Vejam aqui neste vídeo do Jornal da Globo o momento em que o engenheiro da Eletrobrás, conforme post abaixo, foi atacado pelos índios numa reunião em Altamira, no Pará.
Até agora ninguém foi preso. Como até hoje nenhum índio foi preso, embora esses aborígenes de araque, que usam bermudas e tênis de marca, não são mais índios na expressão da palavra. Estão completamente aculturados e, portanto, são brasileiros e sujeitos à lei.
Reinaldo Azevedo lembrou bem em seu blog aquele caso hediondo do índio Paulinho Paiakan, que estuprou e torturou a estudante Silvia Letícia da Luz Ferreira, de 18 anos, filha de agricultores de Redenção, cidade de 150.000 habitantes, 750 quilômetros ao sul de Belém.
Letícia foi levada à delegacia da cidade pelo pai e os irmãos. Tinha feridas espalhadas pelo corpo inteiro, sinais de espancamento no rosto, o bico de um seio dilacerado a dentadas.
O estado lamentável resultava de uma sessão de tortura que durou uma hora num trecho deserto de uma estrada de terra. O cacique a estuprou com ajuda da própria mulher, Irekran, e na frente da filha mais velha, Maial, de 5 anos. (Leia mais clicando AQUI em link aberto).

7 comentários:
Cê já viu índio preso, Aluízio? Botocudo é inimputável, fio!
Tenho pena daquele servidor público, fazendo papel de "palhaço" naquele ginásio, no meio daquele monte de "selvagens" (na verdadeira acepção da palavra), para explicar detalhes sobre a construção de uma usina e sendo agredido de forma covarde pelos MARGINAIS DA LEI fantasiados que ali estavam.
Como é que foi permitido entrarem de facões e flechas no recinto?
Por acaso facões e flechas não são ARMAS?
E os mandantes deste crime? Ficarão impunes, como seus executores, certamente.
Bem, os facões foram fornecidos por alguém. Porque, até onde sei, os caiapó estão na idade da pedra lascada.
O covarde é aquele que ambiciona atacar sem risco, e só ataca se assim crer.
Por todos os tempos os covardes tentam garantirem-se tal privilégio. Eles querem briga, são valentes, mas exigem que o inimigo esteja amarrado e indefeso. Justificam tal exigência ao afirmarem-se mais fracos ou portadores de algum tipo de "iluminação".
No fim das contas, ao exigirem a imobilidade do adversários ou inimigo tornam-se efetivamente os mais fortes, irresistivelmente os mais fortes, e então atacam e ainda se gabam de subjugar o adversário indefeso.
Essa é a moral dupla:
Se são os mais fortes a força é estipulada moralmente consagradora. Se são mais fracos fazem da fraqueza um mérito moralmente consagrador.
Assim, com tal moral podem manipular os adversários e inimigos que não têm uma moral própria. Manipulam com facilidade os bocós paspalhosamente vaidosos. Aliás, manipular é usar a vaidade do tonto contra ele.
Enfim, a história é um relatode covardia, ideologias e estratégia.
Por vezes tenho vontade de dar uma revisada na "Teoria da covardia"...
É uma beleza mesmo, a alegada fraqueza torna-se justificativa para toda e qualquer atrocidade, para toda e qualquer covardia ...os fracos revindicam um "direito" ideológico a usarem a força para seus intentos, desde que os adversários não pssam reagir; afinal, mesmo assim, são "mais fracos".
"Quem tem por habito usar a força para conseguir o que quer, tem por habito querer sempre mais."
Abração
C. Mouro
Mas, no geral, o povo precisa mesmo é de educação, e as “verdades” que diz não valem um tostão furado. Aí um deles, o mais larápio, chega ao poder, sem instrução ou formação que lhe indique novos relevos morais, e acaba transformando o país num bordel.
Sim, é preciso tomar cuidado com o povo. De fato, o bom é exterminá-lo. Como? Com escola. Um país bom é um país sem povo. Só com indivíduos donos de seu nariz.
É do Reinaldão.
Esse é o país dos dois pesos duas medidas, não me espanto com mais nada.
Pior mesmo foram as entrevistas que acabei de ver no Jornal da Globo. Disseram que o facão para o índio é um instrumento de trabalho. Queria ver se os agricultores podem assistir a qualquer coisa com facão também, afinal eles utilizam em seu trabalho.
Depois veio o Minc dizendo que o negócio tem que ser na base da conversa, do carinho. Me virou o estômago na hora.
O gozado são os índios segurando suas câmeras digitais tirando fotos das peripécias do seu grupo. Imagino eles sentados à noite em círculo em volta de um PC, rindo de se esbaldar do "homem branco", aquela coisa brasileira sem espinha dorsal, aquele verme.
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