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terça-feira, junho 10, 2008

EUA devem imitar o Brasil? Rá, rá, rá...

Le Monde, o jornal francês conhecido por defender todas as idiotices politicamente corretas do planeta, sem falar no seu apoio ostensivo a todos os tipos de tiranias ditas esquerdistas, como a de Cuba, por exemplo, passou agora a defender a política de juros praticadas pelo governo petralha.

E pasmem. Tem a petulância de recomendar que os Estados Unidos imitem o Brasil. Perdoe-me, leitores, mas tenho que emitir uma gargalhada enlatada: rá, rá, rá.

Já pensaram se esse Obama realmente ganha as eleições americanas?


Dá para ter uma idéia do que pode acontecer. Não será o fim, como querem alguns, do dito “império americano”, mas a destruição da civilização ocidental.

Também pudera. O diretor do Le Monde é o idiota-mor do jornalismo internacional. Trata-se de Ignacio Ramonet, amigo íntimo de Fidel Castro e o seu biógrafo.

A burrice é a única coisa que não tem limite para o cérebro humano.

5 comentários:

Anônimo disse...

Na minha modesta análise da conjuntura americana, me parece, que Obama é o começo do fim. Obama tem uma afinidade inacreditável com os ditos "defensores do povo e das políticas sociais", que são as mesmas que já levaram à bancarrota muitos países, incluindo a própria França que se encaminha rapidamente para a insolvência de suas contas internas graças às eternas e desmoralizadas políticas sociais que vem aplicando.

Anônimo disse...

Vão deixar que um negro seja eleito pra botar a culpa nele.

Anônimo disse...

eu torço para o republicano o senador mc..ganhar a eleição barak obama é esquerdista rancoroso torço para o senador republicano ganhar as eleições americanas.eu sou o leu leutraix

Anônimo disse...

Obama eh populista. Muitos dos que votariam para Hillary, agora vao votar em McCain, porque nao aceitam a politica populista de Obama e a midia que estah tentando elege-lo!

Victor Carlson disse...

Olá Aluizio!
Me permite uma correção? O Ramonet é diretor do Le Monde Diplomatique. No Le Monde original o diretor é Alain Frachon. Mas isso, convenhamos, não muda nada!
Um abraço
Victor