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quarta-feira, fevereiro 28, 2018

BOLSONARO EXULTA A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DA COREIA DO SUL EM VÍDEO GRAVADO NA FRONTEIRA COM A COREIA DO NORTE COMUNISTA


O pré-candidato presidencial deputado Jair Bolsonaro, deu continuidade nesta quarta-feira à sua viagem à Ásia que se iniciou pelo Japão (veja postagem e vídeo sobre a visita ao Japão) e já está na Coreia do Sul, onde gravou o vídeo acima na fronteira que separa a liberdade do inferno comunista da Coreia do Norte.

Jair Bolsonaro junto com seu filho deputado Carlos Bolsonaro já iniciaram diversos contatos na Coreia do Sul. Depois de visitar a fronteira, Bolsonaro e o grupo que o acompanha seguiram para participar de almoço oferecido pelo Comitê Parlamentar de Amizade Coreia do Sul-Brasil da Assembleia Nacional.

O roteiro desta quarta-feira incluiu também visitas ao Centro de Economia Criativa e Inovação da Coreia do Sul, o Samsung Innovation Museum.
Depois participaram de jantar oferecido pela Embaixada do Brasil na Coreia do Sul.

O próximo país a ser visitado por Jair Bolsonaro será Taiwan. Nas imagens abaixo divulgadas na página do Facebook de Carlos Bolsonaro, flagrantes dos quatro eventos da programação da comitiva na Coreia do Sul.
O presidenciável Jair Bolsonaro, por sua vez, comemorou em um banner postado na sua página do Facebook sua excelente performance eleitoral registrada na Pesquisa do Instituto Paraná em São Paulo onde está liderando a corrida presidencial.
NB.: Depois desta pesquisa em São Paulo aliada ao exitoso giro de Jair Bolsonaro pela Ásia, um fotógrafo anônimo registrou esta fotografia...rsrsrs...

Sponholz: Punguistas???

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terça-feira, fevereiro 27, 2018

BOLSONARO COMEÇA NO JAPÃO SEU GIRO PELA ÁSIA E É MUITO BEM REBIDO PELA COMUNIDADE DOS BRASILEIROS QUE VIVEM NAQUELE PAÍS

O pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro está no Japão onde tem feito contatos com a grande comunidade de brasileiros que vivem naquela país bem como com autoridades governamentais e empresários. O Japão foi o primeiro país de um giro que o presidenciável realiza na Ásia. Os próximos países a serem visitados por Bolsonaro serão Seul, Coreia do Sul e Taipei, Taiwan.

Nesta postagem ofereço aos leitores alguns detalhes da visita de Bolsonaro ao Japão, com destaque para o vídeo acima, produzido pelo site da revista Alternativa que é mídia de referência para todos os brasileiros que vivem no Japão. 

Transcrevo logo abaixo matéria do site dessa publicação contendo informações sobre os eventos e contatos com os brasileiros que vivem naquele país dentro da programação do périplo do presidenciável em território japonês.

Esta postagem está voltada principalmente para os leitores que por ventura não façam uso intensivo das redes sociais, como o Facebook e o Twitter, que são, a rigor, as plataformas que Jair Bolsonaro utiliza para se comunicar com os eleitores, haja vista que é boicotado pelos veículos da grande mídia que quando se referem ao pré-candidato é para desmerece-lo sem falar nas deletérias "fake news". Leiam:
DEPOIS DE HAMAMATSU, BOLSONARO
É RECEBIDO COMO ÍDOLO EM OIZUM
Depois do encontro com a comunidade brasileira de Hamamatsu (Shizuoka), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) seguiu para Oizumi (Gunma) na tarde de domingo (25).
No lugar que funcionou o primeiro shopping brasileiro no Japão, o atual Brazilan Plaza World Town, o pré-candidato participou de um bate-papo com mais de 300 brasileiros.
Bastante ovacionado, o deputado foi recebido sob os gritos de “mito, mito”. O público se espremeu para apertar a mão dele, conseguir uma selfie ou um autógrafo.
“Ele parece muito com uma pessoa da minha família, simples e verdadeira”, afirmou Camila Itokajo, 34 anos, de Koga (Ibaraki), uma das primeiras a chegar no local onde foi realizado o bate-papo promovido pela Promotion Brasil, juntamente com a UniExcellence Japan e Yorokonde Business Partner. “Tenho acompanhado os vídeos dele e tenho certeza que se for se candidatar, ele será eleito”, acrescentou ela.
No encontro, que durou uma hora, Bolsonaro respondeu algumas perguntas dos participantes, tais como sobre economia: “o Brasil possui todos os elementos da tabela periódica, inclusive alguns itens que só nós temos, mas que estão sendo vendidos de forma irresponsável”; segurança pública – “temos que mexer no código penal” e tempo de exposição na televisão: “não tenho obsessão pelo poder”.
No encontro, o deputado federal esteve acompanhado dos deputados federais Luiz Nishimori (PR-PR), Onyz Lorenzoni (DEM-RS) e pelos filhos dele, o também deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Os professores Abraham Bragança de Weintraub e Artur Bragança de Weintraub também integraram a comitiva, que viaja com recursos próprios.
Logo após o bate-papo, os parlamentares participaram de um jantar com alguns representantes da comunidade brasileira da região.
Nesta segunda-feira, 26, a agenda da comitiva será em Tóquio, com uma reunião na Keidanren (Federação das Indústrias do Japão) e no Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia (MEXT).
Também está previsto um encontro com o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Taro Aso, e o deputado Takeo Kawamura. Em seguida, eles seguem para a Coreia do Sul e depois Taiwan.
Veja mais sobre a visita do deputado federal Jair Bolsonaro ao Japão no Ponto Alternativa desta segunda-feira (26), e leia mais na edição 434 da revista Alternativa. Do site da revista Alternativa do Japão -->> visitem e confiram.

Sponholz: O pobretão...

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segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Sponholz: República Socialista do Brasil.

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Nota do Blog: Não deixa de ser incrível e surrealista. Depois de tudo que tem vindo à tona pela Operação Lava Jato, ou seja, a roubalheira e a corrupção, temos que entregar um bom quinhão dos nossos rendimentos para a Corte de Brasília. Quem recolhe mais esse tributo, proporcionalmente, são justamente os assalariados. 

Além disso tudo, os burocratas da Receita Federal ainda inventaram este ano mais exigências de dados na declaração. 

E lá vamos todos nós entregar parcela de nossos rendimentos para sustentar a República Socialista do Brasil.

Cáspite!

Todavia, a Dilma já tinha explicado tudo... E dizer que essa coisa foi Presidente do Brasil...

domingo, fevereiro 25, 2018

UMA ALIANÇA DE CENTRO-DIREITA: É POR AÍ QUE PODE SURGIR A GOVERNABILIDADE DIZ O ECONOMISTA PAULO GUEDES QUE DESENHA O PLANO ECONÔMICO DE JAIR BOLSONARO.


O economista Paulo Guedes 
A Folha de S. Paulo entrevistou o economista Paulo Guedes que deverá ser o Ministro da Fazenda de Jair Bolsonaro, caso o atual pré-candidato se torne Presidente da República. E, como não poderia deixar de ser, o tom da entrevista é aquele que já se conhece, o seja, quando o entrevistado não é comunista o entrevistador da Folha se comporta como se estivesse num ringue de luta livre.
É um troço surrealista. O Brasil totalmente arrasado pelos comunistas e a Folha de S. Paulo fazendo de tudo para que os comunistas continuem destruindo o Brasil.
Acrescente-se que não é apenas a Folha de S. Paulo. Redações da grande mídia sempre foram controladas pelos comunistas. Toda essa gente é psicopata de carteirinha mas se considera "intelectual". E os conheço muito bem. De intelectual essa gentalha não tem nada, muito pelo contrário. É em redações de jornais da grande mídia que tenho encontrado ao longo da minha carreira jornalística os tipos mais burros e ignorantes. Infelizmente a burrice não tem cura.
Seja como for, os fatos são óbvios para quem tem o mínimo de bom senso. Ainda mais para um expert, velho de guerra, forjado em altos estudos econômicos como Paulo Guedes.
Por tudo isso, vale a pena ler a entrevista. De toda essa papagaiada em torno da campanha presidencial o único candidato que tem propostas definidas e objetivas é sem qualquer dúvida Jair Bolsonaro. Incluindo agora aquelas relativas ao âmbito econômico.
E ao que tudo indica parece haver uma boa afinação entre Bolsonaro e Paulo Guedes. Oxalá tudo isso frutifique para impedir que a loucura esquerdista transforme o Brasil definitivamente num lixão igual a Venezuela.
Por tudo isso transcrevo a entrevista. Leiam:
Folha - Qual o eixo do programa econômico que o sr. está escrevendo para Bolsonaro?

Paulo Guedes - A Constituição de 88 previu a descentralização de recursos. Ela foi imperfeita, porque nós perdemos tempo no combate à inflação. A morte do Tancredo [Neves, em 1985] foi uma infelicidade. O Tancredo era um veterano de 1964, quando ele viu a democracia se perder pelo problema inflacionário. Quando ele vê a inflação subindo, entra dizendo: é proibido gastar, vou controlar os gastos públicos. Quando nós fomos para congelamento de preços, Cruzado, esse tipo de coisa, nós nos perdemos, nós fomos na direção da Venezuela, para a hiperinflação.
Como fazer na prática?
No programa do Afif [para presidente, que ele coordenou, em 1989], eu propunha privatizar tudo. Para zerar a dívida mobiliária, a dívida pública federal interna.
Vender patrimônio para pagar dívida é boa política?
É só fazer a conta: dois anos atrás foram R$ 500 bilhões e ano passado, R$ 380 bilhões de juro da dívida. Bota isso 25 anos. Dava para ter acabado com a miséria?
Mas privatizar tudo?
Privatizasse um pouco que fosse. Vá olhar hoje a despesa pública. Será que valia a pena? Ou pagar um superavit fiscalzinho, só para não deixar a dívida crescer muito? O país continua sendo um paraíso dos rentistas e inferno dos empreendedores. Os impostos subindo, os gastos públicos saindo de 18% do PIB quando os militares entraram para 45%, quando Lula e Dilma saíram, sendo 38% de impostos e 7% de deficit. É um governo totalmente disfuncional. O governo é muito grande, bebe muito combustível. Mas se você olhar para educação, saúde, ele é pequeno. Já que a democracia vai exigir a descentralização de recursos para Estados e municípios, o governo federal tem que economizar. Onde? Na dívida. Se privatizar tudo, você zera a dívida, tem muito recurso para saúde e educação. Ah, mas eu não quero privatizar tudo. Privatiza metade, então. Já baixa metade da dívida.
Tem clima para privatizar?
A pergunta é o contrário: tem clima para não privatizar? Onde começou o mensalão, Bradesco ou Correios? Onde se acusa o Eduardo Cunha? Caixa, loterias, fundos de pensão. Onde foi o petrolão? Petrobras. Você vê clima para continuar com as estatais?
Sempre há resistência.
Resistência de quem? O povo brasileiro é contra? Ou será que são vocês [imprensa]? Eu nunca escutei isso do povo. Eu escutei isso da Folha, de jornalistas tucanos, petistas...
As joias da coroa, Petrobras, Banco do Brasil, Caixa, tudo isso é privatizável?
Por que não pode vender o Correio? Por que não pode vender a Petrobras? E se o mundo for para um negócio de energia solar? E o shale gas [gás de xisto]? E se o petróleo, daqui a 30 anos, estiver valendo US$ 8 [o barril]? Você sentou em cima de um totem, ficou adorando o Deus do óleo. Por que uma empresa que assalta o povo brasileiro tem que continuar na mão do Estado?
O sr. fala de corrupção nas estatais, mas a Odebrecht, por exemplo, é privada.
Evidentemente, há piratas privados e criaturas do pântano político.
Então o sr. admite que corrupção não ocorre apenas no setor estatal?
Tira o oxigênio. Já viu alguém do Bradesco corromper alguém do Itaú? Alguém do "Jornal do Brasil" corromper alguém da Folha? O privado não corrompe o privado, quando corrompe é preso. Não digo privatizar a qualquer preço, estou falando de gestão de patrimônio público.
Bolsonaro tem histórico intervencionista, é ele o indicado para liderar essa agenda?
Tem algum problema a Dilma ter sido presidente porque foi guerrilheira? Teria algum problema um sujeito que foi capitão do Exército tentar ser presidente?
Ele se converteu ao liberalismo?
Tem que perguntar para ele. Ele me pediu um programa econômico. Esse grau de intervenção do Estado na economia dá um poder extraordinário. Por que as pessoas têm medo do Bolsonaro? Será que é porque a máquina de moer na mão dele deve doer?
O que é a máquina de moer?
O tamanho do Estado. O Leviatã.
Ele vai domar o Leviatã?
A pergunta é: vocês acham que está bom do jeito que está? Crescimento baixo, desemprego... Será que depois de 30 anos de social-democracia esse grau de intervenção do Estado na economia corrompeu, degenerou? Eu acho que sim. A Lava Jato é uma denúncia disso. É possível fazer uma aliança de centro-direita, onde em vez de aumentar imposto seja reduzido gasto público? Em vez de criar 150 estatais, como o PT, seja reduzir e privatizar de verdade? Em vez de combater a inflação só com juros na Lua, fazer a parte fiscal com juro baixo?
Previdência é a principal reforma hoje?
O governo fez o teto sem ter feito a casa. O teto cai. A reforma da Previdência é parte da reforma fiscal. A Previdência tem várias bombas. Uma é a demográfica, por isso tem que empurrar a idade para cima. Tem a da desigualdade, entre o sistema privado e o do funcionalismo. Tem uma terceira, que é a do financiamento. Você deixa 50 milhões sem carteira assinada para a outra metade poder ter emprego, porque cada emprego custa outro em encargos. O sistema liberal-democrata é o chileno. Não é repartição, é capitalização. Não é gestão pública, o governo garante o resultado, mas terceiriza a gestão, numa nova indústria. É capitalismo na veia. Em vez de o recurso ser dissipado, é acumulado.
Haveria uma transição?
Sim. Você tem que criar para a juventude, liberta pelo menos seu filho. O sujeito tem 18 anos, tem duas opções: carteirinha azul, com proteção da Justiça Trabalhista etc., entra na velha Previdência. Quer a porta da direita? Carteirinha verde-amarela. Não tem encargo trabalhista, zero. Se você quer a carteira verde-amarela, você aumenta a sua empregabilidade, porque você está recusando a Justiça Trabalhista. Tem outro problema, o sistema mistura assistência com Previdência. Às vezes o cara não contribuiu, precisa de uma renda mínima, não é Previdência.
Seria mantido o Bolsa Família?
Isso se chama voucher educação. Milton Friedman, 1960 em Chicago. E foi aplicado depois no Chile. O PT precisa pagar royalties.
O sr. ouviu críticas por sua aproximação com Bolsonaro?
É possível a ordem conversar com o progresso? O progresso não é Paulo Guedes, o progresso são as ideias liberais.
E a ordem é Bolsonaro?
A ordem é Bolsonaro. São os valores tradicionais e conservadores. Pode juntar trotskista com marxista, socialista, social-democrata e fazer governos de coalizão de esquerda? Pode. É possível uma aliança política entre o liberal econômico e conservador em costumes? É por aí que pode vir a governabilidade, uma aliança de centro-direita. É um novo eixo. É mais Brasil e menos Brasília. É não ter toma lá, dá cá, não ter 40 ministérios.
Dá para cair para quantos?
Eu sugeri 10. Bolsonaro gosta do número 15.
Como o sr. trataria a questão dos impostos?
Tem que simplificar e reduzir as alíquotas. Tem alíquota de 40%, mas o cara é isento. A de 37,5% e o isento. A Inconfidência Mineira ocorreu quando os impostos chegaram a 20%. Eu acho que nenhuma alíquota no Brasil podia ser mais de 20%. Em vez de ter o isento e o de 37%, vamos para o 20%? Paga todo mundo. Tem que reduzir drasticamente o número de impostos, são 54, quando você soma as contribuições. Tem que cair para 8, ou 10 no máximo. Agora, você não vai fazer isso num dia.
Quais?
Imposto de Renda, IVA, IPTU, poucas coisas. Mas temos que conversar ainda.
O estilo do Bolsonaro incomoda o sr.?
Ele tem os valores dele: Deus, pátria, família. "Ah, mas é a favor da tortura". Ele é realmente, torturou alguém?
Ele elogiou torturador [Brilhante Ustra].
O Ustra disse que não torturou ninguém. Quem está falando a verdade, quem não está? E um dos direitos do parlamentar é o de opinião.
Ele não se excede?
Todos nós, né? Você nunca se excedeu? O negócio de não merece ser estuprada [refere-se a frase dita contra a deputada Maria do Rosário] eu vi, a mulher estava defendendo um estuprador. E inverteu, de repente ele era o estuprador. Visivelmente foi um cara enfurecido, falando algo onde perdeu temporariamente a razão. Conheci muito políticos de maneiras civilizadas e crápulas de comportamento. E estou vendo uma pessoa que todos dizem que é bruta, mas que tem demonstrado muita retidão comigo.

sexta-feira, fevereiro 23, 2018

COMUNISTAS IMOBILIZAM AS FORÇAS ARMADAS

Não há sequer um fio de luz no fim do túnel. A Nação brasileira continua refém da bandidagem e o que parece é que as Forças Armadas, último bastião de salvação nacional, estão realmente imobilizadas. Esse é o preço que os brasileiros estão pagando depois que anuíram ao projeto comunista rotulado de "redemocratização". 

O ato final, que enterra o último resquício de esperança e que poderia ser a ação das Forças Armadas no Rio de Janeiro, não passa de uma manobra sórdida, traiçoeira e eleitoreira de forma a manter intacto o poder total e irrestrito dos comunistas dissimulados numa miríade de partidos políticos sob o comando do MDB, PSDB e PT.

E não deixa de ser impressionante o fato de que os comandantes militares anuíram a essa estratégia que abre o caminho para venezuelização do Brasil ao fazerem de conta que agem no Rio de Janeiro. Sim, porque sem os "mandados coletivos de busca" os homens da Forças Armadas estão na verdade manietados.

Enquanto isso a grande mídia e seu jornalismo engagé continua tergiversando, ouvindo a opinião os tarados esquerdistas das universidades, fazendo o jogo dos comunistas na maior cara dura.

Um dos poucos jornalistas da mainstream media brasileira que ainda diz tudo sem meias palavras é J.R. Guzzo, que sozinho segura as pontas no site da revista Veja, que sempre foi um viveiro de comunistas e recentemente, à guisa de reformulação editorial, transformou-se em mais um panfleto da diversidade bundalelê. Leiam após verem este vídeo:



TUDO PELO CRIME:
O EXÉRCITO ESTÁ PROIBIDO DE 
COMBATER OS CRIMINOSOS
 NO RIO DE JANEIRO
Por J.R. Guzzo
Está tudo perfeitamente correto com a intervenção do Exército no Rio de Janeiro, mesmo porque não há nada que os militares possam fazer a respeito ─ receberam ordens legais, aprovadas por vasta maioria de votos no Congresso, para patrulhar as ruas da cidade, e não poderiam recusar-se a cumpri-las. Mas está tudo errado com a desordem criada na segurança jurídica no Brasil pela ação conjunta de governo, deputados e senadores, juízes e procuradores, ministros dos tribunais superiores e quem mais tem alguma coisa a ver com a aplicação da lei neste país. Esta desordem, como é bem sabido por todos, é hoje o grande incentivo ao crime: transformou o direito de defesa num Código Nacional da Impunidade. Essa situação fornece tantos privilégios aos criminosos, e coloca obstáculos tão grandes à sua punição, que acabou por dissolver a autoridade pública, as leis penais e o sistema Judiciário, hoje humilhados diariamente pelo crime e impotentes para proteger os direitos do cidadão que os bandidos violam como bem entendem. Criou-se um estado de quase anarquia. Aí não há Exército que pode resolver ─ nem o brasileiro e nem o dos Estados Unidos, com o seu efetivo de 1,3 milhão de homens, o seu orçamento de 600 bilhões de dólares por ano e o seu arsenal inteirinho de bombas atômicas.
O Exército brasileiro não pode resolver o problema porque tem de respeitar as leis ─ e as leis criadas há anos pelos donos do poder impedem que a força armada cumpra a missão que recebeu. O resumo da história é o seguinte, para quem não quer passar o resto da vida discutindo o assunto: a tropa enviada ao Rio de Janeiro está legalmente proibida de combater o inimigo contra quem foi despachada. Muito simplesmente, não há no momento para o Exército enviado à frente de combate as “regras de engajamento”. Como uma força militar pode trabalhar desse jeito? Qualquer exército decente do mundo tem suas regras de engajamento ─ até uma tropa ONU em missão de paz. Do contrário, é um ajuntamento de homens com armas na mão. Essas regras são o conjunto de instruções precisas sobre o que os soldados e oficiais devem ou não devem fazer quando entram em ação. Uma das principais é atirar no inimigo. Não se trata de sair dando tiro por aí, mas também não é uma opção em aberto. Um sujeito que porta um fuzil automático no meio da Avenida Brasil para assaltar um caminhão de carga, por exemplo, ou desfila armado pelas favelas, é um inimigo ─ e, portanto, um alvo. Ou não é? Aqui, pela regra, não é. Pelas nossas leis, não há inimigo. Conclusão: o Exército está no meio de uma guerra no Rio, mas nossas leis e tribunais dizem que a tropa do outro lado encontra-se sob a sua benção.
Nossos soldados, assim, se veem na extraordinária situação de não poder atirar no agressor ─ não têm, para tanto, a autorização da lei, nem sua proteção. É como se numa guerra o soldado que matasse o inimigo armado fosse depois levado ao tribunal de júri e processado por homicídio. Quer dizer: o Exército foi chamado para combater o crime, mas está impedido de combater os criminosos. Não tem “poder de polícia” ─ na verdade, tem menos liberdade que a PM do Rio. Não pode prender sem mandato judicial. Não pode revistar um prédio sem licença do juiz. Serve para ficar na rua, aparecer em fotos e fazer os bandidos tirarem umas férias, até a hora de ir embora e entregar o território de novo para eles. Enquanto isso, soldados e oficiais têm de rezar para não precisarem atirar em legitima defesa; vão dizer, aí, que o Exército matou “um civil”. É uma espécie de falência mental coletiva. Para a mídia, os ministros do Supremo, os pensadores políticos e por aí afora, não há assaltantes nos morros do Rio de Janeiro; há civis. É o triunfo do crime, para a tranquilidade dos defensores da nossa democracia. Do site da revista Veja

Sponholz: E a pilhagem do erário prossegue...


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quinta-feira, fevereiro 22, 2018

O ESTABLISHMENT ENTRE DEUS E O DIABO. INTERVENÇÃO NO RIO DE JANEIRO PODE DEFINIR FUTURO POLÍTICO E INSTITUCIONAL DO BRASIL.


A boa performance política da família do pré-candidato Jair Bolsonaro tem a sua razão de ser. Se deve à infatigável dedicação em denunciar, sobretudo, a questão da insegurança que já transformou a vida dos brasileiros num verdadeiro inferno. Principalmente nas grandes cidades, embora esse clima de insegurança total já tenha se espraiado por todo o território nacional. 

Ilustram esta postagem dois vídeos postados na página do Facebook do deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidenciável. O primeiro destaca discurso proferido na Alerj pelo deputado Flávio Bolsonaro, quando elenca algumas prerrogativas obrigatórias das Forças Armadas no processo de intervenção no Rio de Janeiro e, sobretudo, no combate aos criminosos que praticamente já sitiaram o Rio de Janeiro.

No outro vídeo um flagrante mostra os bandoleiros portando armadas pesadas à luz do dia espalhando o terror e ameaçando o povo desarmado e completamente à mercê dos criminosos ao que parece num bairro carioca.

Enquanto isso, a grande mídia continua tergiversando quando não estimula o banditismo ao invocar os "direitos humanos" em favor desses monstros. O mesmo comportamento se constata nas bancadas esquerdistas em nível federal e também nas Assembléias Legislativas dos Estados numa dobradinha com os repórteres que cobrem o Congresso e Legislativos estaduais.

Em síntese é isto que está acontecendo. O único ponto fora da curva é a família Bolsonaro que, aliás, há anos vem denunciando todas as manobras da bandalha comunista que é a responsável por todo esse inferno em que foi transformado o Brasil.

Qualquer análise política que descure esta realidade é o exemplo concreto de "fake news" cujo conceito é mais elástico do que simplesmente "notícias falsas". 

Manifestações contra o uso da força bélica e do denominado "mandado coletivo" por parte das Forças Armadas na sua missão interventora no Rio de Janeiro, é pura "fake news" apoiadas por ditos "juristas", mas que não passam de chicaneiros ordinários de porta de cadeia.

Não é à toa, portanto, a performance do pré-candidato Jair Bolsonaro e de seus filhos que há anos vêm insistindo sobre a questão da segurança pública.

De tudo que está acontecendo no Brasil tem-se uma certeza absoluta: o mal não poderá triunfar, a menos que a exemplo da Venezuela as Forças Armadas brasileiras tenham se rendido aos ditames do establishment que está acuado e a um passo de fazer um acordo com satanás.

Sponholz: Free Boys...

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quarta-feira, fevereiro 21, 2018

JORNALISMO DE VERDADE: UMA CACETADA NAS MENTIRAS E CONTRADIÇÕES DO ESQUERDISMO VAGABUNDO E DELIRANTE.


A já famosa Embaixada da Resistência em sua página do Facebook e plataforma no Youtube fez mais uma dessas traduções com legendas de um vídeo muito especial. Trata-se de um comentário do famoso jornalista norte-americano Tucker Carlson, da Fox News, analisando quem é na verdade autoritário: Donald Trump ou seus oponentes esquerdistas do Partido Democrata?

Falta-nos um Tucker Carlson e uma Fox News aqui no Brasil, onde a grande mídia, sobretudo a televisão, transformou-se em correia de transmissão ideológica do esquerdismo delirante e sua agenda bundalelê.

Não deixem de ver este vídeo. É curto. Se maiores delongas Tucker Carlson detona os especialistas em fake news da mainstream media, sobretudo veículos como CNN e jornais com The New York Times e Washington Post.

E nem foi preciso chamá-los de feios, sujos e malvados. Bastou apenas explorar a contradição do discurso esquerdista.

Os Estados Unidos são o que são, a maior economia do mundo, maior produtor de tecnologia e inovação e, verdade seja dita, são bons em todas as áreas que vão desde o show business até foguetes interplanetários. E não tem mais para ninguém. Sorry, periferia.

Toda essa força e poder emana apenas numa coisa: a dominante rejeição ao esquerdismo e suas teses idiotas e deploráveis. Sim, deploráveis sob todos os aspectos. Perguntem aos cubanos e venezuelanos se eles estão satisfeitos.

NÃO ACABA MAIS NA QUARTA-FEIRA


Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
O carnaval está se tornando cada vez mais longo. Começa muito antes do sábado e não acaba na Quarta de Cinzas. Às favas as tradições religiosas da Quaresma. Isso em um país que é tido como de maioria católica. Aliás, tradições, essas memórias do tempo, irão se esvaindo até se tornarem invisíveis para novas gerações.
Nas produções elaboradas e rutilantes das escolas de samba, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, todo ano pobres se vingam transformando-se em reis e rainhas. Mulheres se despem para satisfação de nativos e estrangeiros. A proximidade, nos carros alegóricos, com personalidades populares leva ao nirvana misturado com samba.
Durante horas desfilam escolas competindo entre si para alcançar o primeiro lugar, porque viver é competir. Nas arquibancadas o público não sente sono, fome ou cansaço durante toda a noite até a manhã do dia seguinte. Algo inimaginável caso fosse obrigatório como trabalhar. Aí cansava demais porque ninguém é de ferro. Nos camarotes, ricos e famosos se entretêm comendo, bebendo, fofocando. O desfile é de menos porque sabem que aqueles reis e rainhas são de mentirinha.
Neste ano chamou atenção no sambódromo críticas políticas e sociais. A campeã Beija-Flor trouxe para a avenida encenações da violência e da corrupção. Esta era expressa pela ratazana simbolizando o petrolão do PT. Homens vestidos com ternos pretos e guardanapos nas cabeças representavam o ex-governador atualmente preso, Sérgio Cabral, e seu pessoal na famosa estada em Paris.
A Beija-Flor foi muito aplaudida pelo público que pagou caro para assistir aos desfiles. Apenas ficou esquecida a corrupção do presidente de honra da escola, o bicheiro Anísio Abrahão David, e o fato dos cariocas terem eleito Sérgio Cabral duas vezes, além do seu sucessor, Pezão. Sem falar que o PT era ou ainda é forte no Rio de Janeiro. Se Lula se safar no Supremo, certamente muitos cariocas votarão nele novamente.
A vice-campeã, Paraíso do Tuiuti, mostrou ser uma escola caprichosamente aparelhada pelo PT e seus agregados, como o PSOL. Agradou as arquibancadas com críticas ao presidente Temer vestido de vampiro, carteiras de trabalho estragadas pela reforma trabalhista e os “manifestoches”, vestidos com camisas verde-amarelas e manipulados pela Fiesp, símbolo do capitalismo.
Paradoxalmente, “manifestoches” foram os milhões de brasileiros que bateram panela e, espontaneamente, foram às ruas em todo país para pedir a saída de Dilma Rousseff, de Lula e do PT. Os carnavalescos da Tuiuti não apresentaram os chamados “pães com mortadela”, que recebem um lanche e alguns trocados para irem em ônibus fretados pela CUT às manifestações de interesse do PT, sem saberem aonde e porquê vão.
Nenhuma escola mostrou o Tríplex, o Sítio de Atibaia e outras maracutaias de Lula, ficando assim um misto de incoerência e cinismo da parte dos carnavalescos. No fundo foi a revolta, não política, mas da falta de verba pública, apesar de que não devem ter faltado verbas de variadas fontes.
Quanto ao carnaval de rua, que se expressa através dos blocos, levou milhões para a folia. São Paulo deixou de ser o “túmulo do samba” e fervilhou de gente que pulou freneticamente sem parar por dias seguidos, braços para o ar numa espécie de transe coletivo. Tanto lá quanto no Rio, sobrou um rastro de imundície e fedor de urina, qual souvenir de nossa marca cultural.
Observando bem, o aumento dos blocos indica que o povo tomou gosto de ir às ruas. Ao mesmo tempo, aconteceu um tipo de compensação prazerosa: substitui-se momentaneamente a realidade virtual das redes sociais, onde não há contato físico, pelo realismo material do outro, mesmo que fosse para ser tocado, roubado, apalpado, beijado, etc. e tal. E assim caminha a irracionalidade das criaturas que se julgam racionais.
(*) Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga, professora, escritora.

Sponholz: Já vai tarde...

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terça-feira, fevereiro 20, 2018

POR QUE JAIR BOLSONARO TEM RAZÃO?


O pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro explica nesta entrevista no vídeo acima seu voto em favor do decreto da intervenção no Rio de Janeiro. E somente aqueles que pretendem continuar se locupletando, mamando de uma forma ou de outra nas tetas estatais é que discordam de Bolsonaro.

A verdade é que só e apenas com uma iniciativa militar como a ocorrida em 1964 seria capaz de por fim a esse estado de descalabro em que se encontra o Brasil e cujos principais responsáveis conforme expliquei aqui são três ajuntamentos políticos: o MDB, PSDB e PT. 

E a prova do que estou afirmando é que nenhuma dessas siglas consegue colocar de pé um nome viável eleitoralmente como candidato presidencial. E isso dá a exata medida do silencioso repúdio do povo brasileiro a qualquer nome oriundo desses três ajuntamentos políticos.
Tanto é que essa gentalha do MDB, PSDB e PT não pode mais aparecer em lugares públicos e muito menos viajar de avião e transitar em saguão de aeroporto.

E, por causa desses trastes, o Brasil está no fundo do poço e a um passo de se transformar em uma nova Venezuela. Afinal, todas as iniciativas do Governo indicam isso. A começar por uma intervenção militar no Rio de Janeiro sem que os militares possam levar a cabo sua missão, ou seja, detonar a bandidagem.

E nesse funesto mister os coveiros do Brasil contam com o apoio irrestrito dos cafajestes das redações da grande mídia e que a todo momento convocam ativistas de ONGs de direitos humanos e comunistas das áreas de ciências humanas das universidades para reforçar o discurso no qual os direitos humanos são invocados em favor de bandidos.

Estranho, muito estranho é ver as Forças Armadas obedecendo um Ministro da Defesa comunista e admitindo tudo isso.

EM CIMA DO LANCE: Logo após ter escrito o artigo acima o site O Antagonista publicou esta nota:

Exército perde mandados coletivos de busca
O governo desistiu dos mandados coletivos de busca – como aquele que permitiu prender Elias Maluco.
Lauro Jardim disse que, na reunião de hoje no Rio de Janeiro, os ministros Torquato Jardim, Grace Mendonça e Sérgio Etchegoyen concluíram “que não é possível bancar juridicamente” a medida.

domingo, fevereiro 18, 2018

QUEM DIRIA, HEIN? FOI SÓ O PARAGUAI LIVRAR-SE DOS COMUNISTAS E A ECONOMIA COMEÇOU A BOMBAR, ENQUANTO O BRASIL PATINA NA LAMA VERMELHA.


Durante muito tempo o Paraguai foi motivo de chacota até o momento em que decidiu livrar-se da canalha comunista que, com o apoio dos comunistas brasileiros - leia-se PT, PSDB e MDB e toda a grande mídia - havia levado ao poder naquele país o Bispo Fernando Lugo, uma versão de Lula de batina.

Com Lugo na Presidência o Paraguai estava pronto para se transformar numa nova Venezuela, aliás bafejado à época pelo tiranete Hugo Chávez e com o apoio dos comunista brasileiros.

Políticos e empresários resolveram dar um basta ao estado de calamidade e terrorismo no país e a Assembléia Nacional destituiu o bispo vermelho Fernando Lugo que foi simplesmente detonado pelo escore de 39 a 4. Isto aconteceu em 22 de  julho de 2012.

Toda a imprensa brasileira, como não poderia deixar de ser, gritou unâmime: "é golpe". A partir daí o Paraguai deixou de ser notícia na grande mídia brasileira embora esteja aí ao nosso lado e continue parceiro da nossa Itaipu. Além disso está crescendo economicamente.

Não se sabe no entanto como está o estado geral dessa mega usina construída sim pelo governo militar de 1964, já que o Brasil está sucateado como nunca antes na história desse país, desde que a canalha comunista retornou ao poder. Repito: sob o comando do MDB, PT, PSDB.

Agora à tarde, zapeando pelo Facebook encontrei o vídeo acima, postado pelo pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro. Trata-se de um vídeo de promoção comercial da empresa Paraguay Invest Developmentque aliás tem um belo site.

Bolsonaro indaga em sua postagem: “Por que o Paraguai cresce, em média, 7% ao ano”? , e explica: "seus ministros são todos técnicos, sem indicações políticas; energia barata (Itaipu); sem burocracia, desregulamentação; impostos mais baixos".

Embora seja um vídeo promocional de uma empresa dá para ter uma ideia das mudanças ocorridas no Paraguai 6 anos depois desse país ter se livrado da praga comunista. A própria existência dessa empresa voltada a turbinar negócios empresariais já é por si só um exemplo concreto da performance paraguaia. Quem sabe não seria uma boa pauta para os programas da Rede Globo?, ao invés de (argh!) matérias sobre a "diversidade bundalelê"?

E, para concluir: seria possível na atual conjuntura política, econômica e social do Brasil uma empresa desse viés concitar empresários a investir no Brasil?

Sponholz: Narizinho sensível...

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sábado, fevereiro 17, 2018

A INTERVENÇÃO DESARMADA E A CRIAÇÃO DE MAIS UMA BOQUINHA. VEM AÍ O "MINISTÉRIO DA (IN) SEGURANÇA".

Enquanto a mídia anuncia neste sábado que Michel Temer vai criar o 'Ministério da Segurança', coisa que não passa de mais uma 'boquinha' que funcionará como moeda de troca no balcão de negócios em que o MDB, PT e PSDB transformaram o ato de governar.

O essencial permanece intocável. As Forças Armadas e as polícias continuam manietadas pela lei do desarmamento da polícia que concede o armamento para os bandidos. Por tudo isso a propalada intervenção no Rio de Janeiro, como as demais incursões das FFAA na ex-cidade maravilhosa, tem tudo para não resolver nada. 

De tudo que tem sido dito pela grande mídia - useira e vezeira em produzir fake news e adaptar a narrativa dos fatos aos interesses do establishment - um artigo do jornalista J. R. Guzzo (José Roberto Guzzo) é um ponto fora da curva. Ainda mais quando está estampado no site da revista Veja justamente a principal ponta de lança dos escusos interesses do dito establishment e que exala os últimos suspiros, enquanto mendiga assinaturas para não fechar as portas. O que aliás está acontecendo com todos os ex-grandes veículos de mídia aqui no Brasil e em todos os países do mundo.

Seja como for, o fato é que o artigo de J.R. Guzzo é uma exceção e diz tudo. Faz um inventário sucinto dessa destrambelhada dita "intervenção" no Rio de Janeiro. Transcrevo:

EMPULHAÇÃO
Por J. R. Guzzo
As Forças Armadas, com o Exército à frente, são a organização mais respeitada do Brasil. Dão de 10 a 0 no Supremo Tribunal Federal, no Ministério Público, nos juízes que ganham o “auxílio-moradia”, na mídia e no Congresso Nacional. Ganham de longe de qualquer organização civil ─ sindicatos, empresas estatais ou privadas, confederações disso ou daquilo, clubes de futebol, OABs e similares. É melhor nem falar, então, da Igreja Católica e das CNBBs da vida ─ e muito menos desses lúgubres “movimentos sociais”, entidades de “minorias” e outros parasitas que vivem às custas do Tesouro Nacional. Enfim, as Forças Armadas têm mais prestigio que qualquer outra coisa organizada que exista neste país. Militar não rouba. Militar não falta ao serviço. Militar não é nomeado por político. É exatamente por essas razões ─ por ter nome limpo na praça, e valer mais aos olhos do público do que todos os três poderes juntos ─ que o Exército foi chamado para defender um Rio de Janeiro invadido, tomado e governado na prática por um exército de ocupação de criminosos. Mas é só por isso, e por nada mais: o governo chamou os militares, porque esta é a única maneira de tentar mostrar à população que está “fazendo alguma coisa” contra a derrota humilhante que lhe foi imposta pelos bandidos. O Exército não pode derrotar o crime no Rio de Janeiro. Nenhum exército foi feito para isso, em nenhum lugar do mundo. Pode haver algum alívio durante um certo tempo, mas depois a tropa tem de sair ─ e aí o crime volta a mandar, porque é o crime, e não o governo e sua polícia, quem manda no Rio de Janeiro.

O governo Michel Temer, no caso, é culpado por empulhação ─ mas só por empulhação. Pela situação do crime no Brasil, com seus 60.000 assassinatos por ano, recordes de roubos, estupros e violência em massa, e a entrega da segunda maior cidade do país à bandidagem, as responsabilidades vão muito além. A culpa pelo desastre, na verdade, é conjunta ─ o que não quer dizer, de jeito nenhum, que ela é dos cidadãos. Ela é de todos os que têm algum meio concreto de influir na questão e não fazem o seu dever. Como é possível enfrentar a sério o crime se temos leis, um sistema Judiciário e agentes do Estado que protegem ativamente os criminosos? Afinal, do jeito em que está a ordem pública no Brasil, eles têm praticamente o direito de cometer crimes.

A maior parte da mídia mantém uma postura de hostilidade aberta à polícia ─ nada parece excitar tanto o fervor do noticiário do que as denúncias contra a “violência policial”. Obedece, ao mesmo tempo, a mandamentos de simpatia e compreensão perante os criminosos, sempre tratados apenas como “suspeitos”, vítimas da situação “social” e portadores prioritários de direitos. A maior parte dos 800.000 advogados do país é contra qualquer alteração que torne menos escandalosa a proteção e garantias fornecidas ao crime pelas leis atualmente em vigor. Policiais são assassinados em meio à mais completa indiferença ─ policial bom é policial morto, parecem pensar governo, oposição e quem está no meio dos dois. Os bispos, as ONGs, as entidades de defesa dos direitos humanos, as variadas “anistias” internacionais que andam por aí, as classes intelectuais, procuradores, juízes, políticos e mais uma manada de gente boa são terminantemente contra a repressão ao crime. Punição, segundo eles, “não resolve”. Sua proposta é esperarmos até o Brasil atingir o nível educacional, cultural e social da Noruega ─ aí sim, o problema estará resolvido.

A jornalista Dora Kramer, na sua coluna da última edição de VEJA, escreveu o que está para ser dito há muito tempo e ninguém diz: a cidade do Rio de Janeiro vive, hoje em dia, como se estivesse ocupada por uma tropa de invasão nazista. Nem mais nem menos. Um invasor do país tem de ser combatido com guerra, e não com decretos, criação de “ministérios de segurança” e a intervenção de um Exército que é mandado à frente de combate com as mãos amarradas. Não tem estratégia clara. Não tem missão definida. Não tem a proteção da lei. Não tem o direito de usar suas armas dentro da finalidade para a qual elas foram projetadas e construídas. Não tem meios adequados sequer para proteger os seus próprios soldados ─ muito menos, então, para atacar o inimigo. Enquanto for assim, o Rio continuará entregue aos invasores. (Do site da revista Veja)

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

VÍDEO: O SHOW RURAL COM JAIR BOLSONARO REVELA O PENSAMENTO SOCIAL, ECONÔMICO E POLÍTICO DO PRÉ-CANDIDATO PRESIDENCIAL. VALE A PENA CONFERIR.


Pouco antes do carnaval o pré-candidato presidencial Jair Messias Bolsonaro esteve no Paraná e no Mato Grosso do Sul, quando realizou contatos sobretudo com o o setor empresarial do agronegócio, ou seja, esse segmento que põe comida na mesa dos brasileiros e o excedente exporta. No jargão do setor exportador esse volume imenso, sobretudo de grãos e carnes, constituem as commodities que, a rigor, sustentam economicamente o Brasil.

Além do contato com esse importante segmento produtivo, o pré-candidato presidencial Jair Bolsonaro, também contatou com o eleitorado do campo sendo que os diversos vídeos dessa visita estão na página oficial de Jair Messias Bolsonaro no Facebook. Não faltaram as recepções ruidosas de eleitores de Bolsonaro nos Aeroportos de Cascavel e também de Dourados, no Mato Grosso do Sul.

No vídeo acima está a entrevista completa concedida à Rádio CBN Cascavel, Paraná, no Programa Show Rural, comandado pelo radialista Valdomiro Cantini. Recomendo que assistam para saber qual o pensamento de Bolsonaro em relação as diversos temas que integram a pauta dessa pré-campanha. A entrevista está na íntegra e foi transmitida ao vivo na ocasião pelo Facebook. Todavia muito leitores do blog, suponho, não usam o Facebook e por isso esta postagem é também relevante. Repito: vale a pena ver e ouvir.

Sponholz: Surrealismo tropical.

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quinta-feira, fevereiro 15, 2018

SUPER-EXTRA! ADVOGADO MODESTO CARVALHOSA DIVULGA ARTIGO ESPECIAL DENUNCIANDO "A FARSA DA NOVA URNA ELETRÔNICA".

O advogado Modesto Carvalhosa acaba de postar em sua página do Facebook um artigo extenso porém denso em informações sobre rumoroso caso das 'urnas eletrônicas' e a questão da confiabilidade e possibilidade de auditoria face a eventuais dúvidas e suspeitas de fraude. A lisura do pleito de outubro deste ano de 2018, portanto, está em jogo caso o TSE permaneça tergiversando e com a PGR tentando derrubar a Lei do Voto Impresso aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. 
Transcrevo na íntegra o artigo publicado pelo advogado Modesto Carvalhosa, de forma especial para aqueles leitores que por ventura não utilizam o Facebook. Leiam:

O texto a seguir foi feito por muitas mãos. É grande, mas explica, de modo ordenado e histórico, o que está verdadeiramente acontecendo. Pedimos que COMPARTILHEM. Precisamos que a OPINIÃO PÚBLICA saiba o que está acontecendo. Marque seus amigos, seus conhecidos. Marque a imprensa e quem interessa. Contamos com TODOS vocês. É a nossa chance.
RAQUEL DODGE, GILMAR MENDES E A 
FARSA DA 'NOVA URNA ELETRÔNICA'
A ação de inconstitucionalidade movida pela procuradoria-geral da república CONTRA a lei do VOTO IMPRESSO, protocolada no STF às vésperas da transmissão da presidência de Gilmar Mendes ao ministro Luiz Fux, dia 05 de fevereiro, sem dúvida tem relação com algo extremamente GRAVE.
Na ação, a Dra. Raquel Dodge requer em caráter liminar a suspensão das atividades do TSE relativas à IMPLEMENTAÇÃO da lei, sendo o próprio ministro Gilmar Mendes o relator da matéria na suprema corte.
Na ânsia de boicotar a todo custo a impressão do voto, aprovada DUAS VEZES por AMPLA MAIORIA do congresso em 2015, refletindo a vontade da população brasileira, conforme já apontado em diversas pesquisas de opinião pública, Gilmar, como presidente do TSE, endossou uma farsa insustentável, que tinha por objetivo ser usada como justificativa para a NÃO IMPLEMENTAÇÃO do voto impresso.
A estória contada pelo TSE é de que seria necessário adquirir um novo modelo de urna eletrônica para o atendimento da legislação no que tange à impressão do voto. De forma absolutamente irresponsável, a primeira providência da secretaria de tecnologia da informação foi OCULTAR o fato de que as urnas existentes sob a guarda do TSE, cerca de 550 mil, SÃO APTAS para a impressão do voto, bastando para isso o simples acoplamento de impressoras, a um custo significativamente mais baixo que o de se adquirir urnas novas, que IGUALMENTE iriam precisar de impressoras.
Em seguida a ocultação da verdade, contrataram, sem licitação, um instituto de pesquisa privado a um custo de SETE MILHÕES de reais para desenvolver o projeto da nova urna eletrônica, desnecessariamente, DESPREZANDO as 550 mil existentes que poderiam acoplar impressoras.
Protelando de toda a forma a implementação da legislação, o TSE lançou em 2017 o prospecto da "nova urna eletrônica", tendo ocorrido inclusive uma cerimônia de lançamento na qual diversos ministros evidenciaram a "beleza e o design" do equipamento. Não houve nenhum comentário relativo ao CUSTO EXTRA de aquisição comparado ao custo das impressoras, o que era o verdadeiramente necessário.
Este prospecto é realmente uma das pérolas da farsa engendrada pelo TSE. Tal documento é uma demonstração cabal da má fé e da conduta inadequada e nitidamente MALICIOSA de alguns servidores do tribunal, que agiram sob o endosso de seu presidente.
O prospecto se configura, portanto, uma coleção de PROVAS.
A proposta de substituir 35 mil urnas a cada dois anos é simplesmente inacreditável. Parece uma forma encontrada para ludibriar quem não entende do assunto.
É preciso notar que de acordo com esta proposta, o TSE JAMAIS viria a implementar a lei. A matemática não mente:
Se a necessidade de reposição anual é de dez por cento, conforme informações do próprio TSE, cerca de 55 mil urnas por ano, a pergunta é: de que tipo seriam as outras 35 mil urnas adquiridas por ano para atender a necessidade de reposição? Iriam ser desprovidas de impressoras?
É surreal a desfaçatez dos irresponsáveis que fizeram este documento vir a público dessa maneira. Não se deram sequer ao cuidado de fazer as contas, pois se o objetivo era realmente implementar aos poucos, a medida da necessidade de reposição, o número correto seria de 55 mil urnas por ano, e não 17.500 em média. Uma vergonha que a máquina pública seja utilizada dessa forma na tentativa de se obstruir a aplicação da lei.
Até o final de novembro, a farsa ia caminhando bem, atingindo seu objetivo.
O que o TSE não contava, porém, foi com uma denúncia feita em audiência pública na Câmara dos Deputados, no dia 30/11/17, na qual foi apresentado um comunicado do próprio TSE, datado de 2009 e assinado pelo Ministro Carlos Ayres Britto, atestando que as urnas eletrônicas adquiridas daquela data em diante se prestavam TODAS ao ACOPLAMENTO de IMPRESSORAS.
A BOMBA estourou no TSE imediatamente, e no dia seguinte ao da audiência pública o coordenador de sistemas eleitorais admitiu, ao ser questionado durante entrevista coletiva, que as urnas existentes realmente poderiam ser utilizadas para a impressão do voto, desde que acopladas a impressoras!
Estava finalmente desmascarada a farsa da necessidade de uma nova urna para o cumprimento do disposto na lei eleitoral.
O que se viu a partir daí foi mais uma sequência de horrores, e de novos atos ilícitos em sequência, na tentativa de encobrir a verdade e obstruir a ação da justiça, no que se refere aos crimes praticados contra a administração pública até aquele momento.
Na tentativa de passar despercebido, sem dar a menor explicação do motivo pelo qual havia desistido das novas urnas eletrônicas, o TSE, logo no primeiro dia útil após a farsa ter sido desmarcada, anunciou em seu site, na segunda feira 4 de dezembro, que iria promover uma licitação para a compra de impressoras.
Na semana seguinte, no dia 12, anunciou, novamente em seu site, a realização de uma sessão pública marcada para apenas dois dias depois, visando dar caráter de legalidade e transparência ao processo licitatório decidido às pressas, resultante da impossibilidade de se levar adiante a farsa mal sucedida.
Mal organizado, mal divulgado e lançado durante o recesso da maioria das empresas, com fortes indícios de superfaturamento e direcionamento, o certame foi alvo de severas críticas e recursos por parte da sociedade civil organizada, que, vigilante, denunciou na mídia mais uma tentativa do TSE de favorecer à empresa Smartmatic, velha conhecida do tribunal, desclassificada do pregão eletrônico após as fortes pressões, "por razões técnicas" de acordo com o alegado pelos membros da comissão de assessoramento técnico da licitação, promovida durante o período de recesso do próprio tribunal.
Coincidentemente, exatamente nesta mesma data, 05 de fevereiro, dia da desclassificação da Smartmatic, justamente na véspera da transmissão do cargo de presidente do TSE do Ministro Gilmar Mendes para o Ministro Luiz Fux, foi protocolada no STF a ação de Raquel Dodge, mais de dois anos após o Congresso ter DERRUBADO o veto imposto pela presidente Dilma à lei do voto impresso.
Alguém, em sã consciência, seria capaz de dizer que a ação da PGR não tem nada a ver com todos estes fatos?
O que está parecendo é que o TSE, pressionado e acuado após ser flagrado em conduta ilícita, tenta resolver o problema causado por ele mesmo através de uma solução jurídica, uma chicana, na qual não se sabe de que forma foi envolvida a procuradora-geral da república, que é também a procuradora-geral eleitoral.
A procuradora-geral, que já havia sido alertada no dia 4 de dezembro, por membros do CMind - Comitê Multidisciplinar Independente, profundos conhecedores do assunto, através de petição na qual requereram a realização de uma audiência pública para fins de esclarecimentos, nem ao menos respondeu à demanda da sociedade. Posteriormente, outra petição relativa à questão foi protocolada na PGR, no mesmo sentido, desta vez pelo Movimento Convergências, mas novamente a PGR se fez de morta, preferindo se manter em silêncio até o dia 05 de fevereiro deste ano, quando deu entrada no STF na ADI contra a lei do voto impresso, aparentando uma articulação com o TSE.
A petição do CMind pode ser acessada através do link: http://cic.unb.br/~rezen…/trabs/PeticaoAudPublicaTSE2017.pdf
A decisão no momento está, a exemplo do que aconteceu antes das eleições de 2014, nas mãos do STF.
Cabe a TODOS, cabe ao POVO BRASILEIRO, aos parlamentares, às entidades da sociedade civil e à imprensa, o dever de DEFENDER a LEI do VOTO IMPRESSO, único meio de se garantir a segurança, a transparência e a lisura do processo eleitoral, e a integridade e a veracidade do resultado das urnas nas próximas eleições."