quinta-feira, novembro 30, 2017
O AEROPORTO FANTASMA DE MOÇAMBIQUE. E AINDA HÁ QUEM APOIE ESSES TRASTES DO PT, PMDB E PSDB, OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS PELA DESTRUIÇÃO DO BRASIL.
Enquanto o Brasil está completamente sucateado, praticamente paralisado, semi-destruído pela canalha comunista do PT associada ao PMDB e PSDB, é bom que se frise, é doloroso, odioso, constatar que a pesada carga tributária suportada por todos os brasileiros financiou - entre dezenas de outras obras no exterior - um moderno aeroporto em Moçambique que está praticamente abandonado.
Faz parte de dezenas de obras gigantescas finananciadas pelo BNDES durante o desgoverno de Lula e seus sequazes em diversas republiquetas comunistas como Moçambique, Cuba, Venezuela e por aí vai, enquanto o Brasil inteiro está completamente sucateado. Sem falar nos aeroportos que são uma lástima, como são as estradas, os serviços de saúde e a segurança pública. Aliás, "insegurança pública".
Importante salientar que todos esses trastes políticos sabiam o que estava acontecendo mas continuavam alegres e faceiros com a conivência da grande mídia e seus jornalistas que cumpriam "missão" na redações teleguiados por Lula e FHC.
E o mais incrível de toda essa história macabra que veio à luz pela Operação Lava Jato parece não ter fim, graças a um cipoal de manobras por parte de todos dos manipuladores dos Poderes da República, algo inaudito na história do Brasil. E o pior é que ainda existam pessoas que continuam defendendo a camorra liderada por Lula, FHC e sua gente, incluindo o PMDB e o PSDB inteiros. Não sobra ninguém, nem unzinho da politicalha que continua tungando os cofres da Nação e faz de tudo para perpetuar toda essa sacanagem contra o povo brasileiro.
Enfim. A situação econômica do Brasil é dramática, para dizer o mínimo. E isto é tremendamente perigoso porque se trata do velho esquema comunista que é criar uma situação de caos total. Criado o caos o passo seguinte é a cubanização do país, como aconteceu recentemente na Venezuela.
Só os néscios não enxergam essa desgraça que se avizinha, a ponto de ter sobrado apenas um político brasileiro que não está enterrado nesse lodaçal de sacanagens e roubalheiras que destruiram nosso país. Chama-se Jair Messias Bolsonaro. Queiram ou não Bolsonaro acabou se transformando na derradeira opção para a eleição presidencial de 2018 para por um paradeiro definitivo nesse banquete de abutres.
ENTENDA POR QUE O FEMINISMO É A PRINCIPAL ARMA DO GLOBALISMO PARA A DESTRUIÇÃO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL
Mais uma postagem com um vídeo muito especial. A "atriz" é a conhecida jornalista conservadora canadense Lauren Southern. Há algum tempo já postei vídeo sobre ela aqui no blog. Até recentemente Lauren trabalhou no famoso canadense Rebel Media, referência no que tange ao ativismo conservador.
Lauren, além de jornalista é escritora e usa de forma intensiva as redes sociais, sobretudo o Youtube, onde publica reportagens e até mesmo filmetes cujo script é de sua autoria. Desta feita ela mesma protagoniza de forma irreverente uma jornalista blogueira que decidiu incorporar os mandamentos do dito "pensamento politicamente correto" que ultimamente tem avançado por meio da mainstream media na difusão da "diversidade bundalelê" que nega a existência dos sexos masculino e feminino, a importância da família e a feminilidade e a masculinidade, coisas simplesmente óbvias.
A pregação difundida ad nauseam pela grande mídia - braço principal dessa absurda doutrinação das massas pelo viés esquerdista (todos os esquerdistas apoiam todas as iniquidades, sobretudo em em especial a destruição da família) repetindo o mantra do "empoderamento das mulheres".
Tudo isso está no pacote do dito "globalismo" que para conseguir impor a tirania de um governo mundial tenta de todas as formas destruir a civilização ocidental. Para tanto golpeia de forma infame e perversa a família, naturalmente constituída pelos pais e filhos e que tem no papel desempenhado pela mulher uma espécie de centro gravitacional da vida familiar e da própria civilização ocidental!
Por isso, o dito "feminismo" tem em mira o ataque mortal à família.
Em linhas muito gerais é isto que está acontecendo e é o mote deste vídeo escrito e interpretado pela jornalista Lauren Southern com a providencial tradução e legendas da equipe dos Tradutores de Direita, que também postou ao pé do vídeo um texto sobre o conteúdo que transcrevo. Trata-se de conteúdo que jamais será apresentado pela canalha esquerdista da grande mídia. Leiam:
CONFUSÃO E DESESPERO
Os movimentos feministas têm lutado incansavelmente para trazer confusão e desespero às mulheres. Na prática, toda sociedade é guiada, em grande parte, por suas mulheres, que orientam os homens e crianças, ao longo de gerações. Portanto, o colapso e a destruição de uma sociedade passa necessariamente pela deturpação da mulher. Esta é a missão do movimento feminista: criar mulheres confusas, que orientarão a sociedade em direções confusas.
A substituição da vocação da maternidade em prol da obsessão pelo prazer e a desmoralização da vida familiar são apenas algumas das ferramentas empregadas. Porém, a cada passo que as mulheres dão na direção da utopia feminista, mais elas se tornam solitárias e miseráveis. Para piorar, muitas percebem que há algo estranho nesta conduta; porém, o seu investimento psicológico nesta fraude é tão grande que só lhes resta a repetição histérica para evitar o completo colapso mental. As que, com muita luta, sobrevivem a esta luta interna, são violentamente silenciadas pelas suas próprias colegas.
No vídeo de hoje, a jornalista Lauren Southern demonstra este mecanismo de repetição histérica e como ele resulta em um fenômeno do tipo "bola-de-neve", onde a recusa, cada vez mais intensa, dos anseios biológicos e antropológicos das mulheres é nada mais que um motor de tristeza e angústia. Nós, do Tradutores de Direita, gostaríamos de convidar as seguidoras do canal e suas amigas e comentarem aqui as suas opiniões em relação a este vídeo e às suas experiências. O seu depoimento pode ajudar uma colega ou desconhecida a dar o primeiro passo: entender que algo vai errado.
Tradução: Yuri Mayal
Revisão: Rodrigo Carmo
Revisão: Rodrigo Carmo
quarta-feira, novembro 29, 2017
REVELANDO AQUILO QUE A GRANDE A MÍDIA ESCONDE: OS COMUNISTAS POR TRÁS DO TERROR ISLÂMICO SOBRE O OCIDENTE.
Este é mais um daqueles assuntos objetos de postagens aqui no blog. Não se refere a notícias do dia a dia. Entretanto, para entender a maioria das notícias veiculadas pela grande mídia é necessário um background, ou seja, um conjunto de informações sem as quais certos assuntos podem parecer confusos, sem pé nem cabeça.
Este blog se esforçará para levar aos leitores essas informações que jamais são veiculadas pela grande mídia. Espero que a leitura diária deste blog por parte dos estimados leitores proporcione essas informações como se fossem peças essenciais de um puzzle, de um quebra-cabeça.
No vídeo acima, traduzido e legendado pelo excelente site Tradutores de Direita, Mr. Arthur Thompson, presidente executivo da Sociedade John Birch, um think tank conservador norte-americano, lança um poderoso facho de luz sobre as trevas que envolvem a questão da invasão islâmica sobre o Ocidente.
O vídeo é curto, cerca de 11 minutos, mas que valem por mais de um mês vendo e/ou lendo o noticiário capenga da grande mídia todo ele atrelado à narrativa esquerdista por meio da novilíngua dita "politicamente correta". Em três parágrafos os Tradutores de Direita sintetizam o conteúdo. Mas não deixem de ver o vídeo. Leiam:
Sempre que usamos o termo "islamomarxista" ou "islamocomunista" alguns amigos do canal se expressam confusos. Apesar do fato de muitos não enxergarem a relação entre o Islã e o Comunismo, eles estão mais próximos do que muitos imaginam.
Neste video, Arthur Thompson, presidente executivo da Sociedade John Birch, nos explica como os comunistas de Moscou treinaram jihadistas com táticas de terrorismo e permearam o mundo islâmico no intuito de, posteriormente, subverter a cultura para o cumprimento de seus propósitos.
Aqui, o Sr. Thomson também nos alerta a respeito de uma outra questão, que é a fronteira entre EUA e México, onde ocorrem barbáries tão sérias quanto as praticadas pelo ISIS no Oriente Médio. O debate sobre a segurança ao longo da fronteira EUA-México é mais grave do que os milhões de migrantes ilegais que atravessaram a fronteira internacional buscando trabalho e melhores condições de vida. E vai além dos contrabandistas de drogas e outros criminosos variados que usam rotineiramente a fronteira como um meio de acesso fácil para a América. As rotas de contrabando do México, incluindo as controladas por cartéis criminosos mexicanos, oferecem um método de entrada consagrado e relativamente seguro para membros de grupos terroristas como ISIS, Al Qaeda e Hezbollah.
terça-feira, novembro 28, 2017
PRESTÍGIO DE BOLSONARO JÁ ALCANÇA TODO O BRASIL, TANTO NOS GRANDES CENTROS COMO TAMBÉM NO INTERIOR DO PAÍS.
E o ano de 2017 vai chegando ao seu final e o establishment tupiniquim ainda não encontrou ninguém capaz de superar a performance do presidenciável Jair Bolsonaro. Seu prestígio não se circunscreve a uma grande cidade e/ou região mas se espraia por todo o Brasil.
Os dois vídeos acima comprovam isto. O primeiro vídeo é uma manifestação em Cabrobó, no interior de Pernambuco, enquanto o segundo registra manifestação semelhante em Altamira, no Pará.
Ambos os vídeos ilustram a página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook, onde o presidenciável já se aproxima de 5 milhões de seguidores superando como folga todos os demais postulantes.
É um capital eleitoral nada desprezível para quem leva bordoadas da grande mídia todos os dias, sem contar as famigeradas revistas semanais que desfiguram o rosto de Bolsonaro por meio do Photoshop e de outros programas de computador para transformá-lo num monstro. Até agora esse truque tosco e agressivo parece que, ao contrário do que deseja a mainstream media, tem tido efeito contrário, isto é, o prestígio do presidenciável aumenta.
O jornalismo esquerdista continua raciocinando como se estivesse ainda no século XX, antes do impacto da internet, sobretudo das redes sociais, blogs e sites independentes. Tanto é que insistem na mídia impressa cujo atestado de óbito já foi emitido faz tempo.
Até a toda poderosa mídia televisiva já sente a fuga de telespectadores enojados com a papagaiada politicamente correta da diversidade bundalelê que vem sendo repudiada e desconstruída pelas redes sociais. Parece que os algoritmos destinados a censurar determinadas postagens "inconvenientes" para o processo de dominação globalista não têm alcançado o resultado pretendido.
Simples assim. Se os censores do Facebook, do Twitter e do Instagram, os que têm maior capilaridade, levarem a termo esse ataque à liberdade não há dúvida que daqui a pouco surgirão novas rede sociais. Trata-se de uma reação de mercado. Ou essa gentalha acredita que poderá mesmo transformar o planeta inteiro numa Coreia do Norte? Que as pessoas estão dispostas a perder seu tempo postando apenas platitudes nas redes sociais?
Dos ditos presidenciáveis o que tem utilizado de forma inteligente as redes sociais tem sido Jair Bolsonaro e sua equipe. E nem precisa armar o circo. As coisas acontecem de forma espontânea como por exemplo em aeroportos onde Bolsonaro aparece para embarcar em algum voo. Isto é algo inaudito nos últimos anos no Brasil, principalmente depois da Lava Jato com a explosão do petrolão. Exemplo disso é o Lula que só viaja de jatinho emprestado pelos "amigos ricaços". Não pode embarcar em avião de carreira sem ser molestado por eleitores irados. Seus correligionários mais graúdos, ex-ministros e coisa e tal, tomaram chá de sumiço. Até mesmo os "mortadelas" - a galera de aluguel do PT -, desapareceram e se torna cada vez mais difícil a sua "contratação".
Esta é a realidade dos fatos. Daí surge a indagação: isto influirá na eleição presidencial de 2018? A resposta obviamente é sim! Influirá. O que se está vendo neste momento é apenas o aperitivo do que vai rolar na campanha presidencial já com os nomes definidos oficialmente.
O establishment está agoniado, tecendo planos no breu das tocas para aplicar um golpe eleitoral. Resta saber se o eleitorado brasileiro acatará sem mais delongas um trambique armado pelos "petrolões" do PMDB, PSDB et caterva.
Por enquanto, queiram ou não, o presidenciável Jair Bolsonaro corre na frente e avança chegando até mesmo nos sertões mais recônditos deste imenso Brasil. Sim, Bolsonaro é um ponto fora da curva. É algo que não se via há muito tempo no Brasil. E por trás dele não há, por exemplo, velhos caciques da política, como também não há o establishment globalístico que contém no seu bojo os velhos agitadores comunistas, profissionais da política e da agitação esquerdista. Afinal, o esquerdismo sempre foi um movimento global.
Por tudo isso, Jair Bolsonaro já é um fenômeno eleitoral. Algo muito parecido com o que ocorreu na eleição de Donald Trump nos Estados Unidos, onde todos os institutos de pesquisa davam como favas contadas a vitória de Hillary Clinton. Mas quem acompanhou o desenrolar da campanha, vendo os comícios de Trump com milhares de pessoas, sabia que algo estava para acontecer e que não era o que diziam as sondagens eleitorais.
Abertas as urnas foi tiro e queda. Mr. Trump deu um olé! Os dois ambientes pré-eleitorais nos Estados Unidos e no Brasil são muito parecidos. Mas não são iguais. Dependerá unicamente da competência de Jair Bolsonaro e de seu staff.
Por enquanto ele corre solto na frente. Tanto em Cabrobó no interior nordestino como aqui em Santa Catarina, onde a última pesquisa deu Bolsonaro na cabeça folgado.
segunda-feira, novembro 27, 2017
DOCUMENTÁRIO EM VÍDEO REVELA AS ORIGENS DO 'ANTIFA', O BRAÇO TERRORISTA DOS PARTIDOS POLÍTICOS ESQUERDISTAS.
Mais um vídeo super importante com tradução do site Tradutores de Direita que explica as origens e a ação da organização esquerdista Antifa, conhecida pela extrema violência. Trata-se de um documentário de alta qualidade do escritor e cineasta Trevor Loudon.
O Antifa atua inclusive aqui em Florianópolis, e isso pode ser constatado com as pichações em muros, paredes e até em monumentos com a assinatura desse bando de psicopatas.
Por tudo isso esse documentário é de fundamental importância para compreender a ação dos comunistas, socialistas e afins. Seus mentores e financiadores vestem terno e gravata, tomam banho, concedem entrevistas. Dentre os financiadores desses bandoleiros está o indefectível bilionário George Soros enquanto os jornalistas da grande mídia - a dita mainstream media - jamais os denunciam, pelo contrário, justificam suas ações.
E, como lembra o texto dos Tradutores de Direita sobre o vídeo, esses jagunços criminosos são louvados por professores universitários. Aliás, as universidades foram transformadas em aparelhos ideológicos comunistas. Se alguém acha que estou exagerando vá até o campus da UFSC e veja no que foi transformado o Centro de Convivência, um prédio próximo ao restaurante universitário. Leiam:
A esquerda é violenta e totalitária. Os esquerdistas só querem saber de esmagar os inimigos e buscar cada vez mais poder no caminho que trilham rumo ao vazio. Eles se aproveitam da liberdade que possuem para lutar contra a civilização que proporciona essa liberdade, e seus grupos militantes terroristas são frequentemente acobertados, quando não encorajados, por jornalistas e personalidades da mídia, e louvados por professores universitários sedentos de sangue e horror.
O Antifa é um desses grupos militantes terroristas, e graças a desgraçados arranjos políticos, à boa vontade da mídia, a George Soros, à instrumentalização ideológica das faculdades, entre outros fatores, o grupo está gigante.
Isso não é um problema exclusivo do norte do mundo, nem começou em nossa época atual. Não esqueçamos de que o movimento revolucionário é global. Aqui no Brasil temos os nossos Black Blocs, e Trevor Loudon, neste documentário, oferece um rápido panorama histórico da evolução desses grupos criminosos.
Quando esses terroristas começarão a ser denunciados e combatidos com o vigor necessário pelo poder público pela sociedade civil? Será que só quando restar para nós, seus adversários, um bom paredão, uma boa espingarda, uma boa bala, uma boa pá e uma boa cova? Já disse Mauro Iasi, professor universitário sustentado com o dinheiro do trabalhador brasileiro: “Com a direita e o conservadorismo, nenhum diálogo, luta.”
Esta é a mente da esquerda revolucionária. O Antifa é a mente revolucionária em ação.
Tradução: Yuri Mayal
Revisão: hsilver, Rodrigo Carmo
Revisão: hsilver, Rodrigo Carmo
TRADUTORES DE DIREITA
Webpage: http://TradutoresdeDireita.org
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domingo, novembro 26, 2017
PARTIDOS, POLÍTICOS E DESCRÉDITO POPULAR.
Faz tempo que a imagem do político está vinculada à corrupção, promessas não-cumpridas, incompetência, descaso com a população. Atualmente isto se acentuou o que, por tabela, dificulta a atuação e manutenção das máquinas partidárias. O desgaste é sentido, inclusive, pelos três maiores partidos: PMDB, PT e PSDB.
No caso do PT foram quase duas décadas de escândalos de corrupção e, por fim, o descalabro na economia que detonou o País. Portanto, não foi à toa que em manifestações espontâneos e inéditas na nossa história milhões de pessoas foram às ruas de todo o país aos gritos de: “Fora Dilma”. “Fora Lula”. “Fora PT”.
A consequência foi o impeachment de Rousseff, o qual teve efeitos devastadores sobre o PT e seu chefe. Lula viu seu poder esmaecer. O PT, nas eleições municipais passadas perdeu 60% de suas prefeituras.
Fracassou até no “cinturão vermelho”, região do ABC, sendo que a derrota mais amarga se deu na capital paulista com a vitória de João Dória (PSDB) para a prefeitura sobre o desastrado ex-prefeito petista, Fernando Haddad. Até as greves gerais que a CUT prometeu se transformaram em fiascos. E foi difícil reunir companheiros para elegerem seus diretórios municipais.
Entretanto, Lula da Silva vem fazendo campanha antecipada e frenética para voltar ao poder, mesmo estando condenado em um processo e sendo réu em vários outros. Ele proclama que já ganhou, certo que escapa da Justiça. Mas, será que consegue novamente enganar o eleitorado com suas mentiras? Pelo menos suas caravanas têm sido um fracasso.
Quanto ao PSDB, também corre o risco de se apequenar nas próximas eleições. Ao teimar em manter candidaturas das mesmas figuras, o partido impediu João Dória que tinha mais probabilidade de chegar à presidência, de competir. Dória é combativo, apto a enfrentar o violento PT e renovação em termos de Brasil. Ao invés disso, o PSDB insiste nos seus punhos de renda, nas cabeças baixas diante das agressões petistas. Pousados em cima do muro os tucanos nunca sabem se vão ou se ficam, se fazem ou não fazem. Pior, cultuam Lula da Silva.
Relembre-se que quando “o pobre operário” finalmente ganhou, FHC fez a inédita transição, ou seja, passou seus melhores quadros técnicos para os incompetentes petistas. Acrescente-se que durante o primeiro mandato de Lula, o PSDB foi o partido que mais o ajudou no tocante as votações no Congresso.
A paga por tanta devoção se traduziu nos gritos de “fora FHC”, além do pedido de impeachment deste. Naquele tempo, Lula e o PT não consideravam impeachment golpe, assim como não foi golpe para eles o que aconteceu com o ex-presidente Fernando Collor de Mello.
Nos seus mandatos, especialmente no primeiro, Lula mandou copiar as políticas macroeconômicas e sociais de Fernando Henrique, mas as chamou de herança maldita.
O PSB tem tomado decisões erradas e vacilado demais como é seu costume. Com isso tem desgostado o eleitorado e poderá encolher na eleição de 2018.
Quanto ao PMDB, que há 23 mantém o papel de coadjuvante do PSDB e do PT, provavelmente seguirá sem candidato presidencial. De todo modo, o partido tem sua dose de descrédito por conta da enxurrada de denúncias de corrupção, cujo ápice se concentra o Rio de Janeiro.
O próprio presidente, Michel Temer, foi crivado pelas “setas” do então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, que tirou o foco foi do PT e o passou para o PMDB, que apareceu como o grande partido corrupto. Enquanto isso, a mídia promoveu diariamente dois momentos de ódio: um contra o presidente norte-americano, Trump, outro contra o presidente Temer.
É impossível dizer o que vai acontecer em 2018. Mesmo porque, com relação à presidência da República estão aparecendo candidatos que nunca disputaram tal cargo, como o deputado federal Jair Bolsonaro, politicamente incorreto como o povo gosta e capaz de enfrentar o PT e demais adversários com o mesmo rigor retórico.
Sem João Dória, outro nome que representaria novidade, Luciano Huck, está sendo cogitado para concorrer à presidência da República. Com aceitação já acentuada de imagem em faixa significativa de eleitores, resta saber se ele entrará ou não em campanha. Outros tipos de renovação poderão ocorrer alterando o jogo político.
Na eleição municipal passada houve grande dispersão partidária dos votos em vários partidos, o aumento de votos nulos, brancos e de abstenções. É provável que isso se repita e até se amplie em 2018, refletindo o descrédito da população com os políticos.
Estas, naturalmente, são hipóteses baseadas nas tendências que se observam hoje. O resultado real só se dará quando as urnas se abrirem em outubro de 2018. Resta desejar que hajam mudanças.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
ECOCHATOS NÃO CONSEGUIRAM DEMOLIR AS DUAS TORRES DE 81 ANDARES DO PRÉDIO MAIS ALTO DO BRASIL EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ (SC)
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| As duas torres do Edifício Yachthouse Residente Club, que os ecochatos queriam que fossem demolidas. Clique sobre a imagem para vê-la ampliada. |
O movimento ecochado, a vanguarda do atraso, desta feita não logrou sucesso na tentativa de impedir a conclusão da construção do prédio mais alto do Brasil em Balneário Camboriú, aqui em Santa Catarina, com duas torres de 81 andares. Aqui o lead da matéria publicada na Gazeta do Povo, com link para leitura completa:
A 2ª Vara Federal de Itajaí, em Santa Catarina, arquivou a ação civil pública contra o Edifício Yachthouse Residence Club, empreendimento de luxo ainda em construção em Balneário Camboriú, que será o prédio mais alto do Brasil com 81 andares. A decisão, expedida na noite desta quinta-feira (23) pelo juiz federal André Luis Charan, livra o imóvel do grupo Pasqualotto & GT de demolir suas torres e de bancar indenizações ambientais adicionais. A ação havia sido proposta no final de maio pelo Ministério Público Federal do estado (MPF/SC). Clique AQUI para ler tudo
sábado, novembro 25, 2017
NATAL, A FESTA MÁXIMA DA CRISTANDADE, QUE O GLOBALISMO QUER APAGAR EM SUA ESCALADA PARA DESTRUIR A CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL.
O site Tradutores de Direita escreveu um texto e postou um vídeo de extrema importância que ajuda a compreender o que de fato está acontecendo no mundo da política. Neste caso a política, que é a luta pelo poder e/ou a manutenção do poder, não se circunscreve apenas ao momento em que ocorrem eleições. A política está presente no dia a dia de todas as pessoas em qualquer lugar do mundo e tem impacto sobre o presente e o futuro de todos os seres humanos.
Este blog como os estimados leitores tem notado não pretende fazer uma cobertura completa da miríade de fatos que ocorrem todos os dias no que tange à política mas, sobretudo, oferecer que de alguma forma elementos para uma análise mais acurada de determinados acontecimentos. Justamente aquilo que a grande mídia nunca aborda. Além disso, textos e vídeos como estes que ilustram esta postagem são praticamente proscritos propositalmente pela mainstream media, razão pela qual certos acontecimentos muitas vezes são incompreensíveis para a maioria dos leitores e, sobretudo, telespectadores.
Apesar da internet a televisão ainda continua sendo a mídia dominante porquanto alcança todos os tipos de consumidores de notícias, dos bem informados aos desinformados até os analfabetos.
Por exemplo, quando é que num veículo da grande mídia alguém leu ou ouviu notícias e análises a respeito da da sórdida campanha de demolição da nossa Civilização Ocidental? Por que isto está acontecendo. Quais os objetivos? Quem está por trás desse plano diabólico que pretende acabar com o Natal, a Páscoa entre outras efemérides judaico-cristãs? Queiram ou não a nossa matriz cultural é judaico-cristã. Foi essa matriz que moldou o Ocidente cujo apanágio é a liberdade, tão ampla que permite tanto a fé religiosa quanto o ateísmo ao mesmo tempo em que instituiu o Estado laico. Essa mega campanha de demolição da cultura ocidental vem sendo tipificada como "globalismo", conceito, como podem notar, descurado pela grande mídia.
Entender esta ameaça ao Ocidente é de fundamental importância para, digamos assim, matar a charada. Transcrevo a seguir o texto dos Tradutores de Direita sobre o vídeo acima. Leiam e vejam o vídeo legendado acima:
Inimigos externos são combatidos com balas e bombas quando a diplomacia não funciona. Entretanto, nem mesmo o exército mais poderoso do mundo é capaz de derrotar seus inimigos domésticos: a esquerda, com seu projeto de poder gramsciano, tem feito mais estragos aos pilares da República americana do que o Estado Islâmico e todos os demais jihadistas agrupados.
Neste trecho do programa Carlson Tonight, o apresentador Tucker Carlson e o comentarista político Charles Krauthammer comentam a respeito do discurso de Donald Trump na Polônia – o mais marcante na defesa da Civilização Ocidental desde os tempos de Reagan. [*] Desde sua campanha, Trump tem sido alvo de críticas, não somente da esquerda, mas também de políticos e comentaristas conservadores. Criticas à parte, é quase unânime, entre os conservadores, o entendimento de que Trump foi o único presidente, desde Reagan, a colocar a defesa da Civilização Ocidental no centro da pauta política.
Assim como no Brasil, a direita americana permitiu que a esquerda dominasse as principais instituições da sociedade – universidades, artes, imprensa – e se engajasse, quase sem oposição, na destruição dos valores que erigiram e estabeleceram o Ocidente como o farol do progresso e da liberdade no mundo atual. Quase duas gerações foram perdidas neste processo de engenharia social.
A esquerda entendeu que a batalha é, primeiramente, cultural e que política não se resume às meras teorias econômicas, sendo até mesmo a implantação destas a consequência natural da própria batalha cultural. É urgente a necessidade de aprendermos que o debate político de nossos tempos não se limita a “Menos Marx, Mais Mises”, por mais essencial que seja este ponto. Absolutamente nenhum modelo econômico funcionará em uma sociedade a menos que ela esteja firmemente alicerçada em valores que viabilizem seu funcionamento. Nas palavras de Roger Scruton em “Como ser um Conservador”, a ordem moral precede a ordem econômica e dela depende, inteiramente.
Este blog como os estimados leitores tem notado não pretende fazer uma cobertura completa da miríade de fatos que ocorrem todos os dias no que tange à política mas, sobretudo, oferecer que de alguma forma elementos para uma análise mais acurada de determinados acontecimentos. Justamente aquilo que a grande mídia nunca aborda. Além disso, textos e vídeos como estes que ilustram esta postagem são praticamente proscritos propositalmente pela mainstream media, razão pela qual certos acontecimentos muitas vezes são incompreensíveis para a maioria dos leitores e, sobretudo, telespectadores.
Apesar da internet a televisão ainda continua sendo a mídia dominante porquanto alcança todos os tipos de consumidores de notícias, dos bem informados aos desinformados até os analfabetos.
Por exemplo, quando é que num veículo da grande mídia alguém leu ou ouviu notícias e análises a respeito da da sórdida campanha de demolição da nossa Civilização Ocidental? Por que isto está acontecendo. Quais os objetivos? Quem está por trás desse plano diabólico que pretende acabar com o Natal, a Páscoa entre outras efemérides judaico-cristãs? Queiram ou não a nossa matriz cultural é judaico-cristã. Foi essa matriz que moldou o Ocidente cujo apanágio é a liberdade, tão ampla que permite tanto a fé religiosa quanto o ateísmo ao mesmo tempo em que instituiu o Estado laico. Essa mega campanha de demolição da cultura ocidental vem sendo tipificada como "globalismo", conceito, como podem notar, descurado pela grande mídia.
Entender esta ameaça ao Ocidente é de fundamental importância para, digamos assim, matar a charada. Transcrevo a seguir o texto dos Tradutores de Direita sobre o vídeo acima. Leiam e vejam o vídeo legendado acima:
Inimigos externos são combatidos com balas e bombas quando a diplomacia não funciona. Entretanto, nem mesmo o exército mais poderoso do mundo é capaz de derrotar seus inimigos domésticos: a esquerda, com seu projeto de poder gramsciano, tem feito mais estragos aos pilares da República americana do que o Estado Islâmico e todos os demais jihadistas agrupados.
Neste trecho do programa Carlson Tonight, o apresentador Tucker Carlson e o comentarista político Charles Krauthammer comentam a respeito do discurso de Donald Trump na Polônia – o mais marcante na defesa da Civilização Ocidental desde os tempos de Reagan. [*] Desde sua campanha, Trump tem sido alvo de críticas, não somente da esquerda, mas também de políticos e comentaristas conservadores. Criticas à parte, é quase unânime, entre os conservadores, o entendimento de que Trump foi o único presidente, desde Reagan, a colocar a defesa da Civilização Ocidental no centro da pauta política.
Assim como no Brasil, a direita americana permitiu que a esquerda dominasse as principais instituições da sociedade – universidades, artes, imprensa – e se engajasse, quase sem oposição, na destruição dos valores que erigiram e estabeleceram o Ocidente como o farol do progresso e da liberdade no mundo atual. Quase duas gerações foram perdidas neste processo de engenharia social.
A esquerda entendeu que a batalha é, primeiramente, cultural e que política não se resume às meras teorias econômicas, sendo até mesmo a implantação destas a consequência natural da própria batalha cultural. É urgente a necessidade de aprendermos que o debate político de nossos tempos não se limita a “Menos Marx, Mais Mises”, por mais essencial que seja este ponto. Absolutamente nenhum modelo econômico funcionará em uma sociedade a menos que ela esteja firmemente alicerçada em valores que viabilizem seu funcionamento. Nas palavras de Roger Scruton em “Como ser um Conservador”, a ordem moral precede a ordem econômica e dela depende, inteiramente.
Tradução do vídeo: Andrey Costa
Revisão: Yuri Mayal
Revisão: Yuri Mayal
sexta-feira, novembro 24, 2017
A GAZETA DO POVO COMEÇA A DAR SOLAVANCOS AO PUBLICAR AUTÊNTiCA "FAKE NEWS". QUE PENA.
Já destaquei aqui no blog a Gazeta do Povo, jornal da grande mídia paranaense que recentemente deixou de circular na forma impressa e atualmente é o único jornal da grande mídia brasileira totalmente digital. Só é veiculado pela internet.
Naquele meu comentário destaquei não só a sua nova forma de publicação mas, sobretudo, o seu conteúdo plural, ou seja, abrindo espaço para opinião diversificada que não se restringe à narrativa esquerdista comum na totalidade da grande mídia.
No entanto, a Gazeta do Povo acaba de dar um baita solavanco ao veicular uma pesquisa fajuta cuja metodologia contempla um esquema que falseia a verdade. É uma legítima "fake news". Sua procedência é o velho e decrépito Estadão em parceria com o tal "Instituto Ipsos", ou seja, a soma de duas porcarias trabalhando para tentar de todo jeito destacar um dos candidatos do establishment que não decola nem a pau, ainda que venha mostrando a sua cara na funesta Rede Globo há pelo menos uns 20 anos.
Sem qualquer pejo e distanciando-se dos fatores de credibilidade, a Gazeta do Povo ainda ilustrou a matéria com uma foto de Luciano Huck com vestimenta no estilo militar tendo ao fundo ao que parece ser um destacamento do Exército realizando alguma manobra.
A Gazeta do Povo tem todo o direito de publicar o que quiser enquanto os leitores tem todo o direito de despreza-la, como tem feito com todos os veículos da grande mídia.
É uma pena que a Gazeta do Povo esteja resvalando para o nefasto caminho das fake news e acabe se transformando em mais do mesmo.
Quem quiser conferir clique Aqui.
Naquele meu comentário destaquei não só a sua nova forma de publicação mas, sobretudo, o seu conteúdo plural, ou seja, abrindo espaço para opinião diversificada que não se restringe à narrativa esquerdista comum na totalidade da grande mídia.
No entanto, a Gazeta do Povo acaba de dar um baita solavanco ao veicular uma pesquisa fajuta cuja metodologia contempla um esquema que falseia a verdade. É uma legítima "fake news". Sua procedência é o velho e decrépito Estadão em parceria com o tal "Instituto Ipsos", ou seja, a soma de duas porcarias trabalhando para tentar de todo jeito destacar um dos candidatos do establishment que não decola nem a pau, ainda que venha mostrando a sua cara na funesta Rede Globo há pelo menos uns 20 anos.
Sem qualquer pejo e distanciando-se dos fatores de credibilidade, a Gazeta do Povo ainda ilustrou a matéria com uma foto de Luciano Huck com vestimenta no estilo militar tendo ao fundo ao que parece ser um destacamento do Exército realizando alguma manobra.
A Gazeta do Povo tem todo o direito de publicar o que quiser enquanto os leitores tem todo o direito de despreza-la, como tem feito com todos os veículos da grande mídia.
É uma pena que a Gazeta do Povo esteja resvalando para o nefasto caminho das fake news e acabe se transformando em mais do mesmo.
Quem quiser conferir clique Aqui.
quinta-feira, novembro 23, 2017
SUSPENSÃO DE VENDA DE SEGUROS DE CARROS PELAS SEGURADORAS NO RIO DE JANEIRO DÁ UMA IDEIA DA CRISE BRASILEIRA E FAZ LEMBRAR 1964.
Só os acéfalos, os idiotas de todos os gêneros e, sobretudo, os oportunista de sempre são capazes de fechar os olhos para a situação caótica em que de encontra o Brasil, embora há quem afirme na maior cara de pau que "as instituições estão funcionando...". Retornamos sempre ao velho e surrado adágio: seria cômico se não fosse trágico.
E o Rio de Janeiro, que sempre foi uma espécie de termômetro do Brasil, indica o estado caótico, para dizer o mínimo, em que foi mergulhada a Nação brasileira a partir da ascensão de Lula e seus sequazes ao poder, isto é, o PMDB, PSDB e mais uma miríade de agremiações nanicas. Toda essa vagabundagem atrelada ao esquema esquerdista.
Um sintoma muito claro que o Brasil está completamente à deriva é que as empresas seguradoras de veículos decidiram suspender a venda de apólices no Rio de Janeiro, conforme noticiam os veículos de mídia. E o mais interessante é que noticiam isso como uma notícia corriqueira.
Todavia esse é mais um sinal muito claro que as ditas instituições não estão funcionando e o processo de desmantelamento do Estado brasileiro começou lá atrás com a ascensão de Lula ao poder. Esse diabólico processo que não cessou de avançar corresponde ao esquema do famigerado Foro de São Paulo com sua meta de comunização do Brasil e de toda a América latina. E a prova mais eloquente disso tudo vem da Venezuela. E só os néscios congênitos vêem o que está ocorrendo como fatos normais. Entretanto, a desintegração das ditas "instituições" já estão em estado avançado. Na Venezuela o denominado "Estado de Direito democrático" foi erodido por etapas, exatamente igual ao que vem ocorrendo no Brasil.
A negativa das seguradoras de veículos em operar normalmente no Rio de Janeiro é um alerta de natureza gravíssima e que deve se estender pelo resto do Brasil. E isto tem um impacto demolidor sobre a economia nacional.
A passos largos a crise política e institucional vai continuar se agigantando até um momento em que a Nação brasileira estará numa encruzilhada com apenas duas opções: A lei e a ordem ou a venezuelização do Brasil.
A notícia da decisão das seguradoras de veículos suspender a venda de apólices é um sinal muito claro e evidente dessa encruzilhada que gerou a Revolução de 1964, que os comunistas insistem em amaldiçoar, embora qualquer pessoa cujo cérebro funciona normalmente sabe o movimento militar de 1964 salvou o Brasil. Não fossem aqueles militares o Brasil seria hoje uma grande Cuba!
O site da revista Exame dá a notícia da decisão das empresas seguradoras de veículos como fosse, assim, algo natural. Leiam:
Depois de renegociar contratos de seguros de carga e negar novas apólices no Rio de Janeiro, as seguradoras agora mudaram também suas estratégias para seguros de carros. Grandes empresas do setor, como Mapfre, Tokio Marine e BNP Paribas Cardif, enviaram um comunicado aos corretores de seguros dizendo que veículos cadastrados com endereços do Rio de Janeiro não estariam mais elegíveis para o seguro de automóveis.
E o Rio de Janeiro, que sempre foi uma espécie de termômetro do Brasil, indica o estado caótico, para dizer o mínimo, em que foi mergulhada a Nação brasileira a partir da ascensão de Lula e seus sequazes ao poder, isto é, o PMDB, PSDB e mais uma miríade de agremiações nanicas. Toda essa vagabundagem atrelada ao esquema esquerdista.
Um sintoma muito claro que o Brasil está completamente à deriva é que as empresas seguradoras de veículos decidiram suspender a venda de apólices no Rio de Janeiro, conforme noticiam os veículos de mídia. E o mais interessante é que noticiam isso como uma notícia corriqueira.
Todavia esse é mais um sinal muito claro que as ditas instituições não estão funcionando e o processo de desmantelamento do Estado brasileiro começou lá atrás com a ascensão de Lula ao poder. Esse diabólico processo que não cessou de avançar corresponde ao esquema do famigerado Foro de São Paulo com sua meta de comunização do Brasil e de toda a América latina. E a prova mais eloquente disso tudo vem da Venezuela. E só os néscios congênitos vêem o que está ocorrendo como fatos normais. Entretanto, a desintegração das ditas "instituições" já estão em estado avançado. Na Venezuela o denominado "Estado de Direito democrático" foi erodido por etapas, exatamente igual ao que vem ocorrendo no Brasil.
A negativa das seguradoras de veículos em operar normalmente no Rio de Janeiro é um alerta de natureza gravíssima e que deve se estender pelo resto do Brasil. E isto tem um impacto demolidor sobre a economia nacional.
A passos largos a crise política e institucional vai continuar se agigantando até um momento em que a Nação brasileira estará numa encruzilhada com apenas duas opções: A lei e a ordem ou a venezuelização do Brasil.
A notícia da decisão das seguradoras de veículos suspender a venda de apólices é um sinal muito claro e evidente dessa encruzilhada que gerou a Revolução de 1964, que os comunistas insistem em amaldiçoar, embora qualquer pessoa cujo cérebro funciona normalmente sabe o movimento militar de 1964 salvou o Brasil. Não fossem aqueles militares o Brasil seria hoje uma grande Cuba!
O site da revista Exame dá a notícia da decisão das empresas seguradoras de veículos como fosse, assim, algo natural. Leiam:
Depois de renegociar contratos de seguros de carga e negar novas apólices no Rio de Janeiro, as seguradoras agora mudaram também suas estratégias para seguros de carros. Grandes empresas do setor, como Mapfre, Tokio Marine e BNP Paribas Cardif, enviaram um comunicado aos corretores de seguros dizendo que veículos cadastrados com endereços do Rio de Janeiro não estariam mais elegíveis para o seguro de automóveis.
Um dos comunicados, ao qual EXAME teve acesso, diz que mesmo veículos que já fazem parte da base de segurados, mas que não têm renovação automática, devem ser recusados. Somente renovações automáticas serão feitas, uma medida das seguradoras para tentar conter a alta das taxas de sinistralidade. Já a Ituran, empresa de monitoramento de veículos, limitou a cobertura para motoristas de Uber — faz o seguro de quem atua em São Paulo, por exemplo, mas não no Rio de Janeiro.
Procurada, a BNP Paribas Cardif confirma a informação, mas ressalta que a suspensão é temporária. Segundo a empresa, as vendas devem voltar assim que a situação da violência do estado melhorar. A Mapfre diz, em nota, que “não enviou comunicado em seus canais oficiais” e “não realiza nenhum tipo de restrição aos clientes do estado do Rio de Janeiro ou de qualquer cliente em função de origem ou região de residência.” A Ituran diz que não há restrição geográfica ao estado. A Tokio Marine diz que sua distribuição é feita por corretores, não havendo restrição ao Rio ou qualquer outro estado.
A MAIORIA SILENCIOSA, ESTÚPIDA E OPORTUNISTA, AO FUGIR DO DEBATE POLÍTICO É A PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO ESTADO DE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O BRASIL.
A página Embaixada da Resistência está entre as melhores no Facebook no que refere ao debate político. E o "Embaixador" desta feita foi direto ao ponto. Escreveu um texto em que analisa o dito "apolítico", ou seja, aquele tipo que abre a bocarra para afirmar que não tolera a política. Outros desse tipo, mais matreiros, simplesmente nem sequer pronunciam a palavra política. Fogem do debate político como o diabo foge da cruz.
Viver é um risco permanente, afinal bactérias, virus e outros migro-organismos patogênicos podem levar um cidadão sadio para o cemitério. Mas pior do que esses males invisíveis que a intervenção médica ainda pode mitigar são os políticos, mormente aqueles ditos de "esquerda" ou ainda outros que mesmo não rezando pela cartilha vermelha os toleram pelo seu silêncio oportunista. Afinal, exemplos no Brasil desses gêneros de sub-cidadãos, rematados boçais, abundam. E, por isso mesmo, deu no que deu. O Brasil está no vinagre, ou melhor, os brasileiros em sua esmagadora maioria estão à deriva num mar revolto de corrupção e roubalheiras.
O texto da Embaixada da Resistência traça um perfil desses vermes vagabundos, oportunistas e covardes. E cabe como uma luva para tipificar muita gente boa aqui no Brasil que mesmo ante o assalto à Nação que veio à tona pela Operação Lava Jato, continuam torcendo o nariz quando numa roda de bate-papo alguém se refere a uma questão política. O 'Embaixador' ilustra a postagem no FB com um vídeo supimpa que traz o depoimento da chinesa Lili Tong Williams, que reproduzo acima, concedido ao excelente site norte-americano Infowars, editado pelo jornalista Alex Jones.
Diz o 'Embaixador', em seu texto:
O "APOLÍTICO". Da série: "Esse bando de desocupados vive falando de política, eu tenho mais que fazer, eu estou acima dessas guerrinhas idiotas...".
E prossegue:
"Eu não estou interessado em política, eu tenho mais com que me ocupar, eu estou interessado em cuidar da minha vida, arrranjar um bom sustento, cuidar da minha vida, da minha família, amigos, divertir-me, etc..."
Ok sua MAJESTADE bestial, agora explique-nos:
Como vai "cuidar da sua vida" quando todas as responsabilidades e decisões acerca da "sua" preciosa vida forem coletivizadas e transferidas para o Estado?
Como vai se sustentar quando o Estado confiscar e se apropriar de quase toda a riqueza que você conseguir amealhar focado exclusivamente na "sua vida"?
Como vai cuidar da sua família quando o Estado reclamar a autoridade da educação dos seus filhos para a sua guarda?
Como sequer constituir uma família quando é gerado um ambiente de hostilidade entre homens e mulheres e para com tudo quanto a família representa?
Como vai ser capaz de manter a sua propriedade e usufruir da sua preciosa vida, quando o Estado incentivar nas ruas uma cultura de roubo, assassinato e impunidade?
Etc, etc, etc, etc...
Como vai fazer isso tudo super-homem?
Como vai andar sem pernas? Falar sem língua? Comer sem boca? Agarrar sem mãos?
"Ah mas ninguém manda em mim"
Você è à prova de bala? À prova de tanques? À prova da realidade?
Conte-me os seus segredos seu maluco.
Quer ser alienado seja, não quer participar da defesa da sua liberdade não participe, deixe que os outros o façam.
Sem ressentimentos nem dedos apontados, compreendemos e aceitamos as suas limitações.
Mas não tente ser nosso inimigo, não atrapalha nem despreza quem tem a gentileza de lutar pela sua liberdade de cuidar do que resta da "sua vida", nem faça das suas limitações e da sua ignorância um grande motivo de orgulho. Seja HUMILDE.
quarta-feira, novembro 22, 2017
terça-feira, novembro 21, 2017
FRANÇA: UMA CIVILIZAÇÃO EM DECOMPOSIÇÃO.
Por Giulio Meotti (*)
A França está prestes a homenagear as vítimas dos ataques terroristas de 13 de novembro de 2015. O que foi feito nesses dois anos desde então?
As autoridades francesas estão indenizando mais de 2.500 vítimas dos ataques jihadistas ocorridos em Paris e Saint-Denis, as quais receberão 64 milhões de euros. Importantes conquistas também foram alcançadas pelas unidades antiterroristas. De acordo com uma consulta realizada pelo semanário L'Express, nos últimos dois anos foram frustrados 32 ataques terroristas, 625 armas de fogo foram apreendidas, 4.457 pessoas suspeitas de terem ligações jihadistas foram revistadas e a 752 pessoas foram aplicadas a prisão domiciliar. Mas a impressão geral é a de um país "debilitado no fundo da alma".
Em 1939 o jornalista espanhol, antifascista, Manuel Chaves Nogales, fugiu para a França onde testemunhou o colapso da República Francesa diante da invasão alemã. Seu livro A Agonia da França poderia muito bem ter sido escrito nos dias de hoje. Nogales escreveu que, enquanto os soldados alemães marchavam por Paris, os franceses saiam dos cinemas "ainda em tempo para o apéritif no bistro".
Depois que duas meninas francesas foram assassinadas por um islamista em Marselha no mês passado, o colunista Mathieu Bock-Côté salientou que a França está passando por "um processo de decomposição nacional e civilizacional que as autoridades decidiram acompanhar e moderar, sem nenhuma disposição de lutar e acabar com esse estado de coisas, como se fosse inevitável". Ao que tudo indica, ele entendeu perfeitamente o que está acontecendo.
O ex-presidente francês Francois Hollande sequer tentou a reeleição, o sucessor, Emmanuel Macron, se recusa a falar sobre o Islã e parece aceitar a irreversível capitulação para o estado de medo e perigo. O exército francês não conseguiu libertar Raca, na Síria, conforme havia prometido após os ataques. "A França destruirá o ISIS", disse Hollande após a carnificina em Paris, mas foram as forças norte-americanas e curdas que liberaram de fato a capital do Estado Islâmico. Há 15.000 islamistas franceses sendo monitorados pelos serviços de inteligência franceses. Enquanto isso, nos últimos dez anos 40 mil judeus fugiram da França.
A segurança do cidadão comum francês não está mais garantida. A violência islamista pode aparecer em qualquer lugar e atacar os que estão fardados e também os que não estão. Todos os cidadãos franceses são alvo em uma guerra onde, para os terroristas islamistas, vale tudo.
No parlamento da França, as vozes "islamo-esquerdistas" estão cada vez mais ousadas. A classe política consome o tempo com "obras inclusivas" para as escolas, com fertilização in vitro para solteiros e gays e multas, 'in loco', para "machistas" importunadores. Nenhum terrorista francês que realizou decapitações na Síria perdeu a cidadania francesa. A revista Charlie Hebdo está recebendo novas ameaças de morte, nenhuma publicação francesa importante mostrou solidariedade para com os colegas assassinados imprimindo caricaturas islâmicas. Os parentes das vítimas publicaram livros com títulos do tipo Vocês Não terão Meu Ódio. Inúmeros integrantes da elite intelectual francesa foram arrastados para os tribunais por suposta "islamofobia".
Enquanto isso, nenhum enclave islamista dentro da República secular foi recuperado e somente 19 mesquitas salafistas foram fechadas.
Recentemente o parlamento francês considerou urgente retirar a imunidade política de Marine Le Pen por ela ter tuitado fotos de vítimas do ISIS, incluindo a do jornalista norte-americano James Foley. "Daesh é ISTO!", salientou ela em um post junto com as fotos, usando o acrônimo em árabe do ISIS. De modo que, um país que sofreu 250 assassinatos nas mãos do ISIS, retirou a proteção política de uma líder que já se encontra sob proteção policial por ela ter difundido imagens de vítimas do ISIS, abrindo assim caminho para as ações penais contra ela.
O martírio do Padre Jacques Hamel nas mãos dos islamistas já foi esquecido, o local do massacre ainda está à espera de uma visita do Papa Francisco como sinal de homenagem e condolência. Os juízes franceses estão agora ocupados removendo símbolos cristãos do cenário: no mês passado, em Ploërmel, foi determinada a retirada da cruz que está acima de uma estátua do Papa João Paulo II por ela supostamente violar a separação igreja/estado.
Recentemente a prefeita de Paris Anne Hidalgo proibiu a instalação da principal feira natalina da cidade por ela ter sido considerada insuficientemente elegante. As autoridades e as elites da França estão destruindo, item por item, o legado histórico, religioso e cultural do país para que não sobre mais nada. Uma nação despojada de sua identidade verá a sua força interior extinta. Samuel Pruvot, jornalista da Famille Chrétienne ("Família cristã"), afirmou há pouco que o cristianismo na França será em breve peça de "museu".
Nos últimos dois anos a cultura francesa foi marcada pela "sensação de fim do mundo". Intelectuais tanto de esquerda quanto de direita publicaram ensaios sobre o "suicídio da França", sua "decadência" e sua "infeliz identidade". São brilhantes e importantes capturas do estado atual da sociedade francesa. A França agora precisa ir além do luto. Precisa mostrar força, dar a volta por cima.
A França agora precisa dar a largada para vencer a guerra ideológica, a mais importante após as prisões e a apreensão das armas. Se a França não o fizer, 13 de novembro de 2015 será lembrado como o dia em que a França, conforme ressaltou o sociólogo Shmuel Trigano, "sacrificou as vítimas para não enfrentar os assassinos".
(*) Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano. Este artigo está publicado no site Gatestone
segunda-feira, novembro 20, 2017
EFEITO BOLSONARO FAZ CAIR A MÁSCARA DA GRANDE MÍDIA BRASILEIRA
A grande mídia brasileira já estava viciada naquele joguinho sórdido de petralhas vs. tucanos, controlado pelo Fernando Henrique Cardoso. Sim, ele é e sempre foi o chefão da estratégia dos comunistas. Há pouco foi chamado por uma universidade norte-americana para palestrar. Na verdade, para apenas para cair de pau em Bolsonaro. E isso é o bastante para comprovar que o establishment tupiniquim está, como nunca antes neste país, em frangalhos procurando de salvar da surra que está levando. Até agora não conseguiu um só nome palatável ao eleitorado brasileiro como candidato presidencial.
Prova desse desespero é que de vez em quando (não se sabe quem paga....) sai um turbilhão de pesquisas apontando Lula em primeiro lugar. Entretanto, nem o FHC acredita nessa empulhação. Velho de guerra, por isso já pediu penico para a banda podre da política norte-americana e também uma ajuda de seus comparsas do The Economist britânico e do bundalelê esquerdista Le Monde, da França. Mas isto é só o começo. Vêm mais coisas por aí de todos os veículos da mainstream media.
Portanto, é de se indagar: mas o Lula que sempre foi teleguiado por FHC, afinal, não está em primeiro lugar nas tais "pesquisas"? Isto não é suficiente? Não! Não é, porque não reflete a verdade. Se fosse a realidade dos fatos FHC estaria desfrutando o otium cum dignitate. Entretanto, está com o pé na estrada, no comando, em busca de algum milagre, procurando um tonel de água benta capaz de purgar a ação pecaminosa de praticamente toda a classe política brasileira.
Ao seu lado e sob o seu comando estão as vivandeiras comunistas dos grandes veículos de mídia, especializadas em "fake news". Esses jagunços do esquerdismo ainda pensam que escrevem e falam sozinhos para o grande público. Esquecem as redes sociais, blogs e sites independentes. Tanto é que tradicionais empresas jornalísticas como Rede Globo, Veja e IstoÉ, - para citar as mais notórias - repetem a cada final de semana matérias ridículas como essas que se refere e comenta em sua página do Facebook o presidenciável Jair Bolsonaro, conforme o vídeo acima.
A revista Veja, por exemplo, tem perdido um enorme contigente de assinantes e continua perdendo diariamente. Por isso resolveu assediar seus ex-assinantes, como no caso a minha irmã que vem sendo abordada de forma insistente pelos esbirros do Civita e seus sequazes. Minha irmã já cansou de receber inúmeros telefonemas do marketing da Veja. Disse a eles que não deseja renovar de jeito nenhuma a assinatura.
Para sua surpresa, a Veja está enviando a revista outra vez, embora minha irmã não tenha mais assinatura da revista. Já disse para eles que não quer mais. Nem de graça! Afinal, só os idiotas e/ou áulicos do FHC continuam lendo aquela porcaria. Nossa família estuda o que fará para se livrar para sempre da maldição dos Civita e seus sequazes.
O que acabo de escrever dá uma pálida ideia da deplorável situação em que os camaradas de FHC mergulharam o Brasil. Além da penúria e a paralisação da economia não dá mais nem para ler jornais e revistas ou ver televisão. Talvez seja por isso que os esquerdistas não falam mais em "controle social da mídia". Nenhum esquerdista vocifera Fora Temer! O Lula manda esconder o ônibus de sua caravana no pátio de Quartel da Polícia Militar de Minas Gerais...
A bem da verdade, se há algo que tem mobilizado e animado milhares de brasileiros nos últimos tempos é a pré-campanha de Jair Bolsonaro. Haja vista que mais de 2 mil pessoas carregaram o pré-candidato nos ombros no aeroporto de Belém do Pará na véspera do último feriadão. E não foi só lá. Há muito tempo isso vem acontecendo em todos os Estados em que o presidenciável tem aparecido.
Jair Bolsonaro é, sob todos os aspectos, um fenômeno político mas, por incrível que pareça isto não é pauta para o jornalismo brasileiro. Pelo contrário. Além de ignorar um fato eminentemente jornalístico, a grande mídia ainda produz "fake news" e usa os recursos do Photoshop e programas assemelhados para distorcer a fisionomia de Bolsonaro nas fotos que publica.
E para finalizar, um lembrete: Alô, Alô, Civita! Por favor! Pare de encher o saco com marketing de Veja. E antes que me esqueça, é bom Jair se acostumando.
domingo, novembro 19, 2017
A INTERNET SOB SEVERA AMEAÇA DOS CENSORES DAS 'NAÇÕES UNIDAS' DA TIRANIA
Como todos sabem durante o desgoverno do PT foi aprovado o denominado “Marco Regulatório” da internet que nada mais é senão que uma tentativa de colocar uma mordaça na grande rede impedindo a livre manifestação do pensamento, aliás consagrada na nossa Constituição.
A propósito o sempre excelente site Tradutores de Direita traduziu e postou um artigo que denuncia toda a trama globalista para impor a censura na internet. Em chamada para o texto no Facebook, os Tradutores de Direita anotaram: “Alegra-me muito dizer que este país estabeleceu uma lei-modelo, que é a lei do Marco Civil”, disse Frank La Rue, relator especial da ONU durante o seminário “Liberdade de expressão e o Poder Judiciário” organizado pela UNESCO em conjunto com o Supremo Tribunal Federal e o Conselho Nacional de Justiça no dia 8 de abril de 2014.
Quando será revogado o “Marx” Censor da Internet? Quem são os lacaios da ONU atuando na política brasileira?
Vale a pena ler e compartilhar este artigo amplamente pelas rede sociais! Leiam:
MANTENHAM A INTERNET LIVRE
DAS GARRAS DA ONU
Por John Tkacik, James Gattuso e Brett Schaefer [*]
Por décadas, a Internet tem progredido com um mínimo de interferência governamental. A governança central dessa mídia tem sido realizada por entidades não-governamentais e supervisionada pelo governo dos EUA, que tem exercido um leve toque regulatório. Não é coincidência que essa mídia tenha prosperado a partir desta negligência benigna, passando de uma curiosidade de pesquisa para uma importante força na economia mundial e um foro intestimável para o intercâmbio de informações.
A maioria das pessoas avalia esse sucesso como uma conveniência que facilita suas vidas e torna seu trabalho mais produtivo. No entanto, a Internet representa algo bem diferente para muitos governos estrangeiros. Alguns, incluindo membros da União Europeia, estão frustrados pela incapacidade de regulá-lo ou tributá-lo como desejam. Outros, como a China e o Irã, vêem a Internet como uma ameaça e estão desesperados para evitar que seus cidadãos encontrem ideias que possam prejudicar sua autoridade ou que se comuniquem com estrangeiros. Como resultado, os Estados Unidos se encontram sob crescentes críticas no sentido de que, como a Internet é um recurso internacional, nenhum país deveria controlá-lo.
A disputa atingirá seu ponto alto na Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (WSIS), na Tunísia, de 16 a 18 de novembro. Um grupo de nações lideradas por China, Brasil, Índia, Cuba e Irã deve exigir que a supervisão da Internet seja transferida de uma organização privada nos EUA para as Nações Unidas. A WSIS será um momento crucial para as perspectivas futuras da liberdade econômica e política. Caso a ONU adquira o controle da Internet, isso proporcionaria a governos intervencionistas a oportunidade de censurar e regular o meio até que sua utilidade como veículo de liberdade de expressão e competição internacional seja prejudicada.
A administração Bush deve ser aplaudida por sua forte oposição a esta proposta, e deve permanecer firme na Cúpula vindoura. O Congresso também se atentou para a questão, e os esforços que incentivam o Presidente a resistir à iniciativa de transferir a autoridade de governança da Internet dos Estados Unidos, como a Resolução 273 do Senado, proposta pelo Senador Norm Coleman (R-MN), “Expressando a percepção do Senado de que as Nações Unidas e outras organizações internacionais não podem exercer controle sobre a Internet,” merecem apoio.
COMO A INTERNET É GERIDA
A supervisão atual sobre a Internet é mínima. Operando sob um contrato com o Departamento de Comércio dos EUA, a Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN), sem fins lucrativos, regula e administra o Sistema de Nomes de Domínio (DNS), sob o qual os endereços de Protocolo de Internet e o registro de domínios de alto nível, como .org e .com, são atribuídos.
Ao tempo em que mantém o poder de veto sobre as decisões da ICANN, o governo dos EUA tem mantidopouquíssima interferência no gerenciamento da ICANN. De acordo com um especialista, “Desde que financiou o desenvolvimento da Internet na década de 1960, o governo dos EUA sempre manteve sua reivindicação de ter o direito de supervisioná-la [a Internet]. Apesar de ter a prerrogativa legal de fazê-lo, o governo dos EUA nunca interferiu nas operações e nas decisões da ICANN”.[1]
A ICANN tem sido chamada de “uma organização verdadeiramente global”, não representativa do interesse de governos nacionais.[2] Suas atividades de governança tem estado amplamente limitadas às tarefas técnicas de manter um sistema de endereçamento comum para a Internet e de garantir que as redes que compõem a Internet possam compartilhar tráfego. A Corporação tem sido imparcial no gerenciamento de suas responsabilidades e em permitir o registro de qualquer nome de domínio, independentemente do seu conteúdo político.
Contraste a abordagem atual com a definição muito mais ampla de “Governança da Internet” proposta pelo Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Governança da Internet. Em um relatório de junho, esse Grupo define a governança da Internet como “o desenvolvimento e a aplicação pelos governos, o setor privado e a sociedade civil, em seus respectivos papéis, de princípios compartilhados, normas, regras, procedimentos de decisão e programas que moldem a evolução da Internet”.[3]
Essa declaração implica uma missão muito mais expansiva para as autoridades de governança do que a que se tem exercido até o momento. Além disso, como os “princípios compartilhados” subjacentes a esta governança expandida devem ser determinados e quem os determinará? Perturbadoramente, muitas das nações que pressionam por esse novo tipo de governança da Internet constituem um conjunto de governos repressivos cujo principal objetivo é censurar a Internet para evitar que seus cidadãos acessem material considerado ameaçador para seus regimes. Além disso, eles procuram usar essa mídia para disseminar suas políticas repressivas. O Irã esteve na vanguarda desse esforço, e seus outros principais apoiadores incluem a Arábia Saudita, a China, Cuba e a Venezuela.
A FACHADA DA ONU
Em março de 2005, o embaixador da China na ONU criticou o “monopólio” dos Estados Unidos sobre o sistema atual, afirmando que “Nós acreditamos que a questão da política pública da Internet deve ser resolvida conjuntamente pelos Estados soberanos no âmbito ONU”.[4]
Se isso parece estranhamente familiar, deveria parecer. Nações ameaçadas pela liberdade têm por longo tempo usado a Organização das Nações Unidas como meio para avançar suas ambições de reprimir a liberdade de expressão. Nas décadas de 1970 e 1980, as nações comunistas e em desenvolvimento buscaram usar a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para estabelecer uma “nova ordem mundial de informação” (NWIO), a fim de solucionar um suposto viés pró-ocidental em organizações de notícias globais. A NWIO procurou licenciar jornalistas, criar um código internacional de ética da imprensa e aumentar o controle governamental sobre a mídia. Em última análise, o esforço para usar a UNESCO para restringir a liberdade de imprensa contribuiu para a decisão dos EUA de se retirar da organização — um fator chave para acabar com o esforço da NWIO. Na era da Internet, tornou-se mais difícil do que nunca reduzir o intercâmbio de idéias e informações, o que tornou os regimes repressivos mais desesperados para expandir seu controle pela Internet. Eles sabem que a melhor maneira de estabelecer esse controle é através da burocracia internacional.
Não é de se surpreender que a China e o Irã estejam entre os mais eloquentes defensores do desmantelamento do “monopólio” americano sobre a governança da Internet. A política da China relativa à Internet fornece um alarmante esboço da intenção do país.
Os serviços de segurança chineses e seus ministérios de comunicações têm feito esforços extraordinários para estender as suas políticas de mídia já existentes para a Web.[5] Para controlar o que as pessoas podem ver na Internet e filtrar sites politicamente pouco ortodoxos, a China construiu o que foi apelidado de “Grande Firewall”. A China também criou um exército de 30.000 “ciber-soldados” para “rastrear, patrulhar, monitorar e bloquear sites e e-mails considerados como uma ameaça para a sociedade”.[6] Novas regulações expedidas no mês de setembro passado determinam a sites de notícias que “informem notícias que sejam saudáveis e promovam o progresso econômico e social”.[7] Enquanto isso, os usuários de internet chineses que desejem criar blogs, sites ou participar de grupos de discussão online devem primeiro se registrar junto ao governo e fornecer seus nomes e endereços reais, tornando assim “mais fácil para o ciber-policial monitorar suas atividades na Internet”.[8]
Adicionalmente à sua equipe doméstica de censores, a China teria alegadamente empregado o auxílio de grandes empresas de tecnologia americanas, como Microsoft, Cisco, Google e Yahoo!, para fornecer assistência técnica na criação de uma infraestrutura de censura. Por exemplo, um serviço de portal da Microsoft na China impediria “os blogueiros de publicar palavras politicamente sensíveis em chinês”, incluindo “democracia” e “liberdade”, e barraria a menção à seita chinesa de ioga Falun Gong.[9] Ao restringir a liberdade de expressão e o discurso público no país, a versão chinesa da Internet “preocupa alguns quanto a ter estabelecido novos meios e ferramentas de censura que outros países possam adotar”.[10]
A China busca a capacidade de restringir o acesso a determinados sites, não apenas na China, mas em todo o mundo. Como um comentarista afirmou: “Suponha que um ativista da democracia queira registrar nomes de domínio como downwithchina.com. Se a China tivesse voz nos assuntos da ICANN, poderia pressionar no sentido de proibir tais nomes de domínio”.[11] Atualmente, a ICANN não exerce esse poder, mas será que um sistema dirigido pela ONU o faria? Mesmo que as restrições não sejam explícitas, elas podem ser impostas indiretamente ou de forma encoberta.
A POSIÇÃO DA EUROPA
A Comissária da União Europeia para a Internet e assuntos de mídia, Viviane Reding, recentemente fez o maior esforço para retirar a governança da Internet dos EUA, quando lançou a proposta de governança internacional da própria UE, que conquistou forte apoio da China e do Irã. Embora países como a França e a Alemanha estejam desconfortáveis com a sua incapacidade de policiar a internet — de modo a impedir a compra de parafernália nazista —, o seu interesse em erradicar a governança dos EUA não se baseia primordialmente na censura. Em vez disso, a Europa está mais interessada em esforços para regular e taxar as transações da Internet. Assim, Reding propôs “o estabelecimento de um mecanismo de arbitragem e resolução de litígios baseado no direito internacional”[12] — noutras palavras, uma burocracia internacional para assumir a governança da Internet sob a égide da ONU. De fato, isso ecoa o relatório de julho emitido pelo Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Governança da Internet (WGIG), que também recomendou um papel maior da ONU.
Muitas nações também expressaram o desejo de utilizar esse “recurso” para complementar as receitas do governo e financiar esforços internacionais, incluindo o financiamento para a ONU e a assistência para o desenvolvimento. Ultimamente, propostas de taxar a Internet têm sido apresentadas com crescente frequência na ONU, na Europa e nos EUA.[13]
Expandir o alcance regulatório dos governos dessa maneira conduz a uma série de problemas preocupantes. Os problemas não resolvidos incluem:
• Como seria implementada a regulamentação internacional sobre a Internet sem uma elaborada estrutura legal e institucional de estabelecimento de regras?
• De que modo a autoridade burocrática proposta seria contida e contrabalançada em face dos direitos dos usuários da Internet?
• Que jurisdição e normas legais regeriam a burocracia internacional?
• A autoridade poderia impor taxas e impostos e quem controlaria essas receitas?
• Que autoridade judicial serviria como foro para arbitrar ou fazer valer disputas?
Conforme observado por Constantin Gurdgiev, pesquisador do Instituto de Política da Universidade de Dublin e diretor do Open Republic Institute, “Atualmente, todas as ações da ICANN estão sujeitas a supervisão dentro de um dos mais avançados sistemas judiciais do mundo — o Estado da Califórnia. A proposta de Bruxelas substituirá a ICANN por uma burocracia multinacional inexplicável e incontrolável [com] poderes ilimitados para regular o comércio internacional e nacional, a pesquisa e a liberdade de expressão nas mãos da nova autoridade multinacional”.[14]
O resultado de uma internet controlada e regulamentada pela ONU seria o de que os países não democráticos que se opõem ao direito à liberdade de expressão, como a China, e os gananciosos impulsos anti-mercado, como os da União Europeia, teriam maior voz na condução da Internet para longe da “liberdade, educação e inovação”.[15] Se a Internet não pode ser uma zona livre de governo, ela deve ser governada de forma a minimizar restrições, ao invés de se impor padrões internacionais que restrinjam a liberdade da Internet.[16] Diante do que está em jogo, os Estados Unidos devem permanecer firmes e rejeitar os esforços para internacionalizar a governança da internet.
[*] John Tkacik, James Gattuso e Brett Schaefer. “Keep the Internet Free of the United Nations”. The Heritage Foundation, 2 de Novembro de 2005.
Tradução: Helena Benício
Revisão: Rodrigo Carmo
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