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quarta-feira, maio 02, 2012

LEWANDOWSKI NA SUIÇA. MENSALÃO VOLTA PARA A GAVETA.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa desistiu de levantar uma questão de ordem sobre o mensalão nesta quarta-feira. Motivo: o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo, está em viagem oficial à Suíça e ficaria de fora da discussão. A convite do governo suíço, Lewandowski fará palestras nas universidades de Berna e Lucerna.
A princípio, Barbosa queria que os ministros definissem hoje os procedimentos a serem adotados durante o julgamento do mensalão, como o tempo de duração de cada sessão. Mas achou melhor aguardar a volta de Lewandowski. A revisão é a única etapa que falta para que o Supremo coloque o processo em pauta. Do site da revista Veja

5 comentários:

Anônimo disse...

Opa!!!! HAHAHAHA! Uma viagem de ultima hora!!!!

Anônimo disse...

Esse ministro petralha está "lewandodowski" alguma coisa por fora?
Boa questão?
Eduardo.45

Atha disse...

João Paulo Cunha nega mensalão e diz que houve 'erro político' do PT. Em entrevista, deputado federal também afirmou que escândalo Cachoeira é caso para polícia, do Mensalão, não.

Às vésperas do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus deste processo, disse que o maior escândalo do governo Luiz Inácio Lula da Silva foi um erro cometido e já corrigido pelo PT.

Em entrevista ao site Consultor Jurídico (Conjur), o deputado nega a existência do mensalão e alega que o que houve foi "financiamento irregular de campanha" do PT e seus aliados.

E, no seu entender, o processo no qual é réu é uma questão para o Código Eleitoral, enquanto o esquema envolvendo o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e parlamentares, como o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), se enquadra no Código Penal.

Para o parlamentar, os dois casos podem ser resumidos da seguinte maneira: "É o paradigma da lei: do Código Eleitoral para o Código Penal".

Segundo ele, o erro cometido - e corrigido - pela direção do PT no episódio denominado de mensalão foi, fundamentalmente, um erro político já admitido pelo PT por conta do sistema de financiamento de campanha que existe no Brasil.

"O erro político foi utilizar recursos não contabilizados, ou ''caixa dois'', para fazer campanha eleitoral ou preparação de processos eleitorais", justificou João Paulo Cunha.

Anônimo disse...

Os últimos resquícios de decência se foram por água abaixo! Cagliostro

Anônimo disse...

Movimentos friamente Calculado!!!