Não resisti e peguei lá no blog do Reinaldo Azevedo um texto que resume bem toda essa história relativa ao direito desses tipos fantasiados de índio.
Dos blogs da grande mídia, o do Reinaldo é o único que chama a atenção para o absurdo que acontece no Brasil depois que Lula e seus sequazes chegaram ao poder e resolveram dar corda para o politicamente correto.
Índio passou a ser alguém que pode fazer qualquer coisa, inclusive agredir, matar, roubar, seqüestrar, enfim, praticar os atos mais iníquos ao arrepio da lei.
Reinaldo sacou muito bem o caso de um grupo de índios de araque que mantém funcionários da Funai como reféns. Ora, índios autênticos no Brasil, só em quadros e retratos muito antigos como o da foto acima.
Vejam:
Cabe, sim, chamar de “emblemática” uma foto que está hoje na página 4 da Folha. Um líder indígena de Avaí, no interior de São Paulo, bem pançudo — vocês sabem: deve estar exagerando no consumo de calorias da carne da caça... —, com o rosto pintado para a “guerra”, fala num celular último tipo. No braço, um relógio bem moderno.
Mais “civilizado” que o Peri da Ceci... O valente mantém funcionários da Funai como reféns. Atrás dele, um tanto desfocado, com um cocar na cachola, um outro “índio”, bigodudo. Índio bigodudo, daqueles bigodes bem bastos? É... Deve ser alguma mutação genética acontecida na floresta de... Bauru!!!
Manter alguém em cárcere privado é crime. E os índios não são inimputáveis, especialmente de celular na mão e relógio no pulso. E nada vai acontecer.
É evidente que a “impunidade” dos índios não é “o” problema. “O” problema é a impunidade de qualquer grupo que reivindique para si a condição de minoria ou movimento social. Por trás de um índio de cara pintada, há sempre uma ONG com cara-de-pau.
Índio passou a ser alguém que pode fazer qualquer coisa, inclusive agredir, matar, roubar, seqüestrar, enfim, praticar os atos mais iníquos ao arrepio da lei.
Reinaldo sacou muito bem o caso de um grupo de índios de araque que mantém funcionários da Funai como reféns. Ora, índios autênticos no Brasil, só em quadros e retratos muito antigos como o da foto acima.
Vejam:
Cabe, sim, chamar de “emblemática” uma foto que está hoje na página 4 da Folha. Um líder indígena de Avaí, no interior de São Paulo, bem pançudo — vocês sabem: deve estar exagerando no consumo de calorias da carne da caça... —, com o rosto pintado para a “guerra”, fala num celular último tipo. No braço, um relógio bem moderno.
Mais “civilizado” que o Peri da Ceci... O valente mantém funcionários da Funai como reféns. Atrás dele, um tanto desfocado, com um cocar na cachola, um outro “índio”, bigodudo. Índio bigodudo, daqueles bigodes bem bastos? É... Deve ser alguma mutação genética acontecida na floresta de... Bauru!!!
Manter alguém em cárcere privado é crime. E os índios não são inimputáveis, especialmente de celular na mão e relógio no pulso. E nada vai acontecer.
É evidente que a “impunidade” dos índios não é “o” problema. “O” problema é a impunidade de qualquer grupo que reivindique para si a condição de minoria ou movimento social. Por trás de um índio de cara pintada, há sempre uma ONG com cara-de-pau.

Um comentário:
Olá, Aluízio!
É indiscutível: Reinaldão sempre manda bem em assuntos que os politicamente corretos passam ao largo, a anos-luz.
É o cara!
....
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