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quinta-feira, maio 15, 2008

Acautele-se classe média. Pochmann em ação.

Atenção classe média brasileira. Vem aí mais um pacotão para sugar o que resta dos recursos da classe social mais massacrada do Brasil.

É o que petralha Márcio Pochmann, titular do Ipea, chegou à conclusão que os ricos abocanham 75,4 da riqueza nacional e pagam menos impostos que os pobres.


Tudo bem. Entretanto, Pochmann não define o conceito de rico. Normalmente, quando petralha fala em rico está falando da classe média que, na verdade, é ainda quem segura o rojão.

Pochman dá uma de bom samaritano e surge com uma idéia de reforma tributária que, ao invés de diminuir impostos, sugere um novo a ser cobrado dos ricos. Tudo bem, se é que Pochman está falando de ricos e não da classe média.

Numa curiosa matemática, Pochmann chegou à conclusão que a carga tributária brasileira é de apenas 12% e não de 35,7%! e por isso deverá ser incrementada para diminuir as desigualdades sociais.

Ora, o problema brasileiro não está na matemática absurda desse petralha, mas em razão do maldito patrimonialismo que une os tubarões da indústria e das finanças a qualquer governo, sempre com a finalidade de sugar do Estado.

Não há uma só palavra de Pochmann contra o desabusado gasto do dinheiro público, com o esbanjamento através de cartões corporativos, ONGs, e sindicatos e centrais petralhas que absorvem um dia de trabalho por ano de cada trabalhador e não precisam prestar contas do que fazem com esse dinheirão.

Desigualdade
social só será combatida com o fim da roubalheira e com desenvolvimento econômico.

Um comentário:

Anônimo disse...

É próprio de um país de subespécie onde o esforço e o sucesso individual é estigmatizado por uma maioria medíocre. O incentivo de acrescimento independente do ser em si é inexistente, pois o próprio sistema de índole corrupta e atrasada faz com que o individuo sinta-se culpado de galgar patamares que não aqueles vividos pela ralé.