguida, criticou o Senado como uma instituição ultrapassada quando os republicanos assumiram.
Foi para Obama desafiar as ordens dos juízes federais, não importa o quão bem fundamentado na lei existente, e serve para os juízes federais anularem qualquer ordem por Trump em qualquer motivo que seja. Foi para Obama punir os denunciantes, mas agora, para minar o governo de dentro, tornou-se "patriótico".
Não há nenhuma forma de autoridade legal que a esquerda aceite como uma instituição permanente. Só utiliza formas de autoridade seletivamente quando as controla. Mas quando os funcionários do governo recusam as ordens do governo devidamente eleito porque sua lealdade é para uma ideologia cuja agenda está em conflito com o presidente e o Congresso, isso não é ativismo, protesto, política ou desobediência civil; É traição.
Depois de perder o Congresso, a esquerda consolidou sua autoridade na Casa Branca. Depois de perder a Casa Branca, a esquerda mudou seu centro de autoridade para juízes federais e funcionários do governo não eleitos. Cada derrota levou os democratas radicalizados a mudarem de instituições mais democráticas para instituições menos democráticas.
Isso não é apenas hipocrisia. Esse é um pecado político comum. Hypocrites manobra dentro do sistema. A esquerda não tem lealdade ao sistema. Ela não aceita leis diferentes das ditadas por sua ideologia.
LOUCURA IDEOLÓGICA
Os democratas tornaram-se radicalizados pela esquerda. Isso não significa apenas que eles perseguem todos os tipos de políticas ruins. Isso significa que a sua primeira e mais importante fidelidade é uma ideologia, não a Constituição, nem o nosso país nem o nosso sistema de governo. Todos esses são apenas para ser usado como veículos para a sua ideologia.
É por isso que o compromisso tornou-se impossível.
Nosso sistema de governo foi projetado para permitir que diferentes grupos negociassem suas diferenças. Mas essas diferenças deveriam basear-se em encontrar interesses compartilhados. O mais profundo desses interesses compartilhados era o de um país comum baseado em certos valores civilizacionais. A esquerda substituiu essas idéias fundadoras por noções e princípios radicalmente diferentes. Rejeitou a importância primordial do país. Como resultado, ela compartilha pouco em termos de interesses ou valores.
Em vez disso, recuou para enclaves culturais urbanos e suburbanos, onde centralizou enormes quantidades de poder, desconsiderando os interesses e valores da maior parte do país. Se os considera, está convencido de que eles desaparecerão em breve para serem substituídos por imigrantes que se conformam e esquerdistas universitários que formam uma maioria demográfica permanente para sua agenda.
Mas não poderia esperar tanto tempo porque é animada pela convicção de que reforçar suas idéias é urgente e inevitável. E assim transformou o que tinha sido uma transição escondida em uma ruptura aberta.
Na transição oculta, suas figuras de autoridade haviam seqüestrado a lei e todos os cargos políticos que ocupavam para perseguir sua agenda ideológica. A esquerda tinha usado seu vasto poder cultural para fabricar um consenso que estava lentamente transitando o país dos valores americanos para seus valores e agendas. O direito tinha-se revelado largamente impotente diante de um programa que corrompia e subvertia de dentro.
A esquerda teve enorme êxito neste aspecto. Foi tão bem sucedida que perdeu todo o senso de proporção e decidiu abrir suas opiniões e lançar uma luta de poder político depois de perder uma eleição.
Os democratas não estavam mais sendo injetados lentamente com ideologia de esquerda. Em vez disso, a esquerda assumiu abertamente e exigiu lealdade às fronteiras abertas, à política de identidade e ao fanatismo ambiental. O êxodo dos eleitores acabou com os democratas em grande parte do que a esquerda considerou país de passagem aérea.
A esquerda respondeu às derrotas democráticas recuando mais profundamente em instituições não democráticas, seja a burocracia ou a mídia corporativa, ao mesmo tempo que dobra seu radicalismo político. Agora, está desafiando abertamente o resultado de uma eleição nacional usando uma coalizão de burocratas, corporações, funcionários não eleitos, celebridades e repórteres que se baseiam fora de seus enclaves culturais e políticos.
A esquerda respondeu a uma eleição perdida construindo “cidades e estados santuários” transformando assim uma secessão cultural e ideológica em uma secessão legal. Mas enquanto os secessionistas querem ser deixados sozinhos autoritários querem que todos sigam suas leis. A esquerda é um movimento autoritário que quer cumprimento total com seus ditames com punições severas para aqueles que desobedecem.
A esquerda descreve suas ações como princípios. Mas, mais precisamente, eles são ideológicos. Funcionários de vários níveis de governo rejeitaram a autoridade do Presidente dos Estados Unidos, do Congresso e da Constituição porque estes estão em desacordo com sua ideologia radical. Os juízes dissimularam essa rejeição na lei. Prefeitos e governadores nem sequer fingem que suas ações são legais.
As escolhas desta guerra civil são dolorosamente claras.
Podemos ter um sistema de governo baseado em torno da Constituição com representantes democraticamente eleitos. Ou podemos ter um baseado nos princípios ideológicos da esquerda em que todas as leis e processos, incluindo as eleições e a Constituição, são folhas de figo para reforçar a justiça social.
Mas não podemos ter ambos.
O QUE PODE ACONTECER?
Algumas guerras civis acontecem quando um conflito político não pode ser resolvido no nível político. Os realmente maus acontecem quando um conflito político irresolúvel se combina com um conflito cultural insolúvel.
Isso é o que temos agora.
A esquerda deixou claro que não aceitará a autoridade legítima do nosso sistema de governo. Não aceitará o resultado das eleições. Não aceita essas coisas porque estão em desacordo com sua ideologia e porque representam a vontade de grandes porções do país que desprezam.
A questão é o que vem a seguir.
A última vez em torno de tensões crescentes começou a explodir em confrontações violentas entre extremistas de ambos os lados. Esses extremistas foram elogiados por moderados que integram seus pontos de vista. O primeiro presidente republicano foi eleito e rejeitado. As tensões políticas levaram ao conflito e depois à guerra civil.
A esquerda não acredita na secessão. É um movimento político autoritário que perdeu a autoridade democrática. Há agora uma luta de poder político em andamento entre os funcionários democraticamente eleitos e o mecanismo antidemocrático de governo auxiliado por um punhado de juízes e eleitos locais.
O que isso realmente significa é que existem dois governos concorrentes; O governo legal e um anti-governo traidor da esquerda. Se este conflito político progride, as agências e indivíduos em todos os níveis de governo serão convidados a demonstrar sua fidelidade a estes dois governos concorrentes. E isso pode transformar-se rápida e explosivamente em uma verdadeira guerra civil.
Não há sinal de que a esquerda entenda ou esteja preocupada com as implicações do conflito que iniciou. E há poucos sinais de que os democratas entendam adequadamente a estrada perigosa que a esquerda radical está atraindo para eles. A esquerda pressupõe que os vencedores de uma eleição democrática recuarão, em vez de ficarem sob sua autoridade. Não está preparada para a possibilidade de que a democracia não morra na escuridão.
As guerras civis terminam quando um lado é forçado a aceitar a autoridade do outro. A esquerda espera que todos aceitem sua autoridade ideológica. Os conservadores esperam que a esquerda aceite a autoridade constitucional. O conflito ainda é político e cultural. Está sendo travado na mídia e no governo. Mas se nenhum dos lados retroceder, então ele vai além das palavras, pois ambos os lados dão ordens contraditórias.
A esquerda é um movimento traiçoeiro. Os democratas se tornaram uma organização traiçoeira quando caíram sob a influência de um movimento que rejeita nosso sistema de governo, suas leis e suas eleições. Agora sua traição está chegando à tona. Eles estão envolvidos em uma luta pelo poder contra o governo. Isso não é protesto. Não é ativismo. A velha traição dos anos sessenta chegou à idade. Uma guerra civil começou.
Este é um conflito primordial entre um sistema totalitário e um sistema democrático. Seu resultado determinará se seremos uma nação livre ou uma nação de escravos. Click here to read the original in English

segunda-feira, março 27, 2017

HÁ UM ANO LULA REINAVA NO GOLDEN TULIP PARA MELAR IMPEACHMENT. SOCIÓLOGO DENUNCIOU À PGR MAS NADA FOI FEITO E LULA CONTINUA AGINDO COMO SE ESTIVESSE ACIMA DA LEI.

No dia 06 de abril de 2016, ou seja, há 1 ano, o cientista político Bolívar Lamounier, ligado ao PSDB, enviou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, um ofício sugerindo a prisão preventiva do ex-presidente Lula por “orquestrar e conduzir” a compra de votos de deputados federais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a prática ocorre “em plena luz do dia, sem qualquer disfarce” e exige “intervenção urgente e enérgica” do procurador-geral."
Quem acompanha o noticiario político se lembra quando Lula despachava numa luxuosa suíte do Hotel Golden Tulip, onde se hospedara para receber uma procissão diária de deputados e senadores melar a votação do impeachment. E troço aconteceu como se fosse uma coisa natural. 
Lamounier afirmou afirmou à época que Lula estava negociando a compra de votos no hotel Golden Tulip, em Brasília. “Não há dúvida” de que se trata de um crime. No ofício, que enviara então ao PGR Rodrigo Janot ele cita que o caso do mensalão, cujo objeto também era “a compra de consciências e votos de congressistas”, aconteceu durante o governo Lula. 
Entrevista que concedeu nessa época ao jornal O Estado de S. Paulo, Lamounier lembrou que "os antigos ‘coronéis’ do interior nordestino tornaram-se conhecidos como os grandes vilões de nossa história política. Mas, justiça seja feita, por execráveis que fossem suas ações de aliciamento eleitoral, eles as praticavam com recursos próprios, não com cargos e verbas públicas, como ocorre atualmente nas dependências do hotel”, afirmou o sociólogo. 
A intervenção de Janot estaria configurada, segundo o cientista político, pela jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) firmada com o acórdão da Ação Penal 470 - o processo do mensalão. Lamounier afirma, ainda, que a proximidade da votação inicial do impeachment de Dilma pela Câmara torna conveniente que Janot “impeça o prosseguimento da prática delituosa em curso, implicando inclusive a detenção preventiva de seu autor”. 
No dia 06 de abril deste ano de 2017 completa um ano da denúncia formulada por Bolivar Lamounier, enquanto Lula continua pra lá e pra cá fazendo comícios sem qualquer cerimônia, sempre a bordo de jatinhos e desembarcando em hangares onde um carro de luxo o aguarda, bem como segurança especial.
A verdade é que Lula porta-se como estivesse acima da Lei. Lula continua agindo como se fosse uma criatura especial, um semideus, com direitos que estão acima da Constituição.

Destarte, algo precisa ser feito, ou seja: num dito “estado de direito democrático” onde as instituições estão funcionando de verdade - segundo garantem alguns - Lula tem de ser enquadrado na lei. Simples assim. 

Sponhol: Metendo a mão no baleiro.

domingo, março 26, 2017

FLORIANÓPOLIS VESTE E VERDE E AMARELO EM MANIFESTAÇÃO CONTRA OS ALGOZES DO BRASIL

Como já estava previsto as manifestações contra os inimigos do Brasil convocada pelos movimentos Vem Pra Rua e MBL não foram tão grandes como as anteriores que derrubaram a bandalha do PT do poder com o impeachent. 

Mesmo assim, em dezenas de cidades brasileiras o povo foi para as ruas.
Aqui em Florianópolis houve uma concentração no tradicional trapiche da Av. Beira Mar Norte seguida de passeata. Uma das pistas foi fechada e cercada de forte policiamento da PM que ofereceu segurança e tranquilidade para que se realizasse um comício seguido de passeta.

Grupos do MBL e Vem Pra Rua coordenaram a manifestação que foi aberta com um comício. Sobre o caminhão de som revezaram-se diversos oradores abordando os temas políticos do momento e descendo o sarrafo na malta parlamentar do Congresso Nacional que tenta de todas as formas desmantelar a Operação Lava Jato.

Depois do comício e entoando palavras de ordem como "Lula na prisão" e "Força para Lava Jato", os manifestantes marcharam cobrindo a Av. Beira Mar de verde e amarelo para encerrar a passeata nas imediações do prédio do Departamento da Polícia Federal.

Sempre otimistas, os organizadores embora prevendo um público menor do que ocorreu em outras manifestações, acabaram se surpreendendo quando a Beira Mar mais uma vez foi tomada por centenas de manifestantes vestidos de verde e amarelo gritando palavras de ordem contra organização criminosa que faliu o Brasil e agora se debruça para tentar raspar o fundo do cofre da Nação.

O POVO NAS RUAS CONTRA OS INIMIGOS DO BRASIL

Esta foto que acaba de ser enviada por leitor do blog de Belo Horizonte mostra manifestante portando cartaz na Praça da Liberdade neste domingo pela manhã.
A grande mídia, com exceção dos sites do Estadão e da revista Veja destacam alguma fotos das manifestações que já começaram em diversas cidades do Brasil em favor da Operação Lava Jato e mais diversos itens da pauta elaborada pelos movimentos Vem Pra Rua e MBL. 

Aqui em Florianópolis a manifestação está marcada para às 16 horas. Em São terá início às 14 horas na frente do Masp na Av. Paulista.

Mas em diversas cidades brasileiras as manifestações já reunem milhares de pessoas que marcham protestando contra a inércia do governo e do Congresso Nacional, bem como contra as manobras espúrias dos políticos encastelados no Congresso Nacional. Os manifestantes também censuram a leniência do STF e exigem o fim da corrupção e das roubalheiras que estão destruindo o Brasil.

Vejam aqui a relação das cidades e horários das manifestações em todo o Brasil.

sábado, março 25, 2017

SÓ O POVO NA RUA PODE VIRAR ESSE JOGO DO TERROR: 26/3, NESTE DOMINGO, A MANIFESTAÇÃO PARA IMPEDIR A VENEZUELIZAÇÃO DO BRASIL.

Hoje é sábado. Véspera de mais um grande movimento nacional contra todos aqueles que desejam venezuelizar o Brasil, isto é, tornar o país muito pior do ficou depois de quase 14 anos do desastrado reinado absoluto de Lula e seus sequazes. Venezuelizar o Brasil é levar a termo o objetivo do Foro de São Paulo, CUJO PRESIDENTE DE HONRA E FUNDADOR É O LULA, o que significa a favelização do Brasil de ponta a ponta. Já estamos muito perto de uma situação em que os lixões serão transformados em supermercados. Na Venezuela, isso já ocorre. Lá os ditames dos comunistas títeres da quadrilha cubana eliminaram os últimos vestígios da democracia erguendo sobre os seus escombros um regime tirânico cujo principal meio de controle social é a FOME! Como em Cuba, onde há mais de meio século sua população passa toda a sorte de privações, dentre elas a mais importante, a falta de alimentos. É pela fome que as ditaduras comunistas mantêm o controle total da população.

Num quadro de fome as quadrilhas incentivadas pelos comunistas é que passam a controlar quem pode e quem não pode comer. Este é um resumo, de forma ligeira, da ameaça que pesa sobre os brasileiros. 

Pois bem, dito isto, todos sabem que neste domingo, dia 26 de março de 2017, está convocada uma Manifestação Nacional destinada a impedir que os assassinos do povo brasileiro, ou seja, o establishment (políticos, grande mídia, formadores de opinião, mega empresários, ONGs esquerdistas e todos os partidos políticos) imponha o caos para manter tudo como está.

Dado aos nefastos fatos evidentes não resta outra opção ao povo brasileiro que não seja exigir imediatamente o fim desse festival de horror patrocinado por todos aqueles que postulam um poder discricionário e perpétuo à custa da desgraça da Nação.
Clique sobre a imagem para vê-la completa
Em São Paulo será a partir 14h - Av. Paulista/Masp

PARA EVITAR UMA TRAGÉDIA
A propósito, o empresário Rogerio Chequer, líder do movimento Vem Pra Rua, escreveu um artigo publicado na Folha de S. Paulo, intitulado "Por que precisamos ir às ruas". Vale a pena ler o artigo que transcrevo abaixo. Como todos sabem toda a grande mídia está boicotando este evento, como tentou boicotar todos as outras mega manifestações que levaram ao impeachment da Dilma. Segue anter do artigo o vídeo de entrevista que Rogerio Chequer concedeu à jornalista Madeleine Lascko do site O Antagonista.

Vejam o vídeo e não deixem de ler o artigo que segue logo abaixo. Portanto vale a pena não apenas ler esta postagem, mas também compartilhar à farta pelas redes sociais, o que pode ser feito diretamente aqui do blog nas ferramentas de compartilhamento logo abaixo ao final do artigo. 

Lembrem-se que não há muito tempo para evitar o pior. A não ser que vocês queiram permitir que se dê carta branca para a corriola infame que deseja fazer dos lixões os locais onde o povo brasileiro tentará mitigar a fome. Isto não é sensacionalismo não. Isto é a verdade. Portanto temos que lutar para impedir que essa tragédia se abata sobre o Brasil como já ocorre na Venezuela. Leiam o artigo abaixo e vejam o vídeo:
POR QUE PRECISAMOS IR ÀS RUAS?
Por Rogerio Chequer
A famosa frase "você pode enganar alguns durante um tempo, mas não pode enganar a todos por muito tempo" está em risco. Vivemos no Brasil uma nova realidade, onde a sociedade passa a cobrar de nossos representantes que efetivamente nos representem. Enquanto isso, esses representantes, apavorados com a possibilidade de perderem poder e privilégios, lutam para sobreviver. Custe o que custar à democracia. Seu plano é simples, mas avassalador. Basta que nos enganem nos próximos seis meses.
Como funcionam as eleições no Brasil? Simples. Com dinheiro suficiente, qualquer um pode ser eleito. Uma vez eleito, ele usa o mandato trabalhando para conseguir dinheiro para a próxima eleição. Atender aos eleitores não é prioridade, pois a memória do povo é curta e suscetível a belos slogans e campanhas de marketing. Nesta realidade, mestres na arte de se eleger permanecem no poder por décadas, sem jamais trabalhar para o país, para a sociedade, muito menos para quem os elegeu.
O que poderia quebrar esse ciclo? Menos dinheiro e mais consciência dos eleitores. Ambos estão prestes a acontecer, e por isso o momento é único. Os políticos profissionais (ressalte-se: não são todos, mas a grande maioria) estão desesperados.
Diante da ameaça de perder poder e o foro privilegiado, criaram uma estratégia simples: dado o fim do caixa 2 e com o caixa 1 contaminado, aumentariam o dinheiro que tiram dos impostos pagos por nós, e o canalizariam para os partidos —dinheiro este que poderia e deveria ir para educação, saúde e infraestrutura, mas que passaria a alimentar campanhas de reeleição. Para garantir que esse dinheiro eleja os caciques partidários atuais (e quem mais os interessa) criariam uma lista rígida, em que os candidatos serão colocados na ordem que interessar. Interessar a quem? Aos caciques. Votos a novos candidatos, que poderiam oxigenar a política, servem aos primeiros da lista. Com sorte, chegam no candidato votado. Isto é a lista fechada.
O esquema de aumento colossal (fala-se em R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões por ano, todo ano!) de financiamento público e fechamento de listas é perverso e quebra a segunda perna da nossa democracia, a representatividade, já debilitada pelos esquemas de corrupção e compra de poder espalhados pela República.
Os argumentos a favor do esquema são frágeis e falaciosos. Vejamos os principais, e as alternativas disponíveis.
1. Lista fechada é mais barato: Sim, mas seria custo o principal critério? Se sim, por que não mudamos o sistema para o voto distrital, que segundo estudos diminui o custo das campanhas em cinco vezes? Devemos ter muito cuidado em isolar o critério "custo" de eleições, pois ditaduras carregam os sistemas eletivos mais baratos. Minha pergunta é: quanto vale um processo realmente democrático?
2. Não dá tempo de mudar o sistema para uma solução ideal: Ora, e dá tempo de mudar para a pior alternativa? Já existem no Congresso projetos de lei para voto distrital, recall e outros, que poderiam ser utilizados. O prazo é o mesmo —até 2 de outubro deste ano— para qualquer mudança. São seis meses.
3. Lista fechada fortalece os partidos: Na verdade, fortalece os caciques dos partidos, não sua base, nossa esperança de renovação. Por isso há dissidências ao plano nas bases dos grandes partidos, que sabem que o benefício será direcionado aos chefões de sempre.
4. O fim do financiamento privado requer nova fonte de financiamento: Não foi o financiamento privado que acabou, mas o de empresas. Se os partidos passassem a atender aos cidadãos, sua função primordial, estes seriam seus contribuintes voluntários, recorrentemente como filiados ou esporadicamente, em eleições. Isso criaria um círculo virtuoso entre sociedade e partido —este servindo àquela—, gerando partidos com ideologias e interesse genuíno nos cidadãos.
5. O financiamento público atual não é suficiente: O Fundo Partidário foi R$ 820 milhões em 2016. Há três anos, era R$ 290 milhões, um terço do valor atual! Como foram alocados os R$ 600 milhões adicionais? Precisam agora de mais R$ 3 bilhões? É um escárnio.
6. Já temos renovação: Alguns dizem ser da ordem de 50%. Porém a renovação histórica do Congresso não implica mudanças, pois os poucos caciques que se mantêm no poder são suficientes para evitar a modernização do sistema. E trazem consigo novos apadrinhados. Exatamente ao que assistimos agora.
A fragilidade desses argumentos revela a real intenção dos velhos caciques parlamentares, que tentam evitar o fim que os aguarda. Com o poder que têm, eles podem sim aprovar essas medidas. Cabe a nós, sociedade, exigir que não o façam. E precisamos ser rápidos –a primeira votação ocorre em duas semanas.
Neste domingo, temos uma chance de protestar contra essa articulação. Mostrarmos que somos quem financia tudo isso, com muito trabalho e impostos. Cabe a nós evitar um desastre tão danoso ao país quanto a corrupção, pois ele a perpetuará.

Se nos deixarmos ser enganados nos próximos seis meses, teremos que engolir esse mesmo Congresso por mais quatro ou oito anos. Cada um tem a oportunidade de escolher: ir às ruas exigir renovação política; ou ficar em casa e perder o direito de reclamar depois.

Sponholz: Sempre mais do mesmo.

quinta-feira, março 23, 2017

ATENTADO TERRORISTA EM LONDRES É EDULCORADO PELO JORNALISMO 'FAKE NEWS' DA GRANDE MÍDIA

A esta hora da madrugada em que escrevo esta postagem não há ninguém na face da Terra que não saiba do atentado terrorista ocorrido nesta quarta-feira em Londres, a capital da Inglaterra, justamente nas redondezas do Parlamento. 
Mas a grande mídia e o jornalismo esquerdista e histérico que domina as redações continua tergiversando, embora até os cachorros das ruas saibam que se tratou de mais um atentado terrorista perpetrado por um dos milhares de muçulmanos que habitam a capital britânica e infestam toda Europa, tendo sido importados pelas deletérias União Europeia e ONU com apoio de todos os partidos esquerdistas a começar pelo deletério Partido Trabalhista, a versão britânica do PT de Lula.
Mas não só os partidos esquerdistas apoiam esses assassinos. Esse ataque contra a Civilização Ocidental tem o beneplácito da grande mídia, não apenas dos proprietários de jornalões e redes de TV, mas também dos seus empregados, os jornalistas, essa corja de vagabundos mentirosos que infesta dos os meios de comunicação. A eles cabe a tarefa de produzir “fake news”, coisa que fazem com desvelo, haja vista que são todos esquerdistas de carteirinha.
Tanto é que até agora, fora os sites conservadores americanos, não há um veículo da grande mídia que relate com exatidão o que ocorreu em Londres nesta quarta-feira. E pior do que isso, nem um texto, um artigo ou editorial em defesa da Civilização Ocidental chamando pelo nome exato os responsáveis por essa carnificina absurda, essa escalada de assassinatos à luz do dia de pessoas indefesas como ocorreu nesta quarta-feira em Londres.
Ilustram esta postagem dois vídeos para que os estimados leitores do blog saibam o que realmente aconteceu na capital britânica, quem são os responsáveis e quem os apóia.
Um é do canal Rebel Media nas imediações onde ocorreu o atentado. A reportagem desse canal independente é de Tommy Robison.
O outro vídeo é apresentado pelo Paul Joseph Watson que também atua no site norte-americano InfoWars. Prestem a atenção neste vídeo. Watson mostra como os islâmicos e esquerdistas ocidentais curtem o atentado enviando 'emoticons', com carinhas e corações de felicidade pela morte de pessoas inocentes.
Ambos são por demais conhecidos por todos aqueles que há muito tempo dispensaram a grande mídia e obtêm informações nos sites, blogs e plataformas independentes do Youtube. Mas vale o crédito para a excelente Embaixada da Resistência em sua página do Facebook que fez as postagens dos vídeos com legendas em português.
Aproveitem a oportunidade para compartilhar intensamente esta postagem pelas redes sociais, para que todas as pessoas se conscientizem sobre o que está acontecendo e possam então reagir em sua defesa pessoal e na defesa da nossa Civilização Ocidental.

Sponholz: A carne é fraca...

quarta-feira, março 22, 2017

"JARDIM DAS AFLIÇÕES", FILME SOBRE OLAVO DE CARVALHO, TERÁ AVANT PREMIÈRE NOS ESTADOS UNIDOS E SOFRE BOICOTE NO BRASIL.

O documentário de longa-metragem "O Jardim das Aflições" será exibido pela primeira vez, na Virgínia, Estados Unidos, onde foi filmado, quinta-feira (23), às 20h, na Virginia Commonswealth University. Em seguida à exibição do filme - promovida pela VCU Human Security Initiative e o Philosophy Club - haverá um debate entre o personagem do filme, Olavo de Carvalho, e o diretor, Josias Teófilo. O debate será transmitido ao vivo para a página do filme no Facebook. O filme estreia nos cinemas brasileiros em maio.
O documentário, dirigido pelo diretor pernambucano Josias Teófilo e produzido por Matheus Bazzo, despertou oposição desde o início da sua produção. Afinal, o filme é um estudo poético sobre um dos intelectuais mais influentes do Brasil contemporâneo: o filósofo Olavo de Carvalho. Desde o início da campanha de financiamento coletivo para produzir o filme, o diretor e sua equipe enfrentaram críticas e tentativas de boicote pela escolha de Carvalho, que é um conservador, conhecido pelas posições críticas à esquerda e, notadamente, ao PT.

Matheus Bazzo, Olavo de Carvalho e o diretor Josias Teófilo.
POLÊMICA & BOICOTE
O filme causou repercussão na mídia: o site Omelete descreveu o filme como "polêmico", o UOL como o "Aquarius da direita" - comparando o documentário ao filme que representou o Brasil em Cannes em 2016. "O Jardim das Aflições" foi destaque também na BBC Brasil, nos jornais Correio de Minas, Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio, entre outros.
A polêmica continuou após o documentário pronto. "O Jardim das Aflições" foi rejeitado em todos os festivais nos quais foi inscrito - decisões nas quais o diretor Josias Teófilo vê um julgamento político, não estético. "O establishment cultural, dominado pela esquerda, não quer que os brasileiros vejam esse filme", diz.
"O mais curioso é que, apesar da polêmica, não é um documentário político", diz Josias, que hoje mora em Petersburg, cidade no Estado da Virgínia, nos Estados Unidos - não muito longe do próprio Olavo de Carvalho, que saiu do Brasil há anos."O Jardim das Aflições" retrata o cotidiano do filósofo em sua casa, na Virgínia. 
A obra capta a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico — exposto em momentos distintos da sua rotina, com temas específicos encadeados numa narrativa. A dualidade entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica é o eixo de sustentação do documentário, que mostra a filosofia de Olavo de Carvalho corporificada pela sua presença. Matéria publicada pelo site Terra

Sponholz: Um país à deriva...


Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas.

terça-feira, março 21, 2017

OS VELHACOS HISTÉRICOS E MENTIROSOS DA GRANDE MÍDIA: UM VÍDEO COMPROVA TUDO.

Em postagem aqui no blog no último último domingo, dia 19, informei que 700 empresas estão interessadas em apresentar propostas para construir o muro que o Presidente Donald Trump construirá na fronteira com o México. Tal providência procurar barrar a entrada de imigrantes ilegais, além do tráfico de drogas e armamentos para gangues e terroristas. O governo Trump já iniciou o exame de propostas em que pese o histerismo do Partido Democrata e seus braços armados como ONGs e organizações de bate-paus, black-blocs e correlatos que tem infernizado a vida do americanos, principalmente dos trabalhadores. Notem que o esquerdismo age de forma uniforme em qualquer lugar do mundo. A eleição de Donald Trump serviu para mostrar quão deletérias são essas ações terroristas que bem conhecemos também aqui no Brasil por meio da ação nefasta e criminosa de Lula e seus sequazes travestidos de "manifestantes".

Para variar, a grande mídia norte-americana e em todo o resto mundo atua de forma uniforme já que se tornou há muitos anos o departamento de propaganda do dito neocomunismo globalista do século XXI. Esse neocomunismo não promove mais guerra de guerrilhas. Atua de forma solerte por meio do aparelhamento de todas as instância estatais. Sob os 8 últimos anos de reinado de Hussein Obama e seus sequazes do Partido Democrata, as lições do psicopata italiano Antonio Gramsci foram levadas ao pé da letra. Tanto é que já se fala nos Estados Unidos da existência do que denominam "deep State", ou seja "Estado profundo", uma teia de funcionários que compõem o serviço público norte-americano direto e, mais ainda, operando na miríade de agências e demais órgãos governamentais, incluindo aí até mesmo o Departamento de Segurança Interna, o FBI, a CIA entre outros.

Esse tal "deep State" está diretamente conectado com os jornalistas da grande mídia num conluio infernal destinado a solapar a qualquer preço o governo de Donald Trump. Não se sabe até agora quem ou quais empresas "molham" as mãos dos "penas alugadas", gíria do passado que identificava o jornalismo a soldo dos mais diferentes interesses. É possível, dada a gravidade da situação midiática da atualidade e a pressão das redes sociais, blogs e sites independentes, que mais adiante venha à tona a resposta à pergunta que não quer calar: Quem compra e paga a opinião dos jornalistas da grande mídia? Quem financia o suborno? Quem se vende?

E uma prova do que estou afirmando aqui e agora pode ser conferida no vídeo acima. Trata-se de parte do discurso de Bill Clinton ao Congresso norte-americano em 1995. Alto e bom som ele promete brecar a imigração ilegal. Promete segurança para os cidadãos americanos. Seu discurso é praticamente igual ao de Donald Trump neste ano de 2017. Diferente é a reação da mainstream media.
SOLAPANDO A VERDADE
Todavia, a grande mídia jamais atirou pedras em Clinton. Nenhum black-bloc foi para as ruas promover quebra-quebra, incendiar automóveis e depredar universidades. Afinal, era Bill Clinton o presidente, um ícone do esquerdismo norte-americano, figura do proa do establishment, o queridinho dos esquerdistas, comunistas e demais histéricos que agora estão nas ruas impulsionados pelas fake news produzidas pela canalha jornalística mentirosa, indecente, criminosa.

Nestas alturas o meu estoque de impropérios reduz-se a nada. Na verdade, não há palavras disponíveis que deem conta de evidenciar a repulsa, o asco em relação a esse deletério procedimento dos meios de comunicação e de seus operadores.

Portanto, o vídeo acima, com tradução em legendas do sempre excelente grupo Tradutores de Direita mostra com todas as letras a velha tática do esquerdismo infiltrado em todas - eu disse todas! - redações da grande mídia.

Os jornalistas da grande mídia - toda ela sem exceção - são os nossos algozes. E eu digo isso porque os conheço muito bem. Estou no jornalismo há 45 anos. E nunca vi na minha vida gente tão idiota quanto jornalistas. Agora, além de idiotas passaram a ser cupinchas da camorra que pretende destruir a civilização ocidental. A Folha de S. Paulo, por exemplo, mantém como correspondente na Europa um histérico especializado em relativizar as ações dos terroristas islâmicos. Os demais veículos de mídia estão neste mesmo nível. Não deixem de compartilhar este post. As pessoas têm o direito de saber a verdade que a grande mídia a soldo nega. E mais do que isso: mente!

segunda-feira, março 20, 2017

MORRE O MAGNATA DAVID ROKEFELLER, UM DOS FUNDADORES DO CLUBE BILDERBERG. E O QUE VOCÊ TEM A VER COM ISSO?

David Rockefeller em foto recente e acima detalhe do site da Fundação criada por ele que tipifica muito bem a aplicação da ideologia do pensamento politicamente correto.
O legendário bilionário norte-americano David Rockefeller morreu nesta segunda-feira, dia 20 de março de 2017, em sua residência, aos 101 anos de idade. 
O site do jornal O Globo, por exemplo, noticiou assim o falecimento de Rockefeller: 
O bilionário filantropo David Rockefeller, o último de sua famosa família, morreu aos 101 anos na manhã desta segunda-feira. O porta-voz da família, Fraser P. Seitel, afirmou que ele morreu enquanto dormia em sua casa, em Pocantico Hills, Nova York.
Rockefeller era o sexto filho de John D. Rockefeller Jr. e neto de John D. Rockefeller, cofundador da Standard Oil, fundada 1870, e que foi maior companhia da época, com produção, refino e transporte de petróleo.
Com a morte de seus irmãos mais velhos, Rockefeller estava à frente de uma vasta rede de interesses familiares, tanto empresariais quanto filantrópicos, que vão da conservação ambiental às artes. Ele também comandou o que hoje é o banco JP Morgan Chase.Para comemorar seu 100º aniversário em 2015, ele doou 4 mil quilômetros quadrados de terra a um parque nacional do Maine.
Mais uma vez a grande mídia passa ao largo dos fatos políticos mais importantes no que respeita a David Rockefeller e à Fundação que leva o seu nome. Digo isso porque o agora finado Rockefeller, a exemplo de George Soros, sempre manteve laços estreitos com toda a sorte de tiranetes comunistas ao redor do mundo.
A home page da Fundação Rokefeller não se diferencia de qualquer ONG politicamente correta como pode ser conferido aqui
Em setembro de 2013, a Assembléia Geral da ONU reuniu-se em New York, num tempo em que jamais se imaginaria que Donald Trump chegaria à Presidência dos Estados Unidos. E lá se vão 5 anos. Essa Assembléia da ONU reuniu uma torrente de tiranetes esquerdistas de todos os quadrantes do planeta. Nessa época reinavam absolutos bafejados pela brisa ácida que soprava desde a Casa Branca, no auge do reinado de Hussein Obama.
Entre os tiranetes esquerdistas latino-americanos que se julgavam imbatíveis à época está o indigitado tupamaro Pepe Mujica do Uruguai então no auge de sua campanha pela liberação da maconha.
E quem recebeu de braços abertos o tupamaro para um encontro exclusivo? Ora, David Rockefeller e o não menos notório George Soros conforme postagem mais abaixo. Tanto a Open Society de George Soros como a Rockeffeler Fundation estão entre as principais fundações norte-americanas que sustentam uma miríade de ONGs esquerdistas nos Estados Unidos e em todos os países do mundo, como mostrei em postagem (veja mais abaixo) sobre o encontro de Soros, Rockefeller e Pepe Mujica em paralelo à Assembléia Geral da ONU em 2013. Chamo atenção também para esta postagem sobre a recente Lei de Migração brasileira recentemente aprovada no Congresso Nacional em sessões assediadas por lobistas de ONG brasileira que recebe doações das Fundações de Soros e do falecido Rockefeller.
OS PATRONOS DA MACONHA
Uma reportagem da agência internacional de notícias EFE, publicada no site venezuelano  25Segundos, enfoca um detalhe importante do convescote cucaracha-bolivariano montando em New York durante a assembléia da ONU, que reuniu os tiranetes comunistas latino-americanos.
A grande imprensa que inclui obviamente as agências internacionais de notícia, deu expressivo destaque aos eventos paralelos dos quais os tiranetes do Foro de São Paulo participaram. A notícia mais destacada foi o encontro do presidente do Uruguai, Pepe Mujica teve com duas personalidades: David Rockefeller e George Soros. E o assunto foi a liberação dos entorpecentes. 
E, para quem afirma que a tal “nova ordem mundial” e o “Clube Bilderberg” são apenas teorias conspiratórias dos malucos da internet, a matéria da agência EFE revela o contrário, quando destaca Rockfeller como um dos fundadores do Grupo Bilderberg, o “clube” das pessoas mais influentes do mundo, ressalta. O Clube Bilderberg, como o Foro de São Paulo, foram transformados pela grande mídia num tabu. Nenhum jornalista - com raras exceções - se refere a essas organizações.
Tanto Fundação Rockefeller como a Open Society de Soros estão empenhadas numa campanha internacional para a liberação dos entorpecentes. Todavia, ninguém se arrisque a acender um cigarro de tabaco perto desses dois ícones do Clube Bilderberg que será não só censurado como expulso do ambiente.
Mujica recebeu o maior apoio de ambos. Soros, que é o presidente da Open Society Foundation, ofereceu toda a ajuda possível para que o processo de liberação dos entorpecentes inciado no Uruguai possa avançar com maior facilidade. 
Rockfeller, Soros e Mujica compartilham a mesma idéia: a política geral atual com respeito  ao narcotráfico não está dando resultado. Pelo raciocínio do tupamaro e dos dois bilderbergs, deduz-se que, se a repressão ao crime em geral não tem evitado os crimes, basta então que se libere todos os criminosos. Acabam-se as prisões e os julgamentos e todos seguirão felizes as suas vidas. Trata-se, como se evidencia, de um troço bestial.
Mas não deixa de ser interessante todos esses detalhes que aproximam dois bilionários americanos com governos esquerdistas latino-americanos. Pelo menos estão unidos em torno da maconha. Ambos são ricos e poderosos e deles jamais se ouviu qualquer censura aos regimes tirânicos de viés cubano que infestam a América Latina. Muito pelo contrário. Para ver a postagem original clique AQUI

Sponholz: Quando a carne é fraca...

domingo, março 19, 2017

MAIS DE 700 EMPRESAS INTERESSADAS NA CONSTRUÇÃO DO MURO DE SEGURANÇA NA FRONTEIRA EUA-MÉXICO. ADMINISTRAÇÃO TRUMP JÁ INICIOU ANÁLISE DE PROPOSTAS.

Esta imagem é apenas uma ilustração fictícia do muro que livrará o povo americano da imigração ilegal na fronteira com o México. A construção é uma das promessas de campanha do Presidente Donald Trump. Tem o apoio caloroso do povo americano, excetuando a canalhada esquerdista. 
O muro proposto pela administração Trump deverá ter pelo menos uns 10 metros de alturas para dissuadir potenciais imigrantes ilegais, informaram funcionários da Segurança Interna.
O Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP) iniciou o processo de solicitação de projetos de várias empresas que inclui propostas de design e protótipos do muro proposto pelo Presidente Donald Trump ao longo da fronteira EUA-México, segundo o jornal o Washington Times.
"O projeto do muro deve ser fisicamente imponente em altura", explicam os funcionários do CBP. A agência disse que o objetivo é ter um muro de 30 pés, mas aceitará propostas de até 18 pés (30 pés equivale a cerca de 10 metros).
Eles também disseram que o muro deve ter pelo menos seis pés de profundidade de forma a impedir eventual passagem subterrânea e alto o suficiente para que ninguém possa escalar a parede sem uma escada.
Deve levar pelo menos uma hora e, idealmente, mais de quatro horas, para fazer um buraco no muro, de forma que os agentes possam impedir qualquer pessoa de terrar arrombá-lo.
O governo descreve que a muro deve ser capaz de resistir a uma marreta, carro jack, picareta, cinzel, ferramentas de impacto operadas a bateria, ferramentas de corte operadas também por também por bateria, tocha Oxy/acetileno ou outros equipamentos manuais semelhantes.
Nos documentos, o CBP diz que do lado dos EUA deve ser "esteticamente agradável" em "cor, textura anti-subida etc., para integrar-se com o ambiente geral". Não há menção em relação ao lado mexicano no que diz respeito à aparência da muralha.
Cerca de 700 empresas se registraram como potenciais fornecedores para o projeto desde que o CBP começou a analisar propostas de empresas interessadas. Os contratantes têm até 29 de março para apresentar suas propostas para a primeira fase do projeto. (Com informações do site Breitbart - To read in English click here)